sábado, 25 de abril de 2015

Papado X Cristo





Conquanto pertença ao papado, a Igreja Católica Apostólica Romana não pertence mais a Cristo. Hoje a Igreja de Cristo está, como em toda a história, nos sinceros filhos de Deus (inclusive aqueles dentro da própria religião Católica e que são fiéis à luz da Palavra que receberam). Porque não há como se seguir a dois senhores, de forma que ou se segue a Cristo e a SUA Palavra e as SUAS Leis, ou se segue ao papado, os seus decretos e a tradição.
Esta mistura que vemos, ainda hoje, na Apostólica Romana, está muito distante da Apostólica Pura. E assim devemos, como tem toda a história da igreja cristã, aceitar unicamente a Bíblia como regra de fé, a Cristo como único e suficiente mediador e a Lei de Deus e os seus ensinamentos, como a nossa norma de conduta. A exemplo daqueles que foram perseguidos, mortos e martirizados a fim de manter viva a chama da verdade.

"Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade." (João 17:17) A Palavra de Deus é a verdade, significa que a palavra do Estado Romano Papal não é a verdade! A Bíblia que temos em mãos é a verdade, significa que o catecismo que temos em mãos não é a verdade! A Lei de Deus é a verdade, significa que a tradição não é a verdade! Cristo é o verdadeiro mediador, significa o papado é o falso mediador! Cristo é o único que pode perdoar pecados, significa que o papado não pode perdoar pecados! Cristo é o único Deus com poder e autoridade, significa que o papado não pode ser Deus, e não tem poder nem autoridade! O papado na era medieval e Cristo na era apostólica: O papado mata, Cristo ressuscita! O papado persegue, Cristo é perseguido! O papado manda matar, Cristo manda salvar! O papado condena, Cristo perdoa. O papado se cobre de finas vestes, Cristo é despido de suas vestes; O papado possui suntuosas catedrais, Cristo não tem onde reclinar a cabeça; O papado cobra pela salvação, Cristo dá a todos de graça; O papado exige penitência, Cristo pede apenas que não peque mais; O papado se cobre de glória, Cristo se cobre de vergonha; O papado é venerado e adorado, Cristo é desprezado e crucificado; O papado é tido como santo, Cristo é tido como maldito; O papado exige a morte de seus inimigos, Cristo perdoa aos seus inimigos. O papado tira a vida de outros para trazer o seu reino, Cristo dá a SUA própria vida para trazer o SEU reino. O papado vem para matar roubar e destruir, Cristo vem para que tenham vida e a tenham em abundância;

24 comentários:

  1. Olá, sr.adventista. O papado, hoje, não é mais do que a liderança de uma igreja. Tem tantos poderes como os líderes da igreja adventista. A era medieval já desapareceu, concentremo-nos no Presente.

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    1. "O papado, hoje, não é mais do que a liderança de uma igreja."

      Isto não está totalmente correto, querida irmã.

      O papado é também um poder de Estado e que possui sede, no Vaticano.

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    2. Apesar da Igreja ser dona de um pequeno estado, a separação da Igreja do poder político faz com que o poder dela atualmente seja menos nefasto. Penso até que essa separação tem conduzido a Igreja ao bom caminho, refletindo sobre os próprios atos e caminhando a favor dos desfavorecidos.

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    3. Sim, porém ocorrendo a união entre as religiões, como deseja o papado, isto tende a mudar. A igreja atrairá novamente a atenção, agora em um cenário mundial.

      Repertir-se-ia o que outrora ocorrera em Roma. A igreja, por seu poder e influência, voltaria a ter parte com o Estado.

      Um estado laico não pode privilegiar uma religião em detrimento de outra, porém se as religiões se unirem, poderá adotar medida para beneficiar a todas de modo geral.

      Tendo um representante geral das religiões na figura representativa do papado, surgiria a primeira medida: Proteção ao domingo, que é algo que beneficiaria a "todas" as religiões em tese.

