quarta-feira, 30 de outubro de 2013

O antigo testamento e as cartas de Paulo - Sr. Adventista, Na Mira!

Tito Rocha, apresentador do programa Na Mira da Verdade
(foto meramente ilustrativa!)


Façamos uma brincadeirinha do tipo, Na Mira da Verdade:

Recebi uma pergunta de nossa estimada amiga Maria Gonçalves que pergunta:

"...as cartas de Paulo ensinam-nos muito sobre o pensamento cristão e se o senhor as leva em conta como pode dizer que através delas podem-se construir doutrinas que não são bíblicas? Não foi Paulo inspirado? Se não foi, as suas cartas são textos apócrifos."


Olha! Muito boa essa sua pergunta! Se utilizarmos as cartas de Paulo, sem levar em conta o resto das escrituras, poderemos encontrar desculpas até para começarmos a comer ratos contaminados. Pois foi dito de que o que contamina não é o que entra pela boca.

Isto é só um exemplo! Vemos também um capítulo onde Paulo declara seu desejo de estar logo com Deus, ou seja, Paulo estava falando mesmo sobre morrer, para ir logo para os braços do Pai. Mas se não soubéssemos, através do Antigo testamento de que Deus abonima o ato de se tirar a própria vida, alguns poderiam utilizar tal passagem para justificar o suicídio.

Muitos cristãos morreram, durante toda a história, por crerem de que poderiam tirar a própria vida para estar com nosso Deus e foram muitos.

Percebe o quanto é perigoso se adotar um livro como regra de fé, separando-o de todo o contexto Bíblico!?

De forma que só conseguimos construir o verdadeiro entendimento quando começamos a ler a Bíblia desde o início, montando as bases morais pregadas por Deus, para evitar qualquer tipo de equívoco.

Além do mais, que ofensa há em perguntar a religião de uma pessoa? Acaso ter uma religião é motivo de vergonha?

Sobre textos apócrifos, permita que eu explique uma coisa aos amigos e aos demais leitores. Quando os cristãos se reuniram para definir o cânon Bíblico, a regra primordial era a de que os escritos deveriam estar em conformidade com as Escrituras! Que naquela época era tão somente o Antigo Testamento.

Se determinada carta de Paulo, tivesse alguma parte que disesse algo do tipo!

"Não há problema em comer carnes imundas ou ensopados de abominações!"

Acha que tais escritos teriam entrado  no cânon Bíblico!?

E veja que, repito, os livros aceitos para fazer parte do Novo Testamento, não poderiam entrar em conflito com os escritos Antigo Testamentários, quanto mais revogá-los como muitos tem pregado por aí.

A razão de livros apócrifos terem sido rejeitados é justamente pelo fato de haverem neles, coisas que contradizem princípios Bíblicos. Então é obvio de que temos que analizar os escritos Bíblicos como um todo, e não tão somente através de textos isolados.

Deste modo a Bíblia só é PERFEITA, quando todos os versículos estão em seu devido lugar! Se retirarmos versículos da bíblia, doutrinariamente, a bíblia, poderá se tornar imperfeita, porque haverá lacunas não preenchidas que poderão dar margens para falsas interpretações! Ou seja, a Bíblia estaria doutrinariamente incompleta!

E por que existem tantas falsas interpretações, principalmente acerca das cartas de Paulo!? Justamente porque existem os chamados dispensacionalistas (há outros, mas citarei apenas estes), que crêem que Deus trabalha de formas diferente em várias dispensações! Até aí tudo bem! O problema é que justificam isto para abolir leis e revogar palavras ditas pela própria boca de Deus, alegando:

Ah! Mas Deus mudou de idéia e não trabalha mais assim com o seu povo!

Hoje se difundiu o termo 'sola scriptura'! E muitos destes pregam isto de boca cheia!

Mas que escrituras? Todas as escrituras!?

Nananinanão!

Estes se concentram apenas em porções bíblicas, dizendo que o resto não tem importância.

A maior parte da cristandade moderna, aceita os mandamentos de Deus e as leis e recomendações Neo Testamentárias, mas, alguns, negam o restante, como levíticos, a literalidade do Gênesis e até alegam que livros como o de Jó sejam fábulas.

Indo mais adiante encontramos aqueles que aboliram totalmente as Antigas Escrituras de seu doutrinariamento e, principalmente, de suas pregações, aceitando tão somente o Novo Testamento!

Há um grupo porém, indo mais ao extremo, que alega de que todos os ensinamentos, inclusive os de Jesus nos evangelhos, devam ser filtrados pelas cartas de Paulo. Ou seja, se as cartas de Paulo não confirmarem um escrito, significa de que tal ensinamento não vale para os cristãos gentios!

De modo que fazem uma acepção entre Judeus e gentios dizendo!:

Olha! Isto aqui era para os Judeus, mas para os gentios, isto não vale, porque Paulo é quem foi encarregado de dizer aos gentios o que deveriam guardar.

Mas há também aqueles que dizem que o Antigo Testamento é como se fosse o arroz! E que o novo testamento é como se fosse o feijão! E que na nova aliança, sequer precisamos do arroz e do feijão, porque Cristo fez tudo por nós, então não precisamos mais guardar a Bíblia!

