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domingo, 16 de outubro de 2016

O homem crucificado

"Ainda assim, você está interpretando o trabalho de Zias e Sekelis como dizendo que, não houve análise dos ossos das mãos e braços" Das mãos, irmão, não dos braços, que segundo as análises fizeram uma verificação acerca de marcas. Todo o resto é conjectura, formadas não por meio de marcas presentes no achado, sendo boa parte embasadas na ausência de marcas de cravos o que não indicaria, necessariamente, o uso de cordas naquele caso específico. Assim, dizer de que o condenado provavelmente foi amarrado, não é derivado da presença de marcas que indiquem o uso de cordas, logo, o estudiosos fazem uso da idéia comum de que seriam amarrados, então, aí sim, baseado em obras que mostram condenados sendo amarrados, conforme dito pelo Prof. Rodrigo Silva. "E eu fui bem claro no vídeo. Não há como saber se eventualmente eles não usavam pregos." Sim, irmão, e na dúvida, pode ser que tenham usado ou não! Usar a ausência como evidência do uso de cordas, baseado em outras obras, artísticas, não é algo muito correto. Como mencionei, foram usado cravos naquele caso, e para fixar, e isto é muito importante, irmão, o cravo foi usando como um meio de fixar o condenado, não necessitando o uso de cordas. Portanto, não há porque introduzir ali o uso de cordas, dizendo que nos pés utilizaram cravos de fato, para fixar, mas que na mão teriam usado cordas, sendo que não há nenhum tipo de marca que possar identificar tal uso. Deste modo, em um achado onde um cravo foi usado para fixar um condenado na cruz é mais coerente adotar que, talvez, os tivessem usados também nas mãos. A própria fixação dos pés, por uso de cravos, e sendo um caso único achado, bem como a forma como utilizaram o cravo e levando em consideração o osso que o cravo atravessou, mostra que o intuito era fixar realmente o condenado na cruz com o uso de cravos. Nisto, vejo o contrário do irmão. Vejo uma conduta tendenciosa também por parte de Zias e Sekelis, por introduzir o uso de cordas naquele caso, se baseando, repetindo, mais uma vez, como o prof. Rodrigo disse, em obras artísticas e não em evidências por meio do achado. O achado deve ser analisado de forma imparcial, sem a ideia pré-concebida de que se utilizavam cordas ao invés de cravos, porque naquele achado usaram cravos. As marcas nos ossos dos braços, veja, braços, não mãos, pareceu insuficientes também para o Prof. Rodrigo Silva, que não citou este fato. Também não fez menção ao quebrar das pernas do condenado. Veja, citar o quebrar das pernas seria jogar a questão para a defesa bíblica, assim como supor o uso de cordas é jogar a questão para a defesa das obras artísticas. Por ser um achado atípico, incomum e que realmente usava cravos, para fixar, contradizendo toda a ideia até então de que não seria possível fixar um condenado por meio de cravos, não podemos analisar este achado sob perspectiva de obras artísticas, justificando o uso de cordas pela ausência de marcas do uso de cravos. O achado mostrou que ali, naquele condenado, pelo menos na parte dos pés, não foi necessário o uso de cordas. De modo que aquele achado não favorece o uso de cordas mas sim de cravos, também nas mãos. E não se pode usar o argumento de que seriam cordas, por serem mais comuns, porque o próprio osso do pé do condenado "diz" o contrário: - O mais comum era corda, mas aqui eu usei cravo! Deste modo, não estavam analisando algo comum à luz de outros achados. E temos os elementos principais, que não foram destacados no estudo de Zias e Sekelis (pelo menos segundo o que tivemos acesso) e que foi a fixação do condenado por meio do cravo e que, além disto, mostra sinais de uma técnica bastante desenvolvida, segundo o osso e a forma como utilizaram este osso para fixação do condenado, por meio do uso de cravo. Assim, este achado em específico, aponta para a fixação do condenado com o uso de cravo e o próprio achado mostra isto. De modo que, então, a coisa se inverte e os estudioso Zias e Sekelis é quem estariam forçando uma ideia tradicionalmente concebida, acerca do uso de cordas, segundo obras artísticas, em um achado que não aponta para tal direção. Veja, não há, também, presença ali de marcas que indicassem o uso de cordas, nem haveria, ainda que tivessem usado e todos os ossos estivessem em perfeito estado. Justificar, então, a presença de cordas, usando como evidência a ausência de marcas de uso de cravos, não parece lógico. E se usarmos a parte que fala do quebrar das pernas do condenado, daria maior razão ao que lemos na Bíblia. De modo que, não vejo