domingo, 14 de setembro de 2014

Resposta: Declarações da Papisa Ellen White a respeito de seus escritos sagrados


Luciano Sena compara Ellen White com um papa.

Os adventistas a comparam com um profeta.

Não estaria o trabalho de Ellen White e seus escritos mais para o trabalho de um profeta do que de um papa?

Com certeza as atitudes de Ellen White, inclusive em relação à seus livros estão de acordo com o trabalho de um profeta.

Estranho não!? Que críticos como Luciano Sena coloquem Ellen White no patamar de Papas, Ave Marias, mas nunca no papel que a IASD oficialmente assume, o de profeta!?

Que tipo de atitude um profeta verdadeiro deveria ter para com suas próprias obras inspiradas?

Pelo tom do artigo de Luciano Sena, um profeta verdadeiro deveria menosprezar suas próprias obras ao invés de colocar tais obras acima de outras obras não inspiradas e ao mesmo tempo abaixo da Bíblia Sagrada.

Bem só podemos dizer que isto é uma falácia, mas qual falácia?

Ora! A falácia de dizer que pelo fato de os adventistas e a própria Ellen White colocar as obras escritas por ela acima de obras não inspiradas, coloquem tal obra ao nível da Bíblia Sagrada.

Usa-se a falácia da exclusão, dando a entender de que não haja uma posição imediatamente acima de obras NÃO inspiradas e imediatamente abaixo da Bíblia Sagrada.

O que é algo estranho vindo de um calvinista, que do mesmo modo dá valor aos ensinos e orientações de Calvino.

Dar ouvidos aos escritos de Calvino pode, mas dar ouvidos aos escritos de Ellen White é fazer dela uma papisa?

Seguir a interpretação Bíblica de Calvino está correto, mas seguir uma interpretação Bíblica de outro escritor é fazer dele uma autoridade no patamar da Bíblia?

Falácias, falácias, falácias.

No final das contas o problema é um só, o fato de Ellen White pregar contra os ensinos calvinistas, não é mesmo amigo Luciano Sena?

Se Ellen White não pregasse contra purgatório, imortalidade da alma, predestinação, aí ela não seria mais uma papisa, nem uma Ave Maria dos adventistas e seria colocada em um patamar de inspirada ao nível de Calvino.

Digo ao nível de Calvino pois os calvinistas não aceitam de fato o dom profético no sentido de que Deus possa mandar profetas menores nos tempos modernos assim como por tantas vezes fizera na antiguidade.

Então não é nada difícil dizer em que lugar Ellen White é colocada e em que lugar suas obras são colocadas.

Ellen White é colocada no patamar de um profeta menor e suas obras no patamar de obras inspiradas. Embora menores do que a Bíblia, superiores à obras não inspiradas.

Ellen White reconhecia-se como um profeta verdadeiro, devidamente inspirado e suas obras também como obras inspiradas.

Então percebemos que tanto Ellen White quanto os Adventistas cuidam de dar o devido valor tanto à profetiza quanto às suas obras.

Inspiradas!

Veja por esta perspectiva, se um profeta aparecesse hoje a nosso irmão Luciano Sena e construísse escritos apoiando as doutrinas calvinistas, provavelmente não apenas o reconheceriam como um profeta verdadeiro, de forma oficial, como dariam à tal profeta e suas obras o mesmo valor que os adventistas dão à Ellen White e suas obras.

O que nos leva a avaliar a situação de Calvino perante os próprios calvinistas, que não creem ser ele um verdadeiro profeta, mas dão à seus ensinos e obras, um valor equivalente ao dado pelos Adventistas à Ellen White..

E a diferença de procedimento é fácil de explicar:

Os calvinistas assumem que Calvino não passa nos testes de um verdadeiro profeta.

Ao colocarem Ellen White no patamar de profeta e suas obras ao nível de inspiradas, os adventistas automaticamente colocam tanto Ellen White como seus escritos acima de outras personalidade importantes como Calvino e seus escritos.

Luciano Sena tem dificuldade em lidar com este nível atribuído à Ellen White e suas obras.

Não aceita que se atribua o patamar de profeta à Ellen G. White e a trate como tal, bem como suas obras como sendo inspiradas.

