terça-feira, 21 de agosto de 2012

Espírito Santo - O maestro que provêm de Deus




Ao carregar a cruz e pedir insistentemente, com lágrimas nos olhos, perdão para a humanidade que lhe estava afligindo tanta dor, Jesus entoou o mais belo cântico de salvação desde a fundação do mundo. Mais do que isto Jesus estava (mais ou menos) dizendo:

- Vê, eles não me amam, mas mesmo assim eu os amo, perdoa-os ò pai! Eles não me amam, mas amarão a ti através de mim.

Amor foram as únicas palavras que saíam da boca de Jesus ao receber duros golpes em sua carne. Não houve um gemido (de protesto), não houve um protesto, como ovelha muda não reclamou.

Do momento em que Jesus foi procurado pelos soldados que buscavam prendê-lo, o beijo na face provindo do traidor iniciou o entoar da melodia. O Espírito Santo já se aprontava como testemunha do martírio por que passaria o Salvador.

Assim como Jesus preparou suas malas para descer, no momento em que sua pré-ciência demonstrou a perdição do homem. O Espírito Santo também, já se adiantou, para descer e consolar aqueles que sofreriam pela perda do Cristo. Sobre o lugar onde haveria de ser colocada a cruz do calvário, o Espírito olhava atônito toda a perplexidade da cena, onde ao longe, Cristo vinha carregando sua cruz.

Deus assistia a tudo, sofrendo ainda mais que seu filho, cada passo e cada angústia e cada súplica que saía do Salvador. O espetáculo de horror se tornou em beleza, o Regente estava acompanhando cada passo do Salvador e um esplendor sem igual provinha do Cristo que na cena mais terrível já presenciada pela humanidade, se mostrou a mais perfeita flor imaculada, o coração humano mais puro e a expressão de amor mais sublime. Capaz de derrubar do trono, todo e qualquer falso deus que o homem pudesse um dia ter inventado. Porque nenhum deles se sacrificou pela humanidade.

E o Espírito Santo não deixou desafinar sequer um nota. E o coração de Jesus, então batia no mesmo ritmo do coração do Pai, e assim também batia o coração do Espírito. Jesus então sentiu a graça que Davi havia sentido em seu desalento. Ele, porém, estava puro e intocado, embora sua carne estivesse esfacelada.

E a música soou em tom de condenação ao tentador, o sagaz, o ludibriador, o terrível inimigo, que por trás da voz da multidão exigia o sacrifício do Filho de Deus. Ele tentou matar o próprio Deus que o criara.

A música então parou, todo céu se voltou para o Cristo, agora crucificado. Nem uma única abelha (anjo) se atreveu a tocar suas asas. Aquele era o momento sublime, o mais esperado, o fundamento que definiria a salvação ou a perdição de toda humanidade.

E o Cristo não vacilou, e confiou, mesmo temendo a morte se entregou totalmente ao Pai, confiando à ele SUA vida e o resultado de SUA missão.

A natureza chorou, e a terra sacudiu tentando tirar de suas costas os homens que bradavam a morte de Jesus. E um soldado caiu, atônito, ao ver o sangue de Jesus cair sobre duas vertes, mataram o Filho de Deus.

E o céu se enfureceu, e todos olharam para Satanás, que em gritos psicóticos se deliciava com a morte de Jesus. Os anjos aprontaram suas espadas e enrijeceram seus escudos, dispostos a descer imediatamente como relâmpagos e vingar a morte do Salvador.

Mas o Pai, com o ar de um Deus que havia perdido seu Filho, repete as palavras do Cristo: Está consumado!

Os anjos perderam as forças, as espadas o seu brilho, os escudos, o seu vigor e os anjos se compadeceram do salvador. Estava agora evidente o erro de se permitir o pecado. A partir de então a história do universo, voltou a ter seu verdadeiro caráter retomado: JUSTIÇA!

