segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Curiosidade - As duas testemunhas de Apocalipse 11

Encontramos expressões parecidas ao de Apocalipse 11:4 em Zacarias 4:3. Compare também a expressão no finalzinho de Apocalipse 11:4 e Zacarias 4:14: "Estas são as duas oliveiras e os dois castiçais que estão diante do Deus da terra." Apocalipse 11:4: "Então ele disse: Estes são os dois ungidos, que estão diante do Senhor de toda a terra." Zacarias 4:14

Em Zacarias 4 estes dois ungidos são chamados também de as duas oliveiras, conforme os versos 3 e 11.

A diferença é que um diz que uma testemunha está à direita e o outro à esquerda do castiçal, enquanto o outro diz que as duas testemunhas são os dois castiçais

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

O temor a Deus e a prosperidade

Deus não exigia cumprimento cego da lei, irmão ideabox. Havia um conjunto de procedimentos e elementos necessários ao julgamento. Levar ambos os adúlteros diante do sacerdote, apresentar testemunhas, ouvir a parte queixosa, o marido, ouvir os acusados, enfim, Davi e demais reis e antes dele o sacerdote utilizavam todo um conjunto de trâmites, assim como temos atualmente. Tinha-se que ser doutor da lei e conhecer cada detalhe, a fim de exercer cargo de juízes, assim como ocorre atualmente. Haviam mestres da lei, que ensinavam nas sinagogas, ali aprendiam as leis civis. Em casa as mães ensinavam seus filhos segundo os conceitos morais estabelecidos na Lei. Por seguir estas leis e conselhos de forma sábia como Salomão, a nação de Israel se engrandeceu perante as demais nações. Pelo contrário, a nação israelita tornou-se um dos povos mais civilizados e exemplo para as demais nações. Se engrandeceram na agricultura, criação de animais, construção civil e nos tempos de Salomão vinham governantes de vários lugares consultar aquele que era tido como o homem mais sábio de sua época. A lei, irmão, não era um conjunto de instruções para se seguir cegamente, mas leis que levam a um resultado prático que resulta na prosperidade, enquanto que sua transgressão resulta na inevitável ruína. Os sacerdotes, no tempo de Cristo, viviam como reis, eram doutos e entendidos assim como Paulo, o antigo Saulo. O maior historiador daquele tempo era judeu, dominavam bem a arte da escrita e produção de literatura. Desenvolvidos nas artes, especialmente de entalhes em madeira e pedra, construíram templos de beleza e arquitetura inigualável. De tamanha grandeza que até Tito intentou conservá-lo durante a invasão. A base da conduta dos apóstolos de Jesus e a formação moral que tiveram, foi a lei dada por Deus a moisés. Veja que mesmo com tamanha quantidade de leis e ainda a aplicação da pena capital em certos casos, não ocorria uma carnificina entre o povo! Morriam muito menos gente em função da aplicação de penas do que morre hoje em nosso tempo em relação ao trânsito, por exemplo. Guardar a lei de Deus dada a Moisés, era tão difícil quanto guardar a lei em países sérios que exigem a pena capital para crimes hediondos. Ao invés de ameaça, a lei protegia o cidadão de bem, naquela época. A sabedoria de Paulo e de Cristo, vieram do conhecimento das Escrituras, do relacionamento com Deus e desenvolvimento com base nos sábios conselhos e ensinamentos como o de Salomão. E na sabedoria que a Bíblia promove sobre a vivência neste mundo, com base nas histórias e exemplos, tantos os bons quanto os ruins. As Leis de Deus dadas a Moisés, sempre foi a base da civilização Israelita! Este era o propósito das leis dadas a Moisés, irmão, e não servir de meio de salvação. Os 10 mandamentos são o coração desta lei. Assim a lei de moisés são como artérias que levam o conteúdo dos mandamentos, dando vida, prosperidade e proteção ao povo de Israel. A lei dada a Israel foi a responsável em promover a prosperidade daquele povo. Também trouxe saúde e sabedoria, israel tinha um dos melhores sistemas de aquedutos de sua época, era um dos povos mais higienizados, também um dos mais sadios e fecundos, por isto a nação cresceu tão rápido e se tornou tão grandiosa em seu tempo. Deus exigia um cumprimento cego da Lei irmão? ""Venham, vamos refletir juntos", diz o Senhor. "Embora os seus pecados sejam vermelhos como escarlate, eles se tornarão brancos como a neve; embora sejam rubros como púrpura, como a lã se tornarão." (Isaías 1:18) Enquanto não entendiam a Lei, pode ser que sim, irmão (Jó 32:11) Mas sabendo das maravilhas na vida de Abraão (Gênesis 26:5) o povo já sabia que havia um Deus capaz de dar dignidade aos servos e até mesmo a uma grande nação. Deus tirou o povo de uma situação desumanizada do Egito, envoltos em práticas que jamais trariam liberdade ou prosperidade ao povo. Os fiéis servos de Deus sempre foram bem aventurados, irmão, Jó era bem rico, Jacó bem abastado, Abraão, um dos mais ricos do oriente, Salomão. Aqueles que ouvem a voz de Deus e guardam suas leis, sempre são bem aventurados. Esta é a finalidade das leis, conselhos e recomendações dadas por Deus aos que O temem. Um abraço.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Guardando a lei

