quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Qual a importância do sábado?


"Pelo que percebo, o sábado é o único mandamento moral no qual cabe-se interpretação e considerações quanto sua maneira correta de cumpri-lo? nenhum dos outros cabe-se interpretação, são totalmente definidos. ou seja, ou você mata ou você não mata, ou você rouba ou você não rouba, ou você mente ou você não mente..."


O sábado, também possui este caráter, no sentido de que:

Ou você guarda, ou você não guarda. Mas realmente, o sábado possui muitas considerações, mas não é tão difícil de entende-las quanto o amigo imagina.

Em verdade, um cristão, dedicado exclusivamene à pregação do evangelho e em conformidade com aquilo que a Bíblia espera de nós, faz no sábado as mesmas coisas que está acostumado a fazer na semana.

Entendeu a moral da história!?

Todo cristão verdadeiramente e integralmente comprometido com a causa de Deus e da pregação do evangelho, em fazer o bem, e antes procurar fazer a vontade de Deus aqui na terra, ao invés de sua própria vontade, faz naturalmente em todos os dias da semana aquilo que faria no sábado.

Por isto o sábado é tão importante, porque aquilo que não conseguimos fazer integralmente em nossas vidas em todos os dias da semana, podemos fazer, pelo menos no sábado.

Nos demais dias da semana temos que nos dedicar com outros aspectos da vida humana, que não a espiritual, como a escola e o trabalho.

Deus entende isto! Só não entende o porque de seus filhos se negarem a prestar pelo menos um dia, o seu sábado, à ele exclusivamente!

Passamos a maior parte do tempo servindo à nosso patrão do que a Deus. Nosso compreensivo Deus tão somente nos exigiu o sábado, o SEU sábado, dia em que parou para olhar tudo aquilo que criou para o ser humano.

Mas se justamente aquelas coisas que ELE criou para nós, nos servissem de separação entre nós e nosso Deus, creio que ELE não teria criado.

Mas pelo contrário, todas as obras da criação nos mostram o quanto Deus nos amou e se preocupou em cada detalhe.

Mas o pecado trouxe muitas coisas que de uma forma ou outra contribuem para nos afastar de Deus.

Mas o sábado é um dia para voltarmos nossos olhos e nossa atenção de volta para Deus. Algo que como cristãos precisamos, tanto quanto qualquer outra necessidade humana.

Poucos teriam corajem de abandonar um trabalho exigido pelo seu patrão, para fazer uma obra exigida por Deus, por temerem serem despedidos. Mas muitos deixam de fazer a vontade de Deus, para atender um chamado urgente de nosso patrão.

Em que lugar estamos colocando Deus? E em que lugar estamos colocando nossos empregos e as coisas do mundo?

Amar a Deus sobre todas as coisas, este é o maior dos mandamentos.

Ao agir com fidelidade para com as coisas de Deus e isto inclui o SEU sábado, estamos dando o exemplo, do lugar que Deus ocupa em nossa vidas, para todas as pessoas que vêem nosso testemunho.

O sábado nos coloca uma prova, de o quão importante é Deus em nossas vidas! Teríamos coragem de deixar nosso afazeres e correr para o braço do Pai, assim que eles nos chama!?

Pois temos um chamado, e um encontro já firmado, todas as semanas, no sétimo dia! Onde nos encontramos com Deus, para adorá-lo e agradecer a divina providência em toda a semana, porque é ELE quem nos sustenta.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Resposta ao Cristão Livre - Acerca da proibição de casamento e do consumo de alimentos que fazem mal à saúde


National Geographic confirma a eficácia, na prática,
das orientações de saúde de Ellen G. White.

Amigo Cristão Livre, o amigo escreveu, escreveu, mas não disse nada! Como de costume, apenas exercitou a triste arte da falácia.