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  3. Boa noite, sr.adventista. O papado poderia não representar as religiões, ao contrário do vaticínio da igreja adventista. Finalmente unidas para o bem de todos, seria aprovado um Conselho formado pelos líderes de cada uma das religiões espalhadas pelo mundo. E são muitas: budismo, hinduísmo, judaísmo, islamismo, taoísmo, cristianismo,etc. Perante um tal leque de religiões em que o cristianismo não passaria de uma gota de água no oceano seria um erro a igreja católica começar por impor (ou propor) um dia de guarda quando há coisas mais importantes a fazer em prol da humanidade. Cristo não era apenas um místico, era também um homem de ação. Tendo por detrás a doutrina bíblica como pano de fundo, a Igreja não recuaria nos seus projetos humanitários em defesa da dignidade do Homem e penso que isso seria o elo que a ligaria às outras religiões. Todas têm o mesmo propósito na sua fundação: dar uma resposta às limitações do ser humano.
    Indo às raízes filosóficas do pensamento religioso veremos que estas são comuns a todas as religiões porque o Homem é igual em toda a parte.
    Ellen White e o seu grupo tinham uma visão restrita da religião em si, ignorando as outras religiões mundiais. Para a mente da época, tudo girava à volta do combate à igreja católica e mais nada.

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    1. A proteção de um dia para práticas religiosas, implica também em uma proteção à todos aqueles que professam ter uma religião.

      Conforme ocorreu em roma, o resguardo de tal dia eleva o status de todo aquele que professa seguir a religião cristã.

      E a união das igrejas não se trata da elaboração de um conselho, mas de uma união mesmo. O Espiritismo, o protestantismo e o catolicismo tem em comum, a fé em Cristo. Assim, estamos tratando da união de todas as religiões que professam certo grau de aceitação de Cristo através destes três representantes majoritários, repetindo o que a bíblia nos relata nos eventos da torre de Babel, daí o termo babilônia.

      O ponto comum de interesse será o resguardo do domingo na lei, para práticas religiosas e que trará consigo também uma maior proteção à Igreja Cristã.

      Tendo o papado à frente das negociações e sendo o representante geral das igrejas, tornar-se-há mais fácil resguardar os interesses gerais das religiões, não apenas as cristãs mas todas aquelas que professam a crença em um Deus.

      Os alertas da IASD, entretanto, não visam um combate a esta união, pois tal união é profética e algo impossível de ser mudado. O objetivo é esclarecer e deixar as igrejas de sobreaviso, para que possam tomar a sua decisão em de tomar parte ou não tomar parte nesta união.

      E acredite, os argumentos utilizados para a efetivação da guarda oficial do domingo é segundo a propaganda de ser um projeto humanitários em defesa da dignidade do Homem, especialmente os trabalhadores e que precisam de um tempo para se dedicar à família.

      Basta a irmã entrar no site do vaticano e se iterar sobre os projetos relacionados com a família e direitos humanos.

      E isto, querida irmã é ago que vai acontecer, cedo ou tarde vai acontecer.

      O domingo já é um dia presente e utilizado para realização de cultos religiosos em todo o mundo e são a maioria.

      O que ocorreria é tão somente a oficialização deste dia e seu resguardo de forma explícita na lei, precedido por regras de funcionamento dos comércios, dentre outros.

      O que mudaria? Apenas que o comercio fecharia no domingo, como era a algum tempo atrás aqui no Brasil.

      A proposta é que tendo tempo na semana para se dedicar à família e às questões sociais e religiosas, se diminua a criminalidade causada pela desestruturação mundial da família.

      Garantindo também uma melhor competitividade dos comércios pequenos diante das multinacionais que funcionam no domingo.

      Diminuição dos afastamentos temporários dos serviços por problemas de saúde devido ao stress e outros derivados da falta de descanso.

      Ocorre querida irmão, que para se entender estas questões é preciso levar em consideração de que o papado e as demais igrejas crêem em Deus!

      Assim, precisamos analisar a questão com olhos religiosos!

      Ocorre, que estes olhos religiosos jjá estão sendo usados por lideranças políticas mundiais, especialmente os EUA.

      Não há como se ignorar de que boa parte dos problemas mundiais, as guerras propriamente ditas tem por trás motivação religiosa!

      Lidar com política é uma coisa, porém, quando entra a religião no assunto, a questão se torna muito mais complicada, pois a religião geralmente coloca a fé acima da razão.

      E como se resolve isto querida amiga?

      (..)

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    2. Envolvendo a questão religiosa nas negociações globais, ao invés de ignorá-la!

      E mundialmente não há ferramente melhor do que o papado, que já possui esta figura de liderança.

      Então, por que criar um representante intermediário, sendo que já existe um e que atua sobre uma das maiores religiões do mundo, a católica. E que possui certa simpatia de várias religiões protestantes?

      Deste modo, o que falta é apenas as igrejas formalizarem este desejo de união que já existe a bastante tempo. Estando unidas e tendo o papado à liderança perante os estados políticos finalmente se cumprirá a parte mais difícil que é ter um único representante de TODAS as igrejas com o qual os governos possam dialogar e negociar.

      E o papado será este intermediário entre a Igreja e o Estado.

