segunda-feira, 14 de março de 2016

Os hebreus e as aparições


Comentário apagado de :



Muito boa observação, irmão Wesley.

Temos que nos perguntar se Almas realmente apareciam à pessoas. Se Satanás tinha realmente poder para tirar alguém do céu ou do inferno e fazer aparecer a alguém em uma forma desencarnada.

Porque Deus deixa claro que nenhuma destas coisas eram obras Suas:

"Quando, pois, vos disserem: Consultai os que têm espíritos familiares e os adivinhos, que chilreiam e murmuram: Porventura não consultará o povo a seu Deus? A favor dos vivos consultar-se-á aos mortos?" (Isaías 8:19)

Então nos perguntamos, será que as experiências sobrenaturais espíritas que permeavam a cultura hebraica eram derivadas de manifestações reais? Ou se tratavam de manifestações demoníacas?

Segundo o que a Bíblia nos mostra, a experiência hebraica era baseada em ensinamentos de agoureiros, necromantes e pessoas que consultavam os mortos, no que sabemos que estes mortos eram na verdade demônios e não pessoas.

Assim sendo, Satanás levava alguns a pensarem de que a consulta e aparição de espíritos era algo possível.

Exemplo de alguém que caiu neste "conto do vigário": o rei Saul.

Assim sendo os ensinamentos imortalistas da filosofia grega eram embalados por experiências com o sobrenatural, relatados inclusive na Bíblia que os israelitas liam.

Entretanto os israelitas não criam que estes espíritos provinham de um céu ou de um inferno, mas sim do dormitório, sepultura.

Até que entraram em contato com a doutrina grega sobre uma dualidade do ser humano.

E o resultado disto?

Parábola do Rico e Lázaro.

Cristo porém redirecionou a atenção dos israelitas em sua época, para a ressurreição. Cristo não cria na imortalidade da alma, nem em aparições fantasmagóricas, mas na morte como um sono.

A ressurreição é o ponto chave para a desmistificação acerca do estado do ser humano durante a morte.

A ressurreição baseia-se em fazer a alma ressurgir da mesma forma como surgiu em Gênesis 2:7.

Assim sendo, todos os mortos passarão pela experiência de Adão.

E tanto não era necessária a existência de uma alma consciente sobrevivendo fora do corpo quando a alma surgiu, como também não será necessária quando a alma ressurgir com seu corpo e espírito perfeitamente "encaixados".

Assim, a Bíblia não prega a imortalidade da alma, mas a RESSURREIÇÃO DA ALMA!

O ressurgir da sepultura (dormitório)!

Este é o ensinamento Bíblico. Todo o resto é artimanha pregada por meio de ensinos e artifícios criados por Satanás.

Então a serpente disse à mulher:

"Certamente não morrereis." (Gênesis 3:4)

Usando daquela mesma mentira pregada o Éden para enganar a humanidade. Satanás prossegue ensinando que a alma não morre, de fato, mas sobrevive em um estado intermediário fora do corpo.

E consultando a estes, a humanidade enganada acaba consultando a Satanás.

Portanto este ensino de que a alma sobrevive fora do corpo é demoníaco e deve ser abandonado pela comunidade cristã, porque tal ensino não tem parte com as coisas de Deus e o plano da redenção que está focado na ressurreição como solução ÚNICA e DEFINITIVA para a morte, sem artifícios intermediários e sem tornar a alma humana como que tendo um estado naturalmente imortal:

"Aquele que possui, ele só, a imortalidade, e habita em luz inacessível; a quem nenhum dos homens tem visto nem pode ver; ao qual seja honra e poder para sempre. Amém” (cf. 1Tm.6:16)

A pretensão de ter uma imortalidade inerente, assim como Deus, é ago que surtiu no ego de nossos pais Adão e Eva.

Faz parte da pretensão de ser como Deus.

Deus é naturalmente imortal, porém, a imortalidade humana é algo que é necessário ser adquirida da parte de Deus, seu representativo é a árvore da vida e a condição é o não pecar.

Pecou!? Perdeu o direito à esta imortalidade. Porque Deus não trata de perpetuar o mal e o pecado, pelo contrário ele estingue.

E se Deus privou Adão e Eva do fruto que concede a vida eterna é porque não queria de fato que o homem pecador vivesse eternamente, quer em delícias, ou em tormento.

Nenhum comentário:

Postar um comentário