Mostrando postagens com marcador sábado. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sábado. Mostrar todas as postagens

domingo, 1 de abril de 2018

Natanael Rinaldi o Pai do MCAICP - Sábado


Introdução

A origem do grupo anti-adventismo no Brasil, tem nome próprio, Natanael Rinaldi, irmão falecido e que deixou como legado um grupo de seguidores apaixonados por sua forma de pregação contra grupos a que consideram como sectários. Dentre tais seguidores encontram-se "ministérios" como ICP, CACP e apoiadores como MCA e nitroglicerinapura. Tenho trabalhado na internet desde os tempo em que esta modalidade de "apologética" dita de combate a "seitas" começou a se popularizar aqui no Brasil, de fato, estes quatro ministérios são os que restaram de um grupo maior.



Por que considerar a Igreja Adventista como um seita?

Ao analisar os argumentos do dito pregador Natanael Rinaldi, percebemos que a base de suas declarações se dá com base principalmente na contraposição de ideias dispensacionalistas à visão historicista da Igreja Adventista do Sétimo Dia.

Como exemplo disto podemos tomar a questão da guarda do sábado, considerado como tendo perdido a validade pela escola de interpretação de Natanael Rinaldi, mas visto porém como perfeitamente válido, assim como os demais 9 mandamentos da lei de Deus, pelos Adventistas do Sétimo Dia.

A guarda do sábado

A permanência no sábado

A interpretação dispensacionalista ensina que a lei de Deus teria sido abolida e com ela o sábado guardado ainda hoje pelos Adventistas do Sétimo Dia, além de outras igrejas. Quanto às alegações no vídeo em questão, analisemos alguns pontos da afirmação deste irmão:

"Sábados, luas novas e festas anuais" (Natanael Rinaldi)

O texto base usado se refere a Colosenses 2:16 que diz:

"Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados" Colossenses 2:16 

Intencional ou não, notamos por parte deste irmão uma troca na sequência dos itens ditos, onde no texto bíblico os "sábados" são colocados na posição anual:

Dias = festas
Meses = luas novas
Anos = sábados

Tanto a teologia reformada quanto a adventista admitem que estes sábados se referiam aos anuais, demonstrando que o foco do verso não seria realmente o sábado do sétimo dia.

Outro detalhe que notamos é a supressão de dois itens incluídos na lista e que são "comida" e "bebida".

A interpretação feita em cima deste verso denota que a base utilizada para esta visão seria puramente de base nas teorias dispensacionalistas e NÃO, no texto bíblico, origem desta expressão emprestada de Paulo:

"E estarão a cargo do príncipe os holocaustos, e as ofertas de alimentos, e as libações, nas festas, e nas luas novas, e nos sábados, em todas as solenidades da casa de Israel. Ele preparará a oferta pelo pecado, e a oferta de alimentos, e o holocausto, e os sacrifícios pacíficos, para fazer expiação pela casa de Israel." Ezequiel 45:17

Crê-se que o sábado semanal também está incluído nestes eventos ENTRETANTO, o aspecto tratado ali pelo profeta são realmente as preparações cerimoniais, que envolvem ofertas e sacrifícios e que eram feitos inclusive no sétimo dia.

O que desagradava a Deus nas várias queixas a respeito destes itens seriam então a guarda e santificação do sétimo dia? Ou seria a forma vã com que estas coisas ordenadas por Deus eram guardadas?

"Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso é para mim abominação, e as luas novas, e os sábados, e a convocação das assembléias; não posso suportar iniqüidade, nem mesmo a reunião solene. As vossas luas novas, e as vossas solenidades, a minha alma as odeia; já me são pesadas; já estou cansado de as sofrer. Por isso, quando estendeis as vossas mãos, escondo de vós os meus olhos; e ainda que multipliqueis as vossas orações, não as ouvirei, porque as vossas mãos estão cheias de sangue. Lavai-vos, purificai-vos, tirai a maldade de vossos atos de diante dos meus olhos; cessai de fazer mal." Isaías 1:13-16

De forma vã estas coisas eram realizadas porque eram feitas enquanto o povo vivia na iniquidade não fazendo jus às ofertas oferecidas naqueles dias.

Trazendo este conhecimento para o verso de Colossenses 2:16 percebemos que a questão tratada ali seriam realmente o fato de que em vão guardariam os gentios tais comemorações, uma vez que todo este cerimonialismo encontrava então, sua realidade em Cristo.

Notemos que mesmo Deus se desagradando destas cerimônias, por conta da rebeldia do povo, a guarda do sétimo dia, conforme o mandamento, continuava inteiramente válida e o povo continuava sendo cobrado pela transgressão.

Assim, errou o irmão Natanael Rinaldi ao usar conceitos meramente humanos, presentes nas teorias dispensacionalista, ao invés das próprias Escrituras, no Antigo Testamento, tão desprezado neste meio.

Falácias

O fato de os adventistas considerarem a permanência sábado como importando à salvação assim como demais mandamentos, não o torna um meio de salvação, assim como a guarda dos outros 9 mandamentos por todas as igrejas cristãs, incluindo a Adventista, também não fazem da guarda destes mandamentos um meio de salvação. Assim como outras igrejas que crêem que na igreja permanece-se tendo joio e trigo e que nem todos os cristãos haverão de se salvar, determina-se que a permanência nos mandamentos implica em permanência na graça e na salvação recebida por meio de Cristo, segundo o batismo e que a contínua transgressão consciente de qualquer dos 10 mandamentos implicaria em apostasia e por consequência perda desta salvação adquirida. Há grupos cristãos que creem em uma predestinação para salvação ou perdição e também há cristãos que crêem que uma pessoa uma vez tendo aceito a Cristo jamais poderá se perder. Há porém um terceiro grupo na igreja Cristã que continua crendo de que a salvação adquirida pode ser perdida e na condenação em casos de apostasia e a Igreja Adventista do Sétimo Dia compartilha desta crença.

