quarta-feira, 20 de julho de 2016

Ellen G. White - Resposta a ferroefogo

O que precisamos, irmão ferroefogo é nos tornarmos de fato cristãos e defender inclusive o mandamento que diz para não levantar falso testemunhos.

Um exemplo:

http://www.whiteestate.org/books/egwhc/EGWHCc05.html#sth6

Destaque-se:

“Had I heeded your reproof and counsel I would have saved myself much sadness and great loss. Space will not allow me to particularize, but I hope in future to undo as far as I can all the wrongs I may have done.”

Traduzindo:

"Se eu tivesse dado ouvidos a sua reprovação e conselho Eu teria me poupado de muita tristeza e grande perda. O espaço não me permite entrar em detalhes, mas espero no futuro desfazer, tanto quanto eu puder, tudo de errado que eu possa ter feito"

Interessante não?

Assim como Veltman e Ramik, o próprio Dr. Russell dá seu testemunho acerca dos conselhos de Ellen G. White e a forma como estes ajudaram ou poderiam ter ajudado na vida deste mesmo Dr.

Deste modo, aquilo que Walter Rea afirmou em seu livro, jamais ocorreu.

Hoje, inclusive, quando se lê blogs como o nitroglicerinapura e até mesmos certos comentários no MCA lê-se que os peritos legais que analizaram as obras de Ellen White, concluíram de que Ellen White haveria cometido plágio.

Quando, porém, lemos a conclusão contida nos próprios documentos tanto de Veltman quanto de Ramik percebemos que os críticos atuais mentem descaradamente.

Não apenas refutaram a acusação de plágio, como os próprios pesquisadores de tradição católica, deram seu testemunho pessoal acerca do contato que tiveram com as obras de Ellen G. White.

Portanto, trata-se de mentira, da grossa mesmo, sem pudor:

http://centrowhite.org.br/perguntas/perguntas-sobre-ellen-g-white/entrevista-com-o-dr-ramik/

E não apenas os casos destas três pessoas citadas, demais personalidades citadas nas acusações sem base nem fundamento de Walter, não apenas contradizem aquilo que tal crítico escreveu, como apresentam testemunho pessoais destas mesmas pessoas, mostrando o quanto a influência dos conselhos e escritos de Ellen White foram importantes em suas vidas.

Conviria aos professos "cristãos" que gostam de recopiar acusações, dar uma olhada nos vários documentos que foram produzidos, contradizendo as alegações de Walter Rea:

http://www.whiteestate.org/books/egwhc/egwhctoc.html

Não apenas refutado, mas Walter Rea se encontrou, de fato, desmoralizado após as conclusões dos pesquisadores e as posteriores pesquisas onde se procurou saber se as demais acusações de Walter Rea eram também infundadas.

Um completo silêncio foi o que sobrou dos críticos naquela época.

Isto até os dias de hoje, quando os professos "apologetas" brasileiros, decidiram levantar novamente as questões. Porém, levantando somente na parte das acusações, sem avisar aos seus leitores o que ocorreu depois.

Alguns ainda mentem, dizendo de que Veltman e Ramik confirmaram as acusações de Walter Rea.

Escondem também as demais pesquisas que mostram as demais infamidades ditas por Walter Rea em seu livro.

Também não anunciam aos seus leitores de que os críticos se encontraram totalmente desmoralizados, que não levantaram um única linha contra a conclusão dos pesquisadores, cujo trabalho os críticos fizeram questão de elogiar e enaltecer naqueles vários anos de investigação.

Não falam do silêncio de tais críticos diante das informações despejadas largamente, provindas da abertura dos arquivos, especialmente daquele cofre de onde o colega de Walter Rea furtou informações e dados que ajudou na formação do livro de Walter Rea cheio de acusações.

