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quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Resposta - Raphael Leonessa vs Ezequiel Gomes


Em resposta a um artigo contido no MCA: https://mcapologetico.blogspot.com.br/2018/01/raphael-leonessa-vs-ezequiel-gomes.html

Acapachante? Porque se propôs a tratar da vida pessoal de quem o contradisse? Desde quando isto serve como explicação ao que o irmão Ezequiel levantou em seu vídeo?

E por falar em apagar comentários, linha de argumentação de Klicaquinão neste vídeo (se é que o argumento "ad hominem" assim possa ser donsiderado), uma breve olhadinha no MCA e no CACP e no próprio canal do irmão Klicaquinão poderia nos mostrar coisas interessantes que dariam matéria para um outro vídeo, não é mesmo?

https://novamenteadventistas.blogspot.com.br/2017/10/pergunta-klicaquinao.html

Falamos de exclusão de comentários e esconder coisas dos ouvintes, que tal falarmos de ocultação de vídeo?

https://www.youtube.com/watch?v=E2W_kMTy8GE

Um abraço.

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Resposta - 'Sou evangélico, mas estou pensando em me tornar Adventista.'

Em resposta ao artigo:

https://mcapologetico.blogspot.com.br/2017/11/sou-evangelico-mas-estou-pensando-em-me.html

Tentando combater a igreja com uso de mentiras, irmão Luciano? Os tais citados em seu artigo estão realmente falando acerca das crenças adventistas, porém há um detalhe que os irmãos não estão levando em consideração. Grande parte dos que os assistem simplesmente não estão acreditando nas coisas que tais "apologistas" tem dito, primeiro porque boa parte já teve contato com o real ensinamento adventista, segundo porque boa parte pesquisa em sites oficiais para verificar se o que ouviram corresponde à verdade, terceiro que algumas acusações são tão absurdas que os próprios anti-adventistas percebem que parte das acusações não são verdadeiras.

O gosto que fica na boca de quem percebe as falsificações e distorções é o da injustiça e o que fica na mente das tais é como o ódio por uma denominação pode levar pessoas, até mesmo renomadas como o irmão mesmo disse, a praticar o abominável ato da mentira.

A pergunta então que paira na mente de muitos cristãos sinceros da IPB, porque há muita pessoa sincera e justas na IPB é o porquê de alguém tão bem instruído como Augustus Nicodemus se dispor a também rebaixar-se ao uso de falsidade a fim de combater um grupo religioso o qual não concorda.

Entre pedidos de desculpas aparentemente sinceros, um outro irmão se aproxima dos adventistas juntamente com seu "grupo secreto" a fim de espionar e em seguir delatar erros dos irmãos, debaixo de sua confiança.

Pergunto, o que os irmãos e apologistas como Azenilto, fizeram de tão ruim para receberem facadas de todos os lados por parte destes irmãos raivosos que supostamente estão a pregar "o amor de Cristo" aos Adventistas do Sétimo Dia?

Os quais fizeram uso de sua liberdade religiosa e liberdade de consciência para pregarem aquilo que creem da mesma forma que demais cristãos e apologistas utilizam desta mesma liberdade, não é isto?

Discriminação e preconceito disfarçado de boas intenções é isto que tenho notado na apologética brasileira durante estes anos que tenho estudado os vários nichos de profissão de crenças no Brasil.

Veja que se irmãos têm aceito as razões ensinadas pelos adventistas é porque percebem que as doutrinas ensinadas pelos adventistas estão em maior harmonia com os ensinamentos bíblicos. Estes cristãos tem a oportunidade de indagar seus pastores, pedir explicação e elucidação muitas vezes para assuntos que nunca viram serem tratados nas suas igrejas.

O sábado por exemplo não é ensinado nestas igrejas, mesmo sendo um dos mandamentos mais tratados por Deus e a suposta base para a guarda do domingo católico-romano e esta postura condena as intenções de cada líder.

O sábado não é ensinado por medo de que irmãos ao estudarem mais profundamente o assunto acabem chegando à conclusão de que não haja base para a guarda do domingo. Outros, hão de fazer perguntas a seus líderes acerca do sábado e origem do domingo, onde tais lideres terão que recorrer aos escritos da patrística, contrariando o professo "sola scriptura" em suas igrejas.

Os adventistas também ensinam sobre a doutrina do santuário, espinha dorsal da adoração do povo de Israel, seu significado e cumprimento no ministério de Cristo. Também ensinam sobre a doutrina do dia da expiação, igualmente em seu cumprimento em uma segunda fase do ministério de Cristo.

Estas são doutrinas que estão na Bíblia, mas que contradizem muitas das crenças atuais da cristandade como a imortalidade da alma, predestinação, tormento eterno, dentre outras, trazendo uma concepção mais hebraica e menos greco-romana da Bíblia.

Assim, o ódio tem sido pelo fato de a IASD levar conhecimento mais profundo sobre a Bíblia, especialmente os ensinamentos antes passados pelo povo de Israel os quais as igrejas não se dispõem a ensinar.

Torna-se então um crime os cristãos nas várias igrejas conhecerem e aprenderem o significado destas importantes doutrinas que fazem parte da Bíblia que é, INTEIRA, a regra de fé e de prática da igreja de Cristo.

Nisto, não vejo os tais ministérios apologéticos discutindo estas doutrinas como discutimos o irmão Paulo Cadi e minha pessoa a pouco tempo atrás. Não mostram erros nas doutrinas que ensinamos mas se dedicam, ao invés disto, à fofocas sobre Ellen White supostamente ter dito que Enoque está morando em Saturno, daí os irmãos vão lá conferir e não encontram sequer tal palavra escrita "saturno", assim como não encontram na Bíblia a palavra escrita "domingo".

Acusações de a IASD fazer de Satanás um redentor ao lado de Cristo, de que fazemos de Miguel uma criatura ao considerar tal nome como um título honorífico de Cristo e acusações de que cremos que a salvação é pelas obras e não pela graça por meio do sacrifício de Cristo. Diante de tais acusações há apenas uma resposta que se pode dar a tais professos cristãos:

"Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira." João 8:44

A mentira é a primeira forma de assassinato, seguido pelo ódio. Segundo os ensinamentos de Cristo, tais irmãos "apologistas" tem, dia-após-dia, cometido homicídio a seus irmãos adventistas.

Quando se ataca a reputação de uma igreja, com o uso de inverdades, está se praticando um ato de destruição:

"O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância." João 10:10

O amor se vê pelas ações, as atitudes, não pelas palavras! Tenho visto muitos apologistas dizerem que amam irmãos adventistas mas suas atitudes demonstram o contrário daquilo que dizem.

Semanas atrás tive que defender mais um irmão, Azenilto, que voltou a ser perseguido e atacado em sua vida particular, há poucos dias foi a pessoa do reverendo Éber do programa "Vejam Só" .

Então tenho me perguntado se estes apologistas que aí estão realmente pertencem à igreja de Cristo, ou se sempre pertenceram à igreja do Diabo.

Saíram do meio sectário mas parece que o sectarismo não saiu deles, especialmente no ensejo de ataque e perseguição, com uso de mentiras e distorções, contra aqueles com quem não concordam.

- Por que os nossos têm ido para a fileira deles mas os deles não tem vindo para a nossa?

A resposta é que, enquanto nas várias igrejas se escondem a Palavra de Deus, não ensinando tudo que há ali contido, a IASD ensina tudo o que se possa ler de Gênesis ao Apocalipse. De forma que o tal "proselitismo" é causado pelo fruto de maior conhecimento.

Se as igrejas pregassem o sábado tal qual está na Bíblia, também ensinassem o significado dos simbolismos do santuário e a forma com estes apontam para Cristo, se explicassem sobre o dia da expiação, seu significado e o que representava este "dia do perdão" para o povo israelita, tais cristãos não teriam que buscar outra fonte para beber destes conhecimentos.

Ocorre que os irmãos bem sabem que, assim como aconteceu em meados de 1844, este maior conhecimento pode abrir os olhos dos cristãos para uma nova perspectiva acerca da Bíblia e suas doutrinas.

Um maior e mais profundo conhecimento da Bíblia sempre colocará em cheque doutrinas que não são, de fato, ensinadas pelas Escrituras.

Ensinamentos como o sábado memorial da Criação, o sábado como um sinal entre Deus e o Seu povo são conceitos que estão na Bíblia e são verdade, por que então as igrejas não ensinam isto aos seus membros?

Verdade é que as igrejas temem um maior conhecimento de seus membros sobre estes assuntos, mas por que temer o ensino destas questões sendo que a Bíblia é completamente harmônica e clara em suas doutrinas e jamais haverá de confundir aqueles que leem?

O que apologistas brasileiros querem é que os adventistas parem de levar ao povo estes conceitos e ensinamentos.

Por que tais igreja não ensinam a visão de Salomão acerca da morte? O princípio hebraico sobre a morte ser um sono inconsciente no pó da terra? Se a verdade foi ampliada como se alega e tal pensamento foi substituído por um conhecimento maior que apresenta a imortalidade da alma, não se deveria temer ensinar esta visão de Salomão e de profetas como Daniel.

Assim, as várias igrejas ensinariam elas próprias estes assuntos, ao invés de deixar que fiquem a cargo de entrar em contato com tais doutrinas por meio de um adventista.

Se ensinarem o sábado certinho como se encontra no Antigo Testamento, não teria porque a IASD se focar neste assunto. Como a Bíblia, ela própria, não atenta contra suas próprias verdades, estando o domingo correto e claro na Bíblia, os cristãos nas várias igrejas continuarão crendo em seu domingo.

Ensinem o dia da expiação e depois digam, olha, no Israel antigo era assim, havia um dia do perdão que era um dia de juízo pelo qual passava todo o povo de Deus. Daí poderão dizer, mas esta expiação aqui não tem aplicação futura, era só para israel em seu tempo.