E esta Justiça é Jesus, através dele foi feita toda a justiça contra o pecado e contra todo tipo de mau. Aquele que pagou o terrível preço do pecado, mesmo sem merecer, poderia agora cobrar da própria injustiça, o satanás, por sua injustiça. Nada então poderia segurar a mão do Salvador.

Mas como Este poderia cobrar justiça se não voltasse a viver?

Eis que Satanás já se colocava triunfante, bastava então esperar o terceiro dia, porque em sua mente acreditava que Jesus jamais poderia passar por aquilo sem ter fraquejado. Satanás sabia que se o sacrifício de Jesus não fosse totalmente puro, santo e imaculado, Deus não aceitaria. Jesus morreu (pensou ele), não há remédio para a morte, eu venci.

Mas ao terceiro dia, todos os demônios caíram de joelhos. Soou o badalar da condenação. O Espírito Santo olha para os adversários que ELE em pouco tempo enfrentaria no lugar de Jesus, em um batalha já ganha pelo Salvador.

A pedra foi removida, os demônios procuraram por um corpo sem vida mas não encontraram. Alguém que estava morto saiu de sua própria tumba e Satanás já o sabia, no fundo já esperava. Pois não poderia jamais vencer o filho de Deus.

E a música que era triste se tornou alegre, o nosso regente, o Espírito de Deus estava se preparando para tomar seu lugar de consolador. O Salvador deveria partir para preparar as nossas moradas. Sim ele subiu aos céus e confirmou: Satanás está derrotado! Enfim a humanidade pode ser resgatada, o preço foi pago e aceito. A escritura foi feita, o acordo foi selado. O Espírito Santo foi dado como garantia, penhor até que Jesus volte para nos buscar.

Eis que este Espírito de Deus está ao lado de todo o cristão, pronto a consolá-lo, deixou o lado do Pai, para estar com os que foram feitos filhos de Deus, portanto não o rejeite, porque se rejeitar o penhor estará rejeitando o acordo, estará riscando sua própria parte na escritura. Ele veio para nos ajudar a ser verdadeiros cristãos, assim como Jesus, guardador de todas as leis de Deus e do verdadeiro caráter de um filho de Deus, coisas estas que impedem a entrada do pecado no mundo, ou no mínimo, em nossas vidas.



(Sr. Adventista)



sábado, 18 de agosto de 2012

Evidências - O desafio da Arqueologia Minimalista

A arqueologia progredia em harmonia com os relatos bíblicos, até que surgiram os minimalistas, que com o passar do tempo não se mostraram nada além de um tropeço.




Buda, um homem que buscou a verdade




Buda nasceu príncipe, mas renunciou à riqueza, ao poder e aos prazeres, para buscar a felicidade plena. Fez-se mendigo e andarilho, buscou a natureza, jejuou, meditou, para chegar à conclusão de que a felicidade está em renunciar à própria vontade.

“Disse-lhe Jesus: Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, e segue-me.” (Mateus 19:21)

Buda seguiu o caminho natural de todo ser humano que busca a verdade. Neste caminho encontrou a velhice, a doença, a dor e a morte. Mas descobriu também que tais coisas eram passageiras e que a reencarnação não é a verdade sobre a vida, e que há um céu à espera daqueles que alcançam a verdade.

Na natureza, Buda encontrou o real sentido da vida, a natureza lhe ensinou, e por meio dela buscou a sabedoria de todo o coração.

Buda não conheceu a Deus como nós conhecemos, também não conheceu a Jesus como conhecemos, mas a própria natureza fala sobre seu Criador, e em sua própria mente humana a sabedoria foi revelada, e Buda conheceu as virtudes do filho de Deus, mesmo sem O conhecer.

“Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis;” (Romanos 1:20)

Buda não precisou de uma taboa contendo mandamentos para se afastar da prostituição, da cobiça, da mentira, do culto a deuses mortos, a própria sabedoria o guiou a abandonar tais coisas e assim se aproximou do caminho e da verdade que leva à vida.  E sabemos que a sabedoria vem de Deus.

