quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Acerca da Besta

Irmão, Jean, não podemos interpretar as profecias desta forma, pegando um poder e procurando versos que parecem falar dele. Veja, Isaac Newton e Martinho Lutero já encaixavam a profecia de Daniel no papado de suas épocas. Esta crença mudou apenas na contra-reforma, quando um livro apócrifo descrevendo o cumprimento da profecia de Daniel em Antíoco foi apresentado. Nos dias de hoje, teoricos da conspiração andam dizendo, sem base bíblica de que a besta seria o islamismo mas é impossível dizer isto, porque o poder dito tem que se encaixar com cada linha do grande volume de versos presentes tanto no livro de Daniel como de Apocalipse. Tem que se encaixar em tudo, irmão. O único poder na história que se encaixa com tudo o que é dito ali é o papado. Quando fazemos o quadro do período profético, as profecias apontam tanto para o início como para o fim do período de supremacia papal. Este pensamento historicista foi posto de lado quando o movimento protestante começou a perceber que parte das profecias se cumpririam na própria igreja protestante em um tom nada animador. Neste ponto o movimento protestante começou a adotar a visão preterista do catolicismo. Estranho não? Um movimento de protesto aderindo a um novo método de estudo de profecias incentivado pela contra-reforma. Isto entravou o desenvolvimento da reforma na parte das profecias, o que voltou a se desenvolver novamente por volta de 1790 quando haviam ocorrido o "grande terremoto de lisboa" o "dia escuro" e a chuva de meteoros, especialmente nos EUA. Percebendo que as profecias voltaram a se cumprir, muitos começaram a estudar novamente as profecias pelo método historicista, no que houve grande avanço no conhecimento acerca das profecias de Daniel. O resultado deste avanço no conhecimento, o irmão pode ver no seguinte canal: https://www.youtube.com/user/BibliaFacil/videos Ali as profecias, tanto de Daniel quanto de Apocalipse, são explicadas capítulo por capítulo, interpretadas até em seus detalhes. O movimento muçulmano tem realmente parte nas profecias, irmão Jean, mas em seu próprio lugar. O papado da idade média realmente foi este grande poder dito pelos profetas, cumprindo-se na igreja no período de apostasia da era medieval. Lembremos que papado não é uma igreja, mas um poder que se estabelece sobre todas as igrejas. O propósito do papado é, assim como na Roma antiga, promover a união, porém, não na verdade Bíblica. Assim como antes unira cristãos e pagãos, novamente haverá de unir as religiões e até mesmo o meio secular através de um ponto comum a todos. O domingo religioso e de descanso trabalhista. Este será chamado de "O dia do homem" em homenagem ao próprio homem, feito para o homem e em benefício do homem. Até aí tudo bem, porque a Bíblia diz que "o sábado foi feito por causa do homem"! Ué! Mas não era o sábado? Aí está o problema irmão, não é a mão de Deus dirigindo para este fim mas sim a mesma mão que guiou o papado na idade média o qual vimos o resultado. E tudo irá se repetir, acabando por unir novamente o mundo por meio do amplo catolicismo na Europa e o forte protestantismo nos EUA. O papa tem esta influência mundial. Igreja e estado vão se unir novamente. Leis de proteção à família, ao culto religioso e à preservação do planeta estarão introduzido em um pacote referente a um descanso dominical. E tudo que está sendo dito e que vemos na mídia da boca do próprio papado, está correto, extremamente correto, senão pelo dia que será homenageado, sendo o domingo e não o sábado Bíblico instituído por Deus. Há consequências, irmão, de se abolir, por meio da mão humana, aquilo que Deus instituiu de forma escrita com Seu próprio dedo. A Bíblia fala de sete pragas que serão derramadas e de um período de tribulação. Antes que tudo isto ocorra porém, três mensagens urgentes, proferida pela boca de três anjos haveriam de ser proclamadas à humanidade e uma destas é a que está em Apocalipse 14:7: Note ali, uma referência ao que encontramos escrito no quarto mandamento. O que mostra que o ponto de questão no tempo do fim será quanto a este mandamento, o do dia de guarda. Daniel já havia nos dito qual seria o problema originador de todos os males em Daniel 7:25. A mudança dos tempos e das leis, referindo-se ao dias de festas da igreja cristã e a três dos mandamentos, que resultou na supressão do segundo mandamento, na mudança do quarto mandamento e na divisão do último mandamento em dois, para voltar a ter dez mandamentos, devido