Parece que ainda está faltando alguma coisa:
Agora sim! Faltava o vídeo introdutório de queimada de livros adventistas.
Versão remake do antigo grupo, seguindo o mesmo script de 6 anos atrás.
Mas, o que mais ocorreu à 6 anos atrás, fora destes grupos?
https://vimeo.com/12560631
quarta-feira, 17 de agosto de 2016
segunda-feira, 8 de agosto de 2016
Cuidado com o aliciamento de grupos
Muitos grupos tem se dado mal nos últimos anos, por se envolverem em parcerias com "CACPs" da vida a fim de atacar religiões, em especial, a Adventista do Sétimo Dia.
Além certos grupinhos que recebem favores, inclusive políticos, outros grupos têm sido assediados ao longo dos anos. Alguns destes, sofreram ataques morais e até certo grau de perseguição por cortarem relações ou se voltarem contra as rédeas de tal ministério.
Fechar seus ministérios/grupos foi, na maioria das vezes, a única opção possível.
Há cinco anos trabalhei com um grupo de ex-adventistas, tendo analisado, também, grupos de dissidentes e certo grupo de ateus e que não estão mais em atividade. Hoje, o prato do dia tem sido grupos evangélicos, mas nem mesmo ministérios de cunho calvinista foram polpados de certo grau de assédio.
Em vista de negativas por parte de alguns ministérios e afastamento por parte de outros, calvinistas hoje tem sido demonizados e alguns atacados em sua fé, sendo tratado por tal ministério como apóstatas, especialmente ao se posicionarem contra a forma como o CACP têm atacado certa religião.
Discordar do CACP hoje é pedir para ser feito também alvo. Esta é a forma que utilizam para intimidar outros ministérios que atuam na internet também já a algum tempo.
Neste intento, não fazem muita questão de usar um pouco de escrúpulo. Certo apologista adventista teve sua vida vasculhada e detalhes de sua vida privada exposta por tal "ministério". Outro apologista, não adventista, teve sua moral duramente atacada, bem como sua fé, sendo tratado como um apóstata, ainda que não tenha mudado suas crenças calvinistas.
Certo ministério foi ameaçado, na paranoia de Flávio Martinez em achar que tal ministério havia se unido com certo sr. adventista para atacá-lo. Outro teve sua atenção chamada por achar que estaria dando corda demais para esta tal pessoa.
Identidade e informação acerca desta pessoa foi requisitada, por meio das mãos de um integrante do antigo grupo de ex-adventistas.
As raízes da amargura política que tem influenciado este grupo, tem estranhas relações com certo período muito importante de divulgação do adventismo no Brasil e em outros países da América Latina. tendo como uma das figuras principais a pessoa de Bullón.
Nesta mesma época surgiram certos grupos que atuavam de forma parecida como começou a ocorrer aqui no Brasil. Incentivando a queimada de livros adventistas em praça pública, dentre outras campanhas anti-adventistas.
Já a algum tempo, estas campanhas tem sido feitas na América Latina assim como no Brasil. Em alguns países da América Latina a coisa tomou certa proporção de promover-se queimada de livros religiosos adventistas em praça púbica. Certa pessoa intitulada "171 da iasd" tratou de iniciar esta mesma campanha aqui no Brasil.
Do submundo da internet até a chegada ao youtube, tal grupo passou não apenas a simular certa queimada pública de livros, incitando outros a fazerem o mesmo, como falsas entrevistas com professos ex-adventistas e até falsos testemunhos anônimos foram fabricados e entregues a ministérios através da internet nesta época.
Alguns destes testemunhos chegavam por e-mails, dirigidos aos ditos ministérios.
Nesta época, houve uma tentativa maciça de invasão do blog novamenteadventistas, por conta de várias denúncias e análise documentada acerca destes "testemunhos" o qual disponibilizei no site, colocando também à disposição de detalhes através de e-mail. Posteriormente, houve também tentativas de invasão a um dos blogs aliciados e que fora alertado. Os eventos que se seguiram levaram o administrador de tal blog a sumir por um tempo e no retorno, após alguns dias, optou por fechar seu ministério.
Um outro ministério também decidiu encerrar suas atividades, bem como outros, que igualmente assim fizeram.
Demais blogs que propagavam tais "testemunhos", encerraram também com a prática bem como quanto aos demais materiais contendo testemunhos em vídeo elaborados pelo "grupinho".
Alguns dos apoiadores deste grupinho, com os quais conversei posteriormente, também abandonaram suas atividades e até mesmo o grupinho em si, não se ouviu mais falar na internet.
Então, muito cuidado quando algum grupo assim fizer algum tipo de contato, por meio da internet de forma pessoal ou por meio de alguma pessoa que você conheça. Sair, depois, da influência deste tipo de grupo é algo nada agradável.
Além certos grupinhos que recebem favores, inclusive políticos, outros grupos têm sido assediados ao longo dos anos. Alguns destes, sofreram ataques morais e até certo grau de perseguição por cortarem relações ou se voltarem contra as rédeas de tal ministério.
Fechar seus ministérios/grupos foi, na maioria das vezes, a única opção possível.
Há cinco anos trabalhei com um grupo de ex-adventistas, tendo analisado, também, grupos de dissidentes e certo grupo de ateus e que não estão mais em atividade. Hoje, o prato do dia tem sido grupos evangélicos, mas nem mesmo ministérios de cunho calvinista foram polpados de certo grau de assédio.
Em vista de negativas por parte de alguns ministérios e afastamento por parte de outros, calvinistas hoje tem sido demonizados e alguns atacados em sua fé, sendo tratado por tal ministério como apóstatas, especialmente ao se posicionarem contra a forma como o CACP têm atacado certa religião.
Discordar do CACP hoje é pedir para ser feito também alvo. Esta é a forma que utilizam para intimidar outros ministérios que atuam na internet também já a algum tempo.
Neste intento, não fazem muita questão de usar um pouco de escrúpulo. Certo apologista adventista teve sua vida vasculhada e detalhes de sua vida privada exposta por tal "ministério". Outro apologista, não adventista, teve sua moral duramente atacada, bem como sua fé, sendo tratado como um apóstata, ainda que não tenha mudado suas crenças calvinistas.
Certo ministério foi ameaçado, na paranoia de Flávio Martinez em achar que tal ministério havia se unido com certo sr. adventista para atacá-lo. Outro teve sua atenção chamada por achar que estaria dando corda demais para esta tal pessoa.
Identidade e informação acerca desta pessoa foi requisitada, por meio das mãos de um integrante do antigo grupo de ex-adventistas.
As raízes da amargura política que tem influenciado este grupo, tem estranhas relações com certo período muito importante de divulgação do adventismo no Brasil e em outros países da América Latina. tendo como uma das figuras principais a pessoa de Bullón.
Nesta mesma época surgiram certos grupos que atuavam de forma parecida como começou a ocorrer aqui no Brasil. Incentivando a queimada de livros adventistas em praça pública, dentre outras campanhas anti-adventistas.
Já a algum tempo, estas campanhas tem sido feitas na América Latina assim como no Brasil. Em alguns países da América Latina a coisa tomou certa proporção de promover-se queimada de livros religiosos adventistas em praça púbica. Certa pessoa intitulada "171 da iasd" tratou de iniciar esta mesma campanha aqui no Brasil.
Do submundo da internet até a chegada ao youtube, tal grupo passou não apenas a simular certa queimada pública de livros, incitando outros a fazerem o mesmo, como falsas entrevistas com professos ex-adventistas e até falsos testemunhos anônimos foram fabricados e entregues a ministérios através da internet nesta época.
Alguns destes testemunhos chegavam por e-mails, dirigidos aos ditos ministérios.
Nesta época, houve uma tentativa maciça de invasão do blog novamenteadventistas, por conta de várias denúncias e análise documentada acerca destes "testemunhos" o qual disponibilizei no site, colocando também à disposição de detalhes através de e-mail. Posteriormente, houve também tentativas de invasão a um dos blogs aliciados e que fora alertado. Os eventos que se seguiram levaram o administrador de tal blog a sumir por um tempo e no retorno, após alguns dias, optou por fechar seu ministério.
Um outro ministério também decidiu encerrar suas atividades, bem como outros, que igualmente assim fizeram.
Demais blogs que propagavam tais "testemunhos", encerraram também com a prática bem como quanto aos demais materiais contendo testemunhos em vídeo elaborados pelo "grupinho".
Alguns dos apoiadores deste grupinho, com os quais conversei posteriormente, também abandonaram suas atividades e até mesmo o grupinho em si, não se ouviu mais falar na internet.
Então, muito cuidado quando algum grupo assim fizer algum tipo de contato, por meio da internet de forma pessoal ou por meio de alguma pessoa que você conheça. Sair, depois, da influência deste tipo de grupo é algo nada agradável.
sábado, 6 de agosto de 2016
O sistema de grupinho ataca novamente com nova roupagem
É! O sistema de grupinho resolveu atacar novamente, usando o mesmo formato antigo, porém com rostos mais desconhecidos.
Incentivados pelas propagandas, materiais e demais aparatos, como os do CACP, seguindo idéias e tendências de sites brasileiros como o "adventistas.ws" e à partir do mau exemplo de um conhecido site americano, decidiram relançar um dos produto fracassado de 6 anos atrás:
E continuando com o mesmo e costumeiro trancar de comentários nos blogs de tais ditos "ministérios". Ei-lo com nova roupagem.
Frases do mesmo autor do livro mencionado desmonta toda a afirmação:
Textos isolados fora do contexto também se mostram como um prato cheio.
Realmente quando política e religião se misturam a coisa desanda. Muitos cristãos fazem aquilo que se pede, vendendo seu compromisso com a verdade .
http://novamenteadventistas.blogspot.com.br/2016/01/cacp-por-que-tantas-reclamacoes-sobre.html
Parece que o produtor de acusações voltou a reabrir sua franquia, aliciando novos grupos a fim de fazer a sua propaganda.
Algumas coias, entretanto, nunca mudam em tais vídeos: a abordagem, o enredo, postura, método, dentre outros, segundo a família que tem por tradição produzir este tipo de vídeos.
Nosso antigo amigo 171 da IASD que o diga. Poderiam pelo menos deixar de pegar no pé do prestigiado Pastor Alejandro Bullón.
https://youtu.be/L94L5-R6Udc?t=154
Realmente são insistentes, mas Deus é poderoso e tem tirado os próprios soldados de tais homens, nestes últimos anos, colocando-os em caminhos mais nobres.
Mais um ministério? Fazer o quê! Mesmo script nos vídeos? Ok! Mesmas abordagens posturas e acusações? Tá bom! Mesma central e produção? Para variar!
Vamos ver então do que é feita esta mistura de falsos ministérios com política e apologética nestes 6 últimos anos.
Mais informações e um dos motivo de se preocuparem tanto com a popularidade da Igreja Adventista do Sétimo dia:
https://adventismoemfoco.wordpress.com/os-filhos-de-deus-nas-outras-igrejas/
Incentivados pelas propagandas, materiais e demais aparatos, como os do CACP, seguindo idéias e tendências de sites brasileiros como o "adventistas.ws" e à partir do mau exemplo de um conhecido site americano, decidiram relançar um dos produto fracassado de 6 anos atrás:
E continuando com o mesmo e costumeiro trancar de comentários nos blogs de tais ditos "ministérios". Ei-lo com nova roupagem.
Frases do mesmo autor do livro mencionado desmonta toda a afirmação:
Deus tem filhos, muitos deles nas igrejas protestantes, e um grande número nas igrejas católicas, que são mais fiéis para obedecer à luz e para proceder de acordo com o seu conhecimento do que um grande número entre os adventistas observadores do sábado que não andam na luz. O Senhor quer que a mensagem da verdade seja proclamada, para que os protestantes sejam advertidos e despertados para a verdadeira condição das coisas e considerem o valor do privilégio da liberdade religiosa que têm desfrutado há muito tempo.
Mensagens Escolhidas, Volume 3, p. 386.
E em que corporações religiosas se encontrará hoje a maior parte dos seguidores de Cristo? Sem dúvida, nas várias igrejas que professam a fé protestante.
Fonte: O Grande Conflito, p. 383.
É a velha tática de Flávio Martinez, de mostrar a capa de livros alheios fechados e dizer o que estaria escrito dentro.