Buda não fez de si mesmo um deus, mas um dos homens mais humildes e sinceros, colocando-se entre aqueles que desde a corrupção do mundo, um dia buscaram a Deus de todo o coração, sem o conhecer, mas sabendo que Ele existe e que seus caminhos levam à perfeição.

O conhecimento de que somente abdicando da própria vontade é que se encontra a real felicidade é uma verdade encontrada por Buda mas também explicada naturalmente através dos mandamentos de Deus.

Não matar, Não furtar, Não adulterar, Não mentir, Não cobiçar, Não cultuar falsos deuses, Não ter nada que o afaste do caminho da verdade e sabedoria e dedicar tempo para conhecer Aquele que é superior.

Abdicando das coisas que são inerentes da vontade da carne pecaminosa, nos aproximamos da sabedoria e nos tornamos aptos a conhecer a verdade.

A maior batalha que travamos se dá no campo da mente, onde diariamente somos tentados, justamente por estas coisas que devemos evitar, estas coisas que nos prendem aos prazeres imediatos, às vontades, e nos desviam da verdadeira sabedoria.

A vida de Buda nos serve de testemunho de que é preciso abandonar o próprio EU para se encontrar a Deus. Buscando o real sentido da vida é inevitável que nos tornemos semelhantes a Jesus. A própria vida de Buda nos ensina que não há outro caminho, pois, somente seguindo os passos de Jesus e nos tornando semelhantes a ELE encontraremos a real paz e a verdadeira felicidade.

Buda também descobriu que o segredo de uma vida harmoniosa está na temperança, como a corda de um violão. Se afrouxamos demais esta perde o tom e se apertamos demais esta se arrebenta. É na temperança que encontramos a verdadeira sabedoria, na sabedoria descobrimos nossos maiores inimigos e abdicando de nossa vontade, os vencemos.

"Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança." ( Gálatas 5:22)

Quantos estão hoje, dia e noite a lutar contra seus demônios? Desejo, desânimo, cobiça, ódio, tristeza, avareza, todas estas coisas existem na vida daqueles que não abdicam da própria vontade em prol do que é certo.

Para vencer é necessário que antes guardemos as leis de Deus, nos abdicando de nossa própria vontade, assim preparamos terreno fértil para o semeador. Buscando a sabedoria, o conhecimento e sobretudo a fé encontraremos aquilo que precisamos, a água da vida que jamais se esgota.

Nesta água, mergulhando o nosso próprio EU, onde este é sepultado para que subamos como nova criatura.

Então diremos: Não mais EU, mas Cristo vive em mim.

E nossos desejos se voltam à outras coisas, as puras, as santas. Então ao passo a luz da aurora, brilhamos mais e mais até que nos tornemos em dias perfeitos.

"Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito." (  Provérbios 4:18)

Será que encontraremos Buda no céu? Isto só Deus sabe. Mas Buda nos deixou uma valiosa lição:

“EU” é o nome do deus que impera em nossas vidas e nos traz todos os sofrimentos.


(Sr. Adventista)

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Mas afinal de contas, o selo de Deus é o Sábado ou o Espírito Santo?

Muitos cristãos em sua sinceridade, tem acreditado que o Espírito Santo é o selo descrito no livro de apocalipse. Esta afirmação se dá com base principalmente no seguintes versículos:

"Em quem também vós estais, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e, tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa." (Efésios 1:13)

"E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual estais selados para o dia da redenção." ( Efésios 4:30)

Ora! Se este versículo é visto como prova de que o selo de Deus é o Espírito Santo, então os que acreditam em tal coisa, terão um problema, porque terão que aceitar também o sábado como selo pois assim diz a Bíblia:

"Guarde o mandamento com cuidado e sele a lei entre os meus discípulos." (Isaías 8:16)

