quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Resposta - O deus mórmon e o deus adventistas...


Em resposta à especulações do administrador do blog MCA.



Resposta - Corrigindo as noções errôneas sobre a Trindade

Quero parabenizar ao Luciano Sena por este artigo:

Tomei a liberdade de agregar alguns vídeos contendo explicações do prof. Leandro Quadros, um pastor adventista da Rede Novo Tempo de rádio e TV, para que as pessoas possam conhecer melhor esta NOSSA compreensão acerca da Trindade:

"1.      Não manter o padrão bíblico da sequencia ordinária. A Bíblia nos mostra que existe uma ordem comum, onde podemos nos firmar, sem com que exista noção de superioridade, mas de sujeição voluntária. Portanto, adorar ao Pai, em Nome de Jesus Cristo, por meio do Espírito Santo, não rebaixa o Filho ou o Espírito Santo, muito menos dá ao Pai um status de superioridade em sua divindade sobre as demais pessoas da divindade. Isso geralmente tem um reflexo na oração ordinária. No entanto, vez por outra, percebemos uma oração ou adoração dirigida ao Filho (At 7.59; Hb 1.6)."




"2.       O uso do nome que figura a distinção pessoal. A primeira pessoa da trindade é distinta da segunda por causa de algumas propriedades pessoais em relação a segunda, e a segunda da terceira. Essas propriedades são representadas em seus nomes distintivos. O nome Deus, Senhor, etc, são nomes que refletem a Divindade, portanto, cada uma das três ‘pessoas’, podem receber tal nome sem confundir a sua identidade. Temos, porém, que tomar cuidado para que o nome próprio de cada pessoa não seja aplicado à outra, e assim confundirmos as pessoas. Por exemplo, Jesus é chamado de “Pai” pelo menos uma vez na Escritura, em Isaias, mas o nome PAI é atribuição recorrente da primeira pessoa da divindade, da pessoa que enviou Jesus, o Filho. O nome da terceira pessoa é o Espírito Santo, o que também o é o Pai e o Filho (Espírito Santo), esse é o nome recorrente dele no NT. Portanto, o Espírito Santo é o nome da terceira pessoa pelo relacionamento que ela mantém com as demais pessoas da divindade."







"3.      Unificar as pessoas e dividir a substância. Não raro a solução racional para o mistério da trindade é ir para unicismo – fazer das três pessoas UMA – ou ir ao triteísmo, levando em consideração a distinção pessoal então, logicamente, dividir a essência divina – fazendo TRÊS DEUSES, ou pensar em três espíritos distintos no céu. É necessário mantermos o mistério. Não por causa de nossa incapacidade de solucioná-la – a solução está aí, nos caminhos das heresias, mas por mantermos submissos ao testemunho da Escritura que nos revela UM DEUS, que é Pai, Filho e Espírito Santo."






"4.      Atribuir o que não deve à distinção pessoal. Jesus é o Filho, isso não significa que o Pai trouxe o Filho à existência. O Espírito procede do Pai e do Filho, isso não significa que ambos trouxeram o Espírito à existência. O que significa? Que existe uma relação entre as três pessoas que pode ser definido como que um relacionamento entre pai e filho, e entre os que enviam e o que é enviado. Isso não começou em algum momento na história da eternidade. Esse relacionamento é desde sempre, pois desde sempre o Pai é pai, o Filho é filho e o Espírito Santo é santo."




"5.       Cada pessoa assumiu um trabalho específico na obra da criação, da redenção e da consumação. Temos que estar atento a não achar que por que certa pessoa da divindade fez algo, significa que ele não seja capaz de fazer o que a outra pessoa fez. Também,não podemos excluir as outras pessoas do louvor daquilo que foi feito. O Pai e o Espírito Santo não morreram na cruz, mas achar que ambos não estavam com a Pessoa do Filho ali, sentindo amorosamente tudo que ele sentia é um erro. Obviamente as três pessoas estavam envolvidas ali.  Cada qual realizando aquilo que assumiu a fazer, mas simpático ao que a outra pessoa estava suportando ou fazendo. Assim, posso dizer que fui salvo por Jesus, bem como pelo Pai, bem como pelo Espírito Santo. Ou apenas dizer que “fui salvo por Deus”. Ao mesmo tempo, só posso dizer que oFilho morreu por mim."




