sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017
Um mesmo povo
Olá, irmão Stewieland, cuidado com este pensamento. Deus não criou o povo de israel para servir de degrau para um outro povo servir de cumprimento de suas promessas!
A primeira aliança, irmão, foi feita com a casa de israel, a segunda aliança também com a casa de Israel! Deus não fez aliança diretamente com gentios, mas com a mesma nação que recebeu a primeira aliança.
O trabalho de Cristo, e dos apóstolos era com a casa de Israel a fim de firmar a nova aliança (Mateus 15:24).
Leia também:
"Jesus enviou estes doze, e lhes ordenou, dizendo: Não ireis pelo caminho dos gentios, nem entrareis em cidade de samaritanos; Mas ide antes às ovelhas perdidas da casa de Israel;" (Mateus 10:5,6)
Ambas as alianças, irmão, foram feitas com a casa de Israel. O objetivo de Deus, irmão, era que todo o Israel se constituísse na igreja. Pedro, Paulo e demais apóstolos e discípulos eram todos judeus. Tanto israelitas de nascimento quanto estrangeiros que entraram na aliança com israel.
Assim, este ensinamento de que Deus planejou ter dois povos e que israel serviria de degrau para cumprimento de seus planos para a Igreja em um povo gentio é totalmente equivocado e não tem base alguma nas Escrituras.
Não os gentios, mas os isralitas que receberam a primeira aliança foram chamados a aceitar a segunda aliança.
A segunda aliança, irmão, assim como a primeira foi EXTENDIDA aos gentios, após ser sido dada ao povo de Israel e não criada para os gentios.
Deus não planejou "tirar Israel da jogada", para ter um novo povo separado do antigo povo de Israel.
Deus, irmão, não fez dois povos, mas um só povo!
Assim, Deus não fez o povo judeu cair para a graça chegar até nós. Este tipo de ensinamento, irmão, que separa a igreja do povo judeu e exaltando ao gentio e rebaixando ao judeu israelita, não é bíblica.
E foi nesta linha de ensinamentos, irmão, que Samuelle Bacchiocchi em sua obra intitulada "Do Sábado para o Domingo", descreve como o sentimento anti-judaísmo e a noção de que a igreja haveria sido "predestinada" por Deus a se apartar do povo judeu, que trouxe, não apenas o domingo, mas também o deixar de lado os ensinamentos contidos nas Antigas Escrituras, com valorização e uma nova cultura e sua própria tradição e identidade, quando então a igreja aderiu aos costumes e práticas romanas.
O povo de Deus, irmão, foi por séculos reeducado e preparado para estar em conformidade e harmonia com a vontade de Deus. Jesus, irmão, é o grau de perfeição que seria modelo ao qual todo israelita deveria buscar alcançar.
Porém, hoje, irmão, existe este ensinamento que propõe uma vida diferente do exemplo de Cristo, que guardava a lei, o sábado e tudo mais.
A igreja deveria continuar exatamente como era, segundo o exemplo de cristo (Lucas 23:56). Esta mudança de conceitos, de tradição e de identidade, separada do estilo de vida que preza pela lei de Deus, não foi ensinada por Paulo, nem por Pedro, nem por Cristo.
O plano de Deus, para Israel, era que continuassem sendo a nação eleita de Deus, por meio da qual o evangelho se espalharia por todo o mundo. A rejeição de Cristo como nação, apenas fez com que os poucos judeus que aceitaram se convertessem na Igreja de Cristo.
Acréscimo dos gentios à Igreja na nova aliança, já era plano de Deus assim como foi o acréscimo dos estrangeiros à antiga aliança.
Toda a lei de Deus, bem como os conselhos e ensinamentos da Palavra de Deus, hoje deve ser guardada pela instituição que Cristo fundou, chamada igreja. Tudo o que Deus antes falou ao povo de Israel, agora se transfere à igreja, chamada de O Israel de Deus. A ela se une qualquer israelita, ou judeu que porventura vier aceitar a Cristo.
Não há, irmão, como aceitar o evangelho e rejeitar a lei. A nova aliança vem com um pacote completo que inclui tudo que Deus deixou para a humanidade e que encontramos descrito na Bíblia Sagrada, de modo que toda ela, a Bíblia, é nossa regra de fé e de prática.
Paulo, irmão, era judeu, mas era também cidadão romano. Muitos dos que estavam aos pés do monte quando Moisés recebeu as tábuas da lei eram egípcios e escravos provindos de outras nações. Todos eles porém foram feitos descendentes de Abraão e herdeiros segundo a promessa.
Deus, irmão, não faz acepção de pessoas. A origem do próprio sentido de ser Israelita, está no patriarca Israel, por meio do qual Deus cumpriu a promessa de estabelecer descendentes.
Quando Deus falou aos filhos de Israel, estava falando com todos que pertenciam à descendência de Israel, quer por genealogia ou por adoção. Assim, o povo de Israel correspondia a todos que estavam ali presentes aos pés do monte.
Nenhum senso, irmão, foi levantado para saber se havia algum egípcio ou de outra nação infiltrados, como de fato havia, o populacho que tantos problemas deu para Moisés e Deus.
Ali, aos pés do monte, se encontrava o povo que estava disposto a aceitar a aliança e que não incluía os amalequitas e demais povos que por séculos rejeitaram a presença de Deus e se negaram ao arrependimento, sobre os quais Deus, então, derramou os seus juízos por meio do povo de Israel que deitou estes povos à espada.
Assim, irmão, as alianças, tanto a primeira quanto a segunda, não foram firmadas segundo aspectos étnicos!
De modo que, para Deus, em relação às alianças, tanto faz você ser israelita ou não, judeu, ou não, o importante é que todos abracem a mesma e única aliança.
De modo que um judeu, ao abraçar a nova aliança, não teria nem mais nem menos deveres que um gentio que abraçasse a mesma aliança.
De nenhum ponto da lei os gentios foram privados senão daqueles mesmo dos quais foram privados os próprios judeus que aceitaram a jesus.
Firmou-se o abster do sangue e carnes sacrificadas, da fornicação. Incentivou-se a leitura da lei de Moisés todos os sábados nas sinagogas.
Cristo, irmão, não guardou a tradição dos judeus naquilo que contrariava o verdadeiro ensino da mesma lei guardada pelos próprios judeus, mas guardou toda a lei, em seu verdadeiro sentido e significado, assim como Paulo, que também guardou o sábado e prezou pela lei de Deus.
Assim, não há separação entre judeu e gentio, sendo que aceitam uma única e mesma aliança, assim como não havia separação entre israelita e estrangeiro, quando ambos aceitavam a mesma e antiga aliança.
Deus sempre, irmão, prepara um povo para levar sua mensagem ao mundo! Na nova aliança, os judeus foram chamados, mas poucos aceitaram. De modo que a igreja foi firmada em Cristo, a pedra fundamental e sobre os pilares da igreja, na figura dos apóstolos. Todos estes irmão, guardando a lei de Deus e anunciando a Nova Aliança.
Depois da morte de Cristo, irmão, os apóstolos e discípulos de Jesus já viviam na Nova Aliança, conforme exemplo e ensinamento de Cristo, e assim seguiam seu exemplo e ensinamento, em conformidade com a lei de Deus e guardando o sábado como sempre fizeram.
E o que mudou quando a nação de Israel rejeitou definitivamente aos últimos apelos e matou Estêvão?
Nada irmão, senão que Israel, como nação, perdeu o privilégio de ser considerada nação eleita a fim de pregar o evangelho a todos os povos, ficando a cargo dos judeus que assim aceitaram.
Quando Pedro e Paulo chamaram aos gentios, seguindo orientação de Deus, a Nova Aliança já havia sido firmada e os apóstolos já viviam segundo esta Nova Aliança conforme Cristo os ensinou em seu ministério.
Assim, irmão, devemos abandonar esta ideia que faz dicotomia entre povos, ensinando que haviam um antigo povo de Deus e que agora há um novo povo de Deus.
O povo de Deus é o mesmo, desde Abel até o apóstolo João. E Deus dá sua aliança a quem estiver disposto a aceitá-la, guardando seus mandamentos e aceitando a salvação em Cristo Jesus.
