Não irmão Daniel, quando dizemos leis estamos nos referindo aos conceitos morais de Deus que foram implantados no homem na sua criação no Éden, o qual impedia o ser humano de pecar. A repulsa natural que temos quanto ao matar, adulterar, o desonrar pai e mãe era plena nos dias de Adão e Eva, o pecado é quem quebrou esta lei internamente implantada no homem a fim de fazer com que o homem fosse a semelhança de deus também em sua conduta.
E a lei nunca foi colocada no homem para dar vida, quem dá vida ao homem é o fôlego de vida dado por Deus. A lei serve tão somente para combater o pecado, porém, uma vez que o homem peca, esta lei é quebrada, o homem se torna pecador e passa a agir em contrário à lei que Deus implantou no homem.
Agora o pecado está no homem, que se tornou pecador, o qual a lei condena! É neste sentido que a lei se tornou inimiga e a nossa condenação. Porque assim como Deus, a lei é santa, justa e boa, como é o caráter deste mesmo Deus que colocou esta lei no homem.
O que salvará então o homem do pecado, uma fez que infringida a lei, ela perde sua eficácia e o homem não consegue mais controlar os seus impulsos?
A resposta é uma única, restaurar o homem à condição de perfeição com que Adão e Eva foram criados, sabendo agora das consequências do pecado e assim nunca mais escolherão pecar. Eliminar satanás e seus anjos para que não contaminem novamente a humanidade, fazendo do homem uma nova criatura agora "vacinada contra o pecado" digamos assim.
O problema é que Deus não pode pura e simplesmente fazer isto, porque a cláusula suma da lei é que o preço de todo pecado é a morte! Assim a humanidade teria que sofrer o mesmo destino preparado à satanás e os anjos que com ele se rebelaram contra Deus.
Então houve uma dívida que precisava ser paga para que Deus pudesse restaurar a humanidade. Esta dívida, porém, só poderia ser paga pelo fiador que é aquele de onde provêm aquela lei que é o próprio Deus. Em contrapartida, Deus não poderia obrigar todos os homens, agora pecadores, a se tornarem novamente santos, rejeitar o pecado e então voltar a viver eternamente.
Por isto além da dívida paga é necessário aceitar esta salvação concedida por Deus por meio da pessoa de Cristo.
Em que situação estamos algora?
Ora, a situação em que Cristo pagou a nossa dívida e agora Deus pode nos incorporar novamente à família eterna celestial.
Ao cristão que aceitou a cristo foi dado o passo de escolha, saindo do grupo de satanás e se tornando um morador do céu, peregrino nesta terra.
O que Deus prepara então é a transformação moral do cristão em nova criatura, implantando novamente todas aquelas leis que antes atuavam de forma plena no homem recém criado no Éden:
"Mas esta é a aliança que farei com a casa de Israel depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei a minha lei no seu interior, e a escreverei no seu coração; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo." Jeremias 31:33
Assim não pelo esforço próprio, mas pela capacitação do Espírito, vamos nos tornando cada vez mais semelhante a Cristo que veio com a natureza moral de Adão antes da queda, sem falhas, sem pecado. É esta natureza a que estamos destinados. O homem, porém, só alcançara a perfeição de caráter após a vinda de Cristo, quando o homem então será livrado desta carne que puxa o homem para o pecador, a fim de receber um novo corpo glorificado, sem mácula e sem traço de imperfeição, então voltaremos a ser como o homem Adão recém saído das mãos de Deus.
E assim a lei retorna ao interior do homem e o acompanha por toa a sua vida durante a eternidade, como era para ter sido desde o princípio.
Um abraço.
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terça-feira, 31 de outubro de 2017
domingo, 15 de outubro de 2017
O que é ser santo?
Ser santo não é ser impecável, irmão Roger. Ser santo é ser separado como Daniel, Davi e demais servos e profetas de Deus que cometeram pecados mas se arrependeram e procuraram não fazer do pecado um estilo de vida.
O seguinte verso se refere aos mandamentos de Deus:
"Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são pesados." 1 João 5:3
Este outro também:
"E ele disse-lhe: Por que me chamas bom? Não há bom senão um só, que é Deus. Se queres, porém, entrar na vida, guarda os mandamentos." Mateus 19:17
Este também:
"Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus." Apocalipse 14:12
Dentre vários outros.
I João 3:
"Amados, se o nosso coração não nos condena, temos confiança para com DEUS;
E qualquer coisa que LHE pedirmos, DELE a receberemos, porque guardamos os SEUS MANDAMENTOS, e fazemos o que é agradável à sua vista. E o seu mandamento é este: que creiamos no nome de seu Filho Jesus Cristo, e nos amemos uns aos outros, segundo o seu mandamento." 1 João 3:21-23
A suma:
">> E aquele que guarda os seus mandamentos nele está, e ele nele << E nisto conhecemos que ele está em nós, pelo Espírito que nos tem dado." 1 João 3:24
Significado:
"Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; >> do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai, e permaneço no seu amor. <<" João 15:10
Ademais, Cristo é Deus, não há diferença entre a lei de Cristo e a lei de Deus, porque sendo Deus Cristo é legislador de todas as leis.
Mais mandamentos de Deus:
"Nisto conhecemos que amamos os filhos de Deus, quando amamos a Deus e guardamos os seus mandamentos." 1 João 5:2
Mais:
"E qualquer coisa que lhe pedirmos, dele a receberemos, porque guardamos os seus mandamentos, e fazemos o que é agradável à sua vista." 1 João 3:22
Continuava existindo o pecado para a morte, punido segundo a lei:
"Se alguém vir pecar seu irmão, pecado que não é para morte, orará, e Deus dará a vida àqueles que não pecarem para morte. Há pecado para morte, e por esse não digo que ore. Toda a iniqüidade é pecado, e há pecado que não é para morte." 1 João 5:16,17
Os 10 mandamento são o coração da lei de Deus, correspondem a atos! Os demais pecados são os que motivam estes atos finais, como o assassinato, o falso testemunho contra o próximo e os demais.
E fomos salvos, irmão, não pela obediência de Jesus, mas pelo Seu sacrifício. Fomos justificados não porque Jesus levou uma vida santa porque, ao guardar os mandamentos de Deus, Cristo não fez mais do que a Sua obrigação e se acaso houvesse pecado não poderia servir de propiciação para humanidade.
Fomos salvos porque quem morreu na Cruz foi alguém que além de humano é também divino, contendo em si mesmo valor suficiente para pagar a dívida de toda a humanidade.
Cristo tomou sobre si a nossa culpa e não a nossa RESPONSABILIDADE em guardar os mandamentos de Deus, que é dever de todo homem, porque Deus é o nosso Criador.
"De tudo o que se tem ouvido, o fim é: Teme a Deus, e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo o homem." Eclesiastes 12:13
Então há, de sobra, ordens no livro de 1 João para a guarda dos mandamentos de Deus.
Um abraço.
O seguinte verso se refere aos mandamentos de Deus:
"Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são pesados." 1 João 5:3
Este outro também:
"E ele disse-lhe: Por que me chamas bom? Não há bom senão um só, que é Deus. Se queres, porém, entrar na vida, guarda os mandamentos." Mateus 19:17
Este também:
"Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus." Apocalipse 14:12
Dentre vários outros.
I João 3:
"Amados, se o nosso coração não nos condena, temos confiança para com DEUS;
E qualquer coisa que LHE pedirmos, DELE a receberemos, porque guardamos os SEUS MANDAMENTOS, e fazemos o que é agradável à sua vista. E o seu mandamento é este: que creiamos no nome de seu Filho Jesus Cristo, e nos amemos uns aos outros, segundo o seu mandamento." 1 João 3:21-23
A suma:
">> E aquele que guarda os seus mandamentos nele está, e ele nele << E nisto conhecemos que ele está em nós, pelo Espírito que nos tem dado." 1 João 3:24
Significado:
"Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; >> do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai, e permaneço no seu amor. <<" João 15:10
Ademais, Cristo é Deus, não há diferença entre a lei de Cristo e a lei de Deus, porque sendo Deus Cristo é legislador de todas as leis.
Mais mandamentos de Deus:
"Nisto conhecemos que amamos os filhos de Deus, quando amamos a Deus e guardamos os seus mandamentos." 1 João 5:2
Mais:
"E qualquer coisa que lhe pedirmos, dele a receberemos, porque guardamos os seus mandamentos, e fazemos o que é agradável à sua vista." 1 João 3:22
Continuava existindo o pecado para a morte, punido segundo a lei:
"Se alguém vir pecar seu irmão, pecado que não é para morte, orará, e Deus dará a vida àqueles que não pecarem para morte. Há pecado para morte, e por esse não digo que ore. Toda a iniqüidade é pecado, e há pecado que não é para morte." 1 João 5:16,17
Os 10 mandamento são o coração da lei de Deus, correspondem a atos! Os demais pecados são os que motivam estes atos finais, como o assassinato, o falso testemunho contra o próximo e os demais.
