sábado, 15 de junho de 2013

A porta do pecado e a porta da graça

Jesus abriu a porta da graça e a mantêm aberta, enquanto intercede por nós.

Sendo a Bíblia real e a história da humanidade real, não haveria outro meio de se explicar a imperfeição em um mundo onde, deveria haver somente perfeição, senão através do pecado.

A Bíblia diz que todos serão indesculpáveis, pois até mesmo através da natureza o homem conheceu a Deus e por isto reconhecerão seu erro.

Não há quem, embora não tenha fé, deixe de acreditar em Deus. O homem apenas nega, até o fim de sua vida, assim como uma vez Adão e Eva fizeram para com Deus, desacreditando de Deus.

Por desacreditar em Deus, Adão e Eva procuraram crer em outras coisas, neles mesmos, como se pudessem ser como Deus, sendo então este, o mesmo princípio que atua em pessoas que desacreditam em Deus.

Todos que pecaram, desacreditaram em Deus, para acreditar em um "universo de possibilidades", de estatísticas, de razão raza, de crer em somente aquilo que se pode ver e compreender, em algo paupável e que nos coloque em uma posição de independência.

Este é o pecado, cujo efeito é afastar o homem de Deus, principalmente pela descrença.

Neste mundo egoísta não cabe Deus, mas cabe o próprio Ego do homem.

Aconteceu que Adão e Eva decidiram tomar as rédeas de tudo. Isto era a representação da árvore do Bem e do Mal. Poderiam usufruir de tudo no universo que Deus havia criado, ou tentar tomar as rédeas de independência começando pela árvore do Bem e do Mal.

De todas as semelhanças para com Deus, Adão e Eva NÃO tinham o conhecimento do Bem e do Mal algo que seria necessário para se governarem.

Deus não lhe negou tal conhecimento mas alertou as consequencias.

O mal é algo que somente Deus consegue entender sem se corromper, o homem, ao conhecer o mal, aprendeu o mal.

A árvore do Bem e do mal era uma árvore do CONHECIMENTO, da outra face que só Deus conhecia antes do pecado que era a do mal. Que o resultado de desobedecer e tomar do fruto seria a morte, foi apenas um resumo, daquilo que Deus detalhadamente os explicou e que Satanás ardilosamente e cudiadosamente deturpou.

O pecado já existia no universo, mas não entrava no jardim justamente porque Deus não permitia.

Deus impedia o mal de entrar, em contrapartida, criou uma porta que protegia e ao mesmo tempo dava liberdade para o homem sair do lado do bem perpétuo, do lado de Deus.

Tal árvore dava liberdade para Deus impedir a entrada do pecado no mundo sem interferir no livre harbítrio, como uma porta. Mas o homem abriu a porta e o pecado entrou através da serpente, então Deus teve que sair.

Deus havia apenas exigido que o homem não fizesse uso de uma única escolha, a de conhecer o mal, a escolha não poderia ser tão somente por palavras, mas teria que ser por gesto, mesmo que o gesto mais simples e comum tal qual comer um fruto.

Quando satanás tentou a Eva, suas palavras não surtiram efeito e Eva não se tornou má tão somente com as palavras de Satanás, mas foi tomando do fruto e fazendo sua escolha de deixar a Deus para viver no mundo segundo as promessas de satanás que Deus se afastou.

O homem fez sua escolha, sabendo das consequências, decidiu acreditar nas promessas do maligno, abandonar a Deus e fazer de si mesmos deuses governantes de suas próprias vidas. Uma suposta liberdade total que acabou se tornando em prisão e maldição.

[O homem simplesmente não consegue viver sem Deus, não há mundo que possa ser perfeito sem um Deus cuidando de cada detalhe religiosamente. Tira-se Deus e o mundo terá que viver por si só e mantener-se por si só, e isto fatalmente indica seu fim, pois a atuação constante de Deus é algo essencial para se manter a perfeição de cada mundo que ELE criou, simplesmente porque é impossível haver um mundo auto-governável e auto-suficiente que por toda eternidade não necessite de manutenção superior constante. Este mundo material é finito, somente Deus é infinito e capaz de perpetuar a perfeição deste mundo eternamente.] (Sr. Adventista)

Em todo o jardim, Adão e Eva estavam protegidos, somente onde havia aquela árvore é que Adão e Eva estariam expostos a conhecer aquilo que ocorria no universo, um pecado que tentava às criaturas celestiais em todo lugar.