Desde a época de Abraão, irmão, quando Deus o chamou de sua terra, para ir para uma nova terra, foi vista a salvação em Cristo (João 8:56). Após o pecado, irmão, Deus já anunciava a vinda do Messias enquanto pronunciava castigos tanto para Adão e Eva quanto para a serpente. E a nação Israelita diariamente representava este sacrifício substitutivo de Cristo por meio do sacrifício de animais, assim como Abel, filhos de Adão e Eva, fazia.
Em toda a história, irmão, todo o plano da salvação era centrado na figura do sacrifício substitutivo de alguém sem defeito. E os mandamentos, irmão, sempre foram dados àqueles que aceitaram a salvação em Deus, por meio da pessoa de Jesus Cristo.
As alianças se renovam, ampliando o significado e progredindo no plano da salvação. As antigas coisas alcançam o seu verdadeiro significado PRÁTICO!
Aquela lei antes teórica, agora é escrita no coração e na mente, sendo colocada em prática como Cristo deu o exemplo.
Cristo, irmão, não veio revogar a lei, mas cumpri-la em seu verdadeiro e mais amplo significado, deixando-nos os ensinos e o exemplo.
Hoje, irmão, temos um mesmo povo chamado de "casa de Deus", onde Deus não faz distinção entre judeus e gentios.
Um abraço.
A primeira aliança, irmão, foi feita com a casa de israel, a segunda aliança também com a casa de Israel! Deus não fez aliança diretamente com gentios, mas com a mesma nação que recebeu a primeira aliança.
O trabalho de Cristo, e dos apóstolos era com a casa de Israel a fim de firmar a nova aliança (Mateus 15:24).
Leia também:
"Jesus enviou estes doze, e lhes ordenou, dizendo: Não ireis pelo caminho dos gentios, nem entrareis em cidade de samaritanos; Mas ide antes às ovelhas perdidas da casa de Israel;" (Mateus 10:5,6)
Ambas as alianças, irmão, foram feitas com a casa de Israel. O objetivo de Deus, irmão, era que todo o Israel se constituísse na igreja. Pedro, Paulo e demais apóstolos e discípulos eram todos judeus. Tanto israelitas de nascimento quanto estrangeiros que entraram na aliança com israel.
Assim, este ensinamento de que Deus planejou ter dois povos e que israel serviria de degrau para cumprimento de seus planos para a Igreja em um povo gentio é totalmente equivocado e não tem base alguma nas Escrituras.
Não os gentios, mas os isralitas que receberam a primeira aliança foram chamados a aceitar a segunda aliança.
A segunda aliança, irmão, assim como a primeira foi EXTENDIDA aos gentios, após ser sido dada ao povo de Israel e não criada para os gentios.
Deus não planejou "tirar Israel da jogada", para ter um novo povo separado do antigo povo de Israel.
Deus, irmão, não fez dois povos, mas um só povo!
Assim, Deus não fez o povo judeu cair para a graça chegar até nós. Este tipo de ensinamento, irmão, que separa a igreja do povo judeu e exaltando ao gentio e rebaixando ao judeu israelita, não é bíblica.
E foi nesta linha de ensinamentos, irmão, que Samuelle Bacchiocchi em sua obra intitulada "Do Sábado para o Domingo", descreve como o sentimento anti-judaísmo e a noção de que a igreja haveria sido "predestinada" por Deus a se apartar do povo judeu, que trouxe, não apenas o domingo, mas também o deixar de lado os ensinamentos contidos nas Antigas Escrituras, com valorização e uma nova cultura e sua própria tradição e identidade, quando então a igreja aderiu aos costumes e práticas romanas.
O povo de Deus, irmão, foi por séculos reeducado e preparado para estar em conformidade e harmonia com a vontade de Deus. Jesus, irmão, é o grau de perfeição que seria modelo ao qual todo israelita deveria buscar alcançar.
Porém, hoje, irmão, existe este ensinamento que propõe uma vida diferente do exemplo de Cristo, que guardava a lei, o sábado e tudo mais.
A igreja deveria continuar exatamente como era, segundo o exemplo de cristo (Lucas 23:56). Esta mudança de conceitos, de tradição e de identidade, separada do estilo de vida que preza pela lei de Deus, não foi ensinada por Paulo, nem por Pedro, nem por Cristo.
O plano de Deus, para Israel, era que continuassem sendo a nação eleita de Deus, por meio da qual o evangelho se espalharia por todo o mundo. A rejeição de Cristo como nação, apenas fez com que os poucos judeus que aceitaram se convertessem na Igreja de Cristo.
Acréscimo dos gentios à Igreja na nova aliança, já era plano de Deus assim como foi o acréscimo dos estrangeiros à antiga aliança.
Toda a lei de Deus, bem como os conselhos e ensinamentos da Palavra de Deus, hoje deve ser guardada pela instituição que Cristo fundou, chamada igreja. Tudo o que Deus antes falou ao povo de Israel, agora se transfere à igreja, chamada de O Israel de Deus. A ela se une qualquer israelita, ou judeu que porventura vier aceitar a Cristo.
Não há, irmão, como aceitar o evangelho e rejeitar a lei. A nova aliança vem com um pacote completo que inclui tudo que Deus deixou para a humanidade e que encontramos descrito na Bíblia Sagrada, de modo que toda ela, a Bíblia, é nossa regra de fé e de prática.
Paulo, irmão, era judeu, mas era também cidadão romano. Muitos dos que estavam aos pés do monte quando Moisés recebeu as tábuas da lei eram egípcios e escravos provindos de outras nações. Todos eles porém foram feitos descendentes de Abraão e herdeiros segundo a promessa.
Deus, irmão, não faz acepção de pessoas. A origem do próprio sentido de ser Israelita, está no patriarca Israel, por meio do qual Deus cumpriu a promessa de estabelecer descendentes.
Quando Deus falou aos filhos de Israel, estava falando com todos que pertenciam à descendência de Israel, quer por genealogia ou por adoção. Assim, o povo de Israel correspondia a todos que estavam ali presentes aos pés do monte.
Nenhum senso, irmão, foi levantado para saber se havia algum egípcio ou de outra nação infiltrados, como de fato havia, o populacho que tantos problemas deu para Moisés e Deus.
Ali, aos pés do monte, se encontrava o povo que estava disposto a aceitar a aliança e que não incluía os amalequitas e demais povos que por séculos rejeitaram a presença de Deus e se negaram ao arrependimento, sobre os quais Deus, então, derramou os seus juízos por meio do povo de Israel que deitou estes povos à espada.
Assim, irmão, as alianças, tanto a primeira quanto a segunda, não foram firmadas segundo aspectos étnicos!
De modo que, para Deus, em relação às alianças, tanto faz você ser israelita ou não, judeu, ou não, o importante é que todos abracem a mesma e única aliança.
De modo que um judeu, ao abraçar a nova aliança, não teria nem mais nem menos deveres que um gentio que abraçasse a mesma aliança.
De nenhum ponto da lei os gentios foram privados senão daqueles mesmo dos quais foram privados os próprios judeus que aceitaram a jesus.
Firmou-se o abster do sangue e carnes sacrificadas, da fornicação. Incentivou-se a leitura da lei de Moisés todos os sábados nas sinagogas.
Cristo, irmão, não guardou a tradição dos judeus naquilo que contrariava o verdadeiro ensino da mesma lei guardada pelos próprios judeus, mas guardou toda a lei, em seu verdadeiro sentido e significado, assim como Paulo, que também guardou o sábado e prezou pela lei de Deus.
Assim, não há separação entre judeu e gentio, sendo que aceitam uma única e mesma aliança, assim como não havia separação entre israelita e estrangeiro, quando ambos aceitavam a mesma e antiga aliança.
Deus sempre, irmão, prepara um povo para levar sua mensagem ao mundo! Na nova aliança, os judeus foram chamados, mas poucos aceitaram. De modo que a igreja foi firmada em Cristo, a pedra fundamental e sobre os pilares da igreja, na figura dos apóstolos. Todos estes irmão, guardando a lei de Deus e anunciando a Nova Aliança.
