sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Igreja Adventista do Sétimo Dia - Crenças Fundamentais



Os Adventistas do Sétimo Dia aceitam a Bíblia como seu único credo e mantêm crenças fundamentais como ensinam as Sagradas Escrituras. Estas crenças aqui expostas constituem a percepção e expressão que a Igreja sustém com respeito aos ensinos bíblicos.

1. As Escrituras Sagradas
As Escrituras Sagradas, o Antigo e o Novo Testamentos, são a Palavra de Deus escrita, dada por inspiração divina por intermédio de santos homens de Deus que falaram e escreveram ao serem movidos pelo Espírito Santo. (II Pedro 1:20 e 21; II Tim. 3:16 e 17; Sal. 119:105; Prov. 30:5 e 6; Isa. 8:20; João 10:35; 17:17; I Tess. 2:13; Heb. 4:12). 

2. A Trindade
Há um só Deus: Pai, Filho e Espírito Santo, uma unidade de três Pessoas coeternas. Deus é imortal, onipotente, onisciente, acima de tudo, e sempre presente. (Deut. 6:4; 29:29; Mat. 28:19; II Cor. 13:13; Efés. 4:4-6; I Pedro 1:2; I Tim. 1:17; Apoc. 14:6 e 7).


3. Deus Pai
Deus, O Eterno Pai, é o Criador, o Originador, o Mantenedor e o Soberano de toda a criação. Ele é justo e santo, compassivo e clemente, tardio em irar-Se, e grande em constante amor e fidelidade. (Gên. 1:1; Apoc. 4:11; I Cor. 15:28; João 3:16; I João 4:8; I Tim. 1:17: Êxo. 34:6 e 7; João 14:9).


4. Deus Filho
Deus, o Filho Eterno, encarnou-Se em Jesus Cristo. Por meio dEle foram criadas todas as coisas, é revelado o caráter de Deus, efetuada a salvação da humanidade e julgado o mundo. Jesus sofreu e morreu na cruz por nossos pecados e em nosso lugar, foi ressuscitado dentre os mortos e ascendeu para ministrar no santuário celestial em nosso favor. Virá outra vez para o livramento final de Seu povo e a restauração de todas as coisas. (João 1:1-3 e 14; 5:22; Col. 1:15-19; João 10:30; 14:9; Rom. 5:18; 6:23; II Cor. 5:17-21; Lucas 1:35; Filip. 2:5-11; I Cor. 15:3 e 4; Heb. 2:9-18; 4:15; 7:25; 8:1 e 2; 9:28; João 14:1-3; I Ped. 2:21; Apoc. 22:20). Ver vídeo (Realvideo 3 minutos). 


5. Deus Espírito Santo
Deus, o Espírito Santo, desempenhou uma parte ativa com o Pai e o Filho na Criação, Encarnação e Redenção. Inspirou os escritores das Escrituras. Encheu de poder a vida de Cristo. Atrai e convence os seres humanos; e os que se mostram sensíveis, são renovados e transformados por Ele, à imagem de Deus. Concede dons espirituais à Igreja. (Gên. 1:1 e 2; Lucas 1:35; II Pedro 1:21; Lucas 4:18; Atos 10:38; II Cor. 3:18; Efés. 4:11 e 12; Atos 1:8; João 14:16-18 e 26; 15:26 e 27; 16:7-13; Rom. 1:1-4).


6. Deus é o Criador
Deus é o Criador de todas as coisas e revelou nas Escrituras o relato autêntico de Sua atividade criadora. “Em seis dias fez o Senhor os Céus e a Terra” e tudo que tem vida sobre a Terra, e descansou no sétimo dia dessa primeira semana. (Gên. 1;2; Êxo. 20:8-11; Sal. 19:1-6; 33:6 e 9; 104; Heb. 11:3; João 1:1-3; Col. 1:16 e 17).


7. A Natureza do Homem
O homem e a mulher foram formados à imagem de Deus com individualidade e com o poder e a liberdade de pensar e agir. Conquanto tenham sido criados como seres livres, cada um é uma unidade indivisível de corpo, mente e alma, e dependente de Deus quanto à vida, respiração e tudo o mais. Quando nossos primeiros pais desobedeceram a Deus, negaram sua dependência dEle e caíram de sua elevada posição abaixo de Deus. A imagem de Deus, neles, foi desfigurada, e tornaram-se sujeitos à morte. Seus descendentes partilham dessa natureza caída e de suas conseqüências. (Gên. 1:26-28; 2:7; Sal. 8:4-8; Atos 17:24-28; Gên. 3; Sal. 51:5; Rom. 5:12-17; II Cor. 5:19 e 20).


8. O Grande Conflito
Toda a humanidade está agora envolvida num grande conflito entre Cristo e Satanás, quanto ao caráter de Deus, Sua Lei e Sua soberania sobre o Universo. Esse conflito originou-se no Céu, quando um ser criado, dotado de liberdade de escolha, por exaltação própria, tornou-se Satanás, o adversário de Deus, e conduziu à rebelião uma parte dos anjos. Ele introduziu o espírito de rebelião neste mundo. Observado por toda a Criação, este mundo tornou-se o palco do conflito universal, dentro do qual será finalmente vindicado o Deus de amor. (Apoc. 12:4-9; Isa. 14:12-14; Ezeq. 28:12-18; Gên. 3; Gên. 6-8; II Pedro 3:6; Rom. 1:19-32; 5:19-21; 8:19-22; Heb. 1:4-14; I Cor. 4:9).