razão para justificar o uso de cordas ali, senão segundo o argumento de que era o mais usado. Mas o próprio achado contradiz este argumento, mostrando de de que naquele condenado não teria sido usado integralmente este método mais utilizado. A questão ali se trata de uma crucifixão com o uso de cravos, o uso de cordas não possui base -> no achado. Não caberia fazer ali uma defesa do uso de cordas, usando a ocasião da ausência de marcas plausíveis do uso de cravo nos braços. O próprio achado contradiz a antiga regra dita de que não usavam cravos para fixar o condenado. Fica um ar de que o uso de cordas é verdadeiro, até que se prove o uso de cravos! Tal regra é tão falha que o próprio achado a contradisse. O argumento agora muda para: - Tudo bem, usaram cravos para fixar o pé do condenado, mas "as mão continuam sendo possíveis de serem fixada apenas pelo uso de cordas, ou outros métodos, mas não o de cravos". É isto que tenho notado acerca desta questão, irmão. A falácia da autoridade e o argumento do comum, realmente não se aplica neste caso irmão. Este caso mostra ser uma exceção à regra de crucifixão e seus detalhes (especialmente aquele de que um condenado não poderia ser sustentado com o uso somente de cravos). O que vimos é que, naquele método, dois cravos eram necessários para fixar ambos os pés. Resta saber como fixavam as mãos. E fazer uma batalha doutrinária em favor do uso de cordas em nada haverá de engrandecer em conhecimento, caso, tenha sido realmente utilizado, naquele caso, cravos também nas mãos. De modo que, ainda que tenham usado cordas, devemos procurar o uso de cravos e não usar o argumento do comum a fim de invalidar a questão da possibilidade do uso de cravos. Quando Zias e Sekelis questionaram Haas no campo das evidências, segundo as marcas no osso do braço, a questão estava no campo da análise e o Prof. Rodrigo Silva reconheceu isto. Mas quando recorreu às obras artísticas, ao meu ver, fez aquilo que o irmão disse que o prof. Rodrigo Silva teria feito. De forma inversa, teria jogado a questão para o uso de cordas, sendo que ali não há nada que indique o uso de cordas senão pelo meio do argumento da ausência de sinais do uso de cravos, recorrendo ao argumento sobre o que era o mais comum. Sendo isto que notei, após analisar tudo isto, na fala do Prof. Rodrigo Silva, de que o uso de cordas se daria por meio de construções artísticas, o que é mostrado pelos próprios pesquisadores que recorreram à estas construções. Quanto à questão do amarrar estar sendo questionada, realmente está irmão! Não há como não questionar sendo que o próprio Zias e Sekelis mudaram sua opinião, sobre a impossibilidade de se fixar um condenado com o uso de cravos, pelo menos na questão dos pés. Veja, o professor Rodrigo Silva disse que "a questão do amarrar estava sendo questionado" e não que a opinião dos especialistas estariam mudando, porque quanto ao amarrar não mudaram nem mudarão nunca. É com base nisto que digo que não notei nada de incorreto nestas falas do Prof. Rodrigo Silva. É minha opinião, mediante observação e análise dos fatos. Mas respeito a opinião do irmão e reconheço que suas convicções possuem base, por lógico, uma vez que se constitui na opinião comum. E ainda que as maiores evidências sejam construções é algo que não podemos desconsiderar. Agora, aquele achado pode ser usado sim, para a defesa do uso de cravos, ainda que certamente não nas mãos, e também para a fixação do condenado com o uso de cravos. Afirmar o uso de cordas nos braços é válido, mas não plausível, assim como não é plausível afirmar o uso de cravos. Considero porém, em opinião particular, de que o achado é favorável ao uso de cravos também nas mãos e repito, nas mãos, mãos, não braços. Quanto às mãos, realmente parecem não terem sido analisadas como o foi o braço à procura de marcas e arranhaduras. Se os ossos estariam muito fragmentados, ou não, não sabemos. Nisto prefiro confiar na informação do prof. Rodrigo Silva, pois nem Haas, nem os dois pesquisadores, pelo menos no conteúdo que tivemos ao nosso alcance, falam, propriamente dita, desta parte, havendo apenas uma menção, no que não é prudente tirar conclusões por meio da ocasião do uso da palavra "metacarpal". De modo que temos que dar o benefício da dúvida quanto ao uso de cravos, nas mãos, naquele caso, ao invés de assumir, sem base, de que, diferente dos pés, ter-se-ia usado cordas para fixar as mãos do condenado, baseado em construções artísticas. É isto que considero prudente, irmão, onde a minha maior curiosidade é saber como as mãos de um condenado poderiam ser fixada com o uso de cravos.

