sábado, 6 de agosto de 2016

O sistema de grupinho ataca novamente com nova roupagem

É! O sistema de grupinho resolveu atacar novamente, usando o mesmo formato antigo, porém com rostos mais desconhecidos.

Incentivados pelas propagandas, materiais e demais aparatos, como os do CACP, seguindo idéias e tendências de sites brasileiros como o "adventistas.ws" e à partir do mau exemplo de um conhecido site americano, decidiram relançar um dos produto fracassado de 6 anos atrás:







E continuando com o mesmo e costumeiro trancar de comentários nos blogs de tais ditos "ministérios". Ei-lo com nova roupagem.




Frases do mesmo autor do livro mencionado desmonta toda a afirmação:

Deus tem filhos, muitos deles nas igrejas protestantes, e um grande número nas igrejas católicas, que são mais fiéis para obedecer à luz e para proceder de acordo com o seu conhecimento do que um grande número entre os adventistas observadores do sábado que não andam na luz. O Senhor quer que a mensagem da verdade seja proclamada, para que os protestantes sejam advertidos e despertados para a verdadeira condição das coisas e considerem o valor do privilégio da liberdade religiosa que têm desfrutado há muito tempo.
Mensagens Escolhidas, Volume 3, p. 386.
E em que corporações religiosas se encontrará hoje a maior parte dos seguidores de Cristo? Sem dúvida, nas várias igrejas que professam a fé protestante.
É a velha tática de Flávio Martinez, de mostrar a capa de livros alheios fechados e dizer o que estaria escrito dentro.


Textos isolados fora do contexto também se mostram como um prato cheio.

Realmente quando política e religião se misturam a coisa desanda. Muitos cristãos fazem aquilo que se pede, vendendo seu compromisso com a verdade .

http://novamenteadventistas.blogspot.com.br/2016/01/cacp-por-que-tantas-reclamacoes-sobre.html

Parece que o produtor de acusações voltou a reabrir sua franquia, aliciando novos grupos a fim de fazer a sua propaganda.

Algumas coias, entretanto, nunca mudam em tais vídeos: a abordagem, o enredo, postura, método, dentre outros, segundo a família que tem por tradição produzir este tipo de vídeos.

Nosso antigo amigo 171 da IASD que o diga. Poderiam pelo menos deixar de pegar no pé do prestigiado Pastor Alejandro Bullón.

https://youtu.be/L94L5-R6Udc?t=154

Realmente são insistentes, mas Deus é poderoso e tem tirado os próprios soldados de tais homens, nestes últimos anos, colocando-os em caminhos mais nobres.

Mais um ministério? Fazer o quê! Mesmo script nos vídeos? Ok! Mesmas abordagens posturas e acusações? Tá bom! Mesma central e produção? Para variar!

Vamos ver então do que é feita esta mistura de falsos ministérios com política e apologética nestes 6 últimos anos.

Mais informações e um dos motivo de se preocuparem tanto com a popularidade da Igreja Adventista do Sétimo dia:

https://adventismoemfoco.wordpress.com/os-filhos-de-deus-nas-outras-igrejas/

7 comentários:

  1. Irmãos contra irmãos, não é? O cristianismo devia estar todo unido, cada qual respeitando as ideias alheias. Seria bonito se Testemunhas de Jeová cumprimentassem seus irmãos adventistas na rua ou se as várias denominações protestantes fizessem o mesmo entre si. Unidos na diferença, assim é que deveria ser. Porque é que um católico não pode frequentar de vez em quando a igreja X para ver como é e depois regressar à sua antiga igreja? Porque é que eu não posso ir à igreja adventista durante dois sábados, parar durante outros dois sábados, voltar novamente, ausentar-me de novo para ir à igreja Y, regressar e assim enriquecer-me mais, tentando compreender os fundamentos de várias igrejas?

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    1. Olá irmã maria, por muito tempo frequentei esporadicamente a IASD, além de ir à igreja, era convidado para piqueniques acampamento. Era um tanto difícil porém, em uma família orientada ao espiritismo e que já havia convivido em meio a adventistas.

      Ocorre que as famílias e as demais igrejas criam um certo tipo de preconceito. Agora, para quem não tem nenhum tipo de vínculo religioso, não há problemas ir alguns sábados à igreja, ir aos eventos.

      A igreja, não apenas apóia, como suas instituições possuem em cerca de 80%, pessoas não adventistas, nas escolas e hospitais. Na igreja porém, mesmo sendo de portas abertas assim como as demais instituições, encontramos poucos visitantes em cada sábado.

      Estes visitantes e até mesmo pessoas que não professem uma religião podem, inclusive participar de cerimônias como a santa ceia.