Deus teve que respeitar o livre harbítrio de seus anjos que dia após dia foram sucumbindo às tentações do inimigo, mas o homem não ficou exposto. Sem revogar nossa liberdade, Deus restringiu a atuação de satanás no jardim do Éden. Deus não poderia negar ao homem o mesmo livre harbítrio dado aos SEUS anjos, desta forma, assim como não tornou impossível a entrada do pecado no universo, também não tornou impossível a entrada do pecado no Éden.

Deus é tão Santo que não poderia esconder algo de suas criaturas, nem mesmo algo tão terrível como o pecado. Deus poderia criar seres incapazes de entender o mal, e incapazes de escolher o mal, criando assim seres com uma liberdade limitada, e suas criaturas jamais saberiam. Mas Deus é 100% honesto e assim como não impediu este conhecimento aos Anjos, também não impediu este conhecimento ao Homem.

Nenhum bem Deus negou ao homem, mas tão somente aquilo que é mal. Mas o homem teve curiosidade para o mal e procurou o mal e se tornou mal.

Mas eis que assim como houve uma porta de entrada para o pecado e a morte, há uma porta aberta para o perdão e a salvação. A porta da graça foi aberta no momento em que Jesus derramou SEU sangue na cruz, uma porta que ELE abre e ninguém mais fecha, uma porta que ELE fecha e ninguém mais abre.

E assim como um dia a porta da graça será fechada, também assim será a porta do pecado. Aqueles que escolheram o mal irão com o mal, aqueles que escolheram o bem, ficarão com o bem. Por livre harbítrio saberemos então que o mal não presta. A liberdade de pecar será uma liberdade da qual abdicaremos, confiando plenamente em Deus e nunca jamais haveremos de duvidar novamente deste Deus que é capaz de dar a própria vida pelo bem de suas criaturas.

Portanto saberemos que se Deus nos proíbe algo, é para o nosso próprio bem, então jamais tornaremos a desobedecer. Todo pensamento, toda intenção será suprimida antes mesmo de acontecer, aquilo que aconteceu com Lúcifer jamais acontecerá novamente. Todo o universo já terá observado o pecado e o homem jamais utilizará o conhecimento que teve para particar o mal, mas antes, para rejeitá-lo.

Criaturas de outro mundo não conheceram a tentação e não sabe o que é, para um pecador, ser tentado. Mas Jesus conheceu a tentação e as nossas dores e como é difícil resistir à tentação. Deus mostrou que entende nossas dores e que também sofreu com a entrada do mal no mundo. Deus se fez como um de nós para que através Dele pudéssemos ser resgatados.

Que homem culpará a Deus? Vendo em suas mãos e em seu próprio corpo Divino e Humano as consequências que o pecado trouxe para o Filho de Deus por toda a eternidade? Mesmo sendo plenamente Divino, Jesus deverá viver na forma humana, junto conosco por toda eternidade, este foi o preço pago pelo filho de Deus, pelo resgate de suas criaturas, se tornar em semelhança de carne. A humilhação pela qual Deus passou nos redimiu de todos os nossos pecados.

Para não aplicar a pena da lei sobre o homem, Deus aplicou sobre SI mesmo. Assim como Adão e Eva pecaram e seus filhos participaram do pecado, Jesus se santificou e SEUS filhos participaram desta santificação. De modo que por meio de um homem entrou o pecado no mundo, também através de um homem entrou a salvação.

Eis que Cristo na cruz abriu novamente uma porta da escolha, uma nova, a qual chamamos Porta da Graça, e o homem que antes escolheu o mal, tem a possibilidade de escolher novamente o bem, através de Cristo.

Assim como o homem tomou do fruto proibido e comeu, hoje tomamos da carne e sangue de Cristo. Por uma escolha através do batismo, manifestamos nossa vontade de retornar ao mundo como era antes da entrada do pecado. Assim como no jardim perfeito havia uma pequena e única porta pela qual entrou pecado, neste mundo imperfeito há uma estreita e única porta pela qual entrou a salvação.

Hoje estamos diante desta porta e cada um deverá fazer a sua escolha. Assim como Adão e Eva escolheram o pecado individualmente, hoje podemos individualmente escolher o arrependimento.

Arrependamo-nos de nossos pecados e busquemos a Cristo como nosso Senhor e Salvador, para que sejamos salvos e possamos estar com Deus novamente naquele mundo perfeito, agora e por toda a Eternidade.

(Sr. Adventista)

20 comentários:

  1. Supondo que a história de Adão e Eva é uma história verdadeira está um pouco mal contada pois se Eva foi ludibriada não tinha que pagar pelo que fez. Quem,nos dias de hoje, é culpado? O enganado ou o charlatão?

