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quarta-feira, 19 de março de 2014

Falsos Ministérios Apologéticos da Modernidade - Quem são, quais as suas pretensões e o que têm feito?

Pessoas má intencionadas
infiltradas no Projeto Reviver

Em outras ocasiões, citei aqui o Projeto Reviver, um projeto que visa tirar pessoas das drogas e que tem feito um ótimo trabalho social de conscientização acerca do uso de drogas, incluindo as ditas lícitas, como a bebida alcóolica.

Entretanto existem algumas pessoas muito mal intencionadas infiltradas neste projeto e que tem agido por conta própria, de forma camuflada, de uma lado se aproveitando do projeto para obter vantagens em causas pessoais e do outro, agindo de forma oculta para atacar a religião alheia.

Vamos às raízes de origem do blog exadventistas:


"P R A S 18 de dezembro de 2010 06:37

Resposta:

A Bíblia condena a embriagues irresponsável; não o vinho: Isaías 28:7

“ Mas, também, estes erram por causa do vinho, e com a bebida forte se desencaminham: até o sacerdote e o profeta erram por causa da bebida forte; SÃO ABSORVIDOS DO VINHO; desencaminham-se por causa da bebida forte; andam errados na visão, e tropeçam no juízo.”

Aqui está falando sobre o “efeito da embriagues”. Agora veja; a alegria que ele provoca não é condenada; muito pelo contrário, é estimulada: Zacarias 9:15 e 16

“ O Senhor dos Exércitos os amparará; e comerão, depois que os tiverem sujeitado com as pedras da funda; TAMBÉM BEBERÃO E FARÃO BARULHO COMO EXCITADOS PELO VINHO; e encher-se-ão como taças, como os cantos do altar. E o Senhor, seu Deus, naquele dia os salvará, como ao rebanho do seu povo; porque, como as pedras de uma coroa, eles serão exaltados na sua terra.”

Esta passagem alarga a compreensão sobre o assunto: 1º Tim 3:8

“ Da mesma sorte, os diáconos sejam honestos, não de língua dobre, NÃO DADOS A MUITO VINHO, não cobiçosos de torpe ganância,”

Percebeu? Não dados ao “muito vinho”; e não “proibidos de consumir vinho”.

E ainda Eclesiastes 10:19 :

“O vinho alegra a vida...”"


Isto em nada condiz com a Bíblia:

http://novotempo.com/namiradaverdade/videos/na-mira-da-verdade-deus-condena-a-bebida-entao-por-que-na-biblia-homens-bebiam/

E também não condiz com o que vemos ser pregado pelo Projeto Reviver ao qual o projeto PRAS (Projeto Reviver Amigos da Serra) está subordinado, digamos assim.

Existem vários projetos chamados de reviver e que geralmente tratam de um estilo de vida mais saudável ex:

http://www.projetoreviver.org/
http://www.projetoreviver.org.br/
http://www.bandsc.com.br/canais/noticias/assembleia_legislativa_lanca_projeto_reviver_voltado_para_dependentes_quimicos_em_florianopolis_.html
http://www.missoesnacionais.org.br/publicacao.asp?codCanal=9&codigo=32830&codigo_pai=11


O projeto PRAS é este aqui:

http://projetoreviver.wordpress.com/page/4/

Nos acostumamos a ler no blog exadventistas, artigos pregando contra as orientações sobre um estilo de vida saudável, pregado pelos adventistas, em especial pelos livros de Ellen White, mas então o que está acontecendo?

Ocorre o seguinte: Na cidade onde mora a pessoa por trás do pseudônimo Editor, há uma forte influência adventista, tanto através de igrejas, como escolas e ações sociais e pouco a pouco, tem crescido e começado a sufocar este tipo de projeto de uma maneira saudável!

Ocorre que os projetos adventistas são subsidiados pelos próprios membros das igrejas e também por aqueles que fazem uso das escolas, hospitais e outras instituições adventistas. Alguns indivíduos então, de livre vontade decidiram por uma forma de combater este crescimento da instituição IASD nestas cidades!

Mas é claro que não poderiam fazer isto abertamente, por motivos óbvios: O próprio Projeto Reviver não apoiaria tal atitude, nem qualquer outra associação ou entidade governamental, muito pelo contrário! Em se tratando de ação solidária, todos são bem vindos.

A solução então é agir de forma oculta e camuflada, de forma a combater o adventismo nestas cidades usando da forma mais sórdida encontrada! O ataque cego e desenfreado, especialmente através de falsos testemunhos, visando minar a credibilidade social atribuída às Ações Solidárias Adventistas.

