terça-feira, 8 de setembro de 2015

Igreja evangélica muda de placa no Rio


O distrito de Santíssimo ganhou mais uma igreja. No dia 8 de março uma igreja evangélica mudou sua placa para Igreja Adventista.
A igreja fica localizada na Estrada do Lameirão e já tinha sido alugada para duas denominações diferentes. Neste sábado, pessoas que participam na Igreja Adventista em Bangu assistiram ao culto na nova igreja e afirmaram que vão continuar ajudando ali, onde a necessidade é maior que a igreja deles mesmos. Neste primeiro culto a igreja contou com a presença de 32 pessoas. leia mais

Comunidade Evangélica muda Placa para "Igreja Adventista"

Reportagem da Globo sobre Arautos do Rei em MG - Igreja Adventista

Outra Igreja Evangélica muda a placa para "Adventista do Sétimo Dia"

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

A origem do Santuário e da Lei.


Irmão Paulo Cadi, tendo lido o que lhe relatei acerca da origem da lei, tratemos da questão da visão de Ellen G. White.

A Bíblia nos relata de que o santuário terrestre foi construído com base em um modelo celeste, os quais utilizou para construir TODO o santuário!

Pergunto: No santuário celeste existia o castiçal com as lâmpadas, bem como os moveis que estavam contidos no santuário terrestre?

E por que haveriam estas coisas no santuário celeste sendo que tais móveis têm íntima ligação com o plano da salvação do ser humano e que é algo recente na história do universo?

A resposta e esta pergunta, responde acerca do que está contido nas tábuas da lei que está dentro da Arca da Aliança que está no céu.

A resposta é simples meu amigo! Todo o santuário celestial foi preparado para o ofício de Cristo, antes da visão ser dada a Moisés!

Tudo o que era necessário para servir de exemplificação aos anjos acerca da salvação da humanidade, foi preparado por ocasião da entrada do pecado no mundo. E esta mesma exemplificação foi repassada a Moisés para que construíssem um santuário usando como modelo o santuário celestial.

De modo que antes de o santuário terrestre ser criado, o santuário celeste já havia sido preparado para abrigar o cumprimento de todas as representações cerimoniais no sacerdócio de Cristo! Inclusive as leis que norteariam toda a humanidade!

E Deus aproveitou para entregar a Lei de forma visível e palpável, assim como entregou, posteriormente, a ordem para produção de todos os móveis e do próprio Santuário terrestre, de forma visível e palpável.

Antes as representações, bem como a própria lei, era dada de forma verbal. E assim Abraão guardou aquelas leis que haviam contidas no Santuário Celeste antes mesmo de o Santuário Terrestre ser erigido. E já executava o sacrifício de animais antes mesmo de o altar do santuário terrestre ser construído.

E quando o Santuário terrestre foi preparado?

A Bíblia diz que Cristo é o cordeiro que foi sacrificado desde o princípio, o que nos remete à elaboração do plano da salvação!

De forma que o santuário Celeste é o plano da salvação colocado de forma concreta aos anjos, assim como o santuário Terrestre é o plano da salvação colocado de forma concreta aos homens!

E ambos são uma representação do juízo que ocorre na onisciência de Deus, colocada de forma inteligível tanto a homens quanto a anjos.

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

O caráter de Deus refletido na Lei



Apenas uma alerta, irmão Paulo Cadi:

O irmão bem como as igrejas que não estudam acerca dos mandamentos de Deus, possuem uma teologia limitada acerca do caráter, essência, natureza, origem, significado e aplicação dos mandamentos de Deus.

Sendo que o irmão julga de que as leis de Deus passaram a existir apenas quando foram colocadas em papel, ou em tábuas de pedra, não tem base suficiente para entender nem as obras teológicas protestantes, nem católicas e nem adventistas do sétimo dia no que tange à lei.

E esta é uma falha sua e limitação sua, meu amigo.

Os princípios morias de Deus, são eternos como o próprio Deus!