9. Vida, Morte e Ressurreição de Cristo
Na vida de Cristo, de perfeita obediência à vontade de Deus, e em Seu sofrimento, morte e ressurreição, Deus proveu o único meio de expiação do pecado humano, de modo que os que aceitam essa expiação, pela fé, possam ter vida eterna, e toda a Criação compreenda melhor o infinito e santo amor do Criador. (João 3:16; Isa. 53; II Cor. 5:14, 15 e 19-21; Rom. 1:4; 3:25; 4:25; 8:3 e 4; Filip. 2:6-11; I João 2:2; 4:10; Col. 2:15). 


10. A Experiência da Salvação
Em infinito amor e misericórdia, Deus fez com que Cristo Se tornasse pecado por nós, para que nEle fôssemos feitos justiça de Deus. Guiados pelo Espírito Santo reconhecemos nossa pecaminosidade, arrependemo-nos de nossas transgressões e temos fé em Jesus como Senhor e Cristo, como Substituto e Exemplo. Esta fé que aceita a salvação, advém do poder da Palavra e é o dom da graça de Deus. Por meio de Cristo somos justificados e libertados do domínio do pecado. Por meio do Espírito, nascemos de novo e somos justificados. Permanecendo nEle, tornamo-nos participantes da natureza divina e temos a certeza da salvação agora e no Juízo. (Sal. 27:1; Isa. 12:2; Jonas 2:9; João 3:16; II Cor. 5:17-21; Gál. 1:4; 2:19 e 20; 3:13; 4:4-7; Rom. 3:24-26; 4:25; 5:6-10; 8:1-4, 14, 15, 26 e 27; 10:7; I Cor. 2:5; 15:3 e 4; I João 1:9; 2:1 e 2; Efés. 2:5-10; 3:16-19; Gál. 3:26; João 3:3-8; Mat. 18:3; I Pedro 1:23; 2:21; Heb. 8:7-12). 


11. Crescimento em Cristo
Por sua morte na cruz, Jesus triunfou sobre as forças do mal. Ele, que subjugou os espíritos demoníacos durante Seu ministério terrestre, quebrantou o poder deles e garantiu Sua condenação final. A vitória de Jesus nos dá a vitória sobre as forças do mal que ainda buscam controlar-nos, enquanto caminhamos com Cristo em paz, gozo e na segurança de Seu amor. Agora, o Espírito Santo mora em nosso interior e nos dá poder. Continuamente consagrados a Jesus como nosso Salvador e Senhor, somos libertos do fardo de nossas ações passadas. Não mais vivemos nas trevas, sob o temor dos poderes do mal, da ignorância e a insensatez de nossa antiga maneira de viver. Nesta nova liberdade em Jesus, somos chamados a crescer à semelhança de Seu caráter, mantendo uma comunhão diária com Ele por meio da oração, alimentando-nos de Sua Palavra, meditando nela e na providência divina, cantando em Seu louvor, reunindo-nos para adorá-Lo e participando na missão da Igreja. Ao entregar-nos ao Seu amorável serviço por aqueles que nos rodeiam e ao testemunharmos de sua salvação, a presença constante do Senhor em nós, por meio do Espírito, transforma cada momento e cada tarefa em uma experiência espiritual. (Salm. 1:1,2; 23:4; 77:11,12; Col. 1:13, 14; 2:6, 14,15; Luc. 10:17-20; Efés. 5:19, 20; 6:12-18; I Tess. 5:23; II Pedro 2:9; 3:18; II Cor. 3:17,18; Filip. 3:7-14; I Tess. 5:16-18; Mat. 20:25-28; João 20:21; Gál. 5:22-25; Rom. 8:38,39; I João 4:4; Heb. 10:25.

12. A Igreja
A Igreja é a comunidade de crentes que confessam a Jesus Cristo como Senhor e Salvador. Unimo-nos para prestar culto, para comunhão, para instrução na Palavra, para a celebração da Ceia do Senhor, para o serviço a toda a humanidade e para a proclamação mundial do Evangelho. A Igreja é a Família de Deus. A Igreja é o corpo de Cristo. (Gên. 12:3; Atos 7:38; Mat. 21:43; 16:13-20; João 20:21 e 22; Atos 1:8; Rom. 8:15-17; I Cor. 12:13-27; Efés. 1:15 e 23; 2:12; 3:8-11 e 15; 4:11-15).


13. O Remanescente e sua Missão
A Igreja universal compõe-se de todos os que verdadeiramente crêem em Cristo; mas, nos últimos dias, um remanescente tem sido chamado para fora, a fim de guardar os mandamentos de Deus e a fé de Jesus. Este remanescente anuncia a chegada da hora do Juízo, proclama a salvação por meio de Cristo e prediz a aproximação de Seu segundo advento. (Mar. 16:15; Mat. 28:18-20; 24:14; II Cor. 5:10; Apoc. 12:17; 14:6-12; 18:1-4; Efés. 5:22-27; Apoc. 21:1-14).
 
14. Unidade no Corpo de Cristo
A Igreja é um corpo com muitos membros, chamados de toda nação, tribo, língua e povo. Todos somos iguais em Cristo. Mediante a revelação de Jesus Cristo nas Escrituras, partilhamos a mesma fé e esperança e estendemos um só testemunho para todos. Essa unidade encontra sua fonte na unidade do Deus triúno, que nos adotou como Seus filhos. (Sal. 133:1; I Cor. 12:12-14; Atos 17:26 e 27; II Cor. 5:16 e 17; Gál. 3:27-29; Col. 3:10-15; Efés. 4:1-6; João 17:20-23; Tiago 2:2-9; I João 5:1).