Ao invés de me embrenhar em suas falácia, colocarei a verdade nua e crua.

a) No fim dos tempos, no tempo de angústia, onde os cristãos serão perseguidos, para serem mortos, torturados, onde haverá escassez de alimentos, atendimento médico e um ambiente saudável que permita ao casal progredir bem em seu relacionamento, onde, onde não se encontrará fraudas nas esquinas das matas e florestas, onde não poderão contar com pediatras, nem terão empregos para sustentar a família. Onde sequer teriam tempo a se dedicar à uma relação sexual saudável e onde não haverá planos para o futuro e onde não poderão ter uma casa própria para receber os sogros e as sogras, junto com o restante da família.

Neste tempo, os cristãos não deverão se dar ao casamento.

Também será um tempo em que cristo está vindo a nos buscar e nos levar para o céu, onde seremos todos uma grande família universal.

Isto NÃO É uma proibição, mas um conselho, que pode ser embasado em (Mateus 24:19).

Falaciosamente o amigo procurou juntar as duas coisas! Em uma atitude bastante desonesta!

Porque a PROIBIÇÃO partirá justamente daqueles que haverão de perseguir a Igreja. O casamento será jogado por terra!

O amigo então deveria estudar os escritos mais a fundo para saber o porque!

No tempo do fim, o estado se levantará contra a igreja, que se negará a fazer casamentos que ferem os ensinamentos Bíblicos! Casamento entre homossexuais, julgo desigual (entre os adventistas) e várias outros. Por conta disto, serão proibidos de fazerem casamentos, porque tal coisa será vista como discriminatória. Em resumo ou casam a todos ou não casam ninguém.

O amigo não conhece de fato os Escritos de Ellen White, então deveria evitar se pronunciar com autoridade sobre aquilo que não conhece de fato.

Ainda mais construindo esta falácia de associar um conselho único e estrito ao tempo do fim à questão da profecia sobre a proibição do casamento, por parte dos ímpios, aproximando-se também o tempo do fim.

Quanto à carne e demais alimentos, ao invés de criticar cegamente, deveria procurar um profissional da área a fim de lhe explicar sobre tais alimentos.

Hoje é conhecido cientificamente de que uma dieta puramente vegetariana é me TODOS os aspectos superior à uma alimentação baseada em carne, ovos, queijos (justamente a alimentação comum dos norte americanos).

Ellen White previu os vários tipos de doenças mórbidas que apareceriam naquela localidade o EUA, bem como outras parte do mundo e já adiantou uma dieta saudável para prevenir que os cristãos se encontrassem na situação de muitos Norte Americanos que vemos hoje.

http://novamenteadventistas.blogspot.com.br/2013/10/biblia-facil-daniel-dois-poderes-em.html

Hoje, entidades governamentais americanas, bem com vários cientistas e entidades de estudos e pesquisas, além de mídias seriíssimas como a National Geographic, estão a estudar os adventistas e as chamadas Blue Zones, onde a maioria da população é vegetariana (e onde na maioria delas a maior parte dos habitantes é adventista).

Seu pré-suposto amigo Cristão Livre é totalmente errado!

Não é o fato de Deus ter permitido o consumo de alimentos de origem animal na Bíblia, que este seja o ideal!

O ser humano foi criado para se alimentar com os nutrientes dados à Adão e Eva, e lá eles não sacrificavam cordeirinhos para comer. Daniel, preferiu uma dieta baseada em legumes e agua a se contaminar com a comida Babilônica que continha vinho e carnes imundas.

Jesus nunca fez o milagre da multiplicação da carne de porco, nem do vinho alcoólico, nem de bebidas fortes.

Então, extraindo-se tudo que ele proibiu, permitiu que o homem se alimentasse de outras fontes.

No deserto não é possível plantar muita coisa, então a fonte de alimentação era a carne mesmo, mas hoje Israel milagrosamente se tornou fértil e as áreas férteis cobrem vastas regiões.