Seguindo o mal costume dos teóricos da conspiração, o qual Luciano Sena no lançamento do seu próprio livro, recomendou aos seus leitores, Walter Rea se afundou na criação de informações caluniosas e difamatórias. O que não é nada diferente do que há contido naquela palestra de Luciano Sena, tão criticada até mesmo por pessoas de sua mesma fé e que já conheciam um pouquinho de adventismo.

Outro fato, é que estes mesmos críticos não citam que o Centro White já tem, desde muito tempo, dado resposta a cada uma das afirmações, mostrando como fundamento, obras palpáveis, fontes primárias. Pelo contrário, evitam de colocar qualquer link que referencie ao Centro White, para que seus leitores acreditem quando afirmam de que a IASD nunca respondeu ou dão a entender de que a igreja ficou calada sem ter como responder às acusações.

Críticos banem da história (de suas histórias, em específico) toda a parte em que a igreja responde e refuta as afirmações.

Criam então uma utopia onde a IASD é quem teria se calado e os críticos, então, saído triunfantes.

E nem ao menos mostram o testemunho das mesmas pessoas citadas em seus artigos, como o arrependido Canright, os pesquiadores que pretendiam fundamentar as acusações de plágio, Veltman e Ramik, ou do próprio Dr. Russell.

E temos que lembrar de que a linha de pensamento, bem como as acusações acerca da saúde mental de Ellen White, provieram de Canright (aquele mesmo que se arrependeu e reconheceu de que agiu de má fé em suas acusações).

Esta parte Walter Rea não colocou em seu livro, bem como os críticos hoje também não colocam em suas abordagens.

Assim, os críticos de forma TENDENCIOSA escondem os fatos.

Não apenas Walter Rea se a proveitou das acusações de Canright como criou as suas próprias, de sua própria cabeça. Boa parte daquilo que Walter Rea diz, não está contido nas acusações do outro crítico, nem em qualquer conteúdo histórico resguardado.

A própria forma como Water Rea escreve seu livro denota o seu profundo rancor e preconceito (de uma pessoa que antes gostava de forma exagerada dos livros de Ellen G. White).

E a própria tradução do livro de Walter Rea para o português, também mostra o ódio e preconceito dos críticos brasileiros, segundo as palavras que escolheram para traduzir as expressões contidas no texto.

Exemplo:

"A igreja com freqüência se ufana de que ela começou com uma mente débil e sem adestrar, e um corpo delgado e desfigurado - o mais débil dos débeis."

Na descrição de nosso arquivo conta a expresão: "A mais fraca das fracas".

Esta afirmação consta após citar o fato de que, antes de Ellen White, uma outra pessoa (um batista) havia sido chamado para a obra, um homem bem apessoado e plenamente capaz de ter levado adiante o legado que, diante da negativa, então foi colocado sobre Ellen White, uma mulher (que ainda sofria muito preconceito na época) e ainda a mais fraca das fracas.

Isto, nossos críticos também não colocam em seus relatos.

Desinformados, preconceituosos, tendenciosos, omissos em relação aos fatos, esta é a cara do crítico que se diz "apologista" brasileiro, IMPARCIAIS como assim dizem estes, a exemplo da alegação do administrador do nitroglicerinapura com o qual conversei já a algum tempo:

http://novamenteadventistas.blogspot.com.br/2014/06/resposta-ao-nitro-nitroglicerinapura.html

E não podem mostrar todos os fatos, porque distorcem toda a realidade contida nas fontes primárias ao construir seus relatos no que, mostrando estes fatos, os leitores e ouvintes claramente perceberiam as contradições naquilo que é afirmado pelos críticos quando comparado ao que realmente diz as fontes primárias.

Então, o uso responsável das fontes primárias é algo que não ocorre, utilizam sim afirmações aqui e ali, dados aqui e ali, fora do contexto e totalmente desencaixado dos capítulos onde constam as afirmações.

Criam suas teorias, seus achismos, suas acusações e acham que está tudo certo, que agindo desta forma não terão que prestar contas àquele que trabalha com a verdade e detesta a mentira, ou qualquer coisa que se mostre enganosa.

