quarta-feira, 6 de março de 2013

Para psiquiatra, doutrina da “dupla predestinação” prejudica a mente



O psiquiatra cristão Timothy R. Jennings, em seu livro Simples Demais: Um modelo bíblico para a cura da mente[i], afirmou que a doutrina da dupla predestinação não faz bem à saúde mental.

No capítulo 14, intitulado “O Caminho da Morte”, Dr. Jennings explica que a verdade divina entra em nossa mente através da razão e da consciência e que, por isso, “Satanás faz tudo o que pode para impedir que a verdade de Deus alcance nosso entendimento”, pois, “sem a razão e a consciência, somos incapazes de compreender a verdade e, portanto, impotentes em nossa luta pela liberdade” do “eu” e do poder do pecado[ii].

Segundo o autor, um dos métodos que o inimigo se utiliza para destruir a razão, a fim de que os outros não conheçam toda a verdade sobre Deus, “é convencer as pessoas a crer em antíteses[iii] e em coisas que não fazem sentido”[iv]. Afinal, o desconsiderar a razão, aceitando crenças diferentes que não podem ser verdadeiras ao mesmo tempo, faz parte de “um comportamento destrutivo” que gradualmente debilita a consciência, “de modo que ela deixa de ser sensível à quebra da lei divina do amor e da liberdade”[v].

Entre as “crenças que se excluem mutuamente” e que “destroem a razão”, o Dr. Jennings coloca a dupla predestinação, por ela ser uma antítese, que não faz sentido algum. Para ele, a doutrina contraria a verdade sobre o método divino de usar o amor e a liberdade para salvar e curar a mente do ser humano.

Essa doutrina também é prejudicial à razão porque apresenta um Deus contraditório e sádico, que em Seu amor [que amor?] escolhe quem irá se perder [como amar sem ser livre para amar?]. De acordo com o escritor, isso é uma óbvia contradição, e que faz nossa parte racional do cérebro ser enfraquecida, de modo que damos terreno às forças do mal (cf. Fp 4:8; 1Pe 5:8).

Veja a seguir o trecho completo extraído do livro Simples Demais: um modelo bíblico para a cura da mente:

“Um dos métodos que Satanás usa para destruir a razão é convencer as pessoas a crer em antíteses e em coisas que não fazem sentido. Para atingir esse alvo, ele as influencia a desconsiderar a razão, para que aceitem duas coisas que não podem ser verdadeiras ao mesmo tempo. Por exemplo, Satanás contraria a verdade que Deus é amor, levando-nos a crer que Ele escolhe quem se salvará e quem se perderá, insistindo em que não temos livre-arbítrio nessa questão. Como já vimos[vi], o amor não pode existir sem liberdade. Portanto, as duas crenças se excluem mutuamente. As duas não podem ser verdadeiras ao mesmo tempo, e a única maneira de acreditar em ambas é renunciando à razão. Numa situação como essa, racionalizamos a contradição, dizendo: ‘Aceito isso pela fé’, o que, conforme já vimos[vii] simplesmente não é fé”[viii].

Perceba que para esse médico, a “racionalização” calvinista para explicar o ato de um Deus de amor predestinar outros para arderem no inferno, não pode ser chamado de “fé” (e muito menos de “paradoxo”[ix]). Isso é uma flagrante antítese que, se for nomeada de “paradoxo” apenas para torná-la mais “coerente”, prejudicará consideravelmente nosso lado racional, o que trará sérios prejuízos à nossa espiritualidade.

Além de agredir a razão, tal doutrina que mostra um “Deus de amor predestinando pessoas para fazerem as coisas que Ele não ama”, ou “um Deus de amor que predestina as pessoas para odiarem”, é totalmente antibíblica à luz de muitos textos bíblicos que pude apresentar ao leitor em diversos artigos no blog do “Na Mira da Verdade” (veja, por exemplo, o artigo “Deus não predestinou crianças para serem sacrificadas aos ídolos pagãos”, clicando aqui. Poderá também ler o post “Deus não tem culpa de o Diabo ser Diabo” ao clicar aqui.)