A guarda do sábado também não infere em atitude rebelde contra a graça de Cristo, conforme ensina o "manual" dispensacionalista, pelo contrário, assim como a permanência no não matar, não furtar, não adulterar e não ter outros deuses, a guarda também do 4º mandamento implica em obediência àquele que nos Salvou e que é o mesmo Deus que entregou estas leis e que é Senhor e Criador do sábado (Mateus 12:8, Marcos 2:27). Não há como se negar a biblicidade da guarda deste dia, nem sua presença junto aos demais 9 mandmaentos da lei de Deus. Cremos também que:

"Porque qualquer que guardar toda a lei, e tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos.
Porque aquele que disse: Não cometerás adultério, também disse: Não matarás. Se tu pois não cometeres adultério, mas matares, estás feito transgressor da lei." Tiago 2:10,11

O problema com o sábado

O problema do sábado é justamente porque as igrejas hoje guardam o domingo. Sendo portanto o sábado válido e não o domingo, estariam os irmãos então transgredindo ao 4º mandamento? Naturalmente a resposta é um sim e para as igrejas que não crêem no "uma vez salvo salvo para sempre", conceito também adotado por dispensacionalista, entende-se o risco de se transgredir abertamente tal mandamento assim como seria transgredir qualquer outro dos 10 mandamentos da lei de Deus, conforme a Bíblia nos adverte.

Falsa acusação


A fé reformada tradicionalmente ensina a mudança do dia de guarda, porém não admite a abolição de qualquer dos mandamentos. Diremos então que os que compartilham da fé reformada seriam também sectários por não jogarem fora a lei de Deus? Crêem também que embora o sábado tenha se tornado em um domingo, que este permanece como o 4º mandamento de Deus, não tendo então sido este removido. Ao não remover este mandamento estes irmãos reformados também estariam tentando comprar a salvação ao observar o domingo?

A resposta à estas perguntas é naturalmente um não! A guarda de qualquer dos mandamentos não implica em rejeição da graça, conforme ensinado pelo dispensacionalismo:

"Anulamos, pois, a lei pela fé? De maneira nenhuma, antes estabelecemos a lei." Romanos 3:31

Portanto, na proposta de estar ensinando a Bíblia, nosso irmão Natanael Rinaldi se dispôs tão somente a ensinar sua visão dispensacionalista, que se opõe não apenas à escola de interpretação historicista adventista como também outras escolas como a preterista que continua sendo a escola das igrejas tradicionais, incluindo as de fé reformada.

Detalhe sectário na crença de Natanael Rinaldi

Sabe-se que o dispensacionalismo ensina de que a SALVAÇÃO no Antigo Testamento era pela lei, isto mesmo que você ouviu, esta modalidade interpretativa assume que no antigo testamento o Israelita era salvo pela GUARDA DA LEI e que no Novo Testamento, isto foi substituído pela GRAÇA e que, então, a salvação passou a ser não mas pela lei, assim pela graça. Deste modo, na cabeça de um dispensacionalista, quando uma pessoa está guardando a lei, estaria recorrendo à um antigo método não mais válido de salvação e por consequência, rejeitando a graça.

Salvação por obras, porém, é um ensinamento duplamente herético e sectário. Assim como outras igrejas de opinião tradicional, a Igreja Adventista do Sétimo Dia crê que a salvação tanto no Antigo como no Novo Testamento sempre foi pela graça e que o que mudou foi o método de apropriação, antes feito por meio de sombras do cerimonialismo, por meio da expressão de fé no sacrifício de animais que simbolizavam a Cristo e que hoje tão somente todas estas representações foram substituídas pela realidade que é o próprio Cristo, cordeiro e Sumo-sacerdote, cumprimento de tudo que havia sido previsto na lei, especialmente a que tratava dos ritos do santuário JUSTAMENTE o assunto tratado por Paulo em Colossenses 2:16.
(Sr. Adventista)

