terça-feira, 14 de fevereiro de 2017
A realidade do dom profético na Igreja Adventista do Sétimo Dia
Olá, irmão Elias, tenho plena convicção de que Ellen White foi uma verdadeira profetiza, após quase 10 anos de estudos. Estudando tanto sobre seus escritos, quanto sua vida e as minúcias de seu trabalho junto à Igreja Adventista do Sétimo Dia.
Hoje, não vejo motivos para duvidar de seu dom. Doutrinariamente, os escritos de Ellen White ensinam a mesma coisas que a igreja. E, por tantos anos a igreja tem explicado suas doutrinas sem necessidade de usar qualquer outro livro senão a Bíblia, que não há por que rejeitá-la como profeta, uma vez que demonstrou ter recebido o dom profético e prega em harmonia com aquilo que cremos em nossa igreja.
E as doutrinas de nossa igreja, irmão, são frutos de um árduo trabalho feitos por irmãos das várias denominações da época. Assim, o estudo que fizemos servem de base para verificar se Ellen White pode ser considerada uma verdadeira profetiza, ou não.
Seus livros pregam exatamente segundo aquilo que cremos, o resto são detalhes, que de forma alguma contrariam as Escrituras.
De modo que é pelo fato de se encaixar como uma luva em nossas doutrina fundamentais, construídas por meio do estudo aprofundado da Bíblia, que não vemos motivos para rejeitar os seu escritos.
Pela eficácia, também não vemos motivos para rejeitá-lo uma vez que seus conselhos e recomendação cumpriram com êxito o seu propósito. Também ajudou a erguer várias das instituições adventistas, instituições de sucesso.
Não há, irmão, como não ver a mão de Deus atuando através dos conselhos, recomendações e ensinamentos passados a Ellen G. White sobre a Igreja Adventista do Sétimo Dia nestes mais de 150 anos de existência de nossa igreja.
Ellen White, já em sua época, se adiantou em relação à opinião de muitos teólogos e estudiosos dos dias atuais.
Particularmente me firmo muito nos exemplos, irmão, creio que a doutrina corresponde ao exemplo, por isto creio no que Ellen White escreveu, porque ensina segundo os exemplos de Cristo, guardando o sábado e não comendo aquilo que Deus proibiu de comer. Nos profetas que tinham sonhos e visões. Na sabedoria de salomão que traz o exemplo da morte como um sono. Num gênesis e dilúvio literais.
No meu conceito, se a religião não for tão real quanto os exemplos bíblicos, não tem motivos para se estar em tal religião. Na Igreja Adventistas do Sétimo Dia, percebi as coisas ocorrendo da mesma forma como lemos nos exemplos Bíblicos. Irmãos guardando o sábado, guardando a lei, manifestando dons, tendo um profeta entre eles, vivendo como Jesus viveu em Sua época, imperfeitos, como eram os próprios apóstolos de Jesus, mas totalmente crentes nos exemplos das Escrituras.
Um abraço.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
Descrença em Ellen White é obstaculo para se tornar membro igreja?
Olá, irmão, Elias, devemos aceitar ou rejeitar os verdadeiros profetas?
A Igreja Adventista do Sétimo Dia, reconhece o dom profético à moda antiga, manifestado pelos profetas não canônico citados na Bíblia. E reconhece oficialmente Ellen White como a profetiza da Igreja Adventista do Sétimo Dia, porque assim se mostrou no seu ministério para com a igreja.
O que um novo membro tem que aceitar é o fato de Ellen White ser reconhecida pela igreja como profeta. Também aceitar de que terá que conviver com irmãos que, na quase totalidade, igualmente reconheceram o dom em Ellen White.
Raramente se tem problemas quanto a isto, porque os que não creem respeitam os que creem. E mesmo os pouquíssimos que não creem valorizam e fazem uso de muitos de seus conselhos e recomendações, assim como fazem irmãos das mais diferentes denominações e profissões de fé, e até mesmo que nao têm religião, que valorizam seus escritos, fato que a tornou a escritora cristã mais traduzida de toda a história.
De modo que se um novo membro respeitar esta posição da igreja, não haverá problema algum em se tornar um membro.
Seguir ou não os conselhos e recomendações contidos nos escritos da escritora cristã, aí é com cada um embora o seguir de seus conselhos sejam bastante incentivado pela igreja.
E aqui, irmão, ninguém é melhor por ser vegetariano e ninguém é pior por ainda comer carne. Ninguém é melhor por fazer exercícios e ninguém é melhor por não fazer. Um que tem costume de ler livros de Ellen White e outros livros de nossa Casa Publicadora Brasileira não é melhor do que aquele que tem costume de ler apenas a Bíblia.
A presença de Ellen White como profetiza reconhecida, bem como seus escritos, nunca foi obstáculo para nenhum candidato a membro. E isto vai depender do próprio membro, se sente-se confortável ou não em fazer parte de uma igreja que reconhece oficialmente um profeta entre eles.
Um abraço.
A santidade que tínhamos no Éden
O conhecer que eu falo é por meio da experiência, irmão. Veja, você não precisa adulterar para saber que é errado.
Não se conhece verdadeiramente o mal, até se provar dele. Veja, saber que uma maçã podre não deve ser comida é diferente de se provar de tal maçã e sentir os seus efeitos no organismo e então conhecer intimamente o porque de uma maçã podre não dever ser comida.
Deus colocou, no homem, leis internas por meio da consciência, alertas que nos causam sensações e de certos mecanismos naturais que, por exemplo, nos causam repulsa pelo cheiro de uma maçã putrefata e quando a comemos o corpo provoca ânsia de vômito para evitar a entrada para dentro do corpo.