Coisas como, difamar, acusar e caluniar, coisa que Satanás tem feito ao nosso Deus que está no céu, então pode ter certeza, ainda que seja contra um ateu, agnóstico ou mesmo um pagão, Deus odeia tal prática. O que se torna ainda mais grave quando é contra um irmão, salvo em cristo o qual ninguém tem direito de julgar acerca de sua salvação (coisa que já foi feita aqui em um artigo de Luciano Sena, e por todo o artigo).

Então faço-lhe uma pergunta ferroefogo, quem haverá de entrar no céu?

Aqueles que caluniam e difamam e odeiam, ou aqueles que são caluniados, difamados e odiados?

Em toda a história, os cristãos eram aqueles que caluniavam, odiavam e difamavam aqueles que eram de opinião contrária, pagãos ou até mesmo ateus!? Ou em toda a história, os cristãos eram aqueles que eram difamados, odiados e caluniados?

Pense nisto querido irmão.

sábado, 16 de julho de 2016

Resposta - Ellen White - seus problemas mentais e alucinações


Olá Luciano Sena,

Vale ressaltar de que Walter Rea, escritor do livro A Mentira Branca, era um admirador de Ellen White e suas obras. Neste tempo, jamais desmereceu a pessoa de Ellen White e suas publicações, até o dia em que, sem autorização, utilizou-se de parte de seus escritos fazendo um compilado o qual pretendia vender, mesmo sabendo de que somente representantes legais, detentores de suas obras, porta-vozes oficiais da Igreja Adventista do Sétimo Dia têm permissão para proceder com tal prática.

Ocorre que do "dia-para-a-noite" após ser proibido de produzir tais compilações, Walter Rea deu um giro de 180 graus em suas ideias.

Decidiu então, ao invés de se aproveitar das obras de Ellen White, atacar tais obras utilizando os meios disponíveis. E o meio disponível foi se aproveitar de um furto de um colega (este relato está também no próprio livro de Walter Rea) e fazer um livro, agora, atacando os escritos de Ellen G. White.

Neste fim, Walter Rea se aproveitou de documentos antigos produzidos por Canright, um antigo membro da igreja que também havia se revoltado contra a pessoa de Ellen White.

Tomando para si estes registros de Canright mantido em um cofre, Walter Rea,sem autorização, plagiou os conteúdos e as pesquisas de tal questionador.

Os pontos questionados por Canright foram extensamente discutidos na época. Tal crítico se arrependeu e chegou a retornar à Igreja Adventista do Sétimo dia.

Walter Rea alegava que Ellen White havia sido uma pessoa demente e que jamais poderia ter produzido seus escritos. Neste fim alegava que as obras que ela produziu foram retiradas de outros livros.

Walter Rea, então, através de seu livro e usando única e exclusivamente sua opinião e descrição sobre a vida de Ellen White, tenta imputar ares de loucura à pessoa de Ellen White.

O interessante é que, alguns dias antes, Walter Rea era de uma opinião totalmente contrária. Lembremos o caso de Ana Rickman, onde um admirador, então, se volta contra a própria pessoa a quem colocava um status acima do que possamos considerar saudável.

Walter Rea colocava a pessoa de Ellen White e seus escritos em semelhante patamar, até que veio a decepção.  Apoiando Walter Rea, outros críticos tentaram apagar a boa impressão que Ellen White deixou nos EUA, remodelando a história e agora colocando-a como louca. Neste intento, alegaram que mais de 85% dos escritos de Ellen White, teriam sido copiado de outros livros. Também alegava-se que uma secretária teria produzido alguns livros de Ellen White.

E assim se afundaram em uma teoria de que Ellen White não haveria escrito suas obras, mas sim outras pessoas, encomendadas pela Adventista do Sétimo Dia. Alegavam também de que a própria Ellen White haveria sofrido uma espécie de lavagem cerebral, passando a acreditar que haveria realmente produzido todos aqueles livros. Ocorreu, porém, que por cinco anos os ânimos de tais críticos foram se acalmando e suas atenções foram voltadas pra um estudioso de tradição católica chamado Veltman, que se dispôs a fazer uma análise em tempo integral das obras produzidas por Ellen G. White.