Segundo estes princípios Deus avalia o que é certo e o que é errado, no microcosmo de cada mundo que Ele se dispõe a criar, a exemplo dos anjos e dos homens.

E segundo os princípios morais que lhe são inerentes, Deus expressa a Sua vontade na forma de Lei!

Assim todas as leis que regem o universo, tem sua base nos princípios morais, imutáveis, de Deus. Sendo estas leis a base de Seu governo.

Agora Deus não apenas EXPRESSA suas leis, mas COLOCA dentro do homem aqueles mesmos princípios que lhes são inerentes. E assim não pecamos, assim como Deus não peca e não transgredimos a lei de Deus assim como Ele, naturalmente, não transgrediria se estivesse debaixo de Suas próprias leis, porque o caráter de Deus é assim!

Vamos tirar a prova para ver se Deus é tudo aquilo que Ele nos exige?

Jesus Cristo!

Para provar de que Ele é inteiramente Justo e que a Lei é um reflexo daquilo que Lhe é intrínseco, Deus se dispôs a viver como ser humano, para mostrar que tanto estando acima da Lei, como abaixo dela, Ele era o mesmo.

Assim a Lei é um reflexo do Seu próprio caráter! É como Deus agiria se, hipoteticamente, estivesse no lugar do homem! E isto foi provado na Cruz, por meio de Jesus Cristo.

Portanto ficou provado que Deus nunca exigiu de Suas criaturas, algo que não fosse natural Dele mesmo fazer, caso estivesse na condição de criatura!

Em suma! Deus julgou que se fosse uma de suas criaturas gostaria de ter um dia de descanso para estar na presença do Seu criador!

E acreditou que um mundo perfeito é aquele o onde as criaturas humanas não matam, não adulteram, não furtam, não desonram pai e mãe, não adoram deuses de mentira.

Agora se um homem deseja justamente o contrário destas coisas, demonstra que não possui mais em si a semelhança com Seu Criador! Seu desejo se desvia para outros rumos, afastando-se de Deus e dai começa a transgredir a lei de Deus sem ter como se refrear. A não ser que Deus intervenha e restaure a essência natural de todo ser humano que é ser semelhante ao Seu Criador.

Então há uma mudança interna, de restauração das leis morais de Deus no homem interior! E assim o homem deixa de transgredir a Lei e passa a, novamente, viver em harmonia e em conformidade com os princípios morais de Deus, partilhando de Seu caráter Santo.

sábado, 29 de agosto de 2015

A mortalidade da alma



Irmão Luiz, não concordo com suas ideias e não se trata de certos pontos nas tais, mas praticamente a totalidade.

Vejo muitas conjecturas em suas ideias e análises muito ilógicas.

Por exemplo:

O irmão defendeu uma ideia de que o homem existe antes mesmo de nascer!

Porque o barro que compôs Adão já existia antes dele vir à existência. O fôlego que foi colocado em suas narinas também.

Então se após a morte a alma não pode deixar de existir por conta da existência tanto do pó quando do fôlego de vida, então Adão e Eva, bem como toda a humanidade que um dia pisou sobre a terra, já existia antes mesmo de Adão e Eva serem criados.

Sua análise é ilógica querido irmão!

Segundo ponto:

O irmão só pode dar um ensinamento por certo após resolver todas as questões bíblicas que dizem respeito a determinado assunto.

Gênesis 3:22, por exemplo.

Adão e Eva não morreram imediatamente, mas já não tinham mais a vida eterna.

Gênesis 3:22 é claro em demonstrar que enquanto Adão e Eva comessem do fruto, não morreriam.

E em toda a Bíblia, morte é descrita como sendo o evento quando a pessoa perde sua vida. Como os animais por exemplo:

Eclesiastes 3:19

A morte é referida na Bíblia principalmente pelo ato de perder o fôlego de vida, assim, quando uma pessoa morre, diz-se que ela expirou.

O irmão pode consultar em qualquer livro teológico e verá que até aqui, não há como se contradizer estas verdades que são presentes na compreensão tanto mortalista quanto imortalista.