Mas Luciano Sena entende o valor natural que é atribuído à um profeta menor e às obras que tal profeta produz. Sabe portanto que as atitudes de Ellen White e demais adventistas em relação às suas obras estão perfeitamente condizentes com a atitude que se deve ter diante de verdadeiros profetas e obras inspiradas.

Sendo Ellen White uma verdadeira profetiza e suas obras inspiradas, a opinião e atitude tando de Ellen White quanto dos adventista, em relação às obras que ela produziu não poderiam ser diferentes.

Para os adventistas Ellen White = (um verdadeiro profeta)

Uma equação fácil de se ensinar nas escolinhas dominicais e sabatinas, mas que pessoas como Luciano Sena, tem certa "dificuldade" em entender.
(Sr. Adventista)

Os errôneos conceitos do MCA - Acerca da origem dos povos de Deus


O administrador do MCA, hoje tem colhido os frutos de seus conceitos errôneos pregados desde sempre através de seu blog pessoal.

Um destes conceitos errôneos é o de que uma igreja para ser verdadeira tenha que vir de um meio verdadeiro. Isto porém contraria tanto a história quanto a própria Bíblia.

A Bíblia diz que Deus santifica o seu povo e capacita os seus profetas, enquanto que Luciano Sena continua a pregar que Deus chama apenas a pessoas já santificadas e capacitadas (predestinalmente).

 Isto invalida o próprio relato Bíblico que mostra sempre um nação imperfeita com profetas e reis imperfeitos sendo santificados e capacitados através da intervenção divina em meio a este povo.

Um Deus que chamou ao Rei de Babilônia de SEU servo, um rei idólatra, ainda longe dos caminhos de Deus, mas que já atuava em um propósito planejado por Deus e que envolveria o povo de Israel.

Um Deus que fez de Ciro, um general pagão um TIPO de Cristo, um libertador.

Um Deus que fez de Davi, um rei adúltero e que matou o marido de sua amante, um dos maiores exemplos de arrependimento que encontramos nas histórias da Bíblia Sagrada.

Um Deus que usou um povo que estava a adorar um bezerro de ouro em uma festa pagã regrada a orgias e blasfêmias contra o Deus que na mesma hora estava a entregar SEUS mandamentos a Moisés em cima do monte.

Um Deus que chamou a Jacó, que traiu sua família, enganou seu pai e roubou seu irmão, para ser o Patriarca de uma grande nação que seria chamada de O Povo de Deus.

A Bíblia então nos ensina que Deus não chama um povo capacitado nem a profetas capacitados, pois é Ele quem santifica e capacita o seu povo e seus profetas.

Luciano Sena, um calvinista é contra a intervenção divina, no sentido de mudar a situação e o destino de um Povo escolhido por Ele. Afogado em seus errôneos conceitos, continua a DESACREDITAR, mesmo diante de evidências Bíblicas, de que nenhum povo é santificado ou capacitado senão por intervenção do próprio Deus.

A preparação e capacitação desde a infância é demonstrada na Bíblia apenas em casos específicos e isolados, como Sansão, João Batista e o próprio Jesus, que desde a infância foram preparados para assumir um papel importante em meio ao povo de Deus.

Por regra, Deus sempre teve que pegar um povo não preparado e introduzir ali profetas também não preparados a fim de cumprir uma importante missão da parte de Deus.

Deus sempre usou profetas e reis para preparar um povo ao passo que também preparava aos mesmos profetas e reis. Não encontramos na Bíblia relato de profeta perfeito e que não tenha falhado ou cometidos enganos, senão Jesus. Também não encontramos relato de reis perfeitos que não tenham falhado ou cometido enganos, senão Jesus. Também não encontramos relato de sacerdotes perfeitos e que não tenham falhado ou cometido enganos, senão Jesus.

Analisando a história da própria igreja, também não encontramos o tal povo e líderes perfeitos que não tenham falhado ou cometido enganos. A própria Bíblia revela que as sete igrejas que existiam, ainda era um povo imperfeito e que cometia muitos enganos.

Então não conseguimos encontrar, na Bíblia, este modelo de perfeição que Luciano Sena tem exigido e que denotaria aquilo que seria a Igreja Verdadeira, a igreja do Evangelho Puro!

Interessante notar é que Luciano Sena não aplica o seu próprio grau de exigência à sua própria religião! Na defesa de suas religião usa o próprio exemplo das 7 igrejas de apocalipse! Entretanto continua a não levar isto em consideração ao tratar da religião alheia.

