segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

As 12 objeções dos críticos

Irmão JESUS CRISTO BREVE VIRÁ, "fontes da citação" se referem AOS TRECHOS das fontes primárias, os livros da Escritora tratada de onde se tirou as citações NO VÍDEO, com o devido título da obra e a página. Dizer tão somente que uma pessoa disse "isto" ou "aquilo", não é correto, tem que se transcrever a citação e incluir a fonte para que o leitor ou ouvinte possa consultar. Não podemos tão somente acreditar no que terceiros dizem, temos que conferir nas fontes primárias para ver se as coisas são de fato assim. O mínimo do mínimo é que o irmão tivesse feito esta pesquisa, localizando as citações para ver se o que é dito no vídeo constitui-se verdade ou não. Como o irmão pode firmar apoio a uma opinião, sem ter consultado, sem ter pesquisado? Tratando do assunto em si, foram 2.000 sonhos e visões. Segundo a interpretação dos irmãos, incluindo o autor do vídeo, uma meia dúzia não haveria se cumprido, isto baseado no entendimento dos irmãos, sua capacidade de leitura, interpretação e entendimento do que leem. Que explicação os irmãos dão ao cumprimento do restante das profecias? Se em 2.000 profecias, encontramos, particularmente, objeções quanto ao cumprimento de apenas 12, é mais racional julgarmos que interpretamos equivocadamente estes 12 pontos, do que a Escritora tenha acertado "na sorte" todo o restante de de 1988 visões. Ainda mais sabendo que na América do Norte e na Europa também se leem estas mesmas declarações e estes mesmos trechos nos livros, mas não julgam que ali indique uma falha nestes 12 assuntos. Somente aqui no Brasil, irmão, vemos estas objeções e sabe-se a origem. A fonte de origem destas acusações foram contraditas, os autores chamados a defender suas alegações em debates, mas fugiram e continuam fugindo hoje, mesmo com insistência durante vários meses. Concordariam os irmãos em defender vocês mesmos, estes pontos, abertamente, já que também os defendem e neles acreditam? Foram construídas, irmão, 100 mil páginas de manuscritos. Todos estes escritos, feitos à mão, estão à disposição para consulta. Nenhum teólogo, mesmo depois de vários anos, conseguiu criar obras de refutação para estes escritos. Doutrinariamente e academicamente é muito difícil refutar o que a escritora escreveu, por isto, as religiões que possuem doutrinas contrárias o que fazem é ignorar. Nem mesmo proibir a leitura destes livros podem fazer, pois atiçaria ainda mais a curiosidade. Aqui no Brasil, um falso movimento apologético, decidiu deixar a boa apologética de lado para atacar escritos de outras religiões que não a que o apologista professe, por meio de práticas academicamente incorretas e o uso de distorções do que consta nas fontes originais. De 100 mil páginas porém e mais de 2.000 visões, 12 pontos foi tudo de aparentemente "nublado" que conseguiram encontrar passíveis de serem distorcidos e que poderiam ser usado a seus favor. Porém, o próprio testemunho de que diante de tal volume de informações, apenas 12 pontos estão na língua dos críticos, aqui no Brasil, demonstra que há algo de muito sério nisto, porque é muito pouca objeção, dado o volume das obras que estamos tratando. E a coisa se complica quando percebe-se que os críticos, tanto os que constroem, quanto os que disseminam estas objeções, sequer leram as obras da Escritoras e a maioria, nem mesmo o livro inteiro de onde se tirou as objeções. De tudo, ainda que houvessem 12 objeções, contrariando seu dom profético, o fato de todo o resto ter se cumprido já incentivaria a leitura de seus livros, a saber todo o resto que foi predito e que se cumpriu. Agora, em se tratando de uma pessoa que teria acertado todas as suas previsões e errado apenas 12, é muito mais racional questionar estas 12 supostas imprecisões. Porque, estando estas 12 supostas imprecisões sanadas completa-se, junto com as outras 1988 visões, o conjunto de 2.000 visões totalmente cumpridas. Assim, tendo apenas 12 objeções, estamos muito mais perto de reconhecer seu dom profético do que revogá-lo. Ainda mais quando estas objeções são fabricação de um grupo de críticos aqui no Brasil, cujas objeções já foram tratadas e que qualquer pessoa com boa capacidade de leitura, interpretação e entendimento de texto, pode perceber o que de fato está escrito e que é muito diferente daquilo que os críticos escreveram. Críticos estes que tanto confiam no que disseram, que não se aventuram em defender abertamente suas ideias diante do contraditório. Asim, não acreditam nem confiam realmente naquilo que os próprios escreveram. O Centro White publicou as análises e fez o contraditório e quem disse que os críticos trataram de contradizer esta análise? É por isto que desmerecem o Centro White, porque o contraditório é colocado, mas nenhum crítico se atreve a defender suas teses diante da contradição. O irmão por exemplo, seria capaz de defender o que pensa diante das respostas dada pelo centro? Seria capaz de refutar a resposta dada pelo centro que é porta-voz oficial dos escritos de Ellen White. Mostrar onde erraram em sua defesa? Demonstrar que os críticos e não o Centro White é que estavam corretos? Nenhum crítico, irmão, jamais se dispôs a contrariar o Centro White, que detêm não apenas os escritos de Ellen White, mas todas as informações históricas, cartas de Ellen White, relato e descrições primárias de cada pessoa que interagiu com a Escritora. Tudo guardado em uma case que funciona também como museu e cofre.Contendo jornais, revistas e tudo que foi coletado desde aquela época. A única obra crítica, por meio de livro, construída foi feita por meio de um roubo de parte deste acervo, todos os demais escritos críticos provém deste livro intitulado "A mentira branca". Após pesquisa por 5 anos acerca de suas alegações e parecer de peritos, o autor nunca mais teve coragem de produzir um único artigo que seja atacando a escritora. Todos os críticos na época se calaram, ao serem provadas as falsas acusações pelos próprios pesquisadores que estes mesmo tanto elogiaram. Onde até mesmo estes estudiosos deram seu testemunho, dizendo que suas próprias vidas não seriam mais a mesma depois de terem tido contrato com aqueles escritos da escritora cristã. Isto, os irmãos, não mostram em seus vídeos! De tudo que ocorreu na história do adventismo, de todos os embates, dentro de tamanha quantidade de informação, tudo que alegam contra a escritora, hoje, seriam 12 profecias supostamente não cumpridas. É muito pouco, irmão. Fora os poucos críticos dados a estas distorções, todos os demais que leem de fato as obras de Ellen White, ainda que discordem, não encontram nenhuma imprecisão acerca de suas profecias, nem mesmo nestes 12 pontos levantados. O problema com os livros de Ellen White, irmão, é doutrinário, segundo o que ensinado em cada religião e a profissão de fé de cada leitor, exclusivamente doutrinário, irmão. Tudo o que Ellen White escreveu por predição se pode ser comprovado, hoje, segundo o que já se cumpriu e a quantidade é imensa, palpável e visível. Estes aí não há como se contradizer, ficam então os críticos com os 12 pontos, junto com outros que possam inventar de suas próprias cabeças, os quais nem os mesmos confiam, pelo menos não o suficiente ao ponto defender o que disseram, diante do contraditório, como não o fez Walter Rea em sua época, como não o fez Canright (que inclusive se arrependeu publicamente), como não fez, hoje, o CACP. As refutações quanto a estes 12 pontos levantados ainda estão aberto, qualquer um que quiser contradizer a conclusão oficial da Igreja Adventista ou do Centro White, pode se achegar, sem constrangimento, e fazer suas alegações. Um abraço.