Olá, irmão ideabox, como se guarda os mais de 600 mandamentos da lei de Deus entregue a Moisés escritas no livro da lei e que ficava ao lado da arca da aliança? Simples irmão, indo para debaixo da sobra de uma árvore e lendo um bom livro. Ou assetando-se à mesa e tomando um suco de frutas. Andando de bicicleta no findar da tarde. Por que razão um cristão haveria de querer transgredir qualquer dos mais de 600 mandamentos? A maior parte da lei é acerca do que você NÃO DEVE FAZER. A lei de Cristo, esta sim, vai mais além e diz o que você tem que fazer! Tem que pregar, curar o doente, ajudar o necessitado, praticar a justiça e a misericórdia, sem omitir aquelas coisas ditas na lei. A lei vai muito além de 600 preceitos. Segundo Cristo, até mesmo pensamentos impuros se consiste em transgressão, falta de fé, enfim, passamos o dia pecando, mesmo assim, Deus deu não apenas 600 preceitos, como mais tarefas e um sentido mais apurado da lei através de Jesus. E qual a preocupação irmão!? Mesmo antes da vinda de Cristo, o povo já se encontrava salvo em Deus, já tendo recebido a promessa e mesmo assim eram solicitados a guardar a lei! E mesmo sendo imperfeitos, muitos deles estarão no céu assim como muitos cristãos estarão! Então não vejo problema na lei, ainda que fosse 700, 800, ou mil preceitos, porque a lei nunca foi dada como meio de salvação! "De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo homem". Eclesiastes 12:13 Não há como ser diferente em estar, quer seja um mínimo, em harmonia com a vontade de Deus. A lei, de fato foi dada somente aos que já haviam sido salvos e incluidos na aliança da salvação em Deus. Abraão, por exemplo, recebeu leis estatutos e mandamentos porque já havia aceito e por isto salvo em Deus (Gênesis 26:5). O povo recém liberto, só foi cobrado acerca do sábado e as leis de Deus, por terem sido salvos (Êxodo 16:28). Sabendo que o processo de santificação é gradual e que melhoramos como indivíduos com o passar do tempo, no que a lei serviria de empecilho à nossa salvação? A lei não condenou Davi, nem Salomão, por que há de condenar outros que, mesmo sendo extremamente falhos e pecadores, mantêm um íntimo relacionamento com Deus? Vejo condenação, irmão, somente para aqueles que não amam a Deus e transgridem seus mandamentos atrevidamente. Que vivem na iniquidade sem tentar melhorar um mínimo que seja no que se refere à vontade de Deus. O que era de exercício e atividade e que consumia todo o tempo do povo eram os sacrifícios e as festas e as cerimônias e os simbolismos. Como não temos mais estas coisas, vivemos uma liberdade que os israelitas não tiveram. A harmonia com a lei, irmão, é o resultado natural de todo aquele que vai se tornando em semelhança a Cristo. De todo modo continuaremos sendo falhos e pecadores e portanto, transgredindo a lei, mas não devemos ser rebeldes, nem tornar nossas fraquezas e quedas em hábito. A lei nos mostra aquilo que "papai do céu não gosta", aquilo que Ele repudia, aquilo que o deixa irado, aquilo que ele não gosta de ver suas criaturas praticando. Aquilo que faz mal ao ser humano, tanto ao corpo, quanto à mente quanto à espiritualidade do indivíduo. Enfim, a lei é um meio de colocar ordem na bagunça trazida ao mundo pelo pecado. É o que distingue entre o que é certo e o que é errado. Igualmente em relação às nossas leis constitucionais, irmão, não conseguimos viver em conformidade com ela em todo tempo, nem por isto vivemos a transgredo-la a todo o tempo sem dor na consciência. Também não conseguimos cumprir nossas obrigações para com nossos pais e amigos nem por isto, deixamos de lado nossas obrigações em vista de nossas falhas. Devemos ter cuidado, irmão, em pensar que Deus exige de nós um perfeccionismo. Deus nos exige fidelidade, a perfeição, vem com o tempo por obra da salvação e só será alcançada quando da volta de Cristo. Eu não imagino irmão, que se acaso um homem seja condenado à morte por transgredir as leis constitucionais vigentes, este se sinta livre para pintar e bordar, depois de um Juiz ter se oferecido para pagar a pena no lugar dele e morrer no lugar do transgressor. Pelo contrário, muito mais castigo merece aquele que não se arrepende, depois de ter sido libertado, de tal forma, de uma condenação. A Bíblia apresenta Cristo como justo juiz, Jesus é amor, mas também é justiça e haverá de retribuir a cada um segundo as suas obras, irmão. Um abraço.