Depois da morte de Cristo, irmão, os apóstolos e discípulos de Jesus já viviam na Nova Aliança, conforme exemplo e ensinamento de Cristo, e assim seguiam seu exemplo e ensinamento, em conformidade com a lei de Deus e guardando o sábado como sempre fizeram.
E o que mudou quando a nação de Israel rejeitou definitivamente aos últimos apelos e matou Estêvão?
Nada irmão, senão que Israel, como nação, perdeu o privilégio de ser considerada nação eleita a fim de pregar o evangelho a todos os povos, ficando a cargo dos judeus que assim aceitaram.
Quando Pedro e Paulo chamaram aos gentios, seguindo orientação de Deus, a Nova Aliança já havia sido firmada e os apóstolos já viviam segundo esta Nova Aliança conforme Cristo os ensinou em seu ministério.
Assim, irmão, devemos abandonar esta ideia que faz dicotomia entre povos, ensinando que haviam um antigo povo de Deus e que agora há um novo povo de Deus.
O povo de Deus é o mesmo, desde Abel até o apóstolo João. E Deus dá sua aliança a quem estiver disposto a aceitá-la, guardando seus mandamentos e aceitando a salvação em Cristo Jesus.
Desde a época de Abraão, irmão, quando Deus o chamou de sua terra, para ir para uma nova terra, foi vista a salvação em Cristo (João 8:56). Após o pecado, irmão, Deus já anunciava a vinda do Messias enquanto pronunciava castigos tanto para Adão e Eva quanto para a serpente. E a nação Israelita diariamente representava este sacrifício substitutivo de Cristo por meio do sacrifício de animais, assim como Abel, filhos de Adão e Eva, fazia.
Em toda a história, irmão, todo o plano da salvação era centrado na figura do sacrifício substitutivo de alguém sem defeito. E os mandamentos, irmão, sempre foram dados àqueles que aceitaram a salvação em Deus, por meio da pessoa de Jesus Cristo.
As alianças se renovam, ampliando o significado e progredindo no plano da salvação. As antigas coisas alcançam o seu verdadeiro significado PRÁTICO!
Aquela lei antes teórica, agora é escrita no coração e na mente, sendo colocada em prática como Cristo deu o exemplo.
Cristo, irmão, não veio revogar a lei, mas cumpri-la em seu verdadeiro e mais amplo significado, deixando-nos os ensinos e o exemplo.
Hoje, irmão, temos um mesmo povo chamado de "casa de Deus", onde Deus não faz distinção entre judeus e gentios.
Um abraço.
O judaísmo cristianizado
Olá, irmão Stewieland, esta diferença de compreensão é derivada da invalidação das Antiga Escrituras.
Quem assim procede corre um grande risco, pois, estando errados, serão os ensinamentos do próprio Deus que estariam revogando. Estando errados, Deus poderia cobrar caro por esta atitude.
E percebo, irmão, da parte de Jesus, várias ordens diretas para guardar os mandamentos de Deus, se referindo a todos os mandamentos inclusive o decálogo.
A igreja é uma continuação do povo de Israel, o Israel de Deus, como Paulo se refere em Gálatas 6:16. Sendo cristãos, Paulo e demais apóstolos, juntamente com os demais, continuaram vivendo conforme o que aprenderam do Antigo Testamento, a Bíblia de suas épocas, lida todos os sábados nas sinagogas. Deixaram o que estava de errado na tradição, mas não deixaram de lado os mandamentos de Deus.
O suposto rompimento com a nação judaica, não proveio das Escrituras, mas de eventos históricos da igreja cristã, depois da separação, no ano 70, entre cristãos e judeus, por conta da invasão de Jerusalém e as perseguições que então ocorreram tanto a judeus quanto a cristãos.
Justamente por guardarem a lei como os judeus, especialmente o sábado, que os cristãos eram identificados e levados diante de plateias romanas para a execução.
Foi na união da igreja com o estado de Roma, que houve a definitiva separação das raízes judaica e a integração à tradição romana, onde houve o abandono definitivo do sábado.
A Igreja Universal (católica) Apostólica então passou a ser chamada Igreja Católica Apostólica Romana.
Até este ponto, a igreja costumava se reunir no sábado secretamente, temendo serem apanhados pelo império de Roma, ao passo que já a algum tempo evidenciavam uma reunião no domingo, a fim de realizarem um culto rápido antes de partir o pão, antes do início dos seus trabalhos diários.
E mesmo após a destruição de Jerusalém e separação física com o povo Judeu, a igreja continuou sendo perseguida, por conta de seus costumes e que evidenciavam a fé que tinham.
Perceba, irmão, que se o cristianismo houvesse abandonado as suas raízes, na tradição da guarda da Lei de Deus, vivendo como gentios, não haveria como identifica-los, nem porque persegui-los.
Após a invasão de Jerusalém, os cristãos eram perseguidos por parte de Roma, por sua associação com os judeus que se rebelaram contra o imperador.
Enquanto encontravam abrigo e proteção, os cristãos se refugiavam em jerusalém e em outras localidades. Mantinham constante contato com os judeus e congregavam juntos. Haviam reuniões puramente de Cristãos, mas também se reuniam aos sábados nas sinagogas de cada cidade, onde acompanhavam a leitura da Lei e dos Profetas.
O inimigo dos cristãos não eram os judeus, membros da sociedade com os quais cresceram e conviveram até o evento da invasão de jerusalém. Mas eram os líderes que procuravam a todo custo impedir a disseminação da mensagem de Jesus.
Assim, não buscavam uma libertação da lei, mas sim liberdade para levar o evangelho aos seus irmãos. De bom grado criam em tudo que estava escrito na lei e nos profetas, conforme Paulo declarou em sua defesa.
Guardavam o sábado e se reuniam para partir o pão todos os dias e iam adorar no templo. Assim a igreja se reunia ao passo que mantinha a convivência com a sociedade.
Adorar no templo era um privilégio que somente os cristãos-judeus tinham. Os gentios convertidos, porém, ao cristianismo, ainda viviam às margens da sociedade judaica, podendo ir honrar a Deus no templo, mas não podendo passar para dentro do muro interno.
Minha tese, irmão, é de que os problemas enfrentados por Paulo em relação aos gentios, conforme tratado em suas cartas, são derivado desta situação.
A questão das comidas, bebidas, dias de festas, luas novas e sábados, representavam coisas que os gentios não tinham acesso. Os sábados referidos logicamente se refere também ao sábado semanal, mas especialmente, segundo Alberto Timm, aos sábado solenes, como o do dia da expiação e que gentio de forma algum poderia participar!
A não ser, irmão! Que se tornassem judeus, praticando a circuncisão e fazendo parte de Israel, como sempre fez-se com os estrangeiros que desejavam fazer parte do povo de Deus.
Poderiam então os gentios se tornarem também judeus, para participar das coisas como os judeus-cristãos participavam?
Percebo que esta questão foi muito mais além, de modo que Pedro propôs de que não apenas poderiam, mas que deveriam circuncidar-se a fim de terem privilégio de guardar toda a lei. Vemos que Paulo protestou sobre isto, conforme lemos no primeiro concílio de Atos.
O que percebo, irmão, é que os cristãos-gentios ficaram isentos de se circuncidarem a fim de envolverem-se nas práticas dos seus irmãos judeus-cristãos. Posteriormente judeus, não muito bem intencionados, teriam convidado estes estes cristãos-gentios para se tornarem como os judeus.
Por que não?! Já que, então se tornariam como eram os cristãos-gentios?
O problema, irmão é que os judeus é quem deveriam ter todos adentrado à igreja! A igreja, já era em si o judaísmo cristianizado. Assim, os judeus estavam atrasados e ao os gentios se disporem a fazer parte do judaísmo seria como retornar às antigas coisas.
E a questão do templo além da adoração que era permitida também aos gentios, fora do pátio principal, constavam apenas os rituais que já haviam sido cumpridos.
Assim, irmão, creio ser nesta perspectiva que Paulo escreve ao gentios a fim de esclarecer-lhes melhor acerca da situação, segundo os problemas que começaram a surgir em vista destes fatos.