Ainda que naquele caso houvessem realmente usado cordas para fixar as mãos, mesmo que um pouco frustrado, descobrir isto ainda não abalaria minha fé (e que Deus me ajude nisto). Porque ainda que não houvesse uma única evidência, não indicaria de que Cristo não houvesse sido crucificado. E mesmo que a crucifixão de Cristo, na parte das mãos, porque na questão dos pés já resolvemos, fosse um caso único na história, ainda assim não deixaria de ser verdade que o Cristo foi crucificado, também nas mãos. E Deus sempre deixa algo, irmão, onde, saber que as pernas do condenado foram quebradas, embora não tão importante (e não sendo minha animação na razão da miséria do pobre condenado mas sim no significado que isto traz à luz da Bíblia), é um ânimo a mais para continuar atento para mais informações sobre este assunto. Nisto, eu gosto de uma frase da escritora cristã Ellen G. White que diz: "ninguém perde pela investigação rigorosa dos fatos". Um abraço e muito obrigado pelas informações, irmão, que Deus te abençoe.

sábado, 8 de outubro de 2016

Análise -"Refutando a entrevista do Rodrigo Silva ao Jô - Parte 1/4" (com réplica e tréplica)



Temos um relato romano que fala que amarravam os crucificados?

Rodrigo Silvo usou uma base, a ausência de relato romano, faltou com a verdade ao dizer que não havia? Ou seja, temos realmente um relato romano (não uma opinião), mas um registro antigo romano que fala de que amarravam os crucificados?

Segunda pergunta: Esta questão de amarrar os crucificado, está sendo hoje questionado? Amigo disse "a maioria dos especialistas acredita".

E Rodrigo Silva no vídeo não disse que a ideia de que os crucificados eram amarrado "estava mudando". O que Rodrigo Silva disse é que "a questão do amarrar, hoje está sendo questionado".

Então, independente de estar mudando ou não, volto à pergunta: Esta questão do amarrar, hoje está sendo questionada? O amigo disse "a maioria dos especialistas acredita". Não são todos? Há quem questione? Ou não?

Os demais detalhes ditos por Rodrigo Silva também parecem estar de acordo aos 5:50.

E Rodrigo Silva não disse que os ossos das mãos e do braço não foram encontrados, mas sim de que estavam fragmentados. Pergunto: Estavam ou não fragmentados? Jô soares perguntou "Esse negócio de cravo na mão não tem?" Rodrigo Silva respondeu: "Não, não, não porque o osso dele estava muito fragmentado, então os ossos da mão não estavam todos inteiros".

O amigo ainda argumentou "mas que evidentemente era comum o uso de cordas para amarrar crucificados", pergunto, evidentemente? O vídeo mostrou que era evidente o uso de cravos, porque acharam um exemplar contendo um cravo preso ao calcanhar.

