Olá, Paulo Cadi, qualquer pessoa sensata percebe de que a Bíblia não provê nenhum relato sobre a santificação do domingo.
Também percebe cristãos, tanto judeus quanto gentios, participando de cultos no sábado.
Percebe também os ensinos dos apóstolos e de Jesus sobre a permanência dos mandamentos.
Os textos patrísticos, também mostram de que o sábado nunca deixou de ser guardado.
Não há argumentos que possam mudar a realidade e os fatos.
Se o irmão está alegando de que não há referências acerca da guarda do sábado nos escritos patrísticos, terei que considerar isto um caso de pura negação, mas vamos lá:
ONDE o amigo leu DOMINGO em "Orígenes -Homilia, Números 23"?
O amigo aplicou tão somente a prática abolicionistas de dar ênfase em palavras.
As palavras destacadas em nada contradizem a permanência do sábado.
Veja:
"PORTANTO, DEIXANDO PARA TRÁS AS OBSERVÂNCIAS JUDAICAS DO SÁBADO, veremos que tipo de observância, caberá aos cristãos."
Sentido:
Se refere à forma como o sábado era observado.
Comprovação:
"Esta é a MANEIRA como o cristão observa o sábado."
Comentário: Ali não está insinuando a guarda de um domingo!
Veja:
"MESMO os judeus, deveriam ter observado estas coisas. Depois de tudo, mesmo entre eles, se houve um artesão, um construtor, ou algum outro trabalhador semelhante, possa OBSERVAR O VERDADEIRO SÁBADO"
Sentido:
Está falando sobre o verdadeiro sentido do sábado! Não está falando, "observar o verdadeiro dia que agora é o domingo"!
O irmão destaca palavras como que se estivessem insinuando a guarda de um domingo. Assim como naturalmente faz com os escritos de Paulo.
O nome disto é:
-> Fabricar doutrinas, de forma implícita, em cima de palavras.
Já é conhecido desde que o mundo é mundo que não se deve fazer doutrina em cima de PALAVRAS, mas sim em cima do SENTIDO, das afirmações!
Veja:
"Agora, quanto ao que temos chamado de VERDADEIROS SÁBADOS, se nos perguntarmos de novo, e mais profundamente, o que são OS VERDADEIROS SÁBADOS, nós veremos que, a observância do VERDADEIRO SÁBADO, ESTÁ ALÉM DESTE MUNDO."
É o domingo? O abolicionismo que o irmão representa tem costume de chamar o domingo de "o verdadeiro sábado". Mas será que é isto?
Eis a resposta do próprio autor:
"4.4- Assim, O VERDADEIRO SÁBADO EM QUE DEUS IRÁ DESCANSAR DE SUAS OBRAS, SERÁ NA ERA VINDOURA. NAQUELE tempo, a tristeza, o pranto e o gemido, fugirão, e Deus será tudo em todos. Neste SÁBADO, que Deus nos conceda celebrar o dia de festa com ele, e regozijarmo-nos nestas festividades, com seus santos anjos, oferecendo sacrifícios de louvor...."
Daí o irmão interpreta:
"Para Orígenes o verdadeiro Sábado será na nova terra, do qual o Sábado judaico era uma sombra.O cristão entra no Sábado, nesta vida, através de uma entrega total a Deus. Não tem nada haver com o Sábado judaico, como pretende o tal site Adventista. "
Colocando palavras na boca do escritor!
Isto sim é desonestidade, irmão Paulo Cadi.
Segundo o escritor, este verdadeiro descanso sabático está na finalização da obra de redenção NESTE MUNDO. Na NOVA TERRA (renovada).
E não será um DIA, mas um ESTADO! De descanso eterno nas obras salvíficas realizadas por Deus.
"E será que desde uma lua nova até à outra, e desde um sábado até ao outro, virá toda a carne a adorar perante mim, diz o Senhor." Isaías 66:23
O que o autor estava tratando era do "Descanso no Senhor" de Hebreus 4:4;
O irmão interpreta o escrito, sem o uso das Escrituras, como fazem os adventistas, como fez Ellen White e como faz os teólogos das várias denominações.
Ao invés disto, destaca palavras e as interpreta por achismos criados pelo próprio meio no qual o irmão está inserido.