O próprio Deus possibilitou que Israel voltasse a ter condições de se dedicarem aos alimentos vegetais.

Então é inconcebível pensar que está tudo bem em uma pessoa comer alimentos ricos em gordura animal, atingir seus mais de 100kg, e ficar sofrendo com hipertensão e outras doenças, sendo que sabem a origem do seu mal, bem como onde está a fonte de saúde e solução para seus problemas de saúde. No trato da própria alimentação.

Deste mode é de muita ignorância, que em nosso século, com tantas pesquisas e resultados acerca dos alimentos, haja pessoas que teimem em dizer de que o tipo de alimento não é importante para o cristão.

Hipocrisia, porque estes mesmos que defendem o uso deste tipo de alimento, não se atrevem a dá-los aos seus filhos pequenos. Ninguém coloca coca-cola na mamadeira de seu filhinho de 4 anos. Ninguém coloca como dieta, hambúrguer, com queijo e ovos na lancheira de seus filhos ao irem para a escolinha.

Parece como se tais coisas só acabassem com a saúde de quem é pequeno e que atingindo certa estatura, não haveria mais problema algum!

Ignorância e teimosia! Pois tais ditos cristãos, bem sabe que o assunto do que se come e do que se bebe é tratando inclusive nas escrituras. Mas ignoram! Dizem que não tem importância! Então se encontram na metade da idade, com doenças terríveis, que quando não tratadas à custas de remédio, levam a pessoa à morte.

Então aparecem senhores de 40 anos de idade com hipertensão e entupimento das veias coronárias devido ao seu consumo de gordura animal, provinda de alimentos que ele julgava não te problema alguma.

Dái vai lá o senhor de 40 anos de idade que vive às custas de remédio se tratar em um hospital adventistas, e se assusta, ao perceber que quem há de lhe operar será um vegetariano adventista de 80 anos de idade que corre 2 km por dia em plena forma.

E ainda me aparecem pessoas como o Cristão Livre querendo nos fazer acreditar ainda que tenham razão!

Murmuram um verso aqui e outro ali da Bíblia, reunindo pedaços daquilo que lhe convém, tentando ensinar-nos de que a Bíblia apóie o consumo de tais alimentos prejudiciais.

Existe uma diferença entre PERMITIR e APOIAR!

A Dieta apoiada pela Bíblia é a vegetariana, mesmo que permita uma dieta baseada também em animais. E adivinha! No céu voltaremos à dieta original e nenhum animal será mais sacrificado para servir de comida.

Vejo então o amigo Cristão Livre, que parece mais amigo da onça, tentar justificar o consumo de alimentos que trazem prejuízos para a saúde. Tudo para defender um estilo de vida.

Ao invés de usar a Bíblia ou os conselhos de Ellen White, para regular sua vida e obter melhor saúde, pretende defender as coisas deste mundo, e que são TOLERADAS neste mundo de pecados, sendo que temos capacidade de nos abstermos delas!

Noé e sua família não tinham muita escolha, bem como o povo do Israel antigo e os que moravam no deserto! Mas aqui no Brasil, com tanta terra fértil, não tem o porque de o homem continuar a se entupir de alimentos que sabe que destruirá este corpo que Deus procura manter com tanto zelo.

E à noite, com a maior desfaçatez, vai pedir a Deus por saúde! Como se Deus precisasse fazer um milagre a cada noite de retirar as impurezas que cada um colocou em seu corpo durante o dia.

E como se sentiria o amigo Cristão Livre, se dissesse: Desta fonte jamais beberei!

E num futuro tivesse uma consulta com um médico perceber que tudo que lhe foi proibido de ingerir, são justamente aqueles alimentos que Ellen White recomendou que não usássemos!

Porque é justamente isto que acontece! Quando a coisa vai mal e se procura o médico, ele automaticamente suspende todos aqueles alimentos que nos fazem mal e reduz outros que desde o princípio deveriam ter sido consumidos com moderação!