Veja que naturalmente o homem não pensa em matar o outro, e mesmo com raiva, o homem consegue se segurar porque sabe que, de alguma forma, matar o outro é errado. Quando o marido pensa em adulterar, já entende que é errado, antes do ato, procura esconder seu intento e após, vem o sentimento de culpa.
Isto porém só ocorre, irmão, quando estamos em um estado de santidade, atendendo às leis internamente implantadas, que por meio da consciência ou dos sentimentos ruins que sobrevêm.
Em um estado onde se considera adultério e trocas de casais como natural, pega-se uma carteira que caiu, como sendo não um furto mas um achado. Matar alguém por ter dito algo que lhe ofendeu. Ou enviar ou usar de chantagem para obter alguma coisa de seu próximo, a lei de Deus se torna estranha e desconhecida.
A entrada do pecado, irmão, inverteu totalmente as coisas. O homem passou a adulterar e a sentir que aquilo era normal, a mentir e a matar por coisas banais. Fazer sexo com com o que via pela frente, consensual ou não consensual, furtar e cobiçar as coisas alheias, se entregando totalmente ao que o mundo ensinava, agora, como sendo o natural das coisas.
E assim como o mal era algo estranho para Adão e Eva, antes do pecado, a Santidade que havia no Éden agora passou a ser estranha para a humanidade, depois do pecado.
É neste contexto em que vivemos hoje no pecado que Paulo faz esta declaração, de que não conheceria que coisas como a cobiça era errado se não conhecesse a lei.
A lei de Deus trouxe ao conhecimento de um povo desumanizados, noções de civilidade, respeito para com o próximo, justiça, fraternidade.
E realmente neste mundo, irmão, se vivermos como cidades como Sodoma e Gomorra viviam, jamais saberíamos que muitas das coisas que fazemos são pecados diante de Deus, se não houvesse uma lei escrita que nos dissesse.
Antes Adão e Eva não precisariam da lei escrita em tábuas que pudessem ler, porque viviam em santidade e as tinham implantadas e funcionando internamente.
Este é o estado a que retornaremos, cujo processo já começa aqui nesta terra, por meio da conversão à partir de onde Deus nos torna novas criaturas (Hebreus 8:10). Em um processo de santificação que dura por toda a vida do indivíduo e que alcança a sua perfeição somente quando da volta de Cristo.
Veja que o resultado da quebra das leis morais internamente implantadas, é que o o homem passou a viver em imundície, não sentindo mais repulsa naquilo que comia, ou bebia. Comiam de tudo e bebiam de tudo que se pusesse na frente. Também não sentiam nojo da porquidão, mexiam em cadáveres e iam fazer suas corriqueiras. Faziam sexo com suas esposa ainda que tivessem fluxo.
Veja que até mesmo, os animais, exceto os que são feitos aptos a viver na porquidão, tem ordem e asseio, noções de civilidade e respeito para com o companheiro. De noção de grupo. Por meio da natureza, vemos uma ordem criada por Deus mantida por leis, quer instintos ou outros mecanismos que regem a harmonia em meio à vida neste planeta (Romanos 1:20).
As leis de Deus visam trazer à suas criaturas, saúde, bem estar, segurança. Esta ordem percebemos na natureza que Deus criou, mas percebemos falha no homem e isto se deve ao que chamamos de pecado.
Assim, há mais do que leis físicas e matemáticas que regem este mundo. Há um lei que regem a vida de toda as criaturas deste mundo.
E por o homem ser pensante, racional, Deus nos colocou certas leis morais, para nos reger internamente, assim como colocou nos anjos.
Por exemplo, em todas as culturas, por toda a história (com raras exceções), jamais se admitiu que um filho pudesse fazer sexo com a própria mãe e não encontramos razão explicável, para isto, senão no fato de que há realmente algo internamente implantado no homem que nos diz que tal prática é errada.
E quando conhecemos a Cristo e passamos a viver de acordo com a Sua vontade e os ensinos sobre, moralidade, justiça, amor, buscando a santidade em que Adão e Eva viviam, percebemos que Deus restaura em nós esta lei internamente. De modo que o adúltero compulsivo, agora, passa a sentir culpa quando pratica o ato. A prostituta, sente pesar.
É por isto, irmão que não há como aceitar a Cristo sem ter como consequência uma mudança no estilo de vida. Porque Deus vai restaurando no homem aquele estado de santidade que tínhamos antes no Éden ao passo que vai implantando internamente, no coração e na mente, novamente as suas leis.
Durante este processo, a Bíblia é quem vai nos orientando neste processo, junto com a atuação do Espírito Santo, que nos guia acerca das coisas desta vida.
A lei é só um reflexo do caráter que Deus deseja implantar no ser humano, a sua perfeita imagem é Cristo.
Não se conhece verdadeiramente o mal, até se provar dele. Veja, saber que uma maçã podre não deve ser comida é diferente de se provar de tal maçã e sentir os seus efeitos no organismo e então conhecer intimamente o porque de uma maçã podre não dever ser comida.
Deus colocou, no homem, leis internas por meio da consciência, alertas que nos causam sensações e de certos mecanismos naturais que, por exemplo, nos causam repulsa pelo cheiro de uma maçã putrefata e quando a comemos o corpo provoca ânsia de vômito para evitar a entrada para dentro do corpo.
Veja que naturalmente o homem não pensa em matar o outro, e mesmo com raiva, o homem consegue se segurar porque sabe que, de alguma forma, matar o outro é errado. Quando o marido pensa em adulterar, já entende que é errado, antes do ato, procura esconder seu intento e após, vem o sentimento de culpa.