Vou dar um exemplo:
Sabendo da expressão "Dia do Senhor" nas escrituras, o catolicismo criou o seu próprio conceito de "Dia do Senhor" atribuindo ao domingo. Então ensina este conceito aos seus fiéis, antes de apresentar-lhes as escrituras.
Da mesma forma os dominguistas criaram a expressão "Verdadeiro dia" atribuindo esta expressão ao domingo, ensinando então aos seus fiéis este conceito, antes de apresentar-lhes os escritos patrísticos.
Desta forma, quando um incauto, que não estudou as escrituras desde o início, formando à partir dela, as escrituras, e unicamente dela o fundamento de seu entendimento, este acaba entendendo estas expressões segundo o sentido que aprendeu em seu meio e não segundo o sentido edificado pela Bíblia.
Ali não fala "VERDADEIRO DIA" mas sim "VERDADEIRO DESCANSO".
Como o termo "VERDADEIRO DESCANSO" mudou para "VERDADEIRO DIA" têm que se perguntar aos explicadores bíblicos e patrísticos de plantão!
Deste modo NÃO se estuda os termos segundo o sentido dado pela TRADIÇÃO, mas segundo o sentido dado pelas ESCRITURAS.
E se o sentido apresentado pela tradição, tanto a termos, quanto a palavras, expressões, ou significado de doutrinas, estiverem distoantes das escrituras, DEVE então tal sentido ser abandonado.
Por isto não podemos interpretar a Bíblia pelos patrísticos, menos ainda por aqueles que fazem sua própria interpretaçao em cima da interpretação dos patrísticos.
Nas igrejas de hoje, não se ensina mais a Bíblia, não estudam a Palavra de Deus do Gênesis ao apocalipse, construindo assim, o contexto e o sentido de cada palavra, expressão e ensinamento apresentado pela Bíblia.
O sola scriptura e o tota scriptura, foi deixado de lado hà muito tempo!
Desde então a Bíblia tem sido interpretada pela tradição, usando como fundamento os patrísticos ESPECIALMENTE na questão do domingo.
Fazendo exatamente igual aos Judeus, que perverteram o sentido Bíblico, usando a sua tradição!
Da mesma forma, a igreja cristã perverteu os ensinamentos Bíblicos, especialmente os de Paulo. Aplicando a estes escritos a sua própria interpretação, segundo o que é dito pela tradição.
Tão grave foi esta perversão dos ensinos bíblicos ao logo dos séculos que não apenas o mandamento do sábado, mas a graça foi deixada de lado, dando lugar ao domingo e um conjunto de ensinamentos que não estão nas escrituras, mas que foram apoiados pela interpretação que a tradição deu aos Escritos através dos séculos.
Então, não me venha insinuar, irmão Paulo Cadi, que este "VERDADEIRO DESCANSO" é o domingo.
Ou que a Bíblia use a expressão "VERDADEIRO DIA" em contraposição ao sábado nas Escrituras.
A Bíblia fala de um "VERDADEIRO DESCANSO" tendo como base o sábado (E NÃO EM SUBSTITUIÇÃO AO SÁBADO). Que é o descanso de todas as obras!
Não está dizendo de que este verdadeiro descanso é um novo dia de guarda para a igreja cristã.
E veja que interessante:
Tanto não se encontra explicitamente a palavra DOMINGO, quando este patrístico fala do sábado, quanto não se encontra a palavra DOMINGO, quando o apóstolo Paulo fala de um novo descanso.
Como também não se encontra a palavra DOMINGO em nenhum contexto da citação Bíblica que se tem utilizado hoje para justificar a substituição do dia de guarda.
Tendo, portanto, formado uma extensa lista de conceitos, por meio da tradição, têm-se hoje tentado interpretar a Bíblia, usando tais conceitos como Sua intérprete.
Desta forma foi que um poder sobre a igreja conseguiu perverter totalmente os ensinos da Igreja Primitiva e de sentido em sentido, conseguiram perverter todo o ensinamento das escrituras.
E assim, futuramente, as pessoas liam e entendiam aquilo que o papado queria ensinar.
E assim convenceu toda a igreja a ir fundo na apostasia.