A irreligiosidade

"mano nao sou alienado nao ,pq nao sigo a nenhuma religiiao , eu sigo a deus,"

(https://www.youtube.com/watch?v=IvtF8X42-sY&lc=z12btjn5kmfey3xnk22tvvm4xne3sx1hc04.1482000182513468)

Não sendo anti-religioso, tudo bem, irmão, porque anti-religião é também um estado de alienação (1 Timóteo 1:9). Devemos ser Bíblicos, esta é a verdadeira religião e a recomendada por Paulo. Religião é permanecer em tudo que está escrito e fazer tudo aquilo que Deus manda por meio da Sua Palavra. O contrário disto é ser irreligioso. Um abraço.

Onde estão os demônios e onde estão os que dormem?

Irmã Finn, se Satanás está no Inferno, quem é aquele que apareceu para Jesus no deserto? Quem é aquele que está livre tentando a humanidade? Esta ideia, irmã, de um inferno onde Satanás está, provêm da cultura grega e não dos ensinamentos bíblicos. A Bíblia diz que Satanás e seus anjos estão RESERVADOS para o dia de juízo (2 Pedro 2:4, Judas 1:6). Se estão RESERVADOS e ainda não foram julgados, significa que não há nenhum lugar de castigo ainda onde se possa mandar qualquer pessoa. Novamente a palavra "inferno" não existe ali, tendo sido colocada em nossas traduções, a palavra "inferno" é latim: "Pois Deus não poupou os anjos que pecaram, mas os lançou no inferno, prendendo-os em ABISMOS tenebrosos a fim de serem reservados para o juízo." 2 Pedro 2:4 "E aos anjos que não conservaram suas posições de autoridade mas abandonaram sua própria morada, ele os tem guardado em TREVAS, presos com correntes eternas para o juízo do grande Dia." Judas 1:6 Muito diferente de um lugar com chamas, bem iluminado, onde os anjos estejam queimando. E que os demônios ainda estão bastante livres deste suposto inferno, encontramos em Marcos 5:9. O juízo final, irmã, ocorrerá na volta de Cristo, lá sim, todos serão condenados e ali sim haverá o lago de fogo enxofre, antes não: Apocalipse 19:20, Apocalipse 21:8, Apocalipse 20:10, Apocalipse 20:14. E a palavra inferno é tão sem sentido na Bíblia que segundo Apocalipse 20:14 fica parecendo que o "inferno" foi lançado no próprio inferno! Inferno, irmã, na maioria dos casos é "sepultura" ou "mundo dos mortos", lugar de silêncio, não de tormento. Deste modo, tanto Satanás quanto os ímpios mortos estão todos aguardando o juízo, um no abismo e o outro no silêncio da sepultura. Dentre estes dois, os demônios são os únicos que possuem consciência, pelo motivo de ainda estarem vivos. Leia Salmos 6:5, Salmos 115:17, Eclesiastes 9:6, Eclesiastes 9:5. A Bíblia não ensina a imortalidade da alma, a Bíblia ensina a ressurreição. As pessoas não sobem conscientes para o céu desencarnadas, nem descem a um inferno, estas são crenças extra-bíblicas. A Bíblia ensina que os mortos são primeiro ressuscitados antes de irem para o céu, ou para o castigo do lago de fogo e tudo isto ocorre no futuro, na volta de Cristo. Leia 2 Timóteo 4:8, Romanos 2:5-7. Sobre a glória e a incorrupção que receberemos: 1 Coríntios 15:53 É NO CORPO, irmã, que recebemos a glória e a incorrupção. Na volta de Cristo recebemos, tanto os vivos quanto os que dorme, um corpo glorificado. Os mortos, não vão para o céu antes dos vivos, nem os vivos antes dos mortos, todos vão juntos, na mesma ocasião, leia 1 Tessalonicenses 4:15. A recompensa do paraíso, será na volta de Cristo (Mateus 16:27); A reunião dos justos ocorrerá no futuro, os que foram salvos, não estão ainda se reunindo no céu (Mateus 8:11): Igualmente os ímpios, ainda não foram lançados em seu castigo (Mateus 8:12) Há um só juízo para o ímpio e que ocorre na volta de Cristo (Hebreus 9:27). Não há um juízo intermediário, nem um castigo intermediário enquanto o ímpio está morto, não existe, na Bíblia, espaço para um estado intermediário, onde os ímpios são "pré-cozidos", antes do juízo e do castigo no lago de fogo e enxofre. Cristo, irmã, ainda está preparando as moradas no céu, e não voltou para levar os seus (João 14:2-3). Quando é que seremos levados para viver nestas moradas? "...virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também." João 14:3 É Cristo que vem nos buscar, a fim de nos levar para estas moradas, não subimos para o céu por nós