segunda-feira, 18 de maio de 2015

Cristo aboliu toda a lei?

O problema é justamente este querido irmão, basear-se em trechos isolados, ignorando-se o contexto e escolhendo uma tradução que oculte a palavra chave que se refere às ordenanças.. "Na sua carne desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos, que consistia em ordenanças, para criar em si mesmo dos dois um novo homem, fazendo a paz" Efésios 2:15 anulando em seu corpo a lei dos mandamentos expressa em ordenanças. O objetivo dele era criar em si mesmo, dos dois, um novo homem, fazendo a paz, Efésios 2:15 abolindo na própria carne a lei, os preceitos e as prescrições. Desse modo, ele queria fazer em si mesmo dos dois povos uma única humanidade nova pelo restabelecimento da paz, Efésios 2:15 tendo abolido na sua carne a lei dos mandamentos contidos em ordenanças, para que dos dois ele criasse em si mesmo um homem novo, fazendo assim paz, Efésios 2:15 Tratam-se das ordenanças cerimoniais, o que só poderia ser realizado na nação de Israel! Não havia permissão para se erigir santuários fora dos muros de Israel. O contexto: Haviam dois santuários naquela época, um entre os judeus e outro entre os samaritanos! Na passagem da mulher que tirava água do posso, Cristo é questionado acerca de qual seria o verdadeiro santuário a ser reverenciado. Havia uma disputa entre Judeus e samaritano acerca de qual seria o verdadeiro santuário (João 4:20-21). "Nossos pais adoraram neste monte; e vós dizeis que em Jerusalém é o lugar onde se deve adorar. Disse-lhe Jesus: Mulher, crê-me, a hora vem em que nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o Pai." João 4:20,21 Cristo previu não apenas o fim de todo o cerimonialismo mas também do próprio templo que fora erigido, para que ali não mais se realizasse aquele cerimonialismo (Mateus 21:2). E a consequência é que com o fim do cerimonialismo, aquele muro de inimizade foi derrubado (Efésios 2:14)! Judeus e gentios então poderiam adorar juntos em um mesmo lugar! Ambos os povos deveriam convergir à Cristo e então passar a adorá-lo em espírito e verdade! O termo muro de inimizades, encontra sua base em um muro literal que havia sido colocado pelos judeus em divisão ao pátio e a parte mais interior do templo! E havia uma única porta de entrada pela qual era proibida (sob pena de morte) a entrada de qualquer gentio. Qualquer gentio, portanto que fosse reverenciar ao Deus de Israel, teria que se contentar em ficar na parte mais exterior. Na quela época se cria de que os gentios também poderiam alcançar a salvação, porém, por agarra-se nas barras dos judeus (Zacarias 8:23). Deu para acompanhar até agora, querido irmão? Pois bem: Naquele tempo se entendia de que a salvação vinha dos judeus (João 4:22). E assim era antes da morte de Cristo na Cruz! Todo gentio que decidisse abraçar a aliança tinha que se circuncidar e se tornar um judeu, ou viver como "cachorrinhos" como eram chamados, vivendo das migalhas (espirituais e doutrinarias) que caiam da mesa dos judeus (Marcos 7:28)! Paulo envia sua carta a um povo que estava plenamente ciente deste contexto, no que era justamente a questão de dúvida pela qual Paulo decidiu enviar a sua carta. Ocorre que, com a morte de Cristo na Cruz e o fim do cermonialismo, não havia mais a necessidade de alguém se unir à RELIGIÃO Judaica, ou de pegar na orla das vestes de um Judeu, ou depender da salvação que vinha dos judeus (no sentido de, a salvação vir por meio da pregação acerca da graça que eles detinham e que era ensinada através do cerimonialismo. E nem mesmo depender das migalhas, que os gentios colhiam dos judeus. Cristo elevou os gentios ao mesmo patamar dos Judeus e findou esta separação entre judeus e gentios! Ambos foram feito agora um mesmo povo, pertencente ao Israel Espiritual! UM POUCO MAIS DE CONTEXTO, QUERIDO IRMÃO! Judeus conversos (alguns) ainda acreditavam que os gentios, teriam que continuar com o sistema antigo, se unindo ao judaísmo e adotando o sinal tribal de israel, a circuncisão, a fim de que pudessem abraçar a aliança, guardando toda a lei e os mandamentos. A posse dos mandamento indicava que aquele povo era o povo legítimo, herdeiro da Salvação! Porém o que havia sido profetizado nas antigas escrituras, querido irmão? Jeremias 31:33 Hebreus8:10 Assim, não mais em templos, dentro de uma arca, escrita em tábuas de pedra, a lei agora estaria gravada no coração e na mente, mediante o estudo semanal e a meditação diária da Palavra que naquela época era o Antigo Testamento! Portanto não era mais a posse do templo, nem do cerimonialismo pelo qual os israelita expressavam sua fé no sacrifício do cordeiro, ou mesmo a circuncisão tribal, que indicaria o povo agraciado pela salvação! Mas sim a guarda dos mandamentos como resultado de uma fé transformadora em Cristo (1 Coríntios 7:19)(Gálatas 6:15). Então não havia mais a necessidade do templo, nem das cerimônias de sacrifício de animais, nem da circuncisão. Outro ponto é que Deus não habitaria mais dentro de um santuário, no segundo compartimento do Santos dos Santos, através de sua Shekiná. À partir de então, Deus