A questão à partir de então é:

O que acontece com a alma, quando o corpo retorna ao pó e o fôlego de vida volta para Deus?

Agora, me apresente os versos bíblicos que mostram como é a vida de Adão no paraíso desde que expirou!

Apresente os versos bíblicos que nos mostram Eva em um estado etéreo vivendo neste paraíso!

Não há! Tudo que a Bíblia nos mostra acerca de Adão e Eva é que um dia morreram e a história destes termina por aí.

Então, na visão de Gênesis temos a mortalidade ou a imortalidade a alma?

Agora o irmão vai para Êxodo, Levítico, Números, passando por toda a Lei e os Profetas, até o último livro e me diga:

Oscar Cullman estava certo ao dizer de que não é possível defender a imortalidade da alma usando o Antigo Testamento?

O Antigo Testamento foi construído utilizando a língua e as expressões hebraicas, segundo a cultura dos hebreus que sempre utilizou linguajar aniquilacionista para definir o destino dos ímpios.

E isto não é questão de opinião é uma conclusão a que chega qualquer imortalista que, como Cullman e vários outros estudiosos, tenha avaliado os versos das Antigas Escrituras.

E não podemos traduzir nenhum verso no Antigo Testamento pela palavra "inferno" que é de origem grega! O Antigo Testamento foi escrito em hebraico e aramaico e não no grego.

Assim, posso, como mortalista, dizer com conforto de que o Antigo Testamento apresenta uma visão hebraica mortalista e aniquilacionista.

Alguns exemplos de como as próprias Novas Escrituras demonstram de que não é possível se extrair uma visão imortalista usando as Antigas Escrituras:

  • As almas que clamam debaixo do altar de Deus, que sabemos estar no céu em contraste com o clamor de Abel, desde a terra;


  • O fogo eterno que queimará os ímpios no lago de fogo e enxofre, em contraste com o fogo eterno que queimou Sodoma e Gomorra.

Todo estudioso, de verdade, assume que há estes dilemas ainda entre os teólogos!

Mortalistas defendem que a Bíblia é mortalista, enquanto imortalistas porém defendem que a Bíblia é imortalista.

Porém sabemos que a Bíblia prega uma ou outra, não pode ser ambas!

Agora vem a seguinte pergunta:

Partindo para o Novo Testamento, a fim de interpretá-la, utilizaremos o Antigo Testamento? Ou utilizaremos a tradição, quer grega ou hebraica?

Aí que está o ponto!

Se o irmão me disser de que é a tradição, não estará seguindo o conselho de Cristo, que recomendou as Antigas Escrituras.

João 5:39;
2 Timóteo 3:16;
Lucas 16:31;

Todo ensino das Novas Escrituras deve ser averiguado segundo as Antigas Escrituras.

A luz, à respeito das Novas Escrituras, só pode vir quando usamos como base as Antigas Escrituras:

Isaías 8:20;

Cristo falou segundo as Antigas Escrituras, Paulo também falou segundo as Antigas Escrituras e de igual modo Pedro e demais apóstolos e escritores bíblicos!

Assim, entendemos de que verso algum das Novas Escrituras contradiz ou revoga qualquer mínimo "til" ou "j" das Antigas Escrituras. Também não a modifica, nem institui preceitos contrários àqueles já existentes nas Antigas Escrituras.

A Bíblia nos tempos de Cristo, ainda era sagrada e imutável!

Porém, hoje, parece que alguns não concordam com isto, e pelo poder da tradição se dispõem a modificar aquilo que havia sido anteriormente escrito!

A questão é que a igreja cristã, não está em conformidade com a Bíblia! Por isto tratam de criar interpretações a fim de dizer de que houve mudança na lei, onde jogam a responsabilidade por todas estas mudança em cima do próprio Cristo, na cruz.

Porque não querem guardar o sábado, as lei dos alimentos, nem crer na morte como um sono inconsciente. Assim se apegam à tradição que lhes foi repassada, deixando de lado os mandamentos de Deus.

E acabam amando mais a tradição do que a Palavra de Deus.