Perceba que o contexto de Isaías 8 trata também de um período de tribulação, assim como no livro de Ezequiel e no livro de apocalipse. Mostra também uma intervenção divina onde Deus separa os seus, selando-lhes algo, antes que o castigo sobrevenha ao povo:

"Continuem a fazer o mal, ó nações, e vocês serão destruídas! Escutem, terras distantes: Ainda que vocês se preparem para o combate, serão destruídas! Sim, mesmo que se preparem para o combate, vocês serão destruídas!" (Isaías 8:9)

Sinalizando um período de grande aflição:

"Depois olharão para a terra e só verão aflição, trevas e temível escuridão, e serão atirados em densas trevas." (Isaías 8:22)

Desta forma percebemos que tanto em Isaías 8:16, como em Ezequiel 9:4 e Apocalipse 7:4, Há períodos críticos onde Deus usa um selo para distinguir SEU povo fiel, com intuito de protegê-los:

Mas veja o detalhamento que a Bíblia nos dá sobre o selo:

"E olhei, e eis que estava o Cordeiro sobre o monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil, que em suas testas tinham escrito o nome de seu Pai." (Apocalipse 14:1)

Afinal, qual é o nome do Pai?

"E eu apareci a Abraão, a Isaque, e a Jacó, como o Deus Todo-Poderoso; mas pelo meu nome, o SENHOR, não lhes fui perfeitamente conhecido."

Mas que selo de propriedade e proteção é este que contém o nome do Pai?

"Guardareis os meus sábados, e o meu santuário reverenciareis. Eu sou o SENHOR." (Levítico 19:30)

"Guardareis os meus sábados, e reverenciareis o meu santuário. Eu sou o SENHOR." (Levítico 26:2)

"Tu, pois, fala aos filhos de Israel, dizendo: Certamente guardareis meus sábados; porquanto isso é um sinal entre mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que eu sou o SENHOR, que vos santifica." (  Êxodo 31:13)

"Cada um temerá a sua mãe e a seu pai, e guardará os meus sábados. Eu sou o SENHOR vosso Deus." (  Levítico 19:3)

"E também lhes dei os meus sábados, para que servissem de sinal entre mim e eles; para que soubessem que eu sou o SENHOR que os santifica." (Ezequiel 20:12)

"E santificai os meus sábados, e servirão de sinal entre mim e vós, para que saibais que eu sou o SENHOR vosso Deus." (Ezequiel 20:20)

"e lhe disse: "Percorra a cidade de Jerusalém e ponha um sinal na testa daqueles que suspiram e gemem por causa de todas as práticas repugnantes que são feitas nela".

"E aos filhos dos estrangeiros, que se unirem ao SENHOR, para o servirem, e para amarem o nome do SENHOR, e para serem seus servos, todos os que guardarem o sábado, não o profanando, e os que abraçarem a minha aliança," (Isaías 56:6)

"Por isso guardareis os meus mandamentos, e os cumprireis. Eu sou o SENHOR. E não profanareis o meu santo nome, para que eu seja santificado no meio dos filhos de Israel. Eu sou o SENHOR que vos santifico; Que vos tirei da terra do Egito, para ser o vosso Deus. Eu sou o SENHOR." (Levítico 22:31-33)

Mas será que no mandamento o Sábado cumpre todas as exigências? 

"Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR teu Deus; não farás nenhum trabalho nele, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu boi, nem o teu jumento, nem animal algum teu, nem o estrangeiro que está dentro de tuas portas; para que o teu servo e a tua serva descansem como tu; Porque te lembrarás que foste servo na terra do Egito, e que o SENHOR teu Deus te tirou dali com mão forte e braço estendido; por isso o SENHOR teu Deus te ordenou que guardasses o dia de sábado." (Deuteronômio 5:14-15)

"mas o sétimo dia é o sábado dedicado ao Senhor teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teus filhos ou filhas, nem teus servos ou servas, nem teus animais, nem os estrangeiros que morarem em tuas cidades. Pois em seis dias o Senhor fez os céus e a terra, o mar e tudo o que neles existe, mas no sétimo dia descansou. Portanto, o Senhor abençoou o sétimo dia e o santificou." (Êxodo 20:10-11)


Nome: Eu sou o SENHOR ;
Formação: Deus;
Profissão: Criador; 
Domínio: Céus, terra, mar e tudo o que neles existe.
Servos: Homens libertos;

Sábado! O selo colocado sobre a criação.

