Há uma diferença entre estados intermediários e variedades (em um mundo de biodiversidade), especialmente no que se refere à espécies antigas descobertas pela paleontologia.
Também:
Não confundamos variação genética (da microevolução), com a mutação genética (da macroevolução).
A microevolução é científica, enquanto que a macoevolução é ainda uma teoria (hipótese) impossível de se comprovar em laboratório, ou através de cálculo, paleontologia ou outros meios. Tomemos como exemplo os supostos primatas ancestrais da humanidade reproduzidos à partir de ossos encontrados ao acaso (e que comprovariam indubitavelmente que o homem evoluiu) os quais tiveram que ser retirados dos museus.
Em suma, as teorias de Darwin não equivalem à teorias científicas, mas sim hipóteses!
A teoria científica (como no sentido aplicado à teoria da relatividade), esta sim:
"é o mais alto grau de conhecimento científico"
A teoria de Darwin, porém, é no sentido de uma hipótese, e nada mais! Não correspondendo de fato à uma teoria científica! (Nem o próprio Darwin jamais usou tal termo, neste sentido, para se referir ao seu trabalho. Em seu próprio livro o tom dado à palavra teoria, aplicada à suas observações eram no sentido de hipótese)
O evolucionismo moderno tem procurado pegar carona em fatos científicos como a microevolução. Por si só porém, o macroevolucionismo não pôde comprovar a si mesmo por meio de tais mecanismo microevoutivos. De forma que hoje dependem de outras explicações provindas da mutação genética. Porém falha também aí por não conseguir apresentar um exemplo ou um modelo do que seria uma mutação benéfica (incrementador de genoma), ou tão somente um cálculo, ou um uma fórmula, ou uma mínima regra de como o genoma poderia ser modificado a fim de originar uma outra espécies ao invés de tão somente seres defeituosos. Ou tão somente um vislumbre de como isto seria possível!
A microevolução explica perfeitamente a variação das espécies, o hibridismo e anda em perfeita harmonia com os estudos em cima do DNA, como as engrenagens perfeitas de um relógio.
Deste modo a microevolução é suficiente para explicar as variações que notamos hoje nas espécies.
A ciência, portanto, não precisa da macroevolução para explicar estes mecanismos.
O que notamos, mesmo nas espécies antigas encontradas pela paleontologia são variações como as que temos hoje. Não se tratam portanto de espécies hibridas assim como as que temos hoje também não se tratam de espécies hibridas.
Enfim não há nada em termos de variações de espécies que não possa ser explicada fora da macroevolução.
Justamente pelo contrário, a macroevolução NÃO é utilizada para explicar quaisquer dos mecanismos modernos de evolução e adaptação. Até porque a macroevolução ainda não possui regras, cálculos, nem nada do tipo que possa ser utilizado pela ciência!
Pelo contrário é a macroevolução que carece de pegar bases em fatos científicos!
Assim sendo a macroevolução contribuiria apenas para explicar COMO os animais conseguiriam evoluir de uma espécie para outra, de um peixe, para um réptil (exemplo). O que não consegue!
O macroevolucionismo, hoje, apenas diz O QUE aconteceu, não conseguindo explicar cientificamente COMO aconteceu.
Isto deve ficar bem claro na mente de nossos amigos evolucionistas, para que não se confundam achando que se possa, hoje, em laboratório, por exemplo, reproduzir um processo de mutação genética benéfica, ou que, através da paleontologia, se tenha de fato achado algum elo perdido (espécie intermediária) confiável.