      Esta prática "ecumênica digamos assim", vêm desde as origens da igreja, quando irmãos de várias denominações se uniram em um propósito, mesmo cada um tendo crenças diferentes.

      Não por acaso, todos passaram a estudar mais a Bíblia e muito rapidamente foram adquirindo uma unidade de fé.

      Por muitos anos o movimento adventista viveu assim até que decidiram criar uma igreja, uma vez que o número de adeptos havia aumentado muito e se mostrava necessário manter alguma organização.

      A Bíblia propiciou esta união.

      O que separa de fato as igrejas cristãs é a questão de doutrinas.

      A IASD tem por tradição se aliar a outras religiões, incluindo a católica e até mesmo instituições não religiosas, como a Disney e até mesmo instituições que são contrárias aos ensinamentos bíblicos, como fábricas de vinho, toda ajuda é bem vinda quando o objetivo é fazer o bem.

      E a igreja hoje tem sofrido preconceito, por parte de igrejas adventistas dissidentes, por continuar a manter esta postura.

      Há dois tipos de união ou ecumenismo.

      O primeiro é um grupo maior se unir concordar em certas doutrinas e impor isto aos grupos menores que discordam.

      O segundo é se unir para as boas obras, aliviar o sofrimento dos irmãos e erguer instituições que promovam o bem.

      Na administração dos hospitais adventistas, por exemplo, um dos diretores até certo tempo atrás era um judeu. Instituições relacionadas com a saúde e medicina tanto católicas como adventistas também já se uniram na criação de hospitais.

      (...)

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    2. Há hoje, por exemplo uma instituição adventista onde é comum você encontrar imagens de santos na beira da cama de alguns apartamentos, ou mesmo esquecidos na capelinha que possuem nos fundos.

      Assim, por trás dos ataques contra a IASD, usando como justificação as doutrinas adventistas, há algo muito maior.

      Assim o medo não se justifica apenas por questão de doutrinas mas pela IASD como instituição.

      E a igreja se une, mas sem abdicar de suas doutrinas. Se todos respeitassem este direito, as igrejas hoje se uniriam para fazer o bem e o mundo hoje seria muito diferente.

      E em se tratando de cristianismo, de uma coisa não se pode abrir mão quando o assunto é união por meio de doutrinas:

      "Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade." (João 17:17)

      O problema é que as igrejas protestantes ensinam hoje tradição como se fossem doutrinas. E quando uma doutrina Bíblica se mostra contra a tradição, desprezam a doutrina bíblica, para ficar com a tradição.

      Tradição é boa, mas se formos transformar isto em religião, aí teremos problemas, porque tradições são criadas por homens, tanto bons quanto maus.

      Religião segura, só mesmo em torno dos ensinos de um Deus perfeito, que conhece todas as coisas. E se professamos o cristianismo e nos firmamos nos exemplos e ensinamentos de Cristo, assim devemos fazê-lo. E Cristo não ensinou a revogar a Bíblia em prol da tradição, pelo contrário, nos advertiu e ainda condenou quem o fizesse.

      E se assim a igreja houvesse permanecido, seria mansa, amável e repleta de boas obras, assim como os cristãos da igreja primitiva o eram enquanto se espelhavam em Cristo, seus ensinamentos e somente na Bíbia Sagrada.

      Ovelhas mansas e que faziam apenas o bem e que por isto foram destinados à leões nos tempos da antiga Roma.

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  2. Em relação ao 1º vídeo, o senhor que fala tem razão quanto ao exagero de dízimo que se é obrigado a dar.Tal como um Estado não pode impor tributos pesados ao povo, uma igreja que se preze não pode sobrecarregar os membros com o dízimo. Os dirigentes da igreja não compreendem que o dízimo não se pode tornar mais um imposto? No tempo de Cristo e antes dele o dízimo era realmente um imposto para não deixar a classe sacerdotal morrer de fome. Acaso os membros não pagam já os impostos ao Estado para terem acesso à saúde, às estradas, à educação? O dízimo dado de livre vontade e conforme as posses de cada um é mais prazeroso. Pode o sr. adventista afirmar que assim nem todos davam. Podiam não dar todos mas as igrejas estariam mais cheias porque quem lá fosse sabia que não ia ser explorado. De vez em quando podiam-se fazer coletas para uma calamidade que ocorresse a algum membro da igreja a nível local. Assim todos veriam o destino do dinheiro e se estava a ser bem empregado. Por exemplo, uma pessoa podia ser vítima de um incêndio em casa. Esses donativos iriam ajudar a reconstruir a casa. Outra pessoa ficava desempregada. Dar-se-iam donativos para comprar artigos para os bebés ou bens alimentares.Isso já seria o dízimo e não ofertas à parte. Como é que alguém consegue sobreviver se tem que pagar impostos, dízimos e ofertas?