Portanto, Samuele Bacchiocchi estava com toda razão quando argumentou em seu livro Crenças Populares:

“Se fosse verdade que o destino eterno de cada ser humano já foi decretado de antemão por eleição divina, então poderíamos perguntar: por que Deus permite que cristãos caiam e sejam tentados a pecar, se Ele próprio poderia guardá-los de cair? Se a graça irresistível de Deus garante que uma pessoa salva seja sempre salva, por que Sua graça também não impede essa pessoa de pecar desde o início? É muito mais racional crer que Deus estimula uma reação de fé e amor no coração humano e depois concede o poder de escolha para aceitar ou rejeitar o Seu dom de salvação” [x].

Que você e eu, amigo(a) leitor(a), abandonemos toda e qualquer crença irracional que, longe de ser baseada na fé bíblica, que é apoiada em evidências (cf. Rm 12:1; Hb 11:1), se constitui (como a doutrina da dupla predestinação) em uma antítese, que prejudica a razão e nosso discernimento espiritual.

Sei que não é fácil abandonar um conceito que alimentamos por muito tempo. Porém, em Seu amor o Senhor quer que você e eu estejamos abertos às novas verdades que Ele revela progressivamente (Pv 4:18), porque é através delas que Deus irá nos curar e salvar.

Um abraço carinhoso.



[http://leandroquadros.com.br/livros/]

[i] Timothy R. Jennings, Simples Demais: Um modelo bíblico para a cura da mente (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2012).

[ii] Ibidem, p. 160.

[iii] O mesmo que oposição de ideias ou palavras.

[iv] Jennings, Simples Demais…, p. 161.

[v] Ibidem, p. 160 (Grifos acrescidos).

[vi] No decorrer de todo o livro, o autor aborda que a liberdade e o amor devem “trabalhar” juntos, para que o amor possa existir verdadeiramente.

[vii] Especialmente no capítulo 9, intitulado “A Realidade da Fé”.

[viii] Ibidem, p. 161.

[ix] Muitos confundem “paradoxo” com “contradição absurda”, diríamos assim. O “paradoxo” é uma figura de linguagem que permite o escritor apresentar no mesmo texto ideias aparentemente contraditórias ao senso comum, mas, que têm sentido. Já a “contradição absurda” não apresenta ideias que apenas parecem contrariar o senso comum. Elas também contrariam a razão e o bom senso e não possuem qualquer sentido. Esse é o caso da doutrina da “dupla predestinação”, que jamais deveria ser chamada de “paradoxo” para justificar sua “contradição absurda” em alegar que Deus predestina as pessoas a se perderem, e que elas façam o mal que Ele mesmo condena nos Seus Mandamentos (Êx 20:1-17; Dt 5:1-21). Por exemplo: a ideia de que o Deus da Verdade, que desaprova a mentira, possa ao mesmo tempo predestinar pessoas para serem mentirosas, é uma “contradição absurda” e não um paradoxo. Além disso, é uma heresia monstruosa por apresentar a Deus como aquele que predestinou inclusive o Diabo para ser o “pai da mentira” (Jo 8:44).

[x] Samuele Bacchiocchi, Crenças Populares: O que as pessoas acreditam e o que a Bíblia realmente diz (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2012), p. 299.

terça-feira, 5 de março de 2013

Se um cristão adulterar e se arrepender ele deve contar para o cônjuge

Como deve ser usado o Dízimo?
A guarda do sábado consiste em aceitar Jesus como Salvador?
O texto de II Cor. 3:14 afirma que Jesus aboliu o antigo testamento?
Se eu orar a Deus e agradecer pelo alimento, isso não purifica qualquer alimento?
Se eu conheci a verdade sobre o sábado, devo ir para a igreja Adventista?
Uma pessoa abandonada, sem adultério está livre para casar novamente?
Quem tira a própria vida tem alguma chance de Salvação?
Como será a ressurreição?