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  2. Eis que um pai tinha dois filhos, Adão e Eva, ainda crianças, certo dia avisou aos filhos que de tudo que havia naquela cidade, havia algo que não poderiam utilizar.

    Disse o pai: De tudo que há de bom para ser usado nesta cidade usareis, mas há um único ponto afastado, onde não vos aproximareis, nem tomareis de qualquer coisa que haja lá porque é droga e no dia em que tomares, certamente morrerão.

    Passando por lá Eva encontrou um uma pequena caixa de madeira com vidro na parte da frente. Se admirou muito porque esta caixinha falava e apresentava imagens muito belas e desejáveis. Esta caixinha explicou a Eva, que havia um mundo inteiro que Eva não conhecia e que estava além de sua compreensão e que havia uma coisa que se usasse, seus olhos se abririam, passaria a sentir coisas que nunca sentiu e seria como um deus.

    Eva tomou do que havia ali, começou a ver coisas que jamais havia visto, sentir coisas que jamais havia sentido, se sentiu como uma verdadeira deusa. Eva, então levou aquela droga para seu irmão Adão, que também utilizou e passou a ver coisas que nunca viu e a conhecer coisas que nunca conheceu e a sentir coisas que nunca viu.

    Passando o efeito inicial da droga, Adão e Eva sentiram uma profunda depressão, culpa e principalmente medo, pois sabia da corretude de seu pai e julgavam que ele jamais aceitariam seus filhos de volta naquelas condições, haviam se tornado viciados.

    Passado longos dias, o pai preocupado procurou pelos dois e os achou em uma sarjeta na periferia da cidade, atrás de tambores de lixo.

    Ouvimos sua voz, tivemos medo e nos escondemos, disse um deles.

    Em verdade não queriam que o pai os vissem naquela situação!

    Ao invés de se jogarem nos braços do pai e pedir perdão, Adão culpou à Eva, que por sua vez culpou a caixinha de madeira.

    Meu Deus! Disse o pai! O que fizeram com meus filhos!?

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    Diante desta historinha, percebemos que Adão e Eva não conheciam os efeitos da droga, mas foram avisados do inevitavel fim de quem a utilizasse.

    Então lhe devolvo com outra pergunta, amiga Maria gonçalves:

    Quem, nos dias de hoje, é culpado?

    O usuário ou o traficante?

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  3. Não confunda as coisas, amigo sr.adventista. A árvore do bem e do mal não tem nada a ver com um produto nocivo, neste caso, droga, embora eu perceba o sentido conotativo que lhe atribui. O próprio Deus diz: Eis que o homem é como um de Nós, sabendo o bem e o mal...Resta saber o que representa «Nós». Deus e os anjos? Deus e Jesus? Vários deuses?
    O homem tinha obtido o privilégio de conhecer o que subjaz às ações humanas: a intencionalidade na sua dupla dimensão. O autor ou autores da narrativa colocam Deus no início como o único detentor desse conhecimento e o homem, macho e fêmea, como entes sem mácula. Foi quando perderam a inocência que eles morreram. O castigo que é mais uma consequência do que punição foi a expulsão do jardim do Éden com um único fim: não se fazerem semelhantes a Deus num dos seus atributos, ser eterno. É uma história que destaca a principal diferença entre Deus e os homens, a sua infinitude. Por um lado, Deus aproxima-se de nós porque já sabemos distinguir o bem do mal o que nos proporciona seguir um destes caminhos; por outro lado, está fora do nosso alcance porque a sua eternidade concede-lhe o poder da criação. Deus não é inocente, por isso conhece o mal, provoca o mal ao longo do AT com um propósito que é de vergar o homem ao seu poder. Utiliza o mal como braço de ferro entre ele e o homem, sua criatura. Deus usa o mal criteriosamente para o homem enxergar que só o bem traz felicidade. Isto parece um bocado espinhoso e rebuscado.

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    1. A amiga está no caminho certo. Aconselho que faça um estudo sobre o "mal" que Deus fez no trato com a desobediência da humanidade. Entender a natureza deste "mal" é de fundamental importância teológica, para se ter uma opinião mais refinada sobre o caráter de Deus.