passaria a habitar DENTRO de cada cristão, como templos vivos do Espírito Santo, na comunhão que é chamada de Igreja! E de que modo a lei de Deus e TODA a lei de Deus seria perpetuada nos corações e nas mentes, já que o sistema cerimonial havia alcançado o seu fim no cumprimento?! A Bíblia nos responde, querido irmão: Pois Moisés, desde tempos antigos, tem em cada cidade homens que o pregam nas sinagogas, onde é lido todos os sábados. Atos 15:21 Através da PRÓPRIA BÍBLIA, querido irmão, pelo sistema de sinagogas, igrejas físicas! Isto porque naquela época as bíblias eram copiadas a mão e ter uma biblia exclusiva como nós temos era um luxo. De modo que em cada sinagoga era colocada uma Biblia para que todos a pudessem estudar, como Cristo fazia(Lucas 4:16), ou alguém conhecedor da Bíblia era enviado para ensiná-la. Ao estudar o cerimonialismo, entendemos o que Cristo fez ao se oferecer em sacrifício e o que está fazendo por nós hoje, atuando como nosso sacerdote e sumo-sacerdote no santuário eterno, que foi usado como figura e modelo para a construção do santuário terrestre. Assim não precisamos da representação a fim de nos lembrarmos perenemente, basta lermos a Bíblia, TODA a Bíblia. E aqueles mesmo mandamentos contidos nas tábuas, estão escritos nas Bíblias que levamos em mãos! Veja, Paulo não escreveu para uma igreja dispensacionalista, ávida por abandonar os mandamentos de Deus! Paulo em verdade escreveu para um grupo que estava ciente e inserido em toda a problemática referente a lei segundo a situação dos gentios! Os gentios não precisariam mais se unir à nação judaica, e não havia mais porque circuncidar-se para se identificar como pertencentes à nação de Israel. Porque não se precisaria mais pertencer tribalmente ao israel físico, para estar inserido na salvação. E não havia por que se ter um sinal físico de separação, sendo que Judeus e Gentios agora estavam unidos! Não haveria sentido em todos se circuncidarem. E a guarda dos mandamentos querido irmão? A questão da guarda dos mandamentos meu querido, não foi tratada por nenhuma carta de Paulo! Isto porque as cartas de Paulo eram dirigidas para resolver PROBLEMAS que iram surgindo entre os gentios e pode ter certeza de que, a despeito das leis de ordenanças, os mandamentos de Deus como sendo indispensáveis estavam bem latente na consciência tanto de judeus como de gentios recém conversos. "A circuncisão nada é, e também a incircuncisão nada é, senão a guarda dos mandamentos de Deus." (1 Coríntios 7:19) E os gentios continuaram a aprender mais da Lei, nos livros de moisés, todos os sábados, nas várias sinagogas que existiam em cada cidade, naquele tempo (Atos 15:21). "No sábado seguinte reuniu-se quase a cidade toda para ouvir a palavra de Deus." (Atos 13:44) Portanto, o Antigo Testamento nunca deixou de ser a Palavra de Deus. A lei transmitida por meio dos livros de moisés nunca deixou de ser ensinada e o sábado continuou sendo o dia habitual de leitura da Palavra de Deus. Porque assim como Paulo, que trabalhou construindo tendas, todos estavam a dedicar-se às suas atividades cotidianas nos demais dias da semana E nada mudou, religiosamente falando, na transição entre o antes da morte de Cristo e o depois! Senão que findou-se o capítulo do santuário terrestre e suas cerimônias. No demais, a lei de moisés continuou sendo lida e ensinada, o sábado continuou sendo o dia de realização dos cultos onde os mandamentos de Deus continuaram a ser guardados, como sempre foi feito. E pela revelação de Cristo aos cristãos, percebemos que isto perduraria, pelo menos, até o ano 70, 40 anos depois da morte de Cristo, quando então haveria a invasão de Jerusalém. "Rogai que a vossa fuga não suceda no inverno, nem no sábado;" Mateus 24:20 A opinião histórica é que se a invasão houvesse ocorrido no sábado, poucos poderiam ter se salvado, porque cristãos e judeus estariam reunidos dentro da cidade à portas fechadas, como sempre foi de costume, em respeito ao sábado e não dispersos nas redondezas e nos ajuntamentos circunvizinhos como era nos demais dias da semana. Ali foi o cumprimento da queda do templo, querido irmão! O cerimonialismo e o templo foi tudo que, biblicamente e historicamente, passou, no que se refere a toda a lei de Deus. "Não penseis que vim revogar a lei ou os profetas; não vim revogar, mas cumprir. Porque em verdade vos digo: Enquanto não passar o céu e a terra, de modo nenhum passará da lei um só i ou um só til, sem que tudo se cumpra." (Mateus 5:17,18)
A parte que Crito cumpriu aqui na terra, foi a do sacrifício representado pelos animais e cristo hoje dá prosseguimento ao cumprimento das tarefas referentes ao sacerdote e sumo sacerdote. Cristo não veio abolir a Lei, Cristo veio para cumprir tudo que se referia a ELE e que estava devidamente escrito no Antigo Testamento. Lucas 22:37, Lucas 21:22, João 19:28, Atos 13:29, Lucas 22:37, João 15:25, Lucas 24:44, João 19:36, João 17:12, 1 Coríntios 15:54, João 13:18, Atos 1:16, João 19:28, Marcos 14:49, Marcos 15:28, Mateus 26:56, Mateus 26:54, João 19:24. Conforme Cristo se propôs em: Lucas 24:27