mesmos, em espíritos desencarnados, depois de morto. Cristo, irmã, vem para buscar a todos, tanto vivos quanto mortos, ressuscitando-os e dando a todos um corpo glorificado e incorruptível, e assim, devidamente em nossos corpos seremos levados, na companhia de Cristo, para as moradas celestes , este é o ensinamento Bíblico, nada de almas desencarnadas subindo para o céu para viver deforma etérea antes da volta de Cristo. Ao invés da reencarnação e da imortalidade da alma, a Bíblia ensina a ressurreição, como solução única para o problema da morte. Quando Deus criou o homem, não existia a morte, portanto não havia um lugar intermediário, nem um estado intermediário preparado para que o homem pudesse "viver" mesmo depois de morto. Morte, irmã, é morte mesmo, descanso na sepultura, estado de inconsciência, aguardando a volta de Cristo e a ressurreição. Após a ressurreição é que os justos são levados para o céu e os impios são deixados a fim de serem castigados! Ali, sim, haverá o castigo com fogo. A irmã pode percorrer todas as Escrituras e não encontrará uma única linha falando deste suposto "lugar intermediário", onde os salvos já vivem no céu e os condenados já estão sendo atormentados. Ninguém foi levado para o céu, senão os que foram trasladados, vivos, e os que foram ressuscitados. E não há ressurreição sem um corpo, irmã. Assim, Deus não leva pessoas mortas para o céu, nem as joga no inferno, antes, Deus ressuscita a todos, em seus corpos, para então destinar cada um, quer para o paraíso, ou para o castigo. A crença em almas desencarnadas é uma crença tradicional, para a Bíblia, os únicos "espíritos" que possuem consciência, aqui neste mundo, são Satanás e seus anjos. Por isto, é muito perigoso lidar com estes ensinamentos sobre seres humanos poderem viver como vivem estes "espíritos" e assim Deus proibiu qualquer tipo de prática relacionada a consulta aos "espíritos". Somente nas narrativas poéticas, irmã, e nas figuras de linguagens e nas histórias populares, que plantas, animais e até mesmo o sangue de mortos podem tomar "consciência", como em Gênesis 4:10. Ou até mesmo, em linguagem poética e simbólica, almas podem fazer seu apelo, antes de voltarem ao seu repouso, como em Apocalipse 6:10-11. Ou baterem um papinho estando um no céu e o outro no inferno, como na parábola entre o rico e Lázaro. Porém, doutrinariamente, nenhum profeta ensinou ou explicou acerca de um estado intermediário. Todos os profestas, incluindo Jesus ensinou o estado da morte como um sono no pó da terra, que é de onde viemos e para onde vamos, segundo a Bíblia (Eclesiastes 3:20). Ninguém, nem os mortos, nem os anjos estão sendo atormentados ainda (Mateus 8:29). Portanto, não há ninguém em um inferno. A palavra traduzida por inferno, em nossas Bíblias, significa em sua grande maioria "sepultura", ou seja estão todos na sepultura. Esta palavra em latim, não deveria ter sido colocada ali. Conforme não consta em traduções como a NVI (Nova Versão Internacional) que mantêm o significado original dos temos ao invés de substituir tudo por "inferno", palavra latina se refere a um lugar de castigo grego e que não é de fato apoiado pelas Escrituras. A cultura israelita, também tinha suas crendices acerca de fantasmas, mas sabiam que se tratavam de manifestações demoníacas e não de pessoas. Por isto procuravam se manter afastados destas coisas. Hoje, vemos filmes como "Ghost - Do outro lado da vida", ensinando um estado de sobrevida fora do corpo e pegamos carona nestas crenças. Crenças deste tipo, não tem nada a ver com o ensinamento Bíblico. Em nenhum livro da bíblia se fala deste suposto estágio do ser humano, de sobrevida após a morte, desencarnado do corpo. A desencarnação não é Bíblica, a Bíblia ensina a morte, como descanso na sepultura, também não ensina a encarnação de volta desta alma em um corpo na volta de Cristo! A Bíblia é clara em ensinar que a alma voltar a surgir junto com o corpo à partir do pó da terra! Do pó o homem veio, ao pó o homem retornou! Ao pó, o homem retornou, do pó o homem novamente ressurge! A alma acompanha o corpo! Sempre, irmã! O ser humano é um ser holístico, inseparável. Um abraço.