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    1. Olá irmã Maria, o plano de Deus para Seu povo não incluía a existência de reis ou governantes de estado. Toda a administração estava centrada no sacerdócio. A economia também era baseado segundo o santuário e sacerdócio.

      Melquisedeque, por exemplo, era rei de Salém e também sacerdote. Cristo também é chamado de sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque, isto significa que Cristo é também sacerdote e rei.

      Na nova terra, Cristo é quem governará todo o planeta, por isto é dito, acerca daquela pedra que acerta os pés da estátua e a esmiúça de que Seu reino será eterno e jamais passará.

      O povo porém exigiu para que lhes fossem feito um rei, então tivemos Saul, Davi, Salomão e demais reis, à parte do sacerdócio.

      A intenção de Deus era ser Ele o rei e a fonte de consulta do povo de Israel, por meio de Moisés e Arão.

      Se assim houvesse sido, hoje devolveríamos apenas 10% do que recebemos para aplicação única na manutenção do sacerdócio, garantindo a expansão do povo de Deus sobre a terra. E daríamos também as ofertas, segundo o nosso desejo e o que Deus tocar em nosso coração.

      Tudo o mais seria cuidado por Deus, por exemplo, na época de Davi, Deus enviava Seus anjos para batalhar no lugar do povo. Não era necessário nem mesmo a existência de um exército nem sua manutenção.

      Deus garantiria uma terra fértil e farta colheita e ainda garantia que na fidelidade do dízimo haveria um derramamento na forma de bênçãos sobre todo o povo. Deus por exemplo criou um meio de curar os israelitas do veneno de serpentes. Garantiu também que viver aos 100 anos seria viver ainda jovem e que os animais ali seriam todos mansos, onde até mesmo as crianças poderiam brincar com o leão.

      Mas ponto por ponto, o povo foi duvidando das promessas de Deus, Davi levantou um censo e queria preparar soldados para a guerra, não confiando no que Deus havia dito.

      O povo foi se tornando avarento e passou a reter para si as riquezas, procuraram obter vantagens uns sobre os outros, não haviam aprendido a lição que Deus estava dando.

      A diferença social foi aumentado as viúvas ficavam desamparadas, os órfãos passavam fome, as doenças aumentavam, enquanto o povo se afastava mais e mais de Deus e se aproximava mais e mais de outras nações.

      Por conta disto, as bençãos de Deus começaram a minguar, a terra já não produzia como antes, ameaças de guerra e invasões voltaram a ocorrer.

      O homem deixou de confiar no governo de Deus e a confiar mais em seu próprio governo.

      (...)

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    2. Deus retirou sua presença do santuário e o povo ficou entregue às demais nações e ao seu rei que nada poderia fazer, para que assim aprendessem de que em si mesmos não tinham força e poder para ter domínio sobre a terra.

      Deus abençoou ainda estes reis de israel, mas estes ainda assim não se arrependeram de seu orgulho e avareza e decidiram fazer conchavos com o império que havia sobre a terra.

      E assim passaram a serem dominados e levados cativos por estes mesmos impérios. O povo se reduziu à uma pequena parte, até que uns poucos levantaram os olhos para o céu e decidiram clamar e confiar em Deus mais uma vez.

      Porém, Deus não permitiu mais que o Seu povo vivesse fora do julgo dos impérios que, um a um, foram surgindo sobre a Terra. Em verdade Deus estava guiando o passo dos governantes de alguns destes impérios.

      Deus utilizou governantes pontuais destes impérios para beneficiar seu próprio povo e também a nação de Israel, para que todos se arrependessem e passassem a confiar mais em Deus.

      Nabucodonosor e Ciro, foram alguns destes governantes.

      Mas ao tentarem se unir com estes impérios, foram dominados e tiveram então que pagar impostos ainda mais pesados do que aqueles cobrados pelos seus próprios reis em apostasia.

      E assim Deus permitiu colocar antes estes impérios para governar Israel do que seus próprios reis.

      O messias viria então para tomar o Seu lugar como Sacerdote e Rei entre o povo de Israel, o que significaria, na compreensão dos Israelitas uma libertação do julgo da dominação das demais nações.

      Cristo viria para restaurar as veredas de Seu povo e tornar o seu povo próspero assim como antes fôra.