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    2. Quanto a questão do 'Nós', leia (Gênesis 1:26)

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    3. Deixando-me de filosofias baratas pois não tenho estudos, a visão que os homens bárbaros daquele tempo tinham de Deus era uma visão retrógada aos nossos olhos habituados às negociações, assertividade, comunicação, diálogo.Não me parece que Deus travasse um grande diálogo com os povos oponentes aos israelitas. Aliás, até se servia desses povos para castigar os israelitas. Mas acho péssimo Deus permitir o mal para obrigar o seu povo escolhido a praticar o bem. Mas seria mesmo o bem que Deus queria? Ou Deus só queria a sua adoração? Deus enaltecia-se a si próprio, cobria-se de glória se fosse constantemente adorado nos seus sábados? O Deus da bíblia é um Deus narcisista, um Deus que mata através dos homens; logo, concluo que esse Deus nunca existiu a não ser na mente dos que escreveram os rolos, afetados pela cultura e religiosidade do seu tempo.Deus mandou matar através de Moisés. Deus deu a ordem e o homem executou.Mas o sr.adventista há-de relembrar o dilúvio, as tempestades, os vulcões, as inundações, as pragas, enfim, Deus atuando no sentido de dar uma boa lição aos humanos. Eu cá não encontro sentido no Deus justo, maravilhosamente bom que os judeus religiosos devem propagar para
      não soçobrarem no mar de sangue que este provocou. O amigo há-de dizer: resultado das más ações dos homens. E um Deus benigno atua como um homem castigador, com a mesma sabedoria deste, como um homem que faz a guerra para depois haver um período de paz? Deus utiliza a força bruta para mostrar aos homens que lhe devem obediência cega? Vou fazer um estudo sobre o mal para concluir que Deus é a bondade absoluta, que é um ótimo caráter, para refinar a minha opinião? Responda-me apenas utilizando o A.T. pois é deste Deus que eu falo, não do outro, produto de outras mentalidades.

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    4. Responda-me à questão do nós pois eu sou um bocado lerda.

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    5. A questão do nós é respondida por Gênesis 1:26 com o 'façamos'. Então nos perguntamos, quem estava com Deus, os anjos, jesus, vários deuses?

      Junto com o 'imagem e semelhança' obtemos a certeza!

      Primeio porque os anjos não são deuses portanto não podem criar coisa algum, muito menos o homem. Então, não eram anjos que estavam com Deus.

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    6. Pronto, sr.adventista, era Jesus. E também o Espírito Santo.

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    7. Sra. Maria Gonçalves e Sr. Adventista, permitam-me postar uma parte da explicação sobre o assunto, retirado de Estudos Bíblicos de mestres que estão muito mais familiarizado com esta questão, por serem os donos da língua. E ninguém melhor que eles para esclarecer essas dúvidas.

      Vamos lá:
      Por não conhecerem os princípios básicos e regras da linguística do Idioma hebraico, as pessoas sem conhecimento apresentam para a expressão ELOHIM (אלהים) explicações das mais variadas e absurdas.

      E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme á nossa semelhança, ..."
      "E criou Deus o homem à Sua imagem, à imagem de Deus o criou, macho e fêmea os criou." Gênesis 1:26-27 (Observe como na segunda parte do verso está no singular, identificando Ele como Criador, fazendo o uso do plural Majestático: "Façamos", na primeira parte, ou seja, Ele fez.

      Os Cristãos dizem que adoram um só "deus", mas quando se deparam com esta palavra dizem que Ele é uma "Trindade", então não podem estar falando do Deus de Israel, que embora seja conhecido assim, não pertence a Israel, porque Elohim não pertence a ninguém, pois é a Ele que pertencemos. Os unicistas de diversas seitas afirmam que a expressão está no plural, porque Deus estava acompanhado dos anjos, e que eles participaram na criação do homem. Outros ainda dizem que porque o "Verbo" estava com Ele, etc.
      O texto em questão é este: "E disse Deus: Façamos o homem a nossa imagem, conforme a nossa semelhança." Gên. 1:26 O verbo fazer (façamos) e a palavra: "Nossa" estão no plural, e que embora Deus não seja trindade, mas absolutamente Um só, a participação de mais alguém ou a companhia de mais alguém, justificaria a expressão Elohim no plural (conforme a crença Cristã). Será isto verdade ? Haveria a possibilidade de nenhuma destas explicações serem verdadeiras ? Não só lhes afirmo que nenhum destes conceitos está correto, como vou lhes provar pelas Escrituras, pela razão e pelo idioma hebraico a falta de fundamento destes ensinos.