Achei oportuna as explicações de Richard Dawkins acerca deste assunto. Gostaria de ver outros ateus divulgando mais estas informações aos nossos amigos sobre não haver ainda um exemplo de mutação genética benéfica ou exemplar de elo perdido, cientificamente comprovados (ao invés de tão somente cultivados pela esperança).
https://www.youtube.com/watch?v=SnKZzEdGMMw
https://www.youtube.com/watch?x-yt-ts=1421914688&v=S2d3Vv-tJcw&x-yt-cl=84503534
https://www.youtube.com/watch?v=C4_YDcTnEh0
Mostrando postagens com marcador microevolução. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador microevolução. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 27 de janeiro de 2015
Microevolução e macroevolução
A microevolução ocorre em resposta à adversidades do meio ambiente e depende muito da pré-disposição genética. Significa que a genética dos animais já possui o código dos processos microevolutivos que são disparados quando há, por exemplo, uma mudança drástica de temperatura no habitat natural de um animal. Em testes feitos em arquipélagos, determinadas espécies de animais, especialmente aves que desenvolveram características distintas ao mudar de habitat, retornaram à sua forma antiga quando puderam retornar ao seu local de origem.
E os processo microevolutivos não tem relação alguma com a mutação! O código genético das espécies permanecem intactos. Não há perda (mutação comum) nem acrescentamento ou melhoramento genético (mutação benéfica).
Outro detalhe! Pelo que consta, o DNA não possui a capacidade de mudança em seu próprio código! Basicamente o DNA depende de enzimas que lêem e replicam estas informações!
Significa que não há como o ambiente influenciar diretamente em uma modificação do DNA.
O que o organismo faz é selecionar um conjunto de fatores já pré-determinados no próprio DNA dos animais, escolhendo ali características que permitiriam aos animais se adaptar e resistir em um ambiente adverso.
Em suma, os animais microevoluem porque já possuem uma predisposição genética para tal devido a conterem no próprio DNA informações para produzirem propositalmente tais microevoluções!
Significa que as regras de microevolução já estão contidas no próprio DNA, não necessitando de modificação ou acrescentamento genético. E as próprias regras de detecção das adversidades também estão contidas no DNA, ou seja, o processo microevolutivo é um processo pré-programado que usa de informações genética que já existem no DNA!
A microevolução NÃO é causada por "mecanismos de mutação"! Até porque tais mecanismos de mutações não existem ou pelo menos não se tem conhecimento disto. A mutação genética nunca é proposital, diferente da microevolução.
Significa que a microevolução ocorre propositalmente, em resposta às mudanças no meio ambiente, principalmente quando envolve a subsistência de uma espécie!
Por outro lado, a mutação genética sempre ocorre por meio de acidentes e num destes acidentes deveria ocorrer uma mutação benéfica.
Desta forma, enquanto o processo microevolutivo é algo proposital, o processo macroevolutivo é ocasional, dependendo de acidentes, para o seu surgimento.
Particularmente, sou ateu e cético quanto ao "deus" Acaso e neste quesito, talvez, não tenha tanta fé quanto os ateus de fato. Creio em propósito e todo propósito exige que, por trás, haja uma mente inteligente.
E os processo microevolutivos não tem relação alguma com a mutação! O código genético das espécies permanecem intactos. Não há perda (mutação comum) nem acrescentamento ou melhoramento genético (mutação benéfica).
Outro detalhe! Pelo que consta, o DNA não possui a capacidade de mudança em seu próprio código! Basicamente o DNA depende de enzimas que lêem e replicam estas informações!
Significa que não há como o ambiente influenciar diretamente em uma modificação do DNA.
O que o organismo faz é selecionar um conjunto de fatores já pré-determinados no próprio DNA dos animais, escolhendo ali características que permitiriam aos animais se adaptar e resistir em um ambiente adverso.
Em suma, os animais microevoluem porque já possuem uma predisposição genética para tal devido a conterem no próprio DNA informações para produzirem propositalmente tais microevoluções!
Significa que as regras de microevolução já estão contidas no próprio DNA, não necessitando de modificação ou acrescentamento genético. E as próprias regras de detecção das adversidades também estão contidas no DNA, ou seja, o processo microevolutivo é um processo pré-programado que usa de informações genética que já existem no DNA!
A microevolução NÃO é causada por "mecanismos de mutação"! Até porque tais mecanismos de mutações não existem ou pelo menos não se tem conhecimento disto. A mutação genética nunca é proposital, diferente da microevolução.
Significa que a microevolução ocorre propositalmente, em resposta às mudanças no meio ambiente, principalmente quando envolve a subsistência de uma espécie!