à supressão do segundo mandamento. Interessante, hoje, é ver as declarações do próprio catolicismo acerca deste assunto, onde constam: A Igreja Católica por 1000 anos antes da existência dos protestantes, pela sua virtuosa missão divina, mudou o dia Sábado para o Domingo. (The Catholic Mirror 23 de Setembro de 1893 publicado pelo Cardeal James Gibbons). “O Domingo é a nossa MARCA de autoridade… A Igreja (Católica) está acima da Bíblia; e esta transferência da observância do Sábado para o Domingo é a prova desse fato.” (Catholic Record, 1 de Setembro de 1923.) “Talvez a coisa mais ousada, a mudança mais revolucionária, que a Igreja já fez aconteceu no primeiro século. O dia sagrado, o Sábado, foi mudado de Sábado para domingo… Não por alguma ordem encontrada nas Escrituras, mas pelo sentido do próprio poder da Igreja. As pessoas que acham que as Escrituras devem ser a única autoridade deveriam, logicamente, tornar-se Adventistas do Sétimo Dia e guardarem o Sábado sagrado”. (Reitoria de Santa Catarina, Norte de Michigan, EUA, Jornal da Paróquia de 21/05/95. ) Nós, observamos o domingo, no lugar do sábado por que a Igreja no “Concilio de Nicéa em 325 DC, transferiu a solenidade do 7º dia para o domingo” (Peter Guyrman Os conversos do Catecismo da igreja católica segunda edição 1910 pagina 50) “Pelo meu divino poder eu aboli o dia do Sábado e te ordeno guardar o primeiro dia da semana”.E todas as nações se ajoelham em reverencia e obediência ao comando da Santa Igreja Católica. (T and Wright CSSR in a Lecture Heart for Kansas em 18 de Fevereiro de 1884). . “Ridícula e embaraçosa seria a situação dos Protestantes se devessem eles justificar, pelas Escrituras, toda a sua doutrina. Haja vista o só caso da santificação do domingo. Se nos ativermos somente às Escrituras, o ‘dia do Senhor’ que deve ser santificado é o sábado, tanto no Velho como no Novo Testamento, e em nenhum lugar da Bíblia consta que esse dia houvesse sido substituído pelo domingo. Logo, repitamos com os Adventistas do 7º dia: se os protestantes se fiam só nas Escrituras, que santifiquem o sábado; se quiserem celebrar o domingo é porque reconhecem a autoridade da Igreja Católica Romana, que foi ela quem fez essa mudança; portanto, abracem essa Igreja!” (Dr. Emílio José Salim (Em seu livro “Ciência e Religião”, Ed. Vozes, 1950, vol. 2, Nota de Rodapé – pág. 14) . “Foi a Igreja Católica que, por autoridade de Jesus Cristo, transferiu esse descanso para o domingo, em memória da ressurreição de nosso Senhor: de modo que a observância do domingo pelos protestantes é uma homenagem que prestam, independentemente de sua vontade, à autoridade da Igreja.” “Monitor Paroquial”, 26/08/1926, Socorro, SP, ano I, nº. 8. . "Deus quer que nos domingos e festas lhe honremos... com a celebração da santa missa. A isso nos obriga a Igreja em nome de Cristo... O que sem motivo justificado não vai a missa nos domingos e festas de preceito, peca gravemente." Catecismo Católico Herder - Páginas 206 e 207 . “A igreja após trocar o dia de descanso do Sábado dos judeus, ou o sétimo dia da semana, para o primeiro dia, fez o terceiro mandamento e se refere ao domingo que seja mantido sagrado como o Dia do Senhor.” Enciclopédia Católica, Vol. 4, Página 153. . O Papa e Deus são o mesmo, logo ele tem todo o poder nos Céus e na Terra” (Papa Pio V, citado em Barclay, Capítulo XXVII, p. 218, “Cities Petrus) . Todos os nomes que nas Escrituras se aplicam a Cristo são aplicáveis ao Papa” (Berlamino, “On the Authority of Councils”, liv. 2, cap. 17) . “Cuidemos não perder aquela salvação, aquela vida e fôlego os quais tu nos tem dado, pois tu és nosso pastor, tu és nosso médico, tu és nosso governador, tu és nosso esposo, finalmente tu és outro Deus, sobre a terra” (Quinto Concílio, Sessão IV, ano 1512; Do Latim em Mansi SC, Vol. 32, col. 761 – também citado em A História dos Concílios, vol. XIV, col 109, por Labbe e Cossart) . “O Papa tem poder para mudar os tempos, ab-rogar leis e dispensar todas as coisas, mesmo os preceitos de Cristo” (Decretal de Translat, Episcopcap. 