Cortar tudo que é mal e fazer uso moderado daquilo que é bom!

Ellen White nos aconselha isto, então pergunto, que maldade há neste conselho!? É para o nosso bem!

Mas alguns, puxando um x-tudo contra o peito dizem! Meu X-tudo não! Tudo menos isto, esta profetiza não vai me tirar meus preciosos salgadinhos!

Quanta maldade, interferir, proibindo justamente as coisas que mais gosto!

Mas quando se trata de um médico! Em uma velhice cheia de tropeços dizem:

Sim senhor!

Ué mas é o mesmo conselho! Porque com o médico é 'Sim Senhor' e com Ellen White é 'Não Senhora'!?

Leis dietéticas para prevenir não pode, mas para remediar pode?

Não é a toa que Ellen White combateu com veemência este hábito de se entupir de coisas erradas contando então que haverá remédios para salvá-los das coisas prejudiciais que colocaram em seu corpo.

Deste modo amigo Cristão Livre, o amigo não tem o mínimo de razão e isto tudo só nos mostra a autenticidade do dom profético de Ellen White, que antes de haverem nutricionistas e médicos nesta área, já havia definido exatamente os alimentos que fazem mal a saúde, e que seriam a causa de grandes problemas de saúde e que hoje são comprovados através da ciência moderna.

Deste modo, mais um ponto para Ellen White, a profetiza, científica e nutricionalmente correta!

Sei que falar bem de Ellen White indigna o amigo e causa reações adversas, mas coma deste legume (seus escritos) e perceberá que lhe fará muito bem, deixe de fora as carnes, os queijos e outros (provindos de apologetas arco de barril) que lhe tem entupido o entendimento e lhe cegado a visão.


terça-feira, 22 de outubro de 2013

Existem bases bíblicas para se confirmar o domingo?

Uma resposta dada ao digníssimo irmão,
Rev. Francisco Belvedere

"Rev. Francisco Belvedere 20 de outubro de 2013 14:33

Sr, Adventista, eu sou o autor do Artigo. Minha origem religiosa está na IASD, conheço bem o que vcs pensam. Veja, não se trata de transferecia do sábado. O Sábado era da lei e esta durou até Cristo. O Dia do Senhor, é o dia que a Igreja sempre observou como seu dia de culto. Alguns chamavam o culto dominical de festival da ressurreição."


http://mcapologetico.blogspot.com/2013/10/o-dia-do-senhor-e-outras-verdades-uma.html?showComment=1382286807650#c7229003821150010819


Compreendo as suas palavras irmão e amigo Rev. Francisco Belvedere e não revogo as suas razões. Entretanto, academicamente, trabalho com aquilo que esteja relacionado à fatos.

Veja se o amigo concorda comigo, de que há uma extrema escassez de fatos que possam comprovar a autenticidade do domingo como um dia de guarda da Igreja Primitiva, bem como, de que as citações do livro de Atos, referente à guarda do sábado, nos dão, mais indício de que continuaram a guardar o sábado, do que de fato tenham passado a guardar o primeiro dia da semana.

O amigo há de concordar comigo de que aqueles versos apresentados, e que citam o primeiro dia da semana, não nos dão a luz necessária para se afirmar categoricamente de que o domingo, ali, tenha assumido o mesmo caráter e importância do sábado.

E utilizando o que o amigo disse:

"O Dia do Senhor, é o dia que a Igreja sempre observou como seu dia de culto. Alguns chamavam o culto dominical de festival da ressurreição."

Veja que do mesmo modo como o amigo crê de que o domingo passou a ser utilizado como dia de culto, não podemos revogar de que cristãos prefiram render homenagens à Cristo no sábado.

Veja que se não é uma questão de Lei, divinamente instituída, não há regra que se diga que só se possa guardar o domingo, entende?

Neste sentido, a guarda do sábado seria tão legítima quanto a guarda do amigo.