Porém, tão errado estavam estes conceitos, que as Escrituras, especialmente o Antigo Testamento, evidenciavam a discrepância dos ensinamentos da igreja para com a Bíblia.
Desta forma, não apenas a Bíblia foi acorrentada no período papal, como continua ainda cerrada nas igrejas.
"O antigo testamento foi abolido" não dêem ouvidos às antigas escrituras! É salvação pela lei! Nao é para cristão! Agora é graça! Somente o novo testamento! Especialmente os livros de Paulo! Porque boa parte das recomendações de Cristo era ainda só para judeus!
E assim convencem, aos fiéis, de que tudo foi mudado, usando como desculpa, o sacrifício de Cristo na cruz!
O que fizeram os adventistas à partir de 1844?
Cansados de enganos e desenganos, decidiram colocar todo o ensinamento tradicional de lado e fundamentar-se pela Bíblia e somente a Bíblia, aí sim, usando as ferramentas ensinadas por Lutero: Bíblia e arrazoamento sobre as escrituras.
E o que se descobre quando assim procedemos?
Descobrimos de que os ensinos e conceitos tradicionais usados para explicar certas doutrinas estão extremamente equivocados!
Tão discrepantes que você fica abismado.
Dia da recriação? Oitavo dia? Páscoa semanal?
São estas as doutrinas que extraíram das escrituras, para justificar o domingo?
Conceitos QUE NÃO ESTÃO NA BÍBLIA, para explicar um dia de guarda QUE NÃO ESTÁ NA BÍBLIA?
E daí dizem de que "Usaram somente as escrituras" e viram todos estes ensinamentos. Que não usaram a patrística!
E para desencargo de consciência não dizem de que estão fazendo uso da patrística em todas as igrejas a fim de explicar doutrinas como o domingo. Ao contrário, dizem que os adventistas é que estão fazendo o uso dos escritos de Ellen White para explicar a doutrina do sábado.
E nunca dão um estudo sobre o sábado, constante nas Escrituras, em suas igrejas!
Não pegam a Bíblia e explicam o sentido que Deus está dando em cada versículo, que fala do sábado!
Um irmão então poderia argumentar: "Mas vocês também não ensinam sobre o domingo nas suas igrejas"!
E nisto tem razão! Pois bem, peguem suas Bíblias e comecem a ensinar sobre o significado do sábado em todas as escrituras, que pegamos os textos que falam do primeiro dia e começamos a explicar sobre o significado do domingo nas escrituras:
1 - Dia de se esconder dos judeus;
2 - Dia de separar bens para a caridade cada um em suas casas, para alguém fazer a coleta e levar para outra cidade nos dias seguintes;
3 - Dia de comer pão à noite enquanto se proseia até a meia noite, para viajar logo em seguida;
4 - Dia de visitar o túmulo de alguém que amamos, depois de guardar o sábado;
Não vale? Tem que ser segundo os conceitos e explicações tradicionais?
Pois bem:
1 - "Dia de reunião solene, para culto e leitura da palavra de Deus, adoração e orações" (mas onde está escrito isto no verso?)
2 - "Dia de reunir a igreja e recolher as ofertas e realizar as atividades que antes se fazia no sábado" (mas onde está escrito isto no verso?).
3 - "Dia de se reunir para a Santa Ceia, celebrar a ressurreição de Cristo"
(mas onde está escrito isto no verso? E onde está o vinho? E por que se prolongou este ato até a meia noite? Comendo e bebendo? E ficavam conversando enquanto realizavam a Santa Ceia?)
Tem porém uma doutrina que une estes conceito, a páscoa semanal, onde, ao invés de um dia no ano, agora é uma vez na semana E NO DOMINGO!
Tem isto na Bíblia? Não! Mas onde eu encontro? Na Patrística?
4 - "O despontar do novo Dia do Senhor" (mas onde está isto no verso?)
Agora, o ensinamento tradicional jura que isto é verdade e que por isto devemos acreditar, embora não haja contido nas Escrituras.
E usam o seguinte argumento quanto ao sábado:
- Como a Bíblia não disse explicitamente, então não é uma guarda do sábado e todos os conceitos sobre o sábado, constante nas Escrituras, devem ser considerados removidos.