"6.      Somente o Filho se fez carne, e será homem eternamente. A Bíblia ensina, e os cristãos devem crer, que além do mistério da trindade, algo mais se acrescenta a isso, a encarnação da segunda pessoa. Isso nos lança em mais um mistério. Como o Filho, sendo Deus, pode ser Homem – completamente e ao mesmo tempo? Não temos respostas, é verdade. Mas temos o testemunho Bíblia (Jo 1.1,14). Como se não bastasse, a fé crista entende que Jesus será eternamente homem. Ele não deixou de ser Deus quando se tornou homem na terra, nem deixou de ser homem quando voltou ao céu glorificado. E nesse caso, devemos lembrar que o Filho – sendo Homem e Deus, agia em conformidade com as duas naturezas, mas sendo apenas uma única pessoa. No caso da trindade, são três pessoas e uma essência ontológica, uma natureza. No caso especifico do Filho, é UMA pessoa e DUAS naturezas."




"7.      Não existe possibilidade de compreender, apenas de apreender. As definições devem ser decoradas, e entendidas. Aquilo que não deve ser dito também deve ser memorizado. Mas isso é apenas no campo das definições e pronúncias, jamais o mistério em si será “compreendido” tal como é. Tentar isso é caminhar em um caminho eterno. E talvez por causa da longevidade do caminho, canse da jornada e comece ‘produzir soluções’ para encurtar o caminho... então nasce as heresias."




Porfim, acerca das acusações iniciais de Luciano Sena:




Fonte do texto: http://mcapologetico.blogspot.com.br/2014/09/corrigindo-as-nocoes-erroneas-sobre.html
Vídeos agregados: http://novotempo.com/namiradaverdade/ - http://www.youtube.com/results?search_query=na+mira+da+verdade

Autor original do texto: Luciano Sena
Vídeos agregados: Sr. Adventista

* Vídeos agregados por iniciativa própria, sem a permissão ou autorização do autor do texto original. Visitem a fonte para acompanhar o texto no original e na íntegra. Em caso de discordância o autor do texto original deverá entrar em contato com o administrador deste blog. Estamos à inteira disposição.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Resposta ao Luciano Sena - Acerca da falta de objetividade em tratar do conteúdo de seus artigos (as supostas provas)


Em resposta ao comentário:

http://mcapologetico.blogspot.com/2014/09/alberto-timm-igreja-adventista-ja-foi.html?showComment=1410871353004#c8056446241383151329

Perceba o seguinte amigo Luciano Sena, existe uma coisa chamada falácia, com que muitos não acostumados ao diálogo não conseguem lidar.

Alguns se permitem envolver pela falácia e fica ali dentro dando voltas e voltas tentando explicar o inexplicável de uma proposição errada, equivocada ou até maldosa.

Quando há erro ou equívoco em um enunciado você não desprende tempo em responder ao erro, pelo contrário, o procedimento normal é primeiramente evidenciar tais erros.

E as respostas se tornam prolixas justamente pelo fato de estar se respondendo a um enunciado falacioso. Não é tão simples dissolver equívocos, muitas vezes exigem várias linhas de textos para que se demonstre que realmente há algum tipo de erro em um enunciado.

Deste modo se o amigo cuidasse de não cometer "equívocos" naquilo que escreve, as respostas seriam diretas e objetivas.

Por exemplo, o amigo afirmou que Alberto Timm disse algo que não disse! Além disto não se preocupou em relatar o contexto de sua afirmação e ao que ELE realmente se referia!

Enquanto Timm referia-se à um grupo, o amigo deu a entender em seu artigo que ele referia-se à igreja.