Textos isolados fora do contexto também se mostram como um prato cheio.
Realmente quando política e religião se misturam a coisa desanda. Muitos cristãos fazem aquilo que se pede, vendendo seu compromisso com a verdade .
http://novamenteadventistas.blogspot.com.br/2016/01/cacp-por-que-tantas-reclamacoes-sobre.html
Parece que o produtor de acusações voltou a reabrir sua franquia, aliciando novos grupos a fim de fazer a sua propaganda.
Algumas coias, entretanto, nunca mudam em tais vídeos: a abordagem, o enredo, postura, método, dentre outros, segundo a família que tem por tradição produzir este tipo de vídeos.
Nosso antigo amigo 171 da IASD que o diga. Poderiam pelo menos deixar de pegar no pé do prestigiado Pastor Alejandro Bullón.
https://youtu.be/L94L5-R6Udc?t=154
Realmente são insistentes, mas Deus é poderoso e tem tirado os próprios soldados de tais homens, nestes últimos anos, colocando-os em caminhos mais nobres.
Mais um ministério? Fazer o quê! Mesmo script nos vídeos? Ok! Mesmas abordagens posturas e acusações? Tá bom! Mesma central e produção? Para variar!
Vamos ver então do que é feita esta mistura de falsos ministérios com política e apologética nestes 6 últimos anos.
Mais informações e um dos motivo de se preocuparem tanto com a popularidade da Igreja Adventista do Sétimo dia:
https://adventismoemfoco.wordpress.com/os-filhos-de-deus-nas-outras-igrejas/
sexta-feira, 5 de agosto de 2016
Ellen White - A natureza da inspiração profética
Olá irmã Maria, na época de Ellen White o saber ainda estava se multiplicando, a consulta a outras fontes era comum naquele tempo, não haviam regras que limitassem tal consulta. Plágio era definido como cópia integral ou parcial. Uso de frases e conceitos sem evidenciar o devido autor não eram levados em consideração.
Temos documentos que mostram que, por debaixo do pano, Ellen White recomendava os livros que consultava a irmãos de sua igreja. Kellog também mencionou o interesse de Ellen White por livros que falavam acerca da questão de saúde.
Ocorre que estas coisas ocorreram à partir do momento em que começou a ter suas visões.
Nos tempos antigos, o conhecimento dos profetas vinham por meio do discipulado, jovens passavam seus dias aos pés de mestres e nas sinagogas liam e aprendiam sobre tudo que necessitavam, onde a Bíblia continha tudo que necessitavam, desde as leis civis, regas de higiene, alimentação, saúde até a conduta moral.
Também tinham vasto conhecimento e também documentos sobre ciências e tecnologias daquele tempo.
Creio piamente de que Ellen White foi orientada a buscar conhecimento. E o meio disponível no contexto de Ellen White eram os livros.
Ellen White lia muito, assim sabemos de onde retirou a sua arte de escrita.
O dom profético, porém, entrava em choque com os conceitos existente na época, os adventistas ainda criam no dom profético como os demais cristãos na época de hoje.
Tinham um conceito de inspiração ditada, não assimilavam que um profeta não trabalhava apenas em um âmbito sobrenatural.
Certo gênio uma vez disse que uma descoberta é resultado de 10% de inspiração e 90% de transpiração.
Enquanto escrevia seus livros, Ellen White teve que entender e aprender sobre o que o meio científico falava acerca de cada assunto naquela época. Assim como Salomão, Ellen White buscou sabedoria e conhecimento.
Muitos imaginam que Salomão passou a ser o homem mais sábio que já existiu por meio apenas do dom sobrenatural que lhe foi dado. Este dom porém, apenas ampliou a capacidade de entendimento e criação de Salomão.
Esta é então a forma científica como o sobrenatural trabalha na mente da pessoa, não colocando informação, mas preparando-a e capacitando-a, o qual chamamos de dom.
Todo o conhecimento vindo diretamente do céu, foi dado à Ellen White por meio de visões. O que não foi lhe dado por meio de visão lhe foi mostrado por meio de inspiração, tando lendo a Bíblia quando lendo livros acerca dos assuntos que acompanhou em suas visões.
Por exemplo, Ellen White afirmou que lhe foi mostrado que o sal tinha uma importância para o sangue e que por isto não deveria ser tirado totalmente da mesa, ao contrário do açúcar que era dispensável.
Hoje entendemos de que as visões de Ellen White ocorriam na maior parte das vezes para confirmar algum estudo ou conclusão alcançada pelos Adventistas em questões doutrinárias. Assim, podemos crer que da mesma forma isto ocorria enquanto lia assuntos acerca da saúde em diversos livros.
Via-se também que Ellen White recebia, por meio de visões, informações que não constavam em lugar algum do que já havia lido. Um exemplo é a visão de que haviam correntes elétricas percorrendo o cérebro humano, a constatação da necessidade do uso da luz do sol em hospitais e se manter os quartos ventilados, muito antes da teoria sobre germes.
Mais tarde a própria Ellen White identificou de que o câncer era causado por um germe, algo que foi descoberto apenas recentemente.
Ellen White também disse, acerca de seus sonhos e visões, de que o objetivo não era comunicar nova luz acerca de questões Bíblicas. De fato, tudo que Ellen White escreveu em questões religiosas foram baseados na Bíblia.
Igualmente creio que, de semelhante forma, Ellen White tratou a ciência contida nos livros, não indo além dos assuntos pertinentes e que povoava o mundo intelectual daquela época.
Deste modo, perfeitamente creio que o mesmo trabalho que fez em questões religiosas, Ellen White também fez no campo científico.
Lembrando de Salomão, percebi que Deus não trabalha apenas no âmbito religioso, embora mova toda a ciência humana para os conselhos e ensinamentos que Ele nos deixa através da história.
Ellen White foi muito mais do que um profeta de visões e sonhos, vejo semelhanças em suas abordagens com o escritor Mateus, Paulo, Judas, Daniel e Moisés.
Não temos escritos dos profetas ditos, não canônicos, aqueles que orientaram seu povo em suas épocas, dando instruções de como viver e proceder em harmonia com os ensinamentos divinos dentro de cada contexto, em cada época.
Assim, arrisco dizer de que provavelmente não produziam grande quantidade de novos ensinamentos, mas utilizavam dos escritos canônicos que já haviam em suas épocas, e que mais tarde se tornariam em uma coletânea ao qual chamamos de as Antigas Escrituras. Mas utilizavam também de toda sorte de conhecimento sócio cultural de suas épocas. Por exemplo, o relato da disputa entre Miguel e Satanás pelo corpo de Moisés e o relato ao tom teatral de Jó.
Salomão também proveu cartas, ensinos e recomendações à várias nações e intelectuais que lhe procuravam, acerca das tecnologias que ajudou a desenvolver em seu tempo.
Na época de tais profetas não existiam as prensas e a vasta divulgação de escritos como se têm hoje, por isto os escritos de tais pessoas não puderam ser encontrados conservados.
Percebo que todo este trabalho se condensou em Ellen White em nosso tempo, tendo recebido tanto o dom profético como a liberdade de interagir com as informações disponíveis em seu contexto cultural.
Um outro ponto é que apenas algumas poucas obras consultadas, as que Ellen White recomendou, realmente apresentavam uma grande constância de corretude em seus ensinos, os quais recomendava à seus irmãos, enquanto que as demais obras não.
Por exemplo, Kellog se admirou de encontrar em Ellen White frases e pensamentos muito semelhantes ao que já havia lido em livros acerca de saúde. Kellog era uma pessoa brilhante, mas mesmo assim, trouxe e aplicou errados conceitos, não sobre saúde, mas sobre espiritualidade na própria Igreja Adventista.
As obras naquela época estavam ainda impregnadas de conteúdos filosóficos e sofriam tendência de vários conceitos contrários à fé religiosa.
E haveria resistência da igreja em acertar como verdades provindas de Deus, conteúdos que existiam em obras seculares, ou até mesmo cristãs, não inspiradas.
A mistura de ciência e religião ainda não era bem vista naquela época, onde o conceito de conflito entre fé e religião já se encontrava desenvolvido.
Mas foi direcionando a visão dos adventistas para a Bíblia que perceberam que a questão de saúde, higiene e alimentação eram importantes e necessários segundo a orientação bíblica.
Crendo que tudo era de fato provindo de inspiração direto do céu e de fato era, embora não da forma como pensavam e acreditavam, puderam aceitar estas verdades por confiar em sua origem.
Assim, creio que Ellen White permitiu que os adventistas amadurecessem em seus conceitos, especialmente acerca do dom profético, antes de permitir levar esta indagação àqueles dias.
Se aproveitou então do fato de não ser necessário a citação de fontes naquela época o que veio bem a calhar.
E, ao final, suas obras foram realmente inspiradas, recebeu sonhos e visões, fez suas pesquisas, se desenvolveu no conhecimento e na sabedoria tanto espiritual quanto das ciências, utilizou-se de todos os recursos que outros escritores bíblicos haviam utilizados, fez como reis como Salomão e governadores como Daniel. Usou, de forma sábia, de tudo que se encontrava em seu alcance. [Uma mulher realmente extraordinária.].
Colocou os adventistas em contato com as ciências humanas e hoje os adventistas, até mesmo sem perceber, seguem seu exemplo, sendo uma igreja profética mas pesquisando, reciclando e utilizando também da sabedoria que se encontra, inclusive, no meio secular. E assim também constroem suas obras, como hospitais, escolas e igrejas, livros e ensinamentos. [O natural unido ao sobrenatural]. Utilizam obras teológicas de outras denominações para desenvolver suas doutrinas.
Ao passo que também contribui para o mundo e as demais igrejas, trazendo verdades vindas do céu, por meio de sonhos, visões, ou muita pesquisa na área científica e teológica, segundo orientação e inspiração da parte de Deus por meio do contato diário e pessoal com Jesus Cristo e a Bíblia.
Este era o sonho de Deus para a igreja no fim dos dias.
"E tu, Daniel, encerra estas palavras e sela este livro, até ao fim do tempo; muitos correrão de uma parte para outra, e o conhecimento se multiplicará." (Daniel 12:4)
Motivo:
"Para que os seus corações sejam consolados, e estejam unidos em amor, e enriquecidos da plenitude da inteligência, para conhecimento do mistério de Deus e Pai, e de Cristo,
Em quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência." (Colossenses 2:2,3)
Não há bons frutos neste mundo que não tenha provindo de Deus:
"Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. " (João 15:5)
Sem Deus e sua atuação em manter a saúde mental do ser humano estaríamos todos nos arrastando e destruindo uns aos outros, totalmente entregues aos prazeres, não dando o devido valor à sabedoria e ao conhecimento.
E ainda que buscássemos a sabedoria e o conhecimento, sem Ele não saberíamos diferenciar o certo do errado, nem identificar o que é correto e o que é incorreto, porque a ciência que o homem desenvolve sem Deus é loucura, como a própria Bíblia relata em suas histórias e como a própria história relata em seus livros.
Assim sabemos que seria impossível Ellen White conduzir seus trabalho com resultados corretos em um universo de coisas erradas, inclusive em questões religiosas, sem uma inspiração Divina.
Corpo, mente e espritualidade, condensados em obras, para trazer um novo estilo de vida àqueles que seriam, então, chamados por Deus para uma missão muito especial.
Moisés teve também suas fontes de conselhos e orientações, seu sogro por exemplo. Este, dentre outros profetas, também tiveram seus assistentes. Moisés assim como José e Daniel, também foi educado no conhecimento segundo o que havia em seu meio secular.
O doutor Lucas e o escritor do livro de Judas, fizeram pesquisas e colocaram em livros canônicos conteúdos de escritos não canônicos (a exemplo da carta contendo o relato de Nabucodonosor e que foi "canonizado" por Daniel segundo o conteúdo que incluiu em seu livro) e até apócrifos do mundo secular (a exemplo do relato da batalha entre Miguel e Satanás). Até ocasião de histórias populares de origem na cultura pagã.
Empréstimos foram feitos pelos profetas e demais escritores bíblicos, de todas as formas possíveis e a Bíblia também inclui estes empréstimos.
Nem todas as canções foram compostas por Davi, mas se encontram em seus livros. Nem todos os salmos foram escritos por salomão, mas encontram-se em seus livros.
Isto em nada revoga a qualidade da inspiração de tais profetas e escritores, pelo contrário evidenciam.