De tudo, a conclusão é que os gentios continuaram vivendo da forma como sempre viveram, em relação aos judeus, acompanhando a lei de Moisés que era lida todos os sábados nas sinagogas, ou visitando o templo, não indo porém além do muro externo que separava-os da parte interna do templo
Aquela divisão que Jesus anulou com seus sacrifício (Efésios 2:15), logo se tornaria realidade também de forma palpável, quando o templo então não mais existiria (Marcos13:2).
E assim se passariam as antigas coisas e a atenção se voltaria a um verdadeiro santuário e um verdadeiro sacerdócio, que Paulo nos explica especialmente em sua carta aos Romanos.
Assim, Paulo tira nossa atenção daquelas sombras e leva nossa atenção ao cumprimento de todas aquelas coisas no sacerdócio de Cristo. Creio ser por isto que Paulo disse para não julgarmos por comida, nem bebida, nem dias de festas, nem luas novas nem sábados, porque devemos avaliar as coisas, algora, de uma perspectiva celestial. E os sábados referidos, fazem sentido de incluir também o semanal porque mesmo compartilhando da leitura da Lei de Moisés todos os sábados nas sinagogas, não compartilhavam de tudo que envolvia o sábado, como faziam os judeus.
E nem seria necessário, porque, como vemos, muita da etiqueta da aguarda do sábado, dentre os judeus, era derivada da tradição e tornavam o sábado apenas pesado para os próprios judeus.
Assim, tendo a antiga aliança se cumprido na nova, não havia necessidade de os gentios aderirem à tradição dos judeus. Poderiam manter-se em suas tradições, desde que se abstessem emergencialmente daquelas coisas definidas no primeiro concílio em Atos (enquanto mantinham o aprendizado da lei de Moisés em cada sábado nas sinagogas).
Assim, os gentios-cristãos poderiam formatar a sua própria cultura segundo os ensinamentos da Palavra de Deus. Guardarem os mandamentos de Deus, conforme tanto insistido por Jesus, o sábado da forma correta, fazendo também o bem ao próximo neste dia. E guardar a lei no sentido de Cristo de amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.
O objetivo de Cristo era escrever a lei no coração e na mente também dos cristãos-gentios.
E assim, irmão, encontramos aquela Lei santa, justa e boa, a qual Paulo tinha prazer em guardar. (Romanos 7:22, Romanos 7:12)
Estes são os mandamentos de Cristo, os mandamentos de Deus ampliados pela compreensão e ensinamentos de Jesus. Os novos mandamentos de Cristo (kainós), são sempre algum mandamento antigo, agora de uma forma mais profunda. Neste sentido Cristo, com seus ensinamentos, contrariou muitos ensinamentos provindos da tradição dos anciãos, como:
-Comer sem lavar as mãos: Onde ensinou que o que contamina não é comer com as mãos por lavar, mas aquilo de mal que sai do coração e pela boca e que contamina a alma.
- Separar-se de sua mulher por motivo banal;
- Jurar em nome de Deus;
- A justiça por meio do olho-por-olho e dente-por-dente, que seria devolver a ofensa ao seu adversário: onde ensinou que pelo contrário, devemos amar também nossos inimigos.
- Fazer qualquer tipo de esforço no dia de sábado; onde Cristo ensinou que era lícito fazer o bem e atender às necessidades do irmão no dia de sábado.
Nisto, cristo sempre se justificada perguntando: Não tendes lido? Enquanto se referia às antigas escrituras que Ele, bem como demais judeus, sempre estudavam nas sinagogas.
Percebemos então que Cristo, não apenas corrigiu o sentido equivocado com que os judeus interpretavam a lei, segundo a sua tradição, mas ampliou o significado da lei.
Assim, em relação à lei, Cristo foi o mestre-dos-mestres e os judeus teriam aprendido ainda muito se O tivessem ouvido.
E assim, irmão devemos esquadrinhar a lei, segundo o entendimento maior que alcançamos por meio de Cristo. De modo que alerto que este movimento contra a lei de Deus, vem apenas para impedir de alcançarmos um entendimento mais excelente da lei e nisto, irmão, percebo claramente, atuação de satanás, a fim de cegar nossos olhos para o entendimento, assim como uma vez cegou os olhos dos que não creram em Cristo, quando lhes ensinavam sobre a lei de Deus em um sentido ainda mais profundo.
Os ensinamentos de Cristo, estão na lei de Deus, irmão, Cristo é uma pessoa deste Deus, que entregou a lei ao Seu povo. O desejo de Cristo, pelo exemplo, é que busquemos os significado da lei de uma forma mais profunda, compreendendo que o resumo da lei é amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.
E amara a Deus com de todo o coração, de toda a tua alma e de to do o teu EN-TEN-DI-MEN-TO!
E o entendimento da lei, alcançamos quando estudamos como Cristo e Paulo estudaram, todos os sábados nas sinagogas, segundo o sentido de Cristo. Porque Ele esteve junto com o Pai, faz parte da Divindade e ninguém melhor do que Ele conhece toda a lei, inclusive o sábado que Ele mesmo guardou.
Um abraço.
Quem assim procede corre um grande risco, pois, estando errados, serão os ensinamentos do próprio Deus que estariam revogando. Estando errados, Deus poderia cobrar caro por esta atitude.
E percebo, irmão, da parte de Jesus, várias ordens diretas para guardar os mandamentos de Deus, se referindo a todos os mandamentos inclusive o decálogo.
A igreja é uma continuação do povo de Israel, o Israel de Deus, como Paulo se refere em Gálatas 6:16. Sendo cristãos, Paulo e demais apóstolos, juntamente com os demais, continuaram vivendo conforme o que aprenderam do Antigo Testamento, a Bíblia de suas épocas, lida todos os sábados nas sinagogas. Deixaram o que estava de errado na tradição, mas não deixaram de lado os mandamentos de Deus.
O suposto rompimento com a nação judaica, não proveio das Escrituras, mas de eventos históricos da igreja cristã, depois da separação, no ano 70, entre cristãos e judeus, por conta da invasão de Jerusalém e as perseguições que então ocorreram tanto a judeus quanto a cristãos.
Justamente por guardarem a lei como os judeus, especialmente o sábado, que os cristãos eram identificados e levados diante de plateias romanas para a execução.
Foi na união da igreja com o estado de Roma, que houve a definitiva separação das raízes judaica e a integração à tradição romana, onde houve o abandono definitivo do sábado.
A Igreja Universal (católica) Apostólica então passou a ser chamada Igreja Católica Apostólica Romana.
Até este ponto, a igreja costumava se reunir no sábado secretamente, temendo serem apanhados pelo império de Roma, ao passo que já a algum tempo evidenciavam uma reunião no domingo, a fim de realizarem um culto rápido antes de partir o pão, antes do início dos seus trabalhos diários.
E mesmo após a destruição de Jerusalém e separação física com o povo Judeu, a igreja continuou sendo perseguida, por conta de seus costumes e que evidenciavam a fé que tinham.
Perceba, irmão, que se o cristianismo houvesse abandonado as suas raízes, na tradição da guarda da Lei de Deus, vivendo como gentios, não haveria como identifica-los, nem porque persegui-los.
Após a invasão de Jerusalém, os cristãos eram perseguidos por parte de Roma, por sua associação com os judeus que se rebelaram contra o imperador.
Enquanto encontravam abrigo e proteção, os cristãos se refugiavam em jerusalém e em outras localidades. Mantinham constante contato com os judeus e congregavam juntos. Haviam reuniões puramente de Cristãos, mas também se reuniam aos sábados nas sinagogas de cada cidade, onde acompanhavam a leitura da Lei e dos Profetas.
O inimigo dos cristãos não eram os judeus, membros da sociedade com os quais cresceram e conviveram até o evento da invasão de jerusalém. Mas eram os líderes que procuravam a todo custo impedir a disseminação da mensagem de Jesus.
Assim, não buscavam uma libertação da lei, mas sim liberdade para levar o evangelho aos seus irmãos. De bom grado criam em tudo que estava escrito na lei e nos profetas, conforme Paulo declarou em sua defesa.
Guardavam o sábado e se reuniam para partir o pão todos os dias e iam adorar no templo. Assim a igreja se reunia ao passo que mantinha a convivência com a sociedade.