Luciano Sena assume que o próprio calvinismo contém algum ensinamentos equivocados e assume que calvino cometeu os seus enganos. Entretanto ao tratar do assunto de outras religiões, especialmente aquelas a que considera "sectárias" e que não são poucas, sempre adota a postura de exigir uma perfeição tanto em seu proceder quanto em sua origem histórica.

é irmâo Luciano e aquele velho ditado, o que faz aqui paga aqui, o clero criticou tanto os pentecostais, e agora estâo no mesmo caminho, calei a boca de um ipb hoje ja mostrando esse video, falava tanto mau de tantas coisas como campanhas, mrcha para Jesus, mas o caminho da ipb vai ser o mesmo daqui alguns dias, sem contar no clero travestidos de bispo as sete horas no culto, a meia noite fazendo alianças com os orixas, da umbanda e os doutores fazem vista grossa fingem que nâo veem.
Irmão Odair, embora seja um caso atípico, o grande problema não é existir isso, nas 7 igrejas do Apocalipse houve coisas erradas também.

O problema é a omissão. Sou presbiteriano e graças a Deus a IPB ainda tem preservado na maioria dos casos um bom caminho. Mas quando erros é feto por 'poderosos' o silêncio daqueles que criticam outros é no mínimo sinal de covardia, ou dois pesos e duas medidas.

Ore por nós. Não espere que isso venha tomar conta da IPB. Não sei de que denominação o irmão, mas espero em Deus que ela também não venha cair nisso.

Se em base denominacional não ter mais jeito, mas pelo menos em base local, lutemos pela pureza do evangelho."

http://mcapologetico.blogspot.com.br/2014/09/igreja-presbiteriana-fazendo-campanha.html

A perfeição que Luciano Sena julga, não estaria nem no presbiterianismo nem no calvinismo, mas em uma fórmula que representaria uma 'Fé Reformada' baseada no 'Evangelho Puro'. Uma fórmula, que como toda fórmula é composta de elementos agrupados, ou seja, pega-se um pouco aqui, um pouco ali e então ter-se-ia uma fórmula perfeita do que seria uma Fé reformada e que representaria a pureza do evangelho.
Isto porém, todo cristão faz, mesmo que de forma inconsciente, cada um pega nas doutrinas Bíblicas e nas doutrinas da patrística e dos reformadores a massa daquilo que consideram como verdade e criam a sua própria forma de verdade e fé verdadeira.

Isto leva à falsa concepção de que alguém deva primeiramente concentrar as verdades Bíblicas, patrísticas e reformistas, para então fundar uma igreja ou religião dita "perfeita"!

Deixe-me dizer que pessoalmente considero tal pensamento e atitude deveras SECTÁRIA.

Sectária por que? Porque é justamente seguindo esta fórmula que surgiram várias seitas na história da humanidade. A Bíblia ensina uma compreensão progressiva, das verdades bíblicas, uma reeducação, como a que israel passou até um aperfeiçoamento. Foi isto que ocorreu na vida de Nabucodonosor, foi isto que ocorreu na história de Israel, foi isto que ocorreu na vida dos apóstolos de Jesus.

Um povo não santo que é santificado por Deus, líderes imperfeitos que são aperfeiçoados por Deus, Sacerdotes, pregando doutrinas imperfeitas, que são corrigidos e disciplinados por Deus.

A Bíblia ensina que Deus é um Deus que corrige um povo a fim de torná-lo perfeito e não um Deus que predestina um povo inteiro a ser "perfeito em seus caminhos" desde a sua origem, como ocorreu individualmente com alguns heróis da fé, como os já citados Sansão e João Batista.

Individualmente, perfeito foi apenas Jesus e em termos de povo nunca houve um povo perfeito sobre a terra, mas haverá quando da volta de Jesus.

Portanto a exigência de um povo plenamente nos caminhos de Deus como exige Luciano Sena, nunca houve, mas haverá. Portanto não existe na terra tal povo.

O conceito de Igreja Reformada e Evangelho Puro de Luciano Sena se mostra deveras equivocado. A pureza vem pelo forjar da espada, martelando o aço e passando pelo fogo a fim de ter um aço cada vez mais forte e livre de impurezas.