Por outro lado, a mutação genética sempre ocorre por meio de acidentes e num destes acidentes deveria ocorrer uma mutação benéfica.
Desta forma, enquanto o processo microevolutivo é algo proposital, o processo macroevolutivo é ocasional, dependendo de acidentes, para o seu surgimento.
Particularmente, sou ateu e cético quanto ao "deus" Acaso e neste quesito, talvez, não tenha tanta fé quanto os ateus de fato. Creio em propósito e todo propósito exige que, por trás, haja uma mente inteligente.
Macroevolução - Uma hipótese
Estou usando o termo realmente no sentido de "hipótese". E não no sentido de, ex: "conjunto de fatos que demonstram que as espécies evoluem e de princípios que explicam o mecanismo da evolução".
Neste último sentido considero que tal conceito só possa ser aplicado à microevolução, entretanto, tal definição não pode ser aplicado à macroevolução, pois a macroevolução ainda não pôde ser comprovada, nem em laboratório nem por quaisquer outros meios.
Embora os mecanismos de microevolução sejam fato, perceptível e podemos até dizer indiscutível, a macroevolução ainda carece muito de bases. Um exemplo prático em laboratório seria: alguma ocorrência de mutação genética benéfica. Além da clássica questão sobre a localização, fora de laboratório, das espécies intermediárias.
Isto porque podemos encontrar fósseis de dinossauros que viveram a milhões de anos, porém não conseguimos encontrar nenhum exemplar de algum animal em um estágio de desenvolvimento intermediário que teria vivido à poucos milhares de anos.
O que temos de concreto e observável e que pode ser provado, são os mecanismos de microevolução que são de adaptação.
Levemos em consideração também, de que o evolucionismo se aplica muito bem à questão do desenvolvimento da vida animal como um todo, porém falha bastante na relação de tais animais com o desenvolvimento das plantas e do meio ambiente (o que, claro, não é também propósito da "teoria" da evolução explicar, como não é o de explicar o tão desgastado "surgimento da vida em nosso planeta").
E a ciência não comprovou de que as espécies evoluem querido amigo, não através da macroevolução defendida por Darwin, mas tão somente pela microevolução. E até mesmo esta microevolução tem um limite, que quando extrapolado, chega à determinar a morte do animal e não a sua macroevolução!
Neste sentido notamos hoje é que fenômenos não naturais porém graduais como o aquecimento global tem decretado a morte de muitas espécies de animais. O que mostra que, mesmo hoje a microevolução não tem conseguido contornar as adversidades, sendo muito pouco provável que alguma dentre as espécies, hoje, consigam de fato se salvar graças à um mecanismo de macroevolução!
O que mostra que microevolução e macroevolução tem muito pouca conexão!
Seria isto mesmo, professor Pirula? E por que evolucionistas, hoje, tendem a usar estes mecanismos de microevolução (adaptação) para tentar explicar ou comprovar a macroevolução, assim como tem feito com as mutações, ainda que não exista nenhum caso registrado de mutação benéfica?
Neste último sentido considero que tal conceito só possa ser aplicado à microevolução, entretanto, tal definição não pode ser aplicado à macroevolução, pois a macroevolução ainda não pôde ser comprovada, nem em laboratório nem por quaisquer outros meios.
Embora os mecanismos de microevolução sejam fato, perceptível e podemos até dizer indiscutível, a macroevolução ainda carece muito de bases. Um exemplo prático em laboratório seria: alguma ocorrência de mutação genética benéfica. Além da clássica questão sobre a localização, fora de laboratório, das espécies intermediárias.
Isto porque podemos encontrar fósseis de dinossauros que viveram a milhões de anos, porém não conseguimos encontrar nenhum exemplar de algum animal em um estágio de desenvolvimento intermediário que teria vivido à poucos milhares de anos.
O que temos de concreto e observável e que pode ser provado, são os mecanismos de microevolução que são de adaptação.