Entretanto, tenho que dizer ao amigo, de que o sábado durou até Cristo, mas não somente até Cristo e permita-me explicar o porquê. De fato, Cristo veio para revogar uma forma de sábado que era praticado na época (de forma legalista) e que dificultava a prática de boas ações justamente no sábado. Cristo então instituiu um sábado, como dia de fazer o bem e veja que seria muito irrazoável imaginar que Cristo se dedicasse, como tanto afinco, a demonstrar um novo valor do dia de sábado (valor este que o amigo, como outros cristãos, tem utilizado no domingo) e em seguida revogá-lo.

Nisto, notamos um fato importante, de que Cristo, não instituiu estes novos valores diretamente no domingo, mas sim no sábado. E a justificativa para tal autoridade encontramos no verso bíblico que diz de que Cristo é Senhor até do Sábado.

Desta forma, inegavelmente, o domingo, teria obrigatoriamente que ser uma herança do sábado, onde os valores de Cristo forma originalmente agregados.

Perceba então que não há como se fazer uma dicotomia entre os valores do sábado (praticado por Jesus) e os valores do domingo, pois o domingo se utiliza daqueles mesmos valores que Cristo colocou sobre o sábado.

É claro que fora do contexto de Jesus encarnado, temos o sábado como, o dia de descanso na semana da criação (Gênesis 2, Êxodo 20), o sábado em homenagem a libertação do povo do Egito (Deuteronômio 5), o sábado como um sinal entre Deus e o SEU povo, dentre outros, e que não faz parte do domingo. Mas deixemos isto de lado e atentemos à um fato:

Os valores, ensinados por Jesus, foram agregados, originalmente, diretamente no sábado e não no domingo. De modo que para se ver então estes mesmos valores no domingo, é necessário que se faça uma transferência de valores (nesta transferência o sábado praticado por Jesus poderia continuar a existir ou deixar de existir).

Mas as perguntas que devemos então fazer são estas: Esta transferência ocorreu de fato? Esta transferência foi autorizada por Jesus? A Bíblia dá alguma autorização para que se faça esta transferência?

Veja, que em toda a Bíblia, não há uma única autorização sequer para se fazer esta transferência e nem concede luz de como e quando ocorreu esta transferência, tudo que teríamos seriam 3 ou 4 exemplos que em nada clareiam doutrinariamente nestas questões.

Então, suponhamos que, de fato, o sábado tenha durado até Cristo. Percebemos que nos textos que citam o primeiro dia da semana não demonstram um domingo com o mesmo caráter de um sábado. Também não há lei que defina o domingo como um dia de guarda, nem há detalhes de como deva ser guardado este dia.

Fosse este o caso, então, infelizmente ter-se-ia que lembrar, ao amigo, de que o domingo não seria algo mais do que uma convenção entre os cristãos da época apostólica. Sem os ensinamentos de Cristo agregados ao sábado (conforme lemos nos evangelhos) e sem o caráter do sábado que procede desde o gênesis até o ministério de Jesus encarnado, o domingo não teria um caráter de homenagem maior do que aquele que o próprio Jesus instituiu e que trata da Santa Ceia, (1 Coríntios 11:24).

Mas isto só ocorreria SE e somente SE, Cristo houvesse exigido tal homenagem no domingo, do mesmo modo que exigiu que se fizesse com a Santa Ceia (“fazei isto em memória de mim”).

* (Não entrarei no argumento de que Cristo teve oportunidade mas não falou acerca do domingo.)

Deste modo não vemos a autoridade de Cristo se manifestando acerca do domingo como um dia de guarda.

Teria tal importante acontecimento sido suprimido das escrituras? Devemos acreditar que não, afinal de contas a Bíblia é devidamente inspirada e DOUTRINARIAMENTE PERFEITA (*a caixa alta foi utilizada apenas para dar ênfase).