Enquanto Timm havia dito que muitos (que não representam a totalidade, tampouco a maioria, tampouco a opinião oficial da igreja) eram sectários, o amigo tomou as palavras do Dr. Timm dizendo que ele havia dito que a Igreja era sectária.

Nas próprias citações do amigo se mostra claro que a igreja oficialmente não apenas era contra como de fato combateu deforma eficaz esta tendência de um grupo ao que Alberto Timm chamou de muitos.

Nesta situação o natural seria que o amigo mostrasse que minha pessoa bem como seus irmãos adventistas estão errados e de que relmente Alberto Timm haveria dito em algum lugar de que ‘A Igreja Adventista já foi sectária’.

Uma prova então seria o amigo mostrar na fonte primária o texto onde estaria contida esta exata afirmação!

Isto seria uma prova com a qual teríamos que interagir, explicar ou justificar.

Veja:

Alberto Timm: ‘A Igreja Adventista já foi sectária’

Este enunciado é totalmente falso, primeiro porque este trecho entre aspas não está contido em nenhuma obra de Alberto Timm. Trata-se de uma afirmação do próprio amigo e que o amigo colocou como se fossem palavras de Alberto Timm.

Atribuir à um altor uma fala que ele não disse é um ato de desonestidade intelectual.

Outra coisa, quando analisamos o contexto das afirmações de Alberto Timm, este também relata que:

"que os adventistas conseguiram superar sua ênfase sectária, reequilibrando os elementos distintivos da fé adventista com os componentes básicos da fé evangélica.”"

Usando tão somente os trechos que o amigo apresentou, interpreta-se que o sectarismo era uma TENDÊNCIA. E tendência não se trata algo presente!

Confirmando a afirmação anterior de que havia um grupo com tendência sectária!

"a partir de 1888 essa tendência sectária e legalista passou a ser reequilibrada para uma maior ênfase na salvação pela graça mediante a fé"

Interpretando-se corretamente percebe-se que nem mesmo tal grupo era sectário mas POSSUÍA tendências sectárias e que como outro trecho diz "passou a ser reequilibrada para uma maior ênfase na salvação pela graça mediante a fé".

Quanto à trindade, Alberto Timm, repete mais uma vez aquilo que todo adventista que tem vindo aqui tem lhe dito:

"nem sempre, porém, aceitaram a doutrina cristã histórica da Trindade. Nas primeiras décadas eles rejeitaram como antibíblica, católica romana, contrária à razão, a qual impunha uma cristologia de dupla natureza que parecia negar a expiação divina."

Pois é amigo Luciano Sena, isto prova que aquilo que Leandro Quadros disse é verdade, de que os adventistas rejeitaram a doutrina da trindade NA CONCEPÇÃO CATÓLICA ROMANA.

E em qualquer estudo adventista o amigo verá pregações acerca desta diferença! Agora pergunto, a fé reformada do amigo se baseia na concepção católica da trindade?

Pois é amigo Luciano Sena, assim como os cristãos trinitarianos hoje rejeitam aquela visão da trindade levantada nos alicerces de defesa do purgatório, intercessão dos santos e supervalorização de Ave Mareia, assim os anti-trinitarianos também rejeitavam tal visão da trindade, no molde católico, dentre outros, que era a única que alguns conheciam.

Então, ao final, aquilo que seus irmãos adventistas tem lhe dito está certo! Pensando estar combatendo nossas doutrinas, está na verdade contribuindo trazendo um conhecimento maior acerca do adventismo.

Algo para o amigo ficar com a pulga atrás da orelha!

Por que será que todos os adventistas que vem aqui sempre respondem suas perguntas sem contradizer uns aos outros? Ou seja aquilo que o amigo ouve um pastor mundial dizer é o mesmo que o amigo irá ouvir da boca de um irmão que está a pouco tempo dentro da igreja!

Unidade de pensamento em torno da verdade querido amigo!

Deste modo o chamado "bom adventista" (só há um bom que é Deus) pode abrir a sua boca sem medo e dar sua opinião pois fala baseado na Palavra, segundo aquilo que aprendeu, procurando deixar sua opinião concepções puramente pessoais e por isto falam a mesma língua e chegam às mesmas conclusões.

Deste modo quando o amigo profere alguma falácia tanto acerca da Bíblia quanto de nossas história, um adventista percebe no ato!

Querido amigo, se a igreja houvesse sido sectária em algum ponto da história, isto seria pregado hoje normalmente dentro da igreja. A igreja nunca fez questão de esconder seus erros no passado, pois não acreditamos em INFABILIDADE nos moldes que o amigo pretende exigir das religiões que o amigo trata como sectárias.

Deste modo não apenas por causa das falácias, mas também por causa de suas errôneas concepções, suas afirmações perdem a credibilidade, pois fica latende mais um sentimento de combate do que estudo e conhecimento de fato sobre a IASD em termos de doutrinas e histórias.

O amigo costumeiramente trata de atitudes de pessoas, pensando estar tratando de opinião oficial da igreja!

A opinião oficial da igreja sempre estará contida em suas doutrinas e fontes primárias oficiais.

As atitudes e crenças de ou ou de outro, mesmo que precursores ou fundadores, não representam necessáriamente a opinião oficial da IASD.

Alguma falácias do amigo:

De que todos os fundadores da IASD eram anti-trinitarianos. Isto é uma inverdade, pois haviam ali a maioria trinitariana, tanto que a doutrina da trindade foi incluída, por voto após os estudos, em nossas doutrinas fundamentais mesmo a contragosto de alguns como Bates.

Isto já é uma prova de que nem todos eram anti-trinitarianos (questão de lógica), mas o amigo pode bem visitar o Centro White de Pesquisas e pesquisar acerca de cada fundador, suas crenças, escritos e artigos que produziu, suas mudanças de crenças e comportamentos.

De que uma igreja para ser verdadeira precisa ter uma origem santa é outra inverdade, algo que nem a Bíblia, nem a história apoia.

De que um profeta ou líder precisa ser infalível. Outra inverdade, que também não pode ser apoiado nem pela Bíblia, nem pela história do próprio cristianismo.

Assim amigo Luciano Sena são claros os erros na concepção do amigo e o que ocorre é que se perde muito tempo tentando mostrar AO AMIGO os seus próprios equívocos.

Em suma, em um debate com um apologeta o amigo seria massacrado, triturado e cozido em forno à lenha e servido ainda quente com um belo vinho (não alcóolico da super bom).

E não digo isto para ofender o amigo pois é algo que o amigo não apenas assume como reconhece.

http://mcapologetico.blogspot.com.br/2013/07/debate-com-adventista-no-vejam-so-por.html

Faço minha as palavras de Leandro Quadros em resposta àquela sua palestra, não tenho nada contra a forma com que o amigo expõe suas idéias, nem sua desenvoltura, o amigo se porta bem neste quesito, a questão é que o amigo "escorrega" ao falar do Adventismo, motivado pelo ódio que sente pela nossa igreja o que nubla seu julgamento.

Demonstrar estes erros em seu julgamento portanto é a melhor forma de mostrar que o amigo esteve errado na produção de seus artigos e isto dá trabalho meu amigo, por isto os textos em resposta se tornam longos.

Terei prazer em responder objetivamente ao seus artigos, tão logo o amigo se informe melhor sobre o adventismo e passe a usar as regras acadêmicas de pesquisa, bem como se aprofunde nas fontes primárias passando a apresentar também, o contexto das afirmações que o amigo tem colocado aqui, bem como informações amplas que evitem seus leitores de adotarem uma má comprrensão do texto apresentado.

Ao invés de como sempre apresentar trechos fora do contexto, como pretexto para defender uma opinião que é puramente do amigo e não da igreja de forma oficial e na grande maioria dos casos, nem da própria pessoa que escreveu tais citações.

Fique com Cristo.

Antes que eu me esqueça, mais uma pequena coisa:

Meus textos se tornaram mais logos por sugestão do próprio amigo, ou o amigo esqueceu-se?

http://mcapologetico.blogspot.com/2012/10/quem-tirou-as-palavras-de-ellen-white.html?showComment=1349702506419#c5952468956430711557

Naquela época o amigo era mais animado e interessado naquilo que eu tinha para dizer. Até então meus comentários eram sucintos e extremamente objetivos:

http://mcapologetico.blogspot.com/2012/10/quem-tirou-as-palavras-de-ellen-white.html?showComment=1349626209887#c6079620379732114870

http://mcapologetico.blogspot.com/2012/10/quem-tirou-as-palavras-de-ellen-white.html?showComment=1349826807426#c6256010192350713758

http://mcapologetico.blogspot.com/2012/09/ao-tita-adventista-luis-goncalves.html?showComment=1348679855556#c1644603941003104063

Paz.

(Sr. Adventista)

domingo, 14 de setembro de 2014

Társis Iraídes - Segura Minha Mão

Uma faca de dois gumes


Recentemente, o blog MCA postou um artigo acusando a Igreja Adventista de ser sectária devido ao fato de em certo tempo terem havido dentro do adventismo pregadores que davam mais ênfase às doutrinas distintivas adventistas do que às doutrinas comuns, compartilhadas pelo meio evangélico, atribuindo assim à igreja, algo que consistia de atitudes individuais, de pessoas.

Interessante notar que na mesma procedência, Luciano Sena tem agido em prol de suas doutrinas calvinistas, dando a estas, muitas vezes mais importância do que as doutrinas comuns cridas por sua atual religião, a Presbiteriana do Brasil. Não obstante, pesadas críticas são dirigidas, por parte de Luciano Sena, à doutrinas tidas como comuns pelo meio evangélico e que tem adentrado às portas de igrejas tradicionais.

A diferença é que em se tratando de adventismo, as tais doutrinas evangélicas que eram deixadas de lado por muitos eram doutrinas puramente cristãs e que fazem parte da ortodoxia cristã, como a salvação pela graça e a trindade! No caso da IPB porém, tratam-se de ventos de doutrinas e ensinamentos não bíblicos como a teologia da prosperidade e certas campanhas que antes ocorriam longe das igrejas tradicionais:

http://mcapologetico.blogspot.com.br/2014/09/igreja-presbiteriana-fazendo-campanha.html

Deste modo Luciano Sena vê sectarismo em atitudes individuais de pessoas que um dia fizeram parte da Igreja Adventista e até mesmo de fundadores e que logo foram corrigidos ou deixaram de fazer parte da Igreja Adventista. Porém não vê sectarismo em sua atitude individual em se propor a empurrar goela abaixo, seus ensinamentos calvinistas e aquilo que considera o que seria uma Fé reformada. Reformada segundo aquilo que Luciano Sena como outros calvinistas consideram como a Pureza do Evangelho.

Oficialmente a IASD nunca apoiou qualquer pregação ou ideologia que atentasse contra as nossas doutrinas fundamentais, ou que promovesse sentimento separatista, o que sempre se tratou de uma atitude sectária da qual nem mesmo a IASD esteve livre.

A questão é que Luciano Sena consegue muito bem enxergar tal atitude sectária em membros de outras religiões, mas não consegue enxergar tal atitude em si mesmo.

De fato tem atacado insistentemente, não apenas as atitudes de sua própria religião, mas também de outras religiões até mesmo aquelas a que considera como ortodoxas e não sectárias. Porém o atacar não tem sido o problema, mas sim a forma como tem procedido para tal.

Ao julgar religiões através das atitudes de indivíduos, tem conquistado a antipatia de muitos irmãos! Ao invés de olhar para as doutrinas e aquilo que uma religião realmente defende ou segue oficialmente, tem ido atrás de atitudes e ocorrências dentro das religiões.

Significa que ao invés de discutir doutrinas, muitos irmãos a exemplo de Luciano Sena, tem passado a discutir mais pessoas e atitudes. E ao passo que tentar "corrigir" as religiões alheias, tem visto a sua própria necessitar de profunda correção, o que tem tentado fazer mesmo que de modo bastante tímido!

As recomendações que tenho passado desde que tenho participado de seu blog é que cada um reforme a si mesmo e sua própria religião para então ensinar aos outros como reformar a si mesmos e suas religiões.

Uma igreja deve pregar aquilo que ela segue. Deve ensinar aquilo que ela pratica e isto deve ocorrer também em se tratando de indivíduos.

Deste modo antes de exigir que outrem abandone suas atitudes sectárias, cada um deve abandonar as suas próprias atitudes, também sectárias. Antes de exigir uma perfeição doutrinária, deve alcançar primeiro, cada um em sua igreja, a perfeição idealizada.

Ao agir de forma separada e independente daquilo que crê e ensina a sua própria religião, o indivíduo está sim assumindo uma atitude independente, sectária.

Um exemplo disto são pregadores da graça barata abolidora de mandamentos e que hoje estão espalhados por igrejas pentecostais sérias a exemplo da Assembléia de Deus, pregando de forma contrária às suas doutrinas oficiais no que tange à validade dos mandamentos de Deus.

Um ponto que indica um sectarismo HERÉTICO é a rejeição aos mandamentos de Deus, isto vem logo após a rejeição da Trindade e da salvação pela graça.

Porém Luciano Sena, de forma conveniente tem passado a mão na cabeça de pessoas que pregam esta heresia de que os mandamentos de Deus foram abolidos na cruz.

Isto porque o Calvinismo tem hoje encontrado força no meio Pentecostal, livrando-se, então, daquilo que apontavam como sendo indício da falência do calvinismo.

Ao passo que não ataca diretamente ao movimento pentecostal pelos ventos de doutrinas que têm invadido as igrejas tradicionais, têm reclamado de ver tais doutrinas às portas de sua própria religião e de outras religiões do ramo tradicional que hoje enfrentam o mesmo tipo de problema.

Uma relação de amor e ódio que tem dividido o coração de muitos Calvinistas, que tem de um lado o conhecimento Bíblico e aquilo que é certo e do outro o medo de perder apoio do meio evangélico que hoje tem ensinado e praticado estes ventos de doutrinas.

Assim os calvinistas tem se sentido à parte dentro de suas próprias religiões tradicionais que tem se aproximado ecumenicamente de religiões evangélicas, representando hoje, um grupo cuja fé tradicional não tem sido levado muito em conta pelas lideranças de cada religião tradicional.

À parte em suas próprias religiões, tentando fazer aquilo que consideram o certo, calvinistas extremados têm sido tratados muitas vezes com indiferença.

Particularmente apoio os calvinistas na questão da defesa dos mandamentos de Deus, e da fé tradicional, no que tange à proteger as igrejas contra a entrada de ventos de doutrinas. Porém a maneira com que tem agido, condenando outras igrejas e até mesmo as suas próprias enquanto procuram conquistar apoio e simpatia é no mínimo bastante peculiar.

A aproximação que estes têm buscado é no sentido de levar os irmãos a aceitarem os conceitos calvinistas, a tal Fé reformada, e a volta ao que consideram como Evangelho Puro.

Trata-se portanto de uma aproximação proselitista, o mesmo tipo de atitude que  Luciano Sena atribui a pregadores da IASD. Ou seja, me aproximo de vocês, no sentido de vocês aceitarem as doutrinas que eu prego.

Ou seja, quanto à doutrinas não há acordo, mas quanto a obter apoio aos interesses pessoais de cada um, aí tem acordo.

Esta é uma política de boa vizinhança que boa parte das religiões tem praticado, sendo justamente um indício de NÃO-SECTARISMO, por parte de cada religião.

Algo que Luciano Sena, condena por parte de algumas religiões e até de sua própria religião, ao passo que apoia em se tratando de calvinismo.

Isto porque os Calvinistas sendo "vacinados" dificilmente desistirão de suas doutrinas reformadas e sua fé pura. Porém isto ocorre ao passo que veem suas religiões como a Presbiteriana do Brasil se embrenharem
pelos mesmos caminhos, porém não conseguindo resistir às tentações destes novos ventos de doutrinas.

Deste modo os calvinistas tem tentado agir como o sal, que dá gosto ao meio com que se mistura, sem no entanto assimilar o gosto deste meio.

Deste modo os calvinistas enquanto um grupo espalhado em suas religiões, tem muita semelhança com a IASD enquanto igreja.

A diferença é que a IASD é de fato uma igreja que segue integralmente as crenças do ADVENTISMO, enquanto que o CALVINISMO, continua necessitando estar agregados às religiões, estando sob sua jurisdição.

E vem a questão que Luciano Sena vê a IASD como seita enquanto igreja, mas não vê o Calvinismo como seita enquanto grupo.

Mas os Calvinistas estão absolutamente certos em defender uma fé pura, baseada nos evangelhos, mesmo que estejam enganados em seu corpo com algumas doutrinas. Assim como os Adventistas do Sétimo dia estão certo em defender os mandamentos de Deus e a volta às Escrituras Sagradas.

Também os Calvinistas em buscar a aproximação sem se contaminar com os ventos de doutrinas, pelo contrário, trazendo de volta os irmãos nas igrejas à uma reforma urgente!

O problema é que irmãos como Luciano Sena, ao meu ver, tem feito isto de forma errada, praticando uma discriminação e um preconceito em relação à certas religiões, com ares de superioridade do Calvinismo! Algo que nunca foi apoiado e sempre foi combatido, tanto no meio Calvinista como no meio Adventista.

Adventismo nem Calvinismo possui nada de superior senão as doutrinas que prega, ou seja, superior mesmo só existe a Bíblia Sagrada, o resto se constituem em placa de ideologias e placas de igrejas.

Neste sentido uma nomenclatura de religião e a divisão que hoje fazemos, não tem nenhum valor.

Só existem dois grupos, aqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus e aqueles que não guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus. É isto que devemos usar ao analisar as pessoas e não o que há escrito acima das portas de suas religiões.

Isto tanto une quanto separa, pois une aqueles que são os fiéis servos de Cristo (o trigo) em todas as religiões, separa-os daqueles que não são de fato servidores de Cristo (o joio) em todas as religiões.

E a ninguém cabe julgar quem está salvo e quem está perdido, portanto, NÃO podemos discriminar os irmãos, usando como critério a sua religião.

(Sr. Adventista)

Falácias e distorções do blog MCA

Alberto Timm: ‘A Igreja Adventista já foi sectária’


Esta afirmação colocada por Luciano Sena como uma afirmação de Alberto Timm, inclusive entre aspas, uma forma muito comum de se observar em revistas e jornais, não existe nos escritos de Alberto Timm veja a afirmação original:

Se durante as quatro primeiras décadas de existência do movimento adventista do sétimo dia muitos de seus pregadores enfatizavam mais as doutrinas adventistas distintivas do que as doutrinas evangélicas, a partir de 1888 essa tendência sectária e legalista passou a ser reequilibrada para uma maior ênfase na salvação pela graça mediante a fé...”
Perguntamos então de onde Luciano Sena, administrador do blog MCA tirou esta citação que teria sido escrita por Alberto Timm e que diria que 'A Igreja Adventista já foi sectária'!
Existe uma grande diferença em dizer que muitos indivíduos, enfatizavam mais doutrinas distintivas do que doutrinas evangélicas, e dizer que a Igreja Adventista adotava como norma oficial tal procedimento.

A palavra muitos, não pode ser confundida com a totalidade, tampouco, a maioria. Esta afirmação portanto de que ‘A Igreja Adventista já foi sectária’ além de falaciosa, jamais foi escrita pelo Dr. Timm.

O que mais denota, porém, a falta de honestidade não é a afirmação em si, que ao meu ver, bastante preconceituosa, mas o fato de ter sido colocada entre aspas simples, logo após o nome do autor, levando o leitor a acreditar que corresponderia à uma citação do próprio autor.

Desonestidade intelectual?