Assim, continuem pregando suas doutrinas, domingo, imortalidade da alma, tormento eterno, mas não privem os irmãos do conhecimento profundo da Bíblia, removendo este tabu de não se ensinar certas doutrinas, passando então a ensinar tudo, para conhecimento e aprimoramento dos irmãos.

De modo que não é a IASD que tem escondido doutrinas de seus membros, onde ensinamentos e explicações são dadas para todos os assuntos. Ainda hoje, os membros adventistas fazem uso de bíblias de estudos tanto da fé reformada, como a de Genebra, como evangélicas a exemplo dos comentários de Mattew Henry, além de todas as demais Bíblias de estudo.

É por isto que a igreja não teme que seus membros entrem em contado com ensinamentos de outras igrejas, aliás, boa parte da igreja é composta de irmãos e pastores das mais diversas profissões de fé. Assim, a igreja tem profundo conhecimento e contato com doutrinas de todas as religiões cristãs, até porque os livros de Ellen White tratam da quase totalidade das doutrinas e ensinamentos existentes nas várias igrejas, explicando-as detalhadamente.

A Igreja Adventista é também a primeira e talvez seja a única a surgir de um movimento de convergência, das várias religiões para uma mesma igreja, trazendo consigo toda a bagagem de conhecimento do meio evangélico-protestante, sendo as nossas doutrinas fundamentais resultado de um consenso em questão de doutrinas Bíblicas.

Bem, isto é o total oposto de sectarismo e se não há um nome para isto, encontramos um conceito na Bíblia que define bem este tipo de movimento, que é o do Remanescente.

(Sr. Adventista)

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Resposta - ANÚNCIO SOBRE A IGREJA ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA

Em resposta ao artigo:

http://www.ia-cs.com/2017/10/anuncio-sobre-igreja-adventista-do.html

Irmão Fernando Galli,crer na vigência do sábado implica de que o domingo afronta a lei de Deus, afrontando a lei de Deus, qualquer tentativa humana de mudar ou abolir o mandamento se constitui um crime contra Deus. Se alguém ensinasse o domingo no lugar do sábado, no tempo dos profetas e de Jesus, a quem os que liam a Palavra de Deus atribuiriam tal obra? A Deus? Ou ao inimigo de Deus?

A igreja ensina que o sábado foi mudado para o domingo mas Deus não ensina isto por meio das Escrituras. Textos que citam o primeiro dia da semana são utilizados mas as palavras ali escritas não são usadas mas sim conclusões tiradas em cima de tais versos que não falam diretamente de uma mudança do sábado ou uma santificação do domingo.

O resultado é que os que vivem hoje como Jesus viveu, guardando o sábado, as leis dietéticas são considerados hereges. A doutrina do decreto dominical não contradiz a salvação pela graça, porque justifica que o domingo se torna uma adoração a satanás por meio do poder que mudou os tempos e a lei, o papado, de modo que a questão sábado x domingo se torna em uma escolha de a quem seguir.

Temos então a mesma proposta do Éden, um teste de fidelidade ao mandamento de Deus ou ao conselho daquele que é inimigo de Deus.

Todas as igrejas estão incluídas na salvação no sentido de que Deus não leva em consideração placa de igreja, considerando a todos como membros de uma mesma igreja, ainda que alguns que receberam a graça discorde da salvação de outro que aceitou a Jesus, por diferenças de doutrinas.

A fé adventista é bem semelhante àquela contida nas Antigas Escrituras que foi também a fé de Jesus, tratando a morte como um sono, o sábado como o dia do Senhor, observando as orientações acerca das carnes apropriadas para consumo, ensino do santuário em seu cumprimento no ministério de Cristo, do dia da expiação no cumprimento das 2.300 tardes e manhãs de Daniel e que para os israelitas era um dia de juízo.

Todas estas crenças estão na Bíblia, mas a fé e prática da igreja cristã hoje é diferente, segundo ensinamentos de um novo conserto apoiado em mudanças da lei feitas, assim como o domingo, por meio de versos que não dão ordens explícitas nem ensinamentos sobre a revogação ou não de certos mandamentos, mas, novamente, estes mandamentos são anulados por meio de conclusões feitas em cima de tais versos.

Nem Jesus nem os apóstolos comeram carne de porco, nem guardaram o domingo no lugar do sábado. O estilo de vida continuou sendo o mesmo embora seus conceitos teológicos tenham mudado em virtude do cumprimento da parte que cabe à Cristo e um mais profundo contato com os ensinamentos de Deus, por meio dos ensinamentos de Cristo.

Então é isto, crer nas mesmas coisas que eram nos tempos de Jesus se tornou sinônimo de sectarismo. A igreja criou um estilo e tradição própria, revogando da prática os mandamentos os quais mais identificavam a religião dos judeus.

Nenhuma legislação, nenhuma prescrição acerca de mudanças na lei, sendo tais conclusões deixadas a cargo de subentendimento de versos que falam dos mais variados assuntos.

É impossível entender uma mudança na lei e revogação dos mandamentos nos ensinamentos de Cristo. Assim, não é como se Cristo houvesse ensinado claramente sobre o domingo e a abolição da proibição de se comer certas carnes de forma que e os adventistas estivessem desobedecendo ao mandamento do Senhor.

Os adventistas tão somente não veem revogação ou mudanças na lei nos ensinamentos de Paulo, assim como não veem revogação nos ensinamentos de Cristo.

E por que não podemos aceitar uma mudança no sábado?

"Porque qualquer que guardar toda a lei, e tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos." Tiago 2:10

"Meus irmãos, que aproveita se alguém disser que tem fé, e não tiver as obras? Porventura a fé pode salvá-lo?" Tiago 2:14

Então a preservação de cada mandamento é importante, sua negligência interfere no testemunho da fé que temos, se em perfeita fidelidade e obediência a Deus e zelo pela Sua lei, ou não.

Cremos em profetas como aqueles que foram citados na Bíblia mas não tiveram seus escritos agregados ao cânon, cremos na Bíblia quando diz que o dom de profecia continuaria presente na igreja.

Assim o crer em profetas e profecias, algo ensinado e valorizado nas Escrituras, também se tornou motivo de heresia, mais uma vez por se crer em algo cuja base vem da Bíblia e novamente não há nenhum verso legislando sobre o ministério dos profetas, ou seu término.

Afirma-se existência de erros doutrinários nos livros de Ellen White, porém, tais livros tem repetido as mesmas conclusões a que chegaram os adventistas, de modo que, para quem considera de que o estilo de vida cristão não mudou desde os tempos de Cristo e que devemos viver conforme o Seu exemplo, inclusive guardando os mandamentos que Ele guardou, não se vê contradição alguma em seus escritos.

Creio que Cristo já havia interpretado previamente o evangelho e fez as correções necessárias no proceder tradicional do povo, incluindo acerca da guarda do sábado e que tal evangelho se traduz na exata vida que Ele levou.

Não creio em um Paulo mudando a lei de Deus, extraindo mandamentos e ensinado um estilo de vida diferente de Jesus, dos apóstolos e de todos os demais que vieram antes Dele.

"Falando disto, como em todas as suas epístolas, entre as quais há pontos difíceis de entender, que os indoutos e inconstantes torcem, e igualmente as outras Escrituras, para sua própria perdição." 2 Pedro 3:16

Creio que o torcer das escrituras de Paulo se refira a isto, extrair doutrinas de versos que tratam de outros assuntos e também abolir doutrinas bíblicas  através de versos que não estão instruindo na remoção de um mandamento.

A igreja considera uma não aceitação das mudanças como uma rejeição de Cristo, porém, cremos que a não permanência nos ensinamentos dados por Deus, segundo o exemplo de Jesus é que se constituem em uma rejeição à Lei de Deus e ao empenho de Cristo em nos deixar um perfeito exemplo de como um cristão deveria agir.

Assim, podem me chamar de sectário, mas seguirei o estilo de vida de meu Mestre. Nunca vi meu mestre guardando o domingo ou se levantando para fazer mudanças ou remover mandamentos da lei de Deus. Jesus foi inteiramente submisso e obediente à vontade de Deus, assim considero que estes ensinamentos que contradizem o que Deus antes havia dado, são frutos de rebeldia onde, mais uma vez, se recusa a viver em inteira conformidade com a vontade de Deus.

Não comerei porco porque é algo que meu Mestre abominava: "Povo que de contínuo me irrita diante da minha face, sacrificando em jardins e queimando incenso sobre altares de tijolos;
Que habita entre as sepulturas, e passa as noites junto aos lugares secretos; come carne de porco e tem caldo de coisas abomináveis nos seus vasos;" Isaías 65:3,4

O que está explícito e perfeitamente entendível na Palavra de Deus vale mais do que conclusões humanas em cima de versos que não removem os mandamentos de uma maneira clara como Deus os deu, insistindo para que guardássemos.

Hereges, sectários? Não, mas, remanescentes na contramão do mundo em conformidade com a vontade de Deus, ainda que contra a vontade de demais irmãos.

"Porém, respondendo Pedro e os apóstolos, disseram: Mais importa obedecer a Deus do que aos homens." Atos 5:29

Um abraço.

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Resposta ao MCA - 1844: O pai dos cálculos de Guilherme Miller

Em resposta às especulações contidas em: https://mcapologetico.blogspot.com.br/2017/10/1844-o-pai-dos-calculos-de-guilherme.html

"Ellen White assegura que Miller chegou a essa conclusão sozinho"

Título da obra e página?

"Porém, essa senhora ou estava enganada, ou engana seus leitores."

Ué! Deus compartilhou com o irmão o atributo que a Bíblia ser só Dele em examinar os corações?

"Embora não tenha sido encontrada qualquer informação biográfica sobre Brown até agora"

Que confiável, hein irmão Luciano?