domingo, 18 de dezembro de 2016

O julgamento da mulher adúltera

Olá, irmão Juliard, o julgamento da mulher era ilegal, primeiro porque, segundo a lei, os dois apanhados em adultério teriam que ser apresentados perante o julgamento. Segundo que Cristo não estava ali como juiz, terceiro que a lei romana não permitia o apedrejamento, quarto que deveriam levar a mulher, antes, aos sacerdotes. Os judeus poderiam apedrejar a mulher ali mesmo caso Cristo a condenasse. "...vai-te, e não peques mais." João 8:11 "... o pecado é a transgressão da Lei." 1 João 3:4 Qual a diferença em dizer, naqueles contexto, vai e não peques mais, ou vai e não transgrida mais a lei? O pecado que a mulher cometeu foi uma transgressão da lei. Quando Cristo disse o que disse, como resposta à multidão, os judeus sabiam que igualmente estavam transgredindo a lei. Em questão de falso testemunho, ou armação, para condenar uma pessoa, a pena também era a morte para quem assim procedesse. Creio que Cristo, sendo conhecedor da lei, escreveu, na areia, cada ponto das Escrituras, ou seja, os pecados também, dos que estavam ali presentes. Ou seja, se fossem fazer um juízo, o juízo seria JUSTO E COMPLETO! E a escolha deste método, mover o dedo sobre a areia, foi para dar tempo para a multidão se acalmar e refletir. Este é o meu entendimento sobre esta passagem, irmão. Um abraço.