Isto porém só ocorre, irmão, quando estamos em um estado de santidade, atendendo às leis internamente implantadas, que por meio da consciência ou dos sentimentos ruins que sobrevêm.
Em um estado onde se considera adultério e trocas de casais como natural, pega-se uma carteira que caiu, como sendo não um furto mas um achado. Matar alguém por ter dito algo que lhe ofendeu. Ou enviar ou usar de chantagem para obter alguma coisa de seu próximo, a lei de Deus se torna estranha e desconhecida.
A entrada do pecado, irmão, inverteu totalmente as coisas. O homem passou a adulterar e a sentir que aquilo era normal, a mentir e a matar por coisas banais. Fazer sexo com com o que via pela frente, consensual ou não consensual, furtar e cobiçar as coisas alheias, se entregando totalmente ao que o mundo ensinava, agora, como sendo o natural das coisas.
E assim como o mal era algo estranho para Adão e Eva, antes do pecado, a Santidade que havia no Éden agora passou a ser estranha para a humanidade, depois do pecado.
É neste contexto em que vivemos hoje no pecado que Paulo faz esta declaração, de que não conheceria que coisas como a cobiça era errado se não conhecesse a lei.
A lei de Deus trouxe ao conhecimento de um povo desumanizados, noções de civilidade, respeito para com o próximo, justiça, fraternidade.
E realmente neste mundo, irmão, se vivermos como cidades como Sodoma e Gomorra viviam, jamais saberíamos que muitas das coisas que fazemos são pecados diante de Deus, se não houvesse uma lei escrita que nos dissesse.
Antes Adão e Eva não precisariam da lei escrita em tábuas que pudessem ler, porque viviam em santidade e as tinham implantadas e funcionando internamente.
Este é o estado a que retornaremos, cujo processo já começa aqui nesta terra, por meio da conversão à partir de onde Deus nos torna novas criaturas (Hebreus 8:10). Em um processo de santificação que dura por toda a vida do indivíduo e que alcança a sua perfeição somente quando da volta de Cristo.
Veja que o resultado da quebra das leis morais internamente implantadas, é que o o homem passou a viver em imundície, não sentindo mais repulsa naquilo que comia, ou bebia. Comiam de tudo e bebiam de tudo que se pusesse na frente. Também não sentiam nojo da porquidão, mexiam em cadáveres e iam fazer suas corriqueiras. Faziam sexo com suas esposa ainda que tivessem fluxo.
Veja que até mesmo, os animais, exceto os que são feitos aptos a viver na porquidão, tem ordem e asseio, noções de civilidade e respeito para com o companheiro. De noção de grupo. Por meio da natureza, vemos uma ordem criada por Deus mantida por leis, quer instintos ou outros mecanismos que regem a harmonia em meio à vida neste planeta (Romanos 1:20).
As leis de Deus visam trazer à suas criaturas, saúde, bem estar, segurança. Esta ordem percebemos na natureza que Deus criou, mas percebemos falha no homem e isto se deve ao que chamamos de pecado.
Assim, há mais do que leis físicas e matemáticas que regem este mundo. Há um lei que regem a vida de toda as criaturas deste mundo.
E por o homem ser pensante, racional, Deus nos colocou certas leis morais, para nos reger internamente, assim como colocou nos anjos.
Por exemplo, em todas as culturas, por toda a história (com raras exceções), jamais se admitiu que um filho pudesse fazer sexo com a própria mãe e não encontramos razão explicável, para isto, senão no fato de que há realmente algo internamente implantado no homem que nos diz que tal prática é errada.
E quando conhecemos a Cristo e passamos a viver de acordo com a Sua vontade e os ensinos sobre, moralidade, justiça, amor, buscando a santidade em que Adão e Eva viviam, percebemos que Deus restaura em nós esta lei internamente. De modo que o adúltero compulsivo, agora, passa a sentir culpa quando pratica o ato. A prostituta, sente pesar.
É por isto, irmão que não há como aceitar a Cristo sem ter como consequência uma mudança no estilo de vida. Porque Deus vai restaurando no homem aquele estado de santidade que tínhamos antes no Éden ao passo que vai implantando internamente, no coração e na mente, novamente as suas leis.
Durante este processo, a Bíblia é quem vai nos orientando neste processo, junto com a atuação do Espírito Santo, que nos guia acerca das coisas desta vida.
A lei é só um reflexo do caráter que Deus deseja implantar no ser humano, a sua perfeita imagem é Cristo.
domingo, 12 de fevereiro de 2017
O sábado na Nova Aliança
Safafex 07 Faça o bem no dia de sábado, há vários ensinamentos de Cristo de como se deve guardar o sábado. O irmão faz isto, ou será que atende a seus próprios desejos egoístas?
Há aqueles que querem vender o sábado por um punhado a mais de Dinheiro e não para compartilhar o que tem com os pobres, necessitados e famintos.
Paulo nunca foi contra a atitude de Cristo, e cristo nunca foi contra a vontade de Deus, em não atender aos próprios interesses de ganho e lucro no dia de sábado.
Não atenda a seus próprios interesses, Deus ensinou. Atenda aos interesses dos que necessitam, Cristo ensinou. Não faça, porém, destas boas obras um meio de salvação, Paulo ensinou.
Seu ensino é anti-cristão, Safafex 07 e deturpa as palavras tanto de Deus, quanto de Cristo, quanto de Paulo, para defender seu ponto de vista e usar o sábado para seu próprio benefício.
"Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim abrogar, mas cumprir.
Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til jamais passará da lei, sem que tudo seja cumprido. Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus." (Mateus 5:17-19")
Caio porém diz que é para revogar a Lei e os profetas.
Devemos seguir as palavras e os exemplos de Caio? Ou as palavras e os exemplos de Cristo?