Da mesma forma a igreja deve passar pelo fogo, as provas que Deus envia ao seu povo, e ser moldada pelo martelo da disciplina e correção, para se ter uma espada do evangelho afiada e eficaz.

O próprio conceito de Reforma indica que se tem uma massa bruta que há de ser reformada, moldada a fim de se alcançar um ponto ideal.

Deste modo percebemos que a visão do MCA é deveras discriminatória, devido ao fato de aplicar regras e medidas falsas ao julgar religiões com as quais pessoalmente não concorda.

Todo adventista particularmente entende que a igreja verdadeira se concentra na Igreja Adventista do Sétimo Dia, mas ao mesmo tempo está espalhada em praticamente todas as denominações cristãs, através de pessoas sinceras e que são fiéis à Deus através da luz que receberam.

Deste modo temos dentre as Testemunhas de Jeová, indivíduos que fazem parte da Igreja Verdadeira, assim como temos dentro da religião Católica, Batista, Presbiteriana, Igreja Quadrangular, Igreja Universal do Reino de Deus e todas as demais.

Assim, as pessoas não se tornam parte da Igreja Verdadeira por se batizarem na Igreja Adventista, mas estes vêm para a IASD justamente porque já são parte da Igreja Verdadeira e acabam por encontrar toda a verdade que sinceramente procuravam.

A igreja verdadeira é aquela que contribui com o trabalho do Espírito Santo de guiar os sinceros servos de Cristo à toda a verdade.

Portanto não é a história, a origem ou os fundadores de uma religião que indicam se uma igreja é verdadeira ou não, mas sim o trabalho que ela realiza pela obra de Deus, ou seja, os frutos que ela produz.

Qualquer religião existente atualmente pode se tornar parte da igreja verdadeira ao abraçar as verdades Bíblicas, independente do seu passado ou das doutrinas que atualmente prega. Como isto não costuma acontecer com religiões, isto tem ocorrido com indivíduos.

Por isto, indivíduos deixaram suas antigas religiões para construir a Igreja Adventista do Sétimo Dia que hoje temos e para deixar de lado os antigos conceitos pessoais e abraçar verdadeiramente as doutrinas bíblicas, e isto leva tempo, sendo que deriva muito da disposição e da sinceridade de cada um em deixar o Espirito Santo guiar cada um à toda a verdade.

Portanto a IASD é tão somente o agrupamento destes indivíduos que se preocupam com a verdade e que principalmente BUSCAM toda a verdade que Deus possa dar ao SEU povo. É um povo que Deus reeducou e santificou e que continua a reeducar e a santificar. Pessoas imperfeitas aperfeiçoadas pelo poder de Cristo em um processo que se inicia com a aceitação das verdades bíblicas e que continua por toda a vida do indivíduo por meio das ferramentas que Deus disponibilizou, a exemplo do sábado.

Levítico 20:8
Ezequiel 20:20

(Sr. Adventista)

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

As três rãs de apocalipse

"Então, vi sair da boca do dragão, da boca da besta e da boca do falso profeta três espíritos imundos semelhantes a rãs; porque eles são espíritos de demônios, operadores de sinais, e se dirigem aos reis do mundo inteiro com o fim de ajuntá-los para a peleja do grande Dia do Deus Todo-Poderoso" - Apoc. 16:13-14.

Trarei agora alguns assuntos que são conhecido mais pelos membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia, bem como praticantes de religiões (mesmo que não se considerem como religiões) espiritualistas e que já tiveram algum contato direto ou ouviram alguma pregação ou alerta em seus templos acerca deste assunto.

Trata-se das três rãs de apocalipse, um assunto que não se atrevem a discutir e que se trata de algo bastante delicado e que envolve tanto religiões evangélicas modernas, quanto espíritas e também religiões tradicionais como a Católica.

Leia uma introdução:

http://prgilsonmedeiros.blogspot.com.br/2008/10/os-trs-espritos-imundos.html


O assunto das três rãs de apocalipse trata justamente deste movimento que tem se levantado hoje dentro das igrejas cristãs. Embora tal doutrina acerca das três rãs não seja muito apresentada e difundida, por ser discutida mais pelo Espírito de Profecia, as doutrinas Bíblicas que os Adventistas do Sétimo Dia apresentam, constituem uma vacina contra a entrada destes três tipos que a Bíblia compara a espíritos imundos nas igrejas.