Assim, nossa visão dá um giro de 180 graus, na questão da natureza do dom profético e como ele trabalha e interage com as coisas deste mundo. Também reciclando verdades, porque há muitas verdades nas ciências tanto antigas quanto da atualidade.
Deste modo, profeta não é aquele que recebe apenas sonhos e visões do céu, ele é ativo e atuante segundo o conhecimento que há em todo o mundo e usa deste conhecimento para exprimir a vontade de Deus e Seus corretos conceitos e ensinamentos aos que igualmente estão sujeitos à sabedoria que há em todo o mundo.
Assim um profeta interage com tudo que há neste mundo, sendo orientado por inspiração no que dizer e no que escrever. E sobre o céu, passado, o presente em locais distantes e o futuro, ele recebe visões, a fim de escrever sobre aquilo que não pode ser alcançado pelos seus olhos e demais sentidos.
Assim, sonhos e visões são apenas uma parte na vida atuante dos profetas.
Muitas vezes nos perguntamos o porque de profetas, aparentemente, não botar todas as cartas na mesa e não dizer ao seu povo tudo que está nos bastidores, como por exemplo Israel que teve que caminhar por 40 anos no deserto. Mas devemos entender que o profeta está debaixo da orientação de Deus que derrama o conhecimento progressivamente.
Moisés mesmo, só soube que iria morrer e não iria entrar na terra prometida pouco antes do dia de sua morte. Também não lhe foi explicado o significado daquela pedra que ele espancou (e que representava a Cristo, a pedra fundamental, de onde emana água onde quem bebe nunca mais voltará a ter sede) motivo pelo qual pôde apenas ver a terra que havia perdido.
Assim a natureza do dom profético é bem ampla e a relação de um profeta com Deus e o lidar com as informações que são transmitidas e a forma como deve ser passada é bem complexa. Por isto, somente por meio da atuação do Espirito Santo é que um profeta consegue dar cabo com sucesso de repassar as informações ditas por Deus. Neste trabalho o Espírito Santo é intérprete e orientador, e faz um trabalho semelhante ao de um orientador ao orientando que precisa, desde o elaborar de uma simples monografia até o embasamento de uma complexa tese de doutorado.
Além de passar as instruções, um profeta têm também que esperar o tempo certo, que é dito também pelo Espírito Santo, como as cartas que Ellen White escrevia, bem como suas orientações, artigos e pregações e que sempre chegavam no momento certo.
Por isto costumo dizer que o Espírito Santo é o maestro no plano da salvação.
Este é o mundo dos profetas e que realmente não entendemos.
Temos documentos que mostram que, por debaixo do pano, Ellen White recomendava os livros que consultava a irmãos de sua igreja. Kellog também mencionou o interesse de Ellen White por livros que falavam acerca da questão de saúde.
Ocorre que estas coisas ocorreram à partir do momento em que começou a ter suas visões.
Nos tempos antigos, o conhecimento dos profetas vinham por meio do discipulado, jovens passavam seus dias aos pés de mestres e nas sinagogas liam e aprendiam sobre tudo que necessitavam, onde a Bíblia continha tudo que necessitavam, desde as leis civis, regas de higiene, alimentação, saúde até a conduta moral.
Também tinham vasto conhecimento e também documentos sobre ciências e tecnologias daquele tempo.
Creio piamente de que Ellen White foi orientada a buscar conhecimento. E o meio disponível no contexto de Ellen White eram os livros.
Ellen White lia muito, assim sabemos de onde retirou a sua arte de escrita.
O dom profético, porém, entrava em choque com os conceitos existente na época, os adventistas ainda criam no dom profético como os demais cristãos na época de hoje.
Tinham um conceito de inspiração ditada, não assimilavam que um profeta não trabalhava apenas em um âmbito sobrenatural.
Certo gênio uma vez disse que uma descoberta é resultado de 10% de inspiração e 90% de transpiração.
Enquanto escrevia seus livros, Ellen White teve que entender e aprender sobre o que o meio científico falava acerca de cada assunto naquela época. Assim como Salomão, Ellen White buscou sabedoria e conhecimento.
Muitos imaginam que Salomão passou a ser o homem mais sábio que já existiu por meio apenas do dom sobrenatural que lhe foi dado. Este dom porém, apenas ampliou a capacidade de entendimento e criação de Salomão.
Esta é então a forma científica como o sobrenatural trabalha na mente da pessoa, não colocando informação, mas preparando-a e capacitando-a, o qual chamamos de dom.
Todo o conhecimento vindo diretamente do céu, foi dado à Ellen White por meio de visões. O que não foi lhe dado por meio de visão lhe foi mostrado por meio de inspiração, tando lendo a Bíblia quando lendo livros acerca dos assuntos que acompanhou em suas visões.
Por exemplo, Ellen White afirmou que lhe foi mostrado que o sal tinha uma importância para o sangue e que por isto não deveria ser tirado totalmente da mesa, ao contrário do açúcar que era dispensável.
Hoje entendemos de que as visões de Ellen White ocorriam na maior parte das vezes para confirmar algum estudo ou conclusão alcançada pelos Adventistas em questões doutrinárias. Assim, podemos crer que da mesma forma isto ocorria enquanto lia assuntos acerca da saúde em diversos livros.
Via-se também que Ellen White recebia, por meio de visões, informações que não constavam em lugar algum do que já havia lido. Um exemplo é a visão de que haviam correntes elétricas percorrendo o cérebro humano, a constatação da necessidade do uso da luz do sol em hospitais e se manter os quartos ventilados, muito antes da teoria sobre germes.
Mais tarde a própria Ellen White identificou de que o câncer era causado por um germe, algo que foi descoberto apenas recentemente.
Ellen White também disse, acerca de seus sonhos e visões, de que o objetivo não era comunicar nova luz acerca de questões Bíblicas. De fato, tudo que Ellen White escreveu em questões religiosas foram baseados na Bíblia.
Igualmente creio que, de semelhante forma, Ellen White tratou a ciência contida nos livros, não indo além dos assuntos pertinentes e que povoava o mundo intelectual daquela época.
Deste modo, perfeitamente creio que o mesmo trabalho que fez em questões religiosas, Ellen White também fez no campo científico.
Lembrando de Salomão, percebi que Deus não trabalha apenas no âmbito religioso, embora mova toda a ciência humana para os conselhos e ensinamentos que Ele nos deixa através da história.
Ellen White foi muito mais do que um profeta de visões e sonhos, vejo semelhanças em suas abordagens com o escritor Mateus, Paulo, Judas, Daniel e Moisés.
Não temos escritos dos profetas ditos, não canônicos, aqueles que orientaram seu povo em suas épocas, dando instruções de como viver e proceder em harmonia com os ensinamentos divinos dentro de cada contexto, em cada época.
Assim, arrisco dizer de que provavelmente não produziam grande quantidade de novos ensinamentos, mas utilizavam dos escritos canônicos que já haviam em suas épocas, e que mais tarde se tornariam em uma coletânea ao qual chamamos de as Antigas Escrituras. Mas utilizavam também de toda sorte de conhecimento sócio cultural de suas épocas. Por exemplo, o relato da disputa entre Miguel e Satanás pelo corpo de Moisés e o relato ao tom teatral de Jó.
Salomão também proveu cartas, ensinos e recomendações à várias nações e intelectuais que lhe procuravam, acerca das tecnologias que ajudou a desenvolver em seu tempo.
Na época de tais profetas não existiam as prensas e a vasta divulgação de escritos como se têm hoje, por isto os escritos de tais pessoas não puderam ser encontrados conservados.
Percebo que todo este trabalho se condensou em Ellen White em nosso tempo, tendo recebido tanto o dom profético como a liberdade de interagir com as informações disponíveis em seu contexto cultural.
Um outro ponto é que apenas algumas poucas obras consultadas, as que Ellen White recomendou, realmente apresentavam uma grande constância de corretude em seus ensinos, os quais recomendava à seus irmãos, enquanto que as demais obras não.
Por exemplo, Kellog se admirou de encontrar em Ellen White frases e pensamentos muito semelhantes ao que já havia lido em livros acerca de saúde. Kellog era uma pessoa brilhante, mas mesmo assim, trouxe e aplicou errados conceitos, não sobre saúde, mas sobre espiritualidade na própria Igreja Adventista.
As obras naquela época estavam ainda impregnadas de conteúdos filosóficos e sofriam tendência de vários conceitos contrários à fé religiosa.
E haveria resistência da igreja em acertar como verdades provindas de Deus, conteúdos que existiam em obras seculares, ou até mesmo cristãs, não inspiradas.
A mistura de ciência e religião ainda não era bem vista naquela época, onde o conceito de conflito entre fé e religião já se encontrava desenvolvido.
Mas foi direcionando a visão dos adventistas para a Bíblia que perceberam que a questão de saúde, higiene e alimentação eram importantes e necessários segundo a orientação bíblica.
Crendo que tudo era de fato provindo de inspiração direto do céu e de fato era, embora não da forma como pensavam e acreditavam, puderam aceitar estas verdades por confiar em sua origem.
Assim, creio que Ellen White permitiu que os adventistas amadurecessem em seus conceitos, especialmente acerca do dom profético, antes de permitir levar esta indagação àqueles dias.
Se aproveitou então do fato de não ser necessário a citação de fontes naquela época o que veio bem a calhar.
E, ao final, suas obras foram realmente inspiradas, recebeu sonhos e visões, fez suas pesquisas, se desenvolveu no conhecimento e na sabedoria tanto espiritual quanto das ciências, utilizou-se de todos os recursos que outros escritores bíblicos haviam utilizados, fez como reis como Salomão e governadores como Daniel. Usou, de forma sábia, de tudo que se encontrava em seu alcance. [Uma mulher realmente extraordinária.].
Colocou os adventistas em contato com as ciências humanas e hoje os adventistas, até mesmo sem perceber, seguem seu exemplo, sendo uma igreja profética mas pesquisando, reciclando e utilizando também da sabedoria que se encontra, inclusive, no meio secular. E assim também constroem suas obras, como hospitais, escolas e igrejas, livros e ensinamentos. [O natural unido ao sobrenatural]. Utilizam obras teológicas de outras denominações para desenvolver suas doutrinas.
Ao passo que também contribui para o mundo e as demais igrejas, trazendo verdades vindas do céu, por meio de sonhos, visões, ou muita pesquisa na área científica e teológica, segundo orientação e inspiração da parte de Deus por meio do contato diário e pessoal com Jesus Cristo e a Bíblia.
Este era o sonho de Deus para a igreja no fim dos dias.
"E tu, Daniel, encerra estas palavras e sela este livro, até ao fim do tempo; muitos correrão de uma parte para outra, e o conhecimento se multiplicará." (Daniel 12:4)
Motivo:
"Para que os seus corações sejam consolados, e estejam unidos em amor, e enriquecidos da plenitude da inteligência, para conhecimento do mistério de Deus e Pai, e de Cristo,
Em quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência." (Colossenses 2:2,3)
Não há bons frutos neste mundo que não tenha provindo de Deus:
"Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. " (João 15:5)
Sem Deus e sua atuação em manter a saúde mental do ser humano estaríamos todos nos arrastando e destruindo uns aos outros, totalmente entregues aos prazeres, não dando o devido valor à sabedoria e ao conhecimento.
E ainda que buscássemos a sabedoria e o conhecimento, sem Ele não saberíamos diferenciar o certo do errado, nem identificar o que é correto e o que é incorreto, porque a ciência que o homem desenvolve sem Deus é loucura, como a própria Bíblia relata em suas histórias e como a própria história relata em seus livros.
Assim sabemos que seria impossível Ellen White conduzir seus trabalho com resultados corretos em um universo de coisas erradas, inclusive em questões religiosas, sem uma inspiração Divina.
Corpo, mente e espritualidade, condensados em obras, para trazer um novo estilo de vida àqueles que seriam, então, chamados por Deus para uma missão muito especial.
Moisés teve também suas fontes de conselhos e orientações, seu sogro por exemplo. Este, dentre outros profetas, também tiveram seus assistentes. Moisés assim como José e Daniel, também foi educado no conhecimento segundo o que havia em seu meio secular.