segunda-feira, 4 de março de 2013

Resposta ao Anônimo X sobre o uso de produtos e serviços feitos no sábado

Em resposta ao comentário:

http://exadventistas.blogspot.com/2012/09/sabado-incoerencias-gritantes-parte-ii.html?showComment=1362353461310#c5404924334620093395


Amigo anônimo X, devo lhe advertir pela "xxnézima" vez que o seguimento da bíblia não se dá segundo a vontade do amigo, mas segundo a vontade de Deus.

Mostre-me um único versículo na bíblia que coloque no cristão, responsabilidade pelo trabalho de outros que o fazem segundo seu livre arbítrio! Pessoas que sequer estão sob o poder do cristão, sob sua autoridade e sequer sob o mesmo teto.

Todo trabalho e todo o fazer o bem é bem vindo. Respeitemos a vontade de quem deseja trabalhar no sábado, assim como nos respeitam por permitirem que descansemos neste dia.

Usemos do bem que nos fazem no dia de sábado, assim como usam do bem que lhes fazemos no domingo.

Não será quando os sabatistas deixarem de usufruir dos bens provindos dos dominicais ou quando os dominicais deixarem de usufruir dos bens provindos dos sabatistas, que as pessoas passarão a guardar a lei de Deus.

Mas será quando todos tiverem consciência do verdadeiro dia de guarda e assim, cada um em seu propósito passar a guardar este dia.

Cada um esteja seguro de sua fé, não seremos julgado por receber um bem que nos fazem no sábado ou no domingo, mas sim, pelas nossas transgressões.

Cada um preocupe-se consigo mesmo e preste conta de si diariamente a Deus.

Deus nunca colocou a nosso cargo impor a guarda do sábado, boicotando os serviços alheios, recriando um muro de separação entre os que guardam os mandamentos e os que não guardam.

Convivamos entre nós, em harmonia, cada um seguindo a sua fé e respeitando a decisão dos outros. Respeitar inclui não desprezar um bem ou serviço só porque tenha sido feito no sábado. Não cabe a nós julgar ou condenar as atitudes alheias. O que nos cabe é apenas alertar e esclarecer as pessoas quanto ao correto dia de guarda. Devemos aceitar a decisão dos que possuem idéias contrárias e aceitar significa aceitar mesmo.

Aceitar no pleno sentido da palavra. Todo cristão toma leite em caixinha contendo uma data de fabricação no sábado e sabem que muitos dos produtos no mercado são frutos de trabalhos realizados neste dia.

Devemos portanto adotar a mesma recomendação bíblica quanto às carnes sacrificadas à ídolos. Se o amigo estuda a bíblia constantemente, entenderá o que estou lhe dizendo.

(Sr. Adventista)

domingo, 3 de março de 2013

Por que muitos passam vários anos dentro do adventismo e certo dia decidem sair?

Diante de cada cristão é posto dois caminho

Existem várias razões para isto, porém tratarei apenas de uma delas.

Muitas pessoas sinceras, passam vários anos dentro do adventismo, realmente procurando se adaptar às leis e vontade de Deus, porém muitos não conseguem alcançar a transformação necessária para que as leis de Deus e SUA constante companhia na vida de cada um se torne algo prazeroso, algo agradável.

O sábado tem sido uma prova eficaz para que cada cristão saiba se verdadeiramente está feliz ao lado de Cristo e se SUA graça é o suficiente em suas vidas.

Muitos porém não conseguem se ajustar perfeitamente às leis de Deus e principalmente ao estilo de vida de um cristão, começam a surgir dúvidas e então acontece o pior.

Muitos se enchem de orgulho e se recusam a aceitar que falharam ao permitir que Deus os modificasse a fim de sentir prazer nas coisas de Deus. Ao invés de buscarem então se modificar, procuram, pelo contrário, tentar modificar a bíblia.