Quero lembrar aos amigos que tal atitude não parte do Projeto Reviver, de forma alguma, pelo contrário, parte de um certo grupo individual que se agregou ao projeto PRAS e que nas horas vagas, se dedicam, além de combater as drogas, combater o adventismo e outras religiões.

Interessante é que no combate ao adventismo, alguns tem até mesmo combatido o próprio estilo de vida que pregam, como a abstenção de álcool e uso de alimentação mais saudável. Demonstrando que vale tudo e absolutamente tudo quando o assunto é minar a confiança nas instituições alheias.

O dízimo e as ofertas são o principal diferencial entre a instituição adventista e outros projetos e associações! Enquanto que os projetos adventista são subsidiados pela própria igreja (congregação de pessoas, tanto da IASD quanto de outras religiões), os demais projetos, são favorecidos por apoios governamentais, empresariais e doações diretas de pessoas interessadas em favorecer tais projetos.

Agora sabemos o porque de muitos críticos apologetas, arco de barril, atacarem este princípio (o dízimo) que é tão forte e tão corretamente empregado na IASD.

Editor e Décio eram boas pessoas que antes auxiliavam a instituição adventista, cedendo-lhes serviço de forma voluntária! O tempo passou e não conseguiram se ajustar à parte administrativa da instituição, nem obter o reconhecimento que julgavam merecer, no que se frustraram e acabaram encontrando um outro projeto onde se pendurarem.

Existem basicamente três tipos de entidades, digamos assim, envolvidas em toda esta pregação anti-adventista:

a) Seitas de simpatizantes das doutrinas atacadas pelo adventismo (pentecostalisas, neopentecostalistas, teologia da prosperidade);

b) Apologistas anti-religiosos do submundo (aqueles que pregam teorias da conspiração, ovnis, e coisas do tipo);

c) Centros ditos "apologéticos" dedicados ao combate das chamadas seitas;

Existem outros grupos com outros interesses, porém dispersos, mas estes três grupos principais chamam a atenção por causa de algumas particularidades que tratarei a seguir.

Ocorre que estes grupos, antes em separado, hoje tem se aproximado cada vez mais e se ajudado, dando apoio uns aos outros em sua bancada anti-adventista!

Não é de se estranhar que hipócritamente, pequenos grupos de indivíduos religiosos, tem se aproximado a grupos anti-religiosos e dado as mãos deixando uma suposta "divergência" de lado para atacar o adventismo.

Darei nome aos bois:

Editor e Décio, tem buscado apoio em ninchos apologéticos do submundo, do citado grupo 'a)' como o nitroglicerina, dentre outros. Inicialmente buscou se aproximar dos materiais da CACP que é do citado grupo c), o que não prosperou, haja vista que o CACP é um grupo de apoio religioso. Hoje, se aproxima de outros grupos apologéticos religiosos, como o MCA, porém não obtendo muito sucesso.

Ocorre que o grupo a) já tem profundas ligações com o grupo b) mas ocorre que o grupo c) tem se afastado deste nincho apologético do submundo formado pelo grupo a) e grupo b).


O ministérios ditos "apologéticos"

Tem ocorrido, porém, que estes ministérios ditos "apologéticos" que antes andavam em separado, tem cada vez mais se unido, a exemlo do CACP, MCA. Existem vários outros grupos com os quais ainda não trabalhei e que valem a pena serem averiguados, como o ICP (Instituto Cristão de Pesquisa).

Importante notarmos é que o carro chefe destes ministérios ditos apologéticos, são a venda de livros e materiais que falam mal das religiões alheias, tratadas "carinhosamente" pela alcunha de seitas.

Vejam a estreita relação:

http://www.icp.com.br/67materia2.asp (Flávio Martinez, autor deste artigo é diretor do CACP)

http://www.cacp.org.br/12-falsas-profecias-de-eg-white/ (O mesmo artigo compartilhado no blog MCA e que já vem de outro ministério apologético) e mais:

http://www.cacp.org.br/resposta-a-leandro-quadros-3/ (Luciano Sena é administrador do MCA)

Não um, nem dois, nem três mas os artigos de cada ministério tem sido compartilhados como uma rede bem organizada de informação, ou seja, estamos tratando de grupos bem organizados.

Em se tratando de Igreja Adventista do Sétimo Dia, esta instituição é conhecida pela venda de vasta coleção de livros cristão, cujo carro chefe são os livros de Ellen G. White!

Em dado tempo, certas religiões também perceberam que este poderia ser um mercado bastante lucrativo, mas estes centros ditos apologéticos decidiram se embrenhar por um outro caminho. Falar mal de outras religiões e combatê-las tem sido a forma de "pregação do evangelho" que estes encontraram.

Luciano Sena, administrador do blog MCA tornou-se a mais recente aquisição do CACP e já planeja até construir seu primeiro livro e adivinha? Falando mal da Igreja Adventista do Sétimo Dia.