      E a exigência da igreja, a resguarda oficial do domingo para a continuidade dos cultos religiosos e em troca a igreja confere, aos EUA, todo o seu poder e influência, por meio do papado, para que então o Estado, através da ONU, possam enfim dar início a implantação de uma nova Ordem Econômica e Social mundial.

      Os fatos estão aí, querida amiga, o papado já fez a primeira conclamação pessoal à união das igrejas, decretos dominicais já circulam na forma de projetos em parlamentos de várias partes do mundo. Os EUA se mostra especialmente interessado na resolução de problemas e conflitos, inclusive os de natureza religiosos e já cogitam a possibilidade de uma maior aproximação com o papado.

      O papado, portanto, é a instituição mais apta a representar as religiões em todo o mundo, para ajudar na resolução dos problemas que enfrentamos no cenário mundial atual. A questão religiosa em vista inclusive de seus conflitos não é mais algo que possa ser ignorado na política mundial.

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  4. Boa noite, sr. adventista. Entrei num site católico à sorte e numa exortação do papa Francisco lia-se:
    « Uma atitude de abertura na verdade e no amor deve caracterizar o diálogo com os crentes das religiões não-cristãs, apesar dos vários obstáculos e dificuldades, de modo particular os fundamentalismos de ambos os lados. Este diálogo inter-religioso é uma condição necessária para a paz no mundo e, por conseguinte, é um dever para os cristãos e também para outras comunidades religiosas. Este diálogo é, em primeiro lugar, uma conversa sobre a vida humana ou simplesmente – como propõem os Bispos da Índia – «estar aberto a eles, compartilhando as suas alegrias e penas».[194] Assim aprendemos a aceitar os outros, na sua maneira diferente de ser, de pensar e de se exprimir. Com este método, poderemos assumir juntos o dever de servir a justiça e a paz, que deverá tornar-se um critério básico de todo o intercâmbio. Um diálogo, no qual se procurem a paz e a justiça social, é em si mesmo, para além do aspecto meramente pragmático, um compromisso ético que cria novas condições sociais. Os esforços à volta dum tema específico podem transformar-se num processo em que, através da escuta do outro, ambas as partes encontram purificação e enriquecimento. Portanto, estes esforços também podem ter o significado de amor à verdade.

    251. Neste diálogo, sempre amável e cordial, nunca se deve descuidar o vínculo essencial entre diálogo e anúncio, que leva a Igreja a manter e intensificar as relações com os não-cristãos.[195] Um sincretismo conciliador seria, no fundo, um totalitarismo de quantos pretendem conciliar prescindindo de valores que os transcendem e dos quais não são donos. A verdadeira abertura implica conservar-se firme nas próprias convicções mais profundas, com uma identidade clara e feliz, mas «disponível para compreender as do outro» e «sabendo que o diálogo pode enriquecer a ambos».[196] Não nos serve uma abertura diplomática que diga sim a tudo para evitar problemas, porque seria um modo de enganar o outro e negar-lhe o bem que se recebeu como um dom para partilhar com generosidade. Longe de se contraporem, a evangelização e o diálogo inter-religioso apoiam-se e alimentam-se reciprocamente.[197]

    252. Neste tempo, adquire grande importância a relação com os crentes do Islão, hoje particularmente presentes em muitos países de tradição cristã, onde podem celebrar livremente o seu culto e viver integrados na sociedade. Não se deve jamais esquecer que eles «professam seguir a fé de Abraão, e connosco adoram o Deus único e misericordioso, que há-de julgar os homens no último dia».[198] Os escritos sagrados do Islão conservam parte dos ensinamentos cristãos; Jesus Cristo e Maria são objecto de profunda veneração e é admirável ver como jovens e idosos, mulheres e homens do Islão são capazes de dedicar diariamente tempo à oração e participar fielmente nos seus ritos religiosos. Ao mesmo tempo, muitos deles têm uma profunda convicção de que a própria vida, na sua totalidade, é de Deus e para Deus. Reconhecem também a necessidade de Lhe responder com um compromisso ético e com a misericórdia para com os mais pobres.



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  5. 254. Os não-cristãos fiéis à sua consciência podem, por gratuita iniciativa divina, viver «justificados por meio da graça de Deus»[199] e, assim, «associados ao mistério pascal de Jesus Cristo».[200] Devido, porém, à dimensão sacramental da graça santificante, a acção divina neles tende a produzir sinais, ritos, expressões sagradas que, por sua vez, envolvem outros numa experiência comunitária do caminho para Deus.[201] Não têm o significado e a eficácia dos Sacramentos instituídos por Cristo, mas podem ser canais que o próprio Espírito suscita para libertar os não-cristãos do imanentismo ateu ou de experiências religiosas meramente individuais. O mesmo Espírito suscita por toda a parte diferentes formas de sabedoria prática que ajudam a suportar as carências da vida e a viver com mais paz e harmonia. Nós, cristãos, podemos tirar proveito também desta riqueza consolidada ao longo dos séculos, que nos pode ajudar a viver melhor as nossas próprias convicções.