Tais pessoas tornam-se então uma palavra com erro ortográfico em meio a uma enorme quantidade de textos. Ao invés de corrigirem a si mesmos, procuram tentar modificar todo o texto ao seu redor a fim de que a palavra pareça não estar errada.

A pergunta que se deve fazer não é se devemos guardar ou não guardar o sábado mas sim:

- Eu me agrado no sábado?

O mesmo devemos fazer com a lei de Deus, não se perguntando se devemos ou não guardar a SUA lei, mas sim:

- Eu me agrado na SUA lei?

Se uma pessoa se agrada no sábado e na lei, irá defendê-la. Porém se uma pessoa se desagradar de qualquer coisa contida no estilo de vida cristão, este irá tentar se modificar ou no fim acabará tentando combaté-la.

Muitas pessoas passam anos estudando a bíblia, porém não com o intuito somente de aprender mais e se modificar a fim de estar em harmonia com a vontade de Deus. Muitos até inconscientemente, passam a garimpar a bíblia a procura de prontas desculpas que possam acariciar falhas em seu caráter cristão.

Daí surge a apostasia que começa no pensamento da pessoa, então:

A bíblia cujas palavras antes eram irrevogáveis passa então a ser visto como um livro em que determinadas coisas possam ser revogadas. (Deus volta atrás em SUA palavra)

A bíblia cujos ensinamentos serviam para toda a hunaindade, passa a ser visto como um livro contendo trechos que só se aplicam à um certo povo.  (Deus faz acepção de pessoas)

A bíblia cujas leis jamais poderiam ser abolidas, passa então a ser visto como um livro cujas leis são passíveis de serem revogadas. (Deus se arrepende de suas leis)

Preceitos de caráter perpétuo são vistos como prescrições. (Deus não consegue cumprir sua palavra em manter um preceito)

Princípios morais que visam o bem da humanidade, passam a ser então vistos como um empecílio ou inimigo. (Inversão de valores)

O descanso do sábado em comunhão com Deus, de algo prazeroso passa então a ser visto como a pior das leis de Deus e como um fardo pesado e um intruso na vida da homem. (A companhia de Deus e SUAS leis se tornam desagradáveis)

A harmonia perfeita da bíblia então dá lugar a um suposto livro repleto de contradições, onde um verso passa a contradizer o outro, nisto selecionam qual verso deva perdar a validade e qual verso deva prevalecer. (A Palavra de Deus se torna contraditória)

Empenham em um caminho então de libertação de tudo aquilo que aprenderam com a Bíblia, da lei, dos profetas. Quando então se libertam destas coisas e encontram a paz que tanto procuravam, pensam terem encontrado a Deus, quando na verdade, mutilaram a SUA palavra e distorceram SEU caráter para voltar a abraçar a antiga vida que lhe agradava.

Deus nos liberta do pecado e não de suas leis e seus profetas.

Mas o cristão apostatado se encontra em um estado em que se liberta da lei e dos profetas e torna a viver em amizade com o mundo onde se encontra o pecado.

Sentem o prazer de retornar à casa onde estiveram e às verdadeiras coisas que lhes agradavam. A liberdade de poder viver como as demais pessoas do mundo vivem. Deixam de fazer da Bíblia sua única regra de fé e principalmente de prática.

Não conseguindo alcançar prazer na lei de Deus, retornam aos prazeres do mundo.

Se tornam cristãos que praticam mais coisas do mundo do que as coisas descritas na Bíblia. Então a bíblia deixa de ser SEU manual de sobrevivência.

A Bíblia é usada, então, não como um livro sobrenatural capaz de mudar a vida do Cristão, trazendo-lhe paz e regozijo nas coisas que agradam ao SENHOR, mas tão somente como um livro contendo instrução para o indivíduo conseguir uma salvação.

