sexta-feira, 30 de setembro de 2016

A natureza da verdade e a salvação no Antigo e Novo Testamento

Trechos fora do contexto, como se resolve isto?

http://asleismorais.blogspot.com.br/2016/07/por-que-o-sabado-nao-foi-reordenado.html

Fontes primárias continuam sendo a maior arma contra a antiga arte da falácia.

A falta de ordem no Novo Testamento, não faz com que Deus ou o sábado deixem de ser o que são. O sábado é o dia de guarda divinamente instituído no Éden, memorial da Criação, o dia que Deus abençoou e santificou, portanto, estas verdades não passam a ser verdades por meio da afirmação de tempos em tempos, ou de uma ratificação.

Afirmar que algo tenha que ser ratificado, é adotar que Deus possa mudar de idéia.

Deus pode mudar de idéia quanto ao matar? Furtar? Adulterar?

Há coisas que não podem ser mudadas, por exemplo:

Deus é o único deus verdadeiro;
As esculturas de deuses nada são;
Sábado é o dia divinamente instituído na criação, abençoado e santificado;

Verdades não mudam, não deixam de serem verdades com o passar do tempo.

Por isto o sábado está entre os 10 mandamentos, porque é o dia que Deus abençoou e santificou na Criação e não há como se mudar de ideia sobre isto, porque são fatos.

Não há nada que ocorra na história da humanidade que possa mudar o fato de que Deus abençoou e santificou o sétimo dia e nele descansou, assim como não há nada que possa ocorrer na história que possa mudar o fato de que Deus é o único Deus, conforme os três primeiros mandamentos de sua Santa Lei.

Uma verdade, não perece pela fata de uso, nem pela falta de menção, nem pela falta de ratificação. Verdades continuam sendo verdades, independente do tempo que passe.

De modo que a afirmação de que Deus criou todas as coisas nos 6 primeiros dias e que no sétimo descansou, abençoou-o e santificou-o, não pode ser mudada, nem extinta, nem deixar de ser verdade.

Por isto os mandamentos de Deus não carecem de ratificação, porque verdades são eternas. Verdades não se transformam em mentiras pela falta de ratificação.

O sétimo dia é o Sábado do Senhor teu Deus (Êxodo 20:10) e não há como mudar isto.

O não matar mudou?
O não furtar mudou?
O não ter outros deuses mudou?
A falsidade dos demais deuses de escultura mudou?
E o sábado mudou? Deixou de ser o sétimo dia da Criação? Deixou de ser o dia divinamente instituído, abençoado e santificado no Éden?

A lógica pressupõe um NÃO para todas estas perguntas, mas quem disse que o pecado trabalha para a lógica?

Os outros 9 mandamentos permanecem imutáveis, mas segundo a lógica humana, o sábado deixou de ser o sétimo dia da Criação, agora é o oitavo dia, dos eventos da recriação, uma homenagem à páscoa que representa a morte de Jesus e que se tornou semanal, mas que comemora não a morte, mas a ressurreição de Cristo.

Esta é a lógica do Domingo!

E baseado, não em um claro "assim diz o Senhor", mas na autoridade patrística.

Os abolicionistas pressupõe que, não tendo o sábado sido ordenado novamente, o mandamento então está livre para ser reescrito pelo dedo indicador humano. Ordenando então, a igreja a guardar o primeiro dia em homenagem à ressurreição de Cristo.

Veja, porém o que a Bíblia diz:

http://novamenteadventistas.blogspot.com.br/2012/11/passagens-do-novo-testamento-ordenando.html

A menos que os mandamentos, na época em que tais ordens foram escritas, não tivessem em si contido o 4º mandamento, que é o sábado, não há como interpretar tais referências senão como contendo o sábado junto dos demais mandamentos ordenados.

Nem mesmo os abolicionistas contestam a vigência dos 10 mandamentos, incluindo o sábado, na época de Cristo, uma vez que a lei de Deus, segundo estes, haveria sido abolido por ocasião da morte de Cristo na cruz.

Então, como dizer de que o sábado não estaria incluído na seguinte afirmação?

“Nisto conhecemos que amamos os filhos de Deus, quando amamos a Deus e guardamos os seus mandamentos.” (1 João 5:2)

De modo que todas as ordens e ratificações para se guardar os mandamentos de Deus, se constituem em ordem pra guardar os 10 preceitos, incluindo o sábado.

Então, como alegam que não há ordem para guardar o sábado no Novo Testamento?

Ordem direta, realmente não temos, mas ordens indiretas, por meio dos 10 mandamentos vigentes, isto temos, em boa quantidade!

“Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são pesados.” (1 João 5:3)

Fato é, e o irmão haverá de entender, de que abolicionistas NÃO consideram os evangelhos como sendo parte do Novo Testamento. Parece absurdo dizer isto, mas a teologia abolicionista, assim é baseada na suposição de que a regra de fé para a Igreja, seja somente as cartas de Paulo e mais algumas coisas no novo testamento, igualmente ratificadas por Paulo.

Portanto esta alegação de necessidade de ratificação NO Novo Testamento, é uma falácia para enganar os incautos, porque a suma é de que TUDO teria que ser ratificado por meio das palavras de Paulo.

Exemplo:

"Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus." Apocalipse 14:12

"E o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra ao remanescente da sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho de Jesus Cristo." Apocalipse 12:17

O que há de "errado" nestes dois versos?

A resposta é, a ordem para se guardar aquilo que na opinião dos abolicionistas haveria sido abolido, os Mandamentos de Deus.

De modo que até mesmo algo que consta após a morte de Cristo, não serve de autoridade doutrinária para a Igreja, porque a autoridade para a igreja,GENTIA, na opinião destes, seriam as cartas de Paulo.

E assim as recomendações de Cristo acerca dos mandametnos seriam apenas para os Judeus-Cristão, como o próprio Jesus e Seus apóstolos, incluindo Paulo, e também aos Judeus convertidos ou que, por ventura, viessem a se converter ao cristianismo.

Visão diabólica e sectária, diriam alguns irmãos, e tenho que concordar!!

A igreja não era dividida em dois blocos, sendo um Judaico-cristão e outro Gentio-cristão. Não havia isto de a igreja Judaica cristã ter que guardar 9 mandamentos e os gentios estarem livres de guardar qualquer dos 10 mandamentos, após a morte de Cristo.

Leia novamente Atos 15:21.

E assim prossegue o CACP, com sua ideologia, tentando reexplicar a Bíblia às igrejas cristãs ortodoxas, que desde sempre tem incluídas em seu corpo de doutrinas a declaração de crença na vigência dos Mandamentos de Deus.

Mas há um problema não é mesmo?A Adventista pregando contra este ensinamento e dizendo de que todos os Mandamentos de Deus, inclusive o sábado, continuam vigentes.

As idéias do CACP fazem parte de um veio herético chamado dispensacionalismo. Que fraciona, não apenas a forma como Deus lida como o Seu povo através dos tempos e a forma como aplica a punição, mas como lida com este mesmo povo em  questões legais, em questões da lei.

E aplicam, em conjunto a isto, um conceito sectário muito perigoso, de que a salvação no Antigo Testamento tenha sido pela Lei e que só no Novo Testamento é que passou a ser pela graça! Ou seja, a salvação no Antigo Testamento seria legalista! Então, antes da morte de Cristo, o homem se salvaria por meio de suas próprias obras, o que é um ensinamento totalmente herético!

A Bíblia nos ensina de que a salvação é unicamente pela graça. Por isto a teologia que se aprende nas faculdades nos ensina de que já na expulsão do Éden a salvação pela graça já havia sido ensinada por meio do proto-evangelho contido na primeira profecia ali descrita, de que Deus mandaria o Filho do Homem para a salvação da humanidade.

E desde aquela época se oferecem ofertas e sacrifícios e o principal deste era o cordeirinho que representava a Cristo, conforme disse João:

"...Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo." João 1:29

"...do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo." Apocalipse 13:8

É por isto que pegam tanto no pé da Adventista acerca da ressurreição de Moisés. Porque Moisés só poderia ir para o céu se a salvação no Antigo Testamento não fosse pelas obras da Lei, porque Moisés havia pecado, quando bateu na rocha que representava o próprio Cristo, segundo 1 Coríntios 10:4, o que seria a razão da disputa entre Miguel e Satanás.

A doutrina do Santuário ensina de que aqueles cordeirinhos sacrificados, bem como a função de Sacerdote e Sumo Sacerdote, eram figuras representativas de Cristo e Seu ministério. De modo que por meio da profissão de fé no Sacrifício do Cordeiro, recebiam a absolvição de seus pecados, tendo sido já salvos, por meio do trabalho sacerdotal que Cristo faria em favor da redenção da humanidade, no verdadeiro santuário onde Deus habita e que está no céu. E que por meio dos bens futuros, Deus podia conceder a salvação até mesmo aos que nasceram e morreram antes da vinda de Cristo e o cumprimento das sombras representativas de Seu ministério.

Por isto, esta é também uma doutrina também atacada pelo CACP, que continua crendo de que os Israelitas, antes de Cristo, eram salvos pela Lei.

O juízo investigativo vem para dar mais dor de cabeça, porque ensina de que o "uma vez salvo, salvo para sempre" é um conceito anti-biblico e que levará muitos a se perderem. Porque a permanência em Cristo é também avaliada: "Mas tu, por que julgas teu irmão? Ou tu, também, por que desprezas teu irmão? Pois todos havemos de comparecer ante o tribunal de Cristo." Romanos 14:10

E Paulo estava falando a seus irmãos, salvos em Cristo. A salvação é de graça, mas a permanência vai do livre arbítrio (1 Coríntios 10:12).