15. O Batismo
Pelo batismo confessamos nossa fé na morte e na ressurreição de Jesus Cristo e atestamos nossa morte para o pecado e nosso propósito de andar em novidade de vida, sendo aceitos como membros por Sua Igreja. É por imersão na água e segue-se à instrução nas Escrituras Sagradas e à aceitação de seus ensinos. (Mat. 3:13-16; 28:19 e 20; Atos 2:38; 16:30-33; 22:16; Rom. 6:1-6; Gál. 3:27; I Cor. 12:13; Col. 2:12 e 13; I Pedro 3:21).


16. A Ceia do Senhor
A Ceia do Senhor é uma participação nos emblemas do corpo e do sangue de Jesus, como expressão de fé nEle, nosso Senhor e Salvador. A preparação envolve o exame de consciência, o arrependimento e a confissão. O Mestre instituiu a Cerimônia do lava-pés para representar renovada purificação, para expressar a disposição de servir um ao outro em humildade semelhante à de Cristo, e para unir nossos corações em amor. (Mat. 26:17-30; I Cor. 11:23-30; 10:16 e 17; João 6:48-63; Apoc. 3:20; João 13:1-17).


17. Dons e Ministérios Espirituais
Deus concede a todos os membros de Sua Igreja, em todas as épocas, dons espirituais. Sendo outorgados pela atuação do Espírito Santo, o Qual distribui a cada membro como Lhe apraz, os dons provêem todas as aptidões e ministérios de que a Igreja necessita para cumprir suas funções divinamente ordenadas. Alguns membros são chamados por Deus e dotados pelo Espírito para funções reconhecidas pela Igreja em ministérios pastorais, evangelísticos, apostólicos e de ensino. (Rom. 12:4-8; I Cor. 12:9-11, 27 e 28; Efés. 4:8 e 11-16; II Cor. 5:14-21; Atos 6:1-7; I Tim. 2:1-3; I Pedro 4:10 e 11; Col. 2:19; Mat. 25:31-36).


18. O Dom de Profecia
Um dos dons do Espírito Santo é a profecia. Este dom é uma característica da Igreja remanescente e foi manifestado no ministério de Ellen G. White. Como a mensageira do Senhor, seus escritos são uma contínua e autorizada fonte de verdade e proporcionam conforto, orientação, instrução e correção à Igreja. (Joel 2:28 e 29; Atos 2:14-21; Heb. 1:1-3; Apoc. 12-17; 19:10). 


19. A Lei de Deus
Os grandes princípios da Lei de Deus são incorporados nos Dez Mandamentos e exemplificados na vida de Cristo. Expressam o amor, a vontade e os propósitos de Deus acerca da conduta e das relações humanas, e são obrigatórios a todas as pessoas, em todas as épocas. Esses preceitos constituem a base do concerto de Deus com Seu povo e a norma do julgamento de Deus. (Êxo. 20:1-17; Mat. 5:17; Deut. 28:1-14; Sal. 19:7-13; João 14:15; Rom. 8:1-4; I João 5:3; Mat. 22:36-40; Efés. 2:8).


20. O Sábado
O bondoso Criador, após os seis dias da Criação, descansou no sétimo dia e instituiu o Sábado para todas as pessoas, como memorial da Criação. O quarto mandamento da imutável Lei de Deus requer a observância deste Sábado do sétimo dia como dia de descanso, adoração e ministério, em harmonia com o ensino e prática de Jesus, o Senhor do Sábado. (Gên. 2:1-3; Êxo. 20:8-11; 31:12-17; Lucas 4:16; Heb. 4:1-11; Deut. 5:12-15; Isa. 56:5 e 6; 58:13 e 14; Lev. 23:32; Mar. 2:27 e 28). 


21. Mordomia
Somos despenseiros de Deus, responsáveis a Ele pelo uso apropriado do tempo e das oportunidades, capacidades e posses, e das bênçãos da Terra e seus recursos, que Ele colocou sob o nosso cuidado. Reconhecemos o direito de propriedade da parte de Deus, por meio de fiel serviço à Ele e a nossos semelhantes, e devolvendo os dízimos e dando ofertas para a proclamação de Seu Evangelho e para a manutenção e o crescimento de Sua igreja. (Gên. 1:26-28; 2:15; Ageu 1:3-11; Mal. 3:8-12; Mat. 23:23; I Cor. 9:9-14). 


22. Conduta Cristã
Somos chamados para ser um povo piedoso, que pensa, sente e age de acordo com os princípios do Céu. Para que o Espírito recrie em nós o caráter de nosso Senhor, só nos envolvemos naquelas coisas que produzirão em nossa vida, pureza, saúde e alegria semelhantes às de Cristo. (I João 2:6; Efés. 5:1-13; Rom. 12:1 e 2; I Cor. 6:19 e 20; 10:31; I Tim. 2:9 e10; Lev. 11:1-47; II Cor. 7:1; I Pedro 3:1-4; II Cor. 10:5; Filip. 4:8).