Estes são os apologetas do submundo!

Por isto é importante se conhecer a religião de uma pessoa, porque, querendo ou não a religião dita sim, muitas das regras e crenças de seus integrantes. Isto é importante para se conhecer a crença de uma pessoa, a fim de dialogar com entendimento acerca das crenças assumidas por tal pessoa.

Quem não tem religião, mas que estuda a Bíblia e a aceita integralmente, aí já é outro assunto! Tendo aceito a Jesus são os chamados cristãos puros! Como exemplo posso citar Cid Moreira!

Representam um terceiro grupo que, além dos Adventistas, fazem da Bíblia e de TODA a Bíblia sua regra de fé e de prática!

'sola scriptura e tota scriptura'

Antigamente era este o lema pregado na igreja primitiva!

Tiraram primeiramente o 'sola scriptura' então tivemos o período da igreja paganizada de Roma Papal!

Martinho Lutero, tratou de iniciar o movimento de reforma que trouxe novamente o 'sola scriptura', mas o que houve com o 'tota scriptura'?

Este tem sido deixado cada vez mais de lado, e muitos cristãos hoje, consideram normal não lerem mais a bíblia em seus cultos mas se dedicarem a ministérios exclusivos de libertação, curas, milagres, teologias da prosperidade, unção e venda de objetos.

Temos então o neopentecostalismo invadindo as igrejas.

Não fôra somente isto, mas temos que lidar também com um outro problema que surgiu justamente em meados da época de Ellen White, o espiritismo moderno, que tem se aproveitado das crenças gregas relacionadas com a imortalidade da alma, para se engedrar em diferentes religiões!

Hoje vemos o espiritismo na igreja, com pessoas sendo possessas, pessoa caindo no espírito (a mais nova e devastadora moda em algumas igrejas) e até entrevistas com demônios em grandes igrejas, com pastores bastante conhecidos.

E estas coisas acontecem, porque já havia sido profetizado de que um poder iniciaria o processo de mudar os tempos e as leis. Hoje então vivemos em uma babilônia de confusão religiosa, cada um crendo naquilo que lhe convém, onde muitos poucos se dedicam de fato a estudar a Bíblia e fazer dela e toda ELA sua insubstituível regra de fé E DE PRÁTICA.

Porque não adianta estudar e não praticar!

A amiga consegue ver então o quanto é perigoso se seguir uma religião que não faz DA BÍBLIA e de TODA A BÍBLIA sua regra de fé e de prática!?

Pois lhe digo que a situação há de piorar! Porque enquanto o homem trata de abolir cada vez mais os santos e corretos ensinamentos de Deus, mais a religião se corrompe, indo por veredas que antes de trazer o bem, trazem o mal.

Então não há outro método para se conhecer a verdade neste mar de confusão religiosa!

É a Bíblia, somente a Bíblia e toda a Bíblia.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Resposta ao "papamentiras" acerca do capítulo de 2 Coríntios 3



Em resposta ao comentário: http://novamenteadventistas.blogspot.com/2012/01/o-significado-dos-10-mandamentos.html?showComment=1382963305149#c5840552150070244966


“O verso 3 fala de uma carta ou um texto escrito não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração.”

Positivo!

“Do verso 1 até o 5 o tema exposto é nossa vida deve ser pura e ser vivida com valores inscritos pelo Espírito de Deus em nosso coração. O verso 5 não deixa nenhuma dúvida da completa incapacidade humana de viver tal vida. Fica claro que trata-se uma obra divina no ser humano.
 O verso 6 diz textualmente: “o qual também nos capacitou para sermos ministros dum novo pacto, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica” – pela primeira vez no texto se faz uma alusão ao que ficará bem claro serem os Dez Mandamentos. A expressão exata aqui que se aponta nesta direção é “ministros dum novo pacto, não da letra ... porque a letra mata”.”

Positivo!

“A expressão novo pacto nos levará inexoravelmente aos Dez Mandamentos.
 Onde podemos calçar devidamente esta convicção? Basta lermos o verso 7:
Ora, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, veio em glória, de maneira que os filhos de Israel não podiam fixar os olhos no rosto de Moisés, por causa da glória do seu rosto, a qual se estava desvanecendo.”

Aceito!

“Qual é o ministério da morte? “gravado com letras em pedras”, “veio em glória”, no dia em que foi dado os filhos de Israel não puderam “fixar os olhos em Moisés, por causa da glória do seu rosto”.
 Ora, quando foi que isto aconteceu?
 Certamente que foi no dia em que Moisés desceu do Monte Sinai com as tábuas de pedra escritas pelo dedo de Deus. Vamos verificar isto?
Quando Moisés desceu do Monte Sinai, trazendo nas mãos as duas tábuas do testemunho, sim, quando desceu do Monte, Moisés não sabia que a pele do seu rosto resplandecia, por haver Deus falado com ele. Quando, pois, Arão e todos os filhos de Isarel olharam para Moisés, eis que a pele do seu rosto resplandecia, pelo que tiveram medo de aproximar-se dele.
Então, disse o Senhor a Moisés: sobe a Mim, ao Monte, e fica lá, e dar-te-ei tábuas de pedra, e a lei, e os mandamentos.
 Novamente perguntamos: qual é este ministério da morte? A resposta é claríssima: os Dez Mandamentos. Porque tal ministério estava gravado em letras em pedras sob as circunstâncias já apresentadas.”