E trocam a palavra Condenação por julgamento em versos como:

"Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito." Romanos 8:1

Embora não haja condenação, não significa que não passaremos por um juízo, porque o juízo é onde se torna claro quem é de Deus e quem não é de Deus. Julgamento, este, onde Cristo é nosso Advogado (1 João 2:1), Juiz (2 Timóteo 4:8). Então o objetivo não é nos condenar!

Porque quando se comparece em um tribunal, a exemplo da Época de Salomão, o tribunal era para estabelecer a JUSTIÇA, reivindicar direitos e aplicar a condenação, não ao inocente, mas ao culpado.

E cada um é inocente ou culpado, segundo a sua decisão, de aceitar ou não a Cristo e permanecer fiel, tendo seu nome escrito no livro da vida. Estes livros são abertos e avaliados, não para mudar a situação dos salvos em Cristo, mas para garantir os seus direitos conquistados por meio de Cristo (Apocalipse 20:12).

A fim de separar os salvos dos perdidos, neste juízo que é chamado de pré-advento, ou, investigativo.

Isto não agrada os abolicionistas, porque tais doutrinas ensinam que não basta aceitar a Cristo como Salvador, mas também como Senhor, permanecendo-lhe fiel, inclusive na permanência nos Seus mandamentos. Como Israel procurava permanecer, tendo sido Salvos por Deus, quando então, foi-lhes entregue a guarda dos mandamentos de Deus, coisa que é dada aos que aceitam a Deus.

E estas mesmas leis são dadas na Nova Aliança, escritas agora não em tábuas de Pedra, mas no coração e na mente, para que os salvos em Cristo nunca se apartem dela. Porque quem manifesta a guarda dos mandamentos, evidencia de que aquela pessoa realmente permitiu ser transformada, por meio de um processo de santificação que leva a vida toda, nos fazendo novas criaturas.

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Cristianismo por meio do exemplo de Cristo

