domingo, 18 de dezembro de 2016

Jesus - A primícia dos que dormem

Olá, irmão Elias, desde quando "primícias" significa "único que morreu ressuscitou e não morre mais"? Ripostando, isto o irmão tirou de algum lugar ou "é pura filosofia pessoal"? Leandro Quadros, irmão, já produziu artigo sobre este assunto, não usando de interpretação livre, mas do significado de "o mais importante" ou "o melhor", que são também significados atribuídos à palavra "primícias". O irmão tem algum dicionário que diga que primícias significa "único que morreu ressuscitou e não morre mais"? Porque no Israel antigo, primícia era o melhor da colheita, o melhor dos animais. Em outras ocasiões primícia significava "o mais importante", mas nunca "único que morreu ressuscitou e não morre mais". Já imaginou, uma espiga de milho que morreu e ressuscitou e não morre mais sendo dada como oferta? Cristo, irmão, é a "primícia" dos que dormem porque é através dele que, não apenas a ressurreição, mas também a transladação dos que estão hoje no céu foi possível. O que o irmão está fazendo é a chamada teologia em cima de "palavra" não podemos pegar a palavra "primícias" e dá uma interpretação que não tenha base em uma linguagem usada pelas Escrituras. Quanto à ser possível Moisés morrer de novo é pelo motivo de a imortalidade condicional ensinar que somente pelo comer da árvore da vida é que se poderia perpetuar a vida eternamente. De modo que, usando a mesma exemplificação de Leandro Quadros, se Jesus houvesse desistido do plano da salvação, Moisés teria que descer, no que, sem fazer uso da árvore da vida, morreria assim como Adão uma vez morreu. O corpo imortal, irmão, biblicamente, não funciona sozinho! Este corpo, ainda que sem defeito, precisa fazer uso da árvore da vida e das folhas, para terapia (manter a plena saúde) deste mesmo corpo (Apocalipse 22:2). No céu, irmão, continuaremos tendo que nos alimentar, nutrir o corpo com alimentos, de modo que o corpo imortal não tem nada a ver com o que se atribui à "alma imortal". O único ser que possui a imortalidade inerente, irmão, segundo a Bíblia, é Deus (1 Timóteo 6:16). A imortalidade do corpo ocorre mediante a perpetualidade do acesso ao fruto da árvore da vida. Para o irmão entender, Adão e Eva foram criados imortais! E da mesma forma voltaremos a ser imortais, porque nunca nos desligaremos da fonte de vida que é Deus, o fruto da árvore da vida, é um meio funcional de ensinar isto ao homem. Assim, adquirimos a imortalidade mediante o uso do fruto da árvore da vida. De modo que seremos revestidos da mesmas imortalidade que Adão, em um corpo, agora, glorificado. Glória, irmão, tem sentido de resplendor e não, novamente, "imortal" aos moldes da imortalidade da alma. Temos, irmão, um conceito muito deturpado sobre imortalidade, influenciado, não pelo ensino bíblico, mas o que tradicionalmente observando ser ensinado, fora da bíblia, acerca do que seria "ser imortal". Não é, irmão, ser como um vampiro! Mas sermos criaturas eternamente cuidadas por Deus, totalmente dependentes Dele para nossa subsistência. Assim, irmão, enquanto Deus for eterno, viveremos eternamente ao lado Dele, esta é a imortalidade que Ele nos concede. Assim, mesmo após a ressurreição, com um corpo glorificado, necessitaremos comer da árvore da vida como meio de alcançar a imortalidade. Então, caso Moisés tivesse que voltar, morreria novamente como morreu Adão, por não ter, aqui, acesso ao fruto da árvore da vida. Assim, irmão, a imortalidade é condicional! A condição é que o homem permaneça junto com Deus, sendo recompensados por meio do livre acesso à árvore da vida. O QUE EU VEJO, irmão, é o contrário! Que o Pastor Elias nunca teve contato com a doutrina da imortalidade condicional, como demonstrou no debate. Porém, Leandro Quadros já conhecia tudo que o pastor Elias falou acerca da diferença entre a ressurreição de Moisés e dos demais que foram ressuscitados e também a diferença entre a ressurreição de Moisés e a ressurreição de Cristo. E acabou concordando, aos 46:15, junto com o reverendo Eber, de que a interpretação é de que Cristo é as prímicias segundo a perspectiva teológica de que "A ressurreição de todos os salvos dependem da ressurreição de Cristo". Aos 16:10 O pastor Elias, porém, afirma que a qualidade da ressurreição de Moises é igual a de Cristo. Ali o irmão Elias cometeu um erro. O reverendo Eber porém, junto com Leandro Quadros, ao invés de criticar, com muito cuidado, fizeram uma correção em cima da afirmação teologicamente equivocada do pastor Elias e o tratou com todo carinho e consideração. Aos 35:29, vemos o professor Leandro Quadros usando esta mesma explicação em cima da palavra "primícias", o que é um conceito teológico elementar. Então sim, irmão, o prof. Leandro Quadros, junto com o reverendo Eber explicaram bem o significado de "as primícias", não é um conceito filosófico, mas um conceito teológico amplamente conhecido e aceito. E o pastor Elias, também fez uso de colas, irmão, que é levar perguntas e raciocínios prontos, o qual os leu durante o debate. Não é errado, porém, é um recurso primário, para quem está iniciando em debates. Assim, o clima do debate foi de solidariedade para com o irmão Elias, passando muito longe de ser uma disputa, pelo menos não por parte do reverendo Eber e do professor Leandro Quadros. Acerca da palavra "primícias" nem sempre significar " o primeiro", isto também é de conhecimento do pastor Elias, tanto que apenas repetiu o que Leandro Quadros havia dito, o qual, ficou sem entender por que o pastor Elias repetiu, aos 42:10, tudo aquilo que ele, Leandro Quadros, havia acabado de dizer e que inclusive estava também na bíblia de estudos que acabara de ler. Assim, o debate, pelo que pude notar, foi em clima de solidariedade ao irmão Elias, pelo menos por parte do reverendo Eber e do prof. Leandro Quadros. Um abraço.

3 comentários:

  1. Completamente anti-bíblica sua explicação.

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    1. Sem embasamento, devo considerar o que o irmão afirmou como uma opinião?

      Um abraço, irmão Anderson.

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  2. Explicação correta dentro da bíblia, não aceitar essa explicação, somente se tiver preconceito religioso, que é grave; ou por falta de
    compreenção das Escrituras

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