Equivocado! Porque tal ministério era o da Lei e não do objeto “os dez mandamentos”. Pois tratava-se de um TIPO de ministério! E existem dois único: O ministério da Lei e o ministério da graça. Interessante de que os termos, lei, mandamentos e graça não são citados! Paulo utiliza-se de outras referências. Um exemplo claro, é de que a Bíblia se refere à “Ministros da Lei” e nunca a “Ministros dos mandamentos”. Portanto o ministério referido por Paulo é da Lei como um todo.

Mas por que Paulo se referiu estritamente aos Dez mandamentos, e de forma direta?
Teologicamente, TODA a lei MORAL se resume nos dez mandamentos, ou seja, de alguma forma, as transgressões morais passíveis de serem praticadas pela humanidade, são enquadradas em um ou mais mandamentos da ‘Lei de Deus’ (agora sim me refiro aos 10 mandamentos).

De forma que todo o ministério da morte (toda a Lei) estava gravada naquelas taboas de pedra! Este é o sentido daquela passagem: “E, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras...”. De forma que Deus resumiu toda a SUA Lei Moral, naqueles 10 tópicos contidos nas taboas de pedra, os 10 mandamentos.

* Mais tarde Jesus faria mais um resumo de toda a Lei de Deus, ou (um resumo dos 10 mandamentos) que equivalem a mesma coisa, pois os 10 mandamentos já é um resumo de toda a Lei Moral (Romanos 13:9 ).


“Prossigamos com a leitura verso por verso deste capítulo? Em seguida vem o verso 8 e ele declara:
Como não será de maior glória o ministério do espírito?

 Aqui temos a comparação. Lembremo-nos que no verso 6 foi feita uma alusão a um novo pacto.
 De qualquer forma, até aqui temos o ministério da morte que se manifestava nos Dez Mandamentos e agora temos o ministério do espírito.”

Agora o amigo usou a expressão correta: “se manifestava nos mandamentos”, e não que era os mandamentos. Pois o ministério da morte é o ministério da lei, que não salva, só condena! O ministério do Espírito (* por favor coloque em letra inicial maiúscula), este sim salva!

“Os versos 9 e 10 apontam em uma nova direção. Passam a explicar a comparação que foi sugerida no verso 8 entre o ministério da morte e o ministério da vida eterna.
Porque, se o ministério da condenação tinha glória, muito mais excede em glória o ministério da justiça.
Pois na verdade, o que foi feito glorioso, não o é em comparação com a glória inexcedível.”

Positivo!

“O ministério da condenação que é a mesma coisa que os Dez Mandamentos, foi “glorioso”, mas não pode ser comparado com a “glória que existe no ministério da justiça”.
 Isto já deixa claro que os Dez Mandamentos não são eternos como propõem os adventistas e que eles estariam encerrados na visão de Paulo. Mas, vamos mais adiante e ampliemos nossa compreensão pela simples leitura do capítulo.”

ERRADO! Porque o fato de existir algo de glória superior, não revoga a glória de algo anterior! Com base em que texto da Bíblia o amigo é capaz de comprovar esta doutrina de que algo de menor glória pereça diante de algo de maior glória!? O que se subentende é de que algo de menor glória, possa sim, subsistir diante de algo de maior glória! Ademais não foi a glória da Ministério do Espírito, que diminuiu a glória do Ministério da Morte, gravada em letras de Pedra. Tal glória permaneceu, mas que o novo Ministério do Espírito, veio com maior glória. De modo que pergunto ao amigo, onde neste capítulo, está a base para se dizer de que esta “glória maior”, tenha revogado a “glória menor”?

(* segundo minha opinião, trata-se de um pressuposto equivocado ou no mínimo carente de base).

“Nos versos 11 e 12 o apóstolo abre um pouco mais esta revelação...”

No que diz: “Porque, se o que era transitório foi para glória, muito mais é em glória o que permanece. Tendo, pois, tal esperança, usamos de muita ousadia no falar.”

Percebemos ali uma transição, ou seja, de algo que era escrito em pedra e que condenava, então receberia uma transição, das taboas de pedra, para a mente e o coração, como o amigo mesmo definiu no início de suas explicações em:

"O verso 3 fala de uma carta ou um texto escrito não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração"

Com esta transição, aquilo que antes estava gravado em pedras, passaria a ser gravado no coração e na mente, lugar onde atua o Ministério do Espírito (no interior). Razões bíblicas: (Jeremias 31:33, Hebreus 8:10).

Então aqui está o ponto! A lei não foi revogada, em verdade, ela foi transitada, ou transferida, para o interior daqueles que tem dentro de si o Espírito, ou seja, tem em si o ministério do Espírito.