Enquanto usam o seguinte argumento quanto ao domingo:
- Como a Bíblia não disse explicitamente o que era, então com certeza se tratava de uma guarda do domingo e todos os conceitos sobre o domingo, constante na patrística, devem ser considerados instituídos.
Interpretar o novo testamento segundo as Antigas Escrituras!? Ou interpretar o novo testamento segundo a patrística!?
Os adventistas utilizam o primeiro (obvio, porque não poderiam dizer de que usamos a patrística).
Os abolicionistas utilizam o segundo (óbvio, porque não poderíamos dizer de que fazem uso das Antigas Escrituras).
Enquanto estes mesmos abolicionistas justificam de que fazemos uso das Antigas Escrituras por causa de Ellen White.
Então, Ellen White mandou usar as Antigas Escrituras para interpretar as Novas Escrituras, enquanto que a tradição nos manda usar a patrística para interpretar as novas Escrituras.
A quem dar ouvidos? À Ellen White, ou à tradição?
São os livros do Antigo Testamento ou é a Patrística que devemos utilizar para entender as Novas Escrituras?
sexta-feira, 1 de julho de 2016
quinta-feira, 30 de junho de 2016
O cumprimento profético do domingo no conflito final da história da humanidade.
Olá Flávio, história e doutrina não se dissociam no estudo das profecias.
Os relatos históricos vêm para mostrar a mudança e testemunhar o que ocorreu com a igreja ao longo dos séculos até cair na apostasia.
A Bíblia relata o que correria e a história nos mostra como o correu.
E tanto a Bíblia quanto a história nos mostra o que foi mudado:
O 4º mandamento.
E não apenas o 4º mandamento:
Quando contrapomos a Bíblia com a história, encontramos os fatos que se encaixam nas profecias. Além disto, encontramos as doutrinas que se DESencaixam das Escrituras!
Encontramos também, nas profecias, as coisas que se repetem em dois períodos distintos na história.
Unindo os livros de Daniel (e demais profetas) às profecias de Apocalipse e encontrando os eventos históricos onde se cumprem nas profecias e encontrando as ocorrências históricas que hão de se repetir, conseguimos saber então o que irá ocorrer, embora não saibamos ao certo de que forma irá ocorrer.
Então:
A Bíblia prediz algo, isto se cumpre;
A Bíblia prediz que isto irá se repetir, isto se repete;
A Bíblia predisse de que haveria mudança nos tempos e na lei, e isto se cumpriu.
A Bíblia predisse de que a verdade seria jogada por terra e ela foi jogada;
A Bíblia predisse de que a verdade seria restaurada e está sendo restaurada;
E todos os alertas Bíblicos se afunilam em uma única controvérsia, que irá bipolarizar o mundo todo.
E a volta de um decreto dominical cumpre todos os requisitos da profecia.
Algumas coisas que estão envolvidas:
Mudança nos tempos, mudança na lei, guarda dos mandamento, perseguição aos que guardam os mandamentos, trabalho, venda, adoração, a criação do mundo, falsas doutrinas, ordem para se fazer uma imagem, o prostrar diante desta imagem, decreto de morte para quem não se prostrar, ajuntamento dos remanescentes, o selamento dos 144 mil, um sinal de identificação dos pertencentes a Deus, uma marca colocada sobre aqueles que pertencem ao poder antagônico.
Isto tudo, além de uma extensa lista de outros detalhes, somado à futura repetição de coisas que já ocorreram no tempo de Daniel e demais profetas, junto com o que é detalhado pelo livro de Apocalipse, mais o que ocorreu durante a história em cumprimento dos períodos proféticos, nos permite concluir de que o Domingo se encaixa perfeitamente, tendo todos os requisitos necessários para o condensamento de tudo aquilo que foi predito e servir de ponto de controvérsia neste tempo do fim.
Principalmente se tomarmos por base, de que a elaboração de um decreto dominical já é algo presente, junto com a união das igrejas, e sua aliança com o Estado, em sua força legal, por obra, novamente, do papado.
Onde a história presente começa, novamente, a cumprir os requisitos ditos nas profecias em preparação aos últimos acontecimentos...
(somado ainda ao fato de que o que está acontecendo agora já ter sido predito há mais de 100 anos atrás)...