Deste modo, a existência de um domingo legítimo, comprometeria em muito a confiabilidade da própria Bíblia, porque teríamos uma lacuna acerca do domingo que não pode ser preenchida pelas Escrituras e que necessitaria ser passada de geração para geração através da tradição. Tudo que teríamos, provindo de base Bíblica, seriam as citações de 3 versos e mais um outro que o amigo se referiu, em que nada explicam o caráter do domingo e nem nos esclarece de quando foi dada a autorização para a guarda deste dia. Esta ausência de explicações, nos levam a crer, então, de que se trate de um dia em que os cristãos, decidiram guardar por conta própria.

Destaco esta última frase “um dia em que os cristãos, decidiram guardar por conta própria” pois é justamente a alegação utilizada pelo meio cristão atual (alheio ao catolicismo), como principal justificativa de se guardar, hoje, o domingo.

Espero então que com esta explicação, o amigo entenda o porquê de a Igreja Adventista do Sétimo Dia não aceitar a autoridade do domingo como sendo divina, porque NÃO foi divinamente instituída, ou, no mínimo, a Bíblia não declara de que tenha sido.

(Sr. Adventista)

Bíblia Fácil Daniel – Dois poderes em conflito

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Mensagem - E se Jesus fosse um barbeiro ou um médio?


Se Jesus fosse um médico, teria saído às ruas aos sábados, para atender os necessitados e se fosse um barbeiro teria saído a cuidar da boa aparência física e espiritual de seus semelhantes.

Fato é que Jesus sempre foi Deus e exerceu no sábado a SUA profissão, fazendo milagres e resgatando vidas. Também era profeta, um profeta que cuidou também da saúde de seus discípulos, bem como de todos aqueles que O procuravam.

De tudo, Jesus demonstrou de que devemos utilizar aqueles dons com que nascemos e principalmente aqueles que Deus nos concede através do Espírito Santo, para levar a diante a obra da redenção. Uma obra que é completa e que envolve mente, caráter, corpo e espírito. Jesus nunca "fatiou" nem dividiu o homem em sua integridade, mas sempre atuou preocupando-se e cuidando do ser humano de uma maneira integral, desde as enfermidades do corpo até as enfermidades espirituais.

Jesus foi um restauracionista, não apenas das verdades Bíblicas, mas também das faculdades indivisíveis do ser humano. Jesus é Deus e se preocupa com tudo aquilo que ELE criou, porque Deus ama a SUA criação.

Se Deus se preocupa até mesmo com o mínimo pensamento, bom ou mal, como não haverá de se preocupar com as coisas importantes, tal qual a saúde de seus filhos amados? Que Pai não se entristece ao ver um filho doente, carente, ou dependente de algum mal ou vício que lhe faz sofrer?

Pois foram destes males que Cristo veio nos libertar, em uma obra que começou interiormente e que terminará no exterior, quando então nos veremos completamente transformados.

A obra que ELE começou, ELE mesmo haverá de terminar. Veio para trazer vida e vida em abundância, juntamente com saúde e paz à todos os povos que ouvirem a SUA mensagem, que é de paz, alegria e esperaça.

Este é o nosso Senhor Jesus, médico dos médicos, psicólogo dos psicólogos, aquele que nutre e que dá vigor, o Senhor da Saúde e o senhor da vida plena, o grande inimigo das enfermidades.

Cuidemos de nós, assim como Deus nos cuida.

(Sr. Adventista)

sábado, 19 de outubro de 2013

Críticos anti-adventistas e a fabricação de argumentos

Adventista, daqui você não passa!

Não bastando a tentativa desesperada de refutar a legitimidade da Igreja Adventista do Sétimo Dia, através da opinião de antigos membros, hoje, tais críticos anti-adventistas tem procurado forçar a barra e produzir argumentos através da opinião de adventistas dos tempos modernos.

É a tática do:

Aperte que talvez acabem soltando algo que sirva à nossos propósitos!