“..., usando uma forma didática inteligente. Uma vez que os Dez Mandamentos são muito caros a Israel e a todos que conhecem o Sacerdócio Levítico, ele fala com prudência usando a expressão “usamos de muita ousadia”:
Porque, se aquilo que se desvanecia era glorioso, muito mais glorioso é o que permanece.
 Tendo, pois, tal esperança, usamos de muita ousadia no falar.

 Mas, fica mais claro que o que ele havia sugerido no verso 10, dizendo que o ministério da justiça é muito superior aos Dez Mandamentos, agora é, de fato, muito mais glorioso”

A expressão correta seria: O ministério da justiça é muito superior ao ministério da condenação! O demais está correto.

A lei dos 10 mandamentos é um objeto transitório (o que não quer dizer que seja temporário, pois transitório é algo que permanece, transitando, neste caso, de um ministério para outro)!

Esteve "algo transitório" (a lei moral) antes presente em letras escritas em taboas de pedra, no ministério da condenação, então passou de forma escrita ao interior (não com letras), pelo Espírito, no ministério da vida eterna (usando a mesma expressão utilizada pelo amigo).

(* Isto por si só! Já demonstra de que os mandamentos morais de Deus (expressos para nós nos 10 mandamentos) são eternos! Porque muda-se o ministério e os mandamentos permanecem, agora escritos não em taboas de pedra, mas no interior! Então, como que o mandamentos não são eternos, sendo que estará gravado em nosso corações para todo o sempre, desde hoje, até na vida eterna que nos aguarda!?)

(* Retornaremos à condição de Adão e Eva, tendo a lei no devido lugar que eles tinham, no interior, guardando-a inteiramente, por causa da obediência. Inclusive o sábado que foi dado a eles no gênesis, assim os mandamentos voltam para seu devido lugar, sendo então não mais um colaborador do ministério da morte, mas sim, um colaborador do ministério da vida eterna, que existia aqui nesta terra, antes do pecado ter entrado)


“Notemos que “aquilo que se desvanecia e era glorioso” – era Moisés descendo do Monte com o rosto em glória – porém, tudo o que aquele momento representou, já não pode ser comparado com “o que permanece”.
 É com a segurança desta certeza que Paulo diz estar em ousadia para declarar o que virá em seguida e, fornece a todos nós a plena certeza de que os Dez Mandamentos estão definitivamente abolidos na dispensação cristã.

Errado! Estes versículos não afirmam tal coisa! Trata-se de mais uma suposição do amigo. Com base em que trecho o amigo é capaz de afirmar tal coisa? Como podem estar abolidos na dispensação cristã se o amigo mesmo assim o disse:

“nossa vida deve ser pura e ser vivida com valores inscritos pelo Espírito de Deus em nosso coração”

Estes valores são leis, quer regem nosso ser e nossa maneira de pensar e agir (leis morais), e não qualquer lei humana, mas as leis morais de Deus (Jeremias 31:33, Hebreus 8:10).

“Mas, vamos ao que considero esmagadora prova explícita deste fato.
 O verso 13 e 14 encerra a questão.
E não somos como Moisés, que trazia um véu sobre o rosto, para que os filhos de Israel não olhassem para aquilo que desvanecia;
mas o entendimento lhes ficou endurecido. Pois até o dia de hoje, à leitura do velho pacto, permanece o mesmo véu, não lhes sendo revelado que em Cristo é ele abolido.
 O que é que foi abolido?”

Ora! Não lestes! O véu!

O VÉU foi abolido!

(* Teologicamente o véu tem um significado comum! O templo, por exemplo, também tinha um véu! E que foi rasgado de cima abaixo, significando que a separação entre o santo e o santíssimo havia sido retirado. Entramos então no ministério do Espírito! O que é a mesma analogia atribuída à figura do véu de Moisés)

Verso 16 - “Mas, quando se converterem ao Senhor, então O VÉU se tirará”

No verso 18, a palavra “abolido” (no masculino), se refere ao “véu” (masculino) e não à “lição do velho testamento” (feminino). Exegese meu amigo, lembre-se da exegese!

Era este o equívoco do amigo!? À partir do qual o amigo tirou aquelas interpretações de que os mandamentos teriam sido abolidos? Se o amigo houvesse dito que era tão somente este trecho, haveria lhe advertido sobre tal erro no ato!

Conclusão:

Creio que isto soluciona o problema. Então o amigo pode se alegrar, pois os mandamentos morais de Deus permanecem escritos e para sempre, em nossos corações e em nossas mentes.

domingo, 27 de outubro de 2013

Bíblia Fácil Daniel – Uma estátua assustadora



Acesse:
http://novotempo.com/bibliafacil/

Namoro do Crente

Debate - Uso de bebidas alcoólicas



Sr. Adventista 8 de outubro de 2013 09:24

O vinho (suco de uva não fermentado) contém os mesmos benefícios do vinho (suco de uva fermentado), entretanto, sem seus malefícios. Seu argumento portanto é falho.

Ninguém que decide tomar da bebida alcoólica, decide se vai, também, se tornar ou não um viciado. Esta é uma pré disposição do indivíduo. Portanto, mais um argumento falho.

O que nos sobra é a Bíblia condenando o uso de bebida forte e jamais incentivando-a.