"Quem precisa agora provar ao contrário, são os adventistas"

Deixa ver se eu entendi:

O irmão cria uma afirmação como pertencendo a Ellen White, procura se firmar no argumento "ad hominem" julgando intenções, usando uma fonte que não tem informação biográfica e então cria o conceito de que o acusado é tem que provar sua inocência diante do acusador que não tem nenhuma fonte para a presentar?

Será que teremos mais um "livro sem-vergonhinha" intitulado "A grande especulação adventista" volume 2?

Um abraço.

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Resposta - Augustus Nicodemus, Ezequiel Gomes e a Cristologia Adventista

Em resposta ao artigo de Luciano Sena, do blog MCA, contido em:

https://mcapologetico.blogspot.com.br/2017/07/augustus-nicodemus-ezequiel-gomes-e.html

"Assim, o Rev Nicodemus teria que fazer doutorado em Torre de Babel, para entender toda essa salada presente na cristologia adventista da Nossa Senhora Adventista de Todos os Sonhos."

Ou tão somente ler qualquer dos livros doutrinários da igreja disponível na CPB. Ou pegar o telefone e perguntar para algum pastor, ou entrar no site da Novo Tempo, no site do Ellen White State, ou tão somente digitar o assunto no youtube ou mesmo no google e escolher algum dos vários vídeos/artigos falando acerca do assunto.

Porém, Augustus Nicodemus conseguiu acidentalmente se esgueirar de todas estas informações existentes, conseguiu ter acesso, porém, à fontes de obras antigas como o irmão Luciano Supõe?

Luciano Sena chama de torre de babel, o fato de no movimento adventista pós-milerita e antes de terem a idéia de se organizar em uma nova igreja, provirem das mais diversas denominações mantendo ali suas crenças naturais, inclusive no que se refere à trindade.

De modo que estes não saíram de uma Igreja Adventista do Sétimo Dia existente na época de Miller, mas, pelo contrário, provieram da babilônia de confusão religiosa que eram as diversidades de crenças existentes na época onde cada uma das igrejas considerava a outra ortodoxa!

Assim, Luciano Sena pretende falsamente justificar que a diversidade de crenças/discrepâncias seria fruto de doutrinas da Igreja Adventista do Sétimo Dia, quando na verdade continuavam sendo fruto dos ensinos que cada participante do movimento havia aprendido em suas respectivas religiões, desde antes do movimento millerita e também logo após o desapontamento.

Obviamente as denominações da época mantinham todas as influências em questões de doutrinas, os acertos e as heresias.

E veja, irmão Luciano Sena, que tanto anti-trinitarianos adentraram o movimento adventista como a maior parte dele se manteve em suas respectivas denominações cristãs, descrendo na trindade tanto quanto aqueles da mesma religião que se engajaram no movimento adventista.

Ellen White, por exemplo era Metodista e foi ensinada em sua igreja familiar, a Metodista. Seus conceitos sobre doutrinas bíblcias, incluindo a trindade foram formados nesta religião.

A igreja Metodista da época era herética, irmão Luciano? Sim, porque se a noção de Ellen White sobre a trindade era herética, isto cai na conta da religião que a ensinou bem como sua família acerca das doutrinas Bíblicas.

O Batista Miller por exemplo, irmão Luciano, não foi devidamente informado em sua igreja Batista acerca de que "o dia e a hora" da vinda de Jesus ninguém sabe?

O irmão escreve como se a confusão de crenças existente no movimento millerita e no movimento adventista pós-desapontamento fossem de uma igreja que passou a existir com seu corpo de doutrina oficiais somente duas décadas depois! Ao invés de atribuir as tais confusões de crenças às religiões de onde provieram cada membro do movimento millerita, onde foram ensinados, doutrinados.

Assim, se haviam anti-trinitarianos no movimento, era fruto do que cada igreja "ortodoxa" ensinou para cada um destes cristãos, antes de se unirem ao movimento.

O movimento millerita tratou apenas da interpretação de profecias, não de doutrinas, de modo que as doutrinas de cada pessoa contida no movimento foram herdadas das respectivas denominações às quais muitos ainda pertenciam.

Nisto, durante o movimento adventista pós desapontamento não se fez uma filtragem para escolher este ou aquele, filtrando os "hereges", a fim de formar uma igreja contendo somente aqueles que aceitavam as puras doutrinas reais bíblicas.

Veja que todo aquele pessoal era tão vítima das discrepância de ensinos nas igrejas quanto são os cristãos das várias igrejas atualmente.

O conceito adotado pelo movimento adventista foi o de reformar a crença geral dos participantes do movimento por meio do "sola scriptura" e da "razão", ferramentas utilizadas por Lutero durante a reforma.

Então não vejo sentido em Luciano Sena demonizar aqueles cristãos, fazendo análise sobre arianismo, porque tal demonização cai na conta de cada igreja aceita como "ortodoxa" na época às quais aqueles cristãos pertenciam.

A estratégia de Luciano é colocar aos leitores como se as doutrinas cridas pelos milleritas fossem responsabilidade da Igreja Adventista do Sétimo Dia (que surgiu somente duas décadas depois) ao invés de responsabilizar cada denominação da época dizendo: "A religião batista é sectária e herética, porque como vemos, Miller, batista, criou uma falsa profecia"

Ou ainda: Segundo o que percebemos, a igreja Metodista não cria na trindade, haja vista que Ellen White que aprendeu nesta igreja não se manifestou abertamente acerca deste assunto durante o movimento millerita e pós millerita ou ainda décadas depois já como membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia.

Não culpa a religião de Bates, sobre as suas crenças, não culpa a "Conexão Cristã" pelas crenças de Thiago White. Ao invés disto, Luciano Sena, joga toda a dicrepância de ensinamentos na conta de uma igreja que surgiu muito tempo depois e que criou seu próprio conjunto de crenças que são aquelas que vemos desenvolvidas e sendo ensinadas nas igrejas, no rádio, na TV, bem como em nossos livros doutrinários.

E, ÓBVIO, somente alguém totalmente sem noção não perceberia que até se chegar a uma unidade de crenças e completo desenvolvimento e entendimento de doutrinas, isto requer tempo, anos, tendo a nova igreja que passar por todo processo teológico de aprofundamento, mudança de conceitos, aceitação/rejeição de novos conceitos como passou todas as igrejas cristãs desde a reforma.

Assim, Luciano Sena demoniza a igreja adventista por passar pelo mesmo processo que toda igreja já passou e sem exceção, onde muita distância foi percorrida até que doutrinas heréticas como o batismo infantil fossem abandonadas pelas igrejas protestantes.

Todas estas crenças ditas como heréticas por Luciano Sena, já passaram e continuavam passando pelas várias denominações que existiam na época do desapontamento. Influência de ensinos errados, tanto de Martinho, como de Calvino, como da patrística, gnosticismo e todas as demais sempre afetaram a igreja.

Agora Luciano Sena redige seus argumentos como se a existência destes falsos ensinos houvessem surgido por ocasião do movimento adventista.

Não, irmão Luciano Sena, é justamente o contrário, todos os ditos "falsos ensinos" provieram das mais variadas religiões da época e os do movimento adventista e posteriormente os da igreja adventista tiveram muito trabalho em reformar o conjunto de doutrinas cridas por aquele grupo de milleritas membros das várias religiões existente na época.

Sendo assim mesmo que ocorre quando há necessidade de uma reforma em meio de uma babilônia de ensinos. Estes falsos ensinos eram produtos das religiões da época sendo ensinada dentro das igrejas à qual pertenciam cada pessoa que decidiu abraçar a mensagem de Miller.

Repito que Miller não fundou igreja, nem estabeleceu doutrinas, de modo que todas as doutrinas cridas pelos componentes do movimento milleritas eram provindas dos ensinos que cada um recebeu em suas próprias igrejas.

A honestidade intelectual exige que se avalie uma religião pelo conjunto de crenças que ela apresenta no hoje! Não se avalia as crenças de uma religião, com base em suas raízes nem para o bem nem para o mal.

Do mesmo modo que uma igreja sectária e herética não pode ser julgada como sendo boa por ter vindo de um meio ortodoxo, uma Igreja genuinamente cristã não pode ser julgada como sendo má por ter raízes em um grupo que apresentava uma confusão de crenças.

Queria o quê, irmão Luciano Sena, que os do movimento adventista todos cressem na trindade e  em todas as doutrinas essenciais do Cristianismo em uma época onde nas várias igrejas destes mesmos cristãos ensinavam um monte de heresias?

O que se percebe é que Luciano Sena tenta responsabilizar a Igreja Adventista do Sétimo Dia, que tem bem definida seu conjunto de doutrinas fundamentais, bem como toda uma teologia desenvolvida acerca de cada doutrina, pelas crenças de um grupo de pessoas que formaram seus conceitos doutrinários segundo cada uma das denominações cristãs existentes na época de Miller.

E a trindade adventista, não é nem de longe da forma que o irmão Luciano Sena, em toda sua ignorância, constrói usando a ocasião de trechos isolados de nossas fontes primárias dispostas aos seus acréscimos e livre interpretação.

Ninguém conhece melhor a doutrina da trindade adventista do que nossos próprios teólogos, que são os que desenvolvem nossas doutrinas e as explicam, sempre ampliando e se aprofundando em seus conceitos sobre esta doutrina.

Há de se ver que o questionamento de Luciano Sena acerca desta doutrina da trindade é no sentido de tentar forçar a Igreja Adventista à uma condição de sectária. Não fosse esta doutrina, escolheria uma outra qualquer para atacar/deturpar.

E a doutrina da trindade ainda hoje é tão mal compreendida nas religiões quanto o era na época do Segundo Grande Reavivamento. As igrejas nem de longe chegaram a um denominador comum acerca dos conceitos sobre esta doutrina tendo, por exemplo, alguns que além da crença na imortalidade da alma, acrescentam esta natureza à Deus, supondo que este tenha em si uma natureza fantasmagórica, vazia e sem forma. Do outro lado temos os que creem que a natureza Divina é de carne e osso e entre estas temos vários conceitos diferentes que tratam acerca da natureza de Deus.