E de que, pelo método historicista de estudos, já na época do papado, cristãos como Martinho Lutero e Isaac Newton já haverem identificado a Besta e o chifre pequeno no papado...
E o papado, hoje, reivindicar a autoria do domingo, apoiando aquilo que foi escrito, por exemplo, na obra intitulada "Do Sábado para o Domingo" (de Samuele Bacchiocchi).
E tendo a oportunidade de examinar os escritos da patrística e as mudanças que foram feitas e os argumentos utilizados.
E tendo em vista a lógica de que as igrejas se unindo e o Papado lançando um decreto dominical, com a ajuda dos Estados Unidos (maior nação protestante) e se cumprindo sobre estes dois poderes tudo que há escrito nas profecias escatológicas, a história tomaria o exato rumo predito nas profecias...
Não encontramos outro ponto de controvérsia que poderia servir, no contexto atual, como cumprimento da profecia que nos fala acerca da marca da Besta.
Deste modo, tão certo quanto 2+2=4, o domingo será efetivado legalmente.
E quando o for, muitos ainda não o crerão.
Há um único meio, portanto, de escapar desta marca, que com certeza será instituída, que é estudar a Bíblia e as profecias. Do contrário não haverá como cristão algum se convencer quando o tempo de decisão chegar e que será tal qual nos dias de Noé.
Quando a chuva começar a cair, restará pouco tempo até que a porta se feche e poucos estarão preparados para tomar uma decisão.
Deste modo, quem hoje já se decidiu pelo domingo, em lugar do mandamento de Deus, que é o sábado, deve estar seguro de si e verificar todas as profecias em seus detalhes e analisar, cada um, suas doutrinas, para certificar-se de que o domingo não possa, realmente, servir de cumprimento às profecias.
Os relatos históricos vêm para mostrar a mudança e testemunhar o que ocorreu com a igreja ao longo dos séculos até cair na apostasia.
A Bíblia relata o que correria e a história nos mostra como o correu.
E tanto a Bíblia quanto a história nos mostra o que foi mudado:
O 4º mandamento.
E não apenas o 4º mandamento:
Quando contrapomos a Bíblia com a história, encontramos os fatos que se encaixam nas profecias. Além disto, encontramos as doutrinas que se DESencaixam das Escrituras!
Encontramos também, nas profecias, as coisas que se repetem em dois períodos distintos na história.
Unindo os livros de Daniel (e demais profetas) às profecias de Apocalipse e encontrando os eventos históricos onde se cumprem nas profecias e encontrando as ocorrências históricas que hão de se repetir, conseguimos saber então o que irá ocorrer, embora não saibamos ao certo de que forma irá ocorrer.
Então:
A Bíblia prediz algo, isto se cumpre;
A Bíblia prediz que isto irá se repetir, isto se repete;
A Bíblia predisse de que haveria mudança nos tempos e na lei, e isto se cumpriu.
A Bíblia predisse de que a verdade seria jogada por terra e ela foi jogada;
A Bíblia predisse de que a verdade seria restaurada e está sendo restaurada;
E todos os alertas Bíblicos se afunilam em uma única controvérsia, que irá bipolarizar o mundo todo.
E a volta de um decreto dominical cumpre todos os requisitos da profecia.
Algumas coisas que estão envolvidas:
Mudança nos tempos, mudança na lei, guarda dos mandamento, perseguição aos que guardam os mandamentos, trabalho, venda, adoração, a criação do mundo, falsas doutrinas, ordem para se fazer uma imagem, o prostrar diante desta imagem, decreto de morte para quem não se prostrar, ajuntamento dos remanescentes, o selamento dos 144 mil, um sinal de identificação dos pertencentes a Deus, uma marca colocada sobre aqueles que pertencem ao poder antagônico.
Isto tudo, além de uma extensa lista de outros detalhes, somado à futura repetição de coisas que já ocorreram no tempo de Daniel e demais profetas, junto com o que é detalhado pelo livro de Apocalipse, mais o que ocorreu durante a história em cumprimento dos períodos proféticos, nos permite concluir de que o Domingo se encaixa perfeitamente, tendo todos os requisitos necessários para o condensamento de tudo aquilo que foi predito e servir de ponto de controvérsia neste tempo do fim.