11 comentários:

  1. Respostas
    1. A maioria dos pastores evangélicos interpreta errado a Carta aos Gálatas.
      Parte Final
      Provando, agora, que na Carta aos Gálatas Paulo reprendia um grupo de gálatas por querer a continuação das leis retrógradas no Evangelho, ele cita, diretamente, uma dessas leis e Continue
      ordenanças da carne que escravizavam: a lei da circuncisão. Nesses versos Paulo deixa muito bem claro que um dos jugos da escravidão se tratava da lei da circuncisão:
      “Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão. E de novo protesto a todo o homem, que se deixa circuncidar, que está obrigado a guardar toda a lei. Separados estais de Cristo, vós os que vos justificais pela lei; da graça tendes caído”. Gálatas 5: 1 a 3.

      Somente pelo verso acima tomamos conhecimento de que Paulo nunca e jamais fez qualquer alusão nociva às 10 leis de Deus, instituídas para obediência da Humanidade.

      “Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são pesados”. I João 5:3

      “Todos os que querem mostrar boa aparência na carne, esses vos obrigam a circuncidar-vos, somente para não serem perseguidos por causa da cruz de Cristo. Porque nem ainda esses mesmos que se circuncidam guardam a lei, mas querem que vos circuncideis, para se gloriarem na vossa carne”. Gálatas 6:12 a13

      Então, por todas as colocações bíblicas acima, não há Verdade alguma sobre aqueles que atentam conta as Dez Leis de Deus, essas instituídas, promulgadas e propagadas a bem da Humanidade.
      Fiz-me acaso vosso inimigo, dizendo a verdade? Gálatas 4:16.
      Waldecy Antonio Simões
      walasi@uol.com.br
      www.segundoasescrituras.com.br
      Nesse site, temos um arquivo completo sobre as leis de Deus, um Tratado absolutamente fundamentado nas Escrituras. Pagina 2, de número 119, O Tratado Sobre as Leis de Deus
      Também tem o arquivo 137, de nome As Sete Verdades Irrefutáveis Sobre o Sábado.

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    2. A maioria dos pastores evangélicos interpreta errado a Carta aos Gálatas.
      Parte Final
      Provando, agora, que na Carta aos Gálatas Paulo reprendia um grupo de gálatas por querer a continuação das leis retrógradas no Evangelho, ele cita, diretamente, uma dessas leis e Continue
      ordenanças da carne que escravizavam: a lei da circuncisão. Nesses versos Paulo deixa muito bem claro que um dos jugos da escravidão se tratava da lei da circuncisão:
      “Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão. E de novo protesto a todo o homem, que se deixa circuncidar, que está obrigado a guardar toda a lei. Separados estais de Cristo, vós os que vos justificais pela lei; da graça tendes caído”. Gálatas 5: 1 a 3.

      Somente pelo verso acima tomamos conhecimento de que Paulo nunca e jamais fez qualquer alusão nociva às 10 leis de Deus, instituídas para obediência da Humanidade.