      Vejamos então:
      Em hebraico assim como em português e alguns outros idiomas, um substantivo (nome próprio ou sujeito) que seja numericamente plural tem três características:
      1) Recebe sufixo plural. (O sufixo é o final da palavra que lhe faz singular ou plural. Ex: Deus / deuses, sufixo: "es". / Em hebraio אלהים Eloim, sufixo: im).
      2) Recebe verbo plural (O verbo é o que determina a ação: Ex: Ele criou - verbo singular. Eles criaram. verbo plural)
      3) Recebe adjetivo plural (O adjetivo é o que determina as qualidades. Ex: O Homem é grande. adj. sing. Os homens são grandes, adj. plural)

      cont..

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    8. Para determinar se Elohim significa "Deus" em singular ou "deuses" no plural, por uma lei gramatical sempre existente no idioma hebraico não somente devemos olhar ao sufixo: im, no final da palavra Elohim, senão também que devemos notar os adjetivos e os verbos que os acompanham na frase. Se os adjetivos e os verbos forem plurais, então nos veremos obrigados a concluir que a expressão: Elohim está para um sentido plurálico, (querendo dizer apenas: "deuses"), porém, se ao contrário os adjetivos e os verbos forem singulares, então saberemos e entenderemos com clareza que se trata de um sujeito (substantivo) também singular.

      -Vejamos exemplos: No primeiro versículo da Bíblia lemos: "Bará Elohim", que significa: Elohim criou. Em hebraico o verbo: Bará, literalmente significa: Criou, (Ele) criou, o qual indica e faz entender que Elohim é "numericamente" Singular. Se Elohim fosse numericamente plural, o versículo se leria assim: "Bar,u Elohim", ou seja: Elohim criaram, ou: Os Elohim criaram; com o verbo no plural: Bar,u (barehú). Por que então a palavra Elohim aparece com o sufixo plural masculino?
      Esta expressão aparece cerca de 2000 vezes nas Escrituras hebraicas, todavia você verá que os verbos estão no singular quando se refere ao Deus de Israel. Por exemplo na frase: "E falou Elohim a Moisés, ..." sempre usa o verbo singular: Vayedaber (e Ele falou), porém jamais: "Elohim falaram". O mesmo acontece com os adjetivos. O adjetivo: Elohim (a qualidade de alguém que é Deus) é singular e não plural. No original está escrito assim: "Elohim Tsadik", Salmos 7:10. Deus justo, e não: Deus justos. De nenhuma maneira encontramos: "Elohim Tsadikim", com adj. plural. O fato de que Elohim tem verbo singular e adjetivo singular comprova que ELOHIM significa Um só DEUS, ainda que tenha o sufixo plural: im - ים

      Preste atenção em quantos verbos há só no Cap. "1" de Gênesis, sendo todos no singular: Criou, movia, disse, haja: (houve), fez, chamou, separou, etc.

      Elohim está no plural majestático.

      cont..

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    9. PLURAL NUMÉRICO:
      Elohim quando significa referir-se a deuses.
      "Não terás outros deuses diante de Mim."

      A palavra elohim nem sempre é plural majestático. Quando refere-se à deuses o segundo mandamento nos proíbe adorar a: elohim acherim (outros deuses). Nestas palavras elohim não somente tem sufixo plural, como também recebe um adjetivo plural.
      Isto nos diz que no segundo mandamento usa-se elohim não como plural majestático, e sim como plural numérico, referindo-se a deuses múltiplos.

      Logo, o Elohim (Deus de Israel), não somente é apenas UM, como também é um Deus que afirma claramente não estar acompanhado ou existir outro com Ele ou outro além Dele.
      "Eu Sou יהוה e não existe outro. Fora de Mim não existe deuses; tenho te escolhido ainda que não me conheces. Para que se saiba desde onde nasce o sol até onde se põe que não existe outro fora de Mim. Eu Sou יהוה e não há outro. Eu que formo a luz e que crio a escuridão, o que faz a paz e cria o mal. Eu, יהוה faço todas as coisas." Isaías 45:5-7.

      -Portanto, ao analisarmos desta forma e corretamente, nos conscientizamos de que o DEUS de Israel não é nem nunca foi "Trindade", não está nem nunca esteve acompanhado de outro "deus Verbo", não precisou nem nunca precisará dos anjos para criar o que quer que seja.

      Que a verdade prevaleça, amén.

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    10. Agora, então, que a amiga encontrou a resposta, muitas das coisas contidas na bíblia se tornarão mais claras, suas indagações também se tornarão mais consistentes, bem como as resposta que deverá obeter através deste conhecimento.

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    11. Não sei, amigo sr.adventista, o amigo sr.Joel deu uma resposta muito boa e plausível. Quantos de nós sabe hebraico?