Adorar no templo era um privilégio que somente os cristãos-judeus tinham. Os gentios convertidos, porém, ao cristianismo, ainda viviam às margens da sociedade judaica, podendo ir honrar a Deus no templo, mas não podendo passar para dentro do muro interno.
Minha tese, irmão, é de que os problemas enfrentados por Paulo em relação aos gentios, conforme tratado em suas cartas, são derivado desta situação.
A questão das comidas, bebidas, dias de festas, luas novas e sábados, representavam coisas que os gentios não tinham acesso. Os sábados referidos logicamente se refere também ao sábado semanal, mas especialmente, segundo Alberto Timm, aos sábado solenes, como o do dia da expiação e que gentio de forma algum poderia participar!
A não ser, irmão! Que se tornassem judeus, praticando a circuncisão e fazendo parte de Israel, como sempre fez-se com os estrangeiros que desejavam fazer parte do povo de Deus.
Poderiam então os gentios se tornarem também judeus, para participar das coisas como os judeus-cristãos participavam?
Percebo que esta questão foi muito mais além, de modo que Pedro propôs de que não apenas poderiam, mas que deveriam circuncidar-se a fim de terem privilégio de guardar toda a lei. Vemos que Paulo protestou sobre isto, conforme lemos no primeiro concílio de Atos.
O que percebo, irmão, é que os cristãos-gentios ficaram isentos de se circuncidarem a fim de envolverem-se nas práticas dos seus irmãos judeus-cristãos. Posteriormente judeus, não muito bem intencionados, teriam convidado estes estes cristãos-gentios para se tornarem como os judeus.
Por que não?! Já que, então se tornariam como eram os cristãos-gentios?
O problema, irmão é que os judeus é quem deveriam ter todos adentrado à igreja! A igreja, já era em si o judaísmo cristianizado. Assim, os judeus estavam atrasados e ao os gentios se disporem a fazer parte do judaísmo seria como retornar às antigas coisas.
E a questão do templo além da adoração que era permitida também aos gentios, fora do pátio principal, constavam apenas os rituais que já haviam sido cumpridos.
Assim, irmão, creio ser nesta perspectiva que Paulo escreve ao gentios a fim de esclarecer-lhes melhor acerca da situação, segundo os problemas que começaram a surgir em vista destes fatos.
De tudo, a conclusão é que os gentios continuaram vivendo da forma como sempre viveram, em relação aos judeus, acompanhando a lei de Moisés que era lida todos os sábados nas sinagogas, ou visitando o templo, não indo porém além do muro externo que separava-os da parte interna do templo
Aquela divisão que Jesus anulou com seus sacrifício (Efésios 2:15), logo se tornaria realidade também de forma palpável, quando o templo então não mais existiria (Marcos13:2).
E assim se passariam as antigas coisas e a atenção se voltaria a um verdadeiro santuário e um verdadeiro sacerdócio, que Paulo nos explica especialmente em sua carta aos Romanos.
Assim, Paulo tira nossa atenção daquelas sombras e leva nossa atenção ao cumprimento de todas aquelas coisas no sacerdócio de Cristo. Creio ser por isto que Paulo disse para não julgarmos por comida, nem bebida, nem dias de festas, nem luas novas nem sábados, porque devemos avaliar as coisas, algora, de uma perspectiva celestial. E os sábados referidos, fazem sentido de incluir também o semanal porque mesmo compartilhando da leitura da Lei de Moisés todos os sábados nas sinagogas, não compartilhavam de tudo que envolvia o sábado, como faziam os judeus.
E nem seria necessário, porque, como vemos, muita da etiqueta da aguarda do sábado, dentre os judeus, era derivada da tradição e tornavam o sábado apenas pesado para os próprios judeus.
Assim, tendo a antiga aliança se cumprido na nova, não havia necessidade de os gentios aderirem à tradição dos judeus. Poderiam manter-se em suas tradições, desde que se abstessem emergencialmente daquelas coisas definidas no primeiro concílio em Atos (enquanto mantinham o aprendizado da lei de Moisés em cada sábado nas sinagogas).
Assim, os gentios-cristãos poderiam formatar a sua própria cultura segundo os ensinamentos da Palavra de Deus. Guardarem os mandamentos de Deus, conforme tanto insistido por Jesus, o sábado da forma correta, fazendo também o bem ao próximo neste dia. E guardar a lei no sentido de Cristo de amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.
O objetivo de Cristo era escrever a lei no coração e na mente também dos cristãos-gentios.
E assim, irmão, encontramos aquela Lei santa, justa e boa, a qual Paulo tinha prazer em guardar. (Romanos 7:22, Romanos 7:12)
Estes são os mandamentos de Cristo, os mandamentos de Deus ampliados pela compreensão e ensinamentos de Jesus. Os novos mandamentos de Cristo (kainós), são sempre algum mandamento antigo, agora de uma forma mais profunda. Neste sentido Cristo, com seus ensinamentos, contrariou muitos ensinamentos provindos da tradição dos anciãos, como:
-Comer sem lavar as mãos: Onde ensinou que o que contamina não é comer com as mãos por lavar, mas aquilo de mal que sai do coração e pela boca e que contamina a alma.
- Separar-se de sua mulher por motivo banal;
- Jurar em nome de Deus;
- A justiça por meio do olho-por-olho e dente-por-dente, que seria devolver a ofensa ao seu adversário: onde ensinou que pelo contrário, devemos amar também nossos inimigos.
- Fazer qualquer tipo de esforço no dia de sábado; onde Cristo ensinou que era lícito fazer o bem e atender às necessidades do irmão no dia de sábado.
Nisto, cristo sempre se justificada perguntando: Não tendes lido? Enquanto se referia às antigas escrituras que Ele, bem como demais judeus, sempre estudavam nas sinagogas.
Percebemos então que Cristo, não apenas corrigiu o sentido equivocado com que os judeus interpretavam a lei, segundo a sua tradição, mas ampliou o significado da lei.
Assim, em relação à lei, Cristo foi o mestre-dos-mestres e os judeus teriam aprendido ainda muito se O tivessem ouvido.
E assim, irmão devemos esquadrinhar a lei, segundo o entendimento maior que alcançamos por meio de Cristo. De modo que alerto que este movimento contra a lei de Deus, vem apenas para impedir de alcançarmos um entendimento mais excelente da lei e nisto, irmão, percebo claramente, atuação de satanás, a fim de cegar nossos olhos para o entendimento, assim como uma vez cegou os olhos dos que não creram em Cristo, quando lhes ensinavam sobre a lei de Deus em um sentido ainda mais profundo.
Os ensinamentos de Cristo, estão na lei de Deus, irmão, Cristo é uma pessoa deste Deus, que entregou a lei ao Seu povo. O desejo de Cristo, pelo exemplo, é que busquemos os significado da lei de uma forma mais profunda, compreendendo que o resumo da lei é amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.
E amara a Deus com de todo o coração, de toda a tua alma e de to do o teu EN-TEN-DI-MEN-TO!
E o entendimento da lei, alcançamos quando estudamos como Cristo e Paulo estudaram, todos os sábados nas sinagogas, segundo o sentido de Cristo. Porque Ele esteve junto com o Pai, faz parte da Divindade e ninguém melhor do que Ele conhece toda a lei, inclusive o sábado que Ele mesmo guardou.
Um abraço.
terça-feira, 21 de fevereiro de 2017
Paulo era contra a Lei?
Olá, irmão Paulo Cézar, assista:
https://www.youtube.com/watch?v=U0UMJTkX8Wk
Estou esperando para ver quando é que o irmão falará acerca de contradições adventistas ditas pelo irmão, porque neste vídeo, me PARECE que o irmão apenas repetiu as mesmas coisas contidas em nossa teologia.
O irmão usou conceitos da fé reformada, acerca da validade dos mandamentos de Deus, endossada pela Igreja Adventista. Contradisse o ensinamento da graça barata e explicou a predestinação aos moldes de uma predestinação à salvação, como ensina nossa teologia.
https://www.youtube.com/watch?v=JjUcqvUogs8
Também usou conceitos de não viver segundo a carne, mas segundo o espírito. Estou, portanto, curioso para saber de qual igreja o irmão saiu, que não lhe ensinaram estas coisas, segundo o que assisti em outro vídeo do irmão, intitulado "EX ADVENTISTA DEPÕE CONTRA A FARSA ADVENTISTA".