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  6. O diálogo social num contexto de liberdade religiosa

    255. Os Padres sinodais lembraram a importância do respeito pela liberdade religiosa, considerada um direito humano fundamental.[202] Inclui «a liberdade de escolher a religião que se crê ser verdadeira e de manifestar publicamente a própria crença».[203] Um são pluralismo, que respeite verdadeiramente aqueles que pensam diferente e os valorizem como tais, não implica uma privatização das religiões, com a pretensão de as reduzir ao silêncio e à obscuridade da consciência de cada um ou à sua marginalização no recinto fechado das igrejas, sinagogas ou mesquitas. Tratar-se-ia, em definitivo, de uma nova forma de discriminação e autoritarismo. O respeito devido às minorias de agnósticos ou de não-crentes não se deve impor de maneira arbitrária que silencie as convicções de maiorias crentes ou ignore a riqueza das tradições religiosas. No fundo, isso fomentaria mais o ressentimento do que a tolerância e a paz.

    256. Ao questionar-se sobre a incidência pública da religião, é preciso distinguir diferentes modos de a viver. Tanto os intelectuais como os jornalistas caem, frequentemente, em generalizações grosseiras e pouco académicas, quando falam dos defeitos das religiões e, muitas vezes, não são capazes de distinguir que nem todos os crentes – nem todos os líderes religiosos – são iguais. Alguns políticos aproveitam esta confusão para justificar acções discriminatórias. Outras vezes, desprezam-se os escritos que surgiram no âmbito duma convicção crente, esquecendo que os textos religiosos clássicos podem oferecer um significado para todas as épocas, possuem uma força motivadora que abre sempre novos horizontes, estimula o pensamento, engrandece a mente e a sensibilidade. São desprezados pela miopia dos racionalismos. Será razoável e inteligente relegá-los para a obscuridade, só porque nasceram no contexto duma crença religiosa? Contêm princípios profundamente humanistas que possuem um valor racional, apesar de estarem permeados de símbolos e doutrinas religiosos.

    257. Como crentes, sentimo-nos próximo também de todos aqueles que, não se reconhecendo parte de qualquer tradição religiosa, buscam sinceramente a verdade, a bondade e a beleza, que, para nós, têm a sua máxima expressão e a sua fonte em Deus. Sentimo-los como preciosos aliados no compromisso pela defesa da dignidade humana, na construção duma convivência pacífica entre os povos e na guarda da criação. Um espaço peculiar é o dos chamados novos Areópagos, como o «Átrio dos Gentios», onde «crentes e não-crentes podem dialogar sobre os temas fundamentais da ética, da arte e da ciência, e sobre a busca da transcendência».[204] Também este é um caminho de paz para o nosso mundo ferido.

    258. A partir de alguns temas sociais, importantes para o futuro da humanidade, procurei explicitar uma vez mais a incontornável dimensão social do anúncio do Evangelho, para encorajar todos os cristãos a manifestá-la sempre nas suas palavras, atitudes e acções.»

    Para mim, esta abertura da parte do Papa às outras religiões torna inviável a ideia de uma perseguição a quem não se submeter ao DOMINGO.

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    1. Querida irmã, há uma confusão de sua parte sobre esta questão.

      A perseguição virá de um poder político, segundo cada país onde o domingo for instituído. As sanções serão trabalhistas e no que se refere à relação de compra e venda.

      Veja, quando o domingo for instituído legalmente, qualquer trabalho que for feito neste dia se constituirá em uma transgressão da lei e um atentando contra a nova ordem econômica.

      Somente quando Deus enviar as sete pragas, querida irmã, é que babilônia, feita então desolada pelos EUA, culpará os guardadores do sábado pelo derramar das sete pragas.