6) . “O Papa é de tão grande autoridade e poder que pode modificar, explicar ou interpretar mesmo as leis divinas… O Papa pode modificar as leis divinas visto seu poder não provir dos homens, mas de Deus, e age como vigário do Filho de Deus na Terra, com o mais amplo poder de ligar e desligar o rebanho” (Extraído de “Prompta Bilbiotheca”, publicado em Roma, em 1900) . “A vontade do Papa representa a razão. Ele pode dispensar a lei, e fazer do errado, direito, por meio de correções e mudanças das leis” (Papa Nicolau, em seu discurso de n° 96). . “Portanto, não te maravilhes si está em meu poder mudar tempo e tempos, alterar e mudar a lei, dispensar todas as cousas, sim, os próprios preceitos de Cristo. Papa Nicolau, escrevendo aos bispos de França, que puxem pelas espadas materiais” (Papa Nicolau, em seu discurso de n° 96; Extraído de “Decretal de Translat, Episcop”, cap. 6) . “Podeis ler a Bíblia do Gênesis ao Apocalipse, e não encontrareis uma única linha que autorize a santificação do domingo. As Escrituras ordenam a observância religiosa do sábado, dia que nós nunca santificamos.” Cardeal James Gibbons, – (The Faith of Our Fathers, pág 111) . “O Domingo é uma instituição católica, e sua observância só pode ser defendida por princípios católicos. Do princípio ao fim das Escrituras não é possível encontrar uma única passagem que autorize a mudança do culto semanal, do último para o primeiro dia da semana.” (Catholic Press, 25/08/1900) . O Cardeal Maida, Arcebispo de Detroit, EUA, observa: “O dia santo foi mudado do sábado para o domingo… não em virtude de qualquer instrução dada pelas Escrituras, mas por causa do sentimento de poder da própria igreja (Católica). (…) As pessoas que pensam que as escrituras deveriam ser a única autoridade, deveriam logicamente se tornar Adventistas do Sétimo Dia, e santificar o sábado.” (Em “St. Catherine Catholic Church Sentinel”, Algonac, Michigan, EUA, 21 de maio de 1995.) . “A Igreja (Católica) mudou a observância do sábado para o domingo pelo direito divino e a autoridade infalível concedida a ela pelo seu fundador, Jesus Cristo. O protestante, propondo a Bíblia como seu único guia de fé, não tem razão para observar o domingo. Nessa questão, os Adventistas do Sétimo Dia são os únicos protestantes coerentes.” (Declara o “Boletim Católico Universal”: P. 4, de 14 de agosto de 1942.) . “Já que o Sábado, e não o domingo, é especificado na Bíblia, não é curioso que os protestantes, que professam extrair da Bíblia a sua religião, observem o domingo ao invés do Sábado. Sim, é claro, não faz sentido, mas a mudança foi feita cerca de quinze séculos antes do protestantismo nascer. Eles continuaram a obedecer a este costume, embora esteja baseado na autoridade da Igreja Católica e não num texto explícito da Bíblia. Esta observância continua como uma lembrança da Igreja-Mãe da qual os protestantes se desligaram, como um garoto que foge de sua mãe mas ainda carrega em seu bolso uma foto ou um cacho de cabelos de sua mãe”. (Reverendo John O’Brian, A Fé de Milhões, págs. 421-422.) . Também declaramos que de todos os protestantes, os adventistas do sétimo dia constituem o único grupo que raciocina corretamente e é coerente com seus ensinos. É sempre um bocado engraçado ver igrejas protestantes, em púlpitos e legislaturas, requerendo a observância do domingo, sobre a qual nada consta na Bíblia. (Peter R. Tramer, Editor da Revista Católica. ) . “Foi a Igreja (Católica) que… transferiu este repouso (do sábado bíblico) para o domingo… Então, a observância do domingo pelos protestantes é uma homenagem que, contra si mesmos, rendem à autoridade da Igreja Católica.” (Plan Talk the Protestantism of Today”, Monsenhor Louis Segur P. 213. Sabemos que o domingo veio de um desenvolvimento desde o segundo século, e, segundo um estudioso adventista, à partir até mesmo do primeiro século (Do sábado para o domingo, Samuelle Bacchiocchi). Porém, se tornou uma propriedade do papado, quando, oficialmente, trocou o sábado pelo domingo, tomando ocasião do decreto de constantino e após vários concílios. De modo que tem tomado para si a autoria do domingo e conseguirá, novamente, implantar o domingo oficialmente, agora, de forma civil e legal. De modo que as honras serão conferidas ao papado e que em usa manobra, segundo as profecias, realmente conseguirá trazer um período de paz e prosperidade em meio a um mundo de caos e repleto de crises. Há porém consequências irmão, em se mudar, ainda que seja um único mandamento da Lei. Porque segundo a Bíblia, ao retirar um único mandamento, quebra-se toda a lei inteiramente. E isto serve de peso contra a humanidade, representando a maior das rebeliões e rebeldia contra Deus. Por isto Deus reservou as sete pragas de Apocalipse. A marca da Besta o 666 representa três poderes, sendo o número 6 o dia da criação do homem, e são estes: A primeira Besta, a segunda besta, o anti-cristo. Este número representa a união destes três poderes no tempo do fim. A Bíblia