quinta-feira, 13 de março de 2014

O Deus irado do blog MCA

Ministério Cristão Apologético?

"2. Ele precisa ter a consciência de que apesar de Deus o amá-lo, por causa de seu estado pecaminoso ele está sob a ira de Deus (Jo 3.16;36)."


Abordemos este assunto:




terça-feira, 11 de março de 2014

Resposta - Imortalidade da Alma e Ressurreição – como conciliar tais doutrinas? (Parte 3)

O Rico e Lázaro

As parábolas eram como os chamados 'contos' que temos atualmente. Hoje temos histórias sobre fadas, duendes, elfos, mas naquela época já pairava, sobre o povo de Israel, certas histórias recheadas de mitologias e uma delas era realmente acerca de um conversa entre mortos, fantasmas propriamente ditos (Mateus 14:26).

Entretanto aquelas histórias, tinham o mesmo peso de veracidade das histórias que costumamos ouvir hoje e que provém de nossa cultura, misturada à outras culturas e que também utilizamos para ensinar boas lições! Não no sentido de fazer realmente se crer de que a história seja real, mas que no pano de fundo, se aprenda alguma importante lição.

É importante salientar que hoje, há muitos que acreditam que exista, de fato, o tal seio de abraão (o paraíso) e também o Inferno (lugar de tormento já queimando em algum lugar), e alguns crêem até mesmo no purgatório, mesmo acreditando que tal história, acerca do Rico e Lázaro, não tenha ocorrido de fato.

E por que a parábola do Rico e Lázaro não pode corresponder à uma situação real dentre os mortos?

A resposta é, porque além de a Bíblia não apresentar uma doutrina acerca de um 'estado intermediário', Ela nos apresenta versos que impossibilitam que o tal diálogo entre os mortos, de fato tenha ocorrido, dentre eles:  (Eclesiastes 9:5), (Eclesiastes 9:6), (Salmos 6:5).

Além disto, toda a parábola apresenta situações impossíveis e bastante exageradas, como se do paraíso fosse possível tocar a língua de alguém no inferno. De se poder refrescar alguém atormentado no inferno derramando-lhe água sobre a língua através de um abismo enorme separando ambos! Não sendo, portanto, possível aproveitar tal parábola para confirmar o estado intermediário de forma séria.


Resposta - Imortalidade da Alma e Ressurreição – como conciliar tais doutrinas? (Parte 2)

O Ladrão na Cruz


"E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso." (Lucas 23:43)

Realmente o verso dá a entender que o Ladrão subiria ao paraíso, naquele dia, mas será que de fato isto aconteceu?

"Foram, pois, os soldados, e, na verdade, quebraram as pernas ao primeiro, e ao outro que como ele fora crucificado; Mas, vindo a Jesus, e vendo-o já morto, não lhe quebraram as pernas." (João 19:32-33)

Percebemos que o dia se passou, o sábado chegou, mas o Ladrão ainda não havia morrido! Mas somente Jesus!

Então nos perguntamos, mas e quanto a Jesus, será que ELE sim subiu ao paraíso naquele dia? Vejamos o que diz a Bíblia:

Disse-lhe Jesus: Não me toques; porque ainda não subi ao Pai, mas vai a meus irmãos e dize-lhes que subo para meu Pai e vosso Pai, para meu Deus e vosso Deus. João 20:17

Este verso fala de Cristo ressuscitado, revelando que ainda não havia subido ao Pai, logo, não apenas o ladrão, mas Jesus também não subiu naquele dia para o paraíso!

Outra pergunta: Será que se Jesus realmente dissesse que levaria o ladrão junto com ele naquele dia para o paraíso, estaria se referindo a levá-lo como alma desencarnada?

Veja o que diz a Bíblia:

"abriram-se os túmulos e muitos corpos de santos, já falecidos, foram ressuscitados;
 e saindo dos túmulos depois da ressurreição de Jesus, entraram na cidade santa e apareceram a muitos." (Mateus 27:52-53)


É justamente neste quesito que a ressurreição contraria o estado intermediário! Porque o estado intermediário se mostra desnecessário!

Em verdade um estado intermediário não teria serventia alguma! Nem para Deus nem para a humanidade! Uma vez que já existe uma planejamento completo de restauração através da ressurreição.

O ladrão poderia, então, muito bem fazer parte daquele grupo de santos ressuscitados, mas a bíblia não fala nada a respeito. Mas a bíblia nos mostra que o procedimento padrão é ressuscitar a todos os santos mortos no dia da SUA vinda.

Uma coisa concluímos, de que Jesus e o Ladrão não se encontraram naquela sexta-feira, no paraíso, pois o Ladrão não havia morrido e Cristo ainda não havia subido.

 Então como conciliar aquela afirmação de Jesus com o que lemos relatado acerca deste evento?