O doutor Lucas e o escritor do livro de Judas, fizeram pesquisas e colocaram em livros canônicos conteúdos de escritos não canônicos (a exemplo da carta contendo o relato de Nabucodonosor e que foi "canonizado" por Daniel segundo o conteúdo que incluiu em seu livro) e até apócrifos do mundo secular (a exemplo do relato da batalha entre Miguel e Satanás). Até ocasião de histórias populares de origem na cultura pagã.
Empréstimos foram feitos pelos profetas e demais escritores bíblicos, de todas as formas possíveis e a Bíblia também inclui estes empréstimos.
Nem todas as canções foram compostas por Davi, mas se encontram em seus livros. Nem todos os salmos foram escritos por salomão, mas encontram-se em seus livros.
Isto em nada revoga a qualidade da inspiração de tais profetas e escritores, pelo contrário evidenciam.
Assim, nossa visão dá um giro de 180 graus, na questão da natureza do dom profético e como ele trabalha e interage com as coisas deste mundo. Também reciclando verdades, porque há muitas verdades nas ciências tanto antigas quanto da atualidade.
Deste modo, profeta não é aquele que recebe apenas sonhos e visões do céu, ele é ativo e atuante segundo o conhecimento que há em todo o mundo e usa deste conhecimento para exprimir a vontade de Deus e Seus corretos conceitos e ensinamentos aos que igualmente estão sujeitos à sabedoria que há em todo o mundo.
Assim um profeta interage com tudo que há neste mundo, sendo orientado por inspiração no que dizer e no que escrever. E sobre o céu, passado, o presente em locais distantes e o futuro, ele recebe visões, a fim de escrever sobre aquilo que não pode ser alcançado pelos seus olhos e demais sentidos.
Assim, sonhos e visões são apenas uma parte na vida atuante dos profetas.
Muitas vezes nos perguntamos o porque de profetas, aparentemente, não botar todas as cartas na mesa e não dizer ao seu povo tudo que está nos bastidores, como por exemplo Israel que teve que caminhar por 40 anos no deserto. Mas devemos entender que o profeta está debaixo da orientação de Deus que derrama o conhecimento progressivamente.
Moisés mesmo, só soube que iria morrer e não iria entrar na terra prometida pouco antes do dia de sua morte. Também não lhe foi explicado o significado daquela pedra que ele espancou (e que representava a Cristo, a pedra fundamental, de onde emana água onde quem bebe nunca mais voltará a ter sede) motivo pelo qual pôde apenas ver a terra que havia perdido.
Assim a natureza do dom profético é bem ampla e a relação de um profeta com Deus e o lidar com as informações que são transmitidas e a forma como deve ser passada é bem complexa. Por isto, somente por meio da atuação do Espirito Santo é que um profeta consegue dar cabo com sucesso de repassar as informações ditas por Deus. Neste trabalho o Espírito Santo é intérprete e orientador, e faz um trabalho semelhante ao de um orientador ao orientando que precisa, desde o elaborar de uma simples monografia até o embasamento de uma complexa tese de doutorado.
Além de passar as instruções, um profeta têm também que esperar o tempo certo, que é dito também pelo Espírito Santo, como as cartas que Ellen White escrevia, bem como suas orientações, artigos e pregações e que sempre chegavam no momento certo.
Por isto costumo dizer que o Espírito Santo é o maestro no plano da salvação.
Este é o mundo dos profetas e que realmente não entendemos.
segunda-feira, 1 de agosto de 2016
Ellen White - Impossível
"Sr. adventista, estas três hipóteses não vêm de uma só pessoa ao mesmo tempo. São provenientes de vários críticos."
Percebo isto, irmã Maria, e a irmã também, mas nossos críticos atuais não, despejando as três hipóteses e garantindo sua veracidade ainda que sejam contraditórias.
"Aquilo que ela não conseguiu fazer na infância e na adolescência realizou anos mais tarde sem a pressão da frequência das aulas e sem a rigidez do sistema de ensino de então"
Então Ellen White não teria problemas mentais, nem seria débil, assim, não há como conciliar as duas opiniões, compreende? Contradizendo a primeira opinião.
E se "O ser humano vai-se formando ao longo da vida. Aquilo que ela não conseguiu fazer na infância e na adolescência realizou anos mais tarde sem a pressão da frequência das aulas e sem a rigidez do sistema de ensino de então". Logo Ellen White se desenvolveu bem como suas obras. Assim, plágio como sendo puramente cópia indiscriminada em vista de uma incapacidade intelectual, não se sustenta.
"Não é possível pedir a nenhum profissional de saúde que investigue se há outros livros parecidos com os de Ellen White visto que é uma tarefa assombrosa e, mesmo que levasse a vida a ler, nunca conseguiria chegar ao fim porque são imensas as obras produzidas no século XIX, em vários países, não apenas na América do Norte."
Se não é possível a um profissional fazer isto, como seria possível Ellen White fazê-lo sozinha naquela época e ainda produzir livros com corretude à partir de tal investigação? Além de investigar, assimilar, separar, identificar o que é correto e utilizável.
Nesta linha de raciocínio, Veltman deu um giro de 180 graus em seus conceitos, motivo pelo qual declarou que ainda que as acusações fossem verdades e houvesse retirado tudo que escreveu de outros livros da época seria impossível explicar o fato de ela ter conseguido separar o que era correto do que era incorreto.
Particularmente vejo que o grau de leitura, estudo, raciocínio e produção de novos conceitos e ainda a orientação de toda a perspectiva científica para o lado religioso já seria uma tarefa muito difícil.
Embasar tudo isto por uma perspectiva doutrinária, baseando tudo na Bíblia (que não era considerado um livro fácil de entender em sua época), já seria ainda mais difícil.
Pegar tudo isto e transformar em vários livros nas mais diversas áreas seria ainda mais difícil.
E no fim, o que escreveu acabar se tornando realmente verdadeiro, trazendo resultados práticos em instituições que fazem sucesso hoje seria algo impensável e inimaginável.
Ao perceber as implicações de adotar a origem das obras de Ellen White à uma seleção em outros livros, o estudioso percebeu que seria uma tarefa impossível para uma pessoa humana, ainda que do mais alto gabarito intelectual e profundo conhecedor de religião, história e das várias ciências humanas.
Seria impossível um ser humano produzir tal coisa.
Assim, o estudioso esteve convencido que mesmo que suas obras houvessem tido origem à partir de seleção, algo sobrenatural teria que ocorrer sobre aquela pessoa, a fim de produzir o que ela produziu. Só o fato de conseguir separar o que era correto do que era falso, já era algo impossível para os melhores profissionais em cada área de sua época. Ninguém poderia fazer isto.
Assim, consta-se no relatória que ainda que Ellen White houvesse realmente copiado tudo de outros livros, o fato de conseguir separar o que era correto, mediante à quantidade de incorretude já justificaria algum tipo de inspiração.
E veja, irmã Maria Gonçalves, era a Ellen White, adolescente geniosa, frágil de saúde, que se tornou viúva, que cuidava de seus filhos, cuidava ainda de jovens e os formava, trabalhava com a terra, de onde tirava o sustento. Quem é mãe e cuida de uma família sabe o quanto de tempo que isto toma. Ellen White ainda cuidava de toda uma igreja, e de questões doutrinárias e religiosas. Viajava muito para pregar.
Impossível, irmã Maria Gonçalves. Dentre tudo isto, Ellen White era ainda uma simples mulher humana.
100 mil páginas é ainda muito mais do que uma pessoa comum consegue escrever durante toda a sua vida e ainda tornar isto na produção de livros é algo que tomaria toda uma vida.
E tendo em vista que para escrever um único livro você tem que pesquisar em vários outros livros e que a quantidade de livros consultados irá inferir na corretude e qualidade da produção, temos ideia de quanto Ellen White deveria ter lido para produzir todos aqueles livros.
E a consulta, pesquisa e entendimento da Bíblia aplicando complicados conceitos doutrinários sobre toda a produção é algo que é bastante difícil até para os maiores teólogos da atualidade.
E harmonizar recomendações das várias áreas da ciência humana à questões religiosas, ligando a versos é algo que vai para o lado do sobre-humano.
E acertar o que foi escrito e torná-lo real em coisas palpáveis, escolas, sanatórios e hospitais, sem contradizer ponto algum daquilo que ela própria escreveu, já foge de qualquer explicação lógica.
E ainda o que ela criou, não apenas se solidificar mas se tornar proeminente, na melhor rede de hospitais norte americano, em uma das igrejas com melhor qualidade de estudos e doutrinas, escolas, fábricas de produtos alimentícios, casa produtora de livros e ainda transformar os que leem seus escritos em um dos povos com a maior longevidade do planeta e, ainda, o povo com a maior longevidade dentro de cidades junto ao resto da sociedades com baixa expectativa de vida, é algo impensável.
Assim, não tenho dúvidas e os próprios resultados concretos nos mostram isto. A produção dos livros de Ellen White foi algo sobrenatural. E não é à toa que seus livros, hoje, continuam sendo atuais, onde vemos as coisas que ela escreveu sendo cumpridas, quando ligamos o rádio, a TV, ou acessamos a internet e vemos as notícias do dia publicadas em todo o mundo.
Percebo isto, irmã Maria, e a irmã também, mas nossos críticos atuais não, despejando as três hipóteses e garantindo sua veracidade ainda que sejam contraditórias.
"Aquilo que ela não conseguiu fazer na infância e na adolescência realizou anos mais tarde sem a pressão da frequência das aulas e sem a rigidez do sistema de ensino de então"
Então Ellen White não teria problemas mentais, nem seria débil, assim, não há como conciliar as duas opiniões, compreende? Contradizendo a primeira opinião.
E se "O ser humano vai-se formando ao longo da vida. Aquilo que ela não conseguiu fazer na infância e na adolescência realizou anos mais tarde sem a pressão da frequência das aulas e sem a rigidez do sistema de ensino de então". Logo Ellen White se desenvolveu bem como suas obras. Assim, plágio como sendo puramente cópia indiscriminada em vista de uma incapacidade intelectual, não se sustenta.
"Não é possível pedir a nenhum profissional de saúde que investigue se há outros livros parecidos com os de Ellen White visto que é uma tarefa assombrosa e, mesmo que levasse a vida a ler, nunca conseguiria chegar ao fim porque são imensas as obras produzidas no século XIX, em vários países, não apenas na América do Norte."
Se não é possível a um profissional fazer isto, como seria possível Ellen White fazê-lo sozinha naquela época e ainda produzir livros com corretude à partir de tal investigação? Além de investigar, assimilar, separar, identificar o que é correto e utilizável.
Nesta linha de raciocínio, Veltman deu um giro de 180 graus em seus conceitos, motivo pelo qual declarou que ainda que as acusações fossem verdades e houvesse retirado tudo que escreveu de outros livros da época seria impossível explicar o fato de ela ter conseguido separar o que era correto do que era incorreto.
Particularmente vejo que o grau de leitura, estudo, raciocínio e produção de novos conceitos e ainda a orientação de toda a perspectiva científica para o lado religioso já seria uma tarefa muito difícil.
Embasar tudo isto por uma perspectiva doutrinária, baseando tudo na Bíblia (que não era considerado um livro fácil de entender em sua época), já seria ainda mais difícil.
Pegar tudo isto e transformar em vários livros nas mais diversas áreas seria ainda mais difícil.
E no fim, o que escreveu acabar se tornando realmente verdadeiro, trazendo resultados práticos em instituições que fazem sucesso hoje seria algo impensável e inimaginável.
Ao perceber as implicações de adotar a origem das obras de Ellen White à uma seleção em outros livros, o estudioso percebeu que seria uma tarefa impossível para uma pessoa humana, ainda que do mais alto gabarito intelectual e profundo conhecedor de religião, história e das várias ciências humanas.
Seria impossível um ser humano produzir tal coisa.
Assim, o estudioso esteve convencido que mesmo que suas obras houvessem tido origem à partir de seleção, algo sobrenatural teria que ocorrer sobre aquela pessoa, a fim de produzir o que ela produziu. Só o fato de conseguir separar o que era correto do que era falso, já era algo impossível para os melhores profissionais em cada área de sua época. Ninguém poderia fazer isto.
Assim, consta-se no relatória que ainda que Ellen White houvesse realmente copiado tudo de outros livros, o fato de conseguir separar o que era correto, mediante à quantidade de incorretude já justificaria algum tipo de inspiração.