Uma destas três rãs é esta forma de espiritismo que tem se levantado, desde o baixo espiritismo e se aproveitado do ambiente de simpatia dentro das igrejas conquistado pelo alto espiritismo.

Dar ênfase às boas obras, ao amor ao próximo e uma confraternização entre praticantes de religiões diferentes foi uma grande contribuição do alto espiritismo, especialmente o Kardecista, porém veio com um efeito colateral que é deixar de lado os princípios descritos na Bíblia Sagrada.

Seduzidos por esta mesma ideologia espírita, muitas igrejas tem tido como resultado, o abandono dos ensinamentos de Deus em prol da chamada graça barata, deixando o conceito Bíblico de Deus Santo e inteiramente Justo de lado, para abraçar um Deus mais humano e compassivo, na figura de Jesus.

A mesma dificuldade em conciliar o Deus do Antigo Testamento com o Deus Jesus, encontramos então hoje não apenas na religião, mas até fora dela, sendo quase sempre produto de falta de conhecimento da Bíblia Sagrada, tanto no aspecto doutrinário, como contextual.

Fato é que o Antigo Testamento (também o Novo Testamento mas especialmente o antigo) que já não se harmonizava com muitas ideologias religiosas não cristãs, hoje já não se encontra mais em harmonia com a quase totalidade das igrejas cristãs que temos atualmente e que são aproximadamente 30 mil catalogadas.

Dentre as religiões que de fato observam os ensinamentos do Antigo Testamento, temos apenas a Igreja Adventista do Sétimo Dia e os Judeus, sendo que este segundo, não observa o Novo Testamento.

A Igreja Adventista talvez seja hoje a única igreja que segue ainda regularmente tanto as instruções do Antigo Testamento quanto as doutrinas do Novo Testamento, recusando-se a entrar na chamada "novidade" em que as igrejas evangélicas entraram de cabeça.

Até mesmo ideologias tradicionais como a do Calvinismo, tem aderido à esta "novidade", ganhando novo fôlego ao se aproximar cada vez mais do pentecostalismo.

Ficam de pé as igrejas tradicionais como a Presbiteriana, Batista, Metodista dentre outras, mas até mesmo nestas tem ocorrido constante combate contra as investidas para a entrada, nas igrejas, de várias modas religiosas como a teologia da prosperidade e da graça barata abolidora de mandamentos que ferem os princípios de um profundo e constante relacionamento com Deus através de um compromisso com os princípios morais estabelecidos na Bíblia Sagrada.

http://noscaminhosantigos.blogspot.com.br/2009/10/como-serao-as-ultimas-7-pragas.html

Charlatães unidos contra a Igreja Adventista Parte 2


Diferentes dos Espíritas Cardecistas (espiritismo moderno) que é uma forma de alto espiritismo, os adeptos das antigas práticas espíritas denominadas Baixo Espiritismo, tem se confrontado com a impaciência e falta de conformação com as pregações adventistas que são, sobretudo, anti-espiritualistas.

Deixemos claro que nossos irmãos espíritas, sempre cordiais e dispostos à boas obras e que procuram não falar mal da religião alheia, nada tem a ver com este grupo que se tem mostrado aí contra a Igreja Adventista do Sétimo Dia.

Este grupo que estamos tratando, de fato se tratam de Ateus quando a questão é a Bíblia Sagrada e o Deus que ela apresenta.

Tal grupo facilmente se agrega à igrejas protestantes adeptos da graça barata, que prega de que as igrejas estão hojes livres de dar ouvidos ao que há contido no Antigo Testamento que apresenta muitas coisas contrárias às práticas espiritualistas, bem como práticas tradicionais provindas de modismo que tem invadidos as igrejas evangélicas na atualidade.

O dom de línguas e o arrebatamento secreto é um exemplo de doutrina tradicional, além do domingo, mas as questões se tornam mais profundas quando tratamos de outras doutrinas tidas como não-tradicionais, mas que de fato não encontramos na Bíblia, como a Imortalidade da Alma que é uma doutrina grega que ensina que uma alma pode deixar o corpo e sobreviver de forma etérea e até se comunicar com pessoas vivas.

De fato, o espiritismo em geral têm vindo com força para dentro da igreja, que já demonstrava à algum tempo, certa influência deste meio. Tal influência tanto trouxe para o cristianismo como levou para o espiritismo a ideia errônea de que a Bíblia e os ensinamentos espíritas se harmonizam.