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  7. Boa noite, sr.adventista. Antes de mais, explicite o termo «babilónia» no seu último parágrafo.
    Pelo que eu percebi do que acabou de escrever, a igreja católica não terá nada a ver com a decisão do poder político de legalizar o domingo como dia de descanso. Estou certa? Mas que é um retrocesso para a economia, é. Estamos habituados a ter determinados comércios abertos ao domingo, trabalhando as pessoas em horários diferentes. E quando a perseguição vier, através do Estado, o papado ficará de braços cruzados a gozar o espetáculo? A Igreja Católica, que está tão mudada, entrará numa fase medieval? O Papa do futuro renegará tudo o que foi escrito pelo Papa Francisco, tão racional, tão são de espírito e, ao mesmo tempo, imbuído de caridade e compreensão? Estará do lado do Estado perseguidor? Custa a crer mas ninguém adivinha o futuro.

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  8. Gostei muito do texto escrito pelo papa Francisco. Tem a cabeça de uma pessoa a quem a idade só fez bem, uma sabedoria prática e uma compaixão ativa. É um grande líder, sem dúvida.

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    1. O papado quer a resguarda do domingo, querida irmã, o que vem a seguir é consequência. Conquistando a simpatia dos cristãos, no passado, o estado de Roma alcançou maior prosperidade e de quebra acabou conseguindo unir cristãos e pagãos em uma mesma religião.

      A união dos EUA com o papado, não será mais que uma repetição do que ocorreu quando da união entre a Igreja e Roma. Roma prosperou.

      E Babilônia é a figura mística representativa da confusão religiosa. É um poder que se opõe ao Israel Espiritual, alcunha dado àqueles que são o Povo de Deus.

      Porém, em toda a história este poder atua contra o Povo de Deus não pela peleja, mas promovendo uma confusão religiosa, uma mistura entre o santo e o profano.

      O termo Babilônia vem da torre de babel um lugar onde ocorrera um sincretismo religioso, uma construção que, provavelmente, se tornaria o maior símbolo místico uma vez construído pela humanidade.

      Deus interviu e evitou que naquela ocasião a Babilônia se estabelecesse.

      Após o estabelecimento do povo de Israel, Babilônia surge para levar cativo o povo de Deus, Israel. Ali mais uma vez ocorre uma tentativa de mistura de crenças, tradições, filosofias e toda sorte de práticas.

      Deus intervém mais uma vez mandando Ciro à frente dos medo-persas que invade babilônia e liberta o povo de Israel cativo.

      Em roma papal, Babilônia levanta-se novamente misturando cristianismo e paganismo, Deus mais uma vez intervem enviando Napoleão e suas tropas.

      E neste tempo do fim, Babilônia se ergue por uma última vez, antes de ser destruída definitivamente.

      A Babilônia é pré-figurada pelas três rãs de apocalipse e que simbolizam o protestantismo, o catolicismo e o espiritismo.

      Quando estes três tipos principais de religiões se unirem, configurar-se há a babilônia mística novamente erguida.

      Quando perseguição, e que será política, o mundo estará começando a gozar de uma aparente paz e prosperidade e que realmente se concretizará, mas que durará por pouco tempo.

      A tolerância para com os insurgentes acaba quando, mais uma vez, Deus intervêm, desta vez mandando 7 pragas para destruir as cidades.

      Acabado de cair a última praga é promulgada a queda de babilônia.

      O mundo então não tem mais dúvida de que aquela sequência de catástrofes eram sobrenaturais e percebem de que Deus as enviou como castigo.

      Os Estados Unidos culpa o papado, que por sua vez, culpa aos cristãos como os responsáveis. Neste período sim, de desolação, há a promulgação de um decreto final em comum acordo.

      Nos EUA, quando da fuga de bandidos perigosos, houve épocas na história que as forças policiais conclamaram a pessoas do povo acostumados com a caça e o manuseio de armas a colaborarem com a polícia nas buscas em florestas. Quando isto ocorre, os cidadãos recrutados podem inclusive atirar para matar.

      O último decreto será uma autorização para este tipo perseguição.

      Cidadãos então que tiveram suas cidades devastadas saem, juntamente com forças governamentais a perseguir a todos os insurgentes em meio a matas e florestas.

      Neste período, porém, não é permitido a estes fazer nenhum tipo de dano àqueles que estão refugiados. É só o tempo de Cristo acabar de chegar à terra para que os perseguidores sejam então destruídos com a glória da SUA vinda.