E veja, irmã Maria Gonçalves, era a Ellen White, adolescente geniosa, frágil de saúde, que se tornou viúva, que cuidava de seus filhos, cuidava ainda de jovens e os formava, trabalhava com a terra, de onde tirava o sustento. Quem é mãe e cuida de uma família sabe o quanto de tempo que isto toma. Ellen White ainda cuidava de toda uma igreja, e de questões doutrinárias e religiosas. Viajava muito para pregar.
Impossível, irmã Maria Gonçalves. Dentre tudo isto, Ellen White era ainda uma simples mulher humana.
100 mil páginas é ainda muito mais do que uma pessoa comum consegue escrever durante toda a sua vida e ainda tornar isto na produção de livros é algo que tomaria toda uma vida.
E tendo em vista que para escrever um único livro você tem que pesquisar em vários outros livros e que a quantidade de livros consultados irá inferir na corretude e qualidade da produção, temos ideia de quanto Ellen White deveria ter lido para produzir todos aqueles livros.
E a consulta, pesquisa e entendimento da Bíblia aplicando complicados conceitos doutrinários sobre toda a produção é algo que é bastante difícil até para os maiores teólogos da atualidade.
E harmonizar recomendações das várias áreas da ciência humana à questões religiosas, ligando a versos é algo que vai para o lado do sobre-humano.
E acertar o que foi escrito e torná-lo real em coisas palpáveis, escolas, sanatórios e hospitais, sem contradizer ponto algum daquilo que ela própria escreveu, já foge de qualquer explicação lógica.
E ainda o que ela criou, não apenas se solidificar mas se tornar proeminente, na melhor rede de hospitais norte americano, em uma das igrejas com melhor qualidade de estudos e doutrinas, escolas, fábricas de produtos alimentícios, casa produtora de livros e ainda transformar os que leem seus escritos em um dos povos com a maior longevidade do planeta e, ainda, o povo com a maior longevidade dentro de cidades junto ao resto da sociedades com baixa expectativa de vida, é algo impensável.
Assim, não tenho dúvidas e os próprios resultados concretos nos mostram isto. A produção dos livros de Ellen White foi algo sobrenatural. E não é à toa que seus livros, hoje, continuam sendo atuais, onde vemos as coisas que ela escreveu sendo cumpridas, quando ligamos o rádio, a TV, ou acessamos a internet e vemos as notícias do dia publicadas em todo o mundo.
Ellen White - Profetiza inspirada
Olá Maria Gonçalves, Ellen White tinha uma alimentação baseada em carnes e pão branco, detestava alimentos vegetais. E seus manuscritos forma produzidos desde o desapontamento. São basicamente o que viu em suas visões. Ellen White trabalhava em uma fazenda cuidando do gado.
Canright vasculhou o que pôde sobre Ellen white, nenhum livro achou acerca da questão da saúde e alimentos. A base de suas descobertas acerca de seus empréstimos foram basicamente romances e outros livros religiosos.
As doutrinas segundo a perspectiva de Ellen White era muito diferente do que se encontrava na época, igualmente a questão da saúde e dos alimentos.
Os livros que se encontravam na época ensinavam a fazer uso do álcool e tabaco para terapias. A se fechar os quartos dos hospitais para não se deixar a luz nem o ar entrar.
Ellen White porém ensinava a não fazer uso destas coisas e a manter as janelas dos hospitais abertas e os quartos bem arejados.
O povo de sua época, especialmente cristãos acreditavam que comer carnes era o que deixava a pessoa forte e saudável.
Que gatilho fez com que Ellen White mudasse de opinião e procurasse estudar mais sobre coisas saudáveis?
A resposta foi as suas visões querida irmã.
Ellen White realmente acreditou naquilo que viu em suas visões e o que viu realmente se mostrou correto, porque hoje sabemos que uma alimentação baseada em alimentos vegetais é o que realmente garante a nossa saúde.
Ellen White também teria que ter alguma orientação a fim de separar, dentre tudo que de errado que se ensinava na época, aquilo que era realmente verdadeiro e o que era falso.
Não havia médico ou especialistas em medicina, saúde, naturalismo ou teólogos que a pudessem guiar em suas pesquisas. Pelo contrário, a história mostra que Ellen White é quem guiou jovens e estudiosos na criação de hospitais e centros de vida saudável segundo a nova abordagem construída por ela e que não existia na época. Ellen White é quem guiou os próprios estudiosos das mais diversas denominações acerca de complexas doutrinas e profecias bíblicas.
E percebo que as palavras da amiga também são em tom de diminuição, "naturopatas".
Louca, naturopata, plagiarista são destas coisas que acusam Ellen White por ter contribuído de tão grande forma para uma melhoria de vida das pessoas naquela época e nas décadas que se seguiram.
Uma pessoa, hoje, então teria que ter muito medo de trazer novos, importantes e corretos conceitos, nas áreas de medicina, psicoligia e espiritualidade. Porque fazendo o bem, seriam perseguidos pela desconfiança e tratados de loucos, naturopatas e plagiaristas.
Se Ellen White houvesse recomendado que ao invés de 1 charuto a pessoa tragasse 2 ou até mesmo 3, para manter a saúde dos pulmões, como recomendavam médicos e terapeutas da época, seria razoável chamá-la de louca.
Se os hospitais que construiu houvesse matado dezenas e até milhares de pacientes com seus tratamentos ditos "naturais", consideraria razoável chamá-la de naturopata.
Então não entendo este menosprezo, segundo as coisas que ela construiu e que são vistas como boas.
Veja, uma pessoa quando vai à Bíblioteca ler e pesquisar, quando decide adotar e ensinar um estilo de vida mais saudável, quando escreve livros, quando estuda complexas doutrinas e quando ensina profecias é tida como uma boa pessoa, estudiosa e intelectual.
Porém, fazendo tais coisas, dizem:
- Ah, ela não fez grande coisa!
- Ah era uma viciada em alimentos naturais!
- Ah ela copiou aquilo que escreveu, era uma pessoa sem talento!
- Ah, ela era louca, epiléptica, não tinha nada de receber visões do céu!
Ellen White nunca machucou a ninguém, nunca fez mal a ninguém, sempre tratou bem seus empregados, cuidou de seus filhos e seu esposo, trabalhava com a terra, educava e ensinava. Acolhia pessoas em sua casa, visitava, aconselhava, só fazia o bem.
E hoje sofre acusações e recebe conceitos ásperos sobre sua pessoa por ter feito apenas o bem, como Jesus, Paulo e tantos outros antigamente fizeram.
Percebo nas pessoas que o mais indigna é o fato de ela haver dito de que havia recebido estas instruções do céu, como Paulo dizia e como todos os profetas bíblicos e os orientadores da igreja pós-apostólica faziam.
Será que o problema é Ellen White, ou é as coisas que ela ensinou?
Creio que se Ellen White houvesse falho em seus conceitos e as obras que ela deixou houvessem demonstrado fracasso, não haveria de ser tanto criticada ainda nos dias de hoje.
Viriam-na como uma pobre coitada ou iludida, assim como vêem o Inri Cristo.
Mas tendo a coisa toda dado certo aí a coisa se complica.
É o velho problema de se fazer boas obras.
Por exemplo, não concordo com a opinião de Xico Xavier acerca de seu doutrinariamento, mas reconheço suas boas obras, reconhecê-las me faz bem.
Para confrontar a veracidade do que ensinou, demonstro melhores obras. E uso a ocasião de suas boas obras para exaltar ainda melhores obras. Obras mais excelentes, mais duradouras.
Veja, os críticos não tem boas obras para mostrar, não tem algo palpável com o que argumentar, não são dados à boas obras e não produzem frutos nem bons nem maus.
Árvores infrutíferas.
Vejo boas obras em Constantino, no papado, até mesmo em ateus. Mas não tenho visto boas obras naqueles que atacam pessoas.
Até mesmo um católico que ora fervorosamente à uma imagem de santo, tem algo de bom a nos ensinar. Queria eu ter tal dedicação e zelo para com as coisas de Deus. Admiro as obras dos budistas e até mesmo o cuidado de muçulmanos para com a família e a dedicação e a seriedade no estudo de suas bíblias, o Alcorão.
E gosto de falar acerca das coias boas que fazem, porque tenho para mostrar algo ainda mais excelente.
E assim a IASD tem conquistado pessoas das mais diversas religiões, posições intelectuais e culturas. Método que também Paulo utilizava para com nações pagãs que tinham em si algumas boas obras.
Porém, o que mais pesa quando leio argumentações acerca de Ellen White é o profundo desconhecimento de suas obras e do que ela ensinou.
Vários ateus e teólogos de outras religiões já leram boa parte de seus livros, porém nenhum jamais disse que o que ela escreveu era algo comum de se encontrar na época, ainda que pesquisando nas melhores bibliotecas.
Havia muito pouca diferença entre a época de Ellen White e a idade média, idade das trevas intelectuais. A tecnologia ainda não havia chegado e os EUA ainda vivia à parte do continente europeu. O mundo de Ellen White ainda era muito parecido com a época de Jesus. Usava-se charretes, a luz era por lampião.
Nem em uma educação formal ou no meio mais intelectualizados de sua época se encontrava tal formação como o exigido para se construir livros do teor escrito por Ellen White, que permanecem até os dias de hoje.
E o que mais nos chama a atenção é a corretude do que ela escreveu. Nenhum intelectual da época era ainda capaz de separar os conceitos corretos dos errôneos. E mais ainda demonstrar através de obras concretizadas com todos os conceitos aplicados e funcionando perfeitamente.
É algo fora da capacidade humana, não se encontraria em nenhum lugar do mundo tal genialidade.
Porém, Ellen White nunca atribuiu à sua própria capacidade a qualidade daquilo que escreveu. Antes de atribuir às ciências e aos estudos, atribuiu tudo isto a Deus.
E percebemos, quando analisamos a vida e história de Ellen White, de que ela era totalmente cercada de limitações. Que vão desde a aprendizagem até a concretização de obras.
Jovem tímida, de saúde frágil, que cursou apenas até a terceira série primária, que sofreu bullyng na escola. E que de um dia para a noite, começou a escrever livros que a tornaram uma das escritoras mais proeminentes de seu tempo e da história.
Médicos conceituados a procuravam, terapeutas a consultavam, gênios, inventores e até presidentes faziam uso dos sanatórios e centros de saúde erguidos por um proeminente médico que esteve sob a tutela de Ellen G. White e que garantia o sucesso de suas empreitadas à consulta das instruções e recomendações de Ellen G. White.
E nunca exaltando a si mesma nem suas boas obras, sempre a Bíblia e Deus ela exaltava.
Seria então a gênia mais burra da história por exaltar a um Deus e Sua Palavra, antes da confiança nas ciências humanas, e em líderes das religiões.
Isto fere! Ambos os grupos!
Menosprezando o conhecimento humano tanto nas ciências como na religião, Ellen White creu piamente na Bíblia e no Deus que a escreveu.
Esta mulher só pode ser louca! Porque cientistas (boa parcela) não crê em deus e líderes religiosos (boa parcela) não crê na Bíblia.
Isto deve ser história da carochinha, ela pegou isto de algum livro, ou teve alucinações e escreveu o que bem lhe entendeu escrever.
Bem, Ellen White foi uma escritora que realmente acreditou em Deus e na Bíblia.
Se foi realmente guiada por Deus ou se era apenas mais uma louca, pelos seus frutos, diz a Bíblia, os conhecereis.
Bem, os frutos as obras e os ensinamentos nos livros que ela escreveu parecem bem palpáveis nos dias de hoje. Parece que uma mulher religiosa realmente pregou uma peça no mundo cientifico. E parece que uma mulher estudiosa pregou uma peça no mundo religioso.
Talvez porque seja hora de ciência e religião voltarem a fazerem as pazes livrar-se de suas superstições e também da incredulidade e perceber que há um Deus onde estão escondidos todos os mistérios da sabedoria e das ciências.
"Para que os seus corações sejam consolados, e estejam unidos em amor, e enriquecidos da plenitude da inteligência, para conhecimento do mistério de Deus e Pai, e de Cristo,
Em quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência." (Colossenses 2:2,3)
Este foi um dos motivos de toda movimentação ocorrida no período do segundo grande reavivamento, em torno do ano de 1844.