A Igreja Adventista optou por não tratar da natureza de Deus, por compreender que tal natureza não foi dada a conhecer ao homem nem se encontra claramente nas Escrituras.

A principal objeção particular de Luciano Sena, é quanto à natureza tangível da Divindade crida pelos adventistas que via de contra sua crença calvinista em um Deus de natureza fantasmagórica. E que embora não apoie que Deus seja de carne como os irmãos TJ creem e inclusive como o próprio Luciano Sena, ex-testemunha de Jeová, Cria.

Crer em um Deus de carne, pelo que consta nas crenças trinitarianas das várias igrejas extra aquela confissão de fé que Luciano Sena levanta e abana defendendo que seja "A COMPREENSÃO ORTODOXA" se mostra tão herética quanto afirmar que Deus tenha uma natureza etérea, intangível.

Isto se dá por confundirem a natureza espiritual do ser de Deus com a noção que se tem classicamente acerca do mundo espiritual, como um lugar intangível, onde habitam criaturas celestiais igualmente intangíveis.

Esta é uma concepção grega, não ensinada nas Escrituras e de forma alguma esta natureza fantasmagórica pode ser atribuída à Divindade.

Os pioneiros adventista anti-trinitarianos lutaram especialmente contra esta definição, ao passo que boa parte passou a aceitar a doutrina sob o conceito de um Deus não fantasmagórico mas tangível ainda que de natureza incompreensível tal qual é o "Ser espiritual".

Nada de um céu intangível, onde os cristãos, devidamente munido de seus corpos, atravessarão as paredes ou mesmo os anjos ao tentar abraçá-los, ou um Deus que não ocupe lugar no espaço.

A diferença do mundo físico e do espiritual não está baseado no fato de o primeiro ser tangível e o outro ser supostamente intangível. O céu é tão palpável como este nosso mundo, bem como as criaturas que ali assistem a Deus, embora não tenham sido feitos com a mesma matéria com que foi feita este mundo bem como o universo.

A igreja adventista não é adepta deste tipo de superstição, nem aceita qualquer tipo de doutrina que se baseie neste tipo de superstição. Assim cremos na trindade aos moldes Bíblicos, sem a intervenção de crenças e superstições tradicionais como esta de uma natureza fantasmagórica aplicada a Deus como defendida por Luciano Sena.

Grato!

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Resposta ao debochado "Pedido de desculpas aos Adventistas do Sétimo Dia" do blog MCA

Olá, irmão Luciano:

O sectarismo está em:

1) Apoiar a crença de que os mandamentos de Deus foram abolidos;

2) Apoiar a crença de que no antigo testamento a salvação era pelas obras da Lei ao invés da graça manifesta por meio do sacrifício do cordeirinho;


IMORTALIDADE DA ALMA

A imortalidade da alma e o domingo, dentro do meio protestante, são crenças de origem católica, trazida para dentro do seio cristão por meio da união entre a igreja e o estado de Roma e que trouxe o paganismo para dentro da tradição da igreja.

DOMINGO

Em toda a Bíblia não há uma única linha ordenando a guarda do domingo ao invés do sábado.

A colocação da tradição do domingo como uma doutrina foi feita antes do surgimento da igreja protestante, está devidamente registrada no catecismo romano.

A SUBSTANCIALIDADE DIVINA

A trindade cristã bíblica não considera Deus de uma substância fantasmagórica, da mesma essência que a imortalidade da alma atribui ao ser humano, etérea, vazia e sem forma.

ERROS DOS PROFETAS

A Bíblia registra erros dos profetas, derivados de sua vida comum. Embora a Bíblia registre erros destes profetas, não há equívoco doutrinário naquilo que os profetas ensinam. Os erros estão nas ações destes profetas ou naquilo que é de sua limitação humana e não nos ensinamentos passados a eles por Deus.

Ellen White cometeu erros como pessoa, mas não errou nas profecias, nem em seus ensinamentos doutrinários que estão 100% em conformidade com as doutrinas bíblicas.

Ellen White registra tanto os erros como os acertos tanto de si mesma quanto dos demais adventistas e apresenta uma gradual ampliação do conhecimento adventista acerca dos ensinamentos da Bíblia Sagrada até a formação de todas as suas doutrinas fundamentais, tendo como base de estudo nenhum outro livro senão a Bíblia Sagrada.

A Bíblia é o único livro que Ellen White recomenda e suas obras estão todas embasadas na Bíblia. Ela nos ensina que devemos guardar toda a Bíblia, incluindo o sábado e ensinar tudo que há ali escrito, incluindo acerca do santuário terrestre que era o centro de adoração do povo israelita e uma figura do santuário celeste onde Deus habita, descoberta do grupo de adventistas após o desapontamento millerita.

Esta era a espinha dorsal de ensino didático à Israel e continua sendo a espinha dorsal da igreja de Deus, por meio do seu cumprimento em Cristo, que hoje é nosso intercessor, sumo-sacerdote, juiz e advogado e que realiza sua obra em favor dos salvos e que durará até a Sua vinda.

Diferente do livro de mórmons, dos livros de Allan Kardec, dentre outros, as obras de Ellen White ensinam a colocar a Bíblia como regra infalível, insubstituível, e seus livros, tanto do antigo quanto do novo testamento como irrevogáveis.

Considera as suas leis plenamente vigentes e que nenhum jota ou til jamais deve ser suprimido e que tudo que está ali escrito deve ser guardado e ensinado.

Ensina também que nenhum outro livro deva ser colocado em pé de igualdade com a Bíblia, ainda que sejam seus próprios escritos.

Deste modo ao invés de revogar o antigo testamento ou o novo testamento, como fazem algumas religiões, até mesmo alguns ramos do meio cristão, Ellen White ensina de que toda a Bíblia deve ser preservada e ensinada.

E mais do que isto, crida e praticada.

Ensina, que coisa alguma jamais foi revogada e que toda instrução bíblica continua plenamente válida.

A IASD considera Ellen White uma profeta moderna, com autoridade não canônica, ou seja, que não agrega ensinamentos à Bíblia.

Suas instruções servem para um período e propósito específico e que foi a formação da Igreja Adventista do Sétimo Dia.

Seus livros porém, permanecem como testemunho dos eventos que ocorreram em torno de 1844 e permanecem como fonte de instrução, conselhos e ensinamentos acerca das doutrinas Bíblicas e em especial as profecias.

O sábado, sendo o mandamento oficialmente cancelado da lei de Deus tanto no meio católico como no meio protestante, após ter dado lugar ao domingo, será o ponto controverso no tempo do fim, onde o cristão será provado mais uma vez segundo a sua obediência e fidelidade, como uma vez fora feito no Éden e por tantas vezes ao longo da história do povo de Israel.

O propósito das obras de Ellen White é mostrar os ensinamentos bíblicos de forma clara e separada da tradição e ajudar o cristão a colocar em prática todos estes ensinamentos mesmo em meio ao período moderno de desenvolvimento no saber, aos quais Ellen White em muito contribuiu em vários ramos como a saúde, educação, finanças e vários outros assuntos.

E a IASD surgiu porque Deus está preparando uma igreja visível, verdadeira, para restaurar a verdade jogada por terra e exaltar as verdades Bíblicas em meio à confusão religiosa que se estabeleceu no meio cristão.

Esta igreja guarda todos os mandamentos de Deus e tem o Testemunho de Jesus. Ensina toda a Bíblia, do Gênesis ao Apocalipse e chama para fora o remanescente e apresenta a Bíblia e toda a Bíblia como normativa para a fé e conduta cristã.

O conhecimento das verdades Bíblicas será essencial para a dura prova que todo o mundo haverá de enfrentar. Somente através dela, a Bíblia, saberemos se estamos seguindo a Deus, ou se estamos sendo enganados.

Chega então o tempo de cada cristão deixar os ensinamentos e tradições de lado e que variam dentro das mais de 40 mil denominações hoje catalogadas, a fim de encontrar o denominador comum nas escrituras, como os adventistas uma vez fizeram.

Estes encontrarão a verdade, ouvirão a voz de Deus e sairão da confusão religiosa.

Deus tem um povo na terra, distribuído na várias denominações cristãs e até mesmo não cristãs. Estes são os que querem fazer a vontade de Deus e são fiéis a toda luz que receberam. Estes são os chamados remanescentes.

São estes os que serão selados, com o selo do Deus vivo, que passarão pela grande tribulação e seu número é de uma grande multidão, incontável. Desde aquele que conheceu a Cristo em um sonho ou visão de Cristo no meio dos muçulmanos, até um índio cuja única forma de conhecer a Deus foi por meio da natureza. Até aquele cuja única lei foi a lei moral implantada em sua consciência e até mesmo aqueles que ouviram a voz do Espírito Santo em lugares onde um cristão, munido da Palavra de Deus jamais pisou.

E todo o meio cristão irá se polarizar em dois únicos grupos. Aqueles que permanecerão fiéis a Deus sendo perseguidos por amor à Sua Palavra e aqueles que virarão as costas para Deus e Suas verdades perseguindo aqueles que decidiram permanecerem fiéis.

Antes porém que tudo isto ocorra, Deus nos faz um último convite:

"Dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é vinda a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas." (Apocalipse 14:7)

A Igreja Adventista do Sétimo Dia é aquela que traz a mensagem que carrega o selo do Deus vivo:

"Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou." (Êxodo 20:8-11)

"Tu, pois, fala aos filhos de Israel, dizendo: Certamente guardareis meus sábados; porquanto isso é um sinal entre mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que eu sou o Senhor, que vos santifica." (Êxodo 31:13)

O sábado é o selo que separa o povo de Deus das demais nações que não reconhecem a Deus como único Senhor:

"Entre mim e os filhos de Israel será um sinal para sempre; porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, e ao sétimo dia descansou, e restaurou-se." (Êxodo 31:17)

Por meio deste sinal, reconhecemos que Deus é o criador de todas as coisas. E mais, reconhecemos que Ele é o Senhor que nos santifica.

domingo, 5 de junho de 2016

Resposta ao irmão Lucio Antônio de Oliveira

O maior problema de boa parte de nossos críticos é o chamado analfabetismo funcional que é ler e não entender o que está escrito.