E fomos salvos, irmão, não pela obediência de Jesus, mas pelo Seu sacrifício. Fomos justificados não porque Jesus levou uma vida santa porque, ao guardar os mandamentos de Deus, Cristo não fez mais do que a Sua obrigação e se acaso houvesse pecado não poderia servir de propiciação para humanidade.
Fomos salvos porque quem morreu na Cruz foi alguém que além de humano é também divino, contendo em si mesmo valor suficiente para pagar a dívida de toda a humanidade.
Cristo tomou sobre si a nossa culpa e não a nossa RESPONSABILIDADE em guardar os mandamentos de Deus, que é dever de todo homem, porque Deus é o nosso Criador.
"De tudo o que se tem ouvido, o fim é: Teme a Deus, e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo o homem." Eclesiastes 12:13
Então há, de sobra, ordens no livro de 1 João para a guarda dos mandamentos de Deus.
Um abraço.
terça-feira, 10 de outubro de 2017
A salvação nunca foi pela lei nem pela ausência dela
Olá, irmão Arnaldo, é para o irmão entender de que a lei não substitui nem contradiz a graça como meio de salvação
Criou-se a ideia de que a salvação no Antigo Testamento era pela lei, que os Israelitas guardavam a lei como meio de se obter a salvação! Esta crença provinda de seitas (no bom sentido) judaicas, incluindo a dos fariseus, hoje é compartilhada por irmãos que partilham da escola de interpretação chamada dispensacionalismo.
A doutrina do santuário, baseada nos rituais do santuário que os Israelitas realizavam diariamente era o meio didático pelo qual Deus ensinava que não pela lei que estavam guardando, mas sim por um sacrifício substitutivo a ser concretizado no futuro é que obtinham de antemão a salvação.
Essa ideia de que o povo recebeu a lei para ser salvo por ela é totalmente contrário ao ensinamento Bíblico. O povo de Israel recebeu a salvação já na libertação da escravidão no Egito, de graça, por terem aceito o Deus verdadeiros como seu Senhor.
A aliança foi feita não para dar a salvação como pagamento quando a cumprissem, mas sim porque como haviam sido salvos, tendo suas orações atendidas, passado às mãos de um novo senhor, agora teriam que viver em conformidade com a vontade Daquele Senhor, o Deus de Israel.
Todo Senhor dá leis e manifesta Sua vontade a Seus servos, a aliança é como um contrato, não para exigir a salvação de Deus porque já receberam, mas para que se registre de que o povo está ciente dos seus deveres para com Deus e de Deus para com Seu povo e que se traduz em proteger e trazer prosperidade àquele povo conquanto permaneçam nos Seus mandamentos.
"Eis que hoje eu ponho diante de vós a bênção e a maldição; A bênção, quando cumprirdes os mandamentos do Senhor vosso Deus, que hoje vos mando; Porém a maldição, se não cumprirdes os mandamentos do Senhor vosso Deus, e vos desviardes do caminho que hoje vos ordeno, para seguirdes outros deuses que não conhecestes." Deuteronômio 11:26-28
Não se ensina, nesta escola, o antigo testamento, não se estuda a natureza da lei nem da aliança, apenas se ensina a despreza-la, deixar seu estudo de lado, sob pretexto de que teria perdido a validade como meio de salvação quando em verdade nunca serviu de meio de salvação.
E assim distorcendo o caráter da lei e colocando-a como adversária da salvação é que o dispensacionalismo impõe seu argumento de que a lei deva ser abolida para dar lugar à graça o que é totalmente contrário às Escrituras:
"Anulamos, pois, a lei pela fé? DE MANEIRA NENHUMA, antes estabelecemos a lei." Romanos 3:31
E no percorrer da história do Povo de Israel, Deus fez com eles várias outras alianças, na forma de promessas:
"E será que, sobrevindo-te todas estas coisas, a bênção ou a maldição, que tenho posto diante de ti, e te recordares delas entre todas as nações, para onde te lançar o SENHOR teu Deus, E te converteres ao Senhor teu Deus, e deres ouvidos à sua voz, conforme a tudo o que eu te ordeno hoje, tu e teus filhos, com todo o teu coração, e com toda a tua alma, Então o Senhor teu Deus te fará voltar do teu cativeiro, e se compadecerá de ti, e tornará a ajuntar-te dentre todas as nações entre as quais te espalhou o Senhor teu Deus." Deuteronômio 30:1-3
A lei não toma o lugar da fé, pelo contrário, primeiro a fé, depois a lei como regra de fé e de prática para aquele que manifestou a fé. Primeiro o povo foi liberto, recebendo a salvação, depois recebeu a lei, para guardá-la, não cometendo as maldades praticadas por outras nações, para que assim pudessem receber a herança de seu pai Abraão, a terra de Canaã.
E o mesmo processo ocorre nos dias de hoje, pela fé nos apropriamos da graça e assim guardamos a lei, até que recebamos o reino celeste que nos está prometido.
Toda a ideia de aceitação de um sacrifício substitutivo já estava presente fortemente entre o povo de Israel, Abel e Caim, já faziam seus sacrifícios e ofertas a Deus em um ritual que simboliza o sacrifício de Cristo por vir.
Por esta mesma fé Abrão se apropriou da graça e entendeu de que um substituto, o Filho de Deus, seria enviado como propiciação para nossos pecados:
"Então disse: Não estendas a tua mão sobre o moço, e não lhe faças nada; porquanto agora sei que temes a Deus, e não me negaste o teu filho, o teu único filho. Então levantou Abraão os seus olhos e olhou; e eis um carneiro detrás dele, travado pelos seus chifres, num mato; e foi Abraão, e tomou o carneiro, e ofereceu-o em holocausto, em lugar de seu filho." Gênesis 22:12,13
Jesus revela:
" Abraão, vosso pai, exultou por ver o meu dia, e viu-o, e alegrou-se." (João 8:56)
Este é o belo ensinamento do Antigo Testamento, cristocêntrico. O tão aguardado messias, Emanuel, raiz de Davi, se interpretam na pessoa de Cristo. O primeiro cordeiro sacrificado representava a Cristo, a primeira profecia Bíblica é acerca de Cristo:
"Porei inimizade entre você e a mulher, entre a sua descendência e o descendente dela; este lhe ferirá a cabeça, e você lhe ferirá o calcanhar"". Gênesis 3:15
Por isto Cristo disse:
"Se vocês cressem em Moisés, creriam em mim, pois ele escreveu a meu respeito." João 5:46
"Abraão respondeu: ‘Se não ouvem a Moisés e aos Profetas, tampouco se deixarão convencer, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos’ ". Lucas 16:31
A lei foi dada a um povo recém liberto por isto é chamada de lei da liberdade:
"Assim falai, e assim procedei, como devendo ser julgados pela lei da liberdade." Tiago 2:12
Símbolo da libertação do pecado, antes viviam no pecado (transgressão da lei), então passaram a viver livres do pecado (guardando a lei).
A teoria dispensacionalista porém, torna a lei em pecado, julgo, servidão. Mas este não é o verdadeiro caráter da lei, mas sim o caráter daquele que tenta fazer da lei um meio de salvação. Porque não é a lei que promove as bem aventuranças, mas sim a GRAÇA DE CRISTO, como recompensa à obediência a Deus através de Sua lei.
Este é o sentido da lei que a cristandade tem deturpado por pura falta de estudo da natureza da lei de Deus. A lei nunca foi dada como meio de salvar alguém, ou de se comprar benefícios para com Deus. A lei, pelo contrário, tem a função primordial de condenar todo pecador.
Agora, a lei é boa porque traz também a justiça, porque aquele que matar um de seus irmãos será punido, aquele que lhe furtar, terá que devolver e sofrerá castigo. Agora, também não é a lei em si que promove estas coisas, mas Deus através de suas autoridades constituídas, também resultado da graça de Deus.
E todos estes privilégios só se tornam possível graças ao sacrifício de Cristo, de modo que, de antemão já usufruíam do resultado da salvação que se concretizaria tempos depois de terem recebido as promessas.
A salvação era independente da guarda da lei, mas a permanência na salvação e nas promessas de Deus, dependia de o povo estar ou não em fidelidade ao seu Deus LIBERTADOR.
Deus não libertou os hebreus para continuarem vivendo como as nações ímpias, executando aquelas mesmas práticas, conforme aprenderam no Egito. O sistema de se viver debaixo da graça é o total oposto do sistema de se viver debaixo do pecado. Guardas-e a vontade de Deus e os seus mandamentos, ao invés transgredi-los como Satanás tem feito desde que pecou.
E o que guarda a lei, não colhe os resultados de sua transgressão!
O que guarda a lei da lepra, não se contaminará com ela, o que guarda a lei sobre as carnes imundas, não se contaminará com ela. Aquele que não matar a seu irmão, não sofrerá o peso da espada. Aquele que não roubar, não terá que restituir e aquele que adulterar não terá que ser julgado nem condenado.