terça-feira, 2 de maio de 2017

O sábado desde a criação

Olá irmão Ivan, desde Adão até Moisés nenhum relato canônico foi escrito exceto o de Jó, portanto não há registros bíblicos destas épocas. Moisés, por sua vez, escreveu desde o Gênesis até o seu último livro, somando 5 livros, na mesma oportunidade, em seu tempo. Porém Moisés menciona que Abraão já guardava preceitos estatutos e mandamentos de Deus (Gênesis 26:5). E vemos Deus cobrando estas leis de seus descendentes, filhos de Abraão, após a libertação do cativeiro do Egito (Êxodo 16:28). Notamos que o mandamento com que Deus estava irado de o povo não guardar era justamente o sábado (Êxodo 16:29) e Deus, 40 anos depois da libertação pede para que o povo continue se lembrando de guardar o sábado (Êxodo 20:8). Também regulamenta o dízimo que procede desde Abraão e Jacó, destinando-os agora aos levitas (Gênesis 14:20, Gênesis 28:22, Hebreus 7:9). Antes de trabalhar com a escrita, pedindo pra que um profeta escrevesse, Deus passava as ordens a seus profetas como Elias e Enoque os quais igualmente passavam as instruções de Deus ao povo de forma verbal, por isto não temos registros de todos os ensinos e pregações da maioria dos profetas. No gênesis, antes do pecado, a coisa era ainda mais simples, Deus apenas dava à Eva e Adão e estes aceitavam. Deus preparou a terra, separou as águas, criou as plantas e os animais, mas criou também algo a mais para o homem no sétimo dia ("E disse-lhes: O sábado foi feito por causa do homem..." Marcos 2:27, Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o Senhor, o Criador dos fins da terra, nem se cansa nem se fatiga?..." Isaías 40:28). Para servir-lhes de descanso e dia de comunhão com o criador e os seus irmãos para todo o sempre. É dito que o sábado era um sinal entre Deus e o seu povo, dirigindo-se unicamente ao povo de Israel, porque demais nações haviam rejeitado a Deus, agora, Deus, por meio desta nova nação derramaria seus juízos sobre as demais nações, justamente por atentarem contra os conceitos morais de Deus e que foram detalhados aos israelitas através de Suas leis. Entre o povo recém liberto haviam, além dos hebreus, escravos de outras nações e egípcios que decidiram seguir com o povo de israel para a terra prometida, aceitando o chamado de Deus. Assim Deus fez uma aliança com aquele povo, prometendo proteção enquanto permanecessem fazendo a vontade de Deus. Além de aceitar pessoas de outras nações, Deus continuava mantendo a porta de Israel aberta para que estrangeiros que quisessem aceitar o Deus vivo pudessem abraçar a aliança da salvação, guardando o sábado e a lei de Deus (Isaías 56:1-7). O partir o pão de Atos 20:7 era algo comum e que os cristãos faziam todos os dias da semana (Atos 2:46, Atos 2:42, Atos 27:35-38). Paulo e os demais comeram do pão até o amanhecer (Atos 20:7, 11). Era o cair da tarde, da noite início do domingo, porque os judeus contam o dia de um pôr do sol a outro por do sol. Este verso nos mostra que depois de partir o pão, Paulo viajou imediatamente no domingo de manhã, não passando o dia com os irmãos. Veja, irmão, que vinham de um sábado, onde Paulo não viajou, mas deixou para viajar logo em seguida quando despontava o primeiro dia. 1 Coríntios 16:2, por sua vez, nos dá duas informações importantes: Primeiro de que Paulo não estaria com eles no domingo, porque a coleta deveria ser feita no domingo ANTES de Paulo chegar ("No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar...para que não se façam as coletas quando eu chegar."), o que significa que Paulo chegaria posteriormente ao dia da coleta. Segundo que a separação das doações deveria ser feita por cada um em suas próprias casas ("cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar" 1 Coríntios 16:2) Motivo pelo qual haveria a coleta, de casa em casa, ajuntando aquilo que cada um separou. Acompanhe também: https://www.youtube.com/watch?v=4XGyM9rga94 Jesus, irmão, não realizou a obra da ressurreição no sábado, nem a obra de sacrifício tão importante para nós quanto a ressurreição, mas entre a sexta e o domingo, efetuou a obra da redenção onde, no meio dela, temos o sábado em que Cristo descansou no sono da morte (Mateus 9:24, João 11:11), como o próprio Jesus se referia, de sua obra redentora assim como Deus descansara da sua na obra da criação. Não obstante, Jesus se declarou senhor do sábado ("Pois o Filho do homem é Senhor do sábado". Mateus 12:8) e realizou obras importantes neste dia, como curas e milagres, além de ter deixado o exemplo de uma vida dedicada ao culto a Deus todos os sábados na sinagoga (Lucas 4:16). Costume também compartilhado por seus discípulos (Lucas 23:56). As reuniões que lemos, no domingo da ressurreição de Cristo, não eram para culto, haja vista que os discípulos nem sabiam que Cristo havia ressuscitado ou que haveria de ressuscitar. As mulheres haviam ido para visitar o corpo de Jesus, as mesmas mulheres que não fizeram tal visita no sábado a fim de guardarem o mandamento, preparando as especiarias na sexta e se dirigindo ao túmulo no domingo bem cedinho. E os apóstolos, irmão, não se reuniram com objetivo de santificar o primeiro dia da semana, porque além da ressurreição de Cristo ser uma surpresa (os discípulos acreditavam que Cristo ainda estava morto), o próprio verso nos diz o motivo de estarem reunidos em certa ocasião no domingo: "Chegada, pois, a tarde daquele dia, o primeiro da semana, e cerradas as portas onde os discípulos, COM MEDO DOS JUDEUS, se tinham ajuntado, chegou Jesus, e pôs-se no meio, e disse-lhes: Paz seja convosco." (João 20:19). Cristo havia morrido e os discípulos temiam que os judeus também os entregassem à Roma. O cristianismo se espalhou rapidamente pelo império romano, irmão, e os judeus-cristãos continuaram convivendo na sociedade judaica (Atos 1:14) até o evento da invasão de Jerusalém no ano 70 conforme profetizado por Cristo (Mateus 24:20). De um lado, estes cristãos eram considerados pelos judeus como uma seita dos nazarenos (Atos 24:5, Atos 24:14). Do outro lado, eram considerados como sendo também judeus pelo império romano especialmente devido à guarda do sábado, incluindo, a estes, todos aqueles cristãos que igualmente se reuniam nas sinagogas aos sábado para ouvir da lei de Moisés (Atos 15:21, Atos 13:42, 44) e também os profetas (Atos 13:27). Costume que se perpetuou pela história, enquanto a igreja gradativamente movia-se para um domingo com o fim de serem dissociados dos judeus, enquanto eram perseguidos, acusados de terem parte na rebelião dos judeus contra Roma, motivo que levara à tomada da cidade de Jerusalém. A igreja verdadeira era a dos apóstolos, que continuaram com o costume de trabalhar nos demais dia da semana e reservarem-se no sábado de seus trabalhos (Atos 18:3-4, Atos 16:13). E nossos reformadores continuavam guardando o domingo porque ainda não haviam redescoberto a verdade do sábado, assim como ainda não haviam redescoberto outras verdades como a de que não é correto fazer o batismo infantil, a inexistência de um purgatório e várias outras práticas comuns da Igreja Romana e que foram sendo deixadas de lado em prol de verdades bíblicas, por meio da reforma. Reforma esta que em dado momento parou, motivo pelo qual ocorreu o movimento do Segundo Grande Reavivamento e que envolveu o mundo todo. E não apenas a circuncisão, irmão, os serviços no templo eram feitos em carga aumentada no dia de sábado pelos milhares de levitas que trabalhavam no templo e pelos sacerdotes que preparavam ainda mais sacrifícios, além dos cultos de adoração que também ocorriam no templo. Enfim, tudo aquilo que era de cunho religioso, era lícito de fazer no sábado (Mateus 12:5, João 5:17). Os trabalhos que os sacerdotes e Jesus faziam não tinham nada a ver com interesses egoístas, ou de atendimento de interesses pessoais, como é o emprego diário de cada um. A circuncisão era lícita no sábado tanto quanto o batismo é hoje, porque faz parte da pregação e da salvação de almas para Cristo. Ali fazemos a vontade de Deus (Isaías 58:13-14). Um abraço.