Olá, irmão, percebemos, então, o modelo que nossos críticos usam para tentar defender seus próprios ensinamentos, que é por meio de ataques àqueles que usam a Bíblia. É isto mesmo irmão Baeta, Flávio Martinez, bem como ensinadores do ICP, utilizam de homens e suas acusações, ao invés da teologia e das ferramentas de interpretação.. Não conseguem fazer uma boa defesa por meio da Bíblia, e assim, usam argumentos infantis como estes, de que o mandamento estaria dando ênfase ao trabalho nos 6 primeiros dias, ao invés de estar exigindo o descanso no sétimo dia. Neste ensejo, acabaram colocando Jesus como hipócrita e legalista, pois bem sabemos que em Seu ministério, após a unção pelo batismo, Cristo não mais trabalhou na carpintaria. Seria então Jesus hipócrita por guardar o sábado mas não trabalhar nos demais dias? Este é um problema dos ministérios que possuem uma visão sectária acerca da vigência da lei, acabam por denegrir a imagem daquilo (lei, sábado, dentre outros) e daqueles (Jesus e apóstolos) que estão contidos na Bíblia Sagrada. No que denigrem, por exemplo: 1º) O sábado, criado e dado por Deus ao homem na Criação; 2º) Os mandamentos de Deus, reivindicando a sua abolição; 3º) A imagem de Cristo, que permaneceu nos mandamentos, guardando inclusive o sábado; 4º) A imagem de Paulo e demais apóstolos, os quais são apresentados igualmente como transgressores, por meio de tais ministérios; Veja, irmão, hipocrisia é dizer que o seu maior modelo é Cristo, mas fazer o contrário daquilo que Ele fez, ensinou e deixou de exemplo. É não ser possível de se comparar a Paulo, segundo o que exemplificou aceca de si mesmo em Atos 24:14. É dizer fazer da Bíblia sua única regra de fé, mas não crer na Lei e nos profetas. É dizer guardar toda a Bíblia, mas eliminar de seus ensinos e de sua prática diária, mais da metade das páginas contidas neste livro e que são os livros do Antigo Testamento. Qual a vantagem, irmão Beta, irmão Flávio e demais apologetas, em dizer de que fazem uso do "sola scriptura", ao passo que despreza-se o "tota scriptura"? Veja as opiniões e exemplos: Jesus = guardava o sábado; Adventistas = guardam o sábado; CACP = não guardam o sábado. Jesus = não veio abolir a lei; Adventistas = Jesus não aboliu a lei; CACP = Jesus aboliu a lei. Jesus = ensinou que devemos guardar os mandamentos de Deus; Adventistas = ensinam que devemos guardar os mandamentos de Deus; CACP = ensinam de que não devemos guardar os mandamentos de Deus. Jesus = ensinou que é senhor do Sábado; Adventistas = ensinam que Jesus é senhor do Sábado; CACP = ensinam que Jesus é senhor do Domingo. Jesus = usou o sábado para ler a Palavra, pregar e fazer o bem; Adventistas = usam o sábado para ler a Palavra, pregar e fazer o bem; CACP = ???. Veja, os apologistas do CACP seguem o mesmo exemplo do papado: Papado = aboliu o 4º mandamento; CACP = ensina a abolição do 4º mandamento. Papado = atacou os que guardam os mandamentos de Deus; CACP = atacam os que guardam os mandamentos de Deus. Papado = colocava a tradição patrística acima da Bíblia; CACP = coloca a tradição patrística acima da Bíblia. Basta comparar pelo exemplo, irmão Beta, para ver quem de fato segue a Cristo. Um Cristo que aboliu mandamentos? Que aboliu o sábado? Que faz uso da tradição e despreza os mandamentos de Deus? Um Cristo que despreza as Antigas Escrituras? Um Cristo que se declara senhor de um Domingo ao invés de Senhor do sábado? Um Cristo hipócrita que ordena trabalhar nos 6 primeiros dias, enquanto não exerce Seu ofício na carpintaria? Os Adventistas não são cristãos por que, irmão Beta? Porque procedem de forma semelhante a Jesus? Fazendo aquilo que Cristo fazia, ensinando aquilo que Cristo ensinava, usando a Bíblia que Jesus utilizava, indo todos os sábados na sinagogas como Jesus ia, lendo as Escrituras e pregando, assim como Jesus fazia? Ensinando de que a Lei de Deus não deve ser abolida, como Cristo ensinava? Guardando o sábado, como Cristo guardava e não um domingo que Cristo nunca guardou? O REMANESCENTE De um lado temos seitas, no meio temos as religiões e de outro lado temos o remanescente! Quando sectários se comparam com religiões comuns, percebem o quanto estão longe dos ensinamentos Bíblicos. Da mesma forma, quando religiões envoltas em falsas doutrinas se comparam com remanescentes, percebem o quanto estão longe dos ensinamentos Bíblicos. O remanescente é aquele que guarda os Mandamentos de Deus e possuem o Testemunho de Jesus (Apocalipse 12:17), que é inclusive aquilo que o CACP tem mais atacado, os Mandamentos de Deus e o Testemunho de Jesus, que segundo a Bíblia é o dom profético/espírito de profecia (Apocalipse 19:10); Isto ocorre porque as Seitas geralmente tem um líder, homem, as religiões, geralmente não tem líder algum enquanto que o remanescente tem, entre eles, aquilo que o Povo de Deus teve durante toda a história, inclusive na época de Jesus e também na época apostólica, segundo as filha de Filipe, e que se trata presença de um profeta entre eles! Há um artigo que aborda esta visão sectária do CACP e que pode ser lido em: http://novotempo.com/namiradaverdade/a-visao-sectaria-do-centro-apologetico-cristao-de-pesquisas-cacp-a-respeito-da-lei-de-deus/ CACP, é um ministério sectário? É um ministério ortodoxo? É um ministério profético? Um dos pontos da ortodoxia é a aceitação dos Mandamentos de Deus! O CACP advoga contra a continuidade dos mandamentos de Deus e contra a continuidade do dom profético. A LEIS e OS PROFETAS, porém, são as bases da comunicação de Deus com Seu povo e o principal meio pelos quais Deus nos trouxe Seus ensinamentos. Assim deixamos de Crer na Lei e nos Profetas, para crer em ensinos de Homens, segundo atradição. Ex: veneração de imagens e santificação de um dia não ordenado pelas Escrituras. Por isto questionei ao irmão acerca de onde estaria, na Bíblia, aqueles ensinamentos acerca de uma Páscoa Semanal, Oitavo Dia e Dia da Recriação! Estes ensinamentos estão contidos em sua "sola scriptura", irmão? Dia da criação, sétimo dia, descanso semanal no sábado, lhe mostrei extensamente por meio de dezenas de versos, usando somente as Escrituras. E Flávio Matinez diz que isto é coisa de Ellen G. White! E olha que interessante, irmão, se não encontramos todos estes ensinamentos Páscoa Semanal, Oitavo Dia e Dia da Recriação, contidos, não na Bíblia, mas na PATRÍSTICA, irmão. Este é o seu Sola Scriptura, irmão? Os escritos da Patrística, onde estão contidas estas doutrinas e que são usadas como fundamento do Domingo, se tornaram canônicos? Que negócio é este de "Sola Scriptura", enquanto nas igrejas, deixam a Bíblia de lado, abrem os escritos da Patrística e ali começam a ensinar acerca do domingo? É o adventismo que usa outra regra de fé para explicar o seu dia de guarda, irmão? Continuo esperando para que me ensinem acerca destas doutrinas, por meio da Bíblia, irmão. Um abraço, que Deus te ilumine!