É por isto que a lei é boa, porque ela é terrível somente para aquele que transgride:
"Sabendo isto, que a lei não é feita para o justo, mas para os injustos e obstinados, para os ímpios e pecadores, para os profanos e irreligiosos, para os parricidas e matricidas, para os homicidas" 1 Timóteo 1:9
O efeito colateral da lei, em um povo sincero, é que mesmo procurando guarda-la ela ainda nos condena, porque mesmo não matando ou furtando ou adulterando ou fazendo qualquer das coisas hediondas contido nos 10 mandamentos, pecamos, tropeçamos e erramos nas demais coisas.
E fazemos coisas que implicam na transgressão daqueles mandamentos, como odiar ao irmão, que pelo ensino de Jesus entendemos como sendo uma forma de assassinato.
A solução para isto, porém, já havia sido garantida, por meio do sacrifício substitutivo que era ensinado àquele Povo. De modo que poderiam guardar a lei tendo a certeza da salvação, tendo garantido o perdão para os pecados que cometeram.
O que a Bíblia contradiz é a ideia de se viver debaixo da lei, como não tendo recebido a garantia da salvação, acreditando que por ela, alcançariam a redenção! Alguns judeus imaginavam que não haviam recebido a salvação gratuita ao aceitarem a aliança com Deus, assim guardavam a lei não com medo de perder a salvação já ganha, mas como tentativa de se conquistar uma salvação a qual acreditavam setar vir. Não criam, de fato, nas promessas de envio de um substituto que pagaria a Dívida.
Por isto a graça é superior à lei, porque pode salvar, e hoje, quando aceitamos a Cristo, não temos aquela dúvida e desconfiança se deveríamos confiar em um sacrifício vindouro a fim de sermos salvos na forma de um dom concedido por Deus. Hoje, o sacrifício já foi feito e aceito e a salvação concretizada e assim podemos viver na certeza da salvação!
A promessa de Deus se concretizou, o cordeiro foi enviado e a dívida foi paga, agora não há mais condenação (Romanos 8:1), desde que permaneçamos na lei, como o povo de Deus sempre permaneceu. Não se colocando em rebeldia contra Deus e pedindo perdão pelos nossos pecados sempre que percebermos que a transgredimos.
Nesta Nova Aliança lei continua vigente, atuando contra aqueles que não aceitaram a Cristo e não se arrependem de seus pecados, condenado o assassino nesta vida e na ressurreição vindoura. O ladrão, o mentiroso, o adúltero, o blasfemo, todos estes colhem as consequências de suas transgressões, tanto as punições civis, quanto o repudio de seus semelhantes bem como o não recebimento de bênçãos preparadas por Deus somado à condenação no juízo final, conquanto não se arrependam e busquem salvação e libertação do pecado através de Cristo.
De modo que, irmão, o conceito de lei e graça, obediência e salvação estão muito deturpados na comunidade cristã, principalmente a evangélica. Por isto a IASD se identifica muito com a fé reformada pois compartilham da mesma visão acerca da relação entre lei e graça. Lei e graça são parceiras e não adversárias.
A natureza da lei ser contrária a nós foi removida na cruz, hoje, nossas falhas e pecados, através do perdão provindo da graça de Cristo, são perdoados, sendo todos pagos por meio do sangue provido no sacrifício de Cristo, que é o que concede remissão para os nossos pecados (Hebreus 9:22).
A lei funcionou como um tutor, ensinador, para ensinar acerca de Cristo, do plano da salvação e da vida que todo crente em Deus deve levar como resultado da graça transformadora.
A guarda da lei, irmão comprova que a graça transformadora de Cristo está atuando em nós, nos tornando cada vez mais semelhantes a Cristo, vivendo uma vida de sujeição à vontade de Deus e renúncia ao pecado.
O sangue de Cristo, irmão, cobre nossas falhas e imperfeições, mas não cobre a rebeldia, o espírito atrevido e uma vida de transgressão deliberada aos mandamentos de Deus. A graça é transformadora e nos leva à obediência a Deus, à sujeição à sua vontade e permanência na Sua lei.
Ir contra a lei de Deus é sinal de rebeldia contra Deus, a transgressão do mínimo mandamento se constitui em pecado e se praticamos esta transgressão deliberadamente estamos pecando de forma deliberada e isto demonstra de que não estamos permitindo à graça atuar, de fato, em nós.
"Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus." Mateus 5:19
Se aceitamos a lei e rejeitamos a graça, não há salvação para nós, do mesmo modo que, se tendo a graça rejeitamos a lei, não haverá outro destino para nós senão a condenação, pela desobediência.
Aceitando a graça devemos permanecer na lei, porque a lei serve como norma e estilo de vida para o cristão e maldição e condenação para aqueles que se colocam como inimigos de Deus e não se arrependem.
A lei e sua condenação sempre nos joga para a graça de Cristo e ao aceitarmos a Deus e permitir a transformação de caráter que ela opera em nós, trazendo paz, prosperidade e nos livrando das consequência do pecado, sentimos prazer na lei de Deus.
Vivemos então em paz com Deus, guardando sua lei totalmente perdoados, um deus que corrige e disciplina para o nosso próprio bem, que nos ama e nos perdoa pelas nossas faltas.
É esta relação de amor que devemos ter para com Deus, de gratidão.
Um abraço
Criou-se a ideia de que a salvação no Antigo Testamento era pela lei, que os Israelitas guardavam a lei como meio de se obter a salvação! Esta crença provinda de seitas (no bom sentido) judaicas, incluindo a dos fariseus, hoje é compartilhada por irmãos que partilham da escola de interpretação chamada dispensacionalismo.
A doutrina do santuário, baseada nos rituais do santuário que os Israelitas realizavam diariamente era o meio didático pelo qual Deus ensinava que não pela lei que estavam guardando, mas sim por um sacrifício substitutivo a ser concretizado no futuro é que obtinham de antemão a salvação.
Essa ideia de que o povo recebeu a lei para ser salvo por ela é totalmente contrário ao ensinamento Bíblico. O povo de Israel recebeu a salvação já na libertação da escravidão no Egito, de graça, por terem aceito o Deus verdadeiros como seu Senhor.
A aliança foi feita não para dar a salvação como pagamento quando a cumprissem, mas sim porque como haviam sido salvos, tendo suas orações atendidas, passado às mãos de um novo senhor, agora teriam que viver em conformidade com a vontade Daquele Senhor, o Deus de Israel.
Todo Senhor dá leis e manifesta Sua vontade a Seus servos, a aliança é como um contrato, não para exigir a salvação de Deus porque já receberam, mas para que se registre de que o povo está ciente dos seus deveres para com Deus e de Deus para com Seu povo e que se traduz em proteger e trazer prosperidade àquele povo conquanto permaneçam nos Seus mandamentos.
"Eis que hoje eu ponho diante de vós a bênção e a maldição; A bênção, quando cumprirdes os mandamentos do Senhor vosso Deus, que hoje vos mando; Porém a maldição, se não cumprirdes os mandamentos do Senhor vosso Deus, e vos desviardes do caminho que hoje vos ordeno, para seguirdes outros deuses que não conhecestes." Deuteronômio 11:26-28
Não se ensina, nesta escola, o antigo testamento, não se estuda a natureza da lei nem da aliança, apenas se ensina a despreza-la, deixar seu estudo de lado, sob pretexto de que teria perdido a validade como meio de salvação quando em verdade nunca serviu de meio de salvação.
E assim distorcendo o caráter da lei e colocando-a como adversária da salvação é que o dispensacionalismo impõe seu argumento de que a lei deva ser abolida para dar lugar à graça o que é totalmente contrário às Escrituras:
"Anulamos, pois, a lei pela fé? DE MANEIRA NENHUMA, antes estabelecemos a lei." Romanos 3:31
E no percorrer da história do Povo de Israel, Deus fez com eles várias outras alianças, na forma de promessas:
"E será que, sobrevindo-te todas estas coisas, a bênção ou a maldição, que tenho posto diante de ti, e te recordares delas entre todas as nações, para onde te lançar o SENHOR teu Deus, E te converteres ao Senhor teu Deus, e deres ouvidos à sua voz, conforme a tudo o que eu te ordeno hoje, tu e teus filhos, com todo o teu coração, e com toda a tua alma, Então o Senhor teu Deus te fará voltar do teu cativeiro, e se compadecerá de ti, e tornará a ajuntar-te dentre todas as nações entre as quais te espalhou o Senhor teu Deus." Deuteronômio 30:1-3
A lei não toma o lugar da fé, pelo contrário, primeiro a fé, depois a lei como regra de fé e de prática para aquele que manifestou a fé. Primeiro o povo foi liberto, recebendo a salvação, depois recebeu a lei, para guardá-la, não cometendo as maldades praticadas por outras nações, para que assim pudessem receber a herança de seu pai Abraão, a terra de Canaã.
E o mesmo processo ocorre nos dias de hoje, pela fé nos apropriamos da graça e assim guardamos a lei, até que recebamos o reino celeste que nos está prometido.
Toda a ideia de aceitação de um sacrifício substitutivo já estava presente fortemente entre o povo de Israel, Abel e Caim, já faziam seus sacrifícios e ofertas a Deus em um ritual que simboliza o sacrifício de Cristo por vir.