sábado, 26 de novembro de 2016

Sem dia de guarda - A teoria que não corresponde à prática

Os irmãos que congregam em sua igreja se reúnem para adoração em que dia da semana Semeando? O Descanso no Senhor em todos os dias é passivo, e não ativo, irmão Semeando. É um descanso interno na certeza da salvação. Veja, há um dia entre o sábado e o domingo que o irmão usa para culto assim como em todas as igrejas. Há a aceitação de um dia e a rejeição do outro. Será a aceitação ou será a atitude que se leva em conta? São ambos, irmão. Por exemplo, na sua igreja, pode-se reunir no sábado ao invés do domingo? Porque nunca encontrei, irmão, uma igreja que creia de que não há necessidade de guardar um dia, mas que concorde em se reunir no sábado ao invés do domingo! Este é o problema de muitos irmãos nestas igrejas e que decidiram guardar o sábado bíblico, no que, logo, são convidados a se retirarem da igreja e não digo apenas membros, mas também pastores. Então há sim, irmão, aceitação de um dia específico e rejeição de outro, em todas as igrejas, inclusive aquelas que professam não ter um dia específico de guarda. E um dia de guarda, quer no judaísmo ou no cristianismo, sempre foi a base da religião. E digo base não no sentido de fundamento/firmamento (o qual sabemos que é Deus Cristo), mas algo que possibilita o pleno exercício da religião na reunião congregacional, em um sentido de compromisso, de sempre estarem reunidos, pelo menos um dia na semana. Sem este compromisso, irmãos vão cada vez mais deixando de congregar e a igreja se desfaz, por isto, se há igreja de pé, esta tem pelo menos um dia onde os irmãos assumem um compromisso se se reunir sempre que possível. Não há como se manter uma igreja de pé sem que se congregue pelo menos uma vez na semana, todos juntos. O dia de guarda permite este ajuntamento de cristãos. O que se diz na igreja do irmão? - Olha, ontem eu não fui na igreja? ou - Olha, semana passada eu não fui na igreja? Observe o diálogo e entendimento prático dos irmãos nestas igrejas! Embora a teoria diga que não se faça questão de um dia e que não haja uma definição semanal de encontro/dia de guarda, sempre se toma a ida à igreja como semanal! Percebe, irmão, como a prática não corresponde à teoria? E a explicação é simples, porque temos necessidade de nos reunir e nos socializar pelo menos uma vez na semana! É algo íntimo da necessidade humana, ficar semanas inteiras sem se reunir, provoca efeitos devastadores dentro de uma congregação! Esta consciência, aos poucos, está sendo levada às igrejas, tanto as de tradição dominguistas quanto as que professam não ter dia específico de guarda, a aceitarem de que há necessidade de se dar mais importância a um dia especial de reunião e congregação, para o bem da própria congregação, no que, nestas igreja, apenas se oficializará o dia que atualmente "guardam" o domingo. E no final das contas, continuará sendo o domingo da tradição no lugar do sábado bíblico. E isto, irmão, não tem nada a ver com obedecer a lei de Deus ou os mandamentos. Estas atitudes, embora resgatem muito do sentido do sábado, em nada levam em consideração os mandamentos. Mandamento é algo que você aceita ou rejeita. Não é algo que se possa usar de cunho filosófico para quebrantar/mudar o sentido. De modo que quem aceita o descanso no Senhor em todos os dias, que é algo passivo, não está guardando o 4º mandamento, assim como, quem homenageia a ressurreição de Cristo, por meio do domingo, também não está cumprindo o mandamento. Sábado é o sétimo dia, irmão, é o que diz a Bíblia, não é o primeiro, nem todos os dias, porque todos os dias foram feitos na criação, mas apenas o sábado foi abençoado e santificado, separado para o fim que encontramos no mandamento e no exemplo de Deus, quando descansou no Éden. O descanso no Senhor não é algo que fazemos, é algo que a graça opera em nós, promovendo bem estar espiritual, mas isto não substitui o descanso para o corpo, nem o dirigir da atenção de uma tarde a outra tarde ao nosso Criador! Comunhão é algo prático, irmão, é encontro, reunião, é deixar de lado todas as atividades e buscar a Deus e Ele quer que façamos isto juntos, como congregação. Todos reunidos no dia de sábado para o honrar e adorar. De modo algum domingo ou descanso no Senhor em todos os dias revoga esta essência do sábado, que para sempre será preservada na Nova Terra, assim como deveria ter sido no Éden, caso o pecado não tivesse invadido este mundo. Não podemos, irmão, perder este sentido de comunicação direta com Deus, face-a-face, que não é mais possível neste mundo de pecado, mas voltará a ser, no céu e na nova terra. Este é um dos maiores presentes dados à humanidade, um privilégio e que não podemos recusar/desprezar. Um abraço.