E sabemos se um seguidor é de Cristo ou não pelas suas atitudes:
"E ao servo do Senhor não convém contender, mas sim, ser manso para com todos, apto para ensinar, sofredor;"( 2 Timóteo 2:24)
É esta a atitude do irmão?
"Por seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos?" (Mateus 7:16)
Portanto o amigo pode espernear à vontade, dou a mesma resposta do profeta:
"Apartai-vos de mim, malfeitores, pois guardarei os mandamentos do meu Deus." (Salmos 119:115)
Paulo:
"E assim a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom." Romanos 7:12
"Anulamos, pois, a lei pela fé? De maneira nenhuma, antes estabelecemos a lei." Romanos 3:31
"Mas ele, em sua defesa, disse: Eu não pequei em coisa alguma contra a lei dos judeus, nem contra o templo, nem contra César." Atos 25:8
"Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça;" 2 Timóteo 3:16
"Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam;" João 5:39
A Bíblia que Paulo utilizava era o antigo testamento.
Cristo profetizou que 40 anos depois de sua morte, o sábado continuaria sendo guardado:
"E orai para que a vossa fuga não aconteça no inverno nem no sábado;" Mateus 24:20
E a lei de Moisés continuou sendo ensinada todos os sábados nas sinagogas de cada cidade, segundo determinação do primeiro concílio em Atos:
"Porque Moisés, desde os tempos antigos, tem em cada cidade quem o pregue, e cada sábado é lido nas sinagogas." Atos 15:21
O que perdurou por toda época de Paulo:
"E, saídos os judeus da sinagoga, os gentios rogaram que no sábado seguinte lhes fossem ditas as mesmas coisas." (Atos 13:42)
"E no sábado seguinte ajuntou-se quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus." (Atos 13:44)
Conforme era o antigo costume de Cristo:
"E, chegando a Nazaré, onde fora criado, entrou num dia de sábado, segundo o seu costume, na sinagoga, e levantou-se para ler." Lucas 4:16
Falsos profetas aproveitam-se da oportunidade em que Cristo ensinou a fazer o bem no sábado, para dizer de que Jesus estaria abolindo o sábado, para voltar a atender aos próprios interesses pessoais, que é o que estes fazem no dia de sábado, diferente de Jesus e dos apóstolos, incluindo Paulo, que não se dedicavam às suas atividades financeiras neste dia:
"E, como era do mesmo ofício, ficou com eles, e trabalhava; pois tinham por ofício fazer tendas.
E todos os sábados disputava na sinagoga, e convencia a judeus e gregos." (Atos 18:3,4)
Costume de Paulo, inclusive em solo não judeu:
"E no dia de sábado saímos fora das portas, para a beira do rio, onde se costumava fazer oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que ali se ajuntaram." (Atos 16:13)
Falsos ensinadores e falsos cristãos, que leem trechos de versos aqui e ali, mas não leem a história nem seu contexto.
http://novamenteadventistas.blogspot.com.br/2016/04/o-trabalho-licito-no-dia-de-sabado.html
O sábado, vigente, dia do senhor e que serviu de modelo para o Descanso no Senhor nos demais dias da Semana:
"Porque em certo lugar disse assim do dia sétimo: E repousou Deus de todas as suas obras no sétimo dia." Hebreus 4:4
Porque Jesus é Senhor do Sábado:
"E dizia-lhes: O Filho do homem é Senhor até do sábado." (Lucas 6:5)
Motivo pelo qual este movimento deseja pisar a Lei de Deus:
http://novamenteadventistas.blogspot.com.br/2015/06/o-sabado-e-lei.html
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017
A expiação no santuário
Irmão Stewieland, procure entender a Bíblia por meio de um estudo sistemático. O modo como se tem ensinado as Escrituras nas igrejas não é o método correto. Nossos irmãos metodistas criaram um sistema que possibilitou o desenvolvimento da teologia no meio protestante, de uma forma mais apurada e que é usado hoje inclusive por católico.
Não adianta o irmão ler versos e por si só entender o que o verso está dizendo, tem que usar as próprias Escrituras para interpretá-la. Atente-se aos detalhes:
"Daí em diante, ele ESTÁ ESPERANDO até que os seus inimigos..."
"Portanto, irmãos, TEMOS PLENA CONFIANÇA para entrar no Santo dos Santos"
O que é ter confiança?
"Mas temos confiança e desejamos antes deixar este corpo, para habitar com o Senhor." 2 Coríntios 5:8
Ter confiança é esperar na certeza, irmão.
Agora, pense, por que Paulo teria confiança, sendo que Jesus já se encontra no lugar onde haveria de adentrar, assentado à destra do Pai?
É porque Paulo está falando de uma OBRA futura, irmão. O caminho foi aberto, mas ainda não ADENTRAMOS. Quando diz que Cristo adentrou e se assentou à destra do Pai, foi para assumir a Sua posição.
Em tempo oportuno, porém, adentramos junto com Cristo, além do véu. Este "adentramos" é no sentido de Cristo estar em um papel representativo dos que O aceitaram.
A Bíblia diz que Cristo é nosso mediador. O mediador, segundo o cerimonialismo, eram os sacerdotes e o sumo-sacerdote que fazia a mediação entre Deus e o povo. Não há mediador, sem trabalho de mediação, irmão. Não há sumo-sacerdote sem obra sumo-sacerdotal!
E assim, como o sumo-sacerdote, Cristo tem liberdade para andar por todo o santuário, embora Deus não recomendasse isto aos sacerdotes humanos (Levítico 16:2). Porém a obra que Ele executa é segundo o critério do plano da salvação, demonstrado através do cerimonialismo do santuário terrestre.