Por esta mesma fé Abrão se apropriou da graça e entendeu de que um substituto, o Filho de Deus, seria enviado como propiciação para nossos pecados:
"Então disse: Não estendas a tua mão sobre o moço, e não lhe faças nada; porquanto agora sei que temes a Deus, e não me negaste o teu filho, o teu único filho. Então levantou Abraão os seus olhos e olhou; e eis um carneiro detrás dele, travado pelos seus chifres, num mato; e foi Abraão, e tomou o carneiro, e ofereceu-o em holocausto, em lugar de seu filho." Gênesis 22:12,13
Jesus revela:
" Abraão, vosso pai, exultou por ver o meu dia, e viu-o, e alegrou-se." (João 8:56)
Este é o belo ensinamento do Antigo Testamento, cristocêntrico. O tão aguardado messias, Emanuel, raiz de Davi, se interpretam na pessoa de Cristo. O primeiro cordeiro sacrificado representava a Cristo, a primeira profecia Bíblica é acerca de Cristo:
"Porei inimizade entre você e a mulher, entre a sua descendência e o descendente dela; este lhe ferirá a cabeça, e você lhe ferirá o calcanhar"". Gênesis 3:15
Por isto Cristo disse:
"Se vocês cressem em Moisés, creriam em mim, pois ele escreveu a meu respeito." João 5:46
"Abraão respondeu: ‘Se não ouvem a Moisés e aos Profetas, tampouco se deixarão convencer, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos’ ". Lucas 16:31
A lei foi dada a um povo recém liberto por isto é chamada de lei da liberdade:
"Assim falai, e assim procedei, como devendo ser julgados pela lei da liberdade." Tiago 2:12
Símbolo da libertação do pecado, antes viviam no pecado (transgressão da lei), então passaram a viver livres do pecado (guardando a lei).
A teoria dispensacionalista porém, torna a lei em pecado, julgo, servidão. Mas este não é o verdadeiro caráter da lei, mas sim o caráter daquele que tenta fazer da lei um meio de salvação. Porque não é a lei que promove as bem aventuranças, mas sim a GRAÇA DE CRISTO, como recompensa à obediência a Deus através de Sua lei.
Este é o sentido da lei que a cristandade tem deturpado por pura falta de estudo da natureza da lei de Deus. A lei nunca foi dada como meio de salvar alguém, ou de se comprar benefícios para com Deus. A lei, pelo contrário, tem a função primordial de condenar todo pecador.
Agora, a lei é boa porque traz também a justiça, porque aquele que matar um de seus irmãos será punido, aquele que lhe furtar, terá que devolver e sofrerá castigo. Agora, também não é a lei em si que promove estas coisas, mas Deus através de suas autoridades constituídas, também resultado da graça de Deus.
E todos estes privilégios só se tornam possível graças ao sacrifício de Cristo, de modo que, de antemão já usufruíam do resultado da salvação que se concretizaria tempos depois de terem recebido as promessas.
A salvação era independente da guarda da lei, mas a permanência na salvação e nas promessas de Deus, dependia de o povo estar ou não em fidelidade ao seu Deus LIBERTADOR.
Deus não libertou os hebreus para continuarem vivendo como as nações ímpias, executando aquelas mesmas práticas, conforme aprenderam no Egito. O sistema de se viver debaixo da graça é o total oposto do sistema de se viver debaixo do pecado. Guardas-e a vontade de Deus e os seus mandamentos, ao invés transgredi-los como Satanás tem feito desde que pecou.
E o que guarda a lei, não colhe os resultados de sua transgressão!
O que guarda a lei da lepra, não se contaminará com ela, o que guarda a lei sobre as carnes imundas, não se contaminará com ela. Aquele que não matar a seu irmão, não sofrerá o peso da espada. Aquele que não roubar, não terá que restituir e aquele que adulterar não terá que ser julgado nem condenado.
É por isto que a lei é boa, porque ela é terrível somente para aquele que transgride:
"Sabendo isto, que a lei não é feita para o justo, mas para os injustos e obstinados, para os ímpios e pecadores, para os profanos e irreligiosos, para os parricidas e matricidas, para os homicidas" 1 Timóteo 1:9
O efeito colateral da lei, em um povo sincero, é que mesmo procurando guarda-la ela ainda nos condena, porque mesmo não matando ou furtando ou adulterando ou fazendo qualquer das coisas hediondas contido nos 10 mandamentos, pecamos, tropeçamos e erramos nas demais coisas.
E fazemos coisas que implicam na transgressão daqueles mandamentos, como odiar ao irmão, que pelo ensino de Jesus entendemos como sendo uma forma de assassinato.
A solução para isto, porém, já havia sido garantida, por meio do sacrifício substitutivo que era ensinado àquele Povo. De modo que poderiam guardar a lei tendo a certeza da salvação, tendo garantido o perdão para os pecados que cometeram.
O que a Bíblia contradiz é a ideia de se viver debaixo da lei, como não tendo recebido a garantia da salvação, acreditando que por ela, alcançariam a redenção! Alguns judeus imaginavam que não haviam recebido a salvação gratuita ao aceitarem a aliança com Deus, assim guardavam a lei não com medo de perder a salvação já ganha, mas como tentativa de se conquistar uma salvação a qual acreditavam setar vir. Não criam, de fato, nas promessas de envio de um substituto que pagaria a Dívida.
Por isto a graça é superior à lei, porque pode salvar, e hoje, quando aceitamos a Cristo, não temos aquela dúvida e desconfiança se deveríamos confiar em um sacrifício vindouro a fim de sermos salvos na forma de um dom concedido por Deus. Hoje, o sacrifício já foi feito e aceito e a salvação concretizada e assim podemos viver na certeza da salvação!
A promessa de Deus se concretizou, o cordeiro foi enviado e a dívida foi paga, agora não há mais condenação (Romanos 8:1), desde que permaneçamos na lei, como o povo de Deus sempre permaneceu. Não se colocando em rebeldia contra Deus e pedindo perdão pelos nossos pecados sempre que percebermos que a transgredimos.
Nesta Nova Aliança lei continua vigente, atuando contra aqueles que não aceitaram a Cristo e não se arrependem de seus pecados, condenado o assassino nesta vida e na ressurreição vindoura. O ladrão, o mentiroso, o adúltero, o blasfemo, todos estes colhem as consequências de suas transgressões, tanto as punições civis, quanto o repudio de seus semelhantes bem como o não recebimento de bênçãos preparadas por Deus somado à condenação no juízo final, conquanto não se arrependam e busquem salvação e libertação do pecado através de Cristo.
De modo que, irmão, o conceito de lei e graça, obediência e salvação estão muito deturpados na comunidade cristã, principalmente a evangélica. Por isto a IASD se identifica muito com a fé reformada pois compartilham da mesma visão acerca da relação entre lei e graça. Lei e graça são parceiras e não adversárias.
A natureza da lei ser contrária a nós foi removida na cruz, hoje, nossas falhas e pecados, através do perdão provindo da graça de Cristo, são perdoados, sendo todos pagos por meio do sangue provido no sacrifício de Cristo, que é o que concede remissão para os nossos pecados (Hebreus 9:22).
A lei funcionou como um tutor, ensinador, para ensinar acerca de Cristo, do plano da salvação e da vida que todo crente em Deus deve levar como resultado da graça transformadora.
A guarda da lei, irmão comprova que a graça transformadora de Cristo está atuando em nós, nos tornando cada vez mais semelhantes a Cristo, vivendo uma vida de sujeição à vontade de Deus e renúncia ao pecado.
O sangue de Cristo, irmão, cobre nossas falhas e imperfeições, mas não cobre a rebeldia, o espírito atrevido e uma vida de transgressão deliberada aos mandamentos de Deus. A graça é transformadora e nos leva à obediência a Deus, à sujeição à sua vontade e permanência na Sua lei.
Ir contra a lei de Deus é sinal de rebeldia contra Deus, a transgressão do mínimo mandamento se constitui em pecado e se praticamos esta transgressão deliberadamente estamos pecando de forma deliberada e isto demonstra de que não estamos permitindo à graça atuar, de fato, em nós.
"Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus." Mateus 5:19
Se aceitamos a lei e rejeitamos a graça, não há salvação para nós, do mesmo modo que, se tendo a graça rejeitamos a lei, não haverá outro destino para nós senão a condenação, pela desobediência.
Aceitando a graça devemos permanecer na lei, porque a lei serve como norma e estilo de vida para o cristão e maldição e condenação para aqueles que se colocam como inimigos de Deus e não se arrependem.
A lei e sua condenação sempre nos joga para a graça de Cristo e ao aceitarmos a Deus e permitir a transformação de caráter que ela opera em nós, trazendo paz, prosperidade e nos livrando das consequência do pecado, sentimos prazer na lei de Deus.
Vivemos então em paz com Deus, guardando sua lei totalmente perdoados, um deus que corrige e disciplina para o nosso próprio bem, que nos ama e nos perdoa pelas nossas faltas.
É esta relação de amor que devemos ter para com Deus, de gratidão.