A Bíblia não trata do "uso moderado" de Bebidas fortes, mas tão somente do usar ou não usar!

A Bíblia não define doutrinariamente uma forma correta de se usar bebidas alcoólicas, mas apenas nos diz para que não usemos.

A questão é se à partir da Bíblia, definiremos nosso estilo de vida? Ou usaremos nosso estilo de vida a fim de interpretar a Bíblia?

Infelizmente é grande o número de padres que se tornaram alcoólatras, devido ao uso do vinho alcoólico nas missas, é possível encontrá-los incluídos em grupos de apoio como o dos alcoólicos anônimos.

A bebida alcoólica não é aliada à causa de Deus, mas inimiga, porque ainda hoje destrói lares e famílias. Não há bênção nesta bebida, mas tão somente no puro suco da uva extraído do fruto da videira. Que usado com moderação (aí sim usando o que é bom com moderação) evitamos de passar certos tipo de vergonha que ocorreu com um personagem bíblico que chegou a ficar nu.

Cortar tudo que é mal e usar com moderação aquilo que é bom!

A moderação portanto só se aplica ao que é bom! Tudo aquilo que é mal e que contêm a aparência do mal, deve ser rejeitado. Se não podemos apoiar sequer o que é bom, quando exagerado, quanto menos devmos apoiar aquilo que vemos causar, em nossa sociedade tanto mal, sem trazer benefício algum para a saúde e a convivência social, tal qual é o consumo de bebidas alcoólicas (ao contrário do que vemos ser pregados nas propagandas comerciais de bebidas alcoólicas).

E a bebida alcoólica, mesmo sendo lícita, ainda é uma droga, e atua como uma droga, só que com menos intensidade do que as drogas ditas pesadas, as ilícitas.

Por ser uma droga, o álcool deve ser tratado como tal. Problema algum há em usar o álcool para fins estritamente medicinais. Entretanto, jamais deverá ser usado como alimento.

Porque bebida alcoólica NÃO é alimento e seu uso nesta qualidade de alimento gera enormes prejuízos ao organismo.

Tenho um tio que se viciou em álcool na infância, tão somente por tomar uma garrafada na forma de remédios para acne, espinhas.

Pouco tempo atrás, tivemos que enterrá-lo, porque aquilo que veio com aparência inocente, tomou-lhe a família e a vida. É triste encontrar um tio querido no banco de um carro parado à frente de sua porta, escorrendo-lhe sangue pela boca, devido ao mal causado em seu fígado pelo consumo de álcool.

Deus sabia muito bem o que estava nos aconselhando, quando nos disse para nos afastarmos deste tipo de bebida. Não precisamos dela, e ela não nos trás nenhum bem que outra bebida 'in natura' não nos traria. Os seus prejuízos, não compensam o sabor e seus efeitos atrativos e que nos cocedem momentâneo e falso sentimento de prazer, relaxamento e alegria.

Devemos buscar estes sentimentos em Cristo, em uma comunhão diária com Deus, através do Espírito Santo.

Que Deus abra os olhos do amigo.



Reginaldo Oliveira 10 de outubro de 2013 01:19

O vinho (suco de uva não fermentado) contém os mesmos benefícios do vinho (suco de uva fermentado), entretanto, sem seus malefícios. Seu argumento portanto é falho.

Ninguém que decide tomar da bebida alcoólica, decide se vai, também, se tornar ou não um víciado.
Resposta: Ninguém? Onde está escrito que o fator genético é DETERMINANTE? Ele apenas influencia!! Logo seu argumeno é falho
Esta é uma pré disposição do indivíduo. Portanto, mais um argumento falho.
Resposta:
1- Pré- disposição NÃO IMPLICA em DETERMINAÇÃO
2-Paulo aconselhou timóteo a tomar vinho!!! E COMO PROVEI ACIMA o suco recém exprimido em pouco tempo já vai fermentando!!!! sERÁ QUE ELE FOI IRRESPONSÁVEL??
3-Jesus foi irresponsável ao fazer vinho? OU SERÁ QUE FEZ suco contrariando o costume judaico? e o texto? leia acima!!

O que nos sobra é a Bíblia condenando o uso de bebida forte e jamais incentivando-a.

A Bíblia não trata do "uso moderado" de Bebidas fortes, mas tão somente do usar ou não usar!
Resposta:
NÃO. Ela não condena, apenas desaconselha!!

Cortar tudo que é mal e usar com moderação aquilo que é bom!

A moderação portanto só se aplica ao que é bom! Tudo aquilo que é mal e que contêm a aparência do mal, deve ser rejeitado.
Resposta:
1-O texto não diz "aparência (externa)" ARC mas "especie"ARA e outras
2-O vinho é mal? Não!!! Apenas se usado em grande quantidade
3-A água é mal? apenas.... causa falencia dos rins
4-Vegetais causa mal?.... pode causar obesidade

Seu DISCURSO erra ao pressupor que toda bebida alcoolica tem os mesmos prejuízos!!! acorda!!! SÓ O VINHO TEM BENEFÍCIO! leia acima!!

