segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Dois pesos e duas medidas na apologética brasileira

Em resposta a:

https://www.youtube.com/watch?v=-bUEqfBb8rI&lc=z12igxtqpxqszzekr22cy5gw0nqyc3jml.1479088752389223

Manoel messias, https://www.youtube.com/watch?v=ajbq2EPaSX4 A lei não foi abolida. O ensinamento da validade dos mandamentos de Deus não é uma heresia de Ellen White. A grande maioria das igrejas cristãs creem na vigência dos mandamentos. Assim como o sábado também não é uma heresia ensinada por Ellen White. Por que então dizem que ensinamentos adventistas são heresias sendo que há vários outros que ensinam as mesmas coisas e que não são tratados de hereges? O problema não são as doutrinas adventistas em si, mas creio ser o fato de ser a igreja que ensina a plena validade dos princípios contidos na Bíblia Sagrada. Ensinando tudo, até mesmo o significado dos simbolismos do santuário. Além do uso do método historicista de estudo, o método mais antigo de estudo utilizado até mesmo na época da reforma, no estudo das profecias. Dispensacionalismo e abolição da lei, irmão, não se encaixam com as Escrituras. Acusar outros de hereges, não mudará este fato. Igualmente não se encaixam ensinamentos como o da imortalidade da alma, tormento eterno. Assim, a igreja adventista do sétimo dia encontra nos maiores eruditos, a exemplo de Oscar Cullmann apoio para suas crenças. Por que então tratar a igreja adventista de herege, mas não tratar estudiosos como Oscar Cullman e Mathew Henry de hereges? Ou mesmo várias bíblias de estudo reformadas e evangélicas que igualmente apoiam a interpretação adventista nas notas de rodapé? Um abraço.

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