      Mas recusaram a última oportunidade e perderam o privilégio que antes tinham, o cálice da paciência de Deus se esgotou. Os poucos da casa de Israel que aceitaram, então, foram feitos a Igreja e o Povo de Deus. Bem como aqueles que não eram daquele aprisco, sobre os quais Deus havia atuado, a exemplo dos três reis magos que visitaram o menino Jesus.

      Israel seria o ponto de reunião de todos estes povos mas, em vista da rejeição, vieram duras consequências e o povo acabou se espalhando obre a terra.

      Não se cumpriu então sobre Israel todas as promessas de prosperidade ditas por Deus, porque a nação escolhida, por sua própria decisão, rejeitou pela última vez ao seu Deus. Queriam o poder, não o arrependimento, queriam dominar sobre a terra e não ficar sob o domínio do seu Deus.

      Imagine a angústia de Cristo, olhando para a cidade de Jerusalém, já tendo sido dado a conhecer, por Deus, de que tal cidade e seus suntuoso santuário, orgulho da nação de Israel, seria derribado e não ficaria pedra sobre pedra.

      O orgulho de Israel deveria ter sido testemunhar o Messias pisando naquele Santuário, mas nem ao menos O reconheceram, porque seus olhos estavam completamente cegados pelo orgulho e a vaidade.

      "Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que te são enviados! Quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha os seus pintos debaixo das asas, e não quiseste?" (Lucas 13:34)

      (...)

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    3. Jesus então, justou os seus apóstolos e saiu desesperadamente à busca das últimas ovelhas perdidas, e sendo rejeitado no centro, foi aos arredores de Jerusalém, entre ladrões, prostitutas e cobradores e impostos. Era que, pela influência dos sacerdotes e dos grandes mestres, toda a nação reconhecesse ao Cristo, mas estes foram os que mais O rejeitaram.

      Não podemos, então, imaginar a angústia de Cristo, sabendo que naquela noite morreria no calvário, tendo ainda sido rejeitado por sua própria nação, sabendo que Israel seria invadida e o santuário destruído.

      E Cristo tinha ainda que ir como ovelha muda ao matadouro sem abrir a boca. E seria ainda traído por um de seus apóstolos e seria também negado por um dos discípulos que havia passado mais tempo com Ele.

      Cristo morreu, mas deixou uma semente, que foi mais tarde derramada sobre a terra. Seus seguidores não somente do seus dízimos e suas ofertas, mas seu próprio sangue e sua própria vida ofereceram para levar avante ao mundo a mensagem do evangelho.

      Deus nunca exigiu nosso sangue, nem nossas lágrimas, o plano de Deus era Ele mesmo conduzir os trabalhos de pregação do evangelho e conhecimento do Deus verdadeiro a todos os povos. Mas nossa desconfiança na providência Divina nos levou à ruína ao tenar alianças com os reis da terra e que nada queriam com Deus.

      E Deus sempre derramava bênçãos sobre Seu Povo, para que pudessem compartilhar com as demais nações da terra e assim as nossas boas obras seriam um canal de bênçãos a todo o mundo.

      "Assim diz o Senhor dos Exércitos: Naquele dia sucederá que pegarão dez homens, de todas as línguas das nações, pegarão, sim, na orla das vestes de um judeu, dizendo: Iremos convosco, porque temos ouvido que Deus está convosco." (Zacarias 8:23)

      A Igreja Adventista, hoje é separada em departamentos, destinados à cuidar das necessidades de cada irmão. Possui também um sistema de colportagem, para dar a jovens uma maneira de garantir o seu sustento. Parte do dinheiro arrecadado é destinado à estes departamentos, outra parte é destinada às despesas e salários dos funcionários, outra parte é enviado à ADRA e ASA que atua em catástrofes e outras calamidades.

      Infelizmente o que se arrecada ainda não é suficiente para sermos auto-suficientes como é hoje em cidades como Loma Linda e San Martin. Por sorte, os próprios irmãos se ajudam, hospedando doentes que estão em tratamento e levando alimentos e roupas aos que necessitam.

      Se os impostos aqui não fossem tão injustos, com certeza já teríamos no Brasil cidades como estas. Nestas cidades, jovens vem de várias partes do mundo, San Martin é uma das cidades com mais diversidade de estrangeiros em todo o mundo. É uma cidade sobretudo universitária, ensina-se a ganhar o pão, ali ninguém passa necessidade, levam uma vida saudável, praticamente não há crime nem violência, uma miniatura do que seria Israel hoje se houvessem confiado em Deus.

      E estamos tentando trazer este trabalho para o Brasil, mas está difícil e ainda tem certo "povinho" que não ajuda.

      Em verdade temem que aqui no Brasil surjam lugarejos que acabem se tornando como são aquelas cidades hoje.

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