      “Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são pesados”. I João 5:3

      “Todos os que querem mostrar boa aparência na carne, esses vos obrigam a circuncidar-vos, somente para não serem perseguidos por causa da cruz de Cristo. Porque nem ainda esses mesmos que se circuncidam guardam a lei, mas querem que vos circuncideis, para se gloriarem na vossa carne”. Gálatas 6:12 a13

      Então, por todas as colocações bíblicas acima, não há Verdade alguma sobre aqueles que atentam conta as Dez Leis de Deus, essas instituídas, promulgadas e propagadas a bem da Humanidade.
      Fiz-me acaso vosso inimigo, dizendo a verdade? Gálatas 4:16.
      Waldecy Antonio Simões
      walasi@uol.com.br
      www.segundoasescrituras.com.br
      Nesse site, temos um arquivo completo sobre as leis de Deus, um Tratado absolutamente fundamentado nas Escrituras. Pagina 2, de número 119, O Tratado Sobre as Leis de Deus
      Também tem o arquivo 137, de nome As Sete Verdades Irrefutáveis Sobre o Sábado.

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  2. Respostas
    1. A maioria dos pastores evangélicos interpreta errado a Carta aos Gálatas.
      Parte 6 de 7
      mesmo que já estivesse Escrito que tais leis só vigoraram até João. Nada a ver com as leis do Decálogo, os fundamentos do Evangelho, imprescindíveis para a salvação, segundo Jesus nos revelou através do exemplo do Jovem Rico.
      -- Mestre, como farei para me salvar?
      -- Guarda os mandamentos. Tu sabes os mandamentos (a seguir, Jesus cita alguns mandamentos para mostrar que se referia aos mandamentos do Decálogo, legitimando-o, mas uma vez)
      -- Mestre, isso já faço desde a minha infância.
      A seguir, Jesus lhe revela (e por tabela a nós todos) que somente pela guarda das dez leis não haverá salvação sem a integração forte do amor de caridade ao semelhante que, necessariamente, tem de ser seguido pela divisão dos bens materiais aos mais necessitados. Jesus nos revela que sem as obras de caridade não haverá salvação.
      -- Então te falta uma coisa. Vá e venda as tuas propriedades e reparta-as com os necessitados.
      “Vedes então que o homem é justificado pelas obras, e não somente pela fé”. Tiago 2:24.
      Então, Cristo nos revela, sem condições de refutação alguma, que sem as obras de caridade de 1 Coríntios 13:13 e de Tiago, capítulo 2:14 a 18, e sem a guarda das leis do Decálogo não haverá salvação. Outro dia, recebi uma mensagem de um pastor revidando esse exemplo de Jesus, valendo-se do evento do ladrão crucificado ao lado dele, ao qual foi prometido a salvação, sem que o mesmo tivesse observado as leis de Deus e que não tivesse realizado caridade alguma por amor ao semelhante. Ora, é fácil perceber que, Jesus, que conhecia os pensamentos dele, sabedor de seu sincero arrependimento por seus crimes contra o semelhante, por certo também soube que se ele pudesse viver mais um tempo, convertido, certamente guardaria as leis de Deus e promoveria obras por amor ao semelhante. Mas não teve tempo, por isso Jesus resgatou-o para a salvação, ao contrário do outro criminoso que não aceitou a Jesus nem na hora da morte. Por esse exemplo Jesus nos revelou, também, que se mesmo na agonia da morte nos arrependermos verdadeiramente de nossos pecados, nós nos salvaremos pela Graça de Deus. Mas essa possibilidade é muito perigosa, pois a morte pode nos pegar entre uma passo e outro, sem aviso algum.
      “Mas agora, conhecendo a Deus, ou, antes, sendo conhecidos por Deus, como tornais outra vez a esses rudimentos fracos e pobres, aos quais de novo quereis servir?”. Gálatas 4:9,
      Acima, não há possibilidade alguma de Paulo nomear as leis do Decálogo de Deus, fundidas nas Rochas das Leis, como fracas, pobres e de rudimentos inúteis, portanto, mais uma vez Paulo abomina as antigas leis que só vigoraram até João.
      A seguir, Paulo novamente abomina as leis antigas que escravizavam, amaldiçoavam e até matavam:
      “Eu bem quisera agora estar presente convosco, e mudar a minha voz; porque estou perplexo a vosso respeito. Dizei-me, os que quereis estar debaixo da lei, não ouvis vós a lei?” Gálatas 4:20,21.
      A seguir, até o verso 31, Paulo compara as leis antigas aos dois filhos de Abraão: o primeiro filho de uma escrava e o segundo filho de Sarah, segundo a Promessa. Isaque tornou-se o filho da Promessa.