Levemos em consideração também, de que o evolucionismo se aplica muito bem à questão do desenvolvimento da vida animal como um todo, porém falha bastante na relação de tais animais com o desenvolvimento das plantas e do meio ambiente (o que, claro, não é também propósito da "teoria" da evolução explicar, como não é o de explicar o tão desgastado "surgimento da vida em nosso planeta").
E a ciência não comprovou de que as espécies evoluem querido amigo, não através da macroevolução defendida por Darwin, mas tão somente pela microevolução. E até mesmo esta microevolução tem um limite, que quando extrapolado, chega à determinar a morte do animal e não a sua macroevolução!
Neste sentido notamos hoje é que fenômenos não naturais porém graduais como o aquecimento global tem decretado a morte de muitas espécies de animais. O que mostra que, mesmo hoje a microevolução não tem conseguido contornar as adversidades, sendo muito pouco provável que alguma dentre as espécies, hoje, consigam de fato se salvar graças à um mecanismo de macroevolução!
O que mostra que microevolução e macroevolução tem muito pouca conexão!
Seria isto mesmo, professor Pirula? E por que evolucionistas, hoje, tendem a usar estes mecanismos de microevolução (adaptação) para tentar explicar ou comprovar a macroevolução, assim como tem feito com as mutações, ainda que não exista nenhum caso registrado de mutação benéfica?
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
Resposta a um evolucionista
Poderia também me indicar um exemplo de mutação genética benéfica a que nem mesmo Richard Dawkins pôde indicar?
Juntamente com os exemplares de espécies intermediárias que foram encontradas?
Pirula, é o amigo quem tem passado estas informações ao amigo Giovani? Creio que não!
E veja querido amigo Giovani, a microevolução ocorre em resposta à adversidades do meio ambiente e depende muito da pré-disposição genética. Significa que a genética dos animais já possui o código dos processos microevolutivos que são disparados quando há, por exemplo, uma mudança drástica de temperatura no habitat natural de um animal. Em testes feitos em arquipélagos, determinadas espécies de animais, especialmente aves que desenvolveram características distintas ao mudar de habitat, retornaram à sua forma antiga quando puderam retornar ao seu local de origem.
E os processo microevolutivos não tem relação alguma com a mutação! O código genético das espécies permanecem intactos. Não há perda (mutação comum) nem acrescentamento ou melhoramento genético (mutação benéfica).
Outro detalhe! Pelo que consta, o DNA não possui a capacidade de mudança em seu próprio código! Basicamente o DNA depende de enzimas que lêem e replicam estas informação!
Significa que não há como o ambiente influenciar diretamente em uma modificação do DNA.
O que o organismo faz é selecionar um conjunto de fatores já pré determinados no próprio DNA dos animais, escolhendo ali características que permitiriam aos animais se adaptar e resistir em um ambiente adverso.
Em suma, os animais microevoluem porque já possuem uma predisposição genética para tal devido a conterem no próprio DNA informações para produzirem propositalmente tais microevoluções!
Significa que as regras de microevolução já estão contidas no próprio DNA, não necessitando de modificação ou acrescentamento genético. E as próprias regras de detecção das adversidades também estão contidas no DNA, ou seja, o processo microevolutivo é um processo pré-programado que usa de informações genética que já existem no DNA!
A microevolução NÃO é causada por "mecanismos de mutação"! Até porque tais mecanismos de mutações não existem ou pelo menos não se tem conhecimento disto. A mutação genética nunca é proposital, diferente da microevolução.
Significa que a microevolução ocorre propositalmente, em resposta às mudanças no meio ambiente principalmente quando envolve a subsistência de uma espécie!
Por outro lado, a mutação genética sempre ocorre por meio de acidentes e num destes acidentes deveria ocorrer uma mutação benéfica.
Desta forma enquanto o processo microevolutivo é algo proposital, o processo macroevolutivo é ocasional. Dependendo de acidentes, para o seu surgimento.
Particularmente, sou ateu e cético quanto ao "deus" Acaso e neste quesito, talvez, não tenha tanta fé quanto os ateus de fato. Creio em propósito e todo propósito exige que, por trás, haja uma mente inteligente.
Assinar:
Postagens (Atom)