A resposta é, reavaliar, tanto a tradução quanto a interpretação que estamos fazendo em cima do verso de Lucas 23:43 e escolher a que melhor tradução/interpretação que se harmoniza com a Bíblia:

Um detalhe importante é que a vírgula que lemos em nossa bíblia não existe no original e foi colocada a fim de dar um sentido a algo que parece de duplo sentido e que no original consta algo como:

"Em verdade te digo hoje estarás comigo no paraíso"

No caso de se levasse em conta os versos em torno do assunto, se fosse para colocar a vírgula em algum lugar, teria que ser:

 "Em verdade te digo hoje, estarás comigo no paraíso"

E de fato existem bíblias onde consta a vírgula neste lugar, embora a imensa maioria das bíblias coloque a vírgula antes da palavra 'hoje'.

Fora isto, deveríamos ler, em nossas bíblias o verso como está no original grego, sem vírgula alguma, deixando então à cargo do contexto bíblico nos dar o verdadeiro sentido das palavras de Jesus.


Resposta - Imortalidade da Alma e Ressurreição – como conciliar tais doutrinas? (Parte 1)

Estado intermediário

"Existe quem pensa que ensinar um estado intermediário é contraditório ao ensino da ressurreição. Além disso, argumentam eles, ‘se já existe após a morte, paraíso e tormento, por qual motivo haveria juízo final’?"

Em relação a este aspecto, a principal dificuldade não chega a ser a contradição, mas sim a inexistência de um ensinamento do estado intermediário na Bíblia:


"O Novo Testamento diz bem pouco acerca da condição dos ímpios entre a morte e a ressurreição, uma vez que sua preocupação principal é com o futuro do povo de Deus." (Luciano Sena)

http://mcapologetico.blogspot.com.br/2013/09/a-condicao-dos-impios-entre-morte-e.html

E digo inexistência pois o capítulo em que Luciano Sena se baseia para afirmar tal  existência trata-se de:

"Talvez, a passagem mais clara do Novo Testamento, que trata da condição do ímpio morto durante o estado intermediário, seja a de 2 Pedro 2.9 “O Senhor sabe como livrar os homens justos de provações e como reservar os injustos para o dia do juízo, enquanto continua sua punição” (NIV)"

http://mcapologetico.blogspot.com.br/2013/09/a-condicao-dos-impios-entre-morte-e.html

Convido aos caros amigos a abrirem suas bíblias no citado capítulo de 2 Pedro 2:9. Perceberemos que este acrécimo: "enquanto continua sua punição" não existe de fato em nossas bíblias. Isto porque tal trecho nunca esteve na Bíblia, estando contida porém em uma bíblia recente de tradução tendenciosa e que contém, também, acrécimos que não estão no original.

Assim, a principal base de argumento de Luciano Sena para defender o estado intermediário, além de ser baseado em um verso isolado, a parte que supostamente embasa o estado intermediário, sequer existe na Bíblia original.

Então tal doutrina sequer pode ser contraditória, antes de se provar existente na bíblia.


segunda-feira, 10 de março de 2014

Padre Fábio de Melo critica idolatria mariana

E-mail - Rádio Araucária

Estendo aos caros amigos participantes e leitores do blog um convite para ouvir a uma nova rádio que está na internet:



Músicas cristãs de ótima qualidade!

A quem quiser colaborar ou ajudar de alguma forma:




Arildo Cappellesso

(54) 9183-5734

arildocappellesso@hotmail.com

www.radioaraucaria.net


Não esqueçamos de orar pelo tralho deste nosso irmão!!!

Resposta final à chantagem de Luciano Sena do blog MCA (Ministério Cristão Apologético) 10-03-14


Sim, amigo Luciano Sena, o amigo já deixou claro que o amigo é assim!

Porém sua atitude em muito se diferencia da de Leandro Quadros, que pelo que se pode observar, trata a todos com o devido respeito e consideração. Que não faz barganhas, nem chantagens, mas que age segundo as regas estabelecidas em seu blog e a ética que assimilou em sua faculdade de jornalismo.

Também tenho em meu blog o poder de excluir comentários a meu bel prazer, mas é como diz o ditado:

Se você quiser testar o caráter de um homem, dê-lhe poder!

Particularmente procuro usar meu poder, para incentivar o exercício da liberdade de opinião, a aproximação e o diálogo e não o contrário!

E o amigo não tem agido com justiça, pois tem exigido a quebra da segurança da identidade apenas de adventistas, especificamente de minha pessoa e outro irmão, ao qual já conseguiu e logo tratou de fazer sua primeira tentativa de ataque à pessoa.