Assim cobiçam a salvação mas não a transformação de caráter em Deus, a fim de se tornarem cada vez mais semelhantes a Jesus e obedientes à vontade de Deus.

Antes conlocam a própria vontade acima da vontade de Deus. Sentem que a liberdade está em fazer a própria vontade enquanto se afundam cada vez mais no mundo de pecados ao qual retornaram.

Ou seguimos a Bíblia, ou seguimos o mundo! Não há como viver em um mundo intermediário seguindo a ambos, porque haveremos de amar mais ao pecado e aos prazeres do mundo do que a Deus, porque nossa carne é pecaminosa e se agrada mais nas coisas do mundo do que nas coisas de Deus.

A própria vida destes cristãos apostatados, mostra que o prazer espiritual pode acabar sucumbindo aos prazeres carnais. A palavra de Deus então lhes parecem por condenação, então tratam de prontamente invalidar boa parte dela, deixando tão somente as palavras que lhes convém.

Retiram toda a lei, preceitos, o sábado e as recomendações sobre o estilo de vida de um cristão, mas mantém as promessas de salvação, prosperidade, perdão dos pecados.

Não mais seguem a bíblia, e passam a utilizá-la sem compromisso para com o cristianismo. Nada de igreja, nada de congregação, nada de dízimo, nada de cuidar do vestuário, ou das palavras, nada de pregação do evangelho.

Se diferem e muito dos cristãos que procuram seguir toda a Bíblia fazendo dela sua única regra de fé, praticando seriamente as coisas ali descritas.

Sentem-se pessoas capazes de contradizer as coisas ali escritas, tornando-se agentes gratuitos de Satanás que agem de forma a cada vez mais procurar revogar as leis de Deus, suas ordens, seus preceitos, seus profetas.

Do outro lado percebemos a diferença, pois está Jesus e Seu povo, dizendo que jamais será revogado sequer um único "~" ou "j" da lei até céus e terra passem.

Quanto aos cristãos em apostasia, acreditando terem alcançaram a salvação e a liberdade, servem de joguetes na mão do inimigo, para tentar atacar a palavra de Deus e invalidar esta Palavra que tem um caráter tão enterno quanto o próprio Deus.

Só há garantia de salvação quando percebemos que nossa vida se encontra em harmonia com o que diz toda a bíblia, pois somente assim teremos a certeza de que fomos verdadeiramente transformados, de que realmente entregamos nossas vidas inteiramente para Cristo, e somente para Cristo.

Muitos porém entregam uma mão, um pé e às vezes o corpo todo para o mundo e quando enfim passam a combater as leis de Deus e a sabedoria escrita na bíblia significa que seu coração também foi entregue ao mundo e que pertence ao inimigo.

Deste dia em diante, gradativamente entregam também suas mentes, alcançando um sabedoria muito grande, que o inimigo lhes dá, de forma que se surpreendem em poderem contradizer a própria bíblia e se fazerem coerente diante dos que os houvem enquanto manipulam ao bel prazer as palavras ali descritas.

Há dois tipos de professos cristãos e são bem distintos:

a) Os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus, procurando viver de acordo com TUDO quanto está escrito na bíblia.

b) Os que tratam de abolir os mandamentos de Deus, cuja fé em Jesus não é precedida de compromisso nem melhoria de hábitos nem mudança de estilo de vida, que crêem tão somente nas promessas de salvação de Jesus e rejeitam as obrigações!

De tão distintas, não há possibilidade de ambas as classes de cristãos serem a do caminho estreito que leva à salvação.

Um está no caminho estreito e difícil, onde também há uma porta estreita e difícil onde poucos conseguirão passar.

O outro está no caminho largo e fácil, onde há também uma porta larga que leva à perdição, por onde muitos passarão, rumo à condenação.