Canright vasculhou o que pôde sobre Ellen white, nenhum livro achou acerca da questão da saúde e alimentos. A base de suas descobertas acerca de seus empréstimos foram basicamente romances e outros livros religiosos.
As doutrinas segundo a perspectiva de Ellen White era muito diferente do que se encontrava na época, igualmente a questão da saúde e dos alimentos.
Os livros que se encontravam na época ensinavam a fazer uso do álcool e tabaco para terapias. A se fechar os quartos dos hospitais para não se deixar a luz nem o ar entrar.
Ellen White porém ensinava a não fazer uso destas coisas e a manter as janelas dos hospitais abertas e os quartos bem arejados.
O povo de sua época, especialmente cristãos acreditavam que comer carnes era o que deixava a pessoa forte e saudável.
Que gatilho fez com que Ellen White mudasse de opinião e procurasse estudar mais sobre coisas saudáveis?
A resposta foi as suas visões querida irmã.
Ellen White realmente acreditou naquilo que viu em suas visões e o que viu realmente se mostrou correto, porque hoje sabemos que uma alimentação baseada em alimentos vegetais é o que realmente garante a nossa saúde.
Ellen White também teria que ter alguma orientação a fim de separar, dentre tudo que de errado que se ensinava na época, aquilo que era realmente verdadeiro e o que era falso.
Não havia médico ou especialistas em medicina, saúde, naturalismo ou teólogos que a pudessem guiar em suas pesquisas. Pelo contrário, a história mostra que Ellen White é quem guiou jovens e estudiosos na criação de hospitais e centros de vida saudável segundo a nova abordagem construída por ela e que não existia na época. Ellen White é quem guiou os próprios estudiosos das mais diversas denominações acerca de complexas doutrinas e profecias bíblicas.
E percebo que as palavras da amiga também são em tom de diminuição, "naturopatas".
Louca, naturopata, plagiarista são destas coisas que acusam Ellen White por ter contribuído de tão grande forma para uma melhoria de vida das pessoas naquela época e nas décadas que se seguiram.
Uma pessoa, hoje, então teria que ter muito medo de trazer novos, importantes e corretos conceitos, nas áreas de medicina, psicoligia e espiritualidade. Porque fazendo o bem, seriam perseguidos pela desconfiança e tratados de loucos, naturopatas e plagiaristas.
Se Ellen White houvesse recomendado que ao invés de 1 charuto a pessoa tragasse 2 ou até mesmo 3, para manter a saúde dos pulmões, como recomendavam médicos e terapeutas da época, seria razoável chamá-la de louca.
Se os hospitais que construiu houvesse matado dezenas e até milhares de pacientes com seus tratamentos ditos "naturais", consideraria razoável chamá-la de naturopata.
Então não entendo este menosprezo, segundo as coisas que ela construiu e que são vistas como boas.
Veja, uma pessoa quando vai à Bíblioteca ler e pesquisar, quando decide adotar e ensinar um estilo de vida mais saudável, quando escreve livros, quando estuda complexas doutrinas e quando ensina profecias é tida como uma boa pessoa, estudiosa e intelectual.
Porém, fazendo tais coisas, dizem:
- Ah, ela não fez grande coisa!
- Ah era uma viciada em alimentos naturais!
- Ah ela copiou aquilo que escreveu, era uma pessoa sem talento!
- Ah, ela era louca, epiléptica, não tinha nada de receber visões do céu!
Ellen White nunca machucou a ninguém, nunca fez mal a ninguém, sempre tratou bem seus empregados, cuidou de seus filhos e seu esposo, trabalhava com a terra, educava e ensinava. Acolhia pessoas em sua casa, visitava, aconselhava, só fazia o bem.
E hoje sofre acusações e recebe conceitos ásperos sobre sua pessoa por ter feito apenas o bem, como Jesus, Paulo e tantos outros antigamente fizeram.
Percebo nas pessoas que o mais indigna é o fato de ela haver dito de que havia recebido estas instruções do céu, como Paulo dizia e como todos os profetas bíblicos e os orientadores da igreja pós-apostólica faziam.
Será que o problema é Ellen White, ou é as coisas que ela ensinou?
Creio que se Ellen White houvesse falho em seus conceitos e as obras que ela deixou houvessem demonstrado fracasso, não haveria de ser tanto criticada ainda nos dias de hoje.
Viriam-na como uma pobre coitada ou iludida, assim como vêem o Inri Cristo.
Mas tendo a coisa toda dado certo aí a coisa se complica.
É o velho problema de se fazer boas obras.
Por exemplo, não concordo com a opinião de Xico Xavier acerca de seu doutrinariamento, mas reconheço suas boas obras, reconhecê-las me faz bem.
Para confrontar a veracidade do que ensinou, demonstro melhores obras. E uso a ocasião de suas boas obras para exaltar ainda melhores obras. Obras mais excelentes, mais duradouras.
Veja, os críticos não tem boas obras para mostrar, não tem algo palpável com o que argumentar, não são dados à boas obras e não produzem frutos nem bons nem maus.
Árvores infrutíferas.
Vejo boas obras em Constantino, no papado, até mesmo em ateus. Mas não tenho visto boas obras naqueles que atacam pessoas.
Até mesmo um católico que ora fervorosamente à uma imagem de santo, tem algo de bom a nos ensinar. Queria eu ter tal dedicação e zelo para com as coisas de Deus. Admiro as obras dos budistas e até mesmo o cuidado de muçulmanos para com a família e a dedicação e a seriedade no estudo de suas bíblias, o Alcorão.
E gosto de falar acerca das coias boas que fazem, porque tenho para mostrar algo ainda mais excelente.
E assim a IASD tem conquistado pessoas das mais diversas religiões, posições intelectuais e culturas. Método que também Paulo utilizava para com nações pagãs que tinham em si algumas boas obras.
Porém, o que mais pesa quando leio argumentações acerca de Ellen White é o profundo desconhecimento de suas obras e do que ela ensinou.
Vários ateus e teólogos de outras religiões já leram boa parte de seus livros, porém nenhum jamais disse que o que ela escreveu era algo comum de se encontrar na época, ainda que pesquisando nas melhores bibliotecas.
Havia muito pouca diferença entre a época de Ellen White e a idade média, idade das trevas intelectuais. A tecnologia ainda não havia chegado e os EUA ainda vivia à parte do continente europeu. O mundo de Ellen White ainda era muito parecido com a época de Jesus. Usava-se charretes, a luz era por lampião.
Nem em uma educação formal ou no meio mais intelectualizados de sua época se encontrava tal formação como o exigido para se construir livros do teor escrito por Ellen White, que permanecem até os dias de hoje.
E o que mais nos chama a atenção é a corretude do que ela escreveu. Nenhum intelectual da época era ainda capaz de separar os conceitos corretos dos errôneos. E mais ainda demonstrar através de obras concretizadas com todos os conceitos aplicados e funcionando perfeitamente.
É algo fora da capacidade humana, não se encontraria em nenhum lugar do mundo tal genialidade.
Porém, Ellen White nunca atribuiu à sua própria capacidade a qualidade daquilo que escreveu. Antes de atribuir às ciências e aos estudos, atribuiu tudo isto a Deus.
E percebemos, quando analisamos a vida e história de Ellen White, de que ela era totalmente cercada de limitações. Que vão desde a aprendizagem até a concretização de obras.
Jovem tímida, de saúde frágil, que cursou apenas até a terceira série primária, que sofreu bullyng na escola. E que de um dia para a noite, começou a escrever livros que a tornaram uma das escritoras mais proeminentes de seu tempo e da história.
Médicos conceituados a procuravam, terapeutas a consultavam, gênios, inventores e até presidentes faziam uso dos sanatórios e centros de saúde erguidos por um proeminente médico que esteve sob a tutela de Ellen G. White e que garantia o sucesso de suas empreitadas à consulta das instruções e recomendações de Ellen G. White.
E nunca exaltando a si mesma nem suas boas obras, sempre a Bíblia e Deus ela exaltava.
Seria então a gênia mais burra da história por exaltar a um Deus e Sua Palavra, antes da confiança nas ciências humanas, e em líderes das religiões.
Isto fere! Ambos os grupos!
Menosprezando o conhecimento humano tanto nas ciências como na religião, Ellen White creu piamente na Bíblia e no Deus que a escreveu.
Esta mulher só pode ser louca! Porque cientistas (boa parcela) não crê em deus e líderes religiosos (boa parcela) não crê na Bíblia.
Isto deve ser história da carochinha, ela pegou isto de algum livro, ou teve alucinações e escreveu o que bem lhe entendeu escrever.
Bem, Ellen White foi uma escritora que realmente acreditou em Deus e na Bíblia.
Se foi realmente guiada por Deus ou se era apenas mais uma louca, pelos seus frutos, diz a Bíblia, os conhecereis.
Bem, os frutos as obras e os ensinamentos nos livros que ela escreveu parecem bem palpáveis nos dias de hoje. Parece que uma mulher religiosa realmente pregou uma peça no mundo cientifico. E parece que uma mulher estudiosa pregou uma peça no mundo religioso.
Talvez porque seja hora de ciência e religião voltarem a fazerem as pazes livrar-se de suas superstições e também da incredulidade e perceber que há um Deus onde estão escondidos todos os mistérios da sabedoria e das ciências.
"Para que os seus corações sejam consolados, e estejam unidos em amor, e enriquecidos da plenitude da inteligência, para conhecimento do mistério de Deus e Pai, e de Cristo,
Em quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência." (Colossenses 2:2,3)
Este foi um dos motivos de toda movimentação ocorrida no período do segundo grande reavivamento, em torno do ano de 1844.
domingo, 31 de julho de 2016
Ellen White - Uma verdadeira profetiza
Serei franco com a irmã. Não creio que a irmã realmente acredite nas coisas que escreveu.
A irmã realmente acredita que alguém internado em um manicômio alguma vez tenha, ou possa vir a escrever obras como as que Ellen White escreveu?
A irmã realmente acredita que quando uma pessoa tem um surto de epilepsia, naquele estado ela crie todo um raciocínio que permita escrever histórias como Ellen White escreveu?
Eu sinceramente não sei o que ocorre na cabeça de apologetas brasileiros a fim de inventarem coisas como esta e também não sei o que ocorre na cabeça dos que leem e acreditam em coisas como esta.
Deixe-me lhe explicar, querida irmã. Uma pessoa quando está fora do juízo, não é capaz de escrever um livro que se consiga uma boa vendagem. Já acompanhei lançamento de livros de pessoas que lidavam com períodos de alucinações correntes, e escreveram poesias, histórias, existem até bazares onde se vendem obras como esta ao público.
Garanto que a irmã, bem como as fontes brasileiras não tenham então a mínima idéia do que estão falando. Me desculpe a franqueza.
Outra coisa, o que se mais tem em consultórios entre psiquiatras, psicanalistas e psicólogos, bem como nos livros de tais profissionais são exemplos de relatos do que os pacientes viram em suas alucinações, o que puderam entender, bem como o que ocorreu no tratamento destas pessoas.
Creio que a irmã nunca tenha acompanhado algum destes casos, ou lido algum livro de tais profissionais.
Agora pare e pense um pouco querida irmã:
Os livros de Ellen White, orientados à educação e à psicologia são lidos no mundo todo e aplicado por profissionais justamente nas áreas de saúde mental!
Pense um pouquinho!
Profissionais especialistas em detectar anormalidades mentais, fazendo uso dos livros de Ellen White a aplicando estes conceitos em seus pacientes.
Pense mais um pouquinho...
Ellen White conseguiu enganar até mesmo os profissionais da saúde, que estudaram a vida inteira e que tiveram, dezenas e até centenas de experiências reais com seus pacientes, mas não conseguiu enganar uma pessoa: Walter Rea.
Pense profundamente, irmã Maria Gonçalves, os conceitos não estão invertidos?
Veja, pessoas comuns escrevem obras comuns, gênios escrevem coisas extraordinárias, pessoas com problemas de ordem mental e intelectual, escrevem coisas de qualidade inferior ao comum. A debilidade se reflete naquilo que a pessoa produz intelectualmente.
Agora veja, usa-se o argumento de que Ellen White teria uma mente fraca e debilitada para justificar obras de grau intelectual acima do comum!
Qual a lógica disto, querida irmã?