Há outros mundos além da terra?

Pois é irmão Naldinhos, o escritor de Jó também devia estar louco quando escreveu Jó 1:6.E Deus deve ter esquecido de que havia apenas a terra quando fez a pergunta a Satanás em Jó 1:7, não é mesmo? E os anjos de Deus são todos da terra, não é mesmo? Não são "extra-terrestres", não é isto? E os anjos não têm seus próprios mundos, mas vivem empoleirados no céu, não é assim que se imagina? "E num dia em que os filhos de Deus vieram apresentar-se perante o Senhor, veio também Satanás entre eles." (Jó 1:6) Ué, os filhos de Deus não estão sempre diante do Senhor? De onde vieram então, a fim de apresentar-se perante o Senhor? Satanás bem foi dito que veio da terra, mas e quanto a estes? Um abraço.

Ser as primícias, significa ser o primeiro a ser ressuscitado e trasladado?

Olá, irmão Elias, explique-me, sob seu ponto de vista, a ressurreição do soldado que tocou nos ossos de Eliseu. Do filho da viúva de Sarepta, a ressurreição do próprio Lázaro, sendo que Cristo é o primeiro a ressuscitar dentre os mortos! Não, irmão, não podemos contrariar a lógica e o restante das Escrituras. Sendo que outros foram claramente ressuscitados antes de Cristo, logicamente que Paulo não está dizendo que Cristo é o PRIMEIRO a ser ressuscitado, mas sim as PRIMÍCIAS, que tem um sentido diferente de ser "o primeiro". Primícias quer dizer "O PRINCIPAL". Mesmo assim, outros ressuscitaram antes de Cristo, enquanto outros foram trasladados em corpo glorificado para o céu, ainda que não tenham morrido. O irmão não pode negar estes fatos e ficar com uma interpretação particular em cima de uma única palavra "primícias" teimando que se refira a Cristo ter sido o primeiro a ressuscitar entre os mortos e o primeiro a subir ao céu em corpo glorificado! Se o filho ressuscitado da viúva de Sarepta houvesse sido trasladado com Elias, Cristo deixaria de ser as primícias, irmão? Se Lázaro, depois de ressuscitado, houvesse sido trasladado como Enoque, levado por Deus, Cristo deixaria de ser as primícias? Paulo se refere a Cristo ser o primeiro em relação aos que estavam mortos junto com Cristo, na ocasião do seu sono na sepultura durante os três dias em que esteve morto. Paulo não está fazendo referência a todos os que morreram na história! Nem aos que foram ressuscitados, ou a glorificação de seus corpos, nem sua transladação. Não podemos, irmão, colocar no verso, suposições que ele não diz! Ali a questão é entre Cristo e os que dormiam com Ele, nos dias de sua morte, e até mesmo depois, e que continuaram mortos mesmo depois da ressurreição de Cristo, nada mais que isto.