Miller errou porque foi o primeiro a tentar interpretar as profecias, hoje, várias igrejas interpretam a mesma profecia de forma errada, embora não marquem datas.
O cálculo, porém, está perfeitamente correto. Miller aplicou o princípio dia/ano, hoje plenamente aceito pelos teólogos.
O santuário, porém, não é a terra como Miller supôs, mas este santuário que estamos tratando em Hebreus 10. E a obra a ser iniciada no fim das 2.300 tardes e manhãs de Daniel, é esta em que adentramos com Cristo além do véu, dita no mesmo capítulo.
Paulo, irmão, não estava interessado em marcar tempos acerca de quando ocorreriam as coisas que escreveu. Mas nos falou, irmão acerca do que conhecia sobre as coisas que ocorriam no santuário terrestre. Paulo identificou Cristo na figura do Sumo-sacerdote e na obra que tal sumo-sacerdote executava. De modo que Paulo fala O QUE seria feito e não QUANDO, porque nem mesmo Paulo Sabia.
Agora, sabemos que o trabalho no santo-dos-santos, no santuário terrestre, iniciava-se com a purificação do santuário, no chamado dia da expiação.
E Daniel nos diz o tempo em que o santuário seria purificado.
A conclusão é elementar, irmão. Daniel está nos dizendo quando o correria a expiação NAQUELE santuário dito por Paulo, segundo a obra reservada a Cristo como nosso sumo-sacerdote.
Ao invés da chegada de Cristo, Daniel se refere à chegada do dia da expiação para a humanidade, anunciada em Apocalipse 14:7. Estes trabalhos estão bem detalhados em versos como o de Apocalipse 20:12, 2 Coríntios 5:10, 1 Pedro 4:17.
Compare a expressão "casa de Deus" contida no trecho que o irmão usou:
"Temos, pois, um grande sacerdote sobre a casa de Deus." (Hebreus 10:21)
Com "Porque já é tempo que comece o julgamento pela casa de Deus" (1 Pedro 4:17)
Esta é a obra referida por Paulo acerca de:
"Dos seus pecados e iniqüidades não me lembrarei mais"
A obra feita sobre a casa de Deus, resulta na eliminação definitiva dos registros contidos naqueles livros abertos.
Um abraço
Não adianta o irmão ler versos e por si só entender o que o verso está dizendo, tem que usar as próprias Escrituras para interpretá-la. Atente-se aos detalhes:
"Daí em diante, ele ESTÁ ESPERANDO até que os seus inimigos..."
"Portanto, irmãos, TEMOS PLENA CONFIANÇA para entrar no Santo dos Santos"
O que é ter confiança?
"Mas temos confiança e desejamos antes deixar este corpo, para habitar com o Senhor." 2 Coríntios 5:8
Ter confiança é esperar na certeza, irmão.
Agora, pense, por que Paulo teria confiança, sendo que Jesus já se encontra no lugar onde haveria de adentrar, assentado à destra do Pai?
É porque Paulo está falando de uma OBRA futura, irmão. O caminho foi aberto, mas ainda não ADENTRAMOS. Quando diz que Cristo adentrou e se assentou à destra do Pai, foi para assumir a Sua posição.
Em tempo oportuno, porém, adentramos junto com Cristo, além do véu. Este "adentramos" é no sentido de Cristo estar em um papel representativo dos que O aceitaram.
A Bíblia diz que Cristo é nosso mediador. O mediador, segundo o cerimonialismo, eram os sacerdotes e o sumo-sacerdote que fazia a mediação entre Deus e o povo. Não há mediador, sem trabalho de mediação, irmão. Não há sumo-sacerdote sem obra sumo-sacerdotal!
E assim, como o sumo-sacerdote, Cristo tem liberdade para andar por todo o santuário, embora Deus não recomendasse isto aos sacerdotes humanos (Levítico 16:2). Porém a obra que Ele executa é segundo o critério do plano da salvação, demonstrado através do cerimonialismo do santuário terrestre.
Miller errou porque foi o primeiro a tentar interpretar as profecias, hoje, várias igrejas interpretam a mesma profecia de forma errada, embora não marquem datas.
O cálculo, porém, está perfeitamente correto. Miller aplicou o princípio dia/ano, hoje plenamente aceito pelos teólogos.
O santuário, porém, não é a terra como Miller supôs, mas este santuário que estamos tratando em Hebreus 10. E a obra a ser iniciada no fim das 2.300 tardes e manhãs de Daniel, é esta em que adentramos com Cristo além do véu, dita no mesmo capítulo.
Paulo, irmão, não estava interessado em marcar tempos acerca de quando ocorreriam as coisas que escreveu. Mas nos falou, irmão acerca do que conhecia sobre as coisas que ocorriam no santuário terrestre. Paulo identificou Cristo na figura do Sumo-sacerdote e na obra que tal sumo-sacerdote executava. De modo que Paulo fala O QUE seria feito e não QUANDO, porque nem mesmo Paulo Sabia.
Agora, sabemos que o trabalho no santo-dos-santos, no santuário terrestre, iniciava-se com a purificação do santuário, no chamado dia da expiação.
E Daniel nos diz o tempo em que o santuário seria purificado.
A conclusão é elementar, irmão. Daniel está nos dizendo quando o correria a expiação NAQUELE santuário dito por Paulo, segundo a obra reservada a Cristo como nosso sumo-sacerdote.
Ao invés da chegada de Cristo, Daniel se refere à chegada do dia da expiação para a humanidade, anunciada em Apocalipse 14:7. Estes trabalhos estão bem detalhados em versos como o de Apocalipse 20:12, 2 Coríntios 5:10, 1 Pedro 4:17.