Segundo ponto:
Para justificar a qualidade, corretude e aceitação do que ela escreveu por parte inclusive de profissionais nas áreas que ela escreveu, adiantam que ela teria copiado as informações de outros livros.
Agora pense: Se Ellen White realmente houvesse plagiado livros e mais livros para compor suas obras, qual o sentido de se alegar de que ela tinha problemas mentais?
Percebe a incoerência? Os mesmos que dizem de que suas obras são frutos de alucinações, são os mesmos que dizem de que na verdade são frutos de cópia de outros autores. E são os mesmos que alegam que não foi Ellen White quem produziu e escreveu seus livros mas uma secretária, ou seu marido.
Isto beira a alienação, irmã Maria Gonçalves. Como pode uma mesma pessoa apresentar estas três alegações a garantir que todas as três são verdades?
É ilógico! Suas obras ou são frutos de alucinações, ou são frutos de plágio, ou foi sua secretária mais seu esposo que escreveram.
Criam três teorias e acreditam nas três ao mesmo tempo! Me explica isto Maria Gonçalves!
Isto foge à lógica, isto foge à razão, isto foge ao bom senso.
Tratando da questão do suposto plágio:
A irmã tem idéia do volume que é mil pacotes contendo 100 folhas de papel sobre uma mesa? Tem idéia de quantos livros seriam necessários para produzir tal volume?
Veja, na própria obra do acusador Canright, nenhum livro foi identificado como tendo sido copiado integralmente, veja: Nenhum livro existente na época foi copiado integralmente.
Canright produziu quadros contendo todas as ocorrências possíveis de se encontrar, somando todo o conjunto de citações e ocorrências semelhantes não daria um livreto de 30 páginas. É bem menos que isto, os quadros constantes em seu estudo não chegam a ocupar dez páginas.
Então alega-se de que Ellen White na verdade teria estudado muito a outros livros, e que falavam também sobre alimentos, sobre o que era bom e ruim a fim de escrever seus livros com corretude comprovada através dos tempos pela ciência.
Pare e pense: Ellen White teria plagiado outros livros justamente porque não tinha talento para estudar e desenvolver algo por si própria, agora nesta teoria, ela teria então estudado, entendido, raciocinado e copiado as recomendações que ela viu que estaria correta, motivo pelo qual seus livros têm sido abalizado por profissionais da saúde e nutricionistas.
E são os mesmos que defendem, em conjunto, as outras teorias!
Faz sentido isto, irmã Maria Gonçalves?
Temos agora 4 teorias contraditórias!
Terceiro ponto, as suposta elaboração das obras de Ellen White por parte de seu esposo e sua secretária:
Veja, Ellen White então teria reescrito à mão tudo aquilo que seu esposo e sua secretária escrevera, para fazer-nos pensar de que seria ela quem teria escrito.
Pense! Qual seria o sentido disto!?
Veja, se o esposo dela e a secretária pudessem escrever tais obras, por que escolher Ellen White e não seu esposo ou sua secretária para ser o Profeta na história?
E por que escolher logo uma mulher que tinha epilepsia e problemas mentais, à qual pessoa alguma em sua época lhe daria crédito?
Pense! Se fosse o marido dela quem tivesse escrito e hoje a Igreja Adventista considerasse o marido dela como O profeta, diriam os críticos hoje que estaria tudo bem já que o marido dela aparentemente não tinha nenhum problema mental nem epilepsia ou coisa do tipo? Era este o problema? Era por isto que achavam que os livros que temos espalhados pelo mundo não são frutos de um trabalho intelectual de Ellen White?
Será que o problema de não acreditarem em Ellen White é porque seria louca ou porque tivesse ataques de epilepsia?
Saiba, porém, que pessoas afligidas por epilepsia, trabalham e estudam normalmente, escrevem até livros compreende? Não se trata de uma doença mental.
Último ponto:
É muito estranho, querida irmã, que alguém alucinado, com problemas mentais e que constrói todo o seu raciocínio por meio de uma epilepsia, escreva livros com dados, informações e aplicação real corretas.
Que possibilitem a construção de hospitais, escolas, interpretação de profecias e doutrinas bíblicas extremamente complicadas, que hoje são apoiadas por vários teólogos e estudiosos de OUTRAS denominações cristãs e que não tem parte alguma com os adventistas.
Que em seus devaneios acabe acertando tudo a ponto de o mundo todo ler e adotar seus livros em seus ensinos tornando-a a escritora cristã mais traduzida de toda a história.
Vamos adotar então que ela copiou tudo de outros livros, porém, não achamos em sua época nenhum livro parecido com o de Ellen White. Tanto não existiram como não foram usados, como não existem até hoje, mesmo que se procure em todas as bibliotecas dos Estados Unidos da América.
O livro intitulado "Mente caráter e personalidade", você pode mostrar para qualquer profissional da saúde, pedir para ele tentar se lembrar ou revirar os livros mais antigos que se possa encontrar nas bibliotecas, ele sempre dirá que nunca viu nada daquilo escrito em nenhum livro de tal época, embora muito do que esteja ali seja amplamente conhecido HOJE e aplicado em seus consultórios.
É história da carochinha, irmã Maria Gonçalves, tais livros não existem! Inclusive psicólogos que não tiveram contato com seus livros tatearam e se arrastaram por anos tentando encontrar algo para ajudá-los em seus consultórios.
Muitos destes profissionais tiveram que desenvolver por si mesmos, por meio de análise e estudos, aquilo que Ellen White já havia escrito há mais de um século atrás.
E veja que interessante, se os livros de Ellen White houvessem sido escritos HOJE, daqui um século no futuro estariam dizendo de que Ellen White teria plagiado, estudado, copiado informações de outros livros hoje.
Longe de isto contradizer, apenas confirma a corretude do que há escrito nos livros de Ellen White. Assim, tanto o que estava correto antes de Ellen White escrever seus livros, quanto o que está correto após Ellen White escrever seus livros, se encontram nos livros que ela produziu.
Então, querida irmã, tanto passado quanto presente quanto futuro, se condensam nas obras que Ellen White produziu.
E veja as coisas interessantes que encontramos na área religiosa:
Decreto dominical, dia da família; Ecumenismo, pentecostalismo, espiritismo, um dia de descanso para a terra e a natureza; A sindicalização do trabalho;
Tudo isto já havia sido escrito por Ellen White há mais de um século atrás e são notícia hoje nos jornais, na internet e na TV.
Na área da medicina:
O cérebro funcionando por meio de correntes elétricas; O agente do câncer sendo um germe; A associação do consumo de carne suína com surtos de lepra; As escrófulas cancerígenas que são formadas na carne de porco;
Saúde:
A eficácia do cardápio revelado por Ellen White e que trouxe realmente mais saúde e longevidade.
Bíblia:
A forma como a mesma coisa que ela ensinava é utilizada hoje pela IASD, com toda lógica que vemos serem apresentada inclusive por meio da TV Novo Tempo.
E veja como a aplicação de tudo que ela escreveu deu certo. A IASD tem uma das melhores, senão a melhor rede de hospitais dos EUA.
Com seu método de ensino e educação os alunos das Escolas Adventistas tem os melhores desempenhos nos exames. Em concursos bíblicos os estudantes das escolas sabatinas têm as melhores pontuações.
Agora pare e pense, irmã Maria Gonçalves!
Tudo isto fruto do acaso de alucinações?! De plágio? Da mente privilegiada de seu esposo ou de sua secretária?
COMO EXPLICAR ISTO DO PONTO DE VISTA ATEU?
Veja, a Igreja Adventista do Sétimo Dia teria que ter planejado criar obras do mais alto gabarito, mediante análise de uma forma que jamais foi possível naquela época nem antes daquela época;
Teriam que ser minuciosos e de extremo raciocínio produzindo, através de gênios, respostas para os mais diversos assuntos na área de saúde, educação, psicologia e teologia. E exímios analistas da história e das possibilidades dentro do âmbito religioso a fim de conseguir prever o que haveria de acontecer dali a 150 anos no futuro.
Identificar em todas as obras que havia naquela época, tudo relativo à saúde e que estaria correto.
Criar novos métodos e que realmente funcionasse de terapias por meio totalmente natural.
Desenvolver cartilhas de administração e levantar instituições que se destacariam em todo o mundo.
Estudar e entender toda a Bíblia a fim de formular doutrinas e dar interpretação às profecias que até aquela época ainda não tinham sido interpretadas.
Desenvolver conceitos complexos acerca da formação do ser humano e sua educação, desde o ventre até a idade adulta.
E ainda construir livros sobre Jesus de uma qualidade poética capaz de surpreender pessoas das várias denominações.
E ainda viajar para vários países da Europa a fim de levantar tudo que ocorreu na história da Igreja Cristã, desde a fuga de jerusalém, passando pela santa inquisição, pesquisar a vida de Wycliffe, Jan Huss, bem como todos os demais mártires e trazer informações minuciosas sobre suas vidas e as coisas pelas quais eles passaram.
E ainda fazer análises constantes em tempo real, a fim de identificar coisas que poderiam acontecer naquela época, como a guerra civil norte americana.
CONCLUSÃO:
Temos que crer nisto irmã Maria Gonçalves, pois acreditar que Ellen White seria louca e incapacitada de escrever seus livros não daria explicação alguma, apenas tornaria a existência das obras que ela escreveu impossíveis.
POR OUTRO LADO:
Sendo ela mesma quem escreveu, definitivamente não há outra explicação, senão de que ela produziu todas aquelas obras por meio sobrenatural.
INDO AO PONTO:
É neste ponto, querida irmã, que realmente acredito de que as obras que Ellen White escreveu foram por meio sobrenatural, por fonte de algo, alguém, alguma coisa, por algum meio, que colocou sobre ela informações sobre passado, presente e futuro em aspecto amplo das várias faculdades da pessoa humana e em especial a religião.
Desmerecer a pessoa de Ellen White, não iria explicar a corretude a eficácia do que ela escreveu e a concretização com extremo sucesso das obras que ela iniciou e que disse que se espalhariam com extraordinário sucesso em todo o mundo.
E quando analiso a Bíblia e vejo a harmonia tando do que aconteceu na vida de Ellen White quanto da história da Igreja Adventista e como a sua forma de expor os assuntos e ao observar como as coisas que ocorreram em seu ministério se entrelaçam com aquilo que lemos em certos eventos bíblicos, bem como o fato de ela relacionar tudo que ela produziu com a Bíblia, não tenho dúvida de que ela foi uma profetiza moderna.
E mesmo quem é ateu, analisando esta perspectiva, não encontra dificuldades em ver que, adotando que Deus existe e a Bíblia como verdade real deixada por este Deus, não há melhor posição onde encaixar o que ocorreu com Ellen White senão a de uma profetiza como as demais que são ali relatadas. Ainda mais a Bíblia relatando de que o dom profético seria utilizado novamente no tempo do fim onde vemos que já estamos neste tempo e que este mundo não vai muito longe.
Então, analise com carinho estas coisas que lhe escrevi e veja se realmente faz sentido justificar a existência das obras de Ellen White por meio do que tem sido proposto pelos críticos de Ellen White..
A irmã realmente acredita que alguém internado em um manicômio alguma vez tenha, ou possa vir a escrever obras como as que Ellen White escreveu?
A irmã realmente acredita que quando uma pessoa tem um surto de epilepsia, naquele estado ela crie todo um raciocínio que permita escrever histórias como Ellen White escreveu?
Eu sinceramente não sei o que ocorre na cabeça de apologetas brasileiros a fim de inventarem coisas como esta e também não sei o que ocorre na cabeça dos que leem e acreditam em coisas como esta.
Deixe-me lhe explicar, querida irmã. Uma pessoa quando está fora do juízo, não é capaz de escrever um livro que se consiga uma boa vendagem. Já acompanhei lançamento de livros de pessoas que lidavam com períodos de alucinações correntes, e escreveram poesias, histórias, existem até bazares onde se vendem obras como esta ao público.
Garanto que a irmã, bem como as fontes brasileiras não tenham então a mínima idéia do que estão falando. Me desculpe a franqueza.
Outra coisa, o que se mais tem em consultórios entre psiquiatras, psicanalistas e psicólogos, bem como nos livros de tais profissionais são exemplos de relatos do que os pacientes viram em suas alucinações, o que puderam entender, bem como o que ocorreu no tratamento destas pessoas.