domingo, 16 de outubro de 2016

Resposta a Baeta Bomber

Olá, irmão, que disse que não faz uso dos materiais do CACP (https://www.youtube.com/watch?v=d5eH-EZncOo). O primeiro indicativo de que uma igreja não é cristã, nos dias de hoje, é a advocacia da abolição dos mandamentos de Deus.
Seria Paulo um sectário, por crer e guardar tudo que estava contido na Lei e nos Profetas? "Mas confesso-te isto que, conforme aquele caminho que chamam seita, assim sirvo ao Deus de nossos pais, crendo tudo quanto está escrito na lei e nos profetas." Atos 24:14 A Igreja Adventista é chamada de seita, por, assim como Paulo, guardar todos os mandamentos, inclusive o 4º, algo feito também por Jesus. E lhe mostrei que Jesus, de fato guardava o sábado. Não era uma atitude para agradar judeus, como se lê em materiais de baixo calibre como os do CACP. Outro indicativo da uma falsa igreja cristã é a pregação da graça barata, ou seja, o Cristão que aceita a Cristo, além de estar salvo para sempre, não importando o que faça, não precisa ser transformado a cada dia em semelhança a Cristo, ficando cada vez mais em harmonia com os mandamentos de Deus. Que ensinam de que os mandamentos foram jogados no lixo, por ocasião da morte de Cristo na cruz, ao invés de serem escritos no coração e na mente do convertido: 'Porque esta é a aliança que depois daqueles diasFarei com a casa de Israel, diz o Senhor; Porei as minhas leis no seu entendimento, E em seu coração as escreverei; E eu lhes serei por Deus, E eles me serão por povo;" Hebreus 8:10 De modo que a IASD é taxada de seita por advogar a vigência dos princípios de ordem moral da Lei de Deus, bem como dietéticas, higiências, dentre outras. Em desconformidade com a pregação de "libertação da Lei" em seu aspecto moral e não apenas condenatório, ao invés do principal significado da morte de Cristo na cruz, que é a libertação da condenação trazida pelo pecado, da condenação, não do dever de estar em conformidade com os mandamentos de Deus. "De tudo o que se tem ouvido, o fim é: Teme a Deus, e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo o homem. "Eclesiastes 12:13 Dever de todo "homem". Dever, não um meio para ser salvo. Como expliquei ao irmão, só receberam os mandamentos, via oral, como no exemplo de Abraão e seus descendentes (Gênesis 26:5, ). Escritos, na organização daquele povo (Êxodo 16:28) e no coração e na mente dos cristãos (Jeremias 31:33, cumprimento como vimos em Hebreus 8:10 ). A lei de Deus continuava sendo expressa, inclusive aos que não tinham contato com a mensagem, pelos mais variados meios, inclusive por meio da natureza (Romanos 1:20) e da moralidade internamente implatada (Romanos 2:14 ). Então como que a Lei de Deus foi abolida? E citei para o irmão vários versos como Apocalipse 14:12, Apocalipse 12:17, Apocalipse 15:8 mostrando que igreja verdadeira é aquela que guarda os mandamentos de Deus e não aquela que os despreza. Cristo: "Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim abrogar, mas cumprir. Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til jamais passará da lei, sem que tudo seja cumprido. Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus." Mateus 5:17-19 Paulo: "Anulamos, pois, a lei pela fé? De maneira nenhuma, antes estabelecemos a lei." Romanos 3:31 "E assim a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom." Romanos 7:12 Uma seita, também ensina de que a Bíblia de Cristo e Paulo não tem mais validade, segundo o qual Paulo declarou em seu tempo, já depois da morte de Cristo na cruz: "Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam;" João 5:39 A única Bíblia escrita nesta época era o antigo testamento: "Ora, estes foram mais nobres do que os que estavam em Tessalônica, porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim." Atos 17:11 "Porque Moisés, desde os tempos antigos, tem em cada cidade quem o pregue, e cada sábado é lido nas sinagogas." Atos 15:21 "Por não terem conhecido a este, os que habitavam em Jerusalém, e os seus príncipes, condenaram-no, cumprindo assim as vozes dos profetas que se lêem todos os sábados." Atos 13:27 Com presença confirmada de gentios e quase toda uma cidade: "E, saídos os judeus da sinagoga, os gentios rogaram que no sábado seguinte lhes fossem ditas as mesmas coisas. E, despedida a sinagoga, muitos dos judeus e dos prosélitos religiosos seguiram Paulo e Barnabé; os quais, falando-lhes, os exortavam a que permanecessem na graça de Deus. E no sábado seguinte ajuntou-se quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus." (Atos 13:42-44) Esta é a igreja de Cristo. Uma igreja que ensina e pratica o contrário daquilo que Cristo, Paulo e demais Apóstolos ensinaram e praticaram, não pode ser considerada uma igreja verdadeira de Deus. Cuidado, irmão. Com esta teoria de abolição da Lei ensinada pelo CACP, muitos cristãos se encontrarão em posição nada confortável quando tiver que prestar contas a Deus. Quem aceita a Cristo, mas não permanece Nele, não participa do que é dito em Romanos 8:1. Até porque Paulo diz que todos nós, e estava falando aos cristãos, haveremos de prestar contas a Deus: "Mas tu, por que julgas teu irmão? Ou tu, também, por que desprezas teu irmão? Pois todos havemos de comparecer ante o tribunal de Cristo." Romanos 14:10 "Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal." 2 Coríntios 5:10 As más obras, correspondem à transgressão dos mandamentos de Deus, ai, portanto daquele que não permanecer em Cristo, conforme ele nos aconselhou, que permaneçamos nos mandamentos de Deus, vivendo no pecado, porque pecado é a transgressão da Lei então ai daquele que ao invés de cumprir os mandamentos, ensina sua abolição, e leva uma vida matando, adulterando, furtando, mentindo, cobiçando, desonrando pai e mãe, adorando a outros deuses, se prostrando ou prestando culto a imagens de escultura, tomando o nome de Deus em vão, ou homenageando um dia feito pelo homem e dedicado ao homem, ao invés de um dia feito por Deus criadro e dedicado a este mesmo Deus criador, adorando ao senhor deste dia, que é Cristo Jesus (Mateus 12:8) e que criou, incluindo, este sábado (Marcos 2:27, João 1:3, Êxodo 31:15, Gênesis 2:3).