Compare a expressão "casa de Deus" contida no trecho que o irmão usou:
"Temos, pois, um grande sacerdote sobre a casa de Deus." (Hebreus 10:21)
Com "Porque já é tempo que comece o julgamento pela casa de Deus" (1 Pedro 4:17)
Esta é a obra referida por Paulo acerca de:
"Dos seus pecados e iniqüidades não me lembrarei mais"
A obra feita sobre a casa de Deus, resulta na eliminação definitiva dos registros contidos naqueles livros abertos.
Um abraço
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017
O propósito de um verdadeiro profeta
Olá, irmão Stweiland. Veja que o irmão está limitando o dom profético com base em um entendimento particular em cima de um expressão isolada. Um entendimento que por sua vez contraria o restante das Escrituras, que mostra o dom de profecia sendo manifestado, por João, da forma como sempre foi manifestado nas Escrituras.
A Bíblia, irmão, não trabalha desta forma. Deus, entendendo as limitações humanas usa uma didática bastante eficaz para se evitar que cometamos equívocos por algo que lemos e não entendemos.
O dom profético é algo que foi longamente tratado e mostrado nas escrituras, de forma que Deus não deixaria uma única expressão, na Bíblia, revogando o dom profético, sem um contexto, caso pretendesse realmente revogá-lo.
O contexto da afirmação de Paulo, fala do dom profético, irmão? Paulo está falando sobre a forma como os dons seriam modificados e como se limitariam?
Não podemos, irmão, pegar uma expressão e criar todo um entendimento sem base nas Escrituras.
Veja, irmão, que na época de Miller, enquanto uns marcaram datas para a volta de Cristo outros não acreditavam que Cristo viria pessoalmente, buscar os que lhe pertencem.
Não ultrapassavam o que já constava revelado acerca da volta de Jesus (contexto da declaração de Paulo referindo-se ao AT), mas também não haviam chegado ao que estava revelado sobre a volta de Jesus em profecias como a de Daniel.
Os que marcaram datas julgaram que o dia e a hora ninguém sabia, porque estaria contido na profecia, esperando para ser descoberta, segundo o pensamento deles.
Assim como hoje, não faziam um estudo correto com ferramentas de interpretação. De modo que demais assuntos da Bíblia também eram também entendido de forma equivocada, motivo de haverem já naquele tempo tantas religiões com ensinamentos diferentes.
Miller se baseou em uma expressão isolada, acerca de "purificar o santuário". Dali tirou seu entendimento particular de que o santuário seria a Terra.
Veja que é o mesmo tipo de equívoco, irmão. Ler um verso, pensar que é uma coisa, mas depois descobrir que, pelo todo das Escrituras, o verso está expressando outra coisa.
Veja que se ensinamos um entendimento errado, não importa o assunto, estamos agindo como Miller e estudiosos das mais diversas denominações, que chegam cada um a um conclusão diferente sobre o mesmo texto bíblico.
Ocorre, irmão, que o cristão raramente aprende as doutrinas diretamente nas Escrituras. O que se absorve nas igrejas são as ideias dos pastores e os conceitos tradicionais de cada religião.
Por conta da decepção de 1844, os cristãos remanescentes, decidiram estudar a Bíblia por si mesmos. Cristãos das mais variadas profissões de fé, se reuniram e estudaram exaustivamente as Escrituras, até que chegaram a um entendimento comum sobre as doutrinas que permeavam a igreja cristã.
Fizeram naquela época, irmão, o que deveria se fazer hoje, reunir todas as profissões de fé e estudar as escrituras juntos, a fim eliminar as divergências doutrinárias por meio de um entendimento comum das Escrituras e assim unir novamente a igreja em um único corpo.
Os profetas, no passado, irmão, eram enviados especialmente para esta tarefa, de resolver problemas relacionado a confusões de ensinos.
Tivemos nossas doutrinas manchadas e misturadas com o paganismo que afetou a igreja na era medieval, a reforma recuperou várias destas doutrinas, mas não chegou a ser concluída.
A insatisfação com a estagnação e o desejo de conhecer mais da Bíblia levou um grupo de pessoas a estudar novamente as Escrituras, de modo que em 1792 já haviam pessoas em todo o mundo ensinando sobre as profecias de Daniel.
Miller chegou em um momento onde este interesse pela Bíblia sobretudo profecias das Antigas Escrituras já estava bastante disseminado, por isto sua mensagem foi de fácil aceitação e alcançou quase todo o mundo muito rapidamente.
Depois do Segundo Grande Reavivamento, onde ocorreu o desapontamento millerita, as igrejas passaram a estudar mais a Bíblia e a desenvolver as ferramentas de estudo e a teologia.
Veja, irmão, que não há problema algum em Deus revelar detalhes acerca do céu ou da terra, porque estes detalhes também são verdades e não interfere nas doutrinas ensinadas na Bíblia. A verdade, irmão, não interfere nem modifica a verdade que já está revelada.
O não ir além do que está escrito, é não ir além do que está revelado de forma escrita e isto vale para qualquer época. Quando Paulo fez esta declaração o que se encontrava escrito em sua época era tão somente as Antigas Escrituras. Quando as igrejas receberam as cartas de Paulo, estas também se constituíam em revelação escrita à igreja. Se o irmão pesquisar, verá que Paulo produziu outras cartas e que não foram incluídas no cânon da Bíblia, mesmo assim, os cristãos aceitaram estes ensinamentos escritos.
As igrejas atendidas por João, igualmente aceitaram o que João as escreveu e não ultrapassavam aquilo que havia sido revelado no Antigo Testamento e por João segundo o que escreveu no livro de Apocalipse.
