segunda-feira, 3 de agosto de 2015

A lei de Deus é a lei de Cristo

Aquelas Leis dadas a Moisés são a Lei de Cristo.

Quem escreveu a lei nas tábuas de pedra com SEU próprio dedo?
Cristo.

Quem ditou a lei que Moisés escreveu no livro?
Cristo.

Quais mandamentos foram ordenados no Novo Testamento? Aqueles mesmos que uma vez foram entregues a Moisés. Corrigidos e tendo recebido o verdadeiro sentido.

Cristo veio para cumprir aqueles mesmos mandamentos uma vez entregues a Moisés.

Cristo não deu mandamentos que contrariassem ou revogassem os antigos.

Quando Cristo morreu o que rasgou foi o véu do templo e não o livro da lei, que ficava ao lado da arca da aliança e nem os mandamentos escritos em tábuas de pedra que ficavam dentro da arca da aliança.

Do que Cristo nos livrou?

Do aspecto condenatório da Lei! E que exigia o derramamento de sangue para remissão de pecados!

Os pecados do povo eram simbolicamente aspergidos nas pontas dos chifres do altar, bem como nas cortinas que davam acesso ao Santo dos Santos.

Quando o véu se rasgou ao meio, juntamente com ele foi nosso escrito de dívida simbolizado pelo sangue acumulado de nossas transgressões.

Então, que parte da lei dada a Moisés não temos mais que guardar?

Aquela relativa ao santuário.

Cuidado irmãos, porque Cristo não veio revogar ponto algum da lei, ELE veio fazer-se cumprir naquilo que era relativo ao sacrifício do cordeiro.

E Cristo rasgou aquele véu para que tivéssemos acesso ao Santo dos Santos, onde há contida a arca da aliança e dentro dela as tábuas lavradas por Moisés e que continham os mandamentos escritos pelo próprio dedo de Cristo. E ao lado estava o livro da lei, que além daquele aspecto cerimonial, continha leis de cunho judicial.

E o livro da lei, contendo incluso o aspecto cerimonial, continuou vigente para quesito de completo ensino, porém não necessitando mais a prática ritualística daquilo que era do cerimonialismo e que apontava para Cristo.

Todo o cerimonialismo era uma sombra de ensino sobre Cristo e SUA missão.

Antes nós representávamos este ministério através de figuras porém, hoje, Cristo cumpre em si cada detalhe daquele cerimonialismo.

E o filho de Deus sendo sacrificado pela humanidade, se tornando nosso sacerdote e nosso sumo-sacerdote era prefigurado em todo aquele ritual simbólico passado de geração-para-geração. Era o evangelho descrito na forma de símbolos e representações.

Ainda hoje precisamos dos ensinos ritualísticos para entender o plano da salvação e o trabalho que Cristo realiza hoje em nosso favor como Sacerdote e Sumo-sacerdote, uma vez nos tendo servido como Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.

Cristo hoje não está abolindo, mas cumprindo aquela representação dada na forma de Lei. Fazendo contínuo uso do SEU próprio sangue derramado uma vez e por todas na cruz em nosso favor.

Hoje fixamos os olhos em Cristo e SEU ministério que hoje é algo real, e não mais nas figuras explicativas de SEU Ministério.

O santo-dos-santos é o compartimento de juízo, ali está contido o meio pelo qual seremos julgados.

Não cumprir os quesitos cerimoniais da lei, antes era motivos de condenação, porque rejeitando-os estaria se rejeitando todo o trabalho que Cristo faria, no futuro, em favor de SEU povo. Porém hoje, não cumprir aquele ritualismo não é mais motivo de condenação, porque hoje Cristo cumpre tudo aquilo por nós em um ministério real por meio de um verdadeiro sacrifício no verdadeiro santuário que está no céu e que serviu de modelo para a criação do santuário terrestre.

Cada Israelita que morreu antes do sacrifício de Cristo é julgado segundo as leis contidas nas tábuas de pedra e a lei contida no livro que ficava ao lado da arca da aliança. Aqueles que não cumpriram o ritual de sacrifício do cordeiro estarão condenados, porque este era o meio pelo qual o Povo de Deus poderia manifestar sua fé no Cristo que viria.

Para os que vieram após e que fizeram justamente o contrário, deixando de lado o Cristo e procurando tornar ao antigo meio, a fim de alcançarem justificação, colocaram-se em condenação.

E o que justificava o Povo no Antigo Testamento? Os mandamentos escritos em tábuas de pedra? Ou os rituais onde expressavam a fé no sacrifício do Cordeiro?

A justificação sempre foi pela fé expressa no sacrifício do Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.

O que nos mostra de que a Lei escrita nas tábuas de pedra tinha um outro fim, uma outra finalidade.

E a função da Lei escrita em tábuas de pedra é nos mostrar o pecado, para que pela consciência possamos buscar a Cristo, hoje não mais entremeio ao cerimonialismo mas por uma fé diretamente expressa Naquele a que todo o cerimonialismo representava.

Somente pelo conhecimento do pecado é que podemos sair da ignorância, a fim de que possamos ter a oportunidade de escolha e da salvação.

Este conhecimento do pecado vem pela Lei que Deus nos deixou, pela Palavra que Ele nos deixou.

Porém conhecendo o pecado, saímos da ignorância e tendo conhecimento dele nos colocamos sob o peso da condenação. Mas fomos livrados do peso desta condenação, graças ao sacrifício de Cristo. E hoje não mais a condenação, mas a graça está sobre nós.

Esta mesma graça era imputada àquele que, antes do sacrifício de Cristo, se achegava a Ele manifestando a fé em Seu sacrifício por meio de cerimônias ritualísticas.

E tanto hoje, quanto antigamente, a graça é somente acessível por meio da manifestação de fé no Cordeiro!

Esta manifestação de fé traz como frutos o ser nova criatura. Aquela lei então antes escritas em tábuas de pedra, passa a fazer parte de um coração transformado, de modo que nos tornamos mais e mais semelhantes a Cristo, sendo cada vez mais capacitados a sermos fiéis a Sua Lei, aquela que reflete o SEU perfeito caráter e que se cumpriu perfeitamente unicamente na vida de Cristo.

(Sr. Adventista)

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