Creio que não seja o caso do irmão Lúcio, então direi claramente:

Em seus livros, Ellen White revelou que logo surgiria um movimento reivindicando de que os mandamentos de Deus foram abolidos e que a salvação no antigo testamento era pela lei e que no novo testamento foi substituído pela graça.

Obviamente Ellen White não estava falando dos protestantes, quer Luteranos, quer Calvinistas, mas avisou de que a nação protestante faria vistas grossas e não apenas permitiriam mas, pela omissão, apoiariam a existência destas ideias em seu seio.

Ao mesmo tempo, tomariam posição ao lado destes e combateriam aqueles que haveriam de pregar a irrevogabilidade, imutabilidade e plena vigência da lei.

Este impasse é causado por duas crenças principais e a primeira é o domingo.

Dominguistas não tem muita razão de criticar os que reivindicam a abolição da lei, uma vez que inauguraram esta ideia com a aceitação do domingo, bem como deram base para a forma como os que reivindicam a abolição da lei interpretam as escrituras a exemplo do que ocorre com as leis dietéticas de levítico.

Estudos de Samuele Bacchiocchi apontam que o domingo é realmente de origem pagã, de culto ao Deus sol, muito antes de a igreja universal apostólica se unir ao estado de Roma dando origem ao Catolicismo Apotólico Romano.

E alguns cristãos já defendiam o domingo como um memorial de Cristo como Redentor.

O primeiro estado do domingo era como uma homenagem a Cristo e Sua ressurreição dentro do cristianismo, ao passo que era um dia já utilizado no seio pagão em homenagem e culto ao deus sol.

O segundo estado era de um domingo em pé de igualdado com o sábado em vista de uma separação pretendida, pelos cristãos, dos judeus por conta de um sentimento anti-judaico que permeou dentro da igreja.

O terceiro estado era a guarda deste domingo como normativa do estado, em homenagem ao deus sol, segundo decreto de constantino. Neste estado de coisas os cristãos decidiram guardar também o domingo, em homenagem à ressurreição de Cristo e promoveu um proselitismo religioso aplicando a idéia de adoração a Cristo como sol da justiça ao povo pagão, que faziam seus cultos no domingo em homenagem ao deus sol.

Até aí não havia problema algum, o problema veio depois disto por obra da Igreja Católica Apostólica, agora então, tornou-se também Romana.

O quarto estado ocorreu quando as solenidades do sábado forma definitivamente e oficialmente transferidas para o domingo e o domingo então passou a ocupar o lugar do sábado.

E não por autoridade das Escrituras mas a própria igreja assim definiu que o domingo deveria ser o novo dia de guarda.

Neste tempo ocorreu definitivamente a mudança e o sábado, o mandamento plenamente vigente, foi deixado de lado, dando lugar a um domingo, cuja guarda não é ordenada nas Escrituras.

O exemplo, ainda que partindo da cristandade, não tem valor de mudança, especialmente quando contradiz claramente um mandamento que diz para descansar no sétimo dia e não no primeiro dia. Esta é uma clara demonstração de desobediência à lei de Deus.

A guarda de um domingo em homenagem a Cristo, não é errado. Errado é a revogação do mandamento divinamente instituído e a colocação de um dia de homenagens no lugar do mandamento.

O domingo se tornou a identidade da igreja cristã, quando antes o sábado era o sinal de identidade do povo de Deus.

Vemos aí dois dias que sinalizam a identidade do povo de Deus em disputa, onde um é o verdadeiro, divinamente instituído e criado por Deus e o outro é o falso, instituído por autoridade humana, surgido à partir de algo que parecia uma boa ideia mas, ao final, veio para substituir o mandamento de Deus.

"E proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a lei..." (Daniel 7:25)

Esta é Roma, que influenciou na mudança do mandamento de Deus e que perseguia a cristandade até que que fizeram aliança e passaram a ser um único corpo em uma igreja Católica Apostólica e agora também Romana.

O domingo é fruto da tradição e a tradição não tem importância maior do que o doutrinariamento Bíblico, de forma que sendo que consta na Bíblia a observância do sábado, devemos manter este princípio.

A influência da imortalidade da alma, também já existia no meio cristão, como existe hoje em praticamente toda religião que existe no mundo. Não é algo que proveio das Escrituras ou ensinamento dos Profetas de Deus.

A crença na imortalidade da alma, por parte de cristãos em qualquer era da história, não serve de ratificação deste ensinamento. A norma de fé e crença do cristão é a Bíblia e unicamente ela, de forma que mesmo que o mundo creia neste ensinamento, como de fato crê hoje, não serve como norma de fé, uma vez que não é ensinamento das escrituras.

Até a romanização da igreja, não haviam doutrinas enraizadas nestes ensinamentos. Foi com a instituição da existência de um purgatório e um lugar de sofrimento para os ímpios em contraste com um lugar de recompensa para os justos, já existentes, que deram força para este ensinamento dentro da igreja cristã.

Martinho Lutero era veementemente contra esta ideia pregada pela igreja romana, assim como era contra a prática de indulgência aos mortos.

O ensinamento da ressurreição foi nublado pelos ensinamentos imortalistas da alma, especialmente seu estado intermediário.

O próprio silêncio das escrituras acerca de um estado intermediário já deveria nos servir de base para não especular sobre um ensinamento deste tipo dentro da igreja cristã.

A imortalidade da alma e a consulta a mortos sempre estiveram presente no mundo, e sua presença era tão ampla quanto a crença em várias divindades e a idolatria. Porém, dentro do meio cristão, e podemos dizer o povo de Deus, para nos referir desde a origem no gênesis, a crença majoritária entre o povo de Deus era na morte inconsciente, como um sono.

Percebemos isto claramente nos livros do Antigo Testamento, nas palavras dos profetas hebraicos e também nos profetas do novo testamento, especialmente Jesus e Paulo, que compararam a morte a um sono. Toda manifestação aparentemente imortalista da alma eram comparados à aparições, fantasmas e práticas de necromancia segundo relatos bíblicos e não assumiam tom de doutrina e ensinamento sobre o estado dos mortos, embora fossem utilizados como pano de fundo, aí sim, para trazer ensinamentos morais. Como o de que devemos consultar à Deus (Isaías 8:19), devemos dar ouvidos ao escritos de Moisés (Lucas 16:29-31) e que a ressurreição é em carne e osso (João 20:27).

De semelhante modo Deus passou ensinamento acerca da posição dos gentios em relação à salvação.

Cristãos hoje, porém, têm tomado cultura e tradição como doutrina, em lugar das próprias doutrinas explícitas, que prontamente contradizem culturas e tradições a exemplo do que fazem com Atos 10:13.

Este tipo de pensamento no meio cristão deu origem ao dispensacionalismo pregado hoje amplamente dentro das igrejas, ensinando que Deus muda não apenas a forma como lida com o povo através dos séculos, mas também a sua lei, adicionando, revogando ou mudando princípios previamente estabelecidos, e repito, princípios.

E cristãos protestantes tratam princípios da mesma forma como tratam de questões culturais, e no dispensacionalismo vão mais além, convertendo questões culturais, como o de a mulher não poder falar em público, em princípios de ordem moral.

O sábado, que é um princípio de ordem moral, é então tratado como um costume cultural "dos israelitas". Questões culturais como vultos, aparições, parábolas em cima de histórias populares, estes são transformados em doutrinas.

Exemplificações didáticas são tomadas como ensinamentos "de que devemos voltar a comer carnes impróprias para o ser humano" ao passo que ensinamentos são tratados como exemplificação de uma forma antiga como Deus tratava o Seu povo.

E então ensinam de que no antigo testamento a salvação era pelas obras, mas hoje é pela graça.

E este estado de confusão religiosa perdurou até o desapontamento de 1844, quando então surgiu uma igreja a protestar contra estas coisas.

A reforma não foi completa! Aquele sentimento pelo qual mártires deram sua vida em prol do resgate da verdade foi deixado de lado. A cristandade se reacostumou a viver tendo dentro de si doutrinas que são contrárias à Palavra de Deus.

E criou-se uma confusão na forma de interpretar a Bíblia, aumentando em dezenas de milhares as religiões ditas cristãs atualmente, número que não deve parar, por uma questão de divergência sobre o que está sendo ensinado.

E todas estas novas igrejas tem algo em comum, que é deixar porções da Bíblia de lado, tanto na prática quando no ensino.

A Igreja Adventista do Sétimo Dia é hoje a única igreja que prega a plena validade e vigência tanto do Antigo como Novo testamento.

É a única que ensina acerca do santuário que está contido na Bíblia que cada um dos irmãos levam para a igreja, onde fala de um povo que se reunia para adorar a Deus em um santuário onde se oferecia sacrifícios contínuos e que representavam o sacrifício e eterna redenção feita por Cristo.

E também de um dia de Juízo, chamado de o dia da expiação e de um sábado que jamais é ensinado dentro das igrejas, inclusive protestantes.

A maior parte dos cristãos, aqueles que creem na imortalidade da alma, jamais ouviram falar sobre um Santuário, o porque de sua existência e o que ele significava e exemplificava.

Boa parte jamais ouviu sobre as profecias de Daniel, contam apenas a parte onde Daniel e seus irmãos em Cristo (que apareceu para os três jovens na fornalha) resistem à dura prova que lhe foram imposta.