Felizmente a IASD é uma das poucas igrejas que não permitiu ser invadida pelas doutrinas espíritas modernas que surgiram desde logo após o ano de 1844, período em que surgiu a igreja adventista, mas também o período onde também surgiu o alto espiritismo, ou espiritismo moderno que temos hoje, a exemplo do Kardecismo. Um dos fatores que funcionou como blindagem para a entrada do espiritismo de forma disfarçada na IASD foram os avisos e alerta de Ellen White, que detectou e previamente profetizou que aquela forma de espiritismo que surgira logo se espalharia por todo o mundo.

Porém esta resistência quanto à união das igrejas em torno de doutrinas espíritas tem sido vista com impaciência por adeptos do baixo espiritismo e que hoje povoam as igrejas evangélicas modernas.

Os materiais doutrinários adventistas não tratam muito do assunto do espiritismo e do doutrinariamento católico, nem fala muito acerca da estreita relação que haveria entre o catolicismo e o espiritismo. Também não dizem muito acerca da invasão do baixo espiritismo em igrejas evangélicas, como as pentecostais, e mais recentemente até igrejas nas mais tradicionais.

Porém os livros de Ellen White não apenas falam como discorrem longamente sobre assunto, trazendo à luz inclusive detalhes e alertas.

(Sr. Adventista)

Resposta - Alberto Timm: ‘A Igreja Adventista já foi sectária’


Luciano Sena ainda não aprendeu que para uma igreja remanescente SURGIR, ela precisa vir de uma fase de apostasia da Igreja.

Se os adventista houvessem surgido de algum movimento já de acordo com a Bíblia sagrada, não seriam os adventistas os remanescentes, mas sim o grupo de onde ela surgiu!

Por exemplo se os milleritas fossem a igreja remanescente que guardava todos os mandamentos de Deus e tivesse um profeta verdadeiro entre eles, que interpretasse corretamente as profecias de Daniel, seriam eles a igreja remanescente.

E veja que para os milleritas poderem ter sido os remanescentes, estes teriam que ter surgido de um outro grupo apostatado, trazendo então as verdades Bíblicas.

Significa amigo Luciano Sena, um tanto ruim de raciocínio, de que fatalmente um grupo teria que surgir no meio apostatado trazendo à torna as verdades Bíblicas e seriam estes os remanescentes.

Não há como um remanescente surgir de um remanescente, ou seja, da apostasia, para uma igreja remanescente é necessário haver mudanças. A igreja que vem trazendo estas mudanças e implantando mesmo que gradativamente "ao passo da luz da aurora" é a igreja remanescente e não a igreja que surge à partir desta!

Se fosse tomar pelo ponto de vista do amigo, as igrejas dissidentes da IASD então é que seriam as igrejas remanescentes, uma vez que vieram da IASD já organizada sem os tais "pregadores sectários" mencionados pelo Dr. Timm.

E outra coisa, mais uma vez o amigo usa a falácia da generalização.

"muitos de seus pregadores enfatizavam mais as doutrinas  adventistas distintivas do que as doutrinas evangélicas,"

Dizer que muitos pregavam não é dizer que todos pregavam, tampouco dizer que a maioria pregava.

Mesmo sendo muitos eram ainda a exceção, pois as doutrinas fundamentais já haviam sido formuladas e dentre elas a trindade, a salvação pela fé entre todas as outras.

E claro que de um período de apostasia, para a igreja remanescente existe um caminho como o descrito na Bíblia.

Provérbios 4:18

Outra coisa, o próprio movimento protestante veio da apostasia da Igreja Católica. Não creio que os milleritas tenham cometido muito mais "enganos" do que a Igreja Romana Medieval. Desta forma se formos dizer que dependendo da origem de uma igreja, ela não possa ser considerada verdadeira, teríamos que condenar todas as igrejas protestantes tradicionais, especialmente as luteranas e calvinista.

E se formos julgar por "erros" de líderes, temos aí Martilho Lutero e João Calvino a quem se atribuem muitos erros e até algumas heresias que continuaram defendendo até a morte.

Não creio que Guilherme Miller tenha cometido pecados maiores do que estes Heróis da Fé.