"ele foi o primeiro a ser ressuscitado para nunca mais morrer", onde Paulo escreveu isto nos versos? Esta é uma suposição particular irmão, a palavra primícias não faz inferência a tal coisa. Temos que ficar com o sentido DA PALAVRA, sem fazer inferência a coisas que ela não significa. Não consigo ver na palavra em si, nem no uso da palavra primícias na Bíblia algo que indique que primícia seja usada para alguém que "ressuscitou e não morre mais". Já mostrei para o irmão, a origem do uso e significado da palavra primícias, nas ofertas que eram dadas pelo povo de Israel. Não há, irmão, nenhuma inferência ao ato de uma pessoa "ressuscitar e não morrer mais". Não há como, irmão, se aceitar um ideia que não é provinda das Escrituras, não há razões para crer de que a palavra primícias faça inferências a isto. Percebe que é o irmão que está agregando à palavra primícias um significado que a palavra não contêm! O irmão está agregando à palavra um conceito que não é determinado nas Escrituras! Primícias como sendo o mais importante, no sentido de que "da ressurreição de cristo depende as demais ressurreições", este sim é um conceito teológico aceito e amplamente ensinado. Assim, não há irmão, como abandonar este conceito, irrefutável, adotando em seu lugar este conceito que o irmão tem apresentado, de que cristo é as primícias no sentido de que "ressuscitou e não morre mais". De onde o irmão tirou isto? Com base em que, nas escrituras, o irmão desenvolveu este conceito acerca da palavra primícias? O conceito de o melhor e o mais importante, está em harmonia com o que a Bíblia definiu como primícias, nas ofertas dadas pelo povo, mas não este conceito que o irmão defende! É a Bíblia quem da significado para as palavras, os termos, as expressões, irmão, de modo que Crer piamente em um conceito, não fará tal conceito se tornar correto ainda que para nós faça todo o sentido. É a Bíblia quem determina seus próprios conceitos, irmão. Um abraço.

Lei - Punição sem justiça?

Olá, irmão ideabox, onde Deus ordenou que Moisés escrevesse tudo que ouviu no monte? (Deuteronômio 31:24) Onde este livro foi colocado? (Deuteronômio 31:26) Será que a guarda das leis contidas neste livro era coisa de Moisés? (Deuteronômio 28:58, Josué 23:6) Deus exigia um cumprimento cego da lei? Ou um cumprimento baseado na misericórdia e na justiça?, Por que os casos eram levados perante, o sacerdote, o rei ou os juízes que Deus estabeleceu sobre todo o povo de Israel (Números 5:15). O papel do Juiz era tão somente condenar, ou era garantir que houvesse justiça em cada caso? Os juízes mandados da parte de Deus, atuavam como Juízes promotores, ou como Juízes advogados, diante dos pecados do povo? (Juízes 2:18) Quais eram os procedimentos necessários para se julgar cada caso? Era sempre a pena de morte que era aplicada em casos de possível adultério? (Números 5:27) A lei foi dada com o objetivo de vigiar e exterminar transgressores da Lei? Ou foi dada como meio de Justiça para que não se fizesse justiça por conta própria e que não se condenasse injustamente o inocente? Não sendo Deus, pode um sacerdote condenar alguém sem ouvir o caso e sem inquirir as testemunhas? Quem eram os levados perante o sacerdote, somente a mulher que adulterou, ou também o homem para que ambos fossem julgados? E a lei elegia fiscais para vigiar e visitar os pecados povo, irmão? Havia outro caso senão o de transgressão aberta e atrevida, diante do povo e que exigia o "tirar de tal pessoa do meio do povo" e que inquiria a aplicação da pena capital, irmão ideabox? (Números 15:29-31) Um abraço.