É conhecido no meio estudioso acadêmico de que firmar-se em opiniões isoladas, para se definir o caráter de uma religião, enquadra-se no conhecido ato de desonestidade intelectual.

E não é à toa que isto ocorra, já que, não conseguindo reunir em fontes primárias algo que sirva ao contento de tais críticos, estes tais, por um bom tempo, tem saído à caça de adventistas insatisfeitos com a própria religião ou de ex-adventistas inconformados que tenham abandonado a igreja.

E tendo não conseguido, também, um resultado esperado, neste aspecto, a tática atual tem sido outra, a de monitorar comentários em blogs e outros sites, a fim de utilizar os argumentos para uma nova leva de ataques contra a Igreja Adventista do Sétimo Dia, e nisto vale tudo que puder ser aproveitável, até mesmo a opinião de outros críticos, também anti-adventistas:

http://www.cacp.org.br/o-adventismo-atual-cre-mesmo-na-ortodoxa-trinitariana/

Para se tentar refutar a legitimidade da Igreja Adventista do Sétimo Dai, tem valido tudo, até mesmo usar quaisquer opiniões de terceiros como fonte de supostas verdades. Assim, como aves de rapina, críticos mal intencionados têm sobrevoado agora, os arredores de onde se ache uma boa discussão sobre o adventismo e onde se ache qualquer coisa que sirva de intriga ou que contribua para um sensacionalismo em torno de uma instituição tida hoje como um das mais sérias em todo o mundo.

É a nova campanha do:

"Eles não são um de nós, ajude-nos a desmascará-los"!

E assim, levantam a bandeira desta campanha que tem como único intuito,  levar cristãos sinceros a verem a Igreja Adventistas do Sétimo Dia como outra coisa que não uma legítima igreja cristã moderna e atuante.

Percebe-se então que a intolerância religiosa têm se levantado dentro do próprio cristianismo, onde agora, indivíduos de forma isolada e deliberada, tem partido para ataques de várias formas alheia às acadêmicas, com o claro intuito de combater uma ou outra religião que tais grupos considerem não serem bem vindas.

O adventismo e a ortodoxia

Ortodoxia como pilar do cristianismo

Os Adventistas do Sétimo Dia provém de um movimento denominado 'Adventista' que surgiu após o desapontamento de 1844, em uma época onde ocorria um movimento maior chamado de 'Reavivamento'.

Fato é que certo grupo de cristãos, provindos das mais diversas religiões, incluindo as católicas e protestantes, reuniram-se nesta época a fim de criar uma nova ingreja fundamentada inteiramente na Bíblia.

Embora o Movimento Adventista, surgido em meados de 1844 tenha sido um movimento plurireligioso, a Igreja Adventista do Sétimo Dia, desde sua fundação (em 21 de Maio de 1863), possui um corpo de doutrinas muito bem definidas e que se conservam até os dias de hoje.

De lá para cá, a Igreja Adventista do Sétimo Dia, possui um conjunto de doutrinas ortodoxa, mas também, pelo menos duas doutrinas heterodoxas.

Um erro grave dos críticos:

Um erro grave da alguns críticos mal estudados e mal informados sobre o assunto, é o de acreditar de que para uma denominação se considerada ortodoxa, precise fazer uma espécie de confissão de fé nas doutrinas ortodoxas já estabelecidas. O que é um erro, pois a ortodoxia proveio de um alinhamento doutrinário e não de uma herança entre denominações!

Ocorre que dentro do protestantismo, constatou-se certo alinhamento de doutrinas, estas doutrinas então foram aclamadas como 'Doutrinas ortodoxas', pelo único e simples fato de várias religiões terem chegado em denominadores comuns em suas doutrinas, considerando-as então como indicativos da chamada 'fé correta'.