Toda esta discussão acerca do adventismo oculta nos bastidores uma disputa por espaço e mercado, feita por indivíduos de forma em separado de suas igrejas e de suas religiões, ou seja, agem por conta própria!

Estes grupos ditos apologéticos, agem geralmente se colocando como líderes de uma certa causa, criando uma seita em separado da opinião oficial de suas igrejas, sempre possuindo um líder e um limitado número de seguidores. Conseguir seguidores, porém tem sido a parte mais difícil para estes grupos, daí a criação de blogs e outros nichos apologéticos, de forma a atrair pessoas com propósitos semelhantes.

Toda esta falsa forma de religião e cristianismo tem se unido em um intento que é tirar determinado grupo de religiões do mercado em especial, Mórmons, Testemunhas de Jeová e Adventistas do Sétimo Dia.

Que são justamente os grupos ditos como mais proselitistas, e também que mais produzem materiais e influência de cunho religioso especialmente na forma de livros.

O primeiro passo destes ditos ministérios apologéticos, tem sido desacreditar os concorrentes, vendendo livros que procuram atacar estas religiões das mais variadas formas possíveis! Unindo o útil ao agradável, conseguem vender seus livros e obterem lucro, ao passo que já procuram diminuir a confiabilidade nos materiais daqueles a que vêem como adversários.

Porém o que mais chama a atenção é que mesmo apresentando doutrina deveras diferente das pregadas pela cristandade e não sendo vista como uma religião dita ortodoxa, o espiritismo tem sido abraçado de forma muito carinhosa por estes centros ditos apologéticos e passam, praticamente desapercebido das pregações anti-religião, deste chamados ministérios apologético.


Harmonia com o ministério espírita

Ocorre que estes grupos apologéticos tem se identificado muito com a obra espírita que também vendem muitos livros especialmente os relacionados ao chamado "Cristianismo Espírita" onde o espiritismo se agrega ao cristianismo, dando força à certas doutrinas, não bíblicas defendida por muitas igrejas modernas, tais como a imortalidade da alma e a suplantação da lei pelo amor universal.

O próprio CACP vende algumas obras espíritas, dando apoio e aval, recheados de elogios acerca deste tipo de obra o que percebemos que tem se tornado algo generalizado.

http://lojacacp.com.br/index.php?route=product/product&product_id=136


Algo profético

Falando agora como adventista, só posso dizer que isto é profético!

Hoje, felizmente a ICAR, ainda está desvinculada desta forma de religião de combate que tem se erguido na modernidade, mas em tempo oportuno, todos estes chamados centros apologéticos correrão para os braços da igreja mãe, a Católica Apostólica Romana. Os cristãos sérios então terão que tomar uma decisão, em seguir esta banda e marchar como toca a música, ou se voltarem a Bíblia e permanecerem fiéis aos princípios ali estabelecidos!

Que Deus possa iluminar a mente então de cada um, para que percebam que hoje o mais importante é mesmo pregar o evangelho a todo o mundo e não combater a religião a que cada um considera particularmente sectárias.


sexta-feira, 21 de junho de 2013

Apologética - Ataque, Manifestando a crença alheia



Introdução

Poxa, este blog é sobre apologética e temos apenas um ou dois artigos falando sobre este assunto!

Decidi então escrever algumas dicas essenciais para não se passar vergonha ao embrenhar-se neste mundo facinante da defesa da própria doutrina religiosa.

Mas antes de falarmos sobre defesa, falemos um pouco sobre o ataque à doutrinas.

O ataque à doutrinas é uma forma de se tentar compreender, questionar, testar ou derrubar uma doutrina, não importando quais sejam as razões.

Mas o que é necessário para se fazer um ataque à doutrinas?


Ataque

Um bom apologista ao fazer qualquer tipo de ataque deve tormar um cuidado extremo ao manifestar conhecimento sobre a doutrina alheia! Mesmo não concordando com tais doutrinas, o apologista deve demonstrar conhecer a opinião da religião que pretende atacar e precisa ainda conseguir explicar tal doutrina EXATAMENTE da forma como os praticantes de determinada religião crêem, mesmo que não os apóie ou discorde deles totalmente.

Um exemplo prático! Todo protestante conhece que a adoração de imagens está em contradição com os 10 mandamentos da lei de Deus, porém, muitos de nossos irmãos católicos não crêem que o trato que dão aos santos seja uma forma de idolatria, mas tão somente uma admiração e no máximo uma veneração.

http://www.youtube.com/watch?v=UIEP7cQ-IsY

O apologista segundo suas próprias crenças pode até acreditar que veneração e idolatria sejam equivalentes, porém, em sua explanação sobre a crença em questão, deverá dar à palavra veneração o exato sentido no qual os irmãos católicos crêem, que no caso, então, se trataria tão somente de uma forma de admiração.