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    12. O original em hebraico assim se traduz:

      Eis que o homem se tornou como um de nós (e termina por aqui).
      Peça para que o Joel lhe mostre onde está a palavra Elohim!

      Não há referência à um plural majestático. Não há contido ali a palavra Elohim nem no singular, nem no plural. Portanto não há remetência à personalidade de Deus.

      Portanto o que o Joel colocou aqui são apenas conjecturas antitrinitarianas e sabemos que conjecturas não mudam o sentido original do texto e nenhum copiador mesmo do israel antigo bem como nenhum tradutor de qualquer lingua do planeta se atreveu a modificar ou "corrigir" tais passagens, adequando-as ao singular para evitar de denotar uma interpessoalidade no diálogo.

      O diálogo é interpessoal. A própria estrutura demonsta que o 'Nós' jamais pode ser traduzida como uma referência pessoal de Deus consigo mesmo.

      O mesmo caso incide novamente sobre o 'Façamos' e 'nossa' demonstrando claramente que não há equívoco na forma como foi escrita no original.

      Então pode ter certeza amiga Maria Gonçalves que os Judeus que escreveram a bíblia original entendiam muito bem de hebraico, assim como os tradutores antigos e modernos.

      A tradução portanto é da forma como lemos. E pode ter absoluta certeza de que a forma como lemos está correta e os textos denotam uma referência interpessoal:

      http://www.dicionarioinformal.com.br/interpessoal/

      Se não soubéssemos da existência de Jesus e do Espírito Santo, apenas ignoraríamos os versos, não ligando para o fato de Deus ter utilizado uma interpessoalidade em tais versos, como os judeus bem faziam.

      Mas hoje a amiga conhece tais pessoas e deve então, se aprofundar em descobrir o significado das escrituras em todos os seus detalhes.

      Assim como um pintinho não poder retornar para a casca, a amiga não poderá se desfazer deste conhecimento que obteve, ele o acompanhará na leitura de todas as escrituras e ampliará seu entendimento.

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    13. Me desculpe Sr.Adventista, mas que "santa" ignorância hein !?
      Como pode fazer questionamentos sem sentido como estes ?

      Acaso no verso: "Eis que o homem se tornou como um de Nós...", não está implícito a vontade de quem fala ? E quem está falando ? Não é o mesmo que disse: "Façamos o homem a nossa imagem ... e também o mesmo que "CRIOU" no singular (Sozinho) no GÊN. 1:1, ou seja, DEUS ?
      Ou o "senhor" ainda não entendeu que o título "DEUS" é uma tradução do original hebraico ELOHIM ?

      E, só pra relembrar a questão da gramática, e analisando as frases: "FAÇAMOS o homem... e, como um de NÓS", te pergunto: não existe aí um sujeito OCULTO (aquele que está falando, verbalizando) ?

      E quem é Ele ? R. O Criador (Elohim/Deus). Ou não não é ?

      Então quer dizer que, só porque o termo Elohim não está explícito nos versos em questão, não se pode fazer referência a Ele, quando o próprio Contexto fala exatamente sobre ELE ?
      - - - - -
      -É fácil expor qualquer opinião como o exemplo (abaixo); o difícil é apresentar provas fundamentadas:

      ""Não há referência à um plural majestático. Não há contido ali a palavra Elohim nem no singular, nem no plural. Portanto não há remetência à personalidade de Deus.""

      -De onde será que o Sr. Adventista tirou tamanha convicção ?!
      E, o que quis dizer com "remetência" ?!?! Poderia explicar ?

      Conjecturas, são aquilo que os "trinitarianos" (triteístas) fazem dos textos Bíblicos. Porque sempre acrescentam coisas e mais coisas ao texto.

      Então, eu também pergunto: onde é que os referidos textos sugerem 3 Seres na criação?? Onde está a prova ? Não existe, sabe o porquê ? VEJA:
      -ISAÍAS 44:24, o Criador disse: "...EU SOU o SENHOR (Hashem) que faço todas as coisas, que SOZINHO estendi os céus e SOZINHO espraiei a terra..."

      -Refute este verso Sr. Adventista. Prove que a expressão "Sozinho" também pode significar "três". Contrarie o Deus apresentado pelos Profetas !
      Quem sabe o Criador SE esqueceu que teve 02 auxiliares na criação (um suposto filho e um terceiro), mas que, fizera o profeta Isaías errar, porque ele escreveu inúmeras vezes sobre a Singularidade "ABSOLUTA" de DEUS.