Principalmente se tomarmos por base, de que a elaboração de um decreto dominical já é algo presente, junto com a união das igrejas, e sua aliança com o Estado, em sua força legal, por obra, novamente, do papado.
Onde a história presente começa, novamente, a cumprir os requisitos ditos nas profecias em preparação aos últimos acontecimentos...
(somado ainda ao fato de que o que está acontecendo agora já ter sido predito há mais de 100 anos atrás)...
E de que, pelo método historicista de estudos, já na época do papado, cristãos como Martinho Lutero e Isaac Newton já haverem identificado a Besta e o chifre pequeno no papado...
E o papado, hoje, reivindicar a autoria do domingo, apoiando aquilo que foi escrito, por exemplo, na obra intitulada "Do Sábado para o Domingo" (de Samuele Bacchiocchi).
E tendo a oportunidade de examinar os escritos da patrística e as mudanças que foram feitas e os argumentos utilizados.
E tendo em vista a lógica de que as igrejas se unindo e o Papado lançando um decreto dominical, com a ajuda dos Estados Unidos (maior nação protestante) e se cumprindo sobre estes dois poderes tudo que há escrito nas profecias escatológicas, a história tomaria o exato rumo predito nas profecias...
Não encontramos outro ponto de controvérsia que poderia servir, no contexto atual, como cumprimento da profecia que nos fala acerca da marca da Besta.
Deste modo, tão certo quanto 2+2=4, o domingo será efetivado legalmente.
E quando o for, muitos ainda não o crerão.
Há um único meio, portanto, de escapar desta marca, que com certeza será instituída, que é estudar a Bíblia e as profecias. Do contrário não haverá como cristão algum se convencer quando o tempo de decisão chegar e que será tal qual nos dias de Noé.
Quando a chuva começar a cair, restará pouco tempo até que a porta se feche e poucos estarão preparados para tomar uma decisão.
Deste modo, quem hoje já se decidiu pelo domingo, em lugar do mandamento de Deus, que é o sábado, deve estar seguro de si e verificar todas as profecias em seus detalhes e analisar, cada um, suas doutrinas, para certificar-se de que o domingo não possa, realmente, servir de cumprimento às profecias.
terça-feira, 28 de junho de 2016
Resposta a Dam Lucena pereira - I
Olá, irmão Dam.
Então se arrepende de ter apoiado a mentira de que Ellen White negava o nascimento virginal de Cristo?
Pelo visto, entendeu e creio que não irá mais dar ouvidos ao CACP.
Aprofundando na questão, pergunte ao Flávio Martinez (diretor do CACP) onde está escrito de que Cristo era o primeiro e não o único filho de Maria.
Faça a seguinte pergunta:
"mostre me onde está escrito que Jesus tinha irmãos mais novos que ele."
Esta é uma compreensão comum no meio evangélico (o que é natural)
Quanto aos adventistas, por que não cremos de que os irmãos de Jesus eram filhos mais novos?
Simples: Porque a Bíblia não diz de que Maria houvesse tido outros filhos.
Viu como posso usar o próprio argumento da ausência, agora, a favor?
Por isto o argumento da ausência é algo muito questionado.
Mas e quanto a evidências?
Agora sim, no campo das evidências, o irmão tem as opiniões da católica, que diz que estes irmãos eram primos de Jesus. Você tem a da evangélica que diz de que eram filhos mais novos de Maria e José. E tem a da adventista que diz de que eram filhos de José.
As razões de cada um, o irmão encontra em suas respectivas fontes primárias.
E as razões de Ellen White, também nas fontes primárias, que são seus próprios escritos.
Outro detalhe, CACP também mentiu ao dizer "corroboram com outro erro – a virgindade perpétua de Maria".
Porque tal qual os evangélicos, os adventistas creem que, depois do nascimento virginal de Cristo, Maria teve uma vida sexual normal com seu esposo José, não apoiando em nada a virgindade perpétua de Maria.
Portanto, busque informações em fontes primárias, irmão, e não nos aterros sanitários do CACP, para que o amigo não seja novamente enganado sobre as opiniões de cada uma das igrejas.