Assim, irmão, como adventistas, não ultrapassamos o que está escrito, porque aceitamos apenas aquilo que foi revelado, segundo o Antigo Testamento, o Novo Testamento e os escritos de Ellen White.
Assim como algumas cartas de Paulo e as recomendações dos profetas não canônicos, os escritos de Ellen White não fazem parte da Bíblia sagrada, nem por isto, irmão, deixam de ser inspirados e se constituir em revelações proféticas, em verdades acerca do céu e da terra.
Quando Paulo fala acerca de não ultrapassar o que está escrito é não inventar algo que não constava na revelação que tinham acerca das profecias sobre a volta de Jesus, no Antigo Testamento.
O mesmo princípio se aplica às cartas de Paulo e Pedro, que eram por quem Deus mandava revelação à igreja em sua época, além de demais apóstolos e também os escritores Bíblicos, como Lucas.
E o mesmo princípio se aplica aos escritos de Ellen White, onde não devemos ir "além do que está escrito", além do que está revelado, criando nossas próprias suposições.
Embora a expressão de Paulo tenha sido aplicada sobre as Antigas Escrituras em específico, o princípio se aplica também sobre quaisquer escritos inspirados que nos traga revelação, como os que vieram depois, os de Paulo, os de João, bem como os demais escritores, como o doutor Lucas.
Assim, de modo algum Paulo estaria limitando a atuação do dom profético, dom que ele sempre valorizou, mas nos advertindo a não ir além daquilo que nos foi deixado escrito.
Ellen White, irmão, escreveu da parte de Deus, foi um profeta não canônico assim como todos os demais. Todos os profetas trouxeram detalhes acerca do céu e informações acerca dos bastidores do conflito entre o bem e o mal.
Assim, os livros de Ellen White trazem respostas a dúvidas, acerca das Escrituras, e nos explica dando um panorama acerca das coisas que ocorreram, ocorrem e ocorrerão no céu e na terra.
Este é o trabalho de um profeta, irmão!
Os profetas são enviados como porta-voz de Deus, para unir o povo em torno da verdade.
Veja que seria muito fácil Deus resolver o problema das divergências doutrinárias das igrejas nos dias atuais, bastando enviar um profeta que nos dissesse claramente quais são as verdadeiras e quais são as falsas doutrinas. Também nos ajudando a entender as coisas que estão escritas e, assim, acabariam as dúvidas e a igreja se uniria com a certeza de estar na verdade.
Ocorre irmão que, assim como antigamente, este profeta seria rejeitado, justamente por ensinar em contrário à várias igrejas. Assim, o problema não está na falta de envio de um profeta, mas na não aceitação deste profeta.
Ellen White recebeu o dom a fim de guiar a Igreja Adventista do Sétimo Dia a se estabelecer, para ajudar a preparar um povo para a volta de Cristo. As profecias foram dadas para nos tirar dúvidas acerca de doutrinas, além de preparar o povo para o propósito que nos está reservado que é a pregação das três mensagens angélicas, cruciais neste tempo do fim.
Assim, irmão, a Igreja Adventista do Sétimo Dia, recebeu uma missão especial. Nos últimos dias, haverão apenas dois grupos. A missão da igreja adventista é ajudar a preparar o grupo que estará firme para a volta de Cristo.
Um abraço.
A Bíblia, irmão, não trabalha desta forma. Deus, entendendo as limitações humanas usa uma didática bastante eficaz para se evitar que cometamos equívocos por algo que lemos e não entendemos.
O dom profético é algo que foi longamente tratado e mostrado nas escrituras, de forma que Deus não deixaria uma única expressão, na Bíblia, revogando o dom profético, sem um contexto, caso pretendesse realmente revogá-lo.
O contexto da afirmação de Paulo, fala do dom profético, irmão? Paulo está falando sobre a forma como os dons seriam modificados e como se limitariam?
Não podemos, irmão, pegar uma expressão e criar todo um entendimento sem base nas Escrituras.
Veja, irmão, que na época de Miller, enquanto uns marcaram datas para a volta de Cristo outros não acreditavam que Cristo viria pessoalmente, buscar os que lhe pertencem.
Não ultrapassavam o que já constava revelado acerca da volta de Jesus (contexto da declaração de Paulo referindo-se ao AT), mas também não haviam chegado ao que estava revelado sobre a volta de Jesus em profecias como a de Daniel.
Os que marcaram datas julgaram que o dia e a hora ninguém sabia, porque estaria contido na profecia, esperando para ser descoberta, segundo o pensamento deles.
Assim como hoje, não faziam um estudo correto com ferramentas de interpretação. De modo que demais assuntos da Bíblia também eram também entendido de forma equivocada, motivo de haverem já naquele tempo tantas religiões com ensinamentos diferentes.
Miller se baseou em uma expressão isolada, acerca de "purificar o santuário". Dali tirou seu entendimento particular de que o santuário seria a Terra.
Veja que é o mesmo tipo de equívoco, irmão. Ler um verso, pensar que é uma coisa, mas depois descobrir que, pelo todo das Escrituras, o verso está expressando outra coisa.
Veja que se ensinamos um entendimento errado, não importa o assunto, estamos agindo como Miller e estudiosos das mais diversas denominações, que chegam cada um a um conclusão diferente sobre o mesmo texto bíblico.
Ocorre, irmão, que o cristão raramente aprende as doutrinas diretamente nas Escrituras. O que se absorve nas igrejas são as ideias dos pastores e os conceitos tradicionais de cada religião.