23. Matrimônio e Família
O Casamento foi divinamente estabelecido no Éden e confirmado por Jesus como união vitalícia entre um homem e uma mulher, em amoroso companheirismo. Para o cristão, o compromisso matrimonial é com Deus, bem como com o cônjuge, e só deve ser assumido entre parceiros que partilham da mesma fé. No tocante ao divórcio, Jesus ensinou que a pessoa que se divorcia do cônjuge, a não ser por causa de fornicação, e se casa com outro, comete adultério. Deus abençoa a família e tenciona que seus membros ajudem um ao outro a alcançar completa maturidade. Os pais devem educar os seus filhos a amar o Senhor e a obedecer-Lhe. (Gên. 2:18-25; Deut. 6:5-9; João 2:1-11; Efés. 5:21-33; Mat. 5:31 e 32; 19:3-9; Prov. 22:6; Efés. 6:1-4; Mal. 4:5 e 6; Mar. 10:11 e 12; Lucas 16:18; I Cor. 7:10 e 11).


24. O Ministério de Cristo no Santuário Celestial
Há um santuário no Céu. Nele Cristo ministra em nosso favor, tornando acessíveis aos crentes os benefícios de Seu sacrifício expiatório oferecido uma vez por todas, na cruz. Ele foi empossado como nosso grande Sumo Sacerdote e começou Seu ministério intercessório por ocasião de Sua ascensão. Em 1844, no fim do período profético dos 2.300 dias, Ele iniciou a segunda e última etapa de Seu ministério expiatório. O juízo investigativo revela aos seres celestiais quem dentre os mortos será digno de ter parte na primeira ressurreição. Também torna manifesto quem, dentre os vivos, está preparado para a trasladação ao Seu reino eterno. A terminação do ministério de Cristo assinalará o fim do tempo da graça para os seres humanos, antes do Segundo advento. (Heb. 1:3; 8:1-5; 9:11-28; Dan. 7:9-27; 8:13 e 14; 9:24-27; Núm. 14:34; Ezeq. 4:6; Mal. 3:1; Lev. 16; Apoc. 14:12; 20:12; 22:12).


25. A Segunda Vinda de Cristo
A segunda vinda de Cristo é a bendita esperança da Igreja. A vinda do Salvador será literal, pessoal, visível e universal. (Tito 2:13; João 14:1-3; Atos 1:9-11; I Tess. 4:16 e 17; I Cor. 15:51-54; II Tess. 2:8; Mat. 24; Mar. 13; Lucas 21; II Tim. 3:1-5; Joel 3:9-16; Heb. 9:28). 


26. Morte e Ressurreição
O salário do pecado é a morte. Mas Deus, o único que é imortal, concederá vida eterna a Seus remidos. Até aquele dia, a morte é um estado inconsciente para todas as pessoas. (I Tim. 6:15 e 16; Rom. 6:23; I Cor. 15:51-54; Ecles. 9:5 e 6; Sal. 146:4; I Tess. 4:13-17; Rom. 8:35-39; João 5:28 e 29; Apoc. 20:1-10; João 5:24).


27. O Milênio e o Fim do Pecado
O milênio é o reinado de mil anos, de Cristo com Seus santos, no Céu, entre a primeira e a segunda ressurreições. Durante este tempo serão julgados os ímpios mortos. No fim desse período, Cristo com Seus Santos e a Cidade Santa descerão do Céu à Terra. Os ímpios mortos serão então ressuscitados e, com Satanás e seus anjos, cercarão a cidade; mas fogo de Deus os consumirá e purificará a Terra. O Universo ficará assim eternamente livre do pecado e dos pecadores. (Apoc. 20; Zac. 14:1-4; Mal. 4:1; Jer. 4:23-26; I Cor. 6; II Pedro 2:4; Ezeq. 28:18; II Tess. 1:7-9; Apoc. 19:17, 18 e 21).


28. A Nova Terra
Na Nova Terra, em que habita justiça, Deus proverá um lar eterno para os remidos e um ambiente perfeito para vida, amor, alegria e aprendizado eternos, em Sua presença. (II Pedro 3:13; Gên. 17:1-8; Isa. 35; 65:17-25; Mat. 5:5; Apoc. 21:1-7; 22:1-5; 11:15). 



Fonte: http://www.portaladventista.org/portal/quem-somos/5-crencas-fundamentais

Na Mira da Verdade - O que significa o número da besta? Haverá mesmo um bio-chip?

Qual a marca da besta?
A ferida mortal é a queda de Roma?
Quem escreveu as Tábuas da Lei na segunda vez? Foi Deus ou Moisés?
Qual o pecado imperdoável?
Ellen White é a única profetiza dos últimos dias? A Igreja Adventista tomou um voto sobre isso?

Na Mira da Verdade - No monte da transfiguração o que apareceram aos discípulos?

O que dizer quando uma pessoa sente que está fora do seu corpo? Isso seria a alma separada do corpo?
Os tímidos não entrarão no reino dos Céus?
No sábado devemos ficar só em oração ou podemos fazer outras coisas nesse dia de guarda?
Só os guardadores do sábado herdarão o céu?
Nós já existíamos antes de nascer?
Existe o terceiro céu?
A Igreja adventista não fala em línguas, então ela não tem o espírito santo?

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Na Mira da Verdade - Jesus foi o primeiro a ressuscitar?

Neste episódio muitas doutrinas seguidas pelos adventistas são colocadas na mira da verdade. Os questinomanentos se mostraram bem pesados e incluiram até a pessoa de Ellen White. O programa está quente, fervente.

Podemos ou não aquecer os alimentos no sábado?
Satanás tem ou não acesso a nossa mente?
As mulheres só podem usar cabelos cumpridos?
O Espírito santo é uma pessoa ou apenas uma força?
Se Deus é completamente bom, como explicar Isaías 45:7?
Como Samuel escreveram livros que relatam a própria morte?



sábado, 15 de dezembro de 2012

Curtas - Paulo continuou a guardar o sábado?