      Leia O Grande Conflito, querida irmã. Depois de ler este livro a amiga compreenderá detalhadamente as coisas que estão ocorrendo e que haverão de ocorrer.

      http://centrowhite.org.br/downloads/ebooks/

      http://centrowhite.org.br/files/ebooks/egw/O%20Grande%20Conflito.pdf

      Acompanhe também através da Bíblia:

      http://novotempo.com/bibliafacil/

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  11. Os EUA irá perseguir os rebeldes que se negam a descansar ao domingo. Irá haver uma guerra mundial, com a destruição de Israel, Iraque, Emirados Árabes Unidos, Egito, Tunísia, Marrocos, Japão, China, Indonésia,Índia, Tibete, Jordânia, Irão, Afeganistão, Paquistão, Arábia Saudita, Omã, Iémen, Kuwait, Bahrein,Líbano...Ellen White esqueceu-se destes pagãos? Ou o ecumenismo não engloba as religiões não cristãs? O papa representará um grupinho de cristãos especialmente selecionados para fazerem as suas cerimónias ao domingo?

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    1. A perseguição se dará nos países onde o domingo for instituído. E se dará contra aqueles que se recusarem a guardar o domingo, incluindo aqueles que guardam a sexta.

      O conflito será interno, cada país tomará as suas próprias medidas contra aqueles que estão em suas próprias nações.

      Não entendendo as razões dos sabatistas, estes serão tomados como extremistas religiosos e potencialmente perigosos, por suas nações, assim como são nossos irmão muçulmanos.

      A este grupo incluirão-se também os israelitas que se negarem a guardar o domingo.

      O decreto dominical se instalará inicialmente nos países que já tem por tradição a guarda do domingo e onde há religiões que se reúnem para cultos neste dia. Estes aderirão à união quer ativamente ou passivamente.

      Passivamente porque, de qualquer forma, serão beneficiados com um domingo resguardado legalmente, onde poderão continuar fazendo seus cultos.

      Esta questão não é algo muito difícil de compreensão. Basta imaginar o que aconteceria se o domingo fosse instituído hoje em países onde o domingo é tomado por tradição.

      A irmã conhece que se tal coisa ocorrer, os adventistas, bem como outros sabatistas deixarão imediatamente as cidades. E devido ao adventismo ter pregado tanto acerca deste decreto dominical, bem sabe que muitos cristãos guardadores do domingo se unirão aos sabatistas, convencidos de que realmente as profecias estão se cumprido.

      Portanto, querida irmã, para estas coisas acontecerem de fato, basta o decreto dominical se concretizar.

      E assim, querida amiga, estas profecias se cumprirão inevitavelmente quando o decreto dominical sair.

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  12. «A perseguição se dará nos países onde o domingo for instituído». Safam-se todos os países em que a maioria da população não é cristã. Então, que nova Ordem Mundial é esta? E como é que o papado está a representar todas as religiões se apresenta propostas que serão automaticamente recusadas pelos países não cristãos?
    Ellen, no seu mundinho de promoção do adventismo, tinha que inventar um livro em que os sabatistas apareciam como mártires, não é verdade? E, para dar mais glória à Igreja Adventista do Sétimo Dia, a segunda vinda de Cristo ocorreria neste período de perseguição.
    Quando os judeus foram perseguidos e assassinados pelos nazis Deus achou por bem não haver mais do que a justiça humana para punir os criminosos. Esses não eram o Povo de Deus. Tratando-se do Povo de Deus=Adventistas do Sétimo Dia, Deus intervém e desce à Terra.
    Não se vê logo que é uma obra de literatura duvidosa destinada à propaganda de uma Igreja em ascenção?
    Desculpe, sr. adventista, mas não é nada contra si, só estou a manifestar a minha opinião.

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    1. O papado se estabeleceu, durante roma papal, mesmo não havendo unanimidade ou maioria cristã em todos os países, querida irmã. A Europa é cristã por tradição. Mesmo em países onde outrora adotou-se o ateísmo e o iluminismo hoje existem grande quantidade de cristãos.

      O decreto dominical se instalará nos mesmos pontos que outrora fora domínio de roma papal no passado. E não apenas a influência religiosa convencerá os países a adotarem o decreto, mas também a influência dos EUA que é mundial.

      Um domingo de descanso é de interesse de todo trabalhador, mesmo ateus e agnósticos. Estamos falando, querida irmão apenas de uma oficialização de um domingo tradicional e que existe desde roma papal.

      Não há nada de dificuldade nem bicho algum de sete cabeças em tornar o domingo que todos temos hoje como dia oficial de descanso trabalhista em todo o mundo.

      Os cristãos e qualquer outra religião que faça seus cultos no domingo ganharão um bônus que é ter um domingo devidamente amparado para a realização de seus cultos.

      Todo país, onde há descanso trabalhista, está propenso à adesão do domingo.

      A nova ordem mundial trata-se de uma organização econômica e social e atrairá até mesmo os países asiáticos onde existe um sistema de escravidão trabalhista.