E jamais cogitam a possibilidade de ensinar de que tudo aquilo que ocorreu com Daniel e seus irmãos voltará a ocorrer no período de grande tribulação e pelos mesmos motivos:

Uma imagem imposta para que os cristãos adorem, seguido de uma pena de morte para quem insistir em não se prostrar e por fim uma terrível perseguição pela qual os salvos passarão, na companhia de Cristo.

São estas coisas que a Igreja Adventista do Sétimo Dia ensina, em um movimento de estudo das profecias e dos livros do antigo testamento que vem desde 1790.

Assim, a IASD é taxada de seita pelo saber que ela leva à todos os cristãos, acerca de verdades esquecias, de profecias e doutrinas que não estão sendo ensinadas.

Este saber leva os cristãos a repensarem suas doutrinas, suas crenças e a ter uma clara linha de divisão entre doutrinas e costumes e tradições.

Levam também estes cristãos a se interessarem mais pela bíblia e a estudarem a fundo.

E ocorre que alguns decidem voltar às doutrinas bíblicas, abdicando dos ensinamentos que são tradicionalmente passados e que contrariam o que encontramos escritos na Palavra de Deus, especialmente no Antigo Testamento.

De modo que, se as doutrinas adventistas estão incorretas, sua pregação universal serve de base contra si mesma. Porque, lendo a bíblia, ninguém tirará coisa alguma dali senão os verdadeiros e corretos ensinamentos de Deus.

Como disse Ellen White, ninguém perde pela investigação minuciosa da Bíblia e suas doutrinas.

E se os cristãos ao se aprofundarem no estudo Bíblico deixam de lado o domingo e a imortalidade da alma, isto apenas prova de que a IASD está certa em suas doutrinas.

Se as igrejas hoje tivessem certeza, de fato, sobre suas doutrinas, estariam investindo boa parte do tempo a incentivar o estudo da Bíblia e toda a Bíblia, inclusive aquelas partes que não são hoje praticadas dentro da igreja cristã.

O fato de passarem por cima destes ensinos já demonstra que há algo de muito errado dentro das igreja hoje e não haveria como ser diferente uma vez que cada igreja prega algo diferente, ao contrário da época apostólica pura da igreja onde havia um mesmo ensino e uma mesma prática de fé.

Assim, quando alguém taxa um irmão de sectário, por estudar e ensinar coisas que não são ensinadas dentro das igrejas, está tratando de sectário a todo aquele que procura estudar a palavra de Deus e praticar tudo aquilo que é ensinado, deixando de lado aquilo que é ensinado nas várias igrejas e que em muito atentam contra os ensinamentos bíblicos.

E o problema é quando estes ensinamentos começam a serem penetrados nas clássicas doutrinas ortodoxas, ensinamentos estes como os da imortalidade da alma que deste muito tempo tem molestado a doutrina da Trindade, tentando agregar ali conceitos sobre a substancialidade de Deus.

De forma que não apenas o caráter de Deus, apresentando-o como um tirano, mas a própria composição de Deus tem sofrido tentativas de corrupção.

E de um lado atacam a plena divindade de Cristo e pessoalidade do Espírito Santo e do outro, a plena validade da Lei de Deus.

Todas estas atitudes denotam um mesmo intento, de origem diabólica, que é desfigurar a imagem de Deus perante os homens e assim atrapalhar a pregação do evangelho.

Não existe evangelho sem lei, não é apenas a graça. Toda controvérsia surgiu porque o que foi e continua sendo violado e que coloca o homem em pecado é a transgressão à lei de Deus.

Um Deus santo de caráter perfeito e imutável.

A Lei é um reflexo do caráter de Deus, porém hoje ela é apresentada de forma imperfeita e variada, onde não se admite a possibilidade de seguir a Bíblia e toda a Bíblia, de ensinar toda ela e praticá-la.

Quem assim o faz aceitando tudo que está escrito é prontamente taxado de anti-ortodoxo e sectário ainda que conste dentro de suas crenças todas as doutrinas ortodoxamente definidas.

Pois quando há ali algo que conste contra suas próprias crenças, o que o crítico faz é tentar atacar, não a doutrina, mas as pessoas que a ensinam.

E quando não é possível se fazer isto por meio de suas condutas como cristãos, como é o caso de Ellen White e nossos fundadores, tentam atacar sua história, mas quando a história é devidamente registrada, como exemplarmente é na Igreja Adventista do Sétimo Dia, que possui um acervo de centenas de milhares de escritos e registros, contendo toda a verdade sobre o movimento, tentam então atacar distorcendo suas doutrinas.

É o caso do CACP e do blog MCA, que hoje adotou uma postura semelhante ao do nitroglicerinapura, optando por prosseguir, então, pelo último estágio, que é o da zombaria.

Portanto, irmão Lúcio, procure conhecer melhor nossa história, nossas doutrinas e especialmente os escritos de Ellen White, diretamente, lendo os livros e as fontes. Adquira o livro intitulado "Do Sábado para o Domingo" e entenderá o que realmente cremos e conhecemos sobre todo o desenvolvimento da doutrina do domingo. Leia também o livro intitulado "Imortalidade da Alma ou Ressurreição dos Mortos" de Oscar Cullman, então entenderá por que os adventista decidiram há muito tempo atrás abandonar a crença na imortalidade e no domingo.

Leia também o "Questões Sobre Doutrina" e o "Nisto Cremos" publicado pela CPB (Casa Publicadora Brasileira)

Endereço: www.cpb.com.br.

Com isto o irmão conhecerá a fundo os adventistas e os motivos por, embora crerem nas doutrinas ortodoxas e ensiná-las e valorizá-las, não crerem em certos ensinamentos comuns no meio cristão.

Doutrinas heterodoxas, porém, o irmão encontra em várias igrejas, porém, mais vale a pena ensinar doutrinas bíblicas, amplamente ensinadas de forma didática ao povo de Israel, como a do santuário, do que ensinar doutrinas como línguas estranhas, cair no espírito e teologias da prosperidades, que não encontram base bíblica.

Preferimos, ainda, ficar com o sono da morte, ensinada por Jesus e o estado da morte inconsciente como ensinado pelos profetas bíblicos, do que ficar com o estado intermediário, ainda hoje crido no meio cristão. E exaltar a ressurreição dos mortos como solução única e definitiva para o problema da morte, bem como o fruto da árvore da vida como fonte da imortalidade para o ser humano que permanece na obediência a Deus, sabendo que Deus é o único que possui em si a imortalidade inerente.

Incluimos e fazendo uso dos exemplos bíblicos como o dos Ribeiros de Edom e das próprias cidades de Sodoma e Gomorra, bem como os exemplos dado por Jesus e acerca do  Geena ou Vale de Hinom usados para exemplificar o resultado final daqueles que praticaram o mal e não se arrependeram.

Porfim, cremos na ênfase sobre o ensino da volta de Jesus, como sendo a mensagem presente para o tempo do fim e a solução para todos os males deste mundo, esta é a característica primordial de todo adventista enquanto trabalhamos para aliviar o sofrimento de nossos irmãos até este dia. Por isto a ênfase nos trabalhos missionários, de pregação e no ensino de uma vida com maior qualidade, baseada nos ensinamentos bíblicos.

Cremos que não apenas o "sola scriptura" mas o "tota scriptura" também deve fazer parte da vida de todo cristão.

terça-feira, 5 de abril de 2016

Resposta - Jesus ou Moisés: quem é “as primícias dos mortos”?

 Que alguns críticos de religião alheia não tem costume de estudar a Bíblia é algo conhecido, mas, poxa, não conhecer nem o fato de que várias pessoas foram ressuscitadas antes de Cristo?

"Por último, Jesus Cristo é chamado de “primícias dos mortos” (I Co 15.23), mas se Moisés já estava ressurreto na glória então o apóstolo Paulo se equivocou, pois nesse caso Moisés deveria ser chamado de “as primícias” dos mortos." (CACP - http://www.cacp.org.br/jesus-ou-moises-quem-e-as-primicias-dos-mortos/)



O significado de "primícias" e as pessoas que foram ressuscitadas antes de cristo:



Um outro exemplo:

"Depois morreu Eliseu, e o sepultaram. Ora, as tropas dos moabitas invadiram a terra à entrada do ano. E sucedeu que, enterrando eles um homem, eis que viram uma tropa, e lançaram o homem na sepultura de Eliseu; e, caindo nela o homem, e tocando os ossos de Eliseu, reviveu, e se levantou sobre os seus pés." 2 Reis 13:20,21

Tinha que ser o CACP!

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Resposta a comentário - Miguel é Cristo?

De minha parte entendo, em termos simples, que:
“Miguel” é um título dado à segunda pessoa da Divindade atuando no conflito entre o bem e o mal junto aos anjos, assim como “anjo de Yahweh” é um título dado à mesma segunda pessoa da Divindade atuando no conflito entre o bem e o mal junto à humanidade.
Um pouco mais sobre o assunto:

"Arcanjo", então, é uma designação usada quando Cristo atua na liderança dos anjos e que significa "chefe dos anjos".

A Bíblia faz referência ao chefe dos anjos batalhando diretamente contra Satanás, mas não define quem é este chefe dos anjos, senão pelo seu nome "Miguel" e que significa "quem é igual a Deus?" . Assim como a Bíblia faz referência ao "anjo de Yahweh” atuando entre a humanidade mas não define quem é este anjo do Senhor. E novamente aqui a palavra "anjo" significa "mensageiro" e o que temos de informação pelo nome é que se trata de mensageiro da parte de Deus, todavia, não é UM mensageiro da parte de Deus, mas sim O mensageiro da parte de Deus.

Entende-se que mesmo sendo O mensageiro, não é o único, pois como lemos, o "anjo de Yahweh” apareceu para Abraão acompanhado de outros mensageiros cuja função é o que lemos em Hebreus 1:14.

A Bíblia faz, também, referência à "o primeiro príncipe", "um dos príncipes" e "o grande príncipe".