Deste modo o julgamento de Luciano Sena, além de falho, apenas depõe contra não apenas a IASD mas todas as igrejas existentes atualmente porque pelo que se conhece nenhuma delas surgiu de algum movimento "Santo" com um líder "Infalível".

Da doutrina da Trindade Católica que incluía os ensejos do Purgatório e culto à Santos, especialmente a Ave Maria, para a compreensão da trindade que as igrejas protestantes, evangélicas e adventistas hoje têm, também foram necessário alguns passos e muitas conclusões aquém daquelas trazidas por Martinho Lutero que deu ênfase mais para a salvação pela graça, conservando consigo ainda uma visão Católica acerca da trindade (A dita visão que boa parte dos adventistas anti-trinitarianos rejeitavam).

Se formos mais à fundo a igreja remanescente de Deus, surgiu lá no deserto, de um povo que não se enganou com a marcação de uma data para a volta de Cristo, mas sim de uma festa regrada a orgias onde idolatravam um bezerro de ouro.

Pois é amigo Luciano Sena, o Povo de Deus surgiu de lá!

Naquele caso não houve um desapontamento, para "peneirar" o movimento, Deus mandou passar foi a espada mesmo! E mesmo assim os que sobraram ainda eram um povo de dura cerviz.

Se formos então levar em consideração a visão errônea de nosso amigo Luciano Sena, aquele povo de Israel jamais poderia ter sido o povo de Deus uma vez que haviam surgido de um povo idólatra, adeptos da prática de orgias.

Será que esperar a volta de Jesus em uma noite de Cântico e oração, tendo se desprendido de bens materiais seria um crime maior do que aquele cometido por Israel quando Moisés estava acima do monte recebendo os mandamentos de Deus?

E outra coisa, as pessoas que compunham o movimento millerita, haviam todos sido doutrinados em igrejas católicas e protestantes, de lá receberam suas crenças.

Miller pregou apenas sobre a volta de Jesus e os cálculos das profecias de Daniel. Todo o mais do pensamento millerita não foi Guilherme Miller quem ensinou, mas sim as religiões e os Pais das igrejas daquela época.

Os anti-trinitarianos já vieram anti-trinitarianos para o movimento. Os com tendência sectária da salvação pelas obras, já vieram para o movimento com seu modo de pensar.

Enfim, não foi a IASD (que nem existia na época) quem doutrinou os do movimento milerita, mas sim as igrejas, inclusive tradicionais da época como a presbiteriana, batista, católica e metodista.

Portanto os integrantes do grupo millerita nada tinham de Adventistas do Sétimo Dia, não guardavam o sábado, não tinham compreensão da doutrina do Santuário nem do Juízo Investigativo!

Eram uma massa de protestantes da época, com seus acertos e seus erros, suas verdades e seus enganos.

Se os adventistas tivessem vergonha de suas origens, teríamos então que dizer que o modo desleixado como eram doutrinados em suas igrejas era motivo de vergonha! Mas pelo contrário, temos orgulho de ter vindo de um grupo falho, porém SINCERO!

Aqueles milleritas eram um produto das igrejas na época, confusas em suas doutrinas e com extrema carência de conhecimento individual da Bíblia Sagrada.

Ou seja, os líderes até que podiam conhecer muito de Bíblia, mas os membros comuns pouco conheciam.

Tais membros comuns decidiram então estudar por si só a Bíblia sagrada, DEPOIS DO DESAPONTAMENTO. Até então tudo de novidade que receberam havia sido as pregações de Miller.

Assim, amigo Luciano Sena, quando taxamos de sectários e hereges aqueles milleritas bem como outros grupos do período do segundo grande reavivamento, estamos taxando de sectários indivíduos que assim sempre o foram dentro de suas religiões.

O movimento millerita foi apenas o ajuntamento de pessoas das mais variadas religiões. Não se tratavam de pessoas doutrinadas pela Igreja Adventista.

Quando a Igreja Adventista do Sétimo Dia então surgiu, tudo mudou! Doutrinariamente nossas crenças já estavam estabelecidas, mas o pensamento dos integrantes ainda não estavam unânimes!

De lá para cá, nada mudou naquelas 27 doutrinas fundamentais, o que mudou foi a compreensão dos membros da igreja.

Para o amigo ter uma idéia da força de nossas doutrinas e como estão profundamente enraizadas, os movimentos que se levantaram, contra alguma de nossas doutrinas fundamentais, tiveram que sair da igreja.