A transição da Antiga para a Nova Aliança

Olá, irmão Jah, houve alguma coisa feita no mundo, no Gênesis que não seja para o homem? Veja, não foi para Deus, também não foi para os anjos! Tudo o que vemos na Criação e segundo o que Cristo nos disse, foram feitos POR CAUSA DO HOMEM. E não é porque a Bíblia não descreve de que Adão tenha entendido que o sábado foi feito para ele, que signifique de que não tenha entendido! A razão de Moisés descrever a origem do sábado no Gênesis é para explicar o motivo de o povo, descendentes de Israel, estar guardando o sábado, conforme exigido por Deus: "Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou." Êxodo 20:11 Moisés usa como motivo o EXEMPLO do descanso de Deus E não apenas Moisés diz que isto foi feito como um exemplo, mas também Paulo: "Porque em certo lugar disse assim do dia sétimo: E repousou Deus de todas as suas obras no sétimo dia." Hebreus 4:4 Tanto sábado, quanto o descanso no Senhor em todos os dias, tem como base o descanso de Deus, no Éden, no sétimo dia. Então se dizemos que aquilo não foi um exemplo, contrariamos as Escrituras. Agora, por que Deus separaria um dia, abençoaria, santificaria, descansaria neste dia como exemplo? Exemplo para quem, irmão? Obvio, irmão, sendo que Deus deu o exemplo ao homem antes da queda no pecado é para alguma razão, e não há outra senão que o homem seguisse este exemplo! Assim como Moisés moisés pediu para seguir este exemplo e guardar o sábado e assim como Paulo pediu para seguir este exemplo e descansar no Senhor em todos os dias. Para saber qual era o sétimo dia para Adão, basta verificar qual era o sétimo dia para Moisés: "Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus.." Êxodo 20:10 Está no mandamento, irmão. Agora pergunto, em que dia Moisés nasceu? Em que dia Arão nasceu? O sábado para Moisés caia em um dia diferente de Arão segundo o dia de seus nascimentos? O calendário, irmão, muda para cada nascimento? Conta-se primeiro dia quando a pessoa que nasce e assim acompanha um calendário particular para cada pessoa, até a morte do indivíduo? Não, irmão, Deus criou uma CADÊNCIA de dias e abençoou e santificou o dia sétimo. É pelos eventos da CRIAÇÃO que contamos os dias: E Deus chamou à luz Dia; e às trevas chamou Noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro. Gênesis 1:5 E chamou Deus à expansão Céus, e foi a tarde e a manhã, o dia segundo. Gênesis 1:8 E foi a tarde e a manhã, o dia terceiro. Gênesis 1:13 E foi a tarde e a manhã, o dia quarto. Gênesis 1:19 E foi a tarde e a manhã, o dia quinto. Gênesis 1:23 E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom; e foi a tarde e a manhã, o dia sexto. Gênesis 1:31 "No sétimo dia Deus já havia concluído a obra que realizara, e nesse dia descansou. Abençoou Deus o sétimo dia e o santificou, porque nele descansou de toda a obra que realizara na criação. Esta é a história das origens dos céus e da terra, no tempo em que foram criados: Quando o Senhor Deus fez a terra e os céus," Gênesis 2:2-4 Assim os dias são contados pelas OBRAS DA CRIAÇÃO. Quanto ao velho pacto e ao novo pacto, antiga aliança e a nova aliança, a primeira aliança e a segunda aliança. sou da crença dos demais irmãos que não creem na abolição da lei, como batistas, metodistas e presbiterianos. Indo além, não creio na revogação de nenhum jota ou til, mas na realização de todas estas coisas. Creio que foram sombras de uma REALIDADE! Realidade que está PRESENTE hoje! Relação de Antes & Agora Sacerdote (antes) = Vários homens dentre o povo; Sacerdote (hoje) = Cristo; Sumo-sacerdote (antes) = Um homem dentre o povo; Sumo-sacerdote (hoje) = Cristo; Cordeiro (antes) = Um cordeiro dentre o rebanho do povo; Cordeiro (hoje) = Cristo; Santuário (antes) = Atenda móvel/templo entre o povo; Santuário (hoje) = Santuário que está no céu, onde Deus; Estas coisas foram abolidas? Ou alcançaram sua realidade, seu cumprimento? Sinal de ingresso na aliança (antes) = circuncisão; Sinal de ingresso na aliança (hoje) = batismo; Memoria da morte de Cristo (antes) = páscoa; Memorial da morte de Cristo (hoje) = santa ceia; Lei escrita (antes) = livro da lei e nas tábuas de pedra; Lei escrita (hoje) = no coração e na mente. EXPANSÃO (a antiga é mantida): 12 pilares (antes) = as 12 tribos de Israel; 12 pilares (depois) = os 12 apóstolos; (ver Apocalipse) selamento dos discípulos (antes) = lei (Isaías 8:16) selamento dos discípulos (hoje) = Espírito Santo (Efésios 4:30) (ver Apocalipse) Descanso (antes) = sábados; Descanso (hoje) = descanso no senhor em todos os dias; E sim, irmão, ensinamos e guardamos TODAS ESTAS COISAS! Pela Bíblia, se percebe que apenas as coisas relativas aos rituais do santuário, foram abolias, dando lugar à sua realidade e esta realidade permanece, mais real do que a sua sombra. A abolição destes rituais foi do meio de nós, de modo que Cristo é quem hoje realiza todas estas coisas por nós em seu ministério intercessor no Santuário Celestial, como nosso mediador. Então sim, imitamos tudo isto, é por isto que temos a extensa doutrina do Santuário, onde tudo que era mostrado por simbolismo agora é mostrado em sua realidade. E nada escapa, irmão, nenhum detalhe das sombras é deixado de fora, enquanto mostramos o seu cumprimento. Falando do TODO das Escrituras, Nem a mínima linha do que é lido é deixado de tratar, desde o Gênesis até apocalipse, tudo é explicado. Experimente, pergunte o que quiser: https://www.youtube.com/channel/UCIa6p9HWw1hEEfHzfJOcSbA Um abraço.