E se a questão do uso de cordas não é baseado em relato romano, nem em achado arqueológico, como foi o achado do cravo, por que se afirma que usavam cordas? E por que cordas?

E a argumentação de Rodrigo Silva é de que não foi possível constatar de que os pregos foram utilizados na mão, porque estavam muito fragmentados, mas o amigo disse de que segundo os estudiosos de que "não nenhuma evidência de que os pregos perfuraram os braços e as mãos da vítima". O amigo então argumenta de que isto "parece indicar de que ele foi amarrado". Então pergunto:

Rodrigo Silva mentiu ao dizer de que os ossos estavam fragmentados? Porque o amigo deu a entender que foi possível checar se os tais foram perfurados ou não.

Percebo então de que na explicação de Rodrigo Silva não parece haver incorretude:

1) A questão do amarrar está sendo questionado; Rodrigo Silva disse "A questão do amarrar está sendo questionado" e não que "a idéia de que os crucificados eram amarrados estava mudando";
2) Não temos nenhum relato romano de que amarravam os crucificados;
3) Que as reconstruções renascentistas é que falavam isto;
4) No achado do crucificado constava um cravo fixado ao calcanhar;
5) os ossos das mãos do achado estavam fragmentados demais para se comprovar se foram ou não fixado com cravos;

Creio que o amigo não interpretou direito a afirmação de Rodrigo Silva uma vez que:

1) Mudou o sentido da afirmação de Rodrigo Silva sobre a questão de o amarrar estar sendo "questionado" o qual o amigo trocou por "a idéia estaria mudando";
2) O amigo afirmou "Portanto Rodrigo não deveria ter usado justamente este caso como evidência de que as mãos dos crucificados eram pregadas" sendo que, pelo achado, menos ainda poderia ser usado como evidência para uso de cordas. E o amigo apoiou fortemente o uso de cordas, ao passo que mostrou, atravé do próprio vídeo a possibilidade de que usassem cravos nas mãos além das cordas. Ainda mais a frente aos 9: 55 o amigo afirma "mas é impossível que Jesus tenha sido sustentado APENAS pelos pregos".

O que percebo é que Rodrigo Silva estaria evidenciando o uso de cravos e contradizendo o uso "somente de cordas".

Quanto a questão do uso do cravo COM cordas, ou cravo SEM cordas, não deu para extrair do diálogo. Creio que o amigo se equivocou na interpretação do diálogo.