Os mesmos críticos, chegaram a elogiar a forma como Veltman conduzia seus trabalhos, estando confiantes de que seus estudo comprovariam a teoria que haviam inventado. Após a conclusão de seus trabalhos, um documento de algumas centenas de páginas foi entregue, juntamente com as conclusões de tal pesquisador.

Os críticos, então, se silenciaram e a Igreja Adventista do Sétimo Dia, decidiu então trazer à luz a história da Igreja Adventista do Sétimo dia, abrindo seus cofres e criando locais de estudo onde as pessoas pudessem estudar a fundo a história da IASD e os manuscritos produzidos por Ellen G. White.

Hà cinco anos atrás, um disco óptico contendo os documentos escaneados eram disponibilizados a quem desejasse adquirir.

Tão grande foi a surpresa de descobrirem de que haviam centenas de milhares de páginas manuscritas, com a própria letra de Ellen G. White, através dos quais vieram o conteúdo dos seus livros. Algumas páginas datilografadas (de onde vieram os rumores de que alguma secretária havia-os produzido) continham observações escritas de próprio punho da pessoa de Ellen G. White.

Ramik, um perito legal, veio sobre as conclusões de Veltman para por um fim à questão se Ellen White haveria infringido alguma lei de proteção de direitos autorais. Concluiu-se então de que os escritos de Ellen White eram genuínos, produzidos pela própria escritora e que as semelhanças de seus escritos com trechos de alguns livros de sua época, não eram mais do que resultado de empréstimo literários.

A IASD apresentou também, de seu cofre, registros que denotam de que Ellen White recomendou a leitura de alguns livros, no mesmo tempo em que havia acabado de concluir a obra intitulada "O grande conflito".

Difundiu-se também, naquela época, de que ao invés de assumir um papel passivo, Ellen White havia tomado as rédeas de grandes empreitadas junto à Igreja Adventista do Sétimo Dia. Como a contrução de Hospitais (sanatórios) e criou toda o aparato necessário para o estabelecimento de escolas, incluindo uma cartilha de ensinamentos sobre finanças.

Outras testemunhas de sua época, como o Kellog, proprietário do maior hospital que existia na época de Ellen White, também comprovaram a sua perfeita saúde e sabedoria. Este mesmo hospital, junto com os tratamentos ali existentes, bem como os centros de vida saudável, só existiram graças aos conselhos e ensinamentos que Kellog assimilou enquanto conviveu com Ellen White, sendo acolhido em sua casa e tendo seus estudos financiados pela própria Ellen G. White.

Ellen White, sozinha, também conseguiu cumprir a missão de estabelecer gráficas e levar seus ensinamentos para um outro continente. Deste modo, ao contrário do que alegavam os críticos, Ellen White era uma pessoa acima de qualquer outra de sua época na questão de saúde intelectual.

Seus próprios escritos são focados na saúde tanto do corpo, como da mente, como da espiritualidade. Graças a estes ensinamentos, introduzidos e praticados pela própria Ellen G. White é que existem hoje grupos cristãos adventistas de grande longevidade em locais chamaodos de Blue Zones e que tem sido alvo de pesadas pesquisas do governo Norte Americano, bem como de entidades científicas altamente gabaritadas.

Dada sua contribuição, Ellen White é, oficialmente, citada hoje como uma das 100 pessoas mais importantes da história dos Estados Unidos da América. As contribuições de Ellen White, até hoje são reconhecidas por este país, sendo uma pessoa, ali, bastante respeitada. Especialmente pelos hospitais de ponta e sua filosofia de tabalho, que até hoje utilizam as cartilhas de Ellen G. White, tanto no tratamento de pessoas, como de negócio e também de finanças.