Então se arrepende de ter apoiado a mentira de que Ellen White negava o nascimento virginal de Cristo?
Pelo visto, entendeu e creio que não irá mais dar ouvidos ao CACP.
Aprofundando na questão, pergunte ao Flávio Martinez (diretor do CACP) onde está escrito de que Cristo era o primeiro e não o único filho de Maria.
Faça a seguinte pergunta:
"mostre me onde está escrito que Jesus tinha irmãos mais novos que ele."
Esta é uma compreensão comum no meio evangélico (o que é natural)
Quanto aos adventistas, por que não cremos de que os irmãos de Jesus eram filhos mais novos?
Simples: Porque a Bíblia não diz de que Maria houvesse tido outros filhos.
Viu como posso usar o próprio argumento da ausência, agora, a favor?
Por isto o argumento da ausência é algo muito questionado.
Mas e quanto a evidências?
Agora sim, no campo das evidências, o irmão tem as opiniões da católica, que diz que estes irmãos eram primos de Jesus. Você tem a da evangélica que diz de que eram filhos mais novos de Maria e José. E tem a da adventista que diz de que eram filhos de José.
As razões de cada um, o irmão encontra em suas respectivas fontes primárias.
E as razões de Ellen White, também nas fontes primárias, que são seus próprios escritos.
Outro detalhe, CACP também mentiu ao dizer "corroboram com outro erro – a virgindade perpétua de Maria".
Porque tal qual os evangélicos, os adventistas creem que, depois do nascimento virginal de Cristo, Maria teve uma vida sexual normal com seu esposo José, não apoiando em nada a virgindade perpétua de Maria.
Portanto, busque informações em fontes primárias, irmão, e não nos aterros sanitários do CACP, para que o amigo não seja novamente enganado sobre as opiniões de cada uma das igrejas.
Resposta a João Santana - II
Olá irmão,
O irmão quer saber a qual igreja aqueles cristãos pertenciam quando marcaram a data da volta de Cristo?
"batista, presbiteriana, metodista, católica e as demais"
A resposta não está clara?
Vou lhe explicar:
Cristão das mais variadas denominações se reuniram e marcaram data para a volta de Cristo. De quais denominações? Repito:
"batista, presbiteriana, metodista, católica e as demais"
Aplique agora a sua afirmação a este contexto:
"mesmo marcando data da volta de Jesus (algo tolo e antibíblico) alguns continuam nessas seitas"
Minha resposta:
"Olá, irmão, não creio que as igrejas batista, presbiterianos, metodistas, católica e as demais devam ser taxadas de seitas. Embora cristãos pertencentes a estas denominações tenham marcado data para a volta de Cristo, isto se devia à falta de um conhecimento maior da Bíblia."
Sua nova pergunta:
"Sr adventista, qual dessas igrejas citadas tiveram sua origem após a marcação da data da volta de Cristo?"
Resposta:
Nenhuma destas, estas surgiram antes da marcação da data.
Mas acho que o amigo quer saber sobre a Igreja Adventista do Sétimo Dia, não é isto?
O irmão quer saber a qual igreja aqueles cristãos pertenciam quando marcaram a data da volta de Cristo?
"batista, presbiteriana, metodista, católica e as demais"
A resposta não está clara?
Vou lhe explicar:
Cristão das mais variadas denominações se reuniram e marcaram data para a volta de Cristo. De quais denominações? Repito:
"batista, presbiteriana, metodista, católica e as demais"
Aplique agora a sua afirmação a este contexto:
"mesmo marcando data da volta de Jesus (algo tolo e antibíblico) alguns continuam nessas seitas"
Minha resposta:
"Olá, irmão, não creio que as igrejas batista, presbiterianos, metodistas, católica e as demais devam ser taxadas de seitas. Embora cristãos pertencentes a estas denominações tenham marcado data para a volta de Cristo, isto se devia à falta de um conhecimento maior da Bíblia."
Sua nova pergunta:
"Sr adventista, qual dessas igrejas citadas tiveram sua origem após a marcação da data da volta de Cristo?"
Resposta:
Nenhuma destas, estas surgiram antes da marcação da data.
Mas acho que o amigo quer saber sobre a Igreja Adventista do Sétimo Dia, não é isto?