fala também de três rãs e que são elas o catolicismo, o protestantismo e o espiritismo. A primeira besta, o papado, tem poder e influências sobre o catolicismo, a segunda besta, os EUA, tem influência sobre o meio protestante e a terceira besta, o anti-cristo, tem poder sobre o espiritismo e que é o próprio satanás agindo por meio de manifestações desde a antiguidade. Quando estes três poderes se unirem em torno da proteção do domingo como dia de descanso em favor do homem, será lançado um decreto protegendo legalmente este dia por todo o mundo. Quem, porém, não aceitará este decreto, adivinha? Dentre estes, extremistas islâmicos, outros, igrejas sabatistas, outros, ateus e agnósticos de movimentos seculares contrários à esta união entre igreja e estado, além de anti-religiosos e outros movimentos como anarquismo, comunismo, dentre outros. O problema é que no meio deste tacho, estarão sabatistas que não guardarão tal decreto por motivo de fé religiosa e não de rebeldia contra os estados. Daí virá o tempo de perseguição a estes, preditos por Daniel e João no livro de Apocalipse. O mundo, irmão, irá se polarizar entre dois únicos blocos. Todas as crenças e ideologias e a política terão que se posicionar entre um e outro, apoiando, ou sendo contra. Ao fim, o mundo estará unido exceto pelos insurgentes. Eliminá-los significaria o fim dos conflitos no mundo, dirá a segunda besta. Então serão adotadas medidas e que representarão um outro decreto de combate a estes insurgentes. Este é o decreto de morte dito pelo livro de Apocalipse em repetição ao decreto de morte descrito na época de Nabucodonosor. Mas o que Nabucodonosor tem a ver com esta história? O livro de Apocalipse possui paralelo com o livro de Daniel, de modo que o livro de Daniel só pode ser plenamente entendido quando lido junto com o livro de Apocalipse e a Bíblia mostra que o que ocorrerá no tempo do fim será uma repetição do que ocorrera com Daniel e seus irmão no cativeiro da Babilônia. A imagem que é feita, segundo é dito em Apocalipse, faz alusão à imagem da estátua erguida em homenagem a Nabucodonosor. Assim o domingo representará uma imagem em homenagem àqueles três poderes. 600 é o número que representa um panteão de deuses da idolatria ímpia. 60 representa a altura da estátua de Nabucondonosor e 6 representa a sua largura. Quando é dito para calcular o número da Besta, cálculo é outro nome dado à somatória. Quando somamos tudo isto e que estava presente na estátua de Nabucodonosor, temos o número 666. Assim, a imagem da Besta representa aquela rebeldia de Nabucodonosor em estabelecer seu império eternamente, não deixando vir o reino de Cristo onde, por meio de uma imagem, tenta fazer com que todos o adorem. A ideia de Satanás é fazer com que não haja de pé nenhum sincero servo de Deus, no dia da Sua vinda. Quando o homem tira os direitos de Deus a este mundo, eternamente preservado por meio do dia de guarda, dizendo "este mundo é nosso", a rebelião da humanidade contra Deus se torna completa, ainda que boa parte esteja agindo enganada, assim como o foram Adão e Eva. Quando enfim a humanidade perceber que ao final homenagearam a poderes temporais humanos, ante a Deus, já será tarde demais. Os que porém, deram ouvidos à recomendação de Atos 5:29 estarão seguros do que há de vir por meio das sete pragas. Nisto a Bíblia mostra que a prova final envolverá obediência e adoração. O sábado representa estas duas coisas em contrafação ao domingo. O sábado foi uma maneira de lembrar à humanidade quem é o criador deste mundo e o único digno de homenagens. Ao honrar antes ao homem do que a Deus, presta-se-lhes culto e ao, então, regozijar-se em suas façanhas, tendo desobedecido a Deus e confiado antes no homem do que em Deus, prestam-lhe culto e adoração. Teria então este poder feito aquilo que Cristo não conseguira fazer em seu tempo? Não precisará mais o homem da vinda de Cristo naquele tempo, tendo a humanidade se encarregado de resolver seus próprios problemas? Então Deus retira sua mão de sobre o mundo e os anjos que antes seguravam os quatro ventos, agora soltam e o Espírito Santo se retira da terra, a porta da graça se fecha e aquele período que deveria durar um pouco de tempo (Apocalipse 17:10), começa a desmoronar, diante das consequências de suas escolhas. Quanto aos que escolheram obedecer a Deus e adorar-lhe unicamente, ocorre o que lemos em Daniel 12:1.


Por favor, assista: https://www.youtube.com/watch?v=-sFyORlIfwc

Um abraço.

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