Um abraço
sexta-feira, 29 de setembro de 2017
A lei de Deus é inimiga do pecado
Pois é, irmão Arnaldo, a Bíblia apresenta uma opinião totalmente oposta ao que o irmão crê, então devo deixar de crer na Bíblia para aceitar a crença do irmão? Qual parte do "a Palavra de Deus é a verdade" nossos irmão antinomistas ainda não entenderam?
O irmão não se sente incomodado ao perceber verso que falam o contrário do que o irmão tem crido? Por que os irmão antinomistas não dizem abertamente de que não creem na inspiração das Antigas Escrituras? Por que não expressam abertamente sua crença de que a salvação no Antigo Testamento era pela lei?
E já indaguei a irmãos deste meio a me explicarem Romanos 8 do início até o fim, mas não encontrei nenhum que pusesse. Sabem apenas a interpretação de versos isolados, os quais repetem dizendo que são estes que estão removendo a lei.
Por exemplo um irmão apresenta que Cristo nos livrou da Lei de Deus, mas veja o verso:
"Porque a lei do Espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da lei do pecado e da morte." Romanos 8:2
Ali fala que Cristo nos livrou da lei do pecado, mas os tais dizem que este verso está dizendo que Jesus nos livrou da lei de Deus.
A lei de Deus é a lei do pecado?
Isto é não apenas estranho como contraditório com outro verso, veja:
"Que diremos pois? É A LEI PECADO? DE MODO NENHUM". Mas eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás. Romanos 7:7
E Paulo faz um contraste entre a lei de Deus e a lei do pecado, mostrando o caráter antagônico entre as tais em:
"Dou graças a Deus por Jesus Cristo nosso Senhor. Assim que eu mesmo com o entendimento sirvo à lei de Deus, mas com a carne à lei do pecado." Romanos 7:25
Então só posso entender de que tais irmãos não conhecem as Escrituras de Paulo.
Dizem por exemplo de que a fé em Cristo veio para substituir a lei, mas Paulo diz:
"Anulamos, pois, a lei pela fé? DE MANEIRA NENHUMA, antes estabelecemos a lei." Romanos 3:31
O que devo aceitar então, irmão, o claro assim diz o Senhor, ou a interpretação dos tais que são contrárias ao assim diz o Senhor?
Porque não dá para crer nas duas coisas ao mesmo tempo, irmão, fazendo afirmações exatamente opostas às afirmações contidas na Bíblia.
Paulo era bipolar, irmão, não batia bem da bola? Ensinando o contrário daquilo que acabara de afirmar?
Como o irmão pode aceitar uma interpretação que coloca contradição entre versos bíblicos?
É obvio que não há condenação para os que andam em Cristo, senão, não haveria sentido em pertencer a Cristo, se estivéssemos condenados não podendo receber a salvação mesmo aceitando a Cristo.
Agora, não há condenação porque Deus aboliu a Lei? Ou é porque Cristo pagou a condenação em nosso lugar?
Depois de paga a condenação, podemos ser cobrados novamente, irmão?
Então é óbvio que, tendo Cristo pago a condenação, nenhuma condenação há para aqueles que tiveram sua dívida paga por Cristo.
É desta forma que a lei perde o poder sobre os que estão em Cristo, porque não pode mais condená-lo. E o próprio fato de aceitar que há uma lei que não mais pode condenar o justo, implica de que a lei permanece.
Não foi a lei quem foi assassinada, nós é quem morremos para a lei:
"Assim, meus irmãos, também vós estais mortos para a lei pelo corpo de Cristo, para que sejais de outro, daquele que ressuscitou dentre os mortos, a fim de que demos fruto para Deus." Romanos 7:4
No ritual de batismo nós somos sepultados nas águas e não a lei. A lei continua em seu devido lugar, não podendo nos salvar e nem condenar.
A lei não foi morta, irmão, apenas fomos liberto da lei (segundo a dívida que tínhamos e que assim nos escravizava), porque a lei exigia a morte de todo pecador e assim Cristo em sua justiça, a que Ele mesmo criou, nada poderia fazer senão pagar o preço exigido pela transgressão da lei no lugar dos pecadores.
Enquanto estamos em dívida com a Lei, irmão, ela é quem trata de nos disciplinar, pelo castigo e pela morte, até que Cristo venha e a dívida seja paga.
Agora, a lei condena o pecador, justamente porque é Santa, justa e boa. Porque é a lei quem tira do meio dos bons, o ímpio, o que pratica a injustiça e o mal. Tal qual os anjos que permaneceram do lado de Deus, a lei continuou sendo boa e protegendo-os e o lugar onde servem a Deus. Quanto a Satanás e seus anjos, porém, a lei impôs-lhe dívida e condenação.
É por esta lei que Satanás pôde ser retirado do meio dos justos no céu e colocado junto aos demais anjos que se rebelaram contra Deus e assim também foram condenados.
É desta forma que nenhuma condenação há para os que andam em Cristo, assim como nenhuma condenação há para os anjos que ficaram no céu os quais não possuem dívida alguma para com a lei de Deus, porque não pecaram, não cobiçaram o trono de Deus, não se uniram em rebeldia contra Deus, não manifestaram o orgulho e a vaidade que surgiu em Satanás.
A lei, irmão não tem culpa alguma de nossos pecados, e não fazem mal algum aqueles que são fiéis a Deus, porque a lei é a manifestação do caráter de Deus que é Santo, Justo e Bom e que assim exprime em palavras, conceito, e mecanismos da natureza de cada ser Criado, uma conduta que é de acordo com este caráter santo justo e bom de Deus, sem porém interferir no livre arbítrio de Suas criaturas.
O problema da lei, assim como Deus, é o pecado que está em nós! Deus odeia o pecado e a expressão de Seu caráter, a lei, também! A lei anda em sintonia com a vontade e o caráter de Deus.
Assim dizer de que formos livrados da lei, consiste na mesma coisa que dizer de que formos livrados de Deus!
Porém fomos livrados da ira, do castigo e da condenação de Deus, que nos era dado a conhecer os motivos através da lei, porque somos idólatras, maldizentes, espancadores de pai e mãe, assassinos e todas as demais coisas que é característica de Satanás e não de Deus.
As características de santidade, justiça e bondade e a vontade de Deus está expressa por meio da limitada linguagem humana contida na lei que Ele nos deixou. Coisa má alguma se encontra na lei, toda a lei é boa, nós é quem somos maus e, por isto, contrários à lei e por isto a lei nos cobra como nos cobra nossas leis civis a todo bandido que a transgride enquanto protege os bons que seguem a lei.
Da mesma forma, irmão, nenhuma condenação há em nossa constituição, para aqueles que andam segundo a lei! O problema é que não conseguimos de forma algum "não transgredir a lei", então necessitamos que Cristo coloque sua justiça sobre nós após ter tomado sobre si a nossa culpa.
Transgressão à lei de Deus tem que ser paga sempre, irmão, porque diferente do que acontece com nossas leis constitucionais não há como nosso advogado, Cristo, nos livrar, nos justificando com palavras diante da lei, porque Cristo não pode mentir, sendo o próprio legislador, conhecedor de suas leis e daqueles que a transgrediram.
E sempre foi assim, irmão, tanto no Antigo:
"Saibam que agora mesmo a minha testemunha está nos céus; nas alturas está o meu advogado." Jó 16:19
Como no Novo Testamento:
"Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo." 1 João 2:1
Então a lei não tem parte algum em nossa salvação e também não tem culpa alguma pelo pecado que comentemos. Quando ela condena faz aquilo que é seu trabalho, punindo os maus para a preservação dos bons.
Inimizade contra a lei é inimizade contra Deus, porque a lei expressa os conceitos de justiça que é próprio do Deus que detesta o mal e odeia o pecado:
"Adúlteros e adúlteras, não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Portanto, qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus." Tiago 4:4
Sujeitar-se à lei é sujeitar-se a Deus, irmão.
Um abraço.
O irmão não se sente incomodado ao perceber verso que falam o contrário do que o irmão tem crido? Por que os irmão antinomistas não dizem abertamente de que não creem na inspiração das Antigas Escrituras? Por que não expressam abertamente sua crença de que a salvação no Antigo Testamento era pela lei?
E já indaguei a irmãos deste meio a me explicarem Romanos 8 do início até o fim, mas não encontrei nenhum que pusesse. Sabem apenas a interpretação de versos isolados, os quais repetem dizendo que são estes que estão removendo a lei.
Por exemplo um irmão apresenta que Cristo nos livrou da Lei de Deus, mas veja o verso:
"Porque a lei do Espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da lei do pecado e da morte." Romanos 8:2
Ali fala que Cristo nos livrou da lei do pecado, mas os tais dizem que este verso está dizendo que Jesus nos livrou da lei de Deus.
A lei de Deus é a lei do pecado?
Isto é não apenas estranho como contraditório com outro verso, veja:
"Que diremos pois? É A LEI PECADO? DE MODO NENHUM". Mas eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás. Romanos 7:7
E Paulo faz um contraste entre a lei de Deus e a lei do pecado, mostrando o caráter antagônico entre as tais em:
"Dou graças a Deus por Jesus Cristo nosso Senhor. Assim que eu mesmo com o entendimento sirvo à lei de Deus, mas com a carne à lei do pecado." Romanos 7:25
Então só posso entender de que tais irmãos não conhecem as Escrituras de Paulo.