Jesus - A primícia dos que dormem

Olá, irmão Elias, desde quando "primícias" significa "único que morreu ressuscitou e não morre mais"? Ripostando, isto o irmão tirou de algum lugar ou "é pura filosofia pessoal"? Leandro Quadros, irmão, já produziu artigo sobre este assunto, não usando de interpretação livre, mas do significado de "o mais importante" ou "o melhor", que são também significados atribuídos à palavra "primícias". O irmão tem algum dicionário que diga que primícias significa "único que morreu ressuscitou e não morre mais"? Porque no Israel antigo, primícia era o melhor da colheita, o melhor dos animais. Em outras ocasiões primícia significava "o mais importante", mas nunca "único que morreu ressuscitou e não morre mais". Já imaginou, uma espiga de milho que morreu e ressuscitou e não morre mais sendo dada como oferta? Cristo, irmão, é a "primícia" dos que dormem porque é através dele que, não apenas a ressurreição, mas também a transladação dos que estão hoje no céu foi possível. O que o irmão está fazendo é a chamada teologia em cima de "palavra" não podemos pegar a palavra "primícias" e dá uma interpretação que não tenha base em uma linguagem usada pelas Escrituras. Quanto à ser possível Moisés morrer de novo é pelo motivo de a imortalidade condicional ensinar que somente pelo comer da árvore da vida é que se poderia perpetuar a vida eternamente. De modo que, usando a mesma exemplificação de Leandro Quadros, se Jesus houvesse desistido do plano da salvação, Moisés teria que descer, no que, sem fazer uso da árvore da vida, morreria assim como Adão uma vez morreu. O corpo imortal, irmão, biblicamente, não funciona sozinho! Este corpo, ainda que sem defeito, precisa fazer uso da árvore da vida e das folhas, para terapia (manter a plena saúde) deste mesmo corpo (Apocalipse 22:2). No céu, irmão, continuaremos tendo que nos alimentar, nutrir o corpo com alimentos, de modo que o corpo imortal não tem nada a ver com o que se atribui à "alma imortal". O único ser que possui a imortalidade inerente, irmão, segundo a Bíblia, é Deus (1 Timóteo 6:16). A imortalidade do corpo ocorre mediante a perpetualidade do acesso ao fruto da árvore da vida. Para o irmão entender, Adão e Eva foram criados imortais! E da mesma forma voltaremos a ser imortais, porque nunca nos desligaremos da fonte de vida que é Deus, o fruto da árvore da vida, é um meio funcional de ensinar isto ao homem. Assim, adquirimos a imortalidade mediante o uso do fruto da árvore da vida. De modo que seremos revestidos da mesmas imortalidade que Adão, em um corpo, agora, glorificado. Glória, irmão, tem sentido de resplendor e não, novamente, "imortal" aos moldes da imortalidade da alma. Temos, irmão, um conceito muito deturpado sobre imortalidade, influenciado, não pelo ensino bíblico, mas o que tradicionalmente observando ser ensinado, fora da bíblia, acerca do que seria "ser imortal". Não é, irmão, ser como um vampiro! Mas sermos criaturas eternamente cuidadas por Deus, totalmente dependentes Dele para nossa subsistência. Assim, irmão, enquanto Deus for eterno, viveremos eternamente ao lado Dele, esta é a imortalidade que Ele nos concede. Assim, mesmo após a ressurreição, com um corpo glorificado, necessitaremos comer da árvore da vida como meio de alcançar a imortalidade. Então, caso Moisés tivesse que voltar, morreria novamente como morreu Adão, por não ter, aqui, acesso ao fruto da árvore da vida. Assim, irmão, a imortalidade é condicional! A condição é que o homem permaneça junto com Deus, sendo recompensados por meio do livre acesso à árvore da vida. O QUE EU VEJO, irmão, é o contrário! Que o Pastor Elias nunca teve contato com a doutrina da imortalidade condicional, como demonstrou no debate. Porém, Leandro Quadros já conhecia tudo que o pastor Elias falou acerca da diferença entre a ressurreição de Moisés e dos demais que foram ressuscitados e também a diferença entre a ressurreição de Moisés e a ressurreição de Cristo. E acabou concordando, aos 46:15, junto com o reverendo Eber, de que a interpretação é de que Cristo é as prímicias segundo a perspectiva teológica de que "A ressurreição de todos os salvos dependem da ressurreição de Cristo". Aos 16:10 O pastor Elias, porém, afirma que a qualidade da ressurreição de Moises é igual a de Cristo. Ali o irmão Elias cometeu um erro. O reverendo Eber porém, junto com Leandro Quadros, ao invés de criticar, com muito cuidado, fizeram uma correção em cima da afirmação teologicamente equivocada do pastor Elias e o tratou com todo carinho e consideração. Aos 35:29, vemos o professor Leandro Quadros usando esta mesma explicação em cima da palavra "primícias", o que é um conceito teológico elementar. Então sim, irmão, o prof. Leandro Quadros, junto com o reverendo Eber explicaram bem o significado de "as primícias", não é um conceito filosófico, mas um conceito teológico amplamente conhecido e aceito. E o pastor Elias, também fez uso de colas, irmão, que é levar perguntas e raciocínios prontos, o qual os leu durante o debate. Não é errado, porém, é um recurso primário, para quem está iniciando em debates. Assim, o clima do debate foi de solidariedade para com o irmão Elias, passando muito longe de ser uma disputa, pelo menos não por parte do reverendo Eber e do professor Leandro Quadros. Acerca da palavra "primícias" nem sempre significar " o primeiro", isto também é de conhecimento do pastor Elias, tanto que apenas repetiu o que Leandro Quadros havia dito, o qual, ficou sem entender por que o pastor Elias repetiu, aos 42:10, tudo aquilo que ele, Leandro Quadros, havia acabado de dizer e que inclusive estava também na bíblia de estudos que acabara de ler. Assim, o debate, pelo que pude notar, foi em clima de solidariedade ao irmão Elias, pelo menos por parte do reverendo Eber e do prof. Leandro Quadros. Um abraço.