RÉPLICA

Olá. Obrigado por assistir e perguntar. Você disse: 1) A questão do amarrar está sendo questionado; Rodrigo Silva disse "A questão do amarrar está sendo questionado" e não que "a idéia de que os crucificados eram amarrados estava mudando"; Eu reconheço que ele não falou que estava mudando, mas sim sendo questionado. Foi um ato falho meu. Mas isso não muda o meu argumento. Pois para ser questionado, ele tem que dizer porque está sendo questionado! E a evidência que ele apresenta para o questionamento é muito fraca e já havia sido refutada. Você disse: 5) os ossos das mãos do achado estavam fragmentados demais para se comprovar se foram ou não fixado com cravos; O legista/arqueólogo que analisaram o ÚNICO caso de prego encontrado, foram os mesmos que afirmaram em seu documento que Yohanan Ben Hagkol teria sido amarrado. Se você olhar o link, eles claramente descartam a hipótese dele ter tido as mãos pregadas. Que era o questionamento feito por Nico Haas e que foi refutado por Zias e Sekelis. http://cdn.biblicalarchaeology.org/wp-content/uploads/BSBA110602100.jpg?6da03c E eles dizem isso, especificamente pela análise dos ossos do metacarpo e do antebraço: "Thus, the lack of traumatic injury to the forearm and metacarpals of the hand seems to suggest that the arms of the condemned were tied rather than nailed to the cross" Traduzindo: "Assim, a falta de ferimentos traumáticos no antebraço e metacarpo da mão sugerem que os braços do condenado foram amarrados e não pregados à cruz." Como você analista os ossos da mão ou do antebraço se eles estavam "muito fragmentados" eu não sei. Eu concluo que eles não estavam tão ruins, que não se pudesse fazer a tal análise. O que contraria frontalmente o que afirmou Rodrigo. Você disse: 2) Não temos nenhum relato romano de que amarravam os crucificados; Na verdade, aos 7:57 eu destaco (mas não falo) a parte do documento onde eles afirmam que "Existe AMPLA quantidades de evidências artísticas e literárias, para o uso de cordas ao invés de pregos". Pode ser que não sejam romanos, mas existem relatos. Você pode olhar, por você mesmo aqui. http://www.biblicalarchaeology.org/daily/biblical-topics/crucifixion/roman-crucifixion-methods-reveal-the-history-of-crucifixion/ E você pode ver evidências de que os crucificados eram amarrados nesse medalhão de um cristão do século II (que não era um romano), onde Jesus é mostrado amarrado. http://i.imgur.com/KGQYa57.jpg O cara não era uma testemunha ocular de que Jesus teria sido amarrado, mas o fato dele ter desenhado um Jesus amarrado e não pregado é uma evidência artística, de que pelo menos isso deveria ocorrer. Temos que entender que os desenhos da época não eram os melhores, e é muito difícil às vezes interpretar se são pegos ou cordas. Eu não sei se existem relatos romanos especificamente. atravé do próprio vídeo a possibilidade de que usassem cravos nas mãos além das cordas E veja bem, eu não afirmo que Jesus não poderia ter sido pregado. Eu afirmo que é possível que ele talvez tenha sido pregado, mas possivelmente apenas como crueldade. Porque, usar apenas pregos era uma coisa difícil e cara, e eu afirmo portanto que é IMPROVÁVEL, mas não impossível. Você disse: 3) Que as reconstruções renascentistas é que falavam isto; Eu não argumento que as reconstituições renascentistas não falavam isso, pois na renascença eles já haviam desconfiado que Jesus não poderia ter sido só pregado pleas mãos. Por isso, o Sudário mostra Jesus crucificado pelos pulsos. Mas eu honestamente não achei nenhuma reconstituição medieval ou renascentista. Pode ser que exista, eu acho que li algo. Mas eu desconheço. O meu ponto, é que a reconstituição que fala que os crucificados eram provavelmente amarrados e que esse era o método comum de crucificação é JUSTAMENTE o caso de Yohanan Ben Hagkol que ele usa como exemplo. E que ele não deveria ter usado justamente esse, como o caso para argumentar contra o uso de cordas. E essa é uma reconstituição MODERNA diferente do que afirma Rodrigo. Se ele queria afirmar que se estava questionando isso, ele não deveria usar o caso de Yohanan Ben Hagkol, porque ele foi amarrado nas mãos, e só foi pregado no calcanhar. Esse foi o único caso, entre milhares de crucificações onde foram encontrados os restos, e nesse caso o prego era pequeno demais para penetrar a tábua (arruela) o pé e ainda fixar na madeira. No final, eu ainda dou o benefício da dúvida ao pastor, quando eu afirmo que ele talvez tenha se equivocado. E dar uma entrevista como essa pode ser muito estressante. Pode ser que ele não sabia de algo, na época, eu posso mesmo ter interpretado ele erroneamente, etc. Mas ele continua fazendo isso depois. Então eu acho, que ele foi intencional. Um estudioso deveria ser mais cuidadoso. Mas não tenho como saber o que se passava na cabeça dele. Veja os meus próximos vídeos e decida por você mesmo. Abraços.