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    2. Pesquisando descobri que a passagem da mulher adutera não aparece noa manuscritos mais antigos, dizem que a passagem foi acrescentada por copistas.... Isso é verdade?

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  3. A maioria dos pastores evangélicos interpreta errado a Carta aos Gálatas.
    Parte 5 de 7
    Esse preceito acima é o mais usado pelos ignorantes do Evangelho na tentativa da derrocada das leis de Deus, as do Decálogo. Mas as obras da lei citadas são exatamente aqueles que o grupo de gálatas tentou fazer vigorar, também, no Evangelho da Liberdade e da Graça, que naturalmente abomina as leis citadas acima, principalmente a lei da morte a pedradas, a lei dos sacrifícios de animais nos templos, a lei da segregação racial, como também a lei da circuncisão, lei da carne, um tipo de operação de fimose, à faca e sem anestesia. Quanto a isso, imaginem o apóstolo Paulo, frente a um grupo de pagãos convertidos ao cristianismo, dizendo a eles: Continue

    “Meus irmãos, dou graças pela vossa conversão à religião de Jesus, mas para que ela se consolide, é necessário que eu agora, com esta faca, corte o prepúcio de vossos pênis para que se cumpra a lei. Vai doer em todos e em alguns vai infeccionar, mas só assim vocês poderão pertencer à religião da Liberdade e da Graça de Jesus”.
    lei não dissera: Não cobiçarás”. Romanos, 7:7.

    “Por conseguinte, a lei é santa; e o mandamento é santo, justo e bom”. Romanos, 7:12.

    Então, estando perfeitamente esclarecido fundamentado no Evangelho que o apóstolo Paulo jamais poderia abominar as leis de Deus, as do Decálogo, sobraram para as leis antigas e retrógradas que só vigoraram até João, como Está Escrito, e que eram justamente essas tais leis que o grupo de gálatas
    Acima, se Paulo tivesse permitido que as leis das obras (como as citadas) integrassem o Evangelho, como pretendia o secreto grupo de gálatas, onde estaria a Liberdade e a Graça de Jesus? Por isso mesmo Paulo escreveu acima “que todos os que estão debaixo das leis das obras são malditos.
    “E é evidente que pela lei ninguém será justificado diante de Deus, porque o justo viverá pela fé”. Paulo cita, novamente, as leis retrógradas, que só valeram, num tempo, para regularizar as relações entre os hebreus israelitas nos sofridos 40 anos de deserto.
    “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro”. Gálatas 3:13.
    Acima, Cristo nos livrou das trevas e nos conduziu para a Luz. Da maldição para a Graça. Das leis escravas para a Liberdade. Das Obras da carne para a fé.
    “Mas, antes que a fé viesse, estávamos guardados debaixo da lei, e encerrados para aquela fé que se havia de manifestar. De maneira que a lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que pela fé fôssemos justificados. Mas, depois que veio a fé, já não estamos debaixo de aio. Porque todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus. Porque todos quantos fostes batizados em Cristo já vos revestistes de Cristo”. Gálatas 3:23-27
    Antes de Jesus, valiam as leis existentes, a dos sacerdotes, dos príncipes e fariseus dos templos, que como revela Paulo, serviram a eles como um tipo de aio até que veio Jesus. A palavra grega AIO é o mesmo que tutor. Assim Paulo revela que no Evangelho cessaram as atribuições do tutor a favor da lei da Graça e da Liberdade da religião de Jesus.
    Nos primórdios do primeiro século, principalmente entre os gálatas, aconteceram problemas por conta da exigência da separação das leis antigas, tal qual da lei da circuncisão, pois as leis de Levítico ainda permaneceram fortes pelo menos até o apóstolo Paulo que lutou bastante para que tais leis retrógradas e já sem efeito, fossem esquecidas completamente, Continue

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  4. A maioria dos pastores evangélicos interpreta errado a Carta aos Gálatas.
    Parte 4 de 7
    promulgada e propagada e ainda cita uma das leis do Decálogo provando que se referia, de fato, às Dez Leis:



    “Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça se a pretendia que tivessem a continuação no Evangelho, principalmente a lei da Circuncisão, citada como nociva na Carta aos Gálatas. Continuando:
    “Assim, como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema”. Gálatas 1:9.
    Como já colocado e provado acima, que Paulo reconhece as leis do Decálogo como imprescindíveis para a identificação dos pecados na procura do caminho para a salvação, Está Escrito no preceito acima que será amaldiçoado quem ensinar diferente. Portanto, quem ousar sugerir que as leis do Decálogo nos trazem escravidão ou maldição, que seja anátema (que seja amaldiçoado).
    A seguir, Paulo relaciona, perfeitamente, um grupo de gálatas tentando transtornar o Evangelho ao tentar fazer valer a lei da Circuncisão a quem se convertesse ao cristianismo:
    “Mas nem ainda Tito, que estava comigo, sendo grego, foi constrangido a circuncidar-se. E isto por causa dos falsos irmãos que se intrometeram, e secretamente entraram a espiar a nossa liberdade, que temos em Cristo Jesus, para nos porem em servidão, Aos quais nem ainda por uma hora cedemos com sujeição”. Gálatas 2:3,4
    Em Gálatas 2, de 2 a 15, Paulo admoesta o apóstolo Pedro que errou, tentando ser agradável ao grupo de gálatas que pretendia que a lei da segregação racial vigorasse, também, no Evangelho. A lei da separação racial não vem de Deus, pois Está Escrito no Evangelho que todos somos iguais perante ele, tanto raças como pessoas.
    “Não aniquilo a graça de Deus; porque, se a justiça provém da lei, segue-se que Cristo morreu debalde”. Gálatas 2:21. Paulo declara que se as leis que escravizavam, que vigoraram até João, permanecessem no Evangelho, Cristo teria morrido em vão.
    Só quisera saber isto de vós: recebestes o Espírito pelas obras da lei ou pela pregação da fé? Sois vós tão insensatos que, tendo começado pelo Espírito, acabeis agora pela carne? Gálatas 3:2,3
    Acima, Paulo abomina, novamente, as leis retrógradas, leis da carne, as leis das obras da carne (tais como as leis da circuncisão, do sacrifício de animais nos templos, a lei da morte e outras mais) que nada tem a ver com a fé cristã. Mas atenção, nada a ver com as obras de caridade por amor ao semelhante, imprescindíveis para a salvação. Isso está bem explícito no exemplo que Jesus nos deixou através do evento Jovem Rico, na Parábola do Samaritano, do Rico e Lázaro, e principalmente em Mateus, 25:31 a 44 onde Jesus nos revela, sinequaon, a salvação pelas obras e a condenação pela falta delas. Em I Coríntios 13.13 Está Escrito que o amor (amor com obras) é maior ainda que a fé. Confira. Mas confira mesmo!
    “Todos aqueles, pois, que são das obras da lei estão debaixo da maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las”. Gálatas 3:10. Continue

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  5. A maioria dos pastores evangélicos interpreta errado a Carta aos Gálatas.
    Parte 3 de 7
    se tratava do próprio Adversário tentando atrapalhar e corromper, ao máximo possível, a implantação divina da Nova Mensagem, que tirava o povo das trevas para a Luz, da escravidão e das ordenanças retrógradas e até do pavor da morte por esfacelamento corporal a pedradas para a LIBERDADE, para a GRAÇA, para uma nova vida sem aquelas cargas pesadas. (Jesus anulou a lei da morte ao salvar a pobre mulher adúltera)
    Um dos grandes erros dos pastores evangélicos, parte deles, é que interpretam erradamente que a LIBERDADE e a GRAÇA citadas no Evangelho se caracterizariam como um tipo de libertação das leis do Decálogo, como se isso fosse possível. Impossível!!! Mas impossível mesmo!!! Para isso, valem-se erradamente de certos preceitos de Gálatas, interpretando que Jesus teria nos livrado das leis malditas e escravizantes, atribuindo essas leis aos Dez Mandamentos, afirmando, sob Satanás, que “Jesus cumpriu as leis por nós e agora não temos mais que cumprir”. Mas a verdade é que esses pastores, na maioria, despreparados ou pela dificuldade da observação de todas as 10 leis, defendem, erradamente a anulação delas todas apenas por causa de uma só que os incomoda bastante. Por causa de uma só lei do Decálogo pretendem acabar com todas, como se isso fosse minimamente possível.
    Bem, vamos agora à Carta aos Gálatas. (João Ferreira de Almeida: www.bibliaonline.com.br).
    “Maravilho-me de que tão depressa passásseis daquele que vos chamou à graça de Cristo para outro evangelho, o qual não é outro, mas há alguns que vos inquietam e querem transtornar o Evangelho de Cristo”. Gálatas 1:6,7
    Acima, o apóstolo Paulo, que escrevia e falava sempre iluminado pelo Espírito Santo de Deus, repreende um grupo de Gálatas, inconformado com a visível anulação das leis de sua tradição secular na implantação do Evangelho:
    (...mas há alguns que vos inquietam e querem transtornar o Evangelho de Cristo”. Gálatas 1:7. Um grupo rebelde.
    Vejam que a Palavra Escrita de Deus acusa um grupo de Gálatas de tentar perverter o Evangelho, e isso é importante ressaltar, pois todas as acusações e colocações seguintes do apóstolo Paulo são dirigidas especificamente a esse grupo. E quando ele cita as leis como nocivas, nunca e jamais poderia estar se referindo às leis do Decálogo, pois, com respeito a essas, ele ressaltou-as como imprescindíveis no Evangelho e ainda revelou-se escravo delas:
    “Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. De maneira que eu, de mim mesmo, com a mente, sou escravo da lei de Deus, mas, segundo a carne, da lei do pecado”. Romanos, 7:25.