"No sétimo dia Deus já havia concluído a obra que realizara, e nesse dia descansou. Abençoou Deus o sétimo dia e o santificou, porque nele descansou de toda a obra que realizara na criação." (Gênesis 2:2-3)

(Sr. Adventista)


segunda-feira, 13 de agosto de 2012

O Sábado e o Selo



"E vi outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno, para o proclamar aos que habitam sobre a terra, e a toda a nação, e tribo, e língua, e povo." (Apocalipse 14:6)

"Dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é vinda a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas."  (Apocalipse 14:7)

Contraponha o último versículo com:

"Porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o SENHOR o dia do sábado, e o santificou." (Êxodo 20:11)

Veja o que ocorre em seguida:

"E outro anjo seguiu, dizendo: Caiu, caiu babilônia, aquela grande cidade, que a todas as nações deu a beber do vinho da ira da sua prostituição. 

E seguiu-os o terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na sua testa, ou na sua mão,

 Também este beberá do vinho da ira de Deus, que se deitou, não misturado, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro."  (Apocalipse 14:8-10)

Adorai aquele que fez o céu e a terra, e o mar, e as fontes das águas, no dia em que Deus ordenou que o adorássemos. Em lembrança de tudo quanto ELE criou, reconhecendo que este mesmo Deus é o autor de todas as coisas e que o sábado assim como todos aqueles que o guardam, pertencem ao criador. O sábado portanto é uma aceitação da soberania de Deus sobre nós. O selo colocado sobre o mundo onde diz:

Tudo que está aqui, ao Criador pertence.

(Sr. Adventista)


O povo de Deus




O povo santo:

“Também lhes dei os meus sábados como um sinal entre nós, para que soubessem que eu, o Senhor, fiz deles um povo santo.” (Ezequiel 20)

Um povo santo:

“O Senhor proclamou aos confins da terra: "Digam à cidade de Sião: Veja! O seu Salvador vem! Veja! Ele traz a sua recompensa e o seu galardão o acompanha".

 Eles serão chamados povo santo, redimidos do Senhor; e você será chamada procurada, cidade não abandonada.” (Isaías 62:11-12)

“O Senhor fará de vocês o seu povo santo, conforme prometeu sob juramento, se guardarem os mandamentos do Senhor, do seu Deus, e andarem nos caminhos dele.” (Deuteronômio 28:9)

“Ele se tornará muito forte, mas não pelo seu próprio poder. Provocará devastações terríveis e será bem sucedido em tudo o que fizer. Destruirá os homens poderosos e o povo santo.” (Daniel 8:24)

“pois vocês são povo consagrado ao Senhor, ao seu Deus. Dentre todos os povos da face da terra, o Senhor os escolheu para serem o seu tesouro pessoal.” (Deuteronômio 14:2)

O Deus que torna SEU povo santo:

“Diga aos israelitas que guardem os meus sábados. Isso será um sinal entre mim e vocês, geração após geração, a fim de que saibam que eu sou o Senhor, que os santifica” (Êxodo 31:13)

“Também lhes dei os meus sábados como um sinal entre nós, para que soubessem que eu, o Senhor, fiz deles um povo santo.” (Ezequiel 20)

Façamos um contraste entre o povo de Deus que busca diretamente a Jesus Cristo, criador dos céus e da Terra e o homem que se diz filho de Deus e intermediador entre Deus e o SEU povo.


Jesus e o sábado.

 
Papa e o domingo.


Ambos demarcando seu território.