Mais:
http://novotempo.com/namiradaverdade/romanos-913-18-e-a-predestinacao/
O irmão também usou o conceito de que Deus abençoa um POVO e não instituições religiosas, que igualmente é o ensino de nossa teologia que ensina que há filhos sinceros de Deus em todas as denominações e inclusive fora delas .
O irmão errou apenas em UM ponto. Ao dar a entender que Paulo estaria dizendo de que A LEI FOI ABOLIDA, ao invés de que A >>ACONDENAÇÃO<< DA LEI foi abolida, pelo pagamento na cruz.
Paulo diz que nenhuma lei há?! Ou será que diz que nenhuma CONDENAÇÃO há para os que andam em Cristo Jesus?
E acerca da lei:
"Anulamos, pois, a lei pela fé? De maneira nenhuma, antes estabelecemos a lei." Romanos 3:31
"Que diremos pois? É a lei pecado? De modo nenhum. Mas eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás." Romanos 7:7
"Logo tornou-se-me o bom em morte? De modo nenhum; mas o pecado, para que se mostrasse pecado, operou em mim a morte pelo bem; a fim de que pelo mandamento o pecado se fizesse excessivamente maligno." Romanos 7:13
Paulo explica direitinho suas palavras, para que não houvesse mal entendido, irmão, e conclui:
"Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus; Mas vejo nos meus membros outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros." Romanos 7:22,23
Paulo chama os mandamentos de ministério da morte, porque sua função era condenar todo pecador, mas a lei em si é santa, justa e boa como disse Paulo em Romanos 7:12.
A lei é ministério da morte quando há pecadores! Quando porém somos justificados pela Graça de Cristo a lei já não tem mais poder de condenação PARA OS QUE ANDAM EM CRISTO.
Agora, tomemos cuidado com a teologia do "uma vez salvo, salvo para sempre" que ensina que, devido a termos sido livrados da condenação da Lei, estamos livres para pintar e bordar e transgredir os mandamentos de Deus. Porque Paulo e Jesus nos ensinam que somos salvos para a obediência "vá e não peques mais" e Tito nos ensina de que somos salvos para as boas obras.
Porque embora sejamos pecadores, não podemos fazer do pecado um estilo de vida. Devemos permanecer na graça transformadora que traz como frutos em nós, a obediência, acompanhada de boas obras.
Há um conceito que diz que "pecado não se redime, pecado se paga". Que está inclusive incluída em uma música adventista. A suma é de que somos perdoados porque Cristo pagou nossos pecados na cruz. Portanto esta graça que recebemos teve um custo.
E a suma é que agora somos de Cristo, comprados por bom preço e que não pertencemos mais a nós mesmos.
Um abraço.
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017
O sábado no evangelho
Olá, irmão Stewieland, o sábado não foi ordenado a Jesus? Não foi ordenado a Pedro? Não foi ordenado a Paulo?
Estes, irmão, guardaram ou não o sábado? O que nos ensina os evangelhos?
Que exemplo eles nos deixaram, irmão?
O quanto, nos evangelhos, lemos Cristo ensinando a respeito da forma correta de se guardar o sábado? Não foi mais dado importância à guarda deste dia, irmão?
O evangelho que a igreja seguia, era o de Cristo? Ou o de Paulo? O evangelho ensinado por Paulo era diferente do de Cristo?
Foram as ações e ensinamentos de Jesus que construíram os evangelhos? Ou foram as cartas de Paulo?
Quem trouxe o evangelho, irmão?
Cristo estava revogando? Ou estava ensinando a guardar o sábado da forma correta, no sentido de fazer o bem, segundo o conceito de amar, além de Deus, também ao próximo?
O que faltava no sábado guardado pelos judeus era o zelo pelas coisas de Deus? Ou zelo pelas necessidades do próximo?
A Nova Aliança, veio por meio dos exemplos e ensinamentos de Cristo? Ou posteriormente, por meio de Paulo?
A Nova Aliança foi feita com a casa de Israel? Ou foi feita diretamente com os Gentios?
A Nova Aliança consiste em revogar a lei de Deus!? Ou escrevê-la no coração e na mente do israelita?
Que lei era aquela referida por Cristo, e que seria escrita no coração e na mente do povo de Deus?
O que Cristo disse sobre amar a Deus? (1 João 5:2-3)
O que o evangelho diz acerca da guarda dos mandamentos de Deus? (Apocalipse 22:14)
O que Cristo disse sobre transgredir o mínimo mandamentos por menor que seja? (Mateus 5:19)
A tradição cristã diz que, o mandamento do sábado, ou foi mudado ou foi revogado, mas o que Cristo disse a respeito da relação entre a lei e a tradição? (Marcos 7:9)
Cristo apoiou? Ou contradisse a Lei de Deus?
Cristo contradisse a lei de Deus e o sábado? Ou contradisse a interpretação tradicional acerca da lei e do sábado?
Em jesus, vemos a continuação ou revogação do costume de guardar o sábado?
E quanto às mulheres que visitaram o túmulo de Jesus?
E Maria, mãe de Jesus e seus irmãos? Continuaram com o costume de guardar o sábado?
E os cristãos que viveram em Jerusalém, até o ano 70? Que adoravam diariamente no templo?
E Paulo, enquanto fazia tendas? Qual era o costume de Paulo? E os que o abrigaram e que igualmente produziam tendas, qual era o seu costume?
Qual era o costume de Paulo, em solo gentio, fora das portas da cidade, no dia de sábado?
O sábado foi realmente ignorado pelas Escrituras, irmão? O sábado foi ignorado por Cristo, seus discípulos e apóstolos?
Os gentios fizeram, ou não, uso do sábado para aprender da lei de Moisés a cada sábado nas sinagogas em cada cidade?
Vemos, ou não, judeus, judeus-cristãos e gentios reunidos em um mesmo local, no dia de sábado, ouvindo o evangelho, após ter se lido a lei de Moisés?
Lemos, nos exemplo, uma continuação? Ou uma revogação da guarda do sábado? Vemos a igreja obedecendo ao quarto mandamento? Ou transgredindo o quarto mandamento?
O que Paulo disse acerca de sua fé nas Antigas Escrituras? (Atos 24:14)
Em sua defesa? O que Paulo disse acerca de sua conduta enquanto esteve pregando o evangelho? (Atos 25:8)
Será que Paulo revogou o sábado? Ou será que, mais uma vez, estamos a interpretar certos trechos de forma errada, invalidando, mais uma vez, o mandamento e, de nossa parte, abolindo-o completamente? (2 Pedro 3:16)
Tiago dá a entender de que qualquer mandamento tenha sido abolido da lei de Deus, irmão? O que Tiago nos ensina acerca da relação entre fé e obras?
O bem, que Cristo nos ensinou a fazer no sábado, estaria incluído nesta relação entre fé e boas obras, irmão?
Paulo, irmão, jamais transgrediu o sábado, nem ensinou a outros a assim fazê-lo, nem ensinou aos que o ouviam a revogá-lo. Paulo e demais apóstolos procederam assim como Jesus procedeu, até o dia de suas mortes. Os cristãos, que continuaram convivendo junto à sua sociedade em jerusalém, continuaram obedecendo ao preceito do sábado. Gentios, continuaram comparecendo às sinagogas, no dia de sábado, como era de costume desde antes ouvirem sobre Cristo e se tornarem cristãos.
E não vemos, irmão, nas Escrituras, exemplo de cristão trabalhando neste dia. Nenhuma das cartas de Paulo é derivada de algum problema acerca de guardar, ou não, o sábado.
Alguns ensinam que certas cartas são derivadas de uma desobediência ao sábado e que judeus estariam condenando tais cristãos pela transgressão, no que Paulo estaria saindo na defesa destes cristãos, apoiando de que estariam livres para deixar de guardar este dia.