A mensagem de Deus é:

Escolha o caminho estreito e difícil, converta os teus caminhos os teus hábitos e os teus gostos. Permita que Deus lhe modifique a fim de sentir prazer na lei de Deus e se agradar nas coisas do SENHOR. De modo que passará a odiar as coisas do mundo e amar cada vez mais as coisas santas.

Permita se abster dos prazeres do mundo para que Deus lhe ensine os prazeres espirituais, que não satisfazem à carne, mas nos traz paz e ânimo mesmo em meio às dificuldades.

Que o nosso prazer esteja em fazer o bem e obedecer à vontade de Deus, fazendo tudo que lhe agrada, amando-O em atitudes e boas obras. Que nossas vidas possam ser usadas como testemunho da transformação que Deus faz na vida de cada Cristão a fim de que este se pareça mais semelhante a Jesus na fé e na prática do que ao mundo.

Pratiquemos os mandamentos de Deus, seguindo SEUS conselhos, SUAS recomendações e permitindo que o Espírito Santo crie em  nós a vontade de seguir a Deus acima de nossas próprias vontades pecaminosas, acima de nossas vaidades, nosso orgulho.

Como cristãos devemos buscar constante transformação, a fim de sermos transformados em algo cada vez melhor.


(Sr. Adventista)

sábado, 2 de março de 2013

A Parábola do Rico e Lázaro faz apologia ao Espiritismo?

Pelo contrário! Tal parábola mesmo sendo fictícia representa um duro golpe para as doutrinas espíritas.

Motivos:

a) Denotam flagelos físicos, impossíveis de serem sofridos pelo espírito, como calor e sede.
b) Denotam prazeres físicos, impossíveis de serem sentidos pelo espírito, como o frescor de uma gota pingada sobre uma língua sedenta.


Eis um comentário postado em outro blog:

A reencarnação é baseada em algo que já existe, uma alma por exemplo (colocar uma alma pré existente em uma carne).

A ressurreição porém é baseada em uma revivência, tanto da carne como da alma.

Jesus nunca disse algo como: - Alma volte para o seu corpo!

Em suas ressurreições, Jesus sempre se referia a um estado de inconsciência da alma, dizendo que os mortos dormiam.

Trata-se então de almas reencarnando no corpo? Claro que não! Mas almas e corpos tornando à vida.

Me admira o amigo ainda cometer este equívoco tendo tantos exemplos na bíblia.

E mais um detalhe, até mesmo nas parábolas por exemplo a do rico e Lázaro, fazem referências à pessoas com corpo.

Espíritos não sentem calor, nem se refrescam com uma gota pingada em suas línguas. Isto porque os israelitas não tinham um conceito de sobrevida com espírito desencarnado, acreditando portanto em sofrimentos físicos a exemplo de uma sede em um suposto inferno com flagelos físicos.

Portanto nem mesmo esta parábola se encaixa no conceito de imortalidade da alma e sobrevida sem um corpo físico conforme apregoada pelos nossos irmãos espíritas.

Pensamentos - Diferenças básicas entre o Cristianismo e o Espiritismo

Enquanto que o Cristianismo prega que as almas dos mortos estão dormindo e que os Demônios expulsos do céu para esta terra estão bem ativos, o Espiritismo prega que os Demônios expulsos do céu é que estão dormindo e que a alma dos mortos é que estão bem ativas.

(Sr. Adventista)


quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Na Mira da Verdade - O Juízo investigativo existe?

Em Col. 1:23 é dito que o evangelho já foi pregado? Então, por que Jesus ainda não voltou?
Se eu profetizo algo na minha vida ou na vida de outra pessoa e isso não acontece sou um falso profeta?
Que rainha é essa citada em Jer. 7:18? Essa rainha do céu é Nossa Senhora?
A Igreja Adventista acredita no Paraíso aqui na terra, como os testemunhas de Jeová?
Quem era esposa de Caim?
Como me livrar dos prazeres do mundo?
Podemos nos ajoelhar perante uma cruz como símbolo de adoração?
O inferno existe?