A observância do sábado no Novo Testamento

Olá, irmão, este sábado cerimonial eu não conheço, mas a observância do sábado, princípio universal, encontramos em Isaías 56:3-7 que diz: "E não fale o filho do estrangeiro, que se houver unido ao Senhor, dizendo: Certamente o Senhor me separará do seu povo; nem tampouco diga o eunuco: Eis que sou uma árvore seca. Porque assim diz o Senhor a respeito dos eunucos, que guardam os meus sábados, e escolhem aquilo em que eu me agrado, e abraçam a minha aliança: Também lhes darei na minha casa e dentro dos meus muros um lugar e um nome, melhor do que o de filhos e filhas; um nome eterno darei a cada um deles, que nunca se apagará. E aos filhos dos estrangeiros, que se unirem ao Senhor, para o servirem, e para amarem o nome do Senhor, e para serem seus servos, todos os que guardarem o sábado, não o profanando, e os que abraçarem a minha aliança, Também os levarei ao meu santo monte, e os alegrarei na minha casa de oração; os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão aceitos no meu altar; porque a minha casa será chamada casa de oração para todos os povos." E o cumprimento está em Atos 15:21 que diz: "Porque Moisés, desde os tempos antigos, tem em cada cidade quem o pregue, e cada sábado é lido nas sinagogas." E que foi definido no concílio em Atos junto com aquelas recomendações acerca da abstenção da prostituição e do sangue de animais. O resultado do concílio está claro em 1 Coríntios 7:19 que diz: "A circuncisão é nada e a incircuncisão nada é, mas, sim, a observância dos mandamentos de Deus." E a Bíblia relata o cumprimento das palavras de Isaías acerca de escrever as leis de Deus no coração e na mente, conforme lemos em Atos 13:42 e Atos 13:44. Então, irmão, não há desculpas para não se guardar o sábado, nem para deixar de congregar neste dia, ou para deixar de estudar a Lei de Moisés. Até porque Jesus destacou a importância dos escritos de Moisés, conforme Lucas 16:29 e Lucas 16:31. Tendo em mente, também, de que a regra de fé apostólica, continuava sendo Moisés e os Profetas, conforme lemos em 2 Timóteo 3:16. Está aí em sua Bíblia, basta seguir as recomendações de Jesus, dos apóstolos em Atos, de Paulo e o exemplo de todos estes. Não há personagem algum ali que não tenha guardado o sábado e dado ouvidos à lei e os profetas, conforme lemos em Atos 13:27; A lei de Moisés e os Profetas, continuaram sendo a norma pela qual todo ensinamento era testado, conforme exemplo dos bereanos em Atos 17:11. Assim, os ensinos que mais tarde fariam parte do Novo Testamento eram validados por meio dos escritos do Antigo Testamento, e não o contrário. Isto demonstra que O Antigo Testamento, a Lei e os Profetas, continuavam sendo a regra de fé das igrejas à qual Paulo escrevia. Paulo chama aqueles que assim o faziam, de "mais nobres". E veja o que Cristo diz a respeito de transgredir mandamentos, por menor que seja e assim ensinar aos outros: "Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus." Mateus 5:19 E Jesus fez questão da guarda dos mandamentos de Deus, conforme lemos em Mateus 19:17, o que repetiu em 1 João 5:3 e que lemos também no verso que diz: "Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são pesados." 1 João 5:3 Em uma época onde não há como alegar de que algum dos mandamentos houvesse sido abolido: "Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai, e permaneço no seu amor." João 15:10 Devemos seguir o exemplo de Cristo (Lucas 4:16) e de Paulo (Atos 18:3-4) dos discípulos de Cristo (Lucas 23:56), dos Apóstolos (Atos 15:21) Dos judeus (Atos 13:27)e dos gentios (Atos 13:44). E vemos a Igreja, com Paulo e mais um líder da igreja, juntamente com judeus e gentios todos reunidos em um dia de sábado na sinagoga, conforme lemos no seguinte verso: "E, despedida a sinagoga, muitos dos judeus e dos prosélitos religiosos seguiram Paulo e Barnabé; os quais, falando-lhes, os exortavam a que permanecessem na graça de Deus." Atos 13:43 Costume este, relatado em Atos 13:436 que permaneceu através das décadas, segundo relata o próprio Cristo que ocorreria em Mateus 24:20, que diz acerca da invasão de Jerusalém no ano 70, 40 anos após a morte de Cristo na cruz: "E orai para que a vossa fuga não aconteça no inverno nem no sábado;" Mateus 24:20 Então, realmente não há argumentos para se deixar de guardar o sábado, ou dizer de que o sábado tenha deixado de ser guardado, ou ainda, abolido.