Por conta da decepção de 1844, os cristãos remanescentes, decidiram estudar a Bíblia por si mesmos. Cristãos das mais variadas profissões de fé, se reuniram e estudaram exaustivamente as Escrituras, até que chegaram a um entendimento comum sobre as doutrinas que permeavam a igreja cristã.
Fizeram naquela época, irmão, o que deveria se fazer hoje, reunir todas as profissões de fé e estudar as escrituras juntos, a fim eliminar as divergências doutrinárias por meio de um entendimento comum das Escrituras e assim unir novamente a igreja em um único corpo.
Os profetas, no passado, irmão, eram enviados especialmente para esta tarefa, de resolver problemas relacionado a confusões de ensinos.
Tivemos nossas doutrinas manchadas e misturadas com o paganismo que afetou a igreja na era medieval, a reforma recuperou várias destas doutrinas, mas não chegou a ser concluída.
A insatisfação com a estagnação e o desejo de conhecer mais da Bíblia levou um grupo de pessoas a estudar novamente as Escrituras, de modo que em 1792 já haviam pessoas em todo o mundo ensinando sobre as profecias de Daniel.
Miller chegou em um momento onde este interesse pela Bíblia sobretudo profecias das Antigas Escrituras já estava bastante disseminado, por isto sua mensagem foi de fácil aceitação e alcançou quase todo o mundo muito rapidamente.
Depois do Segundo Grande Reavivamento, onde ocorreu o desapontamento millerita, as igrejas passaram a estudar mais a Bíblia e a desenvolver as ferramentas de estudo e a teologia.
Veja, irmão, que não há problema algum em Deus revelar detalhes acerca do céu ou da terra, porque estes detalhes também são verdades e não interfere nas doutrinas ensinadas na Bíblia. A verdade, irmão, não interfere nem modifica a verdade que já está revelada.
O não ir além do que está escrito, é não ir além do que está revelado de forma escrita e isto vale para qualquer época. Quando Paulo fez esta declaração o que se encontrava escrito em sua época era tão somente as Antigas Escrituras. Quando as igrejas receberam as cartas de Paulo, estas também se constituíam em revelação escrita à igreja. Se o irmão pesquisar, verá que Paulo produziu outras cartas e que não foram incluídas no cânon da Bíblia, mesmo assim, os cristãos aceitaram estes ensinamentos escritos.
As igrejas atendidas por João, igualmente aceitaram o que João as escreveu e não ultrapassavam aquilo que havia sido revelado no Antigo Testamento e por João segundo o que escreveu no livro de Apocalipse.
Assim, irmão, como adventistas, não ultrapassamos o que está escrito, porque aceitamos apenas aquilo que foi revelado, segundo o Antigo Testamento, o Novo Testamento e os escritos de Ellen White.
Assim como algumas cartas de Paulo e as recomendações dos profetas não canônicos, os escritos de Ellen White não fazem parte da Bíblia sagrada, nem por isto, irmão, deixam de ser inspirados e se constituir em revelações proféticas, em verdades acerca do céu e da terra.
Quando Paulo fala acerca de não ultrapassar o que está escrito é não inventar algo que não constava na revelação que tinham acerca das profecias sobre a volta de Jesus, no Antigo Testamento.
O mesmo princípio se aplica às cartas de Paulo e Pedro, que eram por quem Deus mandava revelação à igreja em sua época, além de demais apóstolos e também os escritores Bíblicos, como Lucas.
E o mesmo princípio se aplica aos escritos de Ellen White, onde não devemos ir "além do que está escrito", além do que está revelado, criando nossas próprias suposições.
Embora a expressão de Paulo tenha sido aplicada sobre as Antigas Escrituras em específico, o princípio se aplica também sobre quaisquer escritos inspirados que nos traga revelação, como os que vieram depois, os de Paulo, os de João, bem como os demais escritores, como o doutor Lucas.
Assim, de modo algum Paulo estaria limitando a atuação do dom profético, dom que ele sempre valorizou, mas nos advertindo a não ir além daquilo que nos foi deixado escrito.
Ellen White, irmão, escreveu da parte de Deus, foi um profeta não canônico assim como todos os demais. Todos os profetas trouxeram detalhes acerca do céu e informações acerca dos bastidores do conflito entre o bem e o mal.
Assim, os livros de Ellen White trazem respostas a dúvidas, acerca das Escrituras, e nos explica dando um panorama acerca das coisas que ocorreram, ocorrem e ocorrerão no céu e na terra.
Este é o trabalho de um profeta, irmão!
Os profetas são enviados como porta-voz de Deus, para unir o povo em torno da verdade.
Veja que seria muito fácil Deus resolver o problema das divergências doutrinárias das igrejas nos dias atuais, bastando enviar um profeta que nos dissesse claramente quais são as verdadeiras e quais são as falsas doutrinas. Também nos ajudando a entender as coisas que estão escritas e, assim, acabariam as dúvidas e a igreja se uniria com a certeza de estar na verdade.
Ocorre irmão que, assim como antigamente, este profeta seria rejeitado, justamente por ensinar em contrário à várias igrejas. Assim, o problema não está na falta de envio de um profeta, mas na não aceitação deste profeta.
Ellen White recebeu o dom a fim de guiar a Igreja Adventista do Sétimo Dia a se estabelecer, para ajudar a preparar um povo para a volta de Cristo. As profecias foram dadas para nos tirar dúvidas acerca de doutrinas, além de preparar o povo para o propósito que nos está reservado que é a pregação das três mensagens angélicas, cruciais neste tempo do fim.
Assim, irmão, a Igreja Adventista do Sétimo Dia, recebeu uma missão especial. Nos últimos dias, haverão apenas dois grupos. A missão da igreja adventista é ajudar a preparar o grupo que estará firme para a volta de Cristo.
Um abraço.
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