Em relação aos adventistas:

Com a Igreja Adventista do Sétimo Dia não foi nada diferente do que aconteceu às denominações protestantes. Tendo seu conjunto de doutrinas formadas, a maior parte delas se alinharam às crenças ortodoxas comum da cristandade. Por outro lado, algumas doutrinas heterodoxas foram percebidas, algo comum que ocorre em muitas denominações.

Como ocorre este alinhamento?

Sendo que a Bíblia deve ser a regra de fé de todas as denominações distas cristãs, é mais do que natural de que apresentem as mesmas doutrinas, mesmo que com algumas particularidades. A Igreja Adventista em Especial, não apenas utilizou a Bíblia como regra de fé, como também a Bíblia como ÚNICA regra de fé e também de prática. Além disto a Igreja Adventista do Sétimo Dia utiliza TODA a Bíblia como fonte de suas doutrinas, o que explica a existência de doutrinas heterodoxas, uma vez que poucas denominações se aventuram em firmar-se, doutrinariamente, em toda a Bíblia desde o Gênesis até o Apocalipse.


Conclusão:

Muitos críticos tem errado feio, por utilizarem o pressuposto de que novas denominações surgidas em meio ao protestantismo, devam fazer confissão de fé nas doutrinas ortodoxas já "estabelecidas". Quando na verdade a única exigência para que as doutrinas sejam consideradas ortodoxas é de que suas crenças doutrinárias se alinhem com as crenças comuns cristãs, ditas como fundamentais.

Utilizar, mesmo que seja a ortodoxia como regra de fé ou fonte de doutrinas, equivale a firmar-se em algo que proveio de tradição, contrariando o ensinamento Bíblico de que unicamente a Bíblia deve ser nossa regra de fé e fonte de nossas doutrinas.

Não seria algo diferente do exigido pelo Judaísmo aos novos cristãos conversos da época apostólica.

Deste modo a Igreja Adventista do Sétimo Dia é uma genuína religião cristã que contém um corpo de doutrinas que contém tanto doutrinas ortodoxas quanto doutrinas heterodoxas, que podem ser lidas aqui:

http://novamenteadventistas.blogspot.com.br/2012/12/igreja-adventista-do-setimo-dia-crencas.html


Apêndice - O que leva alguns críticos a acreditarem que algumas crenças ortodoxas adventistas não sejam de fato ortodoxas?

O motivo é bem simples: Porque afogados em orgulho quanto à ortodoxia, pretendem impor uma nova regra, não Bíblica, de que novas denominações que surgirem em meio protestante devam professar fé diretamente na ortodoxia. Alegando que uma doutrina extraída diretamente da Bíblia, não deva mais ser considerada ortodoxa, mesmo que esteja alinhada com as crenças ortodoxas da cristandade atual.

Isto representa uma exigência não Bíblica e inaceitável, pois priva novas denominações que surgirem de estabelecerem seu próprio corpo doutrinário, utilizando como fonte, unicamente a Bíblia, tão somente a Bíblia e toda a Bíblia.

 Os ortodoxos, por mais bem intencionados que sejam, por algumas atitudes radicais, tem sido vistos, por alguns, como arcaicos e também como obstáculos à revelação progressiva das verdades Bíblicas. A ortodoxia deve ser sim valorizada e respeitada, mas jamais deve substituir o espírito da busca da verdade e da própria revelação das verdades bíblica que são superiores inclusive à ortodoxia.

Deste modo, atém mesmo a ortodoxia deve ser testada pelos padrões Bíblicos e jamais poderá ser colocada em patamar superior ou de igualdade à esta autoridade máxima (a Bíblia), e não deve, portanto, ser adotada como regra de fé.


Dicionário:

Ortodoxa - A palavra "Ortodoxa" é derivada de duas pequenas palavras gregas: "orthos" que significa correta e "doxa" significando fé ou glorificação.

http://www.ecclesia.com.br/biblioteca/igreja_ortodoxa/a_igreja_greco-ortodoxa.html