Pobre e viúva, Ellen White conseguiu construir um grande pomar, que servia frutas para escolas e hospitais. Em dado momento chegou a ter mais de 30 crianças hospedadas em sua casa. Também conseguiu, com seu próprio esforço, montar prensas em vários lugares do mundo e conseguiu erguer um grande conjunto de patrimônio, tanto em questão de instituições, como de recomendações e orientações de como gerenciar cada uma destas.

Viúva, doente e sozinha, conseguiu cuidar de seus filhos, da igreja, dos hospitais, dos trabalhos de expansão da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Conseguiu apaziguar as divergência, tratando cada problema com muito zelo e responsabilidade. Ellen White pregava em convenções, disciplinava, orientava e fazia algumas coisa extraordinárias que não cabem nem comentar porque não é de merecimento ao conhecimento de nossos críticos. Mas que estão todos registrados através de cartas e documentos de imprensa produzidos na época.

Ellen White também produzia artigos os quais colocava em periódicos, junto a administradores e colaboradores adventistas. Presidente, inventores, atrizes, tiveram oportunidade de usufruir das terapias e tratamentos criados naquela época segundo recomendações de Ellen G. White.

Ellen White identificou a existência de germes, os causadores das mortes em hospitais e que ninguém conhecia. Ensinou a combater tais agentes deixando o sol e o ar entrar, ao contrário do que se fazia na época onde o paciente era enclausulado no escuro. Pôs fim à idéia de que o tabaco seria um agente terapêutico para combater doenças pulmonares. Divulgou que o cérebro humano funcionava por meio de correntes elétricas, identificando também os agentes causadores da lepra, especialmente a tuberculosa e do câncer.

Todas estas declarações foram confirmadas algumas décadas depois de sua morte. Naquela época não se tinha conhecimento sobre a relação entre os alimentos e a saúde do corpo, na prevenção de doenças. Ellen White criou uma lista de recomendações nutricionais e a forma de balancear estes alimentos e que são as que hoje são recomendadas pelos nutricionistas.

Também evidenciou a importância do trabalho e do exercício físico e sua influência não apenas no corpo, mas também na mente. Deu também os primeiros passos no auxílio ao tratamento da depressão e de várias moléstias psicológicas na infância. Trouxe também o conceito de que uma criança já sofre influência desde o ventre da mãe. Criou extensas obras de cunho educacional, tanto para escolas, como para tratamento.

Até hoje seus livros são utilizados por pais, educadores, pedagogos e psicólogos. E uma das maiores contribuições foi para a questão da relação familiar, sendo, assim como as demais obras produzidas pela escritoras, construídas segundo a base cristã bíblica.

E em todos os seus escritos, sobre os mais variados assuntos nas diversas ciências, a Bíblia é citada e utilizada como apoio a cada recomendação. No campo religioso, Ellen White também não deixou a desejar, trazendo à luz assuntos tanto doutrinários, como acerca das profecias Bíblicas.

Em um tempo em que ainda se tentava entender os livros proféticos, Ellen White ensinava e interpretava até mesmo as partes mais difíceis que encontramos na Bíblia. E segundo a mensageira do Senhor, tudo isto havia sido possível por meio da inspiração concedida a Ela pelo próprio Cristo.

Assim reconhecemos na pessoa de Ellen White, também o dom profético, de receber instruções e revelações por meio da inspiração. E com um gabarito contendo mais de duas mil visões, cumpridas e confirmadas, tanto pela história e pela ciência, não havia outra opção senão reconhecer de que além de uma exímia escritora Ellen White foi também uma profetiza dos tempos modernos.

E ainda hoje, tanto por meio do aprofundamento histórico, quanto doutrinário bíblico, quanto científico, os fatos têm confirmado cada ensinamento que Ellen White nos deixou de revelação. E o resultado vemos nas instituições elogiadíssimas em todo o mundo e que até hoje procuram não se desviar das recomendações que Ellen White nos deixou.