A questão é se à partir da Bíblia, definiremos nosso estilo de vida? Ou usaremos nosso estilo de vida a fim de interpretar a Bíblia?
Resposta:
1-Sou abstêmio como você!!!!!! Assim é vc que interpreta a bílbia conforme seu estilo de vida e não eu!!!
2- Não acho que sou mais sábio do que a Palavra de Deus para condenar o uso RACIONAL do vinho

e por último:
vc esqueceu que fatores como: Família, Sentimentos, Frustrações, Modismo, Aceitação em grupo, Auto-afirmação e outros influenciam no vício!!!
Assim não faça do estilo de vida de seu tio UMA REGRA.

Penso que vc deveria ler de novo o texto e me pedir desculpas por NÃO TER ENTENDIDO ou melhor lido todo o texto e ME JULGAR sem precaução!!!

Vc simplesmente desfez das minhas considerações!!!
agora se descorda dos COMENTÁRIOS BÍBLICOS te convido a refutar um por um!!
De qualquer forma para mim é um prazer discutir sobre este TEMA BÍBLICO




Sr. Adventista 13 de outubro de 2013 19:16

"Resposta: Ninguém? Onde está escrito que o fator genético é DETERMINANTE? Ele apenas influencia!! Logo seu argumento é falho"

Ninguém, sequer define se o fator genético será ou não determinante! Ou seja, ao final não somos nós que determinamos coisa algum em relação à dependência. Não será porque julgamos que não haverá problemas, que de fato não haverá.

Quanto à Paulo, e pelo fato de a bebida alcoólica ser uma droga, não vejo problema em utilizá-la como uma droga! Ou seja, como um remédio, na dosagem certa a fim de ajudar a combater algum problema de saúde.

O vinho que Jesus fez foi o puro suco da uva. Existem três palavras em grego para se definir 'vinho'. O primeiro é utilizado para se definir o vinho alcoólico e o segundo é utilizado para definir o vinho não alcoólico, mas o terceiro pode ser usando tanto para definir um quanto o outro.

No caso de cristo, a palavra utilizada é aquela que se refere ao 'vinho não alcoólico'. Portanto é conclusivo de que NÃO se tratava de um vinho alcoólico.

A Bíblia não trata do "uso moderado" de Bebidas fortes, mas tão somente do usar ou não usar!

"NÃO. Ela não condena, apenas desaconselha!!"

ERRADO! Pois a bíblia diz:

"embriaguez, orgias e coisas semelhantes. Eu os advirto, como antes já os adverti: Aqueles que praticam essas coisas NÃO HERDARÃO o Reino de Deus" (Gálatas 5:19-21)

"O vinho é mal? Não!!! Apenas se usado em grande quantidade"

E o que seria "grande quantidade"? E será que o fator do vício depende da quantidade?

"A água é mal? apenas.... causa falência dos rins"

A água não causa a falência dos rins. A AUSÊNCIA dela é que causa falência dos rins.

"4-Vegetais causa mal?.... pode causar obesidade"

"E alguns podem ajudar a emagrecer" (se eu for responder ao mesmo nível).

O vinho (suco da uva) tem muitos benefícios, mas a fermentação NÃO!

O vinho natural só possui benefícios, enquanto que o fermentado, causa prejuízos à saúde física, e moral (dependência, embriaguez). E por que não dizer espiritual (destruição de lares, maridos que espancam suas esposas e filhos)!

"1-Sou abstêmio como você!!!!!! Assim é vc que interpreta a bílbia conforme seu estilo de vida e não eu!!!"

Interpreto a Bíblia, não segundo meu estilo de vida, mas comparando a vida de pessoas que se dão à bebedice e os que não se dão à bebedice e do que percebo estar em harmonia com as escrituras, faço meu estilo de vida.

"Assim não faça do estilo de vida de seu tio UMA REGRA."

O estilo de vida de meu tio não era uma regra, mas também NÃO ERA UMA EXCESSÃO! O alcoolismo e os danos causados por ele são comuns (não são nada raros).

Imagino se uma pessoa que padece do fígado, pediria a Deus por uma cura, para então voltar a proceder com o uso da bebida alcóolica! Ou se um cristão se aventuraria a tomar de bebida alcoólica, mesmo sabendo dos riscos.

Saúde está ligado diretamente à vida!

Interessante é que ninguém leva seu carro zero kilômetro à um posto onde sabe que o combustível ruim dali irá danificar o motor do seu veículo à médio e longo prazo!

Mas ao mesmo tempo, não sentem dor alguma em colocar em seu próprio corpo, algo que poderá lhe trazer grandes prejuízos. Em verdade as pessoas tendem a valorizar mais o carro do que o próprio corpo.

A Bíblia não elogia a bebida alcoólica, nem aqueles que estão sob seu efeito!

Que a bebida alcoólica é algo ruim, todo pai conhece, pois pai algum em sã consciência daria bebida alcoólica para seu filho.

Ué! Se faz mal para a criança! Por que não faria mal para um adulto? Se o vinho em pequenas quantidades é tão bom e saudável, por que os pais cristãos não o dão para seus filhos?