TRÉPLICA

Olá, irmão, então concluo que o prof. Rodrigo Silva não cometeu nenhuma incorretude em suas justificativas. Poderia estar errado em sua opinião acerca do amarrar ou não, mas não nas justificativas que usou. Aos 8:00 ouvimos "Portanto o rodrigo não deveria ter usado justamente este caso como evidência de que as mãos dos crucificados eram pregadas e que isto estaria mudando." Mas não é isto que se vê no vídeo! No vídeo, o Prof. Rodrigo cita o caso da crucifixão no pé, no que o Jô pergunta: "Este negócio de cravo na mão não tem?!" no que o prof. Rodrigo diz: "não, não, não, porque o osso estava muito fragmentado". A questão do amarrar os braços, por sua vez, está bem longe desta parte, aos 0:50, onde também o Jô levanta acerca da questão de amarrarem os braços onde, ali sim, o prof. Rodrigo Silva de que "a questão do amarrar hoje está sendo questionada". Assim, não vi o Prof. Rodrigo Silva usando "este caso como evidência de que as mãos dos crucificados eram pregadas" pelo contrário, o que vemos no vídeo é ele afirmando que neste caso "não, não, não, porque o osso estava muito fragmentado" o que sugere de que não era possível chegar a tal constatação por meio deste caso. Assim, não vejo nada que desabone a idoneidade do Prof. Rodrigo Silva nesta entrevista com o Jô. Quanto aos esclarecimentos do irmão, as informações foram bem úteis, gostei bastante, os argumentos do irmão também são razoáveis e aprendi bastante. Um abraço.


SALDO

Saldo positivo, cresci bastante em conhecimento, dialogando com uma pessoa bastante educada e solicita.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Arqueologia - Arqueólogos adventistas são destaque na IstoÉ



A busca pela verdade às vezes pode ser bastante árdua, suada, pode desgastar muita roupa e às vezes exigir dinheiro do próprio bolso para financiar as buscas, mas arqueólogos adventistas que deixam o ar condicionado da faculdade para lidar com a picareta se sentem recompensados ao encontrarem objetos contendo informações valiosas sobre a época de Jesus.

Por tudo isto, arqueólogos adventistas têm sido destaque de revista ao mesmo tempo que sentem a recompensa de Deus quando têm o indescritível prazer de ter nas mãos uma peça única e valiosa trazida à luz depois de terem sido guardadas por milênios no solo da Cidade Santa.

Clique aqui para ver a matéria


 (Sr. Adventista)

Notícia - Descoberta pode ajudar a reescrever história cristã


Muitas dúvidas sobre o cristianismo podem estar com os dias contados? Parece que sim!

Foram encontrados nada menos que 70 livros escritos em chumbo com excelente estado de conservação. As figuras, inscrições e testes químicos não deixam dúvidas de que se tratam de escritos do primeiro século, ou seja, da mesma época dos apóstolos.

Uma análise preliminar indica que tais livros haveriam sido escritos pelos próprios cristãos nos primórdios da igreja.

Certa escritora cristã, uma vez disse que nos fim dos tempos seriam encontrados verdadeiros tesouros escondidos e que as verdades bíblicas se tornariam mais do que evidentes. Percebemos isto hoje quando nos colocamos à par das recentes descobertas arqueológicas que comprovam a veracidade histórica da Bíblia Sagrada.

Quanto aos livros encontrados, uma coleção inestimável de informações que se mostram mais antigas que os próprios escritos atribuídos ao apóstolo Paulo, o que pode torná-los a maior descoberta da história cristã.

Clique aqui para ver a matéria completa


(Sr. Adventista)

sábado, 18 de agosto de 2012

Evidências - O desafio da Arqueologia Minimalista

A arqueologia progredia em harmonia com os relatos bíblicos, até que surgiram os minimalistas, que com o passar do tempo não se mostraram nada além de um tropeço.




quinta-feira, 9 de agosto de 2012

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Mistérios da Bíblia: cientistas revelam o segredo de Sodoma


AVISO: Há grandes chances de se tratar de um alarme falso e que Sodoma e Gomorra não tenham sido de fato encontradas ainda.

02-11-2003 - Confirmado! Trata-se de uma alarme falso, Sodoma e Gomorra não foram descobertas ainda. Vídeos foram retirados da fonte de origem.