Assim, longe de necessitar de cuidados, mesmo nos períodos em que sua saúde ficou deveras debilitada, Ellen White cuidou de hospitais, orfanatos, deu instrução e educação a vários jovens e conselhos para os diretores das várias instituições além da liderança da Igreja Adventista do Sétimo Dia.

Deste modo, se houve uma pessoa intelectualmente não capacitada, rancorosa e desmotivada com com a vida, com certeza não foi a pessoa de Ellen G. White. Convém então dar uma boa olhada nas obras dos críticos e comparar com as de Ellen White, para ver quem de fato se tratava de pessoa mental e emocionalmente desequilibrada.

"Por seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos?" (Mateus 7:16)

Particularmente não encontrei nada de produtivo na vida e obra dos críticos de Ellen White. Destilar ódio, amargura e rancor contra uma pessoa não me parece ser resultado dos frutos que o Espírito Santo produz em uma pessoa.

Se quiser saber como é a vida deste tipo de crítico:

http://novamenteadventistas.blogspot.com.br/2014/06/resposta-ao-nitro-nitroglicerinapura.html

Não creio que estejam agindo segundo a obra de Deus, pelo contrário, analisando seus frutos percebemos que têm agido pela história difamando a Igreja Adventista do Sétimo dia e a pessoa de Ellen White, é por obra do capeta mesmo.

Por fim, analisando a vida e obra de Ellen White, e contrapando com a obra de nossos críticos atuais, como CACP e Nitrogricerinapura, percebemos claramente quem está agindo à favor da obra de Deus e quem está agindo à favor é da obra do inimigo de Deus. Acusador, difamador e caluniador é o principal atributo do inimigo de Deus, por isto é chamado de diabo e satanás, e também de o pai da mentira.

Queira Deus que o MCA não penda para o lado destes falsos ministérios, mas que, assim como o IACS e vários outros ministérios, decida ficar do lado da verdade, ainda que discorde de uma pessoa ou religião.

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Sábado ou domingo?

O decreto do Senhor

Louvai ao SENHOR. Louvai ao SENHOR desde os céus, louvai-o nas alturas.
Louvai-o, todos os seus anjos; louvai-o, todos os seus exércitos.
Louvai-o, sol e lua; louvai-o, todas as estrelas luzentes.
Louvai-o, céus dos céus, e as águas que estão sobre os céus.
Louvem o nome do Senhor, pois mandou, e logo foram criados.
E os confirmou eternamente para sempre, e lhes deu um decreto que não ultrapassarão.
Louvai ao Senhor desde a terra: vós, baleias, e todos os abismos;
Fogo e saraiva, neve e vapores, e vento tempestuoso que executa a sua palavra;
Montes e todos os outeiros, árvores frutíferas e todos os cedros;
As feras e todos os gados, répteis e aves voadoras;
Reis da terra e todos os povos, príncipes e todos os juízes da terra;
Moços e moças, velhos e crianças.
Louvem o nome do Senhor, pois só o seu nome é exaltado; a sua glória está sobre a terra e o céu.
Ele também exalta o poder do seu povo, o louvor de todos os seus santos, dos filhos de Israel, um povo que lhe é chegado. Louvai ao Senhor.

Salmos 148:1-14

Por que o sábado foi criado?