Seus comentários, pelo que pude observar, sempre foram apagados dos sites adventistas por conterem desrespeito para com a IASD, seus fundadores e até mesmo para com a pessoa de Leandro Quadros e não pelo fato pertencer a uma religião X ou Y, ou por causa de certas crenças. Ou seja, o motivo dos “apagões” tem sido suas atitudes.

Há vários comentários no blog do Na Mira, alguns discordando e outros com críticas bem sérias e que nunca foram apagados, pode ir lá conferir! Portanto, creio não ser mesmo uma simples contradição de opiniões os motivos de seus comentários serem por diversas vezes apagados.

O problema portanto, amigo Luciano Sena, não parece ser sua mente, mas sua língua, digamos assim, ou seus dedos ao combinarem letras de seu teclado para tratarem da religião alheia.

O que percebo de primordial na diferença entre a apologética de Leandro Quadros e a apologética do amigo, é que o Prof. Leandro se atenta a discutir doutrinas, enquanto que o amigo, geralmente procura discutir pessoas.

Sendo para este campo que o amigo torna agora o diálogo, para minha pessoa e de outro irmão! Então o amigo não está mais interessado nas idéias, mas nas pessoas! E foi só o nosso irmão passar-lhe seu nome que o amigo não perdeu tempo em seu intento.

E o amigo deveria ter o zelo de notar que o site do Na Mira da Verdade não é um blog de debates apologéticos. O campo de comentários são apenas para comentários mesmos, aquele se trata de um blog evangelístico!

As pessoas vão ali para conhecerem mais do evangelho e não para a acompanhar outros comentários contendo acusações! Tome por base como se ali fosse uma parte da igreja. Creio que o amigo não tenha o costume de entrar nas igrejas alheias, se dirigir ao pastor e começar a ultrajá-lo utilizando suas opiniões pessoais.

Para isto, amigo Luciano Sena, existem os lugares e vários blogs específicos e adequados, porém, o amigo, pelo que consta, sequer passa perto de tais lugares!

Para o amigo ver como são as coisas, a Novo Tempo disponibilizou , milhares de funcionários para atenderem por telefone e-mail, pessoas como o amigo. Lá o amigo pode fazer seus questionamentos, considerações indagações e ter a resposta para quaisquer coisas que pergunte!

Então, será que com seus comentários no blog do Na Mira, o amigo tem buscado isto? Ou tão somente atrair alguma atenção para si? Ou tão somente atender aos seu interesse de combate ao adventismo?

Não tenho visto no amigo, portanto, o espírito de querer conhecer mais sobre o adventismo ou acerca de suas doutrinas. Sua atitude é de combate cego, pura e simples. Isto se mostra latente em seus comentários.

Sendo assim, não há o mínimio de sinceridade perceptível, tanto em seus artigos como comentários em sites adventistas.

O que fica evidente é que o amigo tem sido movido por um ódio acerca dos adventistas!

Creio, conjuntamente, que o amigo não odeie paredes e tijolos, portanto o que sobra são pessoas, juntamente com sua fé! Para o amigo, são as várias Ellens Whites e os vários Millers, pregando contra as crenças do amigo, através de suas atitudes e de suas vidas.

Creio ser este mesmo sentimento que faz com que o amigo, agora, se volte para minha pessoa, deixando de se interessar por minha opinião! Não me convém, porém, colocar-me debaixo de tanto ódio! Se quer atacar alguém, ataque o Sr. Adventista. Deixe a pessoa por trás deste pseudônimo, fora dos seus assuntos, porque possui família que não gostaria de ver seu nome ser usado indevidamente e de forma inescrupulosa.

Querer saber meu nome é apenas um pretexto. Como todo tipo de chantagem, as exigências, geralmente, nunca tem fim. Conheço bem as artimanhas humanas, usadas para se conseguir o que quer e para atender tão somente aos próprios interesses.

O propósito do amigo é realmente apagar meus comentários, isto é evidente, mas tem usado artifícios para conseguir o máximo que puder saber sobre minha pessoa. Não de idéia própria, mas meu nome verdadeiro só teria valor para alguns “amigos” nossos da internet, que gostariam de saber quem é este que tanto lhes pega no pé!

E o amigo não está fazendo mais do de repetir aquilo que já fez a outros participantes adventistas de seu blog. Não é a primeira vez e provavelmente não será a última vez que o amigo arruma desculpas para excluir comentários que começam a lhe desagradar profundamente.

Mas uma coisa é certa, amigo Luciano Sena, através desta atitude, o amigo me concedeu algo! Direito para escrever meus artigos, daqui para adiante, sem me preocupar com a opinião do amigo.

Com o tempo, enquanto fizer meus artigos, o amigo perceberá de que há um ônus, para ambas as partes, em se cortar os diálogos.

Tenha em mente o seguinte:

O amigo não apenas impediu os comentários de um comentarista, mas cortou relações, com o administrador de outro blog, que havia se achegado para dialogar.