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

A observância do sábado no Novo Testamento

Olá, irmão, este sábado cerimonial eu não conheço, mas a observância do sábado, princípio universal, encontramos em Isaías 56:3-7 que diz: "E não fale o filho do estrangeiro, que se houver unido ao Senhor, dizendo: Certamente o Senhor me separará do seu povo; nem tampouco diga o eunuco: Eis que sou uma árvore seca. Porque assim diz o Senhor a respeito dos eunucos, que guardam os meus sábados, e escolhem aquilo em que eu me agrado, e abraçam a minha aliança: Também lhes darei na minha casa e dentro dos meus muros um lugar e um nome, melhor do que o de filhos e filhas; um nome eterno darei a cada um deles, que nunca se apagará. E aos filhos dos estrangeiros, que se unirem ao Senhor, para o servirem, e para amarem o nome do Senhor, e para serem seus servos, todos os que guardarem o sábado, não o profanando, e os que abraçarem a minha aliança, Também os levarei ao meu santo monte, e os alegrarei na minha casa de oração; os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão aceitos no meu altar; porque a minha casa será chamada casa de oração para todos os povos." E o cumprimento está em Atos 15:21 que diz: "Porque Moisés, desde os tempos antigos, tem em cada cidade quem o pregue, e cada sábado é lido nas sinagogas." E que foi definido no concílio em Atos junto com aquelas recomendações acerca da abstenção da prostituição e do sangue de animais. O resultado do concílio está claro em 1 Coríntios 7:19 que diz: "A circuncisão é nada e a incircuncisão nada é, mas, sim, a observância dos mandamentos de Deus." E a Bíblia relata o cumprimento das palavras de Isaías acerca de escrever as leis de Deus no coração e na mente, conforme lemos em Atos 13:42 e Atos 13:44. Então, irmão, não há desculpas para não se guardar o sábado, nem para deixar de congregar neste dia, ou para deixar de estudar a Lei de Moisés. Até porque Jesus destacou a importância dos escritos de Moisés, conforme Lucas 16:29 e Lucas 16:31. Tendo em mente, também, de que a regra de fé apostólica, continuava sendo Moisés e os Profetas, conforme lemos em 2 Timóteo 3:16. Está aí em sua Bíblia, basta seguir as recomendações de Jesus, dos apóstolos em Atos, de Paulo e o exemplo de todos estes. Não há personagem algum ali que não tenha guardado o sábado e dado ouvidos à lei e os profetas, conforme lemos em Atos 13:27; A lei de Moisés e os Profetas, continuaram sendo a norma pela qual todo ensinamento era testado, conforme exemplo dos bereanos em Atos 17:11. Assim, os ensinos que mais tarde fariam parte do Novo Testamento eram validados por meio dos escritos do Antigo Testamento, e não o contrário. Isto demonstra que O Antigo Testamento, a Lei e os Profetas, continuavam sendo a regra de fé das igrejas à qual Paulo escrevia. Paulo chama aqueles que assim o faziam, de "mais nobres". E veja o que Cristo diz a respeito de transgredir mandamentos, por menor que seja e assim ensinar aos outros: "Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus." Mateus 5:19 E Jesus fez questão da guarda dos mandamentos de Deus, conforme lemos em Mateus 19:17, o que repetiu em 1 João 5:3 e que lemos também no verso que diz: "Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são pesados." 1 João 5:3 Em uma época onde não há como alegar de que algum dos mandamentos houvesse sido abolido: "Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai, e permaneço no seu amor." João 15:10 Devemos seguir o exemplo de Cristo (Lucas 4:16) e de Paulo (Atos 18:3-4) dos discípulos de Cristo (Lucas 23:56), dos Apóstolos (Atos 15:21) Dos judeus (Atos 13:27)e dos gentios (Atos 13:44). E vemos a Igreja, com Paulo e mais um líder da igreja, juntamente com judeus e gentios todos reunidos em um dia de sábado na sinagoga, conforme lemos no seguinte verso: "E, despedida a sinagoga, muitos dos judeus e dos prosélitos religiosos seguiram Paulo e Barnabé; os quais, falando-lhes, os exortavam a que permanecessem na graça de Deus." Atos 13:43 Costume este, relatado em Atos 13:436 que permaneceu através das décadas, segundo relata o próprio Cristo que ocorreria em Mateus 24:20, que diz acerca da invasão de Jerusalém no ano 70, 40 anos após a morte de Cristo na cruz: "E orai para que a vossa fuga não aconteça no inverno nem no sábado;" Mateus 24:20 Então, realmente não há argumentos para se deixar de guardar o sábado, ou dizer de que o sábado tenha deixado de ser guardado, ou ainda, abolido.

Um abraço, amigo e irmão, que estes versos e estas verdades das Escrituras possam trazer luz à seus olhos. Fique com Deus!