Olá Eliezer o Sábado foi feito por causa do homem. Jesus é senhor do Sábado. O sábado é o Santo Dia do Senhor. As mulheres que foram ao sepulcro descansaram segundo o mandamento. Jesus recomendou aos cristãos para que cuidassem para que a fuga de Jerusalém não ocorresse no inverno, nem no sábado. O apóstolo João que escreveu apocalipse, chama o dia que sucede o sábado de "primeiro dia" em toda a sua epístola. Os demais escritores Bíblicos, igualmente, chamam o primeiro dia de "primeiro dia da semana". O dia de culto ao sol, ainda não havia sido introduzido na cristandade. O sábado era o único "dia do Senhor" conhecido pela igreja. Os escritos de Moisés e dos profetas continuaram sendo lidos, incluindo os gentios, aos sábados nas sinagogas de cada cidade (Atos 15:21 (Atos 13:27)). O sábado continuou sendo o dia em que Paulo de desligava de suas atividades (Atos 18:3) para pregar em cada cidade (Atos 18:4) onde compareciam também os gentios (Atos 13:42). Não havia ainda o costume de se guardar o domingo. A adoração conhecida por João ainda estava ligada à Bíblia antiga que tinha em mãos : "Dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é vinda a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas." (Apocalipse 14:7) Parafraseando o que há contido no mandamento do sábado que diz: "Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou." (Êxodo 20:11) Foi Cristo, por meio do qual todas as coisas foram criadas, que deu o sábado à humanidade no Éden, abençoando-o e santificando-o, como memorial de toda a criação. Neste dia, portanto, cessamos nossas atividades para prestar-lhe culto e homenagens, por tudo que tem feito pela humanidade. O sábado é o dia onde nos deleitamos Naquele que criou todas as coisas: "Se desviares o teu pé do sábado, de fazeres a tua vontade no meu santo dia, e chamares ao sábado deleitoso, e o santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, nem pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falares as tuas próprias palavras, Então te deleitarás no Senhor, e te farei cavalgar sobre as alturas da terra, e te sustentarei com a herança de teu pai Jacó; porque a boca do Senhor o disse." (Isaías 58:13,14) "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez." (João 1:1-3)

quarta-feira, 6 de julho de 2016

A origem do domingo.

Olá Luciano, a origem do domingo é largamente conhecida.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Domingo

O meio acadêmico sabe disto, livros sabem disto, o Vaticano sabe disto e a própria internet sabe disto.

Digite aí no google o seguinte:

origem do domingo

Colocarei apenas alguns dos primeiros links que aparecem:

"Em 7 de março de 321, Constantino Primeiro, o Grande, decreta que o domingo seria observado como dia de repouso civil obrigatório:"

https://pt.wikipedia.org/wiki/Domingo

"O domingo sempre foi dia de descanso. FALSO

De acordo com a Bíblia, Deus declarou que descansaria no sétimo dia da semana. Com o advento do cristianismo, o repouso dominical se tornou uma tradição de séculos, certo? Errado!"

http://www2.uol.com.br/historiaviva/artigos/o_domingo_sempre_foi_dia_de_descanso__falso.html

"a origem da observância do domingo pelos cristãos remete ao ano 321, ocasião em que o imperador Constantino, visando conciliar o paganismo ao cristianismo, promulgou um decreto declarando que todos os seus súditos deveriam descansar no "venerável" dia do Sol, o Dies Solis dos pagãos, e trabalhar no dia de sábado. Até então, sábado era o dia de descanso dos cristãos, que guardavam o quarto mandamento da lei de DEUS expressa nas Sagradas Escrituras: "Lembra-te de santificar o dia de sábado" (Êxodo c.20 v.8). Os cristãos que fossem encontrados descansando no sábado eram perseguidos e excomungados. E assim o paganismo se introduzia mais e mais no que sobrara da igreja de Cristo..."

http://www.inricristo.org.br/index.php/curiosidades/humanidade-precisa-saber/225-origem-domingo

Veja o dicionário informal:

"De origem LATIM, que significa Dia do Sol, onde o Sol era muito venerado "

http://www.dicionarioinformal.com.br/significado/domingo/6918/

"O primeiro dia da semana tem uma vinculação direta com a idéia de início, nascimento, vida. Por isso foi dedicado ao Sol que, com a sua luz, remete ao início de um novo tempo que se inicia no domingo."

http://www.dicionarioinformal.com.br/significado/domingo/6918/

Deste modo, ao contrário do que o irmão alegou, o que não se encontra é prova de que o domingo tenha se originado da forma como o irmão crê.