Creio que a irmã nunca tenha acompanhado algum destes casos, ou lido algum livro de tais profissionais.
Agora pare e pense um pouco querida irmã:
Os livros de Ellen White, orientados à educação e à psicologia são lidos no mundo todo e aplicado por profissionais justamente nas áreas de saúde mental!
Pense um pouquinho!
Profissionais especialistas em detectar anormalidades mentais, fazendo uso dos livros de Ellen White a aplicando estes conceitos em seus pacientes.
Pense mais um pouquinho...
Ellen White conseguiu enganar até mesmo os profissionais da saúde, que estudaram a vida inteira e que tiveram, dezenas e até centenas de experiências reais com seus pacientes, mas não conseguiu enganar uma pessoa: Walter Rea.
Pense profundamente, irmã Maria Gonçalves, os conceitos não estão invertidos?
Veja, pessoas comuns escrevem obras comuns, gênios escrevem coisas extraordinárias, pessoas com problemas de ordem mental e intelectual, escrevem coisas de qualidade inferior ao comum. A debilidade se reflete naquilo que a pessoa produz intelectualmente.
Agora veja, usa-se o argumento de que Ellen White teria uma mente fraca e debilitada para justificar obras de grau intelectual acima do comum!
Qual a lógica disto, querida irmã?
Segundo ponto:
Para justificar a qualidade, corretude e aceitação do que ela escreveu por parte inclusive de profissionais nas áreas que ela escreveu, adiantam que ela teria copiado as informações de outros livros.
Agora pense: Se Ellen White realmente houvesse plagiado livros e mais livros para compor suas obras, qual o sentido de se alegar de que ela tinha problemas mentais?
Percebe a incoerência? Os mesmos que dizem de que suas obras são frutos de alucinações, são os mesmos que dizem de que na verdade são frutos de cópia de outros autores. E são os mesmos que alegam que não foi Ellen White quem produziu e escreveu seus livros mas uma secretária, ou seu marido.
Isto beira a alienação, irmã Maria Gonçalves. Como pode uma mesma pessoa apresentar estas três alegações a garantir que todas as três são verdades?
É ilógico! Suas obras ou são frutos de alucinações, ou são frutos de plágio, ou foi sua secretária mais seu esposo que escreveram.
Criam três teorias e acreditam nas três ao mesmo tempo! Me explica isto Maria Gonçalves!
Isto foge à lógica, isto foge à razão, isto foge ao bom senso.
Tratando da questão do suposto plágio:
A irmã tem idéia do volume que é mil pacotes contendo 100 folhas de papel sobre uma mesa? Tem idéia de quantos livros seriam necessários para produzir tal volume?
Veja, na própria obra do acusador Canright, nenhum livro foi identificado como tendo sido copiado integralmente, veja: Nenhum livro existente na época foi copiado integralmente.
Canright produziu quadros contendo todas as ocorrências possíveis de se encontrar, somando todo o conjunto de citações e ocorrências semelhantes não daria um livreto de 30 páginas. É bem menos que isto, os quadros constantes em seu estudo não chegam a ocupar dez páginas.
Então alega-se de que Ellen White na verdade teria estudado muito a outros livros, e que falavam também sobre alimentos, sobre o que era bom e ruim a fim de escrever seus livros com corretude comprovada através dos tempos pela ciência.
Pare e pense: Ellen White teria plagiado outros livros justamente porque não tinha talento para estudar e desenvolver algo por si própria, agora nesta teoria, ela teria então estudado, entendido, raciocinado e copiado as recomendações que ela viu que estaria correta, motivo pelo qual seus livros têm sido abalizado por profissionais da saúde e nutricionistas.
E são os mesmos que defendem, em conjunto, as outras teorias!
Faz sentido isto, irmã Maria Gonçalves?
Temos agora 4 teorias contraditórias!
Terceiro ponto, as suposta elaboração das obras de Ellen White por parte de seu esposo e sua secretária:
Veja, Ellen White então teria reescrito à mão tudo aquilo que seu esposo e sua secretária escrevera, para fazer-nos pensar de que seria ela quem teria escrito.
Pense! Qual seria o sentido disto!?
Veja, se o esposo dela e a secretária pudessem escrever tais obras, por que escolher Ellen White e não seu esposo ou sua secretária para ser o Profeta na história?
E por que escolher logo uma mulher que tinha epilepsia e problemas mentais, à qual pessoa alguma em sua época lhe daria crédito?
Pense! Se fosse o marido dela quem tivesse escrito e hoje a Igreja Adventista considerasse o marido dela como O profeta, diriam os críticos hoje que estaria tudo bem já que o marido dela aparentemente não tinha nenhum problema mental nem epilepsia ou coisa do tipo? Era este o problema? Era por isto que achavam que os livros que temos espalhados pelo mundo não são frutos de um trabalho intelectual de Ellen White?
Será que o problema de não acreditarem em Ellen White é porque seria louca ou porque tivesse ataques de epilepsia?
Saiba, porém, que pessoas afligidas por epilepsia, trabalham e estudam normalmente, escrevem até livros compreende? Não se trata de uma doença mental.
Último ponto:
É muito estranho, querida irmã, que alguém alucinado, com problemas mentais e que constrói todo o seu raciocínio por meio de uma epilepsia, escreva livros com dados, informações e aplicação real corretas.
Que possibilitem a construção de hospitais, escolas, interpretação de profecias e doutrinas bíblicas extremamente complicadas, que hoje são apoiadas por vários teólogos e estudiosos de OUTRAS denominações cristãs e que não tem parte alguma com os adventistas.
Que em seus devaneios acabe acertando tudo a ponto de o mundo todo ler e adotar seus livros em seus ensinos tornando-a a escritora cristã mais traduzida de toda a história.
Vamos adotar então que ela copiou tudo de outros livros, porém, não achamos em sua época nenhum livro parecido com o de Ellen White. Tanto não existiram como não foram usados, como não existem até hoje, mesmo que se procure em todas as bibliotecas dos Estados Unidos da América.
O livro intitulado "Mente caráter e personalidade", você pode mostrar para qualquer profissional da saúde, pedir para ele tentar se lembrar ou revirar os livros mais antigos que se possa encontrar nas bibliotecas, ele sempre dirá que nunca viu nada daquilo escrito em nenhum livro de tal época, embora muito do que esteja ali seja amplamente conhecido HOJE e aplicado em seus consultórios.
É história da carochinha, irmã Maria Gonçalves, tais livros não existem! Inclusive psicólogos que não tiveram contato com seus livros tatearam e se arrastaram por anos tentando encontrar algo para ajudá-los em seus consultórios.
Muitos destes profissionais tiveram que desenvolver por si mesmos, por meio de análise e estudos, aquilo que Ellen White já havia escrito há mais de um século atrás.
E veja que interessante, se os livros de Ellen White houvessem sido escritos HOJE, daqui um século no futuro estariam dizendo de que Ellen White teria plagiado, estudado, copiado informações de outros livros hoje.
Longe de isto contradizer, apenas confirma a corretude do que há escrito nos livros de Ellen White. Assim, tanto o que estava correto antes de Ellen White escrever seus livros, quanto o que está correto após Ellen White escrever seus livros, se encontram nos livros que ela produziu.
Então, querida irmã, tanto passado quanto presente quanto futuro, se condensam nas obras que Ellen White produziu.
E veja as coisas interessantes que encontramos na área religiosa:
Decreto dominical, dia da família; Ecumenismo, pentecostalismo, espiritismo, um dia de descanso para a terra e a natureza; A sindicalização do trabalho;
Tudo isto já havia sido escrito por Ellen White há mais de um século atrás e são notícia hoje nos jornais, na internet e na TV.
Na área da medicina:
O cérebro funcionando por meio de correntes elétricas; O agente do câncer sendo um germe; A associação do consumo de carne suína com surtos de lepra; As escrófulas cancerígenas que são formadas na carne de porco;
Saúde:
A eficácia do cardápio revelado por Ellen White e que trouxe realmente mais saúde e longevidade.
Bíblia:
A forma como a mesma coisa que ela ensinava é utilizada hoje pela IASD, com toda lógica que vemos serem apresentada inclusive por meio da TV Novo Tempo.
E veja como a aplicação de tudo que ela escreveu deu certo. A IASD tem uma das melhores, senão a melhor rede de hospitais dos EUA.
Com seu método de ensino e educação os alunos das Escolas Adventistas tem os melhores desempenhos nos exames. Em concursos bíblicos os estudantes das escolas sabatinas têm as melhores pontuações.
Agora pare e pense, irmã Maria Gonçalves!
Tudo isto fruto do acaso de alucinações?! De plágio? Da mente privilegiada de seu esposo ou de sua secretária?
COMO EXPLICAR ISTO DO PONTO DE VISTA ATEU?
Veja, a Igreja Adventista do Sétimo Dia teria que ter planejado criar obras do mais alto gabarito, mediante análise de uma forma que jamais foi possível naquela época nem antes daquela época;
Teriam que ser minuciosos e de extremo raciocínio produzindo, através de gênios, respostas para os mais diversos assuntos na área de saúde, educação, psicologia e teologia. E exímios analistas da história e das possibilidades dentro do âmbito religioso a fim de conseguir prever o que haveria de acontecer dali a 150 anos no futuro.
Identificar em todas as obras que havia naquela época, tudo relativo à saúde e que estaria correto.
Criar novos métodos e que realmente funcionasse de terapias por meio totalmente natural.
Desenvolver cartilhas de administração e levantar instituições que se destacariam em todo o mundo.
Estudar e entender toda a Bíblia a fim de formular doutrinas e dar interpretação às profecias que até aquela época ainda não tinham sido interpretadas.
Desenvolver conceitos complexos acerca da formação do ser humano e sua educação, desde o ventre até a idade adulta.
E ainda construir livros sobre Jesus de uma qualidade poética capaz de surpreender pessoas das várias denominações.
E ainda viajar para vários países da Europa a fim de levantar tudo que ocorreu na história da Igreja Cristã, desde a fuga de jerusalém, passando pela santa inquisição, pesquisar a vida de Wycliffe, Jan Huss, bem como todos os demais mártires e trazer informações minuciosas sobre suas vidas e as coisas pelas quais eles passaram.
E ainda fazer análises constantes em tempo real, a fim de identificar coisas que poderiam acontecer naquela época, como a guerra civil norte americana.
CONCLUSÃO:
Temos que crer nisto irmã Maria Gonçalves, pois acreditar que Ellen White seria louca e incapacitada de escrever seus livros não daria explicação alguma, apenas tornaria a existência das obras que ela escreveu impossíveis.
POR OUTRO LADO:
Sendo ela mesma quem escreveu, definitivamente não há outra explicação, senão de que ela produziu todas aquelas obras por meio sobrenatural.
INDO AO PONTO:
É neste ponto, querida irmã, que realmente acredito de que as obras que Ellen White escreveu foram por meio sobrenatural, por fonte de algo, alguém, alguma coisa, por algum meio, que colocou sobre ela informações sobre passado, presente e futuro em aspecto amplo das várias faculdades da pessoa humana e em especial a religião.
Desmerecer a pessoa de Ellen White, não iria explicar a corretude a eficácia do que ela escreveu e a concretização com extremo sucesso das obras que ela iniciou e que disse que se espalhariam com extraordinário sucesso em todo o mundo.
E quando analiso a Bíblia e vejo a harmonia tando do que aconteceu na vida de Ellen White quanto da história da Igreja Adventista e como a sua forma de expor os assuntos e ao observar como as coisas que ocorreram em seu ministério se entrelaçam com aquilo que lemos em certos eventos bíblicos, bem como o fato de ela relacionar tudo que ela produziu com a Bíblia, não tenho dúvida de que ela foi uma profetiza moderna.
E mesmo quem é ateu, analisando esta perspectiva, não encontra dificuldades em ver que, adotando que Deus existe e a Bíblia como verdade real deixada por este Deus, não há melhor posição onde encaixar o que ocorreu com Ellen White senão a de uma profetiza como as demais que são ali relatadas. Ainda mais a Bíblia relatando de que o dom profético seria utilizado novamente no tempo do fim onde vemos que já estamos neste tempo e que este mundo não vai muito longe.
Então, analise com carinho estas coisas que lhe escrevi e veja se realmente faz sentido justificar a existência das obras de Ellen White por meio do que tem sido proposto pelos críticos de Ellen White..
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