Assim podemos entender que Cristo é este "primeiro príncipe", "um dos príncipes" e "o grande príncipe" junto aos anjos (em questão de governo e liderança entre os anjos), assim como se entende que  Ele seria o primeiro entre os mensageiros, um dos mensageiros e o grande mensageiro junto à humanidade "o mensageiro de Yahweh".


A DEFINIÇÃO DE ARCANJO

A definição Arcanjo Miguel, quando atribuído a Cristo, condensa dois significados importantes:

Como Arcanjo define a Sua posição de liderança entre os mensageiros e como Miguel a Sua essência (aquele que é igual a Deus);

É justamente o que encontramos na figura do "anjo de Yahweh" quando cremos se tratar do Cristo pré-encarnado.


QUANTO À QUESTÃO DA DEFINIÇÃO DE "PRÍNCIPE"

Veja como esta definição se entrelaça entre Miguel e Jesus tomando o mesmo contexto profético do livro de Daniel:

"Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar, e para edificar a Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; as ruas e o muro se reedificarão, mas em tempos angustiosos." Daniel 9:25

E após, diz:

"Mas eu te declararei o que está registrado na escritura da verdade; e ninguém há que me anime contra aqueles, senão Miguel, vosso príncipe." (Daniel 10:21)

Sobre Cristo:

"E pelo seu entendimento também fará prosperar o engano na sua mão; e no seu coração se engrandecerá, e destruirá a muitos que vivem em segurança; e se levantará contra o Príncipe dos príncipes, mas sem mão será quebrado." (Daniel 8:25)

Sobre Miguel:

"Mas o príncipe do reino da Pérsia me resistiu vinte e um dias, e eis que Miguel, um dos primeiros príncipes, veio para ajudar-me, e eu fiquei ali com os reis da Pérsia." (Daniel 10:13)

Veja algo intrigante:

"Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro." (1 Tessalonicenses 4:16)

"deu-lhe o poder de exercer o juízo, porque é o Filho do homem. Não vos maravilheis disto; porque vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz. E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal para a ressurreição da condenação." (João 5:27-29)

Muitos estudiosos, e que se encontram inclusive no meio evangélico, são da opinião de que esta voz é do próprio Senhor:

A "voz do arcanjo" é, aparentemente, a voz do próprio Senhor no poder do arcanjo. Sua voz aqui aparentemente referindo-se à ressurreição dos santos do Antigo Testamento, pois Ele apareceu com frequência ao Seu povo naquela época como "o Anjo do Senhor". Ele agora os chama para fora de seus túmulos com a mesma voz que muitos deles conheceram. Eles ressuscitarão de suas sepulturas simultaneamente com os "que morreram em Cristo" e participarão da "primeira ressurreição" (Hb 11:40, 12:23 "aperfeiçoados").

http://acontecimentosprofeticos.blogspot.com.br/2012/01/o-arrebatamento.html

Matthew Henry e Calvino, dentre uma extensa lista de teólogos e estudiosos, acreditavam que Miguel não era mais do que um título honorífico de Cristo.

E assim o irmão consegue entender o porque de haver esta opinião no meio Cristão sobre Miguel ser nada menos que Cristo, em mais um de seus títulos honoríficos e que denotam uma função especial.

Mas estas são opiniões! Aconselho que espere os estudos de Theophilo, pois, embora seja importante entender os pontos de vistas e isto faz parte da boa teologia, nada substitui um estudo sistemático das Escrituras Sagradas.

O mais seguro é ficar mesmo com o Assim diz o Senhor e só bater um martelo se tivermos certeza À PARTIR DAS ESCRITURAS (tenho a minha posição segundo meus estudos e o irmão também deve ter a sua, com base em seus próprios estudos).

Nesta questão, só não podemos cometer o erro de, ao assumir Miguel como sendo um título honorífico de Cristo, o igualarmos aos anjos em natureza e essência (tomando-O como uma criatura), o que é totalmente contrário às Escrituras que apresenta Cristo sendo Deus no mais pleno sentido da palavra (Colossenses 2:9):

Para mais, visite:

http://novotempo.com/namiradaverdade/miguel-nao-e-mais-que-um-titulo-do-divino-jesus/

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Resposta - Contradição da co-fundadora da Igreja Adventista


Em resposta ao artigo: www.iepaz.org.br/contradicao-da-co-fundadora-da-igreja-adventista/

Olá, queridos irmãos, a paz de Cristo.

"Recomendo-vos, caro leitor, a Palavra de Deus como regra de vossa fé e prática. Por essa Palavra seremos julgados. Nela Deus prometeu dar visões nos “últimos dias”; não para uma nova regra de fé, mas para conforto do Seu povo e para corrigir os que se desviam da verdade bíblica. Assim tratou Deus com Pedro, quando estava para enviá-lo a pregar aos gentios." Primeiros Escritos p. 78.

“Mas não citem vocês a irmã White. Não quero que alguma vez citem a Irmã White até que obtenham terreno vantajoso sabendo onde estão. Citem a Bíblia. Falem da Bíblia. É cheia de carne e gorduras. Transportem-na bem na vossa vida, e saberão mais da Bíblia do que agora.” {Colecção Spalding e Magan, p.174}.

"O Senhor deseja que estudeis a Bíblia. Ele não deu alguma luz adicional para tomar o lugar de Sua Palavra. Esta luz deve conduzir as mentes confusas a Sua Palavra, a qual, se for comida e assimilada, é como o sangue que dá vida à alma. Então serão vistas boas obras como luz brilhando nas trevas." (Carta 130, 1901.)

"No trabalho público não torneis proeminente nem citeis o que a Irmã White tem escrito, como autoridade para apoiar vossas posições. Fazer isto não aumentará a fé nos testemunhos. Apresentai vossas provas, claras e simples, da Palavra de Deus. Um “Assim diz o Senhor” é o mais forte testemunho que podeis apresentar ao povo. Que ninguém seja instruída a olhar para a Irmã White, e, sim, ao poderoso Deus, que dá instruções à Irmã White." (Carta 11, 1894.)

"O irmão J. procura confundir os espíritos, esforçando-se por fazer parecer que a luz que Deus nos concedeu por meio dos Testemunhos constitui um acréscimo à Palavra de Deus, mas com isto apresenta os fatos sob uma luz falsa. Deus escolheu chamar por este meio a atenção de Seu povo para a Sua Palavra, a fim de conceder-lhes uma compreensão mais perfeita da mesma.

A Palavra de Deus é suficiente para iluminar o espírito mais obscurecido, e pode ser compreendida de todo o que sinceramente deseja entendê-la. Mas, não obstante isto, alguns que dizem fazer da Palavra de Deus o objeto de seus estudos, são encontrados vivendo em oposição direta a alguns de seus mais claros ensinos. Daí, para que tanto homens como mulheres fiquem sem escusa, Deus dá testemunhos claros e decisivos, a fim de reconduzi-los à Sua Palavra, que negligenciaram seguir.

A Palavra de Deus está repleta de princípios gerais para a formação de hábitos corretos de vida, e os testemunhos, tanto gerais como individuais, visam chamar a sua atenção particularmente para esses princípios." (Testemunhos Seletos , vol. 2, p. 279.)

Consulte:

http://centrowhite.org.br/perguntas/perguntas-sobre-ellen-g-white/como-os-escritos-de-ellen-g-white-se-relacionam-com-a-biblia/

Não sejamos enganados por falsos ministérios que se preocupam mais em pregar a mentira e difamar a religião alheia para ganhar dinheiro com seus materiais, do que incentivar seus leitores a estudar cada vez mais a Bíblia.

Recomendações:

https://www.cpb.com.br/produto/detalhe/12308/101-perguntas-sobre-ellen-white-e-seus-escritos

http://novotempo.com/namiradaverdade/

Um abraço.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Resposta a Stardust