Porém, irmão, pelo contexto local de cada carta, bem como o contexto amplo das demais Escrituras, todo teólogo e estudioso sabe que este entendimento está totalmente equivocado.
Também não cremos que Paulo tenha ficado em cima do muro. Assim, entende-se que os problemas tratados por Paulo não eram a lei ou o sábado em si.
Paulo, irmão, era um profundo conhecedor da lei e não viu conflitos entre a lei e o evangelho de Cristo. Paulo não viu a lei ou o sábado como inimigos da graça. Paulo, segundo expõe seu entendimento sobre os simbolismos do santuário, sempre soube que a salvação no Antigo Testamento sempre foi pela graça. Sempre mediante a fé manifestada no sacrifício do cordeiro que representava a Cristo.
Assim, o propósito da lei e do sábado, nunca foi tomar o lugar da graça.
Então, irmão, não há conflitos entre o sábado e o evangelho que Cristo ensinou. E Cristo colocou o sábado direitinho no contexto de se guardar a lei no sentido de amar a Deus e ao próximo. Portanto, tanto Cristo, quanto Paulo, estavam corrigindo COMPORTAMENTOS diante destas coisas e não contradizendo a lei e os profetas, ou revogando o que nos deixaram de ensino.
Paulo interpretou, explicou, corrigiu noções erradas acerca da lei. Explicou que, ao invés de meio de salvação, eram sombras que apontavam para a salvação em Cristo.
Toda a lei tem um aspecto de sombra cerimonial, uma função de tutor que nos leva a Cristo. Por nos mostrar o pecado e a necessidade de Cristo ela contribui para levar à salvação de toda criatura, mas de forma alguma a sua guarda pode trazer salvação a um indivíduo.
A teologia da salvação nos ensina que o povo de Israel primeiro recebeu a Graça e DEPOIS foi conduzido a Cristo (por meio da lei)!
Receberam de graça a salvação e a eles foi passado o evangelho, na forma de cerimonialismo. Este evangelho mostra por que receberam a salvação, após aceitarem a Deus, por meio da aliança.
A nova aliança, irmão, tem este mesmo sentido. A diferença é que pegamos toda a teologia da salvação já construída, ensinada e seu cumprimento. O que Deus faz é apenas escrever estes ensinamentos no coração e na mente.
Abraão já fazia sacrifícios e havia aceito a Deus, mas só viu o dia de Cristo, de forma mais clara, após passar pela prova de sacrifício do seu filho Isaac.
E assim ocorre ainda com esta nova aliança, onde aceitamos a Cristo, mas vamos viver, realmente, conforme a nossa salvação, depois do renascimento, onde então passamos a viver a lei de Deus e a compreender, mais a fundo, a salvação que adquirimos.
Assim, irmão, retirar qualquer mínimo traço ou til da lei, é privarmo-nos de um maior entendimento. E todo ensinamento das Escrituras é prático, irmão!
Por isto tivemos o cerimonialismo, que nos conduziu em ensinamento até que Cristo viesse para, então, assumir a realidade de todas aquelas coisas, realizando-as, hoje, no verdadeiro santuário, que está no céu, após ter provido os sacrifício necessário por meio de Sua carne e de Seu sangue.
Sábado, irmão, como dia de especial de bênção e santificação para o homem, é um princípio tão eterno quanto se propunha o próprio dia instituído no Éden, por causa do homem, quando o homem estava predestinado a viver eternamente.
E no contexto do pecado, onde somos transformados e passamos por um processo de santificação, o sábado nos mostra, além do Criador, quem nos santifica (Êxodo 31:13).
O sábado, irmão, continua sendo um meio pelo qual Deus nos santifica de forma especial. Nele, nos abstemos das coisas seculares e entramos em intima comunhão com Deus.
O descanso na salvação, irmão, não substitui o descanso físico, psíquico e espiritual que nos é concedido por meio do sábado. Esta bênção, irmão, sobre todo o ser integral, só adquirimos quando praticamos o sábado devidamente, da forma com Deus ensinou. Um descanso completo ligado à fonte de vida que é Deus é o que precisamos, para bem estar de toda criatura e, segundo o mandamento, até mesmo dos animais,
Assim, passamos o sábado na companhia de Deus, da família, dos irmãos, dos animais e de toda natureza que Deus criou para nós.
Um abraço.
Estes, irmão, guardaram ou não o sábado? O que nos ensina os evangelhos?
Que exemplo eles nos deixaram, irmão?
O quanto, nos evangelhos, lemos Cristo ensinando a respeito da forma correta de se guardar o sábado? Não foi mais dado importância à guarda deste dia, irmão?
O evangelho que a igreja seguia, era o de Cristo? Ou o de Paulo? O evangelho ensinado por Paulo era diferente do de Cristo?
Foram as ações e ensinamentos de Jesus que construíram os evangelhos? Ou foram as cartas de Paulo?
Quem trouxe o evangelho, irmão?
Cristo estava revogando? Ou estava ensinando a guardar o sábado da forma correta, no sentido de fazer o bem, segundo o conceito de amar, além de Deus, também ao próximo?
O que faltava no sábado guardado pelos judeus era o zelo pelas coisas de Deus? Ou zelo pelas necessidades do próximo?
A Nova Aliança, veio por meio dos exemplos e ensinamentos de Cristo? Ou posteriormente, por meio de Paulo?
A Nova Aliança foi feita com a casa de Israel? Ou foi feita diretamente com os Gentios?
A Nova Aliança consiste em revogar a lei de Deus!? Ou escrevê-la no coração e na mente do israelita?
Que lei era aquela referida por Cristo, e que seria escrita no coração e na mente do povo de Deus?
O que Cristo disse sobre amar a Deus? (1 João 5:2-3)
O que o evangelho diz acerca da guarda dos mandamentos de Deus? (Apocalipse 22:14)
O que Cristo disse sobre transgredir o mínimo mandamentos por menor que seja? (Mateus 5:19)
A tradição cristã diz que, o mandamento do sábado, ou foi mudado ou foi revogado, mas o que Cristo disse a respeito da relação entre a lei e a tradição? (Marcos 7:9)
Cristo apoiou? Ou contradisse a Lei de Deus?
Cristo contradisse a lei de Deus e o sábado? Ou contradisse a interpretação tradicional acerca da lei e do sábado?
Em jesus, vemos a continuação ou revogação do costume de guardar o sábado?
E quanto às mulheres que visitaram o túmulo de Jesus?
E Maria, mãe de Jesus e seus irmãos? Continuaram com o costume de guardar o sábado?
E os cristãos que viveram em Jerusalém, até o ano 70? Que adoravam diariamente no templo?
E Paulo, enquanto fazia tendas? Qual era o costume de Paulo? E os que o abrigaram e que igualmente produziam tendas, qual era o seu costume?
Qual era o costume de Paulo, em solo gentio, fora das portas da cidade, no dia de sábado?
O sábado foi realmente ignorado pelas Escrituras, irmão? O sábado foi ignorado por Cristo, seus discípulos e apóstolos?
Os gentios fizeram, ou não, uso do sábado para aprender da lei de Moisés a cada sábado nas sinagogas em cada cidade?
Vemos, ou não, judeus, judeus-cristãos e gentios reunidos em um mesmo local, no dia de sábado, ouvindo o evangelho, após ter se lido a lei de Moisés?
Lemos, nos exemplo, uma continuação? Ou uma revogação da guarda do sábado? Vemos a igreja obedecendo ao quarto mandamento? Ou transgredindo o quarto mandamento?
O que Paulo disse acerca de sua fé nas Antigas Escrituras? (Atos 24:14)
Em sua defesa? O que Paulo disse acerca de sua conduta enquanto esteve pregando o evangelho? (Atos 25:8)
Será que Paulo revogou o sábado? Ou será que, mais uma vez, estamos a interpretar certos trechos de forma errada, invalidando, mais uma vez, o mandamento e, de nossa parte, abolindo-o completamente? (2 Pedro 3:16)
Tiago dá a entender de que qualquer mandamento tenha sido abolido da lei de Deus, irmão? O que Tiago nos ensina acerca da relação entre fé e obras?