Dizem por exemplo de que a fé em Cristo veio para substituir a lei, mas Paulo diz:
"Anulamos, pois, a lei pela fé? DE MANEIRA NENHUMA, antes estabelecemos a lei." Romanos 3:31
O que devo aceitar então, irmão, o claro assim diz o Senhor, ou a interpretação dos tais que são contrárias ao assim diz o Senhor?
Porque não dá para crer nas duas coisas ao mesmo tempo, irmão, fazendo afirmações exatamente opostas às afirmações contidas na Bíblia.
Paulo era bipolar, irmão, não batia bem da bola? Ensinando o contrário daquilo que acabara de afirmar?
Como o irmão pode aceitar uma interpretação que coloca contradição entre versos bíblicos?
É obvio que não há condenação para os que andam em Cristo, senão, não haveria sentido em pertencer a Cristo, se estivéssemos condenados não podendo receber a salvação mesmo aceitando a Cristo.
Agora, não há condenação porque Deus aboliu a Lei? Ou é porque Cristo pagou a condenação em nosso lugar?
Depois de paga a condenação, podemos ser cobrados novamente, irmão?
Então é óbvio que, tendo Cristo pago a condenação, nenhuma condenação há para aqueles que tiveram sua dívida paga por Cristo.
É desta forma que a lei perde o poder sobre os que estão em Cristo, porque não pode mais condená-lo. E o próprio fato de aceitar que há uma lei que não mais pode condenar o justo, implica de que a lei permanece.
Não foi a lei quem foi assassinada, nós é quem morremos para a lei:
"Assim, meus irmãos, também vós estais mortos para a lei pelo corpo de Cristo, para que sejais de outro, daquele que ressuscitou dentre os mortos, a fim de que demos fruto para Deus." Romanos 7:4
No ritual de batismo nós somos sepultados nas águas e não a lei. A lei continua em seu devido lugar, não podendo nos salvar e nem condenar.
A lei não foi morta, irmão, apenas fomos liberto da lei (segundo a dívida que tínhamos e que assim nos escravizava), porque a lei exigia a morte de todo pecador e assim Cristo em sua justiça, a que Ele mesmo criou, nada poderia fazer senão pagar o preço exigido pela transgressão da lei no lugar dos pecadores.
Enquanto estamos em dívida com a Lei, irmão, ela é quem trata de nos disciplinar, pelo castigo e pela morte, até que Cristo venha e a dívida seja paga.
Agora, a lei condena o pecador, justamente porque é Santa, justa e boa. Porque é a lei quem tira do meio dos bons, o ímpio, o que pratica a injustiça e o mal. Tal qual os anjos que permaneceram do lado de Deus, a lei continuou sendo boa e protegendo-os e o lugar onde servem a Deus. Quanto a Satanás e seus anjos, porém, a lei impôs-lhe dívida e condenação.
É por esta lei que Satanás pôde ser retirado do meio dos justos no céu e colocado junto aos demais anjos que se rebelaram contra Deus e assim também foram condenados.
É desta forma que nenhuma condenação há para os que andam em Cristo, assim como nenhuma condenação há para os anjos que ficaram no céu os quais não possuem dívida alguma para com a lei de Deus, porque não pecaram, não cobiçaram o trono de Deus, não se uniram em rebeldia contra Deus, não manifestaram o orgulho e a vaidade que surgiu em Satanás.
A lei, irmão não tem culpa alguma de nossos pecados, e não fazem mal algum aqueles que são fiéis a Deus, porque a lei é a manifestação do caráter de Deus que é Santo, Justo e Bom e que assim exprime em palavras, conceito, e mecanismos da natureza de cada ser Criado, uma conduta que é de acordo com este caráter santo justo e bom de Deus, sem porém interferir no livre arbítrio de Suas criaturas.
O problema da lei, assim como Deus, é o pecado que está em nós! Deus odeia o pecado e a expressão de Seu caráter, a lei, também! A lei anda em sintonia com a vontade e o caráter de Deus.
Assim dizer de que formos livrados da lei, consiste na mesma coisa que dizer de que formos livrados de Deus!
Porém fomos livrados da ira, do castigo e da condenação de Deus, que nos era dado a conhecer os motivos através da lei, porque somos idólatras, maldizentes, espancadores de pai e mãe, assassinos e todas as demais coisas que é característica de Satanás e não de Deus.
As características de santidade, justiça e bondade e a vontade de Deus está expressa por meio da limitada linguagem humana contida na lei que Ele nos deixou. Coisa má alguma se encontra na lei, toda a lei é boa, nós é quem somos maus e, por isto, contrários à lei e por isto a lei nos cobra como nos cobra nossas leis civis a todo bandido que a transgride enquanto protege os bons que seguem a lei.
Da mesma forma, irmão, nenhuma condenação há em nossa constituição, para aqueles que andam segundo a lei! O problema é que não conseguimos de forma algum "não transgredir a lei", então necessitamos que Cristo coloque sua justiça sobre nós após ter tomado sobre si a nossa culpa.
Transgressão à lei de Deus tem que ser paga sempre, irmão, porque diferente do que acontece com nossas leis constitucionais não há como nosso advogado, Cristo, nos livrar, nos justificando com palavras diante da lei, porque Cristo não pode mentir, sendo o próprio legislador, conhecedor de suas leis e daqueles que a transgrediram.
E sempre foi assim, irmão, tanto no Antigo:
"Saibam que agora mesmo a minha testemunha está nos céus; nas alturas está o meu advogado." Jó 16:19
Como no Novo Testamento:
"Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo." 1 João 2:1
Então a lei não tem parte algum em nossa salvação e também não tem culpa alguma pelo pecado que comentemos. Quando ela condena faz aquilo que é seu trabalho, punindo os maus para a preservação dos bons.
Inimizade contra a lei é inimizade contra Deus, porque a lei expressa os conceitos de justiça que é próprio do Deus que detesta o mal e odeia o pecado:
"Adúlteros e adúlteras, não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Portanto, qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus." Tiago 4:4
Sujeitar-se à lei é sujeitar-se a Deus, irmão.
Um abraço.
terça-feira, 19 de setembro de 2017
terça-feira, 9 de maio de 2017
domingo, 16 de outubro de 2016
Resposta a Baeta Bomber
Olá, irmão, que disse que não faz uso dos materiais do CACP (https://www.youtube.com/watch?v=d5eH-EZncOo). O primeiro indicativo de que uma igreja não é cristã, nos dias de hoje, é a advocacia da abolição dos mandamentos de Deus.