      Um domingo sem trabalho é benéfico em todos os países onde funciona o sistema empregatício e pelo que consta trata-se praticamente da totalidade do mundo.

      Tire de sua mente, querida irmã, de que o domingo será uma questão puramente religiosa, pelo contrário, o domingo que há de vir é uma questão política! As religiões, por sua vez, pegarão carona do decreto recebendo benefício maior do que os que não possuem religião.

      Assim o domingo beneficiará a todos!

      E claro, querida irmã, que o foco dos livros de Ellen White é a Igreja Adventista do Sétimo Dia, pois seus livros são conselhos e orientações que visam guiar esta igreja a cumprir a importante missão que nos foi incumbida.

      Porém se a irmã lesse de fato seus livros, perceberia, que todas as religiões estão envolvidas. A função básica da Igreja Adventista do Sétimo Dia é servir as demais religiões com o resgate da Verdade.

      É fazer justamente isto que estamos fazendo, estudar a bíblia com nossos irmãos, levar-lhe o resgate de verdades como o sábado e a breve volta de Cristo, a revelação das profecias, além das três mensagens angélicas, que envolvem a preparação da igreja, tanto no aspecto da saúde como da comunhão.

      E povo de Deus não é só adventista, querida irmã, mas todo aquele que um dia aceitou a Cristo e tem permanecido fiel ao pouco de luz que cada um recebe em suas igrejas.

      A IASD é apenas a igreja física, que corresponde ao lugar onde estes irmãos podem se ajuntar quando então conhecem TODA a verdade.

      E Ellen White, não fez propaganda alguma sobre tal igreja em ascensão e que não tenha se cumprido. O tempo apenas tem mostrado de que Ellen White estava certa no que a IASD seria uma igreja de destaque especial neste tempo do fim devido à missão especial que lhe é cabida.

      Se Ellen White não fosse uma verdadeira profetiza, muito dificilmente as instituições que ela fundou perduraria e se desenvolveria ao nível que posemos observar hoje, a olhos vistos.

      Tais instituições ainda hoje seguem à risca a cartilha de administração e os conselhos de Ellen White.

      (...)

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    2. E as escolas e universidades, querida irmã, hoje comportam em sua maioria pessoas que não são adventistas. Cerca de 85% dos alunos de teologia não são adventistas. Esta maioria de não adventista também procede com as escolas e se formos considerar os hospitais é a instituição onde menos adventistas fazem uso (até por conta do estilo de vida saudável e que mantem os adventistas longe de hospitais e de uma velhice dependente de medicamentos).

      Agora me diga querida irmão! Por que motivo eu haveria de duvidar das palavras de Ellen White? Sendo que suas recomendações se concretizam hoje com uma taxa exemplar de sucesso?

      Particularmente, querida irmã, duvido daquilo que não se cumpre!

      Se a irmã lesse seus livros, perceberia que Ellen White previu com exatidão cada conflito de doutrinas e cada infortúnio pelo qual a IASD passaria nestes mais de 150 anos de existência.

      Está lá registrado cada uma das alegações que seriam utilizadas para estabelecer o domingo, inclusive a propaganda do domingo como "O dia da família".

      Está lá querida irmã, registrado em seus livros.

      Outro ponto: Quando se falava em saúde provinda dos alimentos, todos riam em sua época! Ninguém sabia da relação das vitaminas com as necessidades de nutrientes do corpo. Não se conhecia os germes que matavam pessoas aos montes nos hospitais.

      E hoje são ensinamentos e conhecimentos comuns, seguidos em todo o mundo.

      Duvidar de um decreto dominical, querida irmã, ainda que haja projeto tramitando na Europa e leis sendo já localmente efetivadas é uma coisa. Porém, duvidar de algo que se concretizou e que podemos ver a olhos vistos, é um tanto difícil de compreensão.

      Não é a IASD quem está trazendo à tona verdades esquecidas desde a época da união da igreja com o estado? Não é a IASD que tem pregado a Bíblia e toda a bíblia?

      Não é a IASD, querida irmã, quem tem ensinado a interpretação das profecias?

      Não é a IASD que tem tido papel de grande importância na pregação do evangelho em todo o mundo, através de impressos, livros, rádio, TV e agora internet?

      Não é a IASD que tem sido foco das controvérsias de irmãos das mais variadas denominações? E não é a IASD quem tem sido também foco de admiração de irmãos que acompanham nossos estudos em todo o mundo?

      Pergunto então, a IASD hoje, não faz jus àquela propaganda?