Um abraço, amigo e irmão, que estes versos e estas verdades das Escrituras possam trazer luz à seus olhos. Fique com Deus!

A ratificação da Lei no Novo Testamento

Olá irmão, onde está escrito que para um mandamento ser válido, precisa ser ratificado no Novo Testamento?

Tenha em mente que em 2 Timóteo 3:16, Paulo se refere aos livros do Antigo Testamento.

Deste modo, como um conjunto de livros que ainda não existia poderia servir de regra de fé à igreja apostólica?

Veja, o Antigo Testamento era a Bíblia da igreja apostólica, continuando a ser a regra de fé pela qual todo ensino era testado, segundo Atos 17:11.

A Bíblia também nos diz, e isto ficou definido no primeiro concílio de Atos, os gentios aprendiam da Bíblia que existia em sua época, Moisés e os profetas, todos os sábados nas sinagogas, segundo Atos 15:21,

Paulo assim disse acerca da Bíblia que utilizava:

"E assim a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom." Romanos 7:12

Obviamente estava se referindo aos livros do Antigo Testamento.

Deste modo, se não haviam ainda os livros do Novo Testamento, tampouco havia este ensino de que os mandamentos do antigo testamento teriam que ser ratificado por meio do Novo Testamento a fim de serem seguidos.

Aliás este ensinamento que faz uma dicotomia entre antigo e novo testamento é herético.

A Bíblia diz:

"Mas esta é a aliança que farei com a casa de Israel depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei a minha lei no seu interior, e a escreverei no seu coração; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo." Jeremias 31:33

Se referindo a Lei dada a Moisés, o qual é repetido em Hebreus 8:10.

A ratificação da Lei é sua inscrição no coração e na mente e não em um conjunto de livros ainda por vir.

Então não havia um filtro neo-testamentário a fim de filtrar o que deveria ser seguido e o que não deveria ser  seguido. De modo que até a confecção e canonização dos livros do novo testamento havia apenas duas possibilidades: Guardar a lei ou não guardar.

A Bíblia mostra que Paulo instruiu a igreja a guardar a Lei (Romanos 3:31). Citando, à partir de então o que não deveria ser guardado.

É o total oposto da proposta apresentada pelo irmão, acerca de ratificar a lei.

A lei foi inteiramente ratificada por Cristo, segundo Mateus 5:17 e João (1 João 5:3, Apocalipse 14:12, Apocalipse 12:17) e também o apóstolo Paulo (1 Coríntios 7:19).

Então, irmão, quando vemos no Concílio em Atos, os apóstolos de Jesus, bem como Paulo, recomendando o aprendizado da Lei de Moisés, que ocorria todos os sábados nas sinagogas, aos gentios, e quando vemos os gentios realmente se reunindo aos sábados nas sinagogas para aprender da lei de Moisés (Atos 13:42) onde se reuniu inclusive quase toda a cidade (Atos 13:44), onde está a falta de continuidade do aprendizado do Antigo Testamento e a continuidade do uso do sábado para este fim?

Este era o mesmo costume de Jesus, segundo Lucas 4:16 e o mesmo costume de Paulo, segundo Atos 18:3-4, costume que se perpetuava, por parte de Paulo, mesmo em solo pagão, segundo Atos 16:13.

E Jesus disse que é Senhor do sábado:

"Pois o Filho do homem é Senhor do sábado". Mateus 12:8

E João, apóstolo que conviveu com Jesus reafirmou que este dia continuava existindo em seu tempo (Apocalipse 1:10). Repetindo o conteúdo do mandamento em Apocalipse 14:7, conforme lemos em Êxodo 20:11 e conforme é dito pelo próprio Deus em Isaías 58:13. O qual também foi profetizado por Cristo de que continuaria sendo guardado 40 anos depois de Sua morte, conforme lemos em Mateus 24:20.

O mesmo mandamento que foi usado por Paulo como exemplo do descanso no Senhor em todos os dias, conforme lemos em Hebreus 4:4. Cuja origem nem é nas tábuas entregues à Moisés, conforme lemos no próprio mandamento (Êxodo 20:10) e em suas referências (Êxodo 16:26), e que rementem ao sétimo dia abençoado e santificado no Gênesis, conforme confirmado por Jesus em Marcos 2:27. E que foi exigido mesmo antes da entrega das tábuas, segundo Êxodo 16:28, que afirma que o sábado fazia parte de um conjunto de leis já existentes, segundo este mesmo verso, e que já existiam na época do Pai daquela Nação, Abraão, segundo Gênesis 26:5.