sábado, 24 de setembro de 2016

A importância do sábado na Bíblia



Olá irmão, o uso do sábado foi autorizado desde o Éden. Isto encontramos em Marcos 2:27. O qual foi dado junto com o restante da criação, feita nos 6 primeiros dias. O exemplo de descanso também procede do Gênesis, conforme lemos em Gênesis 2:3. O que lemos na Bíblia é Deus cobrando a guarda deste dia, o qual lemos em Êxodo 16:27-30. Estas leis referidas no verso 28, onde Deus incluiu o sábado, eram possíveis de serem exigidas porque lemos que o Pai daquele povo já guardava um conjunto de leis, conforme lemos em Gênesis 26:5. Deste modo, o povo recém liberto estaria sendo lembrado de um mandamento esquecido (Êxodo 20:8) nos vários anos de cativeiro e escravidão (Êxodo 20:2) pelo qual passaram no Egito. Deus ordenou a guarda do sábado ali porque foi o momento em que o sábado deixou de ser guardado pelo povo de Deus, na descendência de Abraão. Vemos que Abraão já guardava os preceitos, estatutos e as leis de Deus, o que nos mostra de que estas leis já existiam antes mesmo de Abraão, a exemplo da distinção entre animais limpos e imundos (Gênesis 7:8) nos tempos de Noé. A Bíblia nos dá um vislumbre de que Deus atuou entre o povo antediluvianos, nos tempos de Noé, por meio da atuação do Espírito (escrito em maiúsculo), uma referência ao Espírito Santo (1 Pedro 3:18-20). A Bíblia nos mostra, também, de que a humanidade, até mesmo entre os ímpios, já conheciam o que agradava e o que desagradava a Deus desde os primórdios da história humana (Gênesis 4:23-24). Assim vemos Deus cobrando aquilo que já havia sido autorizado, ou seja, a guarda do sábado, para usufruto da humanidade. As lei de Deus visam ensinar o povo de Deus a fazer uso correto das coisas que Deus criou, como do sábado, dos animais liberados para alimentos, da sexualidade, de forma a restaurar o homem à condição anterior, de quando o pecado não havia entrado ainda no mundo, de quando a humanidade vivia em um estado de santidade. Não alcançaremos a santidade plena nesta terra, mas podemos sim alcançar a santidade dentro dos propósitos de Deus, que é ter uma boa saúde, um bom relacionamento com Deus e o semelhante. E assim Deus nos dá coisas boas, porque tudo que Deus faz é bom (Gênesis 1:31). O sábado é uma bênção, de modo que, mesmo que se desde Adão e Eva não se guardasse mais o sábado e viéssemos a conhecer a verdade sobre este dia, nos dias de hoje, compensaria guardar este dia. Assim como nos foi revelado que há bênçãos no suco da uva que se encontra no cacho (Isaías 65:8) assim há também bênçãos no sábado e que influem na nossa saúde e também no relacionamento com Deus e nossos Irmãos que é a função da Lei. E se hoje descobrimos que as bênçãos colocadas por Deus no cacho de uva, ajudam a promover a longevidade e uma vida mais saudável, imagine as bênçãos que estão contidas no sábado de descanso e comunhão com Deus e nossos irmãos. Então há bênçãos no sábado que não deveríamos desperdiçar, ainda mais quando sabemos que Cristo é o Senhor deste dia (Mateus 12:8). E sendo que Ele conhece as bênçãos contidas em um cacho de uva, quanto mais as bênçãos contida em um dia reservado, santificado, sobre o qual fez tanta questão de que Seu povo permanecesse ao ponto de dedicar bom tempo de seu precioso ministério, quando veio em carne, a fim de ensinar, aos de seu tempo, a forma correta de guardar e melhor aproveitar este dia para benefício de toda a humanidade. Assim, o sábado é um canal de bênçãos e santificação, por meio de um dia também abençoado e santificado e que aponta para Aquele que nos abençoa e santifica (Êxodo 31:13) e que é para todos, até mesmo os descrentes (Isaías 56:4-7), para que assim também conheçam o Deus criador de todas as coisas, cumprindo a profecia de Jeremias 10:11. E assim o sábado serve a todo o mundo como um lembrete da Criação e de Quem criou todas as coisas (Êxodo 20:11). Assim entendemos porque, nos últimos dias, nos é feito certo convite em Apocalipse 14:7. Porque estas verdades nos mostram quem dentre os que tem uma natureza humana é o único digno de receber adoração (1 Timóteo 2:5, Apocalipse 5:12, Apocalipse 4:11). O qual é somente Cristo, por meio do qual foram feitas todas as coisas (João 1:3). Assim, o sábado criado lá no Éden tem um papel fundamental no plano de Deus para a santificação do Seu povo, por ser um canal criado desde o Éden com este propósito, mesmo antes da entrada do pecado no mundo. A santificação é um processo de crescimento espiritual e que ocorre de forma mais intensa no sábado, onde deixamos de lado nossas atividades do dia-a-dia, para estarmos inteiramente diante Daquele que nos abençoa e santifica. E o sábado não aponta para si mesmo, mas para Aquele que é Senhor inclusive do sábado, Cristo Jesus, o idealizador do sábado e que um dia desejou estar presente com Suas criaturas pelo menos um dia inteiro na semana, a fim de compartilhar de toda a Sua sabedoria (Colossenses 2:2-3) e a fim de usufruirmos e comemorarmos juntos as maravilhas de Sua criação. Quantas vezes, na semana, o irmão tem a oportunidade de usufruir da natureza que Deus criou? Esta mesma natureza nos aproxima Daquele que a criou e nos fala de Seu poder e divindade (Romanos 1:20). Assim, tudo que Deus criou foi para benefício do homem, incluindo o sábado e tudo que Ele criou aponta para Seu poder e divindade. Faça um estudo profundo sobre este assunto, querido irmão, há muito mais coisas sobre a importância de se guardar o sábado, na Bíblia. Deus te abençoe.

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Comentário - O sábado e sua essência, do Gênesis ao Apocalipse.

Olá Paulo Cadi, o livro de Gênesis também foi escrito por Moisés, no mesmo contexto.

Os mandamentos já conhecidos (Gênesis 26:5) não são ali detalhados porque não há necessidade, uma vez que são devidamente explicados no livro seguinte, de Êxodo.

A forma como Moisés descreve os relatos, demonstra de que os mandamentos já eram cobrados, antes mesmo da entrega destas leis escritas, inclusive o sábado (Êxodo 16:28).

Gênesis e êxodo são um mesmo relato corrido, os escritos de Moisés são uma coisa só.

Não foram escritos em duas dispensações diferentes!

Moisés não faz separação alguma ente Gênesis e Êxodo, Moisés, descreve estes relatos como uma coisa só.

O próprio relato da criação e da história da humanidade, foi dado para explicar o propósito de Deus estar fazendo aquela aliança com os descendentes de Israel, juntamente com aquelas leis.

Assim como Deus fez uma aliança com Adão e Eva, que é a de enviar o messias, para salvar a humanidade, Deus também faz uma aliança com Abraão, Jacó e também seus descendentes.

De modo que o povo de Israel pratica todas aquelas coisas ensinada oralmente aos seus antepassados como descreve outras coisas que aquele povo deveria seguir.

Por isto é dito que aquela aliança em específico não foi feita com os seus antepassados. Há muitas coisas novas que aquele povo deveria seguir, com base nas antigas, ao passo que Deus fez com aquele povo também novas promessas, garantindo ainda as promessas anteriores entregues aos seus pais.