Alguns têm alegado que as cartas de Paulo dariam liberdade para se colocar o domingo no lugar do sábado! Será verdade?

"E depois disto partiu Paulo de Atenas, e chegou a Corinto. E, achando um certo judeu por nome Áqüila, natural do Ponto, que havia pouco tinha vindo da Itália, e Priscila, sua mulher (pois Cláudio tinha mandado que todos os judeus saíssem de Roma), ajuntou-se com eles, E, como era do mesmo ofício, ficou com eles, e trabalhava; pois tinham por ofício fazer tendas. E TODOS OS SÁBADOS disputava na sinagoga, e convencia a judeus e gregos.." ( Atos 18:4)

Como se vê Paulo continuou com as pregações no sábado e trabalhava construindo tendas nos demais dias da semana.

"E passando por Anfípolis e Apolônia, chegaram a Tessalônica, onde havia uma sinagoga de judeus. E Paulo, como tinha por costume, foi ter com eles; e por três SÁBADOS disputou com eles sobre as Escrituras," ( Atos 17:1-2)

Segundo o livro que fala sobre os atos do apóstolo, Paulo utiliza o sábado para suas pregações normalmente.

"Por não terem conhecido a este, os que habitavam em Jerusalém, e os seus príncipes, condenaram-no, cumprindo assim as vozes dos profetas que se lêem TODOS OS SÁBADOS." (Atos 13:27)

Neste versículo acima os livros dos profetas, continuaram sendo lidos no sábado, assim como os livros de Moisés citado em um artigo anterior (Atos 15:21). Uma prova de que também continuaram a observar a Lei e os Profetas do antigo testamento.


Mas e quanto a Jesus, qual era o seu costume?

"E desceu a Cafarnaum, cidade da Galiléia, e os ensinava nos sábados." (Lucas 4:31)


(Sr. Adventista)

Resposta ao Décio sobre a sua decisão quanto ao artigo.



Já ouvi este tipo de discurso inclusive da boca do amigo Adailton. Demagogia pouca?

E se eu lhe dissesse que vossa visão sobre o adventismo está errada? Que estais a julgar falsamente as atitudes de nossos irmãos, baseado na amargura que têm quanto ao adventismo?

Que não está nem um pouco preocupado com a situação das pessoas, haja vista que não faz coisa alguma para ajudar e tão somente critica e aponta o dedo, procurando desmerecer o bem que os cristãos denominacionais têm feito e que a própria sociedade reconhece?

O caro amigo bem como seus colegas não escrevem aquele artigo que solicitei porque não podem. Sem a igreja (física) não conseguem fazer coisa alguma! Nós porém que mantemos tais denominações, podemos fazer tudo aquilo que Jesus nos ordenou. Coisas que os caros amigos, na situação em que estão não conseguem.

Se eu quiser ajudar uma comunidade na áfrica que tenha sido atingida por uma catástrofe, basta colocar uma oferta em um envelope endereçado para este fim, que o dinheiro chega rapidamente à este local, integralmente.

Se eu quiser dar alimentos à uma família em dificuldade que não tem o que comer, posso procurar o departamento da Adra, ou então outros irmãos e cada um dar uma oferta especial para ajudar esta família.

Se eu não puder fazer um trabalho missionário especial, tenho apenas que trabalhar com mais dedicação e dar meu dízimo para que o pastor e os voluntários, através dos dízimos obtenham financiamento para executar tal trabalho.

Não preciso me preocupar em alugar um local, comprar produtos de limpeza, fazer a higiene, alugar caixas de som, nem outras coisas apenas para reunir os irmãos, louvar a Deus e estudar a palavra de Deus.

Já financiamos uma igreja com tudo isto, com todo aparato necessário para assistir aos cultos. Pagamos um pastor para pregar para nós todas as semanas. Para recebermos estudos bíblicos dirigidos. Encontros sociais, JA, retiros.

10% de nosso salário é um valor irrisório diante da estrutura que obtemos para assistir aos cultos, lembre que o que pagamos de imposto é em média 40% de todo nosso salário.

A igreja se propõe a fazer o trabalho de pregação, evangelização, impressão de livros, distribuição, missões, assistência às famílias e aos doentes e necessitados.

Enquanto isto podemos nos dedicar ao trabalho, à família e ao próximo, confiantes de que há toda uma igreja, departamentos e obreiros que tratam de fazer o trabalho que nos seria incumbido.

No sábado podemos descansar com a consciência tranqüila de que cumprimos com nosso dever de levar o evangelho à todas as nações, enquanto nos concentramos em evangelizar nosso amigos, colegas de trabalho e pessoas próximas de nossa comunidade.

Na igreja podemos cantar em alta voz, sem sermos incomodados pelos vizinhos. Temos um lugar onde podemos nos ajoelhar com os irmãos e orarmos. Podemos ouvir as pregações do pastor e estudar a bíblia com lições e outros materiais de ótima qualidade.

E saber que de tudo que a igreja faz somos nós cristãos que sustentamos é de uma satisfação imensa. Cada vídeo que mostra dezenas de pessoas que nunca antes ouviram sobre Jesus, serem batizadas, apenas com uma única campanha nos traz grande alegria.

Podemos não ter retorno financeiro algum nos dízimos e ofertas que entregamos, mas recebemos cada vez mais irmãos, milhares, milhões em diversas partes do mundo onde antes não havia esperança.

E recebemos como presente uma TV e uma rádio, onde podemos sentar com a família e assistir programas cristãos de qualidade, sem comerciais seculares, nem erotismo, nem coisas imundas provenientes do mundo.