Porque em se tratando daquilo que amamos, torna-se claro aquilo que é bom ou não para um filho. E para Deus não é nada diferente, porque ELE nos ama como SEUS filhos e não quer para nós algo diferente daquilo que desejamos para nossos próprios filhos.

Porque Deus é amor.

http://igrejaadventistanamiradaverdade.blogspot.com.br/2013/08/o-cristao-pode-beber-jesus-fez-bebida.html?showComment=1381248759236#c5548444711677341132

II Coríntios 3 - Uma análise contextual superficial


A Lei veio com tamanha glória que
se refletiu no rosto de Moisés.

Os cristãos estavam receosos, porque não tinham nada escrito para apresentar em suas pregações. Queriam ao menos uma carta de recomendação de Paulo, para que pudessem convencer aos recebedores do evangelho, de que estariam devidamente habilitados.

Paulo advertiu de que não precisariam disto, porque tinham o Espírito! Tendo o Espírito então estariam habilitados. Lembrou de que mesmo a Lei não pôde ser contemplada em toda a sua glória, deste modo, a lei era vista ainda como que encoberta por um véu, e que tal glória era semelhante à glória que resplandecia no rosto de Moisés, de tal forma que precisou ser coberta, porque ninguém a podia contemplar.

De modo que os Israelitas sempre viram a lei, como que encoberta como um véu, sem terem podido contemplar toda a sua glória.

Paulo então diz que com os cristãos era diferente, porque o Espírito lhes havia retirado este véu para que o evangelho pudesse ser contemplado de forma plena através deles.

Explicou também de que a glória da lei, agora descoberta para os cristãos, ainda assim, não seria tão gloriosa quanto o ministério do Espírito.

Se aquele ministério que era de morte (porque apenas condenava) ainda apresentava grande glória, mesmo sendo visto como que encoberto com um véu, quanto mais glorioso é o ministério do Espírito que, ao invés de matar, vivifica.

De modo que a glória, além de encoberta, ainda era vista como que desvanecendo, da mesma forma como a glória do rosto de Moisés, desvanecia, perdendo cada vez mais o seu brilho. 

Esta glória, era o caráter de Deus refletido na Lei, e que jamais pôde ser contemplado inteiramente. Tal revelação, impressionou a princípio, mas com o tempo foi se desvanecendo na mente e no coração dos Israelitas (houveram vários episódios de apostasia).

De modo que os Israelitas só podiam contemplar as coisas vindouras e o perfeito caráter de Deus, como que numa imagem refletida no bronze (o bronze é péssimo para refletir imagens), de modo que o ministério da Lei só nos dava um vislumbre da glória superior que se manifestaria no Ministério de Cristo (Cristo é a imagem perfeitamente refletida de Deus).

Tendo então recebido o Ministério superior da graça, os cristãos puderam contemplar a glória deste ministério diretamente. E não tão somente à partir de uma observação, mas de uma vivência, de modo que hoje, nós também, como cristãos, podemos não apenas contemplar mas viver este ministério.

Porque o diferencial entre os Israelitas e nós cristãos, é que temos o Espírito que nos revela todas as coisas.


Detalhes:

6 - Ele nos capacitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do Espírito; pois a letra mata, mas o Espírito vivifica.

Paulo lembra que Deus inicialmente capacitou seu povo, através Lei por escrito;
Mas que os cristãos foram capacitados pelo Espírito (para entender toda a glória da lei e as coisas deste novo ministério espiritual).

A primeira aliança foi feita por meio de escrito em letras em uma taboa de pedra, mas não a nova aliança, pois esta aliança seria colocada no interior de cada cristãos, local onde também seria colocada a lei segundo (Jeremias 31:33 e Hebreus 8:10).

Paulo faz também um contraste entre a Lei que tem por função condenar e o Espírito que tem por função vivificar. (Isto é representado pelo batismo, onde tendo conhecimento da lei e estando condenados, somos sepultados, para então sermos vivificados para uma nova vida.)

7 - O ministério que trouxe a morte foi gravado com letras em pedras; mas esse ministério veio com tal glória que os israelitas não podiam fixar os olhos na face de Moisés por causa do resplendor do seu rosto, ainda que desvanecente.

Paulo faz uma referência do véu que cobria o rosto de Moisés, para, logo mais à frente, exemplificar a situação do povo de Deus em relação à lei, que também era vista como que encoberta como um véu, onde ninguém conseguia contemplar completamente a sua glória.

Esta glória foi plenamente contemplada através de Cristo e SEU sacrifício na cruz, ali foi mostrado o sentido da lei, que é condenar, tal condenação caiu em sua forma plena sobre Jesus, por isto a lei é importante, pois faz o inventário de nossos pecados, para que possam ser jogados sobre o Cordeiro de Deus e pagos através da cruz.

Isto se repete hoje na vida de cada pessoa, que, através da Lei, reconhece seus pecados e a necessidade de um Salvador Pessoal e então buscam a um salvador, Cristo.

8 - Não será o ministério do Espírito ainda muito mais glorioso?

Paulo estava dizendo, de que o ministério da Lei era gloriosos mas que o ministério do Espírito era ainda mais glorioso.

9 - Se era glorioso o ministério que trouxe condenação, quanto mais glorioso será o ministério que produz justiça!