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

O que há entre a morte e a ressurreição?

Ser inspirado, irmão ideabox, significa que todos os ensinamentos que um servo ou profeta escreve equivale às palavras do próprio Deus (ainda que escrita em um imperfeito sotaque humano). Desde o Gênesis, Deus já discorre com o homem acerca da morte. (Gênesis 2:17)(Gênesis 3:19). Todo o livro de Eclesiastes foi escrito tendo como perspectiva a morte no findar da vida nesta terra, sem perspectiva de um além-vida. Se Salomão estivesse ensinando mentiras, o livro de Eclesiastes jamais se encontraria na Bíblia porque os ensinos da Bíblia são puramente verdades. O estilo de vida do escritor pode estar errado, mas o que ele escreve de forma inspirada tem que corresponder à mais pura verdade assim como demais livros incluídos no cânon. Salomão não falou de suas próprias palavras, mas guiado pelo Espírito Santo, o mesmo que inspirou demais escritores, igualmente falhos e que também se afastaram de Deus, como o rei Davi. Moisés também pecou contra Deus, Jacó igualmente foi um homem cheio de falhas, mesmo assim, estes eram ungidos, separados de Deus e de suas bocas vieram a sabedoria de Deus e que lemos nas Escrituras Sagradas. E o mais sábio foi Salomão, de todo ser humano que tem entendimento ele foi o maior, porque era Deus quem colocava sabedoria em Salomão. Não houve, porém, ninguém mais apto a falar tão intimamente deste assunto do que Salomão, que já via em sua avançada idade a aproximação do inevitável que é a morte de todo homem. Assim, o livro de Eclesiastes fala desta vida e o que nos espera na morte. E Salomão apresenta a morte como o findar de todos os planos, a cessação dos louvores a Deus, o fim das lembranças, e o desconhecimento das coisas que acontecem no mundo dos vivos. Ezequiel vem com uma mensagem forte que liga o sono no pó da terra à ressurreição (Ezequiel 31:4). Daniel (Daniel 12:2) igualmente liga o fim de cada homem no pó da terra à ressurreição. De modo que a Bíblia apresenta sim a trajetória do homem, desde o ventre de sua mãe (Jó 1:21)(Salmos 139:13), até a morte e a ressurreição. E as Escrituras, irmão, não apresenta ensinamento de um estado intermediário entre estas duas ocasiões, morte e ressurreição. Concepção, nascimento, morte, ressurreição, são tratados, discorridos por toda a Bíblia, mas nenhum capítulo há que discorra sobre um estado intermediário entre o sono no pó da terra e a ressurreição. Cristo igualmente cria na morte como um sono inconsciente no pó da terra, o que também se estende a Paulo (1 Coríntios 15:20, 1 Tessalonicenses 4:13, Efésios 5:14, 1 Tessalonicenses 4:15). João igualmente via os mortos como estando repousando (Apocalipse 6:11). A morte como um sono, irmão, é um ensinamento que propõe um despertar (João 11:12, Mateus 9:24) ao invés do fim definitivo da vida de todo homem. Por isto a morte é comparada a um sono, inconsciente. E o despertar é apresentado com a ressurreição, sem um estado intermediário. Assim, irmão, a parábola do rico e Lázaro, não pode ser colocada como doutrina entre a morte e a ressurreição do homem. Devemos mantê-la como uma parábola, uma história popular, que na sua essência apresenta coisas absurdas e impensáveis, o qual é o sentido de toda parábola. Assim, irmão, o estado intermediário e o dualismo grego não pode tomar ocasião daquela parábola para se interpor no entendimento dos profetas e escritores bíblicos, porque, como vemos, todo o ensinamento dos tais apresentam o estado dos mortos como dormindo. E o que vem após isto, segundo o que os próprios profetas e escritores bíblicos nos apresentam, é a ressurreição. Um abraço.