Podemos ouvir nossas músicas no rádio mesmo, no carro enquanto vamos para o trabalho e ver em uma esquina o resultado de nosso trabalho ao perceber jovens da missão calebe dedicando as férias a entregar livros e folhetos que falam da breve volta de Jesus.

Pelo que damos à igreja, recebemos pessoas, irmãos que estarão conosco no paraíso e queremos que sejam milhões e milhões de milhões de pessoas que passaram pelos mesmos dilemas que venceram assim como nós.

Cada pessoa dentro de uma igreja, que é a casa de Deus é mais uma alma, candidata à salvação, que conta com todo aparato para se manter firme na fé, neste mundo conturbado, cheio de atrativos e entretenimento.

Infeliz daqueles que estão fora sujeitos à estas coisas e influenciados por estas coisas.

Não há lugar mais seguro do que dentro da igreja, junto aos irmãos, unidos em uma mesma fé e um mesmo propósito.

Aqui no adventismo, quem faz a igreja somos nós. Cada cristão faz a diferença, nós quem mantenemos a igreja, de tudo usufruímos.

Temos um pastor dedicado integralmente a atender nossos interesses, aceitando receber tão somente um salário (em muitas igrejas os pastores dividem o dízimo totalmente entre si).

Nós dirigimos para onde vão nossas ofertas e o dízimo damos com prazer porque as bênçãos que já recebemos de Deus, não há onde se colocar.

Temos igrejas, TV, rádios, livros em vasta quantidade, em todo estado, em cada cidade podemos usufruir da nossa igreja, com pastores e diáconos, prontos a nos servirem.

Hoje entramos nas internet e podemos ouvir nossas músicas onde quer que estejamos e podemos baixá-las, já que o adventismo não se importa de compartilhar livros, músicas nem nada do que temos.

Nossas igrejas estão abertas à todos, cristãos, não cristãos, visitantes de outras denominações. Nossos livros estão abertos à todos, nossa TV é aberta a todos e nosso rádio para quem quiser ou precisar.

E temos nossas escolas que são destaques em Enens, temos nossos hospitais que é um dos melhores em todo o mundo, com tecnologia de ponta. Temos clubes de desbravadores, clubes de aventureiros, enfim todo aparato que um cristão necessita com o diferencial de tudo ser voltado à mensagem de Jesus.

Nossos colégios internos são maravilhosos, e os profissionais cristãos que nos atendem são sem igual.

É tanta bênção que caiu sobre o adventismo que não há onde se guardar, não há celeiro que possa caber tanta bênção provinda do céu.

Se hoje somos felizes e podemos viver tranqüilos, com todo suporte que um cristão precisa para viver de uma maneira cristã neste mundo, devemos à nossa santa e amada igreja.

Esta mesma igreja está aberta e pronta para recebê-lo amigo Décio, de tudo quanto temos, venha e usufrua. Quando enfim sentir a necessidade de colaborar com esta bela obra e missão dada por Deus, agirá conforme a vossa consciência.

Que Jesus então o abençoe assim como tem abençoado a nossa Santa e amada igreja.

(Sr. Adventista)

Resposta ao Cristão livre, sobre a dita carta

Em resposta ao comentário: http://novamenteadventistas.blogspot.com/2012/11/incoerencia-de-um-aprendiz-de-cristao.html?showComment=1355538141047#c4166762225941935252


"Te faço uma pergunta: Se eu tivesse continuado no meio adventista como membro, poderia estar postando esta mensagem e não seria excluído da Igreja?"


O amigo está agindo com dissimulação, porque pouco tempo atrás havia me perguntado o porque o escritor da carta não ter sido excluído da igreja!

Ademais sei que o amigo é inteligente e sei que também não acredita que tal carta tenha provindo de Deus.  E não estou dizendo isto em tom de falácia. O amigo realmente acredita que tal carta foi ditada por Deus?

Sabe quantos videntes, espíritas e pessoas dadas à este tipo de recebimento de mensagens, têm recebido supostos alertas em todo mundo? O que o leva a pensar que tal carta seja mesmo de cunho Divino?

Lanço um desafio ao amigo de comprovar esta afirmação:

"são as nossas interpretações Adventistas das escrituras, que está em conflito com cristianismo"

Lhe mostro sem sombra de dúvida que doutrinas como a do arrebatamento, consciência após a morte, imortalidade da alma entre outras mais não são bíblicas, tão somente fazendo uso não apenas do novo testamento, mas também do antigo.

Se o amigo quiser informações históricas poderemos nos aprofundar na mitologia grega, no paganismo e então veremos de onde veio tais doutrinas que já eram latente na época de Jesus, por parte de gentios, mas que jamais foram incorporadas à bíblia.

Jesus é o caminho, Ele veio em carne, morreu e passou pela morte, não como um espírito desencarnado, mas como um sono, então ressuscitou e subiu vivo e com SEU corpo para o céu.

Está é a verdadeira ressurreição bíblica, este é o caminho que todo cristão que morre em Cristo percorre.

Imagina só se sentaremos à mesa, como espíritos desencarnados, com aqueles que foram para o céu com seus corpos, a exemplo de Elias, Enoque, Moisés e Jesus. Estes então tomarão do vinho! E nós? Ficaremos apenas olhando? Como comeremos da árvore da vída? Se isto é uma metáfora, por que então Jesus reformará a terra? Plantaremos e colheremos? Faremos uso das árvores frutíferas? Acariciaremos os animais?