Portanto quando se pretende falar sobre as crenças alheias é necessário expressá-las da exata forma como tais crentes crêem, dando também às palavras os mesmos sentidos que estes dão, mesmo que não se concorde com tal sentido.

É preciso que o apologista demonstre que, embora não concorde, compreende perfeitamente o ponto de vista de determinada religião, bem como, conhecer um pouco da visão de mundo que tal religião tem acerca de um determinado assunto.

Um bom apologista, quando parte para questionamentos, ganhará um debate se ANTES conseguir narrar com perfeição AQUILO em que ELES acreditam e da EXATA FORMA como eles acreditam, de forma que a pessoa questionada concorde perfeitamente com aquilo que foi dito sobre sua crença. Lembre-se que o apologista está manifestando as crenças do QUESTIONADO e não as crenças DELE próprio.


Manifestando a crença alheia

Por exemplo, devemos dizer:

- Segundo as doutrinas católicas não há adoração de imagens de santos, o que eles têm é uma veneração pelos santos e que estas imagens representam pessoas santas que deram bons exemplo. Procurando se inspirar em seu exemplo os católicos se permitem ter estas imagens muitas vezes por uma admiração particular sobre algo na vida de cada santo.

Então perguntamos a um padre por exemplo:

É isto mesmo padre?

O padre então deverá dizer: - Está corretíssimo!

Uma vez tendo manifestado total conhecimento não apenas sobre a doutrina e a crença comum, mas também sobre o significado que dão às imagens e o sentido que atribuem à palavra veneração, aí então o apologista poderá questionar, discordar ou argumentar tanto sobre a doutrina, quanto sobre as crenças envolvidas e até mesmo sobre o verdadeiro significado da palavra veneração!

Mas se quiser perder a razão em um debate, comece assim:

- Segundo as doutrinas católicas eles acham correto adorar à imagens de santos...

Isto está completamente errado, porque o apologista não manifestou o "Segundo as doutrinas católicas", mas sim um "O que eu acho sobre as crenças católicas".

Falar SEGUNDO doutrinas alheias é repetir da exata forma como tal religião crê, incluindo todos os pontos, todas as vírgulas e inclusive os equívocos, enganos e até mesmo heresias, se houver.

Como na citação de um livro onde não se poder modificar sequer uma vírgular, nem procurar corrigir coisa alguma, mesmo que esteja errado, mas tão somente ser perfeito ao repetir da exata forma com está no original, da mesma forma devemos proceder na apologética.

Um indivíduo então começa:

- Os adventista crêem nos livros de Ellen White como uma segunda bíblia....

Mesmo SE os adventistas cressem que os livros de Elen White fossem uma segunda bíblia, ainda assim, o apologista teria que procurar em fontes primárias para descrever a crença adventista da exata forma como estes realmente crêem.

Seria algo como:

(debatente) - Os adventistas crêem nos livros de Ellen White como inspirado, mas não crêem que corresponda à uma segunda bíblia, em verdade costumam se referir à tais livros como uma luz menor que guia à luz maior que é a Bíblia! Dão muito valor aos escritos da Sra. White, mas segundo suas crenças, a Bíblia permanece como única regra de fé e de prática e fonte de suas doutrinas. Estou correto em minha explanação?

(contraparte) - Sim! está correto!

Eu porém não concordo que seja assim, pelas seguintes razões:

[inicia-se então a crítica]

Acontece que, havendo então uma pessoa capaz de manifestar a exata crença de um adventista, este poderá depois manifestar todas as suas discordâncias e até ser bastante duro em suas críticas, mas já terá conquistado o respeito no debate, pois dirão:

-Você realmente conhece as nossas doutrinas e as nossas crenças comuns, sinto-me então na obrigação de lhe responder.

Ao invés de dizer:

- Pois olha! O amigo está mais por fora do que arco de barril, sendo assim, não convém respondê-lo!


Conclusão

Então, para se iniciar um bom debate, ao se pretender fazer ataques, é necessário conhecer as doutrinas que se pretende atacar, tanto quanto, ou mais que, aqueles que hão de defendê-las e isto se faz com um aprofundado estudo em fontes primárias.

Então, ao manifestar a crença alheia o apologista não deve incluir a sua própria opinião nem a de terceiros, mas opinião da própria fonte primária e da forma mais exata possível. Somente após isto é que o apologista deverá se sentir livre para fazer suas críticas ou iniciar algum ataque, utilizando os meios e as ferramentas que melhor lhe convierem.