sábado, 17 de dezembro de 2016

O sábado foi dado a Adão e Eva? Ou será que foi para o judeu?

Olá irmão Jah, se o irmão usar somente a Bíblia, mas eliminar a razão, estará certo em suas alegações. Mas se porém, fizer uso da capacidade racional que Deus lhe deu e seguir as ferramentas propostas por Martinho Lutero (Bíblia E Razão). Verá que a nossa mente também serve para entender as IMPLICAÇÕES de certos textos, como por exemplo: Jesus diz que o sábado foi feito por causa do homem (Marcos 2:27) remetendo à Criação. Daí o irmão alega que necessitaria de uma ordem pra Adão guardar algo que foi feito por causa dele e para ele? Usando o raciocínio, a cabeça, a caixola, a razão: Sendo que Deus não deu ordem para Adão e Eva fazerem uso da água no gênesis, será que não beberam dela? O que a Bíblia mostra é igualmente Deus separando as águas e montando todo o planeta que estes habitariam, agora veja, Deus faz as plantas, os animais, a água e também o SÁBADO por causa do homem, mas o homem fez uso de tudo, menos do sábado ABENÇOADO e SANTIFICADO no gênesis? A razão nos diz que é obvio, que se todas estas coisas foram criadas em benefício do homem, o homem fez uso de todas estas coisas. E o mandamento nos diz que temos que descansar no sábado porque deus criou todas as coisas no Éden e AO SÉTIMO DIA descansou (Êxodo 20:11). Mais claro que isto, irmão, impossível. Jesus, bem como o mandamento, liga o sábado desde o Éden, ao sétimo dia que foi abençoado e santificado. Então o sábado não é um recurso cerimonial criado no contexto do pecado! Mas sim um dia de guarda que provêm da Criação e que antecede a entrada do pecado e por conseguinte, o cerimonialismo. O sétimo dia existe no calendário desde quando irmão? Desde o gênesis! O sábado foi abençoado e santificado desde quando irmão? Desde o gênesis! O sábado foi feito para o homem desde quando irmão? Desde o gênesis! O homem usa as coisas dadas a ele no Gênesis, desde quando? A resposta é obvia, irmão, desde o Gênesis, ainda que não leiamos algo como "e Adão descansou no sábado criado em favor dele", assim como não lemos "e Adão bebeu da água que Deus criara para ele". Estas razões irmãos são mais válidas do que o chamado ARGUMENTO DO SILÊNCIO. Este sim, irmão, não tem validade perante as Escrituras. Por exemplo, dizer que Abraão não guardou o sábado, vai contra as escrituras que diz: "Porquanto Abraão obedeceu à minha voz, e guardou o meu mandado, os meus preceitos, os meus estatutos, e as minhas leis." Gênesis 26:5 Não tendo uma lista especificando estes vários preceitos, estatutos e leis, não há como se alegar de que o sábado não estivesse incluído. Veja que a Bíblia é FAVORÁVEL à ideia de que o sábado tenha sido usado como dia de descanso por Adão e se não o fosse, problema algum haveria, porque Deus descansou, inaugurando o sábado como dia de descanso, esta é a idéia bíblica quando ela se repete em "E repousou Deus de todas as suas obras no sétimo dia." (Hebreus 4:4). O sábado foi instituído e inaugurado no Gênesis com o próprio Deus dando EXEMPLO do descanso. E por que digo que é exemplo? Usando novamente o raciocínio, irmão, baseado na informação de Isaías 40:28, onde é dito que Deus não se cansa nem se fadiga. Sendo que o sábado foi feito por causa DO HOMEM, não de Deus e sendo que Adão era o único homem existente para receber o sábado, então, obvio que Adão era o ser humano que fazia uso do sábado no Gênesis, óbvio que foi para ele e sua esposa que o sábado foi feito! Então nos tornamos cientes de que o sábado foi feito PARA O HOMEM! Quando? Lá em Israel? No monte? Não irmão! Os eventos do estabelecimento do sábado, suia feitoria, foi lá no Gênesis! E lembra de Abraão, que guardava preceitos, estatutos e as leis de Deus? Olha o que é EXIGIDO dos seus descendentes: "Seis dias o colhereis, mas o sétimo dia é o sábado; nele não haverá. E aconteceu ao sétimo dia, que alguns do povo saíram para colher, mas não o acharam. Então disse o Senhor a Moisés: Até quando recusareis guardar os meus mandamentos e as minhas leis?" (Êxodo 16:26-28)