E hoje, se um pastor entrar na igreja por uma porta trazendo doutrinas da teologia da prosperidade, sai pela outra disciplinado ou até cortado do rol de membros.

Se vier com a conversa sobre o Espírito Santo não ser uma pessoa, também recebe o mesmo tipo de punição.

Se alguém começar a trazer novidades como cair no espírito, entrevista com demônio, é retirado do púlpito imediatamente!

Veja Luciano Sena que a organização de nossas doutrinas e sua solidificação se deu de modo até rápido e até mais eficaz do que vemos em muitas igrejas.

A IASD cresceu muito e continua crescendo em conhecimento, organização e disciplina.

Não viemos de um movimento perfeito, mas qual religião veio?

A única igreja que veio de um movimento perfeito foi a Igreja Romana apostatada (veio da Igreja Romana pura, primitiva).

Do mesmo modo que a Igreja Romana Apostatada não surgiu em um estalar de dedos, pelo contrário, se corrompeu gradativamente. A igreja remanescente que praticamente desapareceu por causa da perseguição desta mesma Religião apostatada, uma vez mais teria que ressurgir trazendo a verdade, NO MEIO APOSTATADO! Agora nem dá para se comparar o tempo que levou para a Igreja Romana se apostatar de vez, com o tempo desde o movimento millerita até o estabelecimento e solidificação da Igreja Adventista e suas doutrinas.

Desde a formulação de nossas doutrinas fundamentais até a produção dos livros de Ellen White, contendo todas as recomendações necessárias para esta nova igreja, não passou sequer uma geração.

Ao final daquela geração, todas as doutrinas estavam devidamente firmadas e amparadas e a teologia amplamente desenvolvida. Na geração seguinte a igreja já era como a igreja que temos hoje em termos de organização e doutrinas.

Enfim, amigo Luciano Sena, se fosse para a IASD surgir de um movimento "Santo", irrepreensível, não precisaria nem ter surgido! Pois se o movimento millerita assim o fosse, já nem haveria porque dar origem à Igreja Adventista!

Deste modo, se o movimento millerita fosse um movimento já organizado, como a IASD é hoje, então os milleritas JÁ seriam a igreja remanescente e não seria preciso surgir uma outra igreja à partir deste movimento!

Significa querido amigo, que as discordâncias entre os ADVENTISTAS, nada tem a ver com a Igreja e suas doutrinas bem definidas.

Concordando ou discordando (os membros) A Igreja Surgiu com suas doutrinas fundamentais prontas. O fundamental foi criado, por isto são chamadas doutrinas FUNDAMENTAIS!

À partir daqueles fundamentos é que se sustentaram os estudos posteriores para uma compreensão Bíblica mais profunda acerca daquelas doutrinas.

E hoje a IASD tem seu conjunto de doutrinas amplamente desenvolvidas. Embora nossas doutrinas fundamentais jamais mudem, a compreensão destas doutrinas quanto à certos detalhes ainda pode mudar!

Exemplo, os sábados cerimoniais citados em colossenses.

E problema algum há em mudar a compreensão em termos de doutrinas, isto é natural de quem se amplia na verdade, com todas as igrejas protestantes foram assim, por que com a IASD seria diferente?

Somente por milagre é que poderia surgir uma igreja, com todas as suas doutrinas detalhadas. Veja, Deus não entregou uma tábua contendo "TODAS AS DOUTRINAS DA IGREJA ADVENTISTA" com seus mínimos detalhes.

Os desapontados tiveram é que estudar a Bíblia mesmo, assim como Martinho Lutero, usando inclusive as suas mesmas ferramentas.

Foi um processo gradativo, de ESTUDO, diálogo, arrazoamento. SÓ PARA CRIAR AS DOUTRINAS FUNDAMENTAIS.

Daí a explicá-las DETALHADAMENTE, isto leva algum tempo. No caso dos adventista, levou cerca de uma geração, o que não é muito tendo em vista outras religiões.

Hoje, nossas doutrinas estão incomparavelmente mais amplas, e se expandem a cada dia com os estudos da Bíblia com o apoio das várias ciências e desenvolvimento das ferramentas de estudo e isto nunca terá fim, até a volta de Cristo.

(Sr. Adventista)