      Ellen White não apenas previu o rumo que a igreja tomaria, ela também deu orientações e conselhos e seguindo estas orientações e conselhos chegamos exatamente no ponto em que ela à 150 anos atrás profetizou que estaríamos.

      Então pergunto, por que a literatura de Ellen White seria duvidosa querida irmã?

      (...)

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    3. Não é seguindo as orientações de saúde que os adventistas alcançaram uma das maiores taxas de longevidade do planeta?

      Não é seguindo estas orientações que hoje temos uma das maiores redes de hospitais dos EUA?

      Não é seguindo estas orientações que hoje temos rádio, tv, estudos bíblicos impressos e programas pela internet?

      Não é seguindo estas orientações que temos igrejas hoje espalhadas por todo o mundo.

      E não é seguindo estas orientações que os adventistas hoje são bastante dedicados ao estudo e ensino da Bíblia?

      Todos os sinceros filhos de Deus querida irmã, estão incluídas neste ministério do Espírito de Profecia. É a estes também que seus livros foram dirigidos! O convite a guardar os seus conselhos e orientações são para cada pessoa religiosa ou não e que querem ter uma vida em maior harmonia com aquilo que representa a vontade de Deus.

      Nenhuma linha de qualquer livro de Ellen White, exclui qualquer pessoa dos benefícios que ela assinalou aos Adventistas do Sétimo Dia.

      Por conta de Seus escritos os adventistas foram beneficiados e por conta de seus escritos, qualquer cristão ou não cristão assim também o pode.

      Basta fazer uso de seus conselhos e orientações!

      Deste modo os livros de Ellen White faz propaganda de um povo, e não apenas adventistas, que ouvem as Palavra de Deus contida na Bíblia e torna a praticar hoje, aquilo que sempre consistiu na vontade de Deus para nossa vida.

      Não é a Bíblia que nos aconselha, ou ordena a nos abstermos de um tipo de carne que faz mal à saúde? Não é a Bíblia que nos ensina a cuidar de nosso vestuário, de não dá ênfase a adornos e joias exteriores?

      Não é a Bíblia que nos ensina a descansar no sábado? Não é a Bíblia que nos ensina a adorar a Deus? Não é a Bíblia que nos ensina a incluir a cura de doentes na pregação do evangelho?

      Não é a Bíblia que nos ensina a manter uma vida pura, santa, longe dos prazeres do mundo e a gostar mais daquilo que é bom, justo e de boa fama?

      Não é a Bíblia que nos diz de que devemos interpretar suas profecias a fim de saber as coisas que haverão de vir?

      Não é a Bíblia que nos diz de que Deus sempre mandaria um profeta à falar a SEU povo a fim de os orientar em cada período da história?

      Não é a Bíblia que contém todos aqueles mandamentos ensinados pela Igreja Adventista do Sétimo Dia?

      Em toda a história, inclusive nos períodos de confusão religiosa, Deus não teve sempre um povo remanescente que não se conformou em permitir que as verdades de Deus fossem jogadas por terra:?

      (...)

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    4. Não tivemos em toda a história, perseguição justamente a estes que são fiéis a Deus e guardam os seus mandamentos?

      E não são estes que, em toda a história, foram tratados como fundamentalistas? Criadores de caso? O pessoal do contra?

      E não são estes, os que foram mortos ao fio da espada, levados às fogueiras, encarcerados nas prisões e jogados aos leões os que foram ridicularizados em sua fé?

      O favor de Deus é para toda a humanidade, querida irmã, porém a salvação é apenas para aqueles que Amam a Deus.

      Amar a Deus é mais do que crer de que ELE existe, poque neste quesito até os demônios creem.

      Mas quando você o conhece e tem consciência do que ele fez por nós, aí é impossível não amá-lo. E em cada religião, individualmente existem aqueles que amam a Deus e que puderam ter um vislumbre por mínimo que seja do seu Santo caráter. Esta pequena luz já será suficiente para a salvação de muitos destes.

      Porém há aqueles que já receberam toda a luz que poderiam receber e ainda assim não puderam crer.

      A fé querida irmã é algo que vai além da razão, é algo que não se explica totalmente com palavras, mas que se vive.

      A fé, para quem não vive, é algo estranho, entretanto é o meio que Deus escolheu para que possamos nos ligar a ELE. Porque o simples conhecer de que Deus existe não pôde manter a terça parte dos anjos que se rebelaram contra Deus. O simples crer, ainda que se veja, não pôde manter todos aqueles do povo de Israel em fidelidade aos SEUS mandamentos.

      Não há como se enganar sobre o caminho verdadeiro, porque quando você o encontra, o Espírito Santo lhe incomoda na consciência.

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