O sábado é o dia onde nos reunimos com Deus, criador dos céus e da terra, o mesmo que criou o homem e o mesmo que resgatou o homem de volta para si.

O domingo é o dia onde os fiéis à igreja do papado se reúnem, reivindicando um poder à igreja em mudar dias e até a lei na pessoa do Papa, este, um líder religioso auto-ititulado como um mediador entre Deus e os homens, capaz de perdoar pecados e conceder salvação à humanidade.



Atenciosamente.

Sábado - Um sinal entre Deus e o SEU povo.





A pergunta que se faz é:

O sábado pode servir como sinal de identificação do povo de Deus? E quanto ao Espírito Santo.

Jesus realmente prometeu mandar um consolador:

"E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre;" (João 14:16)

Mas Deus já, antes, selava os seus :

e lhe disse: "Percorra a cidade de Jerusalém e ponha um sinal na testa daqueles que suspiram e gemem por causa de todas as práticas repugnantes que são feitas nela". (Ezequiel 9:4)

O Espírito Santo não é este selo:

Matai velhos, jovens, virgens, meninos e mulheres, até exterminá-los; mas a todo o homem que tiver o sinal não vos chegueis; e começai pelo meu santuário. E começaram pelos homens mais velhos que estavam diante da casa.

Assim está escrito no livro de Ezequiel:

“Também lhes dei os meus sábados como um sinal entre nós, para que soubessem que eu, o Senhor, fiz deles um povo santo.” (Ezequiel 20:12)

“Contudo, os israelitas se rebelaram contra mim no deserto. Não agiram segundo os meus decretos, mas rejeitaram as minhas leis, sendo que aquele que lhes obedecer viverá por elas, e profanaram os meus sábados. Por isso eu disse que derramaria a minha ira sobre eles e os destruiria no deserto.” (Ezequiel 20:13)

“porque eles rejeitaram as minhas leis, não agiram segundo os meus decretos e profanaram os meus sábados. Pois os seus corações estavam voltados paras os seus ídolos.” (Ezequiel 20:16)

“‘Mas os filhos se rebelaram contra mim: Não agiram de acordo com os meus decretos, não tiveram o cuidado de obedecer às minhas leis, sendo que aquele que lhes obedecer viverá por elas, e profanaram os meus sábados. Por isso eu disse que derramaria a minha ira sobre eles e lançaria o meu furor contra eles no deserto.” (Ezequiel 20:21)

“porque não obedeceram às minhas leis, mas rejeitaram os meus decretos e profanaram os meus sábados, e os seus olhos cobiçaram os ídolos de seus país.” (Ezequiel 20:24)

“Você desprezou as minhas dádivas sagradas e profanou os meus sábados” (Ezequiel 22:8)

“Também me fizeram isto: ao mesmo tempo contaminaram o meu santuário e profanaram os meus sábados.” (Ezequiel 23:38)

Desde sua entrega, o sábado tem sido usado como um sinal:

“Diga aos israelitas que guardem os meus sábados. Isso será um sinal entre mim e vocês, geração após geração, a fim de que saibam que eu sou o Senhor, que os santifica” (Êxodo 31:13)

O sinal sempre existiu, porém, tanto em Ezequiel como no apocalipse este sinal foi evidenciado para que nem homens, nem anjos tocassem no povo santo.

O Espírito Santo serve como sinal de identificação daqueles que aceitaram a Jesus. O sábado um sinal daqueles que permaneceram fiéis a Deus. Porém, dentre os dois, o sábado é o que possui as características de um selo. O sábado é um sinal de fidelidade.

Vai além de um simples sinal que identifica uma propriedade. O sábado indica não apenas que Deus tomou posse de SEU povo, mas também, que o povo aceitou a esse Deus como Senhor.

Deixemos o Espírito Santo no papel de Divindade e o sábado no papel de selo entre Deus e o seu povo, como sempre foi, desde a fundação do mundo.

Atenciosamente.