Até mesmo os anjos têm corpos, físicos que podem ser tocados, conforme lemos no Antigo testamento, até se alimentam de bois cevados, e olha que comem bastante.

Até mesmo Deus lutou com Jacó, e olha que não foi uma briga espiritual, até a coxa de Jacó foi danificada.

Amigo Cristão Livre, sinceramente não dá! Tendo conhecimento de todas as coisas escritas no Antigo Testamento, bem como os avisos contra bruxaria e toda forma de espiritismo e consulta aos mortos inclusive os supostos "familiares", jamais um adventista deixará suas doutrinas bíblicas antigo-testamentarias para "cair" nesta onda de "verdadeiro cristianismo" segundo a forma de espiritismo moderno que têm sido aceito em tantas igrejas.

Deixe me explicar ao amigo.

O catolicismo assimilou em suas doutrinas, ensinamentos pagãos, como o culto ao sol, este é o motivo de levantarem o solstício em suas cerimônias.

Doutrinas oriundas do cristianismo como a do purgatório, céu e inferno que provém da mitologia grega e que eram muito apreciada pelos pagãos na época também foram incorporadas. Assim como Deuses aos quais se atribuíram imagens de santos como Paulo (na bíblia, apóstolo certa vez foi comparado à um deus pagão).

Acontece que as igrejas protestantes se desligaram do catolicismo, mas não se desligaram das doutrinas pagãs. Apenas aceitaram a evidência inegável, pregada por Lutero, de que a salvação é unicamente pela graça e rejeitaram também as imagens.

Mas e quanto ao resto?

Acontece que muitas igrejas protestantes que carregaram consigo estas doutrinas provindas do catolicismo, acabaram por procurar na bíblia motivos para sustentarem suas crenças, tal como a do domingo e a de que os espíritos sobem sem o corpo ao céu.

Porém assim como precisam inventar uma páscoa semanal em homenagem à morte de Jesus, pra, no tempo de Constantino, transferir o sábado cristão para o domingo de adoração pagã e assim unir os dois povos e promover uma paz. Também assim as igrejas têm procurado na bíblia, em versos do novo testamento, versículos que possam apoiar a crença na imortalidade da alma que é a base teológica de muitas igrejas.

Porém há um pequeno e significativo detalhe. Quando comparamos as doutrinas resultantes deste estudo feito tão somente no antigo testamente, percebemos que as doutrinas não se harmonizam.

Daí sugerem que o antigo testamento tenha perdido a validade, ou abolido.

Mas veja que diferente do que pregam alguns Pentecostais e pessoas de outras denominações, o adventismo se firma NA Bíblia como regra de fé e abandona todas essas convenções que não têm apoio bíblico.

Isto se dá pelo seguinte motivo:

Lembremos dos pais do adventismo, que eram compostos de grande número de pessoas provindas das mais diversas religiões, que se propuseram a resgatar o cristianismo puro, observado antes da intervenção papal e do catolicismo.

Estes adventistas já guardavam o sábado, pela evidência das escrituras, mas abandonaram tudo em que acreditaram, sentaram-se juntos à mesa e dia após dia, examinavam as escrituras para encontrar as verdadeiras doutrinas, antes seguidas pela igreja.

Deste modo o adventismo não proveio nem do catolicismo nem do protestantismo. Embora seus componentes viessem de várias religiões, as doutrinas resultantes deste estudo se basearam na bíblia, inclusive o antigo testamento.

Ao NÃO se abolir a lei nem as profecias antigo-testamentarias, descobriu-se as verdadeiras doutrinas que contradizem tudo que diz respeito à imortalidade da alma. Quem tratou de dar significado à estas profecias foi a profetiza Ellen White. Por isto muitos a odeiam.

Lembremos que o espíritismo moderno surgiu pouco depois, e ainda no tempo em que Ellen White começou a receber visões.

Os escritos de Ellen White trata de explicar porções da bíblia que as pessoas não se atrevem a dar significado, justamente por contradizer a crença de várias denominações existente atualmente.

Ellen White trouxe às claras aquilo que estava abafado pela ignorância das escrituras. A pequena luz que Ellen White incindiu sobre a Bíblia foi o suficiente, para que os pais da igreja adventista pudessem compreender todos os detalhes do plano da salvação e do trabalho que Jesus realiza junto ao Pai na morada celestial.

Enquanto que doutrinas modernas colocam o espírito como foco principal, Ellen White coloca Cristo como personagem principal, ainda nos dias de hoje.

Enquanto algumas religiões colocam pessoas indo para o céu como espíritos desencarnados para receber as promessas Divina, Ellen White mostra Jesus fazendo um trabalho em prol de todos nós, a fim de VIR NOS BUSCAR.

O adventismo surgiu em uma época em que a maioria das igrejas não esperavam mais a volta de Cristo. Muitas delas acreditavam que o espírito é quem iria para o céu, e que Cristo viria apenas para buscar as últimas almas que estariam ainda em seus corpos no tempo do fim.

Mas a bíblia ensina que quem morre como se estivesse em um sono profundo, onde não há consciência, aguardando o dia de ressuscitarem, quando então os salvos ressuscitarão primeiro e serão arrebatado com seus corpos transformados para o céu.

Estas verdades são aterradoras, porque falam de uma segunda ressurreição que é a dos ímpios para a condenação.

Naquela época e até mesmo hoje, é mais confortável pensar que o trabalho de Jesus foi totalmente completo na cruz e que este esteja apenas esperando que através da morte nossos espíritos desencarne e vá para o céu.