Stardust,
Não usei isto como peso de argumentação em favor da Lei, o irmão entendeu bem o que lhe disse, sei que o irmão entendeu.
Demonstrei de que o irmão estava faltando com a verdade ao dar a entender a seus irmãos de que a guarda da Lei é coisa de adventista e de Ellen White. O irmão sabe que não é! Sabe que é uma questão ortodoxa defendida por todas as igrejas cristãs tradicionais. Então o irmão mentiu ao dizer que isto é algo oriundo de adventistas.
Apontei também outras inverdades como a de que o sábado seria criação de homens, quando o irmão bem sabe que é criação de Deus;
Também de que o sábado foi dado só para israelitas, onde lhe mostrei de que o sábado era também para o estrangeiro, no qual o irmão mudou de argumento dizendo de que então era opcional, sem porém dar o braço a torcer em reconhecer de que estava errado ao dizer antes de que a Lei foi dada somente ao israelita.
O irmão também atribuiu o ensinamento da vigência da lei e do sábado a Ellen White, sabendo que igualmente a lei e o sábado já eram guardados e ensinados antes que tal escritora construísse seus livros. Igrejas como a Batista já guardavam e ensinavam o sábado, bem como a lei. Portanto, esta foi outra inverdade dita pelo irmão.
Stardust, o irmão sabe quem é o pai da mentira? O irmão acaso não conhece o mandamento que diz para não levantar falso testemunho contra o próximo?
Pois é isto o que acontece quando se propõe a abolir a Lei, a pessoa não sabe mais distinguir o certo do errado.
O irmão encontrará na Bíblia muitos elogios, mas nenhum dirigido àqueles que transgridem a os mandamentos de Deus, ou àqueles que praticam a iniquidade que é viver como se os mandamentos não existissem ou não tivessem validade.
Em contrapartida encontrará muitos nomes feios e ruins, mas nenhum dirigido àqueles que guardam os mandamentos de Deus.
E a questão de uma igreja ser seita ou não, não tem nada a ver com o preconceito que o irmão tem contra mulheres (Atos 21:8-9).
E conheço os ensinamentos dos ex-adventistas e seus testemunhos, ajudei a convencer-los a fechar vários blogs. Não por força legal, mas por fazer ali o mesmo tipo de trabalho de conscientização que faço em outros lugares, usando a mesma metodologia que estou usando para com o irmão, o de mostrar como estão equivocados.
Todo este processo está registrado em meu blog:
Em questão de testemunho, temos vários de pessoas que vieram de várias denominações, ali sim o irmão encontrará verdadeiros testemunhos de pessoas que tiveram contato com a Igreja Adventista do Sétimo dia e a questão dos livros de Ellen White.
E se alguém nunca lhe respondeu, lhe respondo agora, que a questão de mulheres não poderem falar em público, na sociedade de Corinto, era uma questão cultural. Débora, por exemplo:
“E Débora, mulher profetisa, mulher de Lapidote, julgava a Israel naquele tempo.” (Juízes 4:4)
Foi uma mulher de Deus. E o que dizer de Ester que não apenas tinha autoridade mas tem um livro inteiro dedicado à ela na Bíblia?
Então não podemos aplicar um costume que era local (em uma cultura onde a mulher falar em público era considerado escandaloso) à toda a igreja, tão somente para satisfazer o preconceito de alguns.
Quanto ao sacerdócio, esta é uma questão que respeito, realmente a Bíblia apresenta apenas homens exercendo esta função mas quanto a questão de uma mulher ser profetiza aí já temos exemplos nas Escrituras tanto no Antigo quanto no Novo Testamento.
E a Igreja Adventista do Sétimo Dia possui, em seu nome, antes a palavra Adventista que significa “aqueles que esperam Jesus”. Assim somos, de forma comum, chamados de Adventistas, porque somos aqueles que tem por tradição pregar o Advento, a vinda de Jesus.
Adventista (que esperam Jesus) do Sétimo Dia (que guarda o sábado)
Esperar a Cristo nos lembra da paciência dos Santos e a guarda do sétimo dia nos lembra a plena validade dos mandamentos de Deus e sua irrevogabilidade (Apocalipse 14:12).
E não haveria problema algum em não ter qualquer referência a Deus no nome de uma igreja de modo que não vejo razão em sua crítica.
E temos recomendação para a guarda do sábado, como um dia para se fazer o bem, nas Escrituras, por meio dos evangelhos. Temos recomendação, em profecia de Jesus, para que os cristãos ainda se preocupassem com o sábado, mesmo 40 anos depois da morte de Cristo (Mateus 24:20).
E Cristo recomenda constantemente que se guarde os mandamentos de Deus onde neles está incluído o sábado que Ele mesmo guardava.
No Apocalipse e que também faz parte das Escrituras, encontramos várias recomendações para que a igreja continue guardando os mandamentos de Deus (Apocalipse 22:14, Apocalipse 14:12).
Quando o irmão menciona Novo Testamento, ou Igreja, o irmão tem em mente somente as cartas de Paulo e por isto não encontra recomendação para a guarda do sábado, ainda que encontre recomendações para a guarda dos demais mandamentos de Deus, ou da Lei, em termos genéricos.
O que não te ensinaram, querido irmão é de que as Epístolas de Paulo foram escritas para resolver PROBLEMAS que iam surgindo nas igrejas, segundo o que cada igreja lhe consultava. E NÃO para servir como uma NOVA REGRA DE FÉ à igreja cristã em substituição às Escrituras e aos Evangelhos.
A regra de fé para a igreja continuava sendo os ensinamentos de Jesus e Seu exemplo.
O irmão consegue corrigir estes problemas tão somente aceitando os evangelhos como parte da nova aliança. Aceitando também os evangelhos como já sendo o Novo Testamento. E aceitando os evangelhos também como regra de fé e conduta para a igreja Cristã.
Fazendo assim o irmão perceberá de que terá que harmonizar os versos das cartas de Paulo ao que é dito nos evangelhos e corrigirá todos os problemas interpretativos que o irmão apresenta.
Quanto ao dízimo:
O Templo Israelita já possuía um sistema monetário chamado “Ciclos” e que era empregado em cada mercadoria que era apresentada como dízimo ou oferta (Êxodo 30:24, Números 3:50).
E mesmo que não houvesse, não haveria problema algum, porque o princípio do Dízimo segundo Abraão e Jacó é tudo de valor que recebemos. E moedas é apenas um meio de facilitar a aquisição daquilo que é preciso para a pregação do evangelho, inclusive alimentos.
E nos tempos de Cristo, moedas já eram apresentadas como ofertas (ver o relato da viúva e das moedinhas em Marcos 12 e Lucas 21);
E Cristo foi bem claro quanto a questão do dízimo e da caridade:
“Ai de vocês, mestres da lei e fariseus, hipócritas! Vocês dão o dízimo da hortelã, do endro e do cominho, mas têm negligenciado os preceitos mais importantes da lei: a justiça, a misericórdia e a fidelidade. Vocês devem praticar estas coisas, sem omitir aquelas.” (Mateus 23:23)
O que percebo querido irmão, e isto é crônico, é um profundo desconhecimento do texto Bíblico no meio abolicionista. Uma lida completa da Bíblia, incluindo o Antigo Testamento a que são ensinados a desprezar, já tem servido para tirar muitos sinceros cristãos deste meio perigoso e que levará muita gente à perdição, por fazerem justamente o contrário daquilo que as Escrituras realmente ensinam.

domingo, 25 de janeiro de 2015

RESPOSTA - O “Neo Trinitarianismo Triteísta Adventista”

"Ministério Conspiracionista Apologético"

Pois é amigo Luciano Sena, estais mexendo em uma visão Metodista e não adventista acerca da Trindade,

EXEMPLO:

http://www.metodistavilaisabel.org.br/artigosepublicacoes/descricaocolunas.asp?Numero=2117

A pregunta que se faz é: Esta visão acerca de Deus ser sem corpo e sem partes é uma visão ortodoxa?

Trata-se de uma definição que vai ALÉM da ortodoxia, Luciano Sena, e justamente por causa deste detalhe, estranho a alguns dos pioneiros adventistas, que estes rejeitaram a trindade.

Sendo adventistas, particularmente, não acrescentamos tal coisa em nossa crença na trindade.

2. A Trindade
Há um só Deus: Pai, Filho e Espírito Santo, uma unidade de três Pessoas coeternas. Deus é imortal, onipotente, onisciente, acima de tudo, e sempre presente. (Deut. 6:4; 29:29; Mat. 28:19; II Cor. 13:13; Efés. 4:4-6; I Pedro 1:2; I Tim. 1:17; Apoc. 14:6 e 7). (Doutrina fundamental adventista)

Veja destes mesmos irmãos metodistas a definição e que para eles constituem a fórmula ORTODOXA da trindade:

"A Doutrina da Trindade apresenta a seguinte fórmula: Deus é um e subsiste em três pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo. O Senhor Jesus enviou seus discípulos para realizar batismo em nome da Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo. Somos abençoados pela Trindade no nosso batismo. No Jordão também aparece a Santa Trindade: O Pai está nas nuvens falando ao Filho que está nas águas e o Espírito está em forma corpórea de pomba. Crer em Jesus é crer na Santíssima Trindade. Todo Discípulo é Salvo por causa da ação do Deus Trino em sua vida. Foi Deus que nos deu vida (Ef 2.1-10)."

http://www.metodistavilaisabel.org.br/artigosepublicacoes/descricaocolunas.asp?Numero=2117

Ao qual acrescentaram em suas crenças fundamentais a questão de Deus ter ou não ter corpo ou partes:

"I. Quem é Deus?

Há um só Deus vivo e verdadeiro, eterno, sem corpo nem partes, de poder, sabedoria e bondade infinitos; criador e conservador de todas as coisas visíveis e invisíveis. Deus é onipresente (está em todo lugar), Deus é onisciente (sabe todas as coisas), Deus é onipotente (pode todas as coisas). Deus é o Todo Poderoso, criador de todas as coisas (Hb 11.3). Deus é espírito (Jo 4.24) e subsiste em três pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo. Deus é um único ser com três diferenciações estruturais dentro de si. São elas: Pai, Filho e Espírito Santo. Três pessoas da mesma substância, poder e eternidade. Podemos estudar as três pessoas da Trindade segundo a função de cada uma com relação ao Plano de Redenção."

http://www.metodistavilaisabel.org.br/artigosepublicacoes/descricaocolunas.asp?Numero=2117

Em suma, a crença destes nosso irmãos apresenta algo além de sua própria fórmula acerca da trindade.

Entendeu querido irmão, de que a questão de Deus ter ou não ter corpo ou partes é uma detalhe particular na visão de uma religião?

Existem milhares de igrejas cristãs tidas como ortodoxas e nem todas creem de que Deus seja amorfo, ou sem corpo, sem partes e a quase totalidade, assim como os adventistas, não tratam de definir a natureza de Deus em seu conjunto de crenças fundamentais.

Seriam estes irmãos então, não ortodoxos e triteístas?

Agora vamos conversar querido amigo:

De onde o amigo tirou esta ideia de que a trindade adventista é triteísta? E de onde o amigo tem tirado termos como este "neo-trinitarianismo"?

Creio que o amigo está sendo muito influenciado pelo conspiracionismo e seus métodos (nada ortodoxos) no que tange a "mostrar a grande verdade escondida, que ninguém sabe e que eles não querem que você descubra, porque se você vier a descobrir eles estariam acabados".

(Sr. Adventista)

sábado, 27 de dezembro de 2014

Comentário não publicado no blog MCA - 24-12-2014



Em resposta ao comentário:

http://mcapologetico.blogspot.com/2014/11/fatos-historicos-sobre-o-neo.html?showComment=1419067793820#c9191899292428410245

Luciano Sena, a trindade vem de um conceito e não de um termo!

Assim como o Juízo Investigativo vem de um conceito e não de um termo.

Está aí o seu pressuposto equivocado, o amigo cometeu mais uma falácia.

E feliz natal, saúde e paz.