Seria Paulo um sectário, por crer e guardar tudo que estava contido na Lei e nos Profetas? "Mas confesso-te isto que, conforme aquele caminho que chamam seita, assim sirvo ao Deus de nossos pais, crendo tudo quanto está escrito na lei e nos profetas." Atos 24:14 A Igreja Adventista é chamada de seita, por, assim como Paulo, guardar todos os mandamentos, inclusive o 4º, algo feito também por Jesus. E lhe mostrei que Jesus, de fato guardava o sábado. Não era uma atitude para agradar judeus, como se lê em materiais de baixo calibre como os do CACP. Outro indicativo da uma falsa igreja cristã é a pregação da graça barata, ou seja, o Cristão que aceita a Cristo, além de estar salvo para sempre, não importando o que faça, não precisa ser transformado a cada dia em semelhança a Cristo, ficando cada vez mais em harmonia com os mandamentos de Deus. Que ensinam de que os mandamentos foram jogados no lixo, por ocasião da morte de Cristo na cruz, ao invés de serem escritos no coração e na mente do convertido: 'Porque esta é a aliança que depois daqueles diasFarei com a casa de Israel, diz o Senhor; Porei as minhas leis no seu entendimento, E em seu coração as escreverei; E eu lhes serei por Deus, E eles me serão por povo;" Hebreus 8:10 De modo que a IASD é taxada de seita por advogar a vigência dos princípios de ordem moral da Lei de Deus, bem como dietéticas, higiências, dentre outras. Em desconformidade com a pregação de "libertação da Lei" em seu aspecto moral e não apenas condenatório, ao invés do principal significado da morte de Cristo na cruz, que é a libertação da condenação trazida pelo pecado, da condenação, não do dever de estar em conformidade com os mandamentos de Deus. "De tudo o que se tem ouvido, o fim é: Teme a Deus, e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo o homem. "Eclesiastes 12:13 Dever de todo "homem". Dever, não um meio para ser salvo. Como expliquei ao irmão, só receberam os mandamentos, via oral, como no exemplo de Abraão e seus descendentes (Gênesis 26:5, ). Escritos, na organização daquele povo (Êxodo 16:28) e no coração e na mente dos cristãos (Jeremias 31:33, cumprimento como vimos em Hebreus 8:10 ). A lei de Deus continuava sendo expressa, inclusive aos que não tinham contato com a mensagem, pelos mais variados meios, inclusive por meio da natureza (Romanos 1:20) e da moralidade internamente implatada (Romanos 2:14 ). Então como que a Lei de Deus foi abolida? E citei para o irmão vários versos como Apocalipse 14:12, Apocalipse 12:17, Apocalipse 15:8 mostrando que igreja verdadeira é aquela que guarda os mandamentos de Deus e não aquela que os despreza. Cristo: "Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim abrogar, mas cumprir. Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til jamais passará da lei, sem que tudo seja cumprido. Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus." Mateus 5:17-19 Paulo: "Anulamos, pois, a lei pela fé? De maneira nenhuma, antes estabelecemos a lei." Romanos 3:31 "E assim a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom." Romanos 7:12 Uma seita, também ensina de que a Bíblia de Cristo e Paulo não tem mais validade, segundo o qual Paulo declarou em seu tempo, já depois da morte de Cristo na cruz: "Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam;" João 5:39 A única Bíblia escrita nesta época era o antigo testamento: "Ora, estes foram mais nobres do que os que estavam em Tessalônica, porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim." Atos 17:11 "Porque Moisés, desde os tempos antigos, tem em cada cidade quem o pregue, e cada sábado é lido nas sinagogas." Atos 15:21 "Por não terem conhecido a este, os que habitavam em Jerusalém, e os seus príncipes, condenaram-no, cumprindo assim as vozes dos profetas que se lêem todos os sábados." Atos 13:27 Com presença confirmada de gentios e quase toda uma cidade: "E, saídos os judeus da sinagoga, os gentios rogaram que no sábado seguinte lhes fossem ditas as mesmas coisas. E, despedida a sinagoga, muitos dos judeus e dos prosélitos religiosos seguiram Paulo e Barnabé; os quais, falando-lhes, os exortavam a que permanecessem na graça de Deus. E no sábado seguinte ajuntou-se quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus." (Atos 13:42-44) Esta é a igreja de Cristo. Uma igreja que ensina e pratica o contrário daquilo que Cristo, Paulo e demais Apóstolos ensinaram e praticaram, não pode ser considerada uma igreja verdadeira de Deus. Cuidado, irmão. Com esta teoria de abolição da Lei ensinada pelo CACP, muitos cristãos se encontrarão em posição nada confortável quando tiver que prestar contas a Deus. Quem aceita a Cristo, mas não permanece Nele, não participa do que é dito em Romanos 8:1. Até porque Paulo diz que todos nós, e estava falando aos cristãos, haveremos de prestar contas a Deus: "Mas tu, por que julgas teu irmão? Ou tu, também, por que desprezas teu irmão? Pois todos havemos de comparecer ante o tribunal de Cristo." Romanos 14:10 "Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal." 2 Coríntios 5:10 As más obras, correspondem à transgressão dos mandamentos de Deus, ai, portanto daquele que não permanecer em Cristo, conforme ele nos aconselhou, que permaneçamos nos mandamentos de Deus, vivendo no pecado, porque pecado é a transgressão da Lei então ai daquele que ao invés de cumprir os mandamentos, ensina sua abolição, e leva uma vida matando, adulterando, furtando, mentindo, cobiçando, desonrando pai e mãe, adorando a outros deuses, se prostrando ou prestando culto a imagens de escultura, tomando o nome de Deus em vão, ou homenageando um dia feito pelo homem e dedicado ao homem, ao invés de um dia feito por Deus criadro e dedicado a este mesmo Deus criador, adorando ao senhor deste dia, que é Cristo Jesus (Mateus 12:8) e que criou, incluindo, este sábado (Marcos 2:27, João 1:3, Êxodo 31:15, Gênesis 2:3).
Seria Paulo um sectário, por crer e guardar tudo que estava contido na Lei e nos Profetas? "Mas confesso-te isto que, conforme aquele caminho que chamam seita, assim sirvo ao Deus de nossos pais, crendo tudo quanto está escrito na lei e nos profetas." Atos 24:14 A Igreja Adventista é chamada de seita, por, assim como Paulo, guardar todos os mandamentos, inclusive o 4º, algo feito também por Jesus. E lhe mostrei que Jesus, de fato guardava o sábado. Não era uma atitude para agradar judeus, como se lê em materiais de baixo calibre como os do CACP. Outro indicativo da uma falsa igreja cristã é a pregação da graça barata, ou seja, o Cristão que aceita a Cristo, além de estar salvo para sempre, não importando o que faça, não precisa ser transformado a cada dia em semelhança a Cristo, ficando cada vez mais em harmonia com os mandamentos de Deus. Que ensinam de que os mandamentos foram jogados no lixo, por ocasião da morte de Cristo na cruz, ao invés de serem escritos no coração e na mente do convertido: 'Porque esta é a aliança que depois daqueles diasFarei com a casa de Israel, diz o Senhor; Porei as minhas leis no seu entendimento, E em seu coração as escreverei; E eu lhes serei por Deus, E eles me serão por povo;" Hebreus 8:10 De modo que a IASD é taxada de seita por advogar a vigência dos princípios de ordem moral da Lei de Deus, bem como dietéticas, higiências, dentre outras. Em desconformidade com a pregação de "libertação da Lei" em seu aspecto moral e não apenas condenatório, ao invés do principal significado da morte de Cristo na cruz, que é a libertação da condenação trazida pelo pecado, da condenação, não do dever de estar em conformidade com os mandamentos de Deus. "De tudo o que se tem ouvido, o fim é: Teme a Deus, e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo o homem. "Eclesiastes 12:13 Dever de todo "homem". Dever, não um meio para ser salvo. Como expliquei ao irmão, só receberam os mandamentos, via oral, como no exemplo de Abraão e seus descendentes (Gênesis 26:5, ). Escritos, na organização daquele povo (Êxodo 16:28) e no coração e na mente dos cristãos (Jeremias 31:33, cumprimento como vimos em Hebreus 8:10 ). A lei de Deus continuava sendo expressa, inclusive aos que não tinham contato com a mensagem, pelos mais variados meios, inclusive por meio da natureza (Romanos 1:20) e da moralidade internamente implatada (Romanos 2:14 ). Então como que a Lei de Deus foi abolida? E citei para o irmão vários versos como Apocalipse 14:12, Apocalipse 12:17, Apocalipse 15:8 mostrando que igreja verdadeira é aquela que guarda os mandamentos de Deus e não aquela que os despreza. Cristo: "Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim abrogar, mas cumprir. Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til jamais passará da lei, sem que tudo seja cumprido. Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus." Mateus 5:17-19 Paulo: "Anulamos, pois, a lei pela fé? De maneira nenhuma, antes estabelecemos a lei." Romanos 3:31 "E assim a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom." Romanos 7:12 Uma seita, também ensina de que a Bíblia de Cristo e Paulo não tem mais validade, segundo o qual Paulo declarou em seu tempo, já depois da morte de Cristo na cruz: "Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam;" João 5:39 A única Bíblia escrita nesta época era o antigo testamento: "Ora, estes foram mais nobres do que os que estavam em Tessalônica, porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim." Atos 17:11 "Porque Moisés, desde os tempos antigos, tem em cada cidade quem o pregue, e cada sábado é lido nas sinagogas." Atos 15:21 "Por não terem conhecido a este, os que habitavam em Jerusalém, e os seus príncipes, condenaram-no, cumprindo assim as vozes dos profetas que se lêem todos os sábados." Atos 13:27 Com presença confirmada de gentios e quase toda uma cidade: "E, saídos os judeus da sinagoga, os gentios rogaram que no sábado seguinte lhes fossem ditas as mesmas coisas. E, despedida a sinagoga, muitos dos judeus e dos prosélitos religiosos seguiram Paulo e Barnabé; os quais, falando-lhes, os exortavam a que permanecessem na graça de Deus. E no sábado seguinte ajuntou-se quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus." (Atos 13:42-44) Esta é a igreja de Cristo. Uma igreja que ensina e pratica o contrário daquilo que Cristo, Paulo e demais Apóstolos ensinaram e praticaram, não pode ser considerada uma igreja verdadeira de Deus. Cuidado, irmão. Com esta teoria de abolição da Lei ensinada pelo CACP, muitos cristãos se encontrarão em posição nada confortável quando tiver que prestar contas a Deus. Quem aceita a Cristo, mas não permanece Nele, não participa do que é dito em Romanos 8:1. Até porque Paulo diz que todos nós, e estava falando aos cristãos, haveremos de prestar contas a Deus: "Mas tu, por que julgas teu irmão? Ou tu, também, por que desprezas teu irmão? Pois todos havemos de comparecer ante o tribunal de Cristo." Romanos 14:10 "Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal." 2 Coríntios 5:10 As más obras, correspondem à transgressão dos mandamentos de Deus, ai, portanto daquele que não permanecer em Cristo, conforme ele nos aconselhou, que permaneçamos nos mandamentos de Deus, vivendo no pecado, porque pecado é a transgressão da Lei então ai daquele que ao invés de cumprir os mandamentos, ensina sua abolição, e leva uma vida matando, adulterando, furtando, mentindo, cobiçando, desonrando pai e mãe, adorando a outros deuses, se prostrando ou prestando culto a imagens de escultura, tomando o nome de Deus em vão, ou homenageando um dia feito pelo homem e dedicado ao homem, ao invés de um dia feito por Deus criadro e dedicado a este mesmo Deus criador, adorando ao senhor deste dia, que é Cristo Jesus (Mateus 12:8) e que criou, incluindo, este sábado (Marcos 2:27, João 1:3, Êxodo 31:15, Gênesis 2:3).
sábado, 23 de abril de 2016
Deus realmente escreveu a lei nas tábuas de pedra com Seu próprio Dedo, ou foi Moisés?