O conhecimento comum é de que domingo é dia do sol, criado por pagãos e decretado por Constantino, que fez todos obedecerem à ordem de guardar este dia, inclusive cristãos.

Na época de Constantino os cristãos não abraçaram um dia de jejum, uma noite de culto, ou um dia em homenagem a Cristo!

Foi o venerável dia do sol mesmo.

Disse o imperador: Está aí o dia do Sol, venerem suas divindades neste dia! Descansem no venerável dia do Sol.

Abra então sua Bíblia no livro de Daniel e veja a atitude dos jovens amigos de Daniel, quando Nabucodonosor ordenou que adorassem uma falsa imagem.

Não é à toa que, na Bíblia, acerca da marca da Besta é dito que se trata de uma imagem, onde também está envolvido a adoração.

Constantino fez a mesma coisa, porém, ao invés de erguer uma estátua, ergueu um dia de guarda.

No mesmo livro de Daniel, veja também a atitude de Daniel, quando foi proibido de orar a Deus.

À partir do decreto de Constantino foi ocorrendo a mesma coisa, porém, proibindo-se de guardar o sábado.

E para tentar contornar a situação, fizeram um sincretismo entre o "Dia do Sol" e Cristo,  "Sol da Justiça".

E no andar da carroça, os pagãos foram se enfiando na igreja, claro, porque agora guardavam o mesmo dia, trazendo consigo seus costumes, como o de adorar ídolos.

Daí tiveram a ideia de fazer também um sincretismo com estas imagens e passaram a chamar estas imagens de Paulo, Pedro...

Por este motivo que, além da mudança no sábado, fizeram também uma mudança no mandamento que diz para não ter imagens.

Três mandamentos foram alterados na mesma "festa" de mudança dos mandamentos de Deus.

E os pagãos também não queriam saber de nada de Mandamentos, ou leis e Antigo Testamento.

A igreja então saiu das mãos de Cristo e foi para a mão de Roma. E os filhinhos saíram das mãos de Cristo, para as mãos de um novo "Papa".

Esta é, infelizmente, a história da igreja e não apenas os cristãos que permaneceram fiéis, mas o mundo inteiro pagou por isto. Devemos então admitir nossa responsabilidade e aprender com os erros, para não repeti-los.

Mas não adianta, tudo irá se repetir novamente. A igreja vai se unir novamente ao estado, vai haver uma união geral de todas as crenças. Vão ordenar a guarda do domingo (de novo, para variar, com toda sorte de novas teorias), e, no andar da carroça, vão proibir novamente o sábado, vão lançar um decreto de morte e toda aquela história que já cansou de se repetir desde a Torre de Babel, passando pelas várias apostasias no povo de Israel, passando por Babilônia, até nos dias de Constantino.

Quando Satanás não consegue da primeira, tenta da segunda, terceira, e o dito cujo não desiste.

E no final, ao invés de homenagearem a Cristo, vão homenagear aquele que O matou, mudou seus mandamentos e acorrentou Sua palavra á parede de celas frias. Porque, no andar da carroça, assim a igreja se decidiu:

- Olha Jesus, eu não vou mais guardar o seu sábado, mas não fica triste, porque embora tenhamos que guardar o dia oficial ordenado pelo império que lhe torturou e matou, vamos fazer deste dia em Sua homenagem, em memória de Sua ressurreição.

* Leia em fontes históricas o motivo de alguns cristãos decidirem por terem seu próprio dia de guarda, em separação dos judeus, já no segundo século, irmão Luciano. Porém, tenha em mente de que convencer toda a igreja a mudar o dia de guarda, isto só na época de Constantino. Leia também o motivo de os cristãos não terem rejeitado a imposição do imperador.

E assim fizeram, por ocasião do decreto de Constantino, aquilo que ensaiaram enquanto se passavam os séculos. Fizeram seu próprio dia de guarda, separando-se dos judeus, unindo-se a Roma, recebendo dela favores, enquanto apoiavam os seus decretos.