Sendo que o próprio ministério da morte (que condena) tinha esta glória, muito mais glória possui o ministério da vida (que salva).

10 - Pois o que outrora foi glorioso, agora não tem glória, em comparação com a glória insuperável.

Mesmo tendo grande glória, o ministério da Lei é incomparável ao da glória insuperável.


11 - E se o que estava se desvanecendo se manifestou com glória, quanto maior será a glória do que permanece!

Paulo compara a glória da Lei com a glória refletida no rosto de Moisés, que desvanecia. Da mesma forma a Lei era apenas uma impressão, em pedras, do caráter de Deus, que com o tempo (este reflexo) também desvanecia.

Hoje podemos contemplar este caráter diretamente através Cristo! De forma que Cristo escreve esta lei diretamente em nosso coração e em nosso entendimento!

Desta forma, os cristãos não precisariam mais da lei escrita em pedras. O Espírito trataria de escrever, neles mesmos a lei e capacitá-los ao ministério do Espírito.

Assim, podemos dizer que a lei escrita em pedra só é útil para aqueles que tem coração de pedra, aos que receberam de Jesus um coração de carne, a lei é escrita no coração e no entendimento.

De modo que o ministério da morte trabalha ainda, sobre aqueles que ainda não aceitaram a Cristo. Mostrando-lhes a condenação, para que busquem a Cristo e aceitem a salvação.

Assim funciona a lei, mostrando a condenação e levando as pessoas aos pés de Cristo, para que através do arrependimento, recebam a graça, mediante a fé.

O ministério da Lei e o ministério da Graça andam juntas, a primeira mostrando a condenação à cada indivíduo enquanto que, de forma embaçada, refletem o caráter de Deus, ao passo que também aponta o Cristo. Então ao buscarem a Cristo, percebem a glória do ministério da Graça que, além de possui maior glória, é capaz de mostrar o caráter de Deus de forma mais legível, através do Cristo.

12- Portanto, visto que temos tal esperança, mostramos muita confiança.

A confiança e a esperança, devem estar na certeza da glória do ministério que aqueles cristãos haveriam de pregar.

13- Não somos como Moisés, que colocava um véu sobre a face para que os israelitas não contemplassem o resplendor que se desvanecia.

Os cristão deveriam, ao contrário de Moisés, manifestar toda a glória, resplandecida neles, para que os ouvintes pudessem contemplar, e assim, tais ouvintes seriam convencidos. (os ouvintes podiam ver o Espírito Santo refletido na face daqueles cristão)

14- Na verdade as mentes deles se fecharam, pois até hoje o mesmo véu permanece quando é lida a antiga aliança. Não foi retirado, porque é somente em Cristo que ele é removido.
15- De fato, até o dia de hoje, quando Moisés é lido, um véu cobre os seus corações.
Mas quando alguém se converte ao Senhor, o véu é retirado.

Pergunto então se o caro leitor deseja que este véu seja removido de sua vida, para que possa ler Moisés, e compreender as implicações de tudo que há ali escrito. Para que possa ler a antiga aliança não segundo a letra, mas segundo o Espírito que está dentro de você.

16- Mas quando alguém se converte ao Senhor, o véu é retirado.
17- Ora, o Senhor é o Espírito e, onde está o Espírito do Senhor, ali há liberdade.
18- E todos nós, que com a face descoberta contemplamos a glória do Senhor, segundo a sua imagem estamos sendo transformados com glória cada vez maior, a qual vem do Senhor, que é o Espírito.

Alguém alguma vez já disse-lhe que notou o reflexo do Espírito Santo em seu semblante? Se o caro leitor, é um cristão mas nunca ouviu tal coisa, cuidado, tome muito cuidado, porque os frutos do Espírito são estes:

(Gálatas 5:22)

Se o caro leitor tiver tais coisas, a lei não lhe toca, e será como se de fato estivesse morto para a lei. Mas ai daqueles que não refletem ainda tal caráter, e se embrenham, já como cristãos, nas coisas descritas nos versos anteriores ao citado versículo (Paulo dizia aquelas coisas justamente para os cristãos).

Mas se o caro leitor ainda não alcançou tal transformação, tendes ânimo! Porque:

Ao contemplarmos diretamente a Cristo, somos transformados em semelhança de SEU caráter, algo que era feito de forma obscurecida, pelos Israelitas, através do ministério da Lei (era o caso de Saulo). Mas muitos servos de Deus tiveram o prazer de contemplar o caráter de Deus, por terem alcançado uma relação bastante íntima com ELE, como foi o caso de Davi, Elias, Enoque, Abraão, Moisés e tantos outros.

O poder de transformação ao contemplar diretamente a face de Cristo e o caráter de Deus é tão forte quanto aquele que ocorreu em Paulo. Mas isto não ocorreu de um dia para o outro, Deus havia preparado o coração de Saulo, que mesmo assim permanecia obstinado em rejeitar a Cristo. Mas isto é outra história, e que se os caros leitores tiverem curiosidade de conhecer, deverá ler nas revelações contidas nos livros de Ellen White.

(Sr. Adventista)