Olá irmãos e irmãs, embora haja tendência a se ignorar estes dois primeiros versos claros de Êxodo 31:18, Deuteronômio 10:1-4 e ficar com o terceiro que parece contradizer o que o próprio Deus havia dito anteriormente, devemos na verdade ficar com os três versos e isto é possível quando harmonizamos esta aparente contradição:
Uma outra tradução nos dá melhor a informação:
"Moisés ficou ali com o Senhor quarenta dias e quarenta noites, sem comer pão e sem beber água. E escreveu nas tábuas as palavras da aliança: os Dez Mandamentos." (Êxodo 34:28)
A pergunta que devemos fazer é: Quem escreveu? Moisés ou o Senhor?
Pelos dois primeiros versos sabemos que só pode ser o Senhor, senão a própria bíblia estaria se contradizendo.
"Então disse o SENHOR a Moisés: Lavra duas tábuas de pedra, como as primeiras; e eu escreverei nas tábuas as mesmas palavras que estavam nas primeiras tábuas, que tu quebraste." (Êxodo 34:1)
Veja esta outra tradução, daquele mesmo verso e que está em uma Bíblia versão Católica:
"Moisés ficou junto do Senhor quarenta dias e quarenta noites, sem comer pão nem beber água. E o Senhor escreveu nas tábuas o texto da aliança, as dez palavras." (Êxodo 34:28)
Claro como a luz do dia não é mesmo?
Mas por que hoje tem se ensinado de que foi Moisés e não Deus quem escreveu nas tábuas da lei com Seu próprio Dedo?
Simples! Porque hoje há um movimento que pretende revogar a lei de Deus, mas note que esta parte é a ÚNICA que Deus não permitiu que nenhum homem escrevesse! É a única parte em que o próprio Deus escreve e com o Seu próprio dedo. Toda a Escritura é inspirada, mas esta parte é a escrita direta do próprio Deus e isto tem um grande significado. O que foi feito por duas vezes, o que mostra que estes princípios eternos jamais podem ser quebrados.
E os motivos para se querer quebrar esta lei de Deus é por conta de um único mandamento, o quarto, que nos pede para guardar o sétimo dia da semana, como um dia especial de homenagens ao Deus criador:
" Porque em seis dias o Senhor fez o céu, a terra, o mar e tudo o que contêm, e repousou no sétimo dia; e por isso. o Senhor abençoou o dia de sábado e o consagrou."
Uma homenagem à pessoa de Deus filho, por meio do qual, a criação de todas as coisas neste mundo foram possíveis segundo João 1:3.
A fim de servir como dia especial de descanso e homenagem ao Senhor Jesus, criador de todas as coisas:
"E então lhes disse: "O Filho do homem é Senhor do sábado"." (Lucas 6:5)
"Se te abstiveres de calcar aos pés o sábado, de cuidar de teus negócios no dia que me é consagrado, se achares o sábado um dia maravilhoso, se achares respeitável o dia consagrado ao Senhor, se tu o venerares não seguindo os teus caminhos, não te entregando às tuas ocupações e às conversações, então encontrarás tua felicidade no Senhor: eu te farei galgar as alturas da terra, e gozar a herança de Jacó, teu pai; porque a boca do Senhor falou." (Isaías 58:13,14)
Este é o motivo por se querer que a lei de Deus houvesse sido escrita por Moisés e não pelo próprio Deus. O fato de Deus ter escrito com seu próprio dedo Divino, nos confirma a certeza de que nenhum homem pode apagar ou mudar.
E por uma terceira vez Deus escreve esta mesma lei, agora no coração de cada Cristão, conforme prometido em Jeremias 31:33 e cumprindo-se em Hebreus 8:10 e Hebreus 10:16;
"Esta é a aliança que farei com eles, depois daqueles dias, diz o Senhor. Porei as minhas leis em seus corações e as escreverei em suas mentes"; Hebreus 10:16
"Esta é a aliança que farei com a comunidade de Israel depois daqueles dias", declara o Senhor: "Porei a minha lei no íntimo deles e a escreverei nos seus corações. Serei o Deus deles, e eles serão o meu povo. Jeremias 31:33
E no tempo de Hoje, onde se fala muito de evolucionismo, Deus novamente faz um apelo para que voltemos a adorar a Deus como Criador de todas as coisas em seu livro de revelações do apocalipse:
"Clamava em alta voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória, porque é chegada a hora do seu julgamento. Adorai aquele que fez o céu e a terra, o mar e as fontes." (Apocalipse 14:7)
Parafraseando aquilo que Ele mesmo havia escrito no 4º mandamento de Sua Lei, escrita de Seu próprio punho.
Leia : Romanos 7:12, Romanos 3:31, Mateus 5:17, Timóteo 3:16, João 5:39 e Mateus 19:17 sob a luz de Tiago 2.
A salvação é única e inteiramente pela graça (Efésios 2:8-9), porém, esta graça traz resultados na obediência, inclusive à Lei de Deus.
"Assim também a fé, por si só, se não for acompanhada de obras, está morta." (Tiago 2:17)
E uma informação extra: Foi o próprio Cristo quem escreveu nas tábuas entregues a Moisés, o mesmo que um dia libertara aquele povo cativo, colocando o quarto mandamento, também, como um lembrete de Sua obra libertadora em Deuteronômio 5:15.
Veja a declaração de Cristo em João 8:58 sobre o "Eu Sou" que se apresentou a Moisés em Êxodo 3:14.
E sabendo-se que Cristo é senhor do Sábado e que o sábado é o dia do Senhor. Sabendo-se também que Cristo morreu na sexta, descansou no sábado na sepultura (no sono da morte como Cristo ensinava) e ressuscitou no primeiro dia da semana. E sabendo do dia apropriado, separado e santificado (Êxodo 20:11 e Gênesis 2:3) onde homenagens das antigas obras de Cristo foram relembradas, qual seria o dia mais apropriado para se homenagear tanto a morte como a ressurreição de Cristo, em Seu trabalho de redenção de toda a humanidade?
O domingo não tem lugar nas escrituras, nem no 4º mandamento. A lei de Deus continuou sendo ensinada, segundo Atos 15:21 e este mandamento continuaria sendo observado 40 anos depois da morte de Cristo, segundo profecia do próprio Cristo, Mateus 24:20, conforme podemos ver que assim se seguiu em Lucas 23:56, Atos 13:44, Atos 13:14, Atos 17:2, Atos 18:4, Atos 13:42 dentre outros versos.
Além do sábado, o apóstolo nos convida para um OUTRO descanso, não em substituto àquele, mas para que se possa descansar em Cristo, senhor do sábado, nos demais dias da semana.
Pois em certo lugar ele falou sobre o sétimo dia, nestas palavras: "No sétimo dia Deus descansou de toda obra que realizara". Hebreus 4:4
E nesta comparação o apóstolo usa o sábado e não o domingo como comparação ao Descaso no Senhor.
Isto nos mostra duas coisas: De que não havia naquela época um domingo (como dia do Senhor) que pudesse ser usado como referência ao descanso no Senhor. E que o sábado continuava vigente, a fim de servir de base comparativa para o Descanso no Senhor. Não haveria por que o apóstolo se basear em um mandamento abolido ao invés do domingo, que melhor representaria o descanso no Senhor caso este fosse o novo dia do Senhor.
E pelo fato de a palavra Domingo não constar nas Escrituras e não haver um único verso constando ordem ou autorização para mudança do 4º mandamento da Lei de Deus, e sendo o dia sétimo o dia de repouso divinamente instituído, não podemos nos atrever a mudar aquilo que Deus escreveu com Seu próprio dedo, baseando-nos em 5 citações sobre o primeiro dia da semana, em que nenhum dá ordem, autorização ou define explicitamente que tal mandamento houvesse sido mudado.
E o problema com a Lei de Deus e sua irrevogabilidade, hoje, é unicamente isto, a existência do 4º mandamento.
domingo, 13 de dezembro de 2015
Resposta - A Lei de Cristo e a Lei de Deus
Veja o contexto da entrega dos mandamentos:
"Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão." (Êxodo 20:2)
Veja quem comunicou a Moisés de que tiraria o povo da terra do Egito:
"E disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós." (Êxodo 3:14)
Agora veja o que Jesus disse sobre si mesmo:
"Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, eu sou." (João 8:58)
(Sr. Adventista)
domingo, 20 de setembro de 2015
A dívida que tínhamos para com a Lei
Cristo veio para pagar a dívida
e não para remover a Lei
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