O sábado seria cerimonial?

http://novamenteadventistas.blogspot.com.br/2016/09/o-sabado-no-genesis-seria-cerimonial.html

Acerca de suas razões:

1º - Está incorreta segundo Atos 15:21, e demais versos que lhe mostrei, além do que, ao Jesus ensinar a guardar correta do sábado, não deixava de ser um ensinamento da guarda do sábado (em sua forma correta).

2º - Está incorreta, porque há várias passagens além daquela (acerca da invasão de Jerusalém) que citei, como em Mateus 12:5 onde Cristo ensina que o trabalho sacerdotal ao sábado era lícito. Mateus 12:12 onde Cristo diz que salvar vidas aos sábados era lícito. Mateus 12:2 onde é dito que apanhar de uma seara no sábado para fim de alimentação era lícito. Mateus 12:10 onde é dito que curar no sábado era lícito e isto só no livro de Mateus.

Há também declarações dos apóstolos acerca daquele tempo, como em Marcos 1:21 e Marcos 6:2 onde é dito que Cristo ensinava no sábado na sinagoga. E que não só Jesus guardava o sábado, como seus discípulos seguiam este mesmo exemplo, segundo Lucas 23:56.

3º - Está incorreto porque vemos os descendentes de Abraão guardando o sábado antes da entrega das tábuas e antes da promulgação da aliança com aquele povo, conforme vimos em Êxodo 16:28. Além das declarações de Cristo de que o sábado procede desde o Gênesis, o que está contido na própria lei, no 4º mandamento, conforme está relatado em Gênesis 2:3 no sétimo da Criação onde o sábado foi abençoado e santificado.

4º - Está incorreto porque o sábado procede desde o Gênesis, quando ainda não existia o pecado e por conseguinte, não existiam leis cerimoniais como prenuncio da salvação.

5º - Está incorreto, porque a desobediência à Deus continua sendo pecado e fere Deus moralmente, além do que em Tiago 2:10 é dito que quem tropeça em um só ponto da lei, torna se culpado de todos. Somado ao fato de que o sábado foi dado como um princípio universal à humanidade. Além do fato de que o Sábado foi santificado, o que o torna sagrado,  assim, a sua transgressão consiste em uma profanação, conforme lemos em Isaías 56:6, Isaías 56:2.

6º - Está incorreto porque Oséias 2:11 e Isaías1:10-15 fala das festividades em um contexto de sincretismo religioso e prostituição com divindades pagãs e não como sombra e representação do corpo de Cristo (Colossenses 2:16-17), que é a forma pura em que tais festividades foram ordenadas pelo mesmo Deus.

7º - Está incorreto porque os profetas não usam a palavra "abolição" mas "escrita" da lei, no coração e na mente. Isaías 42:6 está em par com Isaías 56:3-7, junto como demais versos..

8º - Errado, porque antes de ser um memorial da libertação, o sábado se constitui em um memorial da Criação. O homem deve guardar o sábado porque foi feito por causa do homem e não por causa do judeu.

9º - Leia novamente os textos, irmãos, por exemplo, o sétimo dia de 1 Reis 29, é o sétimo dia dentre os 7 dias em que expiaram a terra de Canaã, e que poderia ter começado em qualquer dia da semana e não necessariamente no primeiro dia. E não haveria qualquer problema se assim houvessem feito tais coisas no sábado, porque sábado também é dia de trabalhar/batalhar para Deus segundo 2 Reis 11:4-5. Só não é dia de trabalhar para si mesmo, segundo Isaías 58:13. É dia de falar (não as suas próprias palavras) e dia de fazer (não a sua própria vontade), mas como Cristo exemplificou por meio dos sacerdotes (Mateus 12:5), agir segundo a vontade de Deus e em favor do povo, conforme exemplo do próprio Cristo em João 5:17. Mesmo assim, Cristo não deixa de se preocupar com o sábado, segundo lemos em Mateus 24:20. Nem com a adoração que ali deve continuar sendo feita, segundo Apocalipse 14:7, de modo que até Cristo separava tempo para ir à sinagoga, segundo Lucas 4:16 inclusive para pregar, segundo Marcos 1:39.

10º - A Bíblia não é flexível quanto ao dia em que o sábado deve ser guardado, segundo lemos em Êxodo 16:26, porque Sábado é o nome que foi dado ao sétimo dia, após ter sido abençoado e santificado e então Deus, que não se cansa nem se fadiga segundo Isaías 40:28, ter dado o exemplo  do descanso. O qual é usado também por Paulo, como exemplo do descanso no Senhor em todos os dias, conforme lemos em Hebreus 4:4, onde é dito que AINDA resta um descanso, conforme Hebreus 4:9, o que nos acrescenta mais um descanso.