Resposta a João Santana - I
Olá, irmão, não creio que as igrejas batista, presbiterianos, metodistas, católica e as demais devam ser taxadas de seitas. Embora os cristãos pertencentes a estas denominações tenham marcado data para a volta de Cristo, isto se devia à falta de um conhecimento maior da Bíblia.
E a palavra inferno não existe na Bíblia, irmão. A palavra Geena, um lugar onde criminosos eram queimados e consumidos até virarem cinzas, esta sim existe.
O Geena existia antigamente, porém não existe mais, portanto, ninguém pode ser jogado, hoje, ali.
E o lago de fogo e enxofre, sobre o qual Cristo falou usando como exemplo o Geena, existirá no futuro.
Então, se não há inferno, se não há Geena e sendo que o lago de fogo haverá apenas no futuro, onde as almas dos ímpios estariam sendo jogadas hoje?
Mais uma interpretação incrível, não é irmão?
http://novamenteadventistas.blogspot.com.br/2016/06/curtas-cristo-falou-mais-do-inferno-do.html
E a palavra inferno não existe na Bíblia, irmão. A palavra Geena, um lugar onde criminosos eram queimados e consumidos até virarem cinzas, esta sim existe.
O Geena existia antigamente, porém não existe mais, portanto, ninguém pode ser jogado, hoje, ali.
E o lago de fogo e enxofre, sobre o qual Cristo falou usando como exemplo o Geena, existirá no futuro.
Então, se não há inferno, se não há Geena e sendo que o lago de fogo haverá apenas no futuro, onde as almas dos ímpios estariam sendo jogadas hoje?
Mais uma interpretação incrível, não é irmão?
http://novamenteadventistas.blogspot.com.br/2016/06/curtas-cristo-falou-mais-do-inferno-do.html
sábado, 25 de junho de 2016
Curtas - Cristo falou mais do inferno do que do céu?
E a palavra inferno não existe na Bíblia, irmão. A palavra Geena, um lugar onde criminosos eram queimados e consumidos até virarem cinzas, esta sim existe.
O Geena existia antigamente, porém não existe mais, portanto, ninguém pode ser jogado, hoje, ali.
E o lago de fogo e enxofre, sobre o qual Cristo falou usando como exemplo o Geena, existirá no futuro.
Então, se não há inferno, se não há Geena e sendo que o lago de fogo haverá apenas no futuro, onde as almas dos ímpios estariam sendo jogadas hoje?
E discordo de sua afirmação, pois Cristo falou mais acerca da ressurreição e das coisas do céu, usando inclusive parábolas que ocupam boa parte da Bíblia, do que da morte dos ímpios no lago de fogo e enxofre.
Quanto ao estado intermediário (e que incluem as coisas do inferno) como creem alguns irmãos imortalistas, ainda não encontrei um verso, na Bíblia, falando acerca deste assunto. O que vejo é Cristo falando das coisas do céu no que, quanto ao estado dos mortos, Cristo compara-o a um sono, assim como Paulo (1 Tessalonicenses 4:13), aguardando o recebimento da recompensa na volta de Cristo (2 Timóteo4:8).
O Geena existia antigamente, porém não existe mais, portanto, ninguém pode ser jogado, hoje, ali.
E o lago de fogo e enxofre, sobre o qual Cristo falou usando como exemplo o Geena, existirá no futuro.
Então, se não há inferno, se não há Geena e sendo que o lago de fogo haverá apenas no futuro, onde as almas dos ímpios estariam sendo jogadas hoje?
E discordo de sua afirmação, pois Cristo falou mais acerca da ressurreição e das coisas do céu, usando inclusive parábolas que ocupam boa parte da Bíblia, do que da morte dos ímpios no lago de fogo e enxofre.
Quanto ao estado intermediário (e que incluem as coisas do inferno) como creem alguns irmãos imortalistas, ainda não encontrei um verso, na Bíblia, falando acerca deste assunto. O que vejo é Cristo falando das coisas do céu no que, quanto ao estado dos mortos, Cristo compara-o a um sono, assim como Paulo (1 Tessalonicenses 4:13), aguardando o recebimento da recompensa na volta de Cristo (2 Timóteo4:8).
segunda-feira, 20 de junho de 2016
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