      Tenho a impressão, que para o Sr. Adventista, a exposição de um assunto de forma fundamentada e coerente são "conjecturas", Isto porque não está da forma que ele queria que estivesse. Isto é, está "diferente" da forma de "interpretar" Adventista.

      Principalmente quando respeita-se as regras básicas do nosso Idioma, que inclusive corrobora com a língua Original das Escrituras que é a língua hebraica, em se tratando sobre a análise de uma frase ou oração. Por isso foi enfatizado a questão da função dos Verbos na narrativa da Criação no Gênesis.

      É a velha e indispensável "Análise Sintática"; que parece ser estranha ao conceito do Sr.Adventista ou ele prefere ignorar; ou ainda, talvez pense que este quesito é "dispensável" neste caso; uma vez que esta regra depõe contra as idéias "trinitarianas"; ou melhor, são eles que insistem em andar na contra-mão das coisas em prol de suas idéias mirabolantes, contraponto a veracidade dos fatos.

      Creio que isto é bém pior que conjecturar. Pense nisso.

      Paz do Altíssimo.

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    14. Ah ! E não adianta querer ganhar no "grito" com esta informação tendenciosa sobre o vocábulo "Interpessoal"; isto é uma conclusão (leia, conjectura) particular tua.

      O próprio Dicionário diz que o significado é: Uma comunicação entre duas ou mais pessoas (Humanos) . Mas o Eterno Criador é Espírito, e não uma pessoa. Porque pessoas são meras "criaturas".

      Portanto o vocábulo "interpessoal" não diz respeito a ELE.

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  4. Tudo aquilo que tem sua origem no erro, segue-se, infelizmente, da mesma maneira. Se alguém mesmo que sincero, possui uma base supostamente "sólida" alicerçada em idéias errôneas "assimiladas" sobre quaisquer assuntos, certamente o resultado disso, não será outro; senão, contradições, equívocos e toda a sorte de Ideologias controversas.

    A sinceridade para ter o seu real valor, tem que caminhar junto com aquele conhecimento que é pautado na Verdade. E não aquela sinceridade, que apesar de ser autêntica da parte de quem a possui, porém caminha na contra-mão da realidade dos fatos.

    -Apesar do esforço do seu Autor em expor o seu pensamento sobre aquilo que propunha apresentar; e obviamente a sua intenção tem que ser levada em consideração, razão pela qual, não se deve desmerecer o tópico como um todo; mas por outro lado, não tem como "fechar os olhos" e aceitar as sua patentes contradições.

    - E a situação piora ainda mais, quando o autor do artigo, se vale da dissimulação diante de um questionamento, quando "devolve a pergunta" à questionadora, Sra.Maria Gonçalves, sobre um "ponto" que a mesma com razão, pede esclarecimento.

    O Sr.Adventista, tenta adotar uma postura "a moda Jesus Cristo"; ou seja, tenta substituir "uma historinha" (Parábola) como resposta a uma determinada interrogação feita por alguém que está interessado em uma resposta franca e direta.
    Esta é uma "tática" desonesta de quem não tem uma resposta convincente, e usa deste "artifício" com o propósito de confundir e desviar o foco para gerar uma "nova dúvida" na mente do questionador, para que esse desista de continuar lhe interrogando; e assim chegue a conclusão de que a pessoa interrogada "parece" estar com a razão. E sem alternativas, dê o caso por encerrado.

    Essa também não deixa de ser um método desonesto de fazer com que as pessoas desacreditem de si mesmas, e optam pelo "silêncio" ao invés de questionar.

    -A exigência neste caso, seria uma resposta simples e sem rodeios, e não uma omissão seguida de outra pergunta, que tem por objetivo devolver ao questionador, a resolução da questão.

    E, francamente, a tentativa do Sr. Adventista, mais uma vez saíu pela "culatra". Pois, mesmo ele sendo omisso em relação ao responsável pela providência da tal "droga" na sua tentativa de Ilustração, inevitavelmente ele atribui a culpa ao Criador; uma vez que foi o próprio DEUS quem colocou a Árvore do CONHECIMENTO do "Bel e do Mal" no Jardim do ÉDEN, além de introduzir na mente do homem tanto a inclinação para o Bém quanto para o Mal. Pois era uma associação direta ao seu "Livre Arbítrio".

    Mas, parece que ele sequer se dá conta do que escreveu. Porque a sua estorinha não se aproxima nem de longe da história do Éden, para que possa servir como Ilustração.