    “Porque, no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus”. Romanos, 7:22.

    “Para Deus não há diferença de pessoas. Assim, pois, todos os que sem a lei pecaram, também sem lei perecerão; e todos os que com a lei pecaram, mediante a lei serão julgados, porque os simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas todos os que praticam a lei hão de ser justificados”. Romanos, 2:12. Aqui, Paulo, novamente, ressalta o valor dos Mandamentos, e lembrando que são Dez!


    “... se tornou manifesto e foi dado a conhecer por meio das Escrituras proféticas, segundo o mandamento do Deus eterno, para a obediência por fé, entre todas as nações”. Paulo, em Romanos, 16:25
    Paulo, o santo em vida, revela que não haveria pecado sem que houvesse antes a Lei instituída,. Continue

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  6. A maioria dos pastores evangélicos interpreta errado a Carta aos Gálatas.
    Parte 2 de 7
    Para quem se aplica a estudar a Carta aos Gálatas, dividida pelo homem em seis capítulos - vai notar que Está Escrito bem claramente que havia um grupo de Gálatas (há alguns que vos inquietam... Gálatas 1:7) cujos membros não se conformavam que as leis antigas, as de seus pais, das suas tradições, muitas vezes seculares, a partir de Jesus deixaram de existir na implantação da Nova Mensagem de Deus à Humanidade. Curiosamente isso se caracterizou em mais um milagre grandioso de Jesus não notado: Fez os judeus, em boa parte deles, abandonarem as ordenanças antigas, suas tradições antigas, suas leis antigas, enraigadas em suas almas, mesmo que algumas delas se caracterizassem como cargas pesadas - segundo o próprio Jesus declarou, abaixo colocado - a favor da Nova Religião, da Religião da Graça, e da Liberdade, pois realmente foi difícil, mas Está Escrito que as tais leis e ordenanças retrógradas, que escravizavam, que amaldiçoavam e que podiam matar dentro da lei, só vigoraram até João (Batista) Lucas 16:16. Portanto, principalmente em Gálatas e em Efésios.
    “Eu quereria que fossem cortados aqueles que vos andam inquietando”. Gálatas 5:12. O Paulo, se referindo ao rebelde grupo de gálatas.
    “Pois atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem aos ombros dos homens; eles, porém, nem com seu dedo querem movê-los...”. Jesus, em Mateus 23:4, se opondo contra os fariseus e suas leis retrógradas, as mesmas condenadas pelo apóstolo Paulo, pois quanto às leis do Decálogo, veremos agora como o apóstolo Paulo se referia a elas:
    A hora da Verdade do apóstolo Paulo: Principalmente na Carta aos Gálatas, ele abominava as leis que só vigoraram até João, mas quanto às leis do Decálogo, se confessa escravo delas:

    “Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. De maneira que eu, de mim mesmo, com a mente, sou escravo da lei de Deus, mas, segundo a carne, da lei do pecado”. Romanos, 7:25.

    “Porque, no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus”. Romanos, 7:22.

    “Para Deus não há diferença de pessoas. Assim, pois, todos os que sem a lei pecaram, também sem lei perecerão; e todos os que com a lei pecaram, mediante a lei serão julgados, porque os simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas todos os que praticam a lei hão de ser justificados”. Romanos, 2:12. Aqui, Paulo, novamente, ressalta o valor dos Mandamentos, e lembrando que são Dez!

    “... se tornou manifesto e foi dado a conhecer por meio das Escrituras proféticas, segundo o mandamento do Deus eterno, para a obediência por fé, entre todas as nações”. Paulo, em Romanos, 16:25.

    Paulo, o santo em vida, revela que não haveria pecado sem que houvesse antes a Lei instituída, promulgada e propagada e ainda cita uma das leis do Decálogo provando que se referia, de fato, às Dez Leis:

    “Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça se a lei não dissera: Não cobiçarás”. Romanos, 7:7.

    “Por conseguinte, a lei é santa; e o mandamento é santo, justo e bom”. Romanos, 7:12.