O simples fato de o sábado já ser lembrado ao povo liberto, antes da entrega das tábuas, já nos mostra que este era um mandamento já incluído na aliança feita com os patriarcas!

O patriarca imediato do povo de Israel era o próprio Israel (Jacó). Que já praticava o dízimo e sabia dos seus pecados.

E se sabia dos seus pecados é porque Deus já cobrava estes pecados (o pecado é a transgressão da lei).

A lei, dada de forma oral, foi dada não para revogar, mas para colaborar com a lei internamente gravada em Adão e Eva, da mesma forma a lei escrita veio não para revogar, mas para colaborar com a lei oral e a lei interna.

Da mesma forma que a lei espriritual não veio para revogar nenhuma outra das formas de expressão da lei, mas para fazer com que ela voltassem novamente a ser escritas internamente no ser humano.

Por que a lei oral foi dada?

R= Porque o homem, depois do pecado, estava perdendo a lei gravada em seu interior rapidamente.

Por que o homem teve, depois, que receber a lei dada de forma escrita?

Porque o homem nem mais pela memória era capaz de guardar estes mandamentos. A lei então que estava no coração e então na mente, teve que ser escrita em tábuas de pedra, porque o homem já não conseguia mais guardá-la internamente.

A Bíblia descreve claramente que não apenas o sábado foi cobrado antes da entrega das tábuas da lei, como leis já faziam parte do cotidiano de seu patriarca mais distante, Abraão!

(Gênesis 26:5)

Moisés descreve naturalmente, desde o Gênesis e antes da entrega da lei escrita, Deus cobrando daqueles que matavam, adulteravam, cometiam idolatria e por fim transgrediam o sábado.

Antigamente o povo entendia que aquilo era moralmente errado, mas isto foi se perdendo no tempo à medida que a lei internamente implantada ia enfraquecendo e o povo ia se esquecendo dos ensinamentos deixados por Deus.

Moisés, apenas não descreve aqueles mandamentos guardados por Abraão!

Tendo Deus criado o sábado no Éden, e por causa do homem, segundo Jesus, alegar, então, de que o sábado foi revogado após a queda no pecado é algo sem base nem fundamento.

E moisés não aplica a palavra sábado no evento do Éden, mas aplica o conceito de dia de descanso, segundo exemplo dado pelo próprio Deus.

E o próprio Deus entrega Sua lei agora escrita em tábuas de pedra, onde, dia de descanso é mostrado como sendo realmente o propósito do sábado. Deste modo não contrariando, mas afirmando aquilo que toda a Bíblia ensina, de que o sétimo dia foi criado e dado ao homem com propósito de descanso. E não apenas isto, mas bênção e santificação!

A lei dada de forma escrita apenas reafirma todos estes conceitos, onde é dito que o sábado é o dia em que o Senhor nos santifica (Êxodo 31:13).

Desta forma, o que Israel recebeu foram mais leis! E percebemos dentre estas que o mandamento do sábado não era um mandamento novo.

Não usar o sábado segundo o propósito em que foi dado é tão moralmente errado quanto não usar as demais coisas segundo o propósito que foi dado.

É anti-natural, é fora dos propósitos e da vontade de Deus. E sendo que o sábado foi dado com o propósito de descanso, deve ser usando com o propósito de descanso. E sendo que Deus criou o sábado com um propósito de bênção e santificação, deve ser usado segundo este propósito de bênção e santificação.

E não maldição, como estava sendo feito por alguns judeus seguindo sua tradição e ensinamentos, ao contrário do exemplo que Deus deu, demonstrando todo o cuidado para com o Seu povo, enviando o maná e não deixando nada lhes faltar. Assim como entregou tudo a Adão e Eva, não deixando coisa alguma lhes faltar, nem mesmo o descanso.

E na rebeldia em guardar os mandamentos, Deus nunca aboliu os seus mandamentos, mas reeducou o seu povo, castigando aqueles que tentaram influenciar os que guardavam a serem desobedientes, fazendo a vontade egoístas daqueles que não amavam a Deus, por que a lei dada por Deus era uma expressão de Sua vontade, caráter e cuidado e que mostrava, inclusive, a tolerância de Deus enquanto mudava os maus hábitos daquele povo.

E a lei escrita e que estava dentro da arca a aliança é a mesma que se encontra escrita na arca que está no céu (Apocalipse 11:19)?

É a mesma lei, quando Moisés viu o modelo do santuário, também viu todos os móveis.

A lei dada a Moisés, colocada dentro da arca, é uma cópia da Lei que há contida na arca no céu.

Deuteronômio 5, segundo o que o próprio Moisés relata, seria uma repetição do que Deus havia dito a ele anteriormente quando da entrega da primeira tábua.

E por que Deuteronômio 5 está diferente?

Porque Deuteronômio 5 é uma recapitulação do que Deus havia dado na primeira ocasião.

Ali, Moisés agrega certas razões pertinentes, após a rebeldia do povo aos pés do monte.  Segundo TODA a informação que lhe foi passada por Deus naqueles dias no topo do monte.

E obviamente Moisés guardou as tábuas entregues por Deus, cópia da primeira. De modo que o que está em Êxodo 20:11, é repetido por várias vezes na Bíblia, como em Salmos 146:6, Ageu 2:6, Atos 4:24, Atos 14:15 e no convite de adoração em Apocalipse 14:7.

E Moisés não faz ressalva de que este detalhe deva ser suprimido, nem a Bíblia, pelo contrário, reafirmando o valor do sábado como um dia de homenagem ao Deus criador, até no último livro de Apocalipse.

E sabe o que isto nos mostra, irmão?

Que este detalhe é tomado como um bandeira, por Deus, como motivo para guardarmos o sábado.

Deus criou um dia, para conter todo este significado e lembrar eternamente à humanidade quem Criou o homem bem como tudo tudo que há neste mundo, para que assim, nunca nos esqueçamos quem de fato é o nosso Senhor e o único digno de louvor e adoração.