terça-feira, 8 de maio de 2012

A Teoria de Deus


Certa vez um dos professores de Albert Einstein, afirmou que Deus não existia e que se existisse, ESTE seria mau porque se Deus havia criado tudo, então também haveria criado o mau e portanto poderia provar que Deus era mau.
            Entretanto, Einstein conseguiu demonstrar que certas coisas como o frio e a escuridão não existem, pois tais coisas são na verdade a ausência de calor e luz respectivamente. Com base nisto Einstein provou que o mau também não existia e que como a escuridão e o frio, tal coisa era o resultado da ausência do amor de Deus no coração da humanidade.
            Muitas vezes quando indagados sobre a origem da massa crítica que constituiu o Big Bang, muitos cientistas se retraem, pois a explicação mais concreta seria, de que não houve razão que criou tal massa. Porque se assim fosse teriam que explicar a razão da razão que criou tal massa. Portanto infinitamente teriam que explicar a origem da origem. Assim sendo, o mais razoável é admitirmos que o início de tudo haveria sido o Big Bang e que não houve razão alguma que houvera criado tal massa, ou seja, tal massa sempre houvera existido. Ou que pelo menos em um ponto de sua origem, o início de tudo, não houve razão que criasse esta origem e que resultasse na massa do Big Bang.
            Outrora poderíamos afirmar que a origem de tudo é de proporção infinita, e que tudo que existiu surgiu à partir de modificações sucessivas que progredirão para o infinito.
            Isto está em perfeito acordo com a teoria bíblica que afirma ambas as coisas. Um SER de proporções infinitas cuja idade provêm da eternidade que deu origem ao universo, da mesma forma que a bíblia afirma que não houve razão que criou tal SER a quem chamamos Deus.
            Poderíamos chamar cientificamente todo este processo de transformação e criação do universo de obra do acaso.
            Acaso é algo que surgiu sem razão aparente,  cuja origem não pode ser explicada cientificamente, nem pelas leis da matemática ou probabilidade. Novamente temos as características de Deus.
            A dificuldade está em aceitar que este acaso, ou esta razão que criou o universo seja na verdade um SER pensante e que tais ocorrências surgiram a partir de um propósito.
            Assim a dificuldade está em assumir que o universo surgiu de um propósito de Deus e não no acaso DESTE ter existido.
            Ora o acaso gerou a vida, conforme afirma as teorias evolucionistas, porém a primeira vida foi o próprio Deus. Ora é mais coerente aceitarmos que do acaso surgiu primeiramente uma vida e um ser pensante que se desenvolveu por uma eternidade, dando origem ao resto das coisas, do que admitirmos que surgiram antes diversas formas de mundos e seres vivos.
            Do acaso, ou seja, de razão alguma, surgiu Deus portador de todas as ciências e conhecimento, cuja capacidade é infinita e poder de criação também.
            A bíblia afirma que Deus é um deus criador.
            Se a humanidade fosse imortal e tivesse a capacidade de se desenvolver infinitamente, chegaria a um ponto trilhões de trilhões de anos no futuro de construir um universo tal qual o que temos hoje?
            Se por um lado sim, provaríamos que a teoria da existência de Deus é explicação mais que suficiente para a origem do universo. Por outro lado, significaria que se a própria razão e propósito em uma eternidade não é capaz de criar um universo tal qual nós temos, então, muito menos pelo acaso tais coisas ocorreriam. Seria necessário algo maior para que isto ocorresse, ou seja, seria necessário um Deus.

(Sr. Adventista)



3 comentários:

  1. É tão estranho acreditar na existência de Deus como é estranho crer que uma semente se reproduza na terra. E, no entanto, temos provas de que este último facto acontece.É tão estranha a reprodução animal como é estranho pensar que Deus criou todos os seres vivos. Há tantas incógnitas...Um dia, acredito, outro dia descreio. Não sei se é assim com as outras pessoas mas comigo passa-se desta maneira. É mais fácil aproximarmo-nos da ideologia de Jesus porque o vemos como um homem. É mais difícil supor um Deus com aspeto humano que criou seres tão diferentes entre si como as plantas, os animais e os minerais.Mas como pensar em Deus sem características humanas se mandou seu Filho à Terra? Como compreender as palavras de Jesus: quem vê o Pai, vê-me a mim?
    As teorias científicas são tão estranhas como o pensamento da existência de Deus.Há pessoas que tiveram visões (alucinações?), outras foram contempladas por um milagre, outras foram tão boas e deram tão bons exemplos de coragem e amor ao próximo(santos) que decerto o Espírito de Deus estava com elas.Ao mesmo tempo, creio na evolução e não no criacionismo. Como conciliar tudo?

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  2. Maria Gonçalves,

    É uma questão de fé! Melhor ainda se for uma fé racional! Entendo que uma fé racional é aquela que questiona para saber se as coisas são realmente assim! E não uma fé cega.

    Veja os textos:

    paulo:

    12.1 Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.

    Melhor do que ser guiado, manipulado e usado por outros seres humanos, que podem ser muito cegos, veja o que disse Jesus sobre isto:

    15.14 Deixai-os; são cegos, guias de cegos. Ora, se um cego guiar outro cego, cairão ambos no barranco.
    15.14 Deixai-os; são condutores cegos; ora, se um cego guiar outro cego, ambos cairão na cova.

    Cristão livre

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  3. O amigo cristão livre está certo quanto à questão da fé, porém também devemos estar dispostos a receber a verdade, caso contrário também estaremos cegos quanto a perceber a realidade que está evidente, lembre-se que não há razão evolucionista para as fores terem beleza, nem para as frutas terem um gosto agradável aos homens, nem para o canto dos pássaros serem tão belos, nem para a existência da música ou do amor entre as pessoas. Nem para as plantas terem produzido as exatas vitaminas e igredientes medicinais para a manteneção de nosso corpo. Tais coisas representam um mundo a parte que a ciência não consegue explicar, porque não manifestam uma necessidade vital mas sim um amor divino pelas criaturas. Realmente não consigo desagregar a ciência do propósito, porque hoje a ciência procura se ligar ao acaso, enquanto as pesquisas sérias sempre levam à uma icógnita que é a manifestação de um propósito.

    Mandem suas perguntas de cunho científico, procurarei responder na medida do possível.

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