O bem, que Cristo nos ensinou a fazer no sábado, estaria incluído nesta relação entre fé e boas obras, irmão?
Paulo, irmão, jamais transgrediu o sábado, nem ensinou a outros a assim fazê-lo, nem ensinou aos que o ouviam a revogá-lo. Paulo e demais apóstolos procederam assim como Jesus procedeu, até o dia de suas mortes. Os cristãos, que continuaram convivendo junto à sua sociedade em jerusalém, continuaram obedecendo ao preceito do sábado. Gentios, continuaram comparecendo às sinagogas, no dia de sábado, como era de costume desde antes ouvirem sobre Cristo e se tornarem cristãos.
E não vemos, irmão, nas Escrituras, exemplo de cristão trabalhando neste dia. Nenhuma das cartas de Paulo é derivada de algum problema acerca de guardar, ou não, o sábado.
Alguns ensinam que certas cartas são derivadas de uma desobediência ao sábado e que judeus estariam condenando tais cristãos pela transgressão, no que Paulo estaria saindo na defesa destes cristãos, apoiando de que estariam livres para deixar de guardar este dia.
Porém, irmão, pelo contexto local de cada carta, bem como o contexto amplo das demais Escrituras, todo teólogo e estudioso sabe que este entendimento está totalmente equivocado.
Também não cremos que Paulo tenha ficado em cima do muro. Assim, entende-se que os problemas tratados por Paulo não eram a lei ou o sábado em si.
Paulo, irmão, era um profundo conhecedor da lei e não viu conflitos entre a lei e o evangelho de Cristo. Paulo não viu a lei ou o sábado como inimigos da graça. Paulo, segundo expõe seu entendimento sobre os simbolismos do santuário, sempre soube que a salvação no Antigo Testamento sempre foi pela graça. Sempre mediante a fé manifestada no sacrifício do cordeiro que representava a Cristo.
Assim, o propósito da lei e do sábado, nunca foi tomar o lugar da graça.
Então, irmão, não há conflitos entre o sábado e o evangelho que Cristo ensinou. E Cristo colocou o sábado direitinho no contexto de se guardar a lei no sentido de amar a Deus e ao próximo. Portanto, tanto Cristo, quanto Paulo, estavam corrigindo COMPORTAMENTOS diante destas coisas e não contradizendo a lei e os profetas, ou revogando o que nos deixaram de ensino.
Paulo interpretou, explicou, corrigiu noções erradas acerca da lei. Explicou que, ao invés de meio de salvação, eram sombras que apontavam para a salvação em Cristo.
Toda a lei tem um aspecto de sombra cerimonial, uma função de tutor que nos leva a Cristo. Por nos mostrar o pecado e a necessidade de Cristo ela contribui para levar à salvação de toda criatura, mas de forma alguma a sua guarda pode trazer salvação a um indivíduo.
A teologia da salvação nos ensina que o povo de Israel primeiro recebeu a Graça e DEPOIS foi conduzido a Cristo (por meio da lei)!
Receberam de graça a salvação e a eles foi passado o evangelho, na forma de cerimonialismo. Este evangelho mostra por que receberam a salvação, após aceitarem a Deus, por meio da aliança.
A nova aliança, irmão, tem este mesmo sentido. A diferença é que pegamos toda a teologia da salvação já construída, ensinada e seu cumprimento. O que Deus faz é apenas escrever estes ensinamentos no coração e na mente.
Abraão já fazia sacrifícios e havia aceito a Deus, mas só viu o dia de Cristo, de forma mais clara, após passar pela prova de sacrifício do seu filho Isaac.
E assim ocorre ainda com esta nova aliança, onde aceitamos a Cristo, mas vamos viver, realmente, conforme a nossa salvação, depois do renascimento, onde então passamos a viver a lei de Deus e a compreender, mais a fundo, a salvação que adquirimos.
Assim, irmão, retirar qualquer mínimo traço ou til da lei, é privarmo-nos de um maior entendimento. E todo ensinamento das Escrituras é prático, irmão!
Por isto tivemos o cerimonialismo, que nos conduziu em ensinamento até que Cristo viesse para, então, assumir a realidade de todas aquelas coisas, realizando-as, hoje, no verdadeiro santuário, que está no céu, após ter provido os sacrifício necessário por meio de Sua carne e de Seu sangue.
Sábado, irmão, como dia de especial de bênção e santificação para o homem, é um princípio tão eterno quanto se propunha o próprio dia instituído no Éden, por causa do homem, quando o homem estava predestinado a viver eternamente.
E no contexto do pecado, onde somos transformados e passamos por um processo de santificação, o sábado nos mostra, além do Criador, quem nos santifica (Êxodo 31:13).
O sábado, irmão, continua sendo um meio pelo qual Deus nos santifica de forma especial. Nele, nos abstemos das coisas seculares e entramos em intima comunhão com Deus.
O descanso na salvação, irmão, não substitui o descanso físico, psíquico e espiritual que nos é concedido por meio do sábado. Esta bênção, irmão, sobre todo o ser integral, só adquirimos quando praticamos o sábado devidamente, da forma com Deus ensinou. Um descanso completo ligado à fonte de vida que é Deus é o que precisamos, para bem estar de toda criatura e, segundo o mandamento, até mesmo dos animais,
Assim, passamos o sábado na companhia de Deus, da família, dos irmãos, dos animais e de toda natureza que Deus criou para nós.
Um abraço.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017
Várias alianças e uma mesma lei?
Olá, irmão Vanderlei, Moisés escreveu os relatos desde o Gênesis, não identificando as leis dadas a Abraão como sendo diferentes das dadas ao povo de Israel. No mesmo contexto histórico se referiu a Abraão ter guardado os preceitos, estatutos e a lei de Deus. O dízimo, por exemplo, procede desde Abraão e para não se ter dúvidas de que eram o mesmo dízimo, leiamos Hebreus 7:9. O sacrifício de animais praticados por Israel, também era o mesmo praticado por Abraão. O não matar, não adulterar e os conceitos morais que já vemos claramente existentes desde o livro de Gênesis nos mostram que já havia sim, uma lei que regia a relação do homem para com Deus e para com o próximo desde o princípio. Não havia, porém, necessidade de repetir as mesma leis nos relatos acerca de Abraão, uma vez que toda a lei é dada e ampliada de forma mais detalhada nos eventos que narram a entrega da lei aos descendentes de Abraão.
Deus não tem duas leis, irmão, nem três, uma para Abraão, uma para Jacó e outra para seus descendentes! O que Deus tem é várias alianças, mas uma mesma lei. O que Deus faz é ampliar suas leis, aumentando assim o conhecimento do seu povo acerca dos conceitos morais de Deus e de Sua vontade.
Vemos o reflexo das leis dadas a Abraão nos seus descendentes, que sabiam de antemão que não era correto adorar outros deuses (a exemplo da punição que ocorreu aos pés do monte Sinai). Também foram lembrados do sábado. E assim já sabiam que não podiam matar, furtar, tomar o nome de Deus em vão, o que Deus fez foi regulamentar estas leis junto ao povo, como todo governante regulamenta suas leis ao povo que governa.
Assim, não há lei mosaica, nem de Jacó, nem de Moisés, no sentido de serem diferentes, há uma só lei que é dada por Deus, por meio de alianças, através destes patriarcas.
E se Jesus foi criado antes de fazer a Terra, por que, irmão, Deus chama a Jesus de "Pai da eternidade"?
Como alguém que antecede a própria eternidade, pôde ter um início, irmão?
Como alguém que foi criado pode se igualar em eternidade ao Pai? (Apocalipse 22:13)
Como pode, alguém que foi criado, não ter princípio nem fim?
A origem de Cristo é desde a eternidade? Ou somente desde antes da criação? (Provérbios 8:23)
E o descanso sabático em Jesus foi instituído para o futuro ou para o presente, da época de Paulo? (Hebreus 4:7)
Marcos 2:27-28 se refere ao sábado dado à criação, irmão, o dado a Adão e Eva no Éden? (Gênesis 2:2 em conjunto com Êxodo 20:10-11)
Que sábado Jesus estrava tratando ali em Marcos 2, irmão? (Marcos 2:24)
Um abraço.
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