Contudo não podemos fugir da verdade, há muitas porções ingnoradas da bíblia que hão de se cumprir. Todos passaremos por um julgamento, quer seja para salvação ou para condenação.

E julgamento nos relembra a lei pela qual seremos julgados. Ninguém quer ser julgado, porque sabem que estão em dívidas para com a lei, senão não se importariam em serem julgados através dela.

Porque a bíblia diz que nenhuma condenação há para aqueles que andam no caminho do Senhor.

Nisto muito se perderão, por transgredir os mandamentos de Deus achando que não haverá problemas futuros. A pergunta que se faz é:

- Pediu perdão à Deus por todos os pecados que têm cometido?

Mas principalmente:

- Confessou os seus pecados a Deus?

Ora como uma pessoa confessará seus pecados se não so reconhece? Se acredita que hà muito tempo teria sido abolida a lei de Deus que aponta nossas falhas e pecados?

Sequer dá ouvidos aos alertas dos profetas como Isaías e fazemos tudo de errado que tais profetas nos alertaram a corrigir em nosso caráter.

Como bons adventistas damos ouvidos à lei e aos profetas e não ignoramos instruções proféticas apenas porque contradiga nosso estilo de Vida.

Ellen White e os pais da igreja adventista se viram em um dilema entre seguir as doutrinas que encontraram bíblicamente ou ignorá-las seguindo o que cada um tinha como crença irrevogável.

Muitos deixaram de lado suas crenças e abraçaram todas as verdades bíblicas. Assim fizeram nascer uma religião não proveniente das outras, mas originada à partir dos antigos ensinamentos bíblicos observados pelos membros da igreja na época apostólica, antes da intervenção de roma.

Todos cristãos sincero que busca a verdade deve examinar as antigas escrituras e passar as doutrinas em que acredita pela prova de fogo. Muitos não têm coragem de fazer isto, mas se o fizerem, dificilmente terminará os estudos com a mesma confiança que antes tinham em doutrinas relacionadas com a imortalidade da alma.

Ellen White não disse nada de novo em questão de doutrinas, está tudo na bíblia, na parte que antes ignorávamos, nas palavras dos profetas e nas profecias que nos recusávamos a sequer tocar no assunto, porque tais profecias falavam de nossa igreja que naquele período estaria apostatada, bebendo ainda do cálice de abominações do paganismo, sendo a doutrina da imortalidade da alma a mais perigosa delas.

Qualquer doutrina que contradiga a ressurreição pela qual Jesus passou deve ser rejeitada. Assim como Jesus morreu e resuscitou, assim também seremos ressuscitados, assim como Jesus subiu aos céus, assim o veremos descer. O mesmo batismo por imersão pelo qual Jesus passou é o batismo pelo qual devemos passar, a mesma vida em cumprimento aos mandamentos é a vida que devemos levar.

Jesus carregou em sua vida o resultado de TODO o evangelho e de tudo quanto Deus havia nos dado no antigo testamento.

Jesus guardador do sábado, das leis de Moisés, criador de tudo quanto há, que levou uma vida em conformidade com a vontade de Deus, que cumpriu tudo quanto havia sido escrito e que pregava utilizando e defendendo as escrituras que tinha em mãos e que era o antigo testamento. Que não comeu carne de porco, que se preocupou com a saúde das pessoas, que não se contaminou com as vaidades e prazeres do mundo. Que sorria e se sentia feliz por estar fazendo a vontade do Pai. Que na carne de suas mãos têm ainda hoje as marcas dos pregos que lhe causaram dor. O mesmo Jesus que depois da ressurreição pôde ser tocado, pois estava vivo, em carne e osso.

O mesmo Jesus que é nosso advogado e dia após dia nos defende do acusador. Que realiza os trabalhos no templo celestial, por tanto tempo representado pelos judeus aqui na terra. Fazendo expiação pelos nossos pecados e perdoando cada uma de nossas dívidas para com a lei e Seus ensinamentos.

O mesmo Jesus que prometeu nos mandar profetas a fim de que não se perdesse o testemunho de Jesus, o mesmo seguido pela igreja na época apostólica e que tão covardemente foi perseguida e morta e não obstante hoje se vê contaminada pelo paganismo e doutrinas que são cada vez mais exploradas pelo espiritismo para se estabelecer nas igrejas.

Os ensinamentos contidos no novo testamento são os mesmos pregados pelo antigo testamento. Os apóstolos pregavam estes ensinamentos tendo em mãos, aberto, as antigas escrituras a qual defendiam.

O evangelho estava apenas na metade, esperando pela vinda do messias, Jesus veio para completar a parte que faltava e dar sentido à TODA a bíblia.

Tanto zelo, Cristo teve pelas antigas escrituras, que tratou de limpá-la do fermento dos fariseus e da tradição que havia corrompido seus ensinamentos. Trouxe o real sentido para coisas que estavam sendo seguidas de forma errada e removeu toda desculpa para não se seguir corretamente tudo que havia sido escrito na Bíblia que tinham em mãos, o antigo testamento.

O resultado disto foi o seu testemunho. O modo como Jesus pregou e viveu a lei de Deus, deixando o exemplo a todos aqueles que querem também ressuscitar e ir para o céu.

Morrendo com a esperança de que um dia seremos chamados por Cristo e sairemos da terra com corpos glorificados, onde nenhum mal jamais poderá habitar e sentaremos à mesa com Abraão, Jacó e Moisés e tomaremos do melhor suco de uva que Jesus têm guardado especialmente para este encontro.


(Sr. Adventista)