    Então, o Evangelho nos prova que Paulo jamais abominou uma só das 10 leis do Decálogo, ao contrário, imitando Jesus no Sermão do Monte, legitimou-as como os fundamentos do Evangelho de Cristo.
    Não nos esqueçamos de que Está Escrito que Jesus nomeou, com plena autoridade divina, como filhos do diabo os fariseus que constantemente o acusavam em público de desrespeitar as leis. Então, quando nos atermos, no Evangelho, a qualquer acusação dos fariseus contra Jesus, supostamente por ele ter violado uma só da leis de Deus, principalmente o Quarto Mandamento, Continue

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  7. Como os fariseus modernos utilizam errônea e frequentemente a Carta aos Gálatas para tentar reforçar sua tese altamente equivocada pela qual Jesus teria abolido as leis, tudo por conta da lei do sábado que pretendem ver extirpadas no Evangelho, criei esse arquivo que demente todas as pretensões de todos eles, famosos ou não.

    A maioria dos pastores evangélicos interpreta errado a Carta aos Gálatas.
    Parte 1 de 7

    Fiz-me acaso vosso inimigo, dizendo a verdade? Gálatas 4:16.
    Cansado, triste, chateado e desconsolado por causa do despreparo, da ignorância espiritual, ou até do farisaísmo da maioria dos pastores evangélicos, até dos mais famosos por todo o mundo, resolvi apontar seus crassos erros bíblicos, tais como “Jesus nos resgatou das maldições das leis”, onde por esse e por outros preceitos isolados ou não, por ignorância ou por pura conveniência doutrinária, atribuem as leis malditas citadas pelo apóstolo Paulo às leis do Decálogo do Senhor Deus, como se tal coisa fosse minimamente possível.
    Para quem se aplica a estudar a Carta aos Gálatas, dividida pelo homem em seis capítulos, vai notar que Está Escrito bem claramente que havia um grupo de Gálatas (há alguns que vos inquietam... Gálatas 1:7) cujos membros não se conformavam que as leis antigas, as de seus pais, das suas tradições, muitas vezes seculares, a partir de Jesus deixaram de existir na implantação da Nova Mensagem de Deus à Humanidade. Curiosamente, mesmo que não notado, isso caracterizou-se em mais um milagre grandioso de Jesus: Fez os judeus, em boa parte deles, abandonarem as ordenanças antigas, suas tradições antigas, suas leis antigas, enraigadas em suas almas, mesmo que algumas delas se caracterizassem como cargas pesadas - segundo o próprio Jesus, abaixo colocado - a favor da Religião da Graça, pois realmente foi difícil. Mas Está Escrito que tais leis, retrógradas, que escravizavam, que amaldiçoavam e que podiam matar dentro da lei, só vigoraram até João (Batista) Lucas 16:16.
    “Pois atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem aos ombros dos homens; eles, porém, nem com seu dedo querem movê-los...”. Jesus, em Mateus 23:4, se opondo contra os fariseus e suas leis retrógradas, as mesmas condenadas pelo apóstolo Paulo.
    A Verdade, como provaremos abaixo, é que as leis do Decálogo formaram os fundamentos do Evangelho, como também foram promulgadas por Deus para a humanidade, pois Está Escrito que o Senhor não faz distinção entre pessoas ou raças. Mesmo que resumidas, as 10 leis regulam perfeitamente todas as relações entre os homens e Deus e entre eles próprios, pois se todos obedecessem a essas leis de Deus o mundo seria um paraíso na Terra. Não haveria roubos, assassinatos e outros crimes; não necessitaríamos de muros, de fechaduras, de polícia, de exércitos, de armas, etc. etc. Por isso, mostraremos, sob as Escrituras, que quando o apóstolo Paulo repudiava as leis, essas nada tinham a ver com as leis do Decálogo. Para os que teimam em não aceitar isso, para esses provaremos, aqui a agora, que as Leis do Monte Sinai são perpétuas e absolutamente “imexíveis”.
    Vamos, então, colocar aqui os preceitos da Carta aos Gálatas mais usados pela maioria dos pastores citados na tentativa de burlar as leis de Deus, por pura conveniência doutrinária ou pelo menos na tentativa inútil de anular uma só delas, pois essa se consolida como uma pedra bem pontiaguda no sapato deles todos. Vejamos a VERDADE DE DEUS, impossível de refutar dentro da honestidade. Vem bem ao caso uma declaração de Paulo a um grupo de gálatas que tentava que certas leis antigas e retrógradas que escravizavam continuassem a validade também no Evangelho:
    Fiz-me acaso vosso inimigo, dizendo a verdade? Gálatas 4:16. Continue

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