Romanos 14:5, junto com Romanos 14:3 nos remete a dias de jejum.  Gálatas 4:9-11 fala acerca de ir além do significado das festividades, onde:

A expressão "Guardais dias, e meses, e tempos, e anos", comparada com "dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados"  de Colossenses 2:16, coloca os sábados na condição anual:

Dias = festas;
Meses = lua nova;
Tempos/Anos = Sábado;

Logo estes sábados se referem aos solenes, anuais, como o do dia da expiação, que não era festivo, mas de aflição, segundo  Levítico 23:29.

O qual notamos também em Oséias 2:11 onde é dito:

"as suas festas, as suas luas novas, e os seus sábados, e todas as suas festividades."

Festividades estas registradas no livro escrito por moisés, e que ficava ao lado da arca da aliança, conforme Josué 8:34, Gálatas 3:10, Deuteronômio 31:24-26, escritas por Moisés, sob orientação de Deus. Enquanto que o sábado semanal ficava registrado nas tábuas da lei e que ficava dentro da arca da aliança, conforme Hebreus 9:4, junto a demais mandamentos, escritos pelo próprio dedo de Deus.

O sábado, da Criação, é um princípio que procede desde antes da entrada do pecado enquanto que os sábados, do cerimonialismo, passaram a existir em razão da entrada do pecado.

O sábado é um memorial em reconhecimento a Deus como Criador, abençoado e santificado para fins de descanso e adoração e reconhecimento Daquele que é o Criador de todas as coisas (Apocalipse 14:7).

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

O sábado no gênesis seria cerimonial?

Olá Portalebd, se o sábado é cerimonial, por que Deus o abençoou e santificou no Éden, antes de existir o pecado e por consequência o cerimonialismo? Se o sábado foi um dia comum onde Deus apenas cessou de criar, por que Deus abençoou e santificou este dia? Por que Cristo disse que o sábado foi feito por causa do homem? Sendo que Adão e Eva não teriam coisa alguma com o sábado? E por que Deus descansou no sábado? E por que Paulo cita também este descanso no sábado, como exemplo do descanso no Senhor em todos os dias? E por que o sábado seria cerimonial sendo que, em Êxodo 20, a lei diz que o sábado deve ser lembrado porque Deus criou o mundo e então descansou no sétimo dia? E se o sábado é cerimonial e não um princípio que vem desde a criação, por que a Bíblia diz que o sétimo dia lá da criação, é este sábado de descanso? A lei de cunho cerimonial, dada a moisés, consta desde a época de Adão e Eva? A lei cerimonial proveio da Criação? Antes da entrada do pecado já se sacrificava cordeirinhos? DESTE MODO: Afirmar que o sábado descrito no gênesis, abençoado e santificado, ou seja, tornado santo, era cerimonial, vai contra todo ensino teológico que temos. Jesus diz que o sábado foi feito por causa do homem, remetendo aos eventos da Criação no gênesis. Demonstrando de que o sábado foi dado ao homem assim como todo o resto da criação. Não foi algo criado depois. Assim, o sábado procede desde a criação e não há como negar. Não há como dizer de que o sábado passou a existir somente ali junto a Moisés. O mandamento do sábado diz quando ele foi criado: "Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou." (Êxodo 20:11) Então não há como negar! O sábado é algo que procede desde a criação. Tanto que este dia foi colocado entre os 10 mandamentos que igualmente são princípios universais. O sábado foi dado à humanidade, junto às demais coisas criadas no Éden. E não há como dizer de que Deus fez o sábado para si mesmo, para descansar, porque a Bíblia diz que Deus não se cansa nem se fadiga e Cristo, repito, disse claramente de que o sábado foi feito por causa do homem assim como o resto da criação. E toda a Bíblia, inclusive Paulo, demonstra que Deus descansou ali para dar exemplo e usa este exemplo, repito, como exemplo do descanso no Senhor em todos os dias, coisa que nenhum irmão evangélico nega. Cristo também deu exemplo descansando no sábado e a Bíblia mostra cristãos, incluindo Paulo em solo gentio guardando o sábado, mesmo após a morte de Cristo na cruz. Sendo o mesmo Paulo que nos falou acerca da passagem das coisas cerimoniais, de sua sombra para o seu cumprimento. E olha como era o dia comum incluindo dos gentios, na época de Paulo e que ficou definido inclusive no primeiro concílio em Atos: "Porque Moisés, desde os tempos antigos, tem em cada cidade quem o pregue, e cada sábado é lido nas sinagogas." Atos 15:21 Cristo também profetizou que 40 anos depois de Sua morte, Cristãos continuariam guardando o sábado, conforme Mateus 24:20. Agora, o domingo sim, não encontra base nas Escrituras e seria interessante o irmão se atentar a isto! Um pouco mais acerca do sábado e do domingo: https://www.youtube.com/user/lsquadros1/videos Um abraço, que Deus te abençoe.