    Porém, permanece a pergunta do Sr.Adventista: Quem é o culpado? o Usuário ou o traficante ? - Querendo ele como isto dizer que, o "Usuário" é como Adão e Eva que foram avisados das consequências; logo são os culpados.
    Contudo pergunta-se: e nos inúmeros exemplos em que muitas crianças são usuárias, porque foram seduzidas por Traficantes ou muitas das vezes, o próprio "meio" lhes proporcionou tal desgraça?! E pior, nenhum aviso ou conhecimento !

    E o intrigante, é que ele mesmo não se atreve a fornecer uma resposta segundo sua visão, talvez por incerteza ou para não ter que fazer um "malabarismo" como justificava.

    Mas, queira ou não, o Sr. Adventista atribuíu a DEUS toda a culpa pela desgraça humana. A menos que ele "Absolva" o traficante de sua "parábola" e Condene o usuário em todas as instâncias.

    -Neste caso, tem que necessariamente haver um culpado e um inocente para que haja Condenação e/ou Absolvição.

    E quem é quem ?!

    Até mais.

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  5. Acho que o amigo sr.adventista queria dizer que o traficante era Satanás e não Deus.

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    1. Então, Maria Gonçalves, eu creio que esta era a intenção do Sr. Adventista; só que a "analogia" ficou sem sentido, pois foi DEUS (O Creador), quem colocou a "Árvore do Saber" (conhecimento do bem e do mal) no Jardim do Éden, e não o Satã.
      E também vale lembrar que, no caso do entorpecente, é o traficante o responsável por colocá-la à disposição para o usuário. Ou seja, são só dois personagens. Já na narrativa do Gênesis temos três.

      E o mais intrigante é que, a narrativa do Gênesis não menciona nenhum Satã, mas sim uma "Serpente".
      Logo, o que temos alí não pode ser literal; mas, uma espécie de "mapa da consciência homana". Ou seja, é uma situação conflitante da inclinação para Mal contra a Inclinação para o Bem, que é parte integrante da estrutura da nossa própria mente, e que aquela "Arvore" nada mais era, que uma representação da Natureza humana. Sendo que, o próprio DEUS é o Autor de tudo.

      É por isso que o homem é diferente dos Anjos pelo fato de possuir o "Livre Arbítrio". E é justamente por esta razão que o Gênesis diz que o ser humano foi feito "Imagem e Semelhança do Seu Creador". E isso significa ter capacidade de decisão e liberdade de escolha. Mas, as Escrituras não dizem o mesmo em relação aos Anjos.

      -Aquela árvore era um simbolismo disso tudo.

      Porém, o Cristianismo Deturpou o significado "original" de Satã que é uma expressão Hebraica que quer dizer Inibidor, Adversário (Promotor Celestial); e deram um outro sentido. Então, o Satã (uma criatura) que na realidade é um Mensageiro a serviço de DEUS, tornou-se o Seu "Arqui-inimigo" na Ideologia Cristã. Foi a partir daí que se originou um número incontável de Mitos.

      A base que o Cristianismo têm para afirmar que a Serpente era o Satã, é uma referência de Apocalipse 12:9; que é um Livro Místico, e com uma boa dosagem plagiada de escritos apócrifos de Enock, por exemplo. Assim como Judas e parte das cartas de Pedro. São desses livros que são tiradas as "crenças" sobre um suposto Anjo mal que em algum momento se rebelou na esfera espiritual e se tornou um forte adversário do Altíssimo, e que há uma espécie de disputa sobre as "Almas", onde o homem está no meio desse suposto "grande Conflito".

      Estas idéias Cristãs são absurdas ! Pois são Blasfemas e Inocente ao mesmo tempo e tende a pôr em "xeque" a Grandeza e a Justiça de DEUS.
      O deus deles definitivamente NÃO é o Todo-Poderoso, porque o deus deles sempre esteve de "mãos atadas". Além de disputar uma Batalha com um Ser/Mito imaginário e estar constantemente em "desvantagem" a Milhares de anos; além de deixar a suas criaturas a "mercê" do tal "Arqui-Inimigo".

      Este é o deus dos Cristãos; um deus assimilado de crenças pagãs. Principalmente da "Dualidade" do Zoroastrismo Persa.
      Detalhe: ainda dizem que são Três. Ora, como pode um ser criado (segundo eles) se opôr a Deus em "tom" de desafio e ainda estar em pé de igualdade com essas supostas 3 pessoas Divinas ?!?!

      São as próprias doutrinas do Cristianismo que acabam condescendendo com a idéia de um Deus "Impotente" e incapaz de vender o mal.

      Fiquem em paz.

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