Que leis, irmão? Ora, as de Abraão! Que são as leis imediatamente antecedente! Leis dadas a Abraão e que também serviam aos seus filhos.

Esta exigência, irmão, foi feita antes do sinai, o que prova que o sábado antecede à lei escrita, que já era uma lei, existente, e que não fazia tão somente parte daquele conjunto de leis que incluem o cerimonialismo entregues ao povo! As Escrituras, irmão, têm que ser estudada assim! O claro assim diz o Senhor afirma que o sábado foi feito no Gênesis e por causa do homem e que fez parte da lei de Deus que já existia antes do Sinai, cuja guarda foi exigida dos descendentes de Abraão imediatamente após a libertação do Egito. Então não há como se alegar de que Adão, Abraão e seus descendentes não tenham guardado algo que JÁ HAVIA SIDO DADO! E o importante, no final das contas, não é se guardaram ou não, mas quando o sábado foi dado! Sendo que foi dado no Éden, como Cristo afirma que foi feito por causa do homem e como lemos no mandamento que diz que o sábado é o sétimo dia da criação e conforme vemos o sábado ser abençoado e santificado na criação , então OBVIO, de que o sábado já havia sido dado muito antes do Sinai. Agora, se vamos rejeitar este dia feito, para nós, ou não, aí é de cada um. Porém alegar de que não devemos guardar o sábado porque não temos certeza se Adão ou Abraão guardaram, é um argumento totalmente inválido, porque nenhuma doutrina deve ser observada só porque um patriarca guardou ou não! Se formos tomar PELO EXEMPLO, a Bíblia ensina que devemos tomar como exemplo A DEUS e A CRISTO! No que a Bíblia mostra justamente Deus dando exemplo de descanso, lá no Gênesis. Pelo exemplo dos descendentes de Abraão (o que não tem validade) vemos o povo recém liberto guardando o sábado (sob exigência de Deus, agora sim tem validade). E vemos Cristo, guardando o sábado, como todo homem que fazia parte do povo de Deus (Lucas 4:16). Leia também a recomendação de Cristo em Mateus 24:20. Então a alegação de que sábado é coisa de judeu, mandamento só para judeu, que é puramente cerimonial é uma alegação totalmente furada. Acompanhe também:
http://novamenteadventistas.blogspot.com.br/2016/09/o-sabado-no-genesis-seria-cerimonial.html

Quando Moisés escreve sobre o sábado da criação, é claro que estava mostrando aos leitores a origem daquele dia a que estavam guardando, de modo que os detalhes do mandamento fundamenta a observância e o porque da guarda do sábado.

A resposta nas Escrituras: Por que Deus criou o sábado no gênesis? Para responder esta pergunta, façamos a pergunta reversa: Por que o povo guardava o sábado? "Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou." Êxodo 20:11 O povo guardava o sábado porque Deus criou no gênesis, logo, Deus criou o sábado no gênesis para que o povo